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terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Israel destrói QG da Guarda Revolucionária Iraniana em Damasco

A Força Aérea de Israel bombardeou e destruiu ontem o quartel-general e um depósito da Força Quods, braço da Guarda Revolucionária Iraniana para ações no exterior, no aeroporto de Damasco, a capital da Síria.

Pelo menos sete pessoas morreram, inclusive quatro oficiais do Irã, informou a agência de notícias turca Anadolu, acrescentando que o ataque aconteceu logo após o pouso de um avião de carga. A ditadura síria acusou Israel e declarou que as defesas antiaéreas do país avião interceptado "alvos hostis".

Três áreas diferentes foram alvejadas. O ataque anterior havia sido em 13 de fevereiro. No início do mês, a Rússia acusou a aviação israelense de colocar em perigo uma aeronave civil no espaço aéreo da Síria, controlado pelos russos.

Desde o início da guerra civil na Síria, em março de 2011, Israel realizou mais de  mil ataques aéreos a alvos iranianos. O objetivo é combater a presença do Irã e de milícias xiitas aliadas como o Hesbolá (Partido de Deus) libanês das proximidades com a fronteira de Israel.

O Irã tem cerca de 900 guardas revolucionários e 20 mil milicianos xiitas na Síria para apoiar a ditadura de Bachar Assad. Quer criar um crescente xiita que vá do Irã ao Mar Mediterrâneo passando pelo Iraque e a Síria para chegar até o Líbano e armar o Hesbolá, arqui-inimigo de Israel.

Pelo menos 380 mil pessoas foram mortas na guerra civil da Síria, que completa nove anos em março. É o segundo conflito mais mortífero do século 21, atrás apenas da Primeira Guerra Mundial Africana, a guerra civil na República Democrática do Congo, com a participação de seis exércitos nacionais e dezenas de grupos armados irregulares. De 1996 e 2002, mais de 5 milhões morreram em combate, de fome e doenças.

segunda-feira, 5 de agosto de 2019

Greve para Hong Kong em protesto contra a interferência da China

Depois do nono fim de semana seguido de manifestações, cerca de 500 mil pessoas de 20 setores da economia aderiram à greve geral convocada para hoje em Hong Kong em protesto contra a interferência crescente do regime comunista chinês na administração do território, considerado uma região administrativa especial dentro da República Popular da China.

Durante a manhã desta segunda-feira, cerca de 230 voos foram cancelados. Com a paralisação dos controladores de voo, uma pista do aeroporto internacional de Hong Kong está fechada até 6h de terça-feira pela horal local (19h de hoje em Brasília). Só 34 voos foram autorizados a decolar, a metade do normal, informou o jornal local South China Morning Post.

As companhias aéreas de Hong Kong (Cathay Pacific, Cathay Dragon, HK Express e Hong Kong Airlines) aconselham os passageiros a se certificar de que seus voos estão confirmados antes de se dirigir ao aeroporto.

Os militantes entraram nas estações de metrô e tentaram impedir o fechamento das portas dos vagões para parar os trens.

Esta é a crise mais greve desde que o Reino Unido devolveu Hong Kong à China, em 1º de julho de 1997. Os protestos começaram contra um projeto de lei para autorizar a extradição de residentes em Hong Kong para responder a processos na China continental.

Agora, os manifestantes também exigem a renúncia da governadora Carrie Lam, indicada por Beijim, e eleições diretas para governador e para o Conselho de Legislativo, o parlamento de Hong Kong. É praticamente impossível que o regime comunista aceite tais demandas. Seria um avanço rumo a uma democracia que não interessa à ditadura militar de Beijim e um sinal para a China, onde não existem liberdade de expressão e de manifestação.

No sábado, houve mais confrontos violentos quando a polícia reprimiu a manifestação popular. Pelo menos 44 pessoas foram presas. Os moradores de Hong Kong travam um duelo com o governo central da China capaz de provocar uma repressão violenta.

A ditadura comunista chinesa não costuma ceder diante de manifestações pela democracia. Hong Kong não quer abrir mão das liberdades democráticas conquistadas como colônia britânica. A China prometeu manter a situação no território durante 50 anos dentro do esquema "um país, dois sistemas", também criado tendo em vista a reintegração de Taiwan, que Beijim considera uma província rebelde.

Se usar a violência e o Exército Popular de Libertação para reprimir os protestos, como pede a linha dura comunista, a China compromete o prestígio de Hong Kong como centro financeiro internacional, muito importante para canalizar dinheiro para o extraordinário desenvolvimento econômico chinês das últimas. E envia um sinal errado para Taiwan.

segunda-feira, 8 de abril de 2019

UE apela a general líbio para suspender ofensiva contra a capital

A União Europeia fez um apelo hoje ao general Khalifa Hifter, comandante do autointitulado Exército Nacional da Líbia, para suspender seu ataque à capital, Trípoli, e assim evitar o reinício da guerra civil no país, que vive em estado de anarquia desde a queda e morte do ditador Muamar Kadafi, em 2011.

O general, que domina a região de Bengázi, no Leste da Líbia, lançou na quinta-feira uma ofensiva contra o Governo do Acordo Nacional, reconhecido internacionalmente, que controla Trípoli. Ontem, Hifter anunciou ter assumido o controle do aeroporto da capital. Um avião de suas forças bombardeou o aeroporto, colocando civis em fuga.

As Nações Unidas também pediram o fim da ofensiva e a retomada do diálogo entre os governos paralelos para organizar eleições que permitam reconstruir o sistema político do país.

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

AMLO promete plebiscito sobre novo aeroporto da Cidade do México

O presidente eleito do México, Andrés Manuel López Obrador, confirmou ontem a intenção de convocar um plebiscito sobre a construção de um novo aeroporto para a capital do país, maior cidade da América, com mais de 21 milhões de habitantes na região metropolitana. Seu resultado será definitivo.

Se o plano atual de construção de um novo aeroporto para a Cidade do México for derrubado na consulta popular, o setor privado mexicano ficará preocupado com a possibilidade de López Obrador criar uma democracia plebiscitária, submetendo outras questões de seu interesse a aprovação pelo voto popular.

A construção do novo aeroporto se arrasta há quatro anos, marcada por aumentos de custos, sobrepreços e denúncias de corrupção. O plebiscito foi uma das promessa da campanha de AMLO, como é mais conhecido.

Eleito em 1º de julho com uma plataforma esquerdista e 53% dos votos, López Obrador toma posse em 1º de dezembro prometendo fazer uma revolução pacífica no México. Terá maioria na Câmara e no Senado.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Iraque retoma aeroporto de Mossul

Com o apoio da Força Aérea dos Estados Unidos, o Exército do Iraque e milícias aliadas tomaram o aeroporto de Mossul, a segunda maior cidade do país, que estava em poder da organização terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante desde 10 de junho de 2014.

Depois de meses de uma batalha feroz, as forças iraquianas tomaram o lado leste da cidade. O aeroporto fica no oeste, onde vivem mais de 700 mil pessoas. A milícia terrorista resiste com atentados suicidas e carros-bomba.

De posse do aeroporto, o governo iraquiano e aliados podem transportar armas e equipamentos para a frente de combate de modo a reassumir o controle total da cidade.

Se o Estado Islâmico perder Mossul e a cidade de Rakka, na Síria, sua capital, deixará de ser um protoestado, regredindo para grupo terrorista. Isso não o torna menos perigoso. O terror voltará a ser sua principal arma e o inimigo distante, as grandes potências que atacam do ar, destruindo o sonho do califado, voltam a ser alvos preferenciais. Os atentados de 13 de novembro de 2015 foram um marco importante nesta virada estratégica.

quarta-feira, 23 de março de 2016

Serviço secreto da Bélgica recebeu alerta sobre ataque ao aeroporto

Os serviços secretos da Bélgica e de outros países ocidentais foram advertidos de que a organização terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante preparava ataques contra o aeroporto e possivelmente contra o metrô de Bruxelas, afirmou hoje o jornal liberal israelense Haaretz.

A advertência era clara: estavam sendo planejados ataques contra o aeroporto e o metrô. Os serviços de segurança da Bélgica não se preparam para preveni-los. De acordo com o jornal, os atentados foram arquitetados na cidade de Rakka, na Síria, considerada a capital do Estado Islâmico.

O primeiro-ministro da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, acusou hoje a Bélgica de ignorar os alertas turcos. Um dos terroristas suicidas da capital belga, Brahim al-Bakraoui, havia sido deportado da Turquia para a Holanda em junho de 2015 e a Bélgica foi avisada de que se tratava de um militante perigoso

Até o momento, tudo indica que a mesma célula terrorista realizou os atentados de novembro em Paris e de ontem em Bruxelas. A prisão de Salah Abdeslam, o único dos terroristas que atacaram Paris que ainda estava solto, teria acelerado os ataques na Bélgica, que estariam em preparação há meses.

Pelo menos 31 pessoas foram mortas e 260 saíram feridas dos atentados de 22 de março de 2016 em Bruxelas, capital da União Europeia.

Dois irmãos estavam entre os terroristas de Bruxelas

Dois irmãos Khalid e Brahim el-Bakraoui estavam entre os homens-bomba responsáveis pelas explosões que mataram 31 pessoas ontem no aeroporto e no metrô de Bruxelas, na Bélgica, reivindicadas pela organização terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante, noticiou a rádio e televisão estatal belga RTBF.

Um terceiro terrorista procurado, inicialmente suspeito de ter descartado seu colete-bomba e fugido, Najim Laachraoui, suspeito de ser o responsável por preparar os coletes com explosivos nos atentados de 13 de novembro de 2015 em Paris e de ontem em Bruxelas, seria o segundo homem-bomba do aeroporto.

Laachraoui detonou seus explosivos ao lado de Brahim, enquanto Khalid atacou o metrô.

Em operação de busca e apreensão na cada dos irmãos Brakaoui, a polícia encontrou um fuzil Kalachnikov, grande quantidade de munição e uma bandeira negra do Estado Islâmico. A mídia belga chegou a anunciar hoje de manhã que Laachraoui fora preso, mas depois desmentiu a notícia. A última informação é que se suicidou no aeroporto.

Como o bairro de Molenbeck, na periferia da capital da Bélgica, é considerado o maior antro do jihadismo na Europa, o serviço secreto do país está sendo acusado de negligência. Bruxelas passou por quatro dias de alerta máximo, com transportes públicos e escolas paralisados no ano passado, mas a medida não foi adotada depois da prisão de Salah Abdeslam, o único terrorista do ataque a Paris que ainda estava solto.

Khalid era suspeito de terrorismo. Tinha cumprido pena de nove anos de prisão por atirar na polícia durante um assalto. Brahim foi preso em 2011 por roubo de carro a mão armada.

Laachroaui também usava o nome falso de Soufiane Kayal. Estava sendo procurado como armeiro dos atentados de Paris desde que a polícia encontrou traços genéticos dele (DNA) numa casa onde havia explosivos e coletes-bomba. Ele alugou um dos apartamentos em Auvelais onde os ataques que mataram 130 pessoas na capital francesa foram preparados.

terça-feira, 22 de março de 2016

Atentados terroristas matam 31 pessoas na capital da Bélgica

Quatro dias depois da prisão de Salah Abdeslam, um dos terroristas dos ataques de 13 de novembro em Paris, duas explosões mataram pelo menos 11 pessoas hoje no aeroporto de Bruxelas e outra matou ao menos 20 pessoas no metrô da capital belga. A organização terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante reivindicou a autoria dos atentados.

Outras 270 pessoas saíram feridas. Todos os transportes públicos da capital belga foram paralisados, inclusive o Eurotrem, que liga a Inglaterra ao continente através do Túnel da Mancha. A Bélgica elevou o nível de alerta sobre terrorismo ao nível máximo. Tarde demais. Deveria ter feito isso quando Abdeslam foi preso.

Há dois meses, um agente secreto do Iraque teria ouvido de uma fonte da cidade de Rakka, na Síria, considerada a capital do Estado Islâmico, que o grupo preparava ataques contra aeroportos e estações de trem na Europa.

O primeiro ataque foi no aeroporto, por volta de oito da manhã pela hora local (4h em Brasília). Testemunhas disseram que um homem gritou palavras em árabe antes de detonar explosivos escondidos junto ao corpo. Uma terceira bomba foi desativada no aeroporto, onde também foi encontrado um fuzil Kalachnikov e um colete de explosivos não detonado.

Uma hora depois (5h em Brasília), o alvo foi a estação de metrô de Maelbeek, que fica perto da sede da União Europeia, o que faz de Bruxelas a capital do bloco europeu.

Na França, o presidente François Hollande declarou que esta é uma guerra contra a Europa que deve ser travada em conjunto. Ele pediu a extradição de Abdeslam.

terça-feira, 28 de abril de 2015

Arábia Saudita ataca aeroporto para barrar ajuda do Irã a hutis

A aliança liderada pela Arábia Saudita bombardeou o aeroporto de Saná, a capital do Iêmen, para evitar o pouso de um avião civil do Irã que levaria ajuda e possivelmente armas aos rebeldes hutis, noticiou hoje a televisão saudita Al Arabiya.

De acordo com os sauditas, o avião, que supostamente levava ajuda humanitária, entrou numa zona de proibição de voo imposta por sua intervenção militar. O Irã afirmou ter obtido permissão de Omã e do Iêmen, sem esclarecer quem deu a permissão no Iêmen, que está sem governo desde fevereiro de 2015.

Os sauditas acusam o Irã de entregar armas aos hutis, que são xiitas zaiditas, sob o disfarce de ajuda humanitária, como a Rússia faz na ex-república soviética da Ucrânia.

A intervenção militar no Iêmen faz parte de uma política externa mais agressiva adotada pelo novo rei Salman, que ascendeu ao trono saudita em 23 de janeiro de 2015, para tentar contar a expansão da influência iraniana no Oriente Médio. No Iraque, na Síria, no Líbano, no Bahrein e no Iêmen, há conflitos entre sunitas e xiitas em que o regime fundamentalista iraniano apoia os xiitas.

Até agora, a intervenção militar impediu os rebeldes de tomar o porto de Áden, mas não atingiu o objetivo de reinstalar no poder o presidente Abed Rabbo Mansur Hadi, deposto pelos hutis em fevereiro.

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Tragédia no Nepal matou mais de 3,2 mil

Dois dias depois do terremoto de 7,8 graus na escala Richter que arrasou a capital, Catmandu, e a região central do Nepal, as autoridades anunciaram na manhã desta segunda-feira que o número de mortos passa de 3,2 mil. Outras 6 mil pessoas estão feridas. A dimensão total da tragédia ainda está longe de ser conhecida, observa o jornal The New York Times.

Cerca de 40% do país foram atingidos, avaliaram as Nações Unidas. Além das equipes de resgate para tentar salvar soterrados, as prioridades são água potável, alimentos, medicamentos, roupas, agasalhos e barracas para os desabrigados.

Com a destruição de templos e prédios públicos, os sobreviventes têm dificuldade para encontrar abrigo na capital. Todas as construções foram abaladas. Podem desabar num tremor secundário mais forte. No Monte Everest, o mais alto do mundo, os abalos ameaçam provocar novas avalanches como as que mataram pelo menos 17 montanhistas.

No interior do Nepal, especialmente na área mais próxima do epicentro, a 80 km a noroeste de Catmandu, o acesso é muito difícil. A pobreza e a deficiência do país o tornam totalmente dependente neste momento da ajuda externa de grandes potências como os Estados Unidos, a China e a Índia.

Em Catmandu, uma área usada para paradas e cerimônias militares se transformou num enorme acampamento onde os flagelados chegam com travesseiros, colchões e alguns pertences que conseguiram salvar. Muitos se concentram ao redor da Torre Dharahara, um dos pricipais símbolos da cidade, que desabou.

"Não temos para onde ir", desabafou Mohamed Khalil, que tentava se esquentar ao redor de uma fogueira com um grupo de uns dez homens ao lado das ruínas da torre. "Não temos roupa, não temos comida, não temos remédios e não sabemos se poderemos voltar para nossas casas."

Situado sobre uma falha geológica onde a placa tectônica da Índia se chocou com a da Eurásia formando a Cordilheira do Himalaia há 55 milhões de anos, o Nepal é sacudido com frequência por terremotos. Este foi o maior dos últimos 80 anos.

Centenas de estrangeiros tentam deixar o país, mas o aeroporto de Catmandu dá prioridade aos aviões que levam ajuda de emergência. Até agora, o Ministério das Relações Exteriores do Brasil não soube de nenhum brasileiro morto ou ferido no terremoto.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Rebeldes anunciam tomada do aeroporto de Donetsk

Os rebeldes étnica e linguisticamente russos apoiados pelo Kremlin anunciaram hoje a conquista do aeroporto de Donetsk, no Leste da Ucrânia, que lutam para anexar à Rússia. Horas depois, o governo ucraniano admitiu que há uma feroz batalha em torno do aeroporto, mas declarou que está mantendo o controle.

De acordo com mensagem postada no Twitter pelo Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia, há um ataque continuado, mas a "Operação Antiterrorismo" ainda domina o aeroporto.

As duas partes negociam um cessar-fogo permanente que depende do presidente russo, Vladimir Putin. Não satisfeito com a anexação ilegal da Crimeia, em março de 2014, Putin fomenta desde abril a rebelião no Leste da Ucrânia. Sem interesse em desmembrar mais o país, seu objetivo parece ser enfraquecer a ex-república soviética para mantê-la sob a órbita de Moscou.

Na semana passada, o homem-forte da Rússia mandou carta à União Europeia exigindo a renegociação do acordo de associação entre a Ucrânia e a UE sob a alegação de "prejuízos à economia russa".

Esta guerra já matou mais de 3,5 mil pessoas e ainda parece longe do fim.

sábado, 13 de setembro de 2014

Ucrânia repele ataque ao aeroporto de Donetsk

As forças do governo da Ucrânia repeliram um ataque dos rebeldes separatistas apoiado pela Rússia contra o aeroporto de Donetsk, no Leste do país, noticiou hoje a agência France Presse, citando como fontes militares ucranianos.

O aeroporto de Donetsk continua em mãos das forças governamentais, enquanto os rebeldes apoiados pelo Kremlin dominam a cidade ao redor. A retomada dos combates viola o frágil cessar-fogo negociado entre Ucrânia e Rússia, que deveria estar em vigor desde 3 de setembro.

sábado, 26 de julho de 2014

EUA esvaziam embaixada na Líbia

Diante da batalha entre milícias rivais pelo controle do aeroporto de Trípoli, os Estados Unidos evacuaram hoje sua embaixada na capital da Líbia, noticiou o jornal The Washington Post. As funções diplomáticas foram transferidas para a embaixada na vizinha Tunísia.

Pelo menos 23 trabalhadores egípcios morreram neste sábado, quando a casa onde estavam, em Trípoli, foi atingida por um foguete durante a batalha do aeroporto, tornando-a no conflito mais sério desde a guerra civil que derrubou o ditador Muamar Kadafi, em 2011. Desde então, a Líbia não reconstruiu o Estado nacional.

terça-feira, 22 de julho de 2014

Empresas aéreas suspendem voos para Telavive

A Agência Federal de Avião dos Estados Unidos proibiu hoje por 24 horas o voo de empresas americanas de e para o aeroporto internacional Ben Gurion, em Israel.Várias companhias americanas, entre elas a American, a Delta e a United Airlines, haviam suspendido os voos para Telavive, a maior cidade de Israel, por causa de ataques de foguetes palestinos que caíram perto do aeroporto internacional Ben Gurion.

Há pouco, a companhia aérea alemã Lufthansa cancelou seus voos para lá e de lá por 36 horas, o que aumenta a pressão sobre as grandes empresas europeias para fazerem o mesmo.

O ministro dos Transportes de Israel, Yisrael Katz, afirmou que o aeroporto Ben Gurion é seguro e as companhias aéreas devem retomar suas atividades normais.

Em duas semanas de conflito armado entre Israel e o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), pelo menos 605 palestinos e 29 israelenses foram mortos. As Nações Unidas, os EUA, o Egito, a Turquia e o Catar tentam negociar um cessar-fogo.

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Milícia islâmica usbeque reivindica ataque a aeroporto

O Movimento Islâmico do Usbequistão (MIU), uma milícia fundamentalista ligada à rede terrorista Al Caeda, reivindicou a autoria do ataque contra o aeroporto de Caráchi, a maior cidade do Paquistão, em que 37 pessoas foram mortas, inclusive 10 terroristas descritos como "mártires" em sítios jihadistas na Internet.

"À meia-noite de segunda-feira, dez bravos mujahedin do Movimento Islâmico do Usbequistão em busca do martírio vestidos com roupas carregadas de explosivos atacaram uma área muito especial do aeroporto internacional de Caráchi, no Paquistão", diz uma nota escrita em inglês, transcrita pela agência de notícias France Presse em reportagem publicada no jornal paquistanês Dawn.

Na mesma página, há uma foto de 10 homens com fuzis de assalto e rostos cobertos. Seriam os mártires do aeroporto. A nota acrescenta que o ataque foi uma resposta aos bombardeios da Força Aérea do Paquistão às zonas tribais onde ficam as bases de diferentes milícias fundamentalistas muçulmanas ligadas aos Talebã do Paquistão (TP).

Desde a invasão dos Estados Unidos ao Afeganistão, o MIU se transferiu para o Paquistão. Um porta-voz dos Talebã paquistaneses, Shahidullah Shahid, confirmou que "o ataque ao aeroporto de Caráchi foi uma ação conjunta dos TP e do MIU. Os estrangeiros também são irmãos muçulmanos e mujahedin, então não podemos especificar quanto usbeques e quantos paquistaneses participaram dessa ação."

O governo do primeiro-ministro Nawaz Sharif suspendeu as negociações de paz com os Talebã e ordenou ao Exército que lance uma operação contra as bases dos jihadistas no Noroeste do Paquistão.

terça-feira, 10 de junho de 2014

Aeroporto de Caráchi é alvo de novo ataque terrorista

Uma academia da polícia situada perto do aeroporto international Mohamed Jinnah, o mais importante do Paquistão, foi alvo de ataque hoje de terroristas muçulmanos dois dias depois de uma tentativa de assalto ao terminal que acabou com pelo menos 29 mortes.

Depois que a milícia fundamentalista dos Talebã do Paquistão assumiu a responsabilidade pela tentativa de tomar o aeroporto de Caráchi, a maior cidade do país, o governo do primeiro-ministro Nawaz Sharif suspendeu as negociações de paz e pediu que os terroristas sejam "eliminados". O Exército paquistanês prepara uma nova ofensiva contra as regiões tribais do Noroeste do país onde os jihadistas têm suas bases.

Essas operações militares e os ataques com aviões não tripulados dos Estados Unidos são as principais razões do ataque ao aeroporto, que mostra mais uma vez que o Paquistão é refém de guerrilheiros muçulmanos.

domingo, 8 de junho de 2014

Terror ataca aeroporto da maior cidade do Paquistão

Pelo menos 29 pessoas, sendo 11 funcionários do aeroporto de Caráchi, a capital econômica do Paquistão, e 10 terroristas muçulmanos, morreram num ataque de extremistas no domingo à noite. A televisão paquistanesa mostrou imagens de um terminal em chamas.

Mais de dez terroristas entraram no aeroporto por volta das 23h pela horal local e jogaram granadas no saguão. Com uniforme das forças de segurança do Paquistão, eles tomaram posições perto da pista e do terminal internacional.

Todos os voos foram desviados para outros aeroportos. Às 2h da madrugada de segunda-feira pelo horário local, um porta-voz das Forças Armadas anunciou que os terroristas sobreviventes estavam encurralados. Há pouco, o Exército do Paquistão confirmou que todos os terroristas foram mortos e a situação está controlada, noticiou o jornal paquistanês Dawn.

Mais tarde, a milícia fundamentalista dos Talebã do Paquistão reivindicou a autoria do ataque. O grupo está dividido entre os que aceitam negociar a paz com o governo e os que permanecem irredutíveis.

terça-feira, 27 de maio de 2014

Ucrânia mata 40 para retomar aeroporto de Donetsk

O Exército da Ucrânia realizou uma ofensiva para retomar o aeroporto de Donetsk, no Leste do país, ocupado por separatistas aliados à Rússia. Pelo menos 40 pessoas foram mortas.

Na madrugada desta terça-feira, um dos líderes separatistas da cidade, Pavel Gubarev, escreveu no Facebook que uma granada disparada por foguete atingiu um caminhão que transportava rebeldes depois da batalha do aeroporto. O prefeito de Donetsk, Olexander Lukiachenko, disse que há 40 mortos e 43 feridos.

A Organização para Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) perdeu contato com sua equipe de observadores.

terça-feira, 13 de maio de 2014

China vai construir novo aeroporto para a capital

Para reduzir o congestionamento no aeroporto internacional de Beijim, o governo da China vai construir um novo aeroporto ao sul da capital. O custo está estimado em US$ 13,7 bilhões.

O novo aeroporto será erguido na divisa com a província de Hebei. Será capaz de receber 72 milhões de passageiros e 2 milhões de toneladas de carga por ano.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Atirador de LA é identificado como terrorista americano

O atirador que matou um segurança e fechou o aeroporto de Los Angeles, o sexto mais movimentado
Paul Anthony Ciancia
do mundo, foi identificado pela rede de televisão NBC como Paul Anthony Ciancia, de 23 anos, um terrorista americano nascido na comunidade italiana de Nova Jérsey que se mudou para o Sul da Califórnia.

Uma testemunha o descreveu como alto e louro; na foto, parece mais castanho claro. Ele usava uniforme militar, tirou de uma sacola um fuzil de guerra AR-15 e abriu fogo ao entrar no saguão do Terminal 3. Continuou atirando, passou pela primeira barreira da segurança, onde foi contra-atacado pela polícia. A perseguição terminou nos portões de embarque.

Paul Ciancia tinha no bolso uma nota manuscrita revelando que gostaria de "matar porcos e agentes da TSA". Referia-se a policiais e agentes da Administração de Segurança de Transportes (TSA), que cuida dos aeroportos dos EUA, informou a agência de notícias Associated Press (AP).

De acordo com Pete Williams, da TV NBC, Ciancia tinha material de propaganda com "uma forte visão antigovernamental", especialmente contra o governo federal dos Estados Unidos, na linha do terrorista Timothy McVeigh, que explodiu um carro-bomba diante do Edifício Federal da Cidade de Oklahoma em 19 de abril de 1995, matando 168 pessoas e ferindo outras 600. Como agora, inicialmente a primeira suspeita foi de terrorismo de extremistas muçulmanos.

Ciancia levou três tiros no peito e está em situação crítica. O jornal Los Angeles Times chegou a anunciar sua morte. Por volta de 9h20 da manhã pela hora local (14h20 em Brasília), ele entrou no Terminal 3 aeroporto armado de um rifle. Chegou a passar uma barreira de segurança até ser baleado e preso.

A polícia de Los Angeles declarou que o irmão dele recebeu uma mensagem de Paul Ciancia nesta sexta-feira falando em suicídio. Sabendo disso, policiais foram até a casa do atirador para ver como ele estava, enquanto ele atacava o aeroporto, noticiou a NBC.