A visita de dois dias do secretário de Estado americano, John Kerry, a Omã na semana passada gerou uma esperança de trégua na guerra civil do Iêmen, o país mais pobre do Oriente Médio, em caos desde a Primavera Árabe. Foi em vão.
O grupo do presidente deposto Abed Rabbo Mansur Hadi, apoiado pela Arábia Saudita e monarquias petroleiras aliados, está profundamente dividido e os combates contra os rebeldes hutis, xiitas zaiditas financiados pelo Irã.
Depois de horas de encontro com os rebeldes, Kerry anunciou um acordo para cessar fogo e iniciar um diálogo para formar um governo de reconciliação nacional. Mas a tentativa de iniciar a trégua à meia-noite de 17 de novembro fracassou.
De acordo com o ministro do Exterior do governo no exílio, Abdulmalik al Mekhlafi, não houve acordo nem planos de abrir um diálogo para formar um governo de união nacional. Na visão do governo, seria uma cessão de poder sem garantias de que os hutis entregariam as armas e os territórios conquistados.
O governo deposto também questiona a legitimidade do Conselho Político Supremo formado pelos hutis e o ex-presidente Ali Abdullah Saleh. Depois de quatro meses de protestos em 2011, Saleh renunciou. Estava no poder há 32 anos.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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domingo, 20 de novembro de 2016
Esperança de cessar-fogo no Iêmen se esvai
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segunda-feira, 29 de agosto de 2016
Estado Islâmico reivindica autoria de atentado com 71 mortes no Iêmen
Pelo menos 71 pessoas foram mortas hoje num atentado terrorista suicida no quartel-general de uma milícia leal ao presidente deposto do Iêmen, Abed Rabbo Mansur Hadi, na cidade de Áden. A organização terrorista Estado Islâmico do Estado e do Levante assumiu a responsabilidade pelo ataque.
O suicida dirigiu um veículo carregado de explosivos até o setor de treinamento dos recrutas dos Comitês Populares, apoiados pela Arábia Saudita e as monarquias petroleiras do Golfo Pérsico, e os detonou.
Hadi foi derrubado pelos rebeldes hutis, xiitas zaiditas apoiados pelo Irã, que tomaram a capital, Saná, em setembro de 2014, e fugiu para a Arábia Saudita em fevereiro de 2015. Desde 25 de março daquele ano, os sauditas e aliados intervêm militarmente no Iêmen sem conseguir acabar com a guerra civil.
As milícias jihadistas se aproveitam da situação caótica para fazer ataques terroristas.
O suicida dirigiu um veículo carregado de explosivos até o setor de treinamento dos recrutas dos Comitês Populares, apoiados pela Arábia Saudita e as monarquias petroleiras do Golfo Pérsico, e os detonou.
Hadi foi derrubado pelos rebeldes hutis, xiitas zaiditas apoiados pelo Irã, que tomaram a capital, Saná, em setembro de 2014, e fugiu para a Arábia Saudita em fevereiro de 2015. Desde 25 de março daquele ano, os sauditas e aliados intervêm militarmente no Iêmen sem conseguir acabar com a guerra civil.
As milícias jihadistas se aproveitam da situação caótica para fazer ataques terroristas.
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domingo, 15 de maio de 2016
Estado Islâmico mata 25 recrutas em ataque à polícia no Iêmen
Pelo menos 25 recrutas foram mortos por um terrorista suicida da organização terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante que se explodiu dentro de uma academia da polícia na cidade de Mukalla, no Sul do Iêmen.
Mukalla era um antro da rede terrorista Al Caeda, tomada depois do colapso do governo central iemenita na guerra civil contra os rebeldes hutis, xiitas zaiditas apoiados pelo Irã, em fevereiro de 2015.
Desde 25 de março do ano passado, a Arábia Saudita lidera uma coalizão de países majoritariamente sunitas para tentar conter o avanço dos aliados do Irã, Em abril, as forças governistas retomaram a cidade com o apoio da coalizão saudita.
No momento, aliados do presidente deposto, Abed Rabbo Mansur Hadi, e os hutis negociam a paz no Kuwait.
quarta-feira, 20 de abril de 2016
Rebeldes do Iêmen aderem às negociações de paz da ONU
Os rebeldes hutis e aliados concordaram em participar das negociações sobre a paz no Iêmen mediadas pelas Nações Unidas, noticiou hoje a agência Reuters, citando como fonte uma televisão local.
As negociações, a serem realizadas no Kuwait, estão paralisadas pela continuação dos combates no Iêmen. Agora, os rebeldes hutis, xiitas zaiditas apoiados pelo Irã, disseram ter recebido garantias da ONU de que as forças leais ao presidente deposto, Abed Rabbo Mansur Hadi, também vão respeitar o cessar-fogo em vigor desde 11 de abril de 2016.
Os hutis tomaram a capital iemenita, Saná, em setembro de 2014. Quando avançaram rumo ao porto de Áden, principal cidade do Sul do país, em fevereiro de 2015, Hadi fugiu para a Arábia Saudita, onde pediu ajuda militar.
Desde 25 de março do ano passado, a Arábia Saudita e seus aliados sunitas do Golfo Pérsico intervém militarmente no Iêmen. As negociações de paz devem acabar com a intervenção saudita, mas será necessário muito mais para uma paz duradoura no mais pobre país árabe.
As negociações, a serem realizadas no Kuwait, estão paralisadas pela continuação dos combates no Iêmen. Agora, os rebeldes hutis, xiitas zaiditas apoiados pelo Irã, disseram ter recebido garantias da ONU de que as forças leais ao presidente deposto, Abed Rabbo Mansur Hadi, também vão respeitar o cessar-fogo em vigor desde 11 de abril de 2016.
Os hutis tomaram a capital iemenita, Saná, em setembro de 2014. Quando avançaram rumo ao porto de Áden, principal cidade do Sul do país, em fevereiro de 2015, Hadi fugiu para a Arábia Saudita, onde pediu ajuda militar.
Desde 25 de março do ano passado, a Arábia Saudita e seus aliados sunitas do Golfo Pérsico intervém militarmente no Iêmen. As negociações de paz devem acabar com a intervenção saudita, mas será necessário muito mais para uma paz duradoura no mais pobre país árabe.
domingo, 3 de abril de 2016
Força aérea bombardeia campo d'al Caeda no Iêmen
Aviões de guerra realizaram hoje quatro missões de ataque à rede terrorista Al Caeda no Sul do Iêmen, noticiou a agência Reuters citando como fontes funcionários públicos da região. O alvo foi um campo de treinamento de milicianos da Caeda na Península Arábica situado na cidade portuária de de Mukala.
O funcionário iemenita disse que os aviões era da coalizão liderada pela Arábia Saudita, que intervém na guerra civil do Iêmen desde 25 de março de 2015 para impedir o controle total do país pelos rebeldes hutis, xiitas zaiditas apoiados pelo Irã. Mas não foi possível confirmar a informação.
Nas últimas semanas, a Força Aérea dos Estados Unidos atacou várias vezes Al Caeda no Iêmen. A rede terrorista aproveitou a guerra civil no Iêmen para aumentar a região sob seu controle e recrutar mais voluntários.
Até agora, as tentativas de negociar a paz fracassaram. A guerra civil iemenita foi enquadrada no conflito maior entre sunitas apoiados pela Arábia Saudita e xiitas apoiados pelo Irã.
O funcionário iemenita disse que os aviões era da coalizão liderada pela Arábia Saudita, que intervém na guerra civil do Iêmen desde 25 de março de 2015 para impedir o controle total do país pelos rebeldes hutis, xiitas zaiditas apoiados pelo Irã. Mas não foi possível confirmar a informação.
Nas últimas semanas, a Força Aérea dos Estados Unidos atacou várias vezes Al Caeda no Iêmen. A rede terrorista aproveitou a guerra civil no Iêmen para aumentar a região sob seu controle e recrutar mais voluntários.
Até agora, as tentativas de negociar a paz fracassaram. A guerra civil iemenita foi enquadrada no conflito maior entre sunitas apoiados pela Arábia Saudita e xiitas apoiados pelo Irã.
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
Aliança árabe captura barco do Irã com armas para o Iêmen
A aliança sunita liderada pela Arábia Saudita anunciou hoje a captura há quatro dias de um barco iraniano carregando armas para os rebeldes hutis do Iêmen, noticiou a televisão saudita Al Arabiya.
Entre outras armas, o barco interceptado a sudeste da costa do sultanato de Omã continha 18 balas de canhão capazes de furar blindagem, 54 mísseis antitanques e 15 baterias para sistemas de orientação de projéteis teleguiados, afirmaram os sauditas e aliados.
Ao revistar a embarcação, a aliança árabe sunita teria encontrado documentos comprovando que está registrado em nome de um cidadão do Irã.
Em sua guerra indireta com a Arábia Saudita e as monarquias petroleiras do Golfo Pérsico, o Irã apoia os rebeldes hutis, xiitas zaiditas, e fomenta rebeliões xiitas. O acordo com os Estados Unidos e as outras potências do Conselho de Segurança das Nações Unidas para desarmar o programa nuclear iraniano não muda esta realidade. Com mais dinheiro por causa do fim de sanções internacionais, o regime fundamentalista iraniano terá mais recursos para expandir sua influência no Oriente Médio.
Os hutis invadiram a capital do Iêmen, Saná, em setembro de 2014. Em fevereiro de 2015, dissolveram o governo do presidente Abed Rabbo Mansur Hadi e o Parlamento. Hadi fugiu para a Arábia Saudita. Nas últimas semanas, seus partidários tentaram reinstalar o governo no porto de Áden, a segunda maior cidade iemenita.
Entre outras armas, o barco interceptado a sudeste da costa do sultanato de Omã continha 18 balas de canhão capazes de furar blindagem, 54 mísseis antitanques e 15 baterias para sistemas de orientação de projéteis teleguiados, afirmaram os sauditas e aliados.
Ao revistar a embarcação, a aliança árabe sunita teria encontrado documentos comprovando que está registrado em nome de um cidadão do Irã.
Em sua guerra indireta com a Arábia Saudita e as monarquias petroleiras do Golfo Pérsico, o Irã apoia os rebeldes hutis, xiitas zaiditas, e fomenta rebeliões xiitas. O acordo com os Estados Unidos e as outras potências do Conselho de Segurança das Nações Unidas para desarmar o programa nuclear iraniano não muda esta realidade. Com mais dinheiro por causa do fim de sanções internacionais, o regime fundamentalista iraniano terá mais recursos para expandir sua influência no Oriente Médio.
Os hutis invadiram a capital do Iêmen, Saná, em setembro de 2014. Em fevereiro de 2015, dissolveram o governo do presidente Abed Rabbo Mansur Hadi e o Parlamento. Hadi fugiu para a Arábia Saudita. Nas últimas semanas, seus partidários tentaram reinstalar o governo no porto de Áden, a segunda maior cidade iemenita.
terça-feira, 22 de setembro de 2015
Presidente deposto do Iêmen volta a Áden
Depois de seis meses no exílio na Arábia Saudita, o ex-presidente do Iêmen Abed Rabbo Mansur Hadi voltou hoje ao porto de Áden, a segunda cidade mais importante do país, noticiou a agência Reuters.
Outros membros do governo no exílio, inclusive o primeiro-ministro Khaled Bahah, voltaram à cidade para tentar reinstalar o governo, enquanto a aliança sunita liderada pela Arábia Saudita promete retomar o controle da capital, Saná, em poder dos rebeldes hutis, xiitas zaiditas apoiados pelo Irã, desde setembro de 2014.
Quando os rebeldes dissolveram o governo, em fevereiro de 2015, Hadi e seus aliados tentaram se instalar em Áden, mas foram expulsos da cidade, o que levou à intervenção saudita a partir de 25 de março de 2015.
Outros membros do governo no exílio, inclusive o primeiro-ministro Khaled Bahah, voltaram à cidade para tentar reinstalar o governo, enquanto a aliança sunita liderada pela Arábia Saudita promete retomar o controle da capital, Saná, em poder dos rebeldes hutis, xiitas zaiditas apoiados pelo Irã, desde setembro de 2014.
Quando os rebeldes dissolveram o governo, em fevereiro de 2015, Hadi e seus aliados tentaram se instalar em Áden, mas foram expulsos da cidade, o que levou à intervenção saudita a partir de 25 de março de 2015.
sábado, 5 de setembro de 2015
Hutis matam 45 soldados dos EAU num dia no Iêmen
No pior dia da história militar dos Emirados Árabes Unidos, 45 soldados deste país foram mortos ontem por rebeldes hutis na guerra civil do Iêmen. Foi um duro golpe na aliança militar liderada pelo Arábia Saudita, que prometia reconquistar a capital iemenita, Saná, nos próximos dias.
Os rebeldes hutis, xiitas zaiditas apoiados pelo Irã, derrubaram em fevereiro o presidente Abed Rabbo Mansur Hadi, que fugiu para a Arábia Saudita. Para combater a expansão do xiismo e devolver o poder ao presidente deposto, os sauditas organizaram uma aliança de países sunitas.
Em 25 de março de 2015, a coalizão saudita começou a bombardear posições dos hutis. A primeira vitória importante foi impedir que os rebeldes tomassem o porto de Áden, a segunda cidade mais importante do país, capital do Iêmen do Norte até a unificação do país, em 1990.
Logo ficou evidente que a missão não seria cumprida sem forças terrestres. Os EAU assumiram uma posição central nesta luta. Por isso, sofreram tantas baixas quando um míssil balístico dos rebeldes atingiu uma base militar da aliança na província de Maribe.
Outro membro da aliança militar, o Bahrein, perdeu cinco soldados.
Com mais de 4 mil mortos, a guerra civil do Iêmen se tornou nos últimos meses uma das mais violentas do Oriente Médio. Os hutis, que negam receber ajuda do Irã, declararam em nota que o ataque à base foi "uma resposta legítima do exército e dos comitês populares aos crimes e ao genocídio cometidos pela agressão saudita e seus mercenários."
Os rebeldes hutis, xiitas zaiditas apoiados pelo Irã, derrubaram em fevereiro o presidente Abed Rabbo Mansur Hadi, que fugiu para a Arábia Saudita. Para combater a expansão do xiismo e devolver o poder ao presidente deposto, os sauditas organizaram uma aliança de países sunitas.
Em 25 de março de 2015, a coalizão saudita começou a bombardear posições dos hutis. A primeira vitória importante foi impedir que os rebeldes tomassem o porto de Áden, a segunda cidade mais importante do país, capital do Iêmen do Norte até a unificação do país, em 1990.
Logo ficou evidente que a missão não seria cumprida sem forças terrestres. Os EAU assumiram uma posição central nesta luta. Por isso, sofreram tantas baixas quando um míssil balístico dos rebeldes atingiu uma base militar da aliança na província de Maribe.
Outro membro da aliança militar, o Bahrein, perdeu cinco soldados.
Com mais de 4 mil mortos, a guerra civil do Iêmen se tornou nos últimos meses uma das mais violentas do Oriente Médio. Os hutis, que negam receber ajuda do Irã, declararam em nota que o ataque à base foi "uma resposta legítima do exército e dos comitês populares aos crimes e ao genocídio cometidos pela agressão saudita e seus mercenários."
sábado, 29 de agosto de 2015
Governo deposto do Iêmen prepara ataque à capital
O governo do presidente deposto Abed Rabbo Mansur Hadi, exilado na Arábia Saudita, planeja iniciar uma batalha para retomar a capital do Iêmen, Saná, nos próximos dois meses, declarou o ministro do Exterior, Reyad Yassin Abdulla, noticiou a agência Reuters.
A capital iemenita está sob controle dos rebeldes hutis, xiitas zaiditas apoiados pelo Irã, desde setembro de 2014. Em fevereiro de 2015, os hutis dissolveram o governo e o presidente fugiu do país.
Desde 25 de março, a Arábia Saudita e outros países sunitas intervêm militarmente no Iêmen. As forças leais ao governo deposto conseguiram tomar o porto de Áden, a segunda cidade mais importante do país. Dias atrás, um míssil foi disparado do Norte do Iêmen em direção ao território saudita.
A capital iemenita está sob controle dos rebeldes hutis, xiitas zaiditas apoiados pelo Irã, desde setembro de 2014. Em fevereiro de 2015, os hutis dissolveram o governo e o presidente fugiu do país.
Desde 25 de março, a Arábia Saudita e outros países sunitas intervêm militarmente no Iêmen. As forças leais ao governo deposto conseguiram tomar o porto de Áden, a segunda cidade mais importante do país. Dias atrás, um míssil foi disparado do Norte do Iêmen em direção ao território saudita.
terça-feira, 18 de agosto de 2015
Coalizão liderada pela Arábia Saudita bombardeia porto no Iêmen
A aliança militar de países sunitas liderada pela Arábia Saudita bombardeou hoje o porto de Hudaidá, que fica perto da capital, Saná, e é um dos principais centros de fornecimento de ajuda humanitária na guerra civil do Iêmen, reportou a agência Reuters.
As agêncas internacionais de ajuda humanitária denunciaram várias vezes a Arábia Saudita por bloquear o acesso da ajuda humanitária aos iemenitas. Os sauditas acusaram os rebeldes hutis, xiitas zaiditas apoiados pelo Irã, de apreender os navios com ajuda para uso militar.
As agêncas internacionais de ajuda humanitária denunciaram várias vezes a Arábia Saudita por bloquear o acesso da ajuda humanitária aos iemenitas. Os sauditas acusaram os rebeldes hutis, xiitas zaiditas apoiados pelo Irã, de apreender os navios com ajuda para uso militar.
sábado, 1 de agosto de 2015
Primeiro-ministro do Iêmen tenta instalar governo em Áden
Sob a proteção de forças sauditas, o primeiro-ministro do Iêmen, Khaled Bahah, e outros seis ministros voltaram do exílio na Arábia Saudita e tentam reinstalar o governo no porto de Áden.
Nas últimas semanas, as forças do governo deposto conquistaram vitórias sucessivas no Sul e retomaram Áden, a segunda cidade mais importante do país, que estava em poder dos rebeldes hutis, xiitas zaiditas apoiados pelo Irã.
Os hutis ocuparam a capital, Saná, a partir de setembro de 2014. Em fevereiro de 2015, extinguiram o governo, o parlamento e outras instituições do Estado.
Nas últimas semanas, as forças do governo deposto conquistaram vitórias sucessivas no Sul e retomaram Áden, a segunda cidade mais importante do país, que estava em poder dos rebeldes hutis, xiitas zaiditas apoiados pelo Irã.
Os hutis ocuparam a capital, Saná, a partir de setembro de 2014. Em fevereiro de 2015, extinguiram o governo, o parlamento e outras instituições do Estado.
terça-feira, 21 de julho de 2015
Estado Islâmico ataca com carro-bomba no Iêmen
O Estado Islâmico do Iraque e do Levante, a organização terrorista mais poderosa hoje no mundo, detonou um carro-bomba que matou quatro pessoas em Saná, a capital do Iêmen, controlada desde setembro de 2014 pelos rebeldes hutis, xiitas zaiditas apoiados pelo Irã.
Outras oito pessoas, inclusive crianças, foram feridas no ataques.
Desde março de 2015, extremistas sunitas atacaram alvo xiitas no Iêmen. Outros 11 rebeldes morreram em ataques durante a noite.
Nos últimos dias, as forças leais ao presidente deposto, Abed Rabbo Mansur Hadi, reconquistaram o porto de Áden, a segunda cidade mais importante do país, capital do Iêmen do Sul antes da unificação do país, em 1990.
Outras oito pessoas, inclusive crianças, foram feridas no ataques.
Desde março de 2015, extremistas sunitas atacaram alvo xiitas no Iêmen. Outros 11 rebeldes morreram em ataques durante a noite.
Nos últimos dias, as forças leais ao presidente deposto, Abed Rabbo Mansur Hadi, reconquistaram o porto de Áden, a segunda cidade mais importante do país, capital do Iêmen do Sul antes da unificação do país, em 1990.
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quinta-feira, 18 de junho de 2015
Negociação da paz no Iêmen provoca briga de socos em Genebra
Partidários do governo deposto e dos rebeldes hutis brigaram a socos nas margens das negociações sobre a paz no Iêmen mediadas pelas Nações Unidas em Genebra, na Suíça, noticiou hoje a agência Reuters.
Os aliados do presidente Abed Rabbo Mansur Hadi, deposto em fevereiro de 2015 interromperam uma entrevista coletiva dos rebeldes. Eles atiraram sapatos e insultaram os líderes hutis. Houve briga até que a segurança conseguiu retirar os provocadores.
As negociações entre o presidente deposto, apoiado pela Arábia Saudita e as outras monarquias petroleiras do Golfo Pérsico, e os hutis, xiitas zaiditas apoiados pelo Irã, pouco avançaram. Esta etapa vai até 20 de junho de 2015.
Os aliados do presidente Abed Rabbo Mansur Hadi, deposto em fevereiro de 2015 interromperam uma entrevista coletiva dos rebeldes. Eles atiraram sapatos e insultaram os líderes hutis. Houve briga até que a segurança conseguiu retirar os provocadores.
As negociações entre o presidente deposto, apoiado pela Arábia Saudita e as outras monarquias petroleiras do Golfo Pérsico, e os hutis, xiitas zaiditas apoiados pelo Irã, pouco avançaram. Esta etapa vai até 20 de junho de 2015.
quinta-feira, 4 de junho de 2015
Hutis concordam em participar das negociações sobre a paz no Iêmen
A milícia rebelde huti concordou hoje em participar de negociações sobre a paz no Iêmen mediadas pelas Nações Unidas, informou a agência de notícias Reuters. O presidente Abed Raboo Mansur Hadi, deposto pelos hutis, também vai participar do diálogo, marcado para 14 de junho de 2015 em Genebra, na Suíça.
Os hutis aceitaram negociar sem precondições. Hadi exige que os rebeldes devolvam os territórios conquistados e entreguem as armas para que o governo deposto os admita como negociadores legítimos.
A Arábia Saudita, que intervém militarmente no Iêmen desde 25 de março em defesa do presidente deposto, tentou iniciar um diálogo, mas os hutis, xiitas zaiditas apoiados pelo Irã, se negaram a participar alegando que os sauditas não eram mediadores neutros.
Os hutis aceitaram negociar sem precondições. Hadi exige que os rebeldes devolvam os territórios conquistados e entreguem as armas para que o governo deposto os admita como negociadores legítimos.
A Arábia Saudita, que intervém militarmente no Iêmen desde 25 de março em defesa do presidente deposto, tentou iniciar um diálogo, mas os hutis, xiitas zaiditas apoiados pelo Irã, se negaram a participar alegando que os sauditas não eram mediadores neutros.
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quinta-feira, 21 de maio de 2015
Navio do Irã chega a Djibúti para inspeção antes de ir para o Iêmen
O navio cargueiro iraniano Chahed está parado a pouco mais de cinco quilômetros do principal porto de Djibúti, um pequeno país do Nordeste da África onde estão sendo concentrados os esforços de ajuda humanitária na guerra civil do Iêmen, para ser inspecionado.
A tripulação espera espaço para receber autorização para atracar ou que uma equipe das Nações Unidas ou da Cruz Vermelha Internacional vão a bordo e verifiquem se o navio leva apenas ajuda humanitária e não ajuda militar para os rebeldes hutis, xiitas zaiditas apoiados pelo Irã que derrubaram em fevereiro o presidente Abed Rabbo Mansur Hadi.
Se o navio iraniano tivesse decidido ir diretamente para o porto iemenita de Hudaida, como seria seu plano inicial, poderia ser abordo por navios de guerra dos Estados Unidos e da Arábia Saudita que patrulham a região.
A tripulação espera espaço para receber autorização para atracar ou que uma equipe das Nações Unidas ou da Cruz Vermelha Internacional vão a bordo e verifiquem se o navio leva apenas ajuda humanitária e não ajuda militar para os rebeldes hutis, xiitas zaiditas apoiados pelo Irã que derrubaram em fevereiro o presidente Abed Rabbo Mansur Hadi.
Se o navio iraniano tivesse decidido ir diretamente para o porto iemenita de Hudaida, como seria seu plano inicial, poderia ser abordo por navios de guerra dos Estados Unidos e da Arábia Saudita que patrulham a região.
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quinta-feira, 7 de maio de 2015
EUA e Arábia Saudita anunciam trégua de cinco dias no Iêmen
Durante visita do secretário de Estado americano, John Kerry, a Riade, os Estados Unidos e a Arábia Saudita anunciaram hoje um cessar-fogo de cinco dias por razões humanitárias no Iêmen, onde uma intervenção militar saudita tenta conter uma ofensiva de rebeldes apoiados pelo Irã, noticiou a agência Associated Press (AP).
A trégua depende agora da concordância dos rebeldes hutis, xiitas zaiditas que invadiram a capital, Saná, em setembro de 2014 e dissolveram o governo do presidente Abed Rabbo Mansur Hadi em fevereiro de 2015. Um mês e meio depois, os sauditas entraram na guerra civil iemenita liderando uma aliança de países sunitas preocupados com o aumento da influência iraniana no Oriente Médio.
O novo ministro do Exterior saudita, Adel al-Jubeir, prometeu o fim dos bombardeios aéreos e uma ajuda de US$ 274 milhões ao Iêmen. O secretário Kerry convocou as partes a negociar os termos da trégua humanitária, que pode ser prorrogada. É o primeiro passo para a abertura de negociações para pacificar o mais pobre país árabe.
A caminho de Riade, Kerry fez uma escala ontem na República do Djibuti, um pequeno país da região do Chifre da África espremido entre a isolacionista Eritreia e a anárquica Somália - tradicional aliado da Arábia Saudita, situada, assim como o Iêmen, do outro lado do Mar Vermelho.
Depois do fechamento da embaixada dos EUA em Saná, a capital iemenita, em 11 de fevereiro de 2015, as ações militares americanas na região estão sendo realizadas a partir do Campo Lemonnier, próximo ao aeroporto da capital, Djibuti.
É a única base militar dos EUA na África. Desde então, é o centro das operações antiterrorismo, dos ataques de drones contra a rede Al Caeda na Península Arábica, que se instalou no Iêmen para fugir da repressão saudita.
Hoje foi anunciada a morte de um dos comandantes da rede terrorista meses atrás num ataque de drones.
A trégua depende agora da concordância dos rebeldes hutis, xiitas zaiditas que invadiram a capital, Saná, em setembro de 2014 e dissolveram o governo do presidente Abed Rabbo Mansur Hadi em fevereiro de 2015. Um mês e meio depois, os sauditas entraram na guerra civil iemenita liderando uma aliança de países sunitas preocupados com o aumento da influência iraniana no Oriente Médio.
O novo ministro do Exterior saudita, Adel al-Jubeir, prometeu o fim dos bombardeios aéreos e uma ajuda de US$ 274 milhões ao Iêmen. O secretário Kerry convocou as partes a negociar os termos da trégua humanitária, que pode ser prorrogada. É o primeiro passo para a abertura de negociações para pacificar o mais pobre país árabe.
A caminho de Riade, Kerry fez uma escala ontem na República do Djibuti, um pequeno país da região do Chifre da África espremido entre a isolacionista Eritreia e a anárquica Somália - tradicional aliado da Arábia Saudita, situada, assim como o Iêmen, do outro lado do Mar Vermelho.
Depois do fechamento da embaixada dos EUA em Saná, a capital iemenita, em 11 de fevereiro de 2015, as ações militares americanas na região estão sendo realizadas a partir do Campo Lemonnier, próximo ao aeroporto da capital, Djibuti.
É a única base militar dos EUA na África. Desde então, é o centro das operações antiterrorismo, dos ataques de drones contra a rede Al Caeda na Península Arábica, que se instalou no Iêmen para fugir da repressão saudita.
Hoje foi anunciada a morte de um dos comandantes da rede terrorista meses atrás num ataque de drones.
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quarta-feira, 6 de maio de 2015
Guerra civil no Iêmen deixa 80 mortos num dia
Pelo menos 80 pessoas foram mortas ontem no porto de Áden na guerra civil no Iêmen, noticiou hoje a agência Reuters. A metade, inclusive um alto oficial do Exército leal ao presidente deposto, Abed Rabbo Mansur Hadi, morreu em combates entre os rebeldes hutis e forças aliadas ao antigo governo.
A batalha começou quando os hutis, xiitas zaiditas apoiados pelo Irã, entraram no bairro de Tawahi, um reduto de partidários do governo deposto. Os rebeldes também atacaram civis que fugiam da cidade de barco, matando 40 pessoas.
Durante visita à Arábia Saudita, o secretário de Estado americano, John Kerry, pediu hoje uma "trégua humanitária" nos bombardeios aéreos. Uma aliança de países sunitas liderada pelo reino que intervém militarmente no Iêmen desde 25 de março de 2015 para tentar conter a ofensiva rebelde sobre Áden.
Kerry anunciou uma ajuda humanitária imediata dos Estados Unidos ao Iêmen de US$ 68 milhões.
A batalha começou quando os hutis, xiitas zaiditas apoiados pelo Irã, entraram no bairro de Tawahi, um reduto de partidários do governo deposto. Os rebeldes também atacaram civis que fugiam da cidade de barco, matando 40 pessoas.
Durante visita à Arábia Saudita, o secretário de Estado americano, John Kerry, pediu hoje uma "trégua humanitária" nos bombardeios aéreos. Uma aliança de países sunitas liderada pelo reino que intervém militarmente no Iêmen desde 25 de março de 2015 para tentar conter a ofensiva rebelde sobre Áden.
Kerry anunciou uma ajuda humanitária imediata dos Estados Unidos ao Iêmen de US$ 68 milhões.
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terça-feira, 28 de abril de 2015
Arábia Saudita ataca aeroporto para barrar ajuda do Irã a hutis
A aliança liderada pela Arábia Saudita bombardeou o aeroporto de Saná, a capital do Iêmen, para evitar o pouso de um avião civil do Irã que levaria ajuda e possivelmente armas aos rebeldes hutis, noticiou hoje a televisão saudita Al Arabiya.
De acordo com os sauditas, o avião, que supostamente levava ajuda humanitária, entrou numa zona de proibição de voo imposta por sua intervenção militar. O Irã afirmou ter obtido permissão de Omã e do Iêmen, sem esclarecer quem deu a permissão no Iêmen, que está sem governo desde fevereiro de 2015.
Os sauditas acusam o Irã de entregar armas aos hutis, que são xiitas zaiditas, sob o disfarce de ajuda humanitária, como a Rússia faz na ex-república soviética da Ucrânia.
A intervenção militar no Iêmen faz parte de uma política externa mais agressiva adotada pelo novo rei Salman, que ascendeu ao trono saudita em 23 de janeiro de 2015, para tentar contar a expansão da influência iraniana no Oriente Médio. No Iraque, na Síria, no Líbano, no Bahrein e no Iêmen, há conflitos entre sunitas e xiitas em que o regime fundamentalista iraniano apoia os xiitas.
Até agora, a intervenção militar impediu os rebeldes de tomar o porto de Áden, mas não atingiu o objetivo de reinstalar no poder o presidente Abed Rabbo Mansur Hadi, deposto pelos hutis em fevereiro.
De acordo com os sauditas, o avião, que supostamente levava ajuda humanitária, entrou numa zona de proibição de voo imposta por sua intervenção militar. O Irã afirmou ter obtido permissão de Omã e do Iêmen, sem esclarecer quem deu a permissão no Iêmen, que está sem governo desde fevereiro de 2015.
Os sauditas acusam o Irã de entregar armas aos hutis, que são xiitas zaiditas, sob o disfarce de ajuda humanitária, como a Rússia faz na ex-república soviética da Ucrânia.
A intervenção militar no Iêmen faz parte de uma política externa mais agressiva adotada pelo novo rei Salman, que ascendeu ao trono saudita em 23 de janeiro de 2015, para tentar contar a expansão da influência iraniana no Oriente Médio. No Iraque, na Síria, no Líbano, no Bahrein e no Iêmen, há conflitos entre sunitas e xiitas em que o regime fundamentalista iraniano apoia os xiitas.
Até agora, a intervenção militar impediu os rebeldes de tomar o porto de Áden, mas não atingiu o objetivo de reinstalar no poder o presidente Abed Rabbo Mansur Hadi, deposto pelos hutis em fevereiro.
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segunda-feira, 27 de abril de 2015
Guarda Nacional saudita patrulha fronteira com Iêmen
A Arábia Saudita mobilizou a Guarda Nacional para ajuda a polícia e o Exército a patrulhar a fronteira do país com o vizinho Iêmen, revelou hoje a Agência France Presse (AFP). Os militares se juntaram à polícia de fronteiras desde que os sauditas iniciaram há um mês uma intervenção com bombardeios aéreos para impedir o avanço dos rebeldes hutis, xiitas zaiditas apoiados pelo Irã.
A notícia foi divulgada um dias depois que o ministro do Exterior iemenita, Riyadh Yassin rejeitou uma proposta de negociação de paz feita pelo ex-presidente Ali Abdullah Saleh, que apoia os hutis.
Os sauditas entraram na guerra civil do Iêmen quando os hutis avançavam rumo ao porto de Áden, a segunda cidade mais importante do país. Os hutis ocupam a capital, Saná, desde setembro de 2014, e dissolveram as instituições governamentais em fevereiro de 2015.
Diante da ofensiva rebelde, o presidente deposto, Abed Rabbo Mansur Hadi, fugiu para a Arábia Saudita, onde pediu ajuda militar para retomar o poder.
Depois de anunciar o início de uma "segunda fase" na intervenção militar que implicaria o fim dos bombardeios aéreos, a Arábia Saudita voltou a atacar posições rebeldes no fim de semana.
Em meio ao caos da guerra civil iemenita, a rede terrorista Al Caeda na Península Arábica, hoje o braço mais forte do grupo jihadista, tomou a cidade de Mukala, capital da província de Hadramauta, inclusive do porto e do aeroporto.
A notícia foi divulgada um dias depois que o ministro do Exterior iemenita, Riyadh Yassin rejeitou uma proposta de negociação de paz feita pelo ex-presidente Ali Abdullah Saleh, que apoia os hutis.
Os sauditas entraram na guerra civil do Iêmen quando os hutis avançavam rumo ao porto de Áden, a segunda cidade mais importante do país. Os hutis ocupam a capital, Saná, desde setembro de 2014, e dissolveram as instituições governamentais em fevereiro de 2015.
Diante da ofensiva rebelde, o presidente deposto, Abed Rabbo Mansur Hadi, fugiu para a Arábia Saudita, onde pediu ajuda militar para retomar o poder.
Depois de anunciar o início de uma "segunda fase" na intervenção militar que implicaria o fim dos bombardeios aéreos, a Arábia Saudita voltou a atacar posições rebeldes no fim de semana.
Em meio ao caos da guerra civil iemenita, a rede terrorista Al Caeda na Península Arábica, hoje o braço mais forte do grupo jihadista, tomou a cidade de Mukala, capital da província de Hadramauta, inclusive do porto e do aeroporto.
quarta-feira, 22 de abril de 2015
EUA enviam mais um porta-aviões à costa do Iêmen
Diante da presença de dois navios de guerra do Irã perto do litoral do Iêmen, os Estados Unidos enviaram ontem o porta-aviões Theodore Roosevelt e outra navio de guerra para a região, onde já estavam sete navios da Marinha americana. Eles podem interceptar qualquer tentativa iraniana de entregar armas ou ajuda aos rebeldes hutis.
"Estamos enviando uma mensagem clara", declarou um general dos EUA ao jornal The New York Times. "Para os nossos amigos, estamos mostrando que estamos prontos para apoiá-los; para os iranianos, mostramos estar atentos."
A Casa Branca tem provas do "envio de armas e equipamentos militares aos hutis", afirmou o porta-voz da Presidência dos EUA, Josh Earnest. "Isso só vai contribuir para a violência no país. É exatamente este tipo de atividade desestabilizadora que aumenta a preocupação sobre as atividades desestabilizadoras do Irã no Oriente Médio."
Os hutis são xiitas zaiditas. Seu avanço em direção ao porto de Áden levou a uma intervenção militar da Arábia Saudita e aliados sunitas a partir de 26 de março. Ontem, as autoridades sauditas anunciaram que a intervenção entra numa segunda fase, preparando o terreno para negociações. Não se sabe qual será o papel do Irã nestas negociações.
"Estamos enviando uma mensagem clara", declarou um general dos EUA ao jornal The New York Times. "Para os nossos amigos, estamos mostrando que estamos prontos para apoiá-los; para os iranianos, mostramos estar atentos."
A Casa Branca tem provas do "envio de armas e equipamentos militares aos hutis", afirmou o porta-voz da Presidência dos EUA, Josh Earnest. "Isso só vai contribuir para a violência no país. É exatamente este tipo de atividade desestabilizadora que aumenta a preocupação sobre as atividades desestabilizadoras do Irã no Oriente Médio."
Os hutis são xiitas zaiditas. Seu avanço em direção ao porto de Áden levou a uma intervenção militar da Arábia Saudita e aliados sunitas a partir de 26 de março. Ontem, as autoridades sauditas anunciaram que a intervenção entra numa segunda fase, preparando o terreno para negociações. Não se sabe qual será o papel do Irã nestas negociações.
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