quarta-feira, 30 de setembro de 2020

Nova York vai multar quem estiver em local público sem máscara

 A Cidade de Nova York vai multar quem frequentar locais públicos sem usar máscara, anunciou o prefeito Bill de Blasio. O índice de contaminação entre as pessoas testadas para o novo coronavírus subiu nos últimos dias de 1% para 3%. No auge da pandemia, Nova York foi a cidade que teve o maior número de mortes.

Os Estados Unidos registraram até agora 7,233 milhões de casos e 207 mil mortes. No mundo inteiro, houve até hoje 33,881 milhões casos confirmados e 1,013 milhão de mortes. Mais de 25 milhões de pacientes foram curados.

No Brasil, mais 876 mortes e 33.269 casos novos foram notificados nesta quarta-feira. O total de mortes subiu para 143.886 mortes e 4,813 mil casos confirmados. 

A Europa toma medidas para enfrentar uma segunda onda. Meu comentário:

Trump ataca em debate caótico e Biden ameaça Brasil se destruir Amazônia

O mundo entra no quarto trimestre de 2020 em compasso de espera, observa a empresa de consultoria e análise estratégica Stratfor. Espera o resultado da eleição do presidente dos Estados Unidos, o homem mais poderoso do mundo. Espera uma avaliação mais precisa do impacto econômico da pandemia. E espera uma vacina para neutralizar o coronavírus de 2019.

Nesta terça-feira, houve o primeiro debate entre os principais candidatos à Casa Branca na eleição de 3 de novembro. Praticamente não houve debate. Foi mais um bate-boca e uma troca de insultos. O presidente Donald Trump desrespeitou as regras acertadas pelas duas campanhas. Cada candidato falaria por dois minutos de cada vez, sem interrupções.

Durante todo o tempo, Trump interrompeu o candidato da oposição, o ex-vice-presidente Joe Biden. O adversário o chamou de palhaço, mentiroso e de pior presidente da história, e o mandou calar a boca. Trump se negou a condenar os supremacistas brancos e a violência da extrema direita. Mais uma vez, não se comprometeu a aceitar o resultado. Meu comentário:

terça-feira, 29 de setembro de 2020

Brasil chega a 143 mil mortes por covid-19

O Brasil registrou hoje mais 849 mortes e 31.990 casos novos da doença do coronavírus de 2019. Soma agora 143.010 óbitos e 4.780.317 casos confirmados. A média diária de mortes dos últimos sete dias subiu para 697, mas ainda está abaixo da média de duas semanas atrás.

No mundo, o total de casos confirmados passou de 33,6 milhões, com 1.007.769 mortes e mais de 25 milhões de pacientes curados. Pouco menos de 66 mil estão em estado grave. A taxa de mortalidade dos casos encerrados permanece estável em 4%.

Os Estados Unidos se aproximam de 7,2 milhões de casos confirmados e 206 mil mortes. Com 6,226 milhões, a Índia é o segundo país em número de casos. Quatro países (EUA, Brasil, Índia e México) têm a metade das mortes.

segunda-feira, 28 de setembro de 2020

Total de mortes pela covid-19 passa de um milhão

 O total de mortes pela doença do coronavírus de 2019 ultrapassou nesta segunda-feira a triste marca de 1 milhão, com 32,354 milhões de casos confirmados e 1.001.646 óbitos, pelos dados da Universidade Johns Hopkins. Mais de 24,5 milhões de pacientes foram curados e 65.318 estão em estado grave. O total de mortes pode chegar a 2 milhões antes que haja uma vacina eficaz.

Os Estados Unidos têm o maior número de casos confirmados (7,148 milhões) e de mortes (205.072). O Brasil é o segundo em número de mortes. Com mais 385 mortes e 16.412 casos novos notificados na segunda-feira, chegou a 142.161 óbitos e 4.748.327 casos confirmados. A média diária de mortes nos últimos sete dias ficou estável em 687.

A Índia registra o maior número de casos novos e de mortes. A América Latina é a região mais atingida. Meu comentário:

Trump não pagou imposto de renda durante dez anos, acusa o NY Times

Sempre declarando prejuízos, o presidente Donald Trump não pagou imposto de renda em 10 dos 15 anos anteriores à chegada à Casa Branca, em janeiro de 2017. No ano da eleição, em 2016, pagou US$ 750, quase R$ 4,167 mil ao câmbio de sexta-feira, e no ano seguinte, já no governo, a mesma quantia, revelou o jornal The New York Times

Ao examinar declarações de renda de Trump ao longo de mais de 20 anos, o jornal descobriu que o presidente deve US$ 300 milhões (R$ 1,667 bilhão) e pode ser obrigado a pagar US$ 100 milhões (R$ 555,67 milhões) em impostos atrasados por causa de uma restituição indevida.

Trump negou qualquer irregularidade e alegou que a "notícia é falsa". Os documentos revelam que ele pediu abatimento por despesas de cabeleireiro de US$ 70 mil (R$ 389 mil), que todos os projetos reservam 20% para "taxas de consultoria" não explicadas e o quanto suas empresas não dão lucro.

Desde meados dos anos 1970, é praxe nos EUA que os candidatos à Casa Branca divulguem sua declaração de renda antes da eleição. Caso sejam eleitos, assim será possível verificar se enriqueceram no poder. Trump sempre se negou a divulgar sua declaração de renda, alegando que está sob auditoria da receita federal americana. Mas isto não é empecilho.

"Estamos publicando esta reportagem porque acreditamos que os cidadãos devam saber o máximo possível sobre seus líderes e representantes", explicou o editor executivo do NY Times, Dean Baquet.

O jornal já havia publicado alegações de que Trump não pagava impostos com base em documentos entregues, na época anonimamente, por Mary Trump, uma sobrinha que publicou um livro-bomba e está processando o núcleo familiar do presidente reclamando ter sido lesada na divisão dos bens da família depois das mortes do pai e do avô. Seu livro se chama Demais e Nunca Suficiente: como minha família criou o homem mais perigoso do mundo.

Na terça-feira, será realizado o primeiro debate entre Trump e o candidato democrata, o ex-vice-presidente Joe Biden. Atrás nas pesquisas, a expectativa é que o presidente parta para ataques pessoais ao oposicionista. Biden tem mais munição para contra-atacar.

Trump nomeia católica ultraconservadora para a Suprema Corte

Como anunciado um dia antes, o presidente Donald Trump nomeou sábado a juíza federal Amy Coney Barrett para a vaga aberta na Suprema Corte dos Estados Unidos pela morte da ministra liberal Ruth Bader Ginsburg, defensora dos direitos das mulheres, das minorias, dos homossexuais e dos trabalhadores.

A nomeada deve ser sabatinada pelo Senado, dominado pelo Partido Republicano, que pretende acelerar o processo para votar a indicação em plenário em 26 de outubro, antes das eleições de 3 de novembro. É muita hipocrisia.

Em 2016, o líder da maioria republicana no Senado, Mitch McConnell, se negou a realizar as audiências de confirmação de Merrick Garland, nomeado pelo então presidente Barack Obama, sob o argumento de que não se devem aprovar indicações para a Suprema Corte em ano eleitoral.

Se Trump perder a eleição e os republicanos ficarem com maioria no Senado, a indicação de Barrett perde a legitimidade. Isso pouco importa para os conservadores. Eles veem na indicação de uma católica ultraconservadora uma chance de revogar a decisão de 1973 que legalizou o abordo nos EUA, considerando-o uma questão de privacidade das mulheres.

Amy Coney Barrett, que havia sido nomeada por Trump para um tribunal federal de recursos, faz parte de um grupo católico conservadora chamado de People of Praise (Povo da Louvação), que entende que a mulher deve ser submissa ao marido.

Se ela for aprovada, como tudo indica, a composição do supremo tribunal americano vai passar para seis ministros conservadores e três liberais. 

Leia mais nos jornais The New York Times e The Washington Post.

domingo, 27 de setembro de 2020

Brasil mantém média de mortes pelo segundo dia seguido

 Com baixa notificação por causa do fim de semana, o Brasil registrou neste domingo mais 335 mortes e 13.800 casos novos da doença do coronavírus de 2019. Soma agora um total de 141.776 óbitos e 4.731.915 casos confirmados. A média diária de mortes dos últimos sete dias ficou inalterada pelo segundo dia seguido em 697. Ainda é muito alta.

No mundo inteiro, são quase 33 milhões de casos 996.309 mortes, de acordo com a Universidade Johns Hopkins. A triste marca de 1 milhão de mortes deve ser atingida nesta segunda-feira. 

Os Estados Unidos registram o maior número de casos (7,113 milhões) e de mortes (204.750). Com a pandemia, os preços dos imóveis residenciais caíram em até um quarto.

Diante de uma segunda onda na Europa, o Reino Unido vai multar inicialmente em mil libras, cerca de R$ 7 mil, quem não se isolar depois de testar positivo para covid-19. Em caso de reincidência a multa pode chegar a 10 mil libras. A oposição trabalhista pediu a suspensão das aulas presenciais em universidades.

Em Melbourne, a segunda maior cidade da Austrália, capital do estado de Vitória, o confinamento acaba à meia-noite de segunda-feira. A cidade foi o foco de uma segunda onda.

A indústria do turismo na China espera 600 milhões de viagens no feriadão que começa em 1º de outubro, mas será 20% menos do que no ano passado.

sábado, 26 de setembro de 2020

Brasil conta mais 732 mortes e chega a 141 mil

 Com mais 732 mortes e 25.536 casos novos, o Brasil chegou a 141.441 mortes e 4.718.115 casos confirmados da doença do coronavírus de 2019. A média diária de mortes dos últimos sete dias ficou em 769, com uma queda de 7,8% numa semana.

No mundo inteiro, são 32,746 milhões de casos confirmados e 992.946 mortes, de acordo com a Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos. Mais de 24,4 milhões de pacientes foram curados e 65.293, 1% dos que estão em tratamento, estão em estado grave.

Os EUA ultrapassaram a marca de 7 milhões de casos e 204.486 mortes. A França registrou mais 14.412 casos, um pouco abaixo do recorde de 16.096 notificado durante a semana. No Reino Unido, a polícia se chocou com manifestantes que protestavam em Londres contra as medidas de distanciamento social.

sexta-feira, 25 de setembro de 2020

Total de mortes por covid-19 pode chegar a 2 milhões antes da vacina

A pandemia do novo coronavírus teve um recorde de 2 milhões de casos novos na semana encerrada em 20 de novembro. No momento em que o número de mortes se aproxima de 1 milhão, o diretor de emergências da Organização Mundial da Saúde, Michael Ryan, advertiu que o total pode chegar a 2 milhões antes que campanhas de vacinação em massa possam controlar a doença.

A semana que terminou em 20 de setembro marcou um novo recorde de 2 milhões de casos novos. Nesta semana, o total de casos confirmados no mundo passou de 32 milhões, com 985 mil mortes e 24 milhões de pacientes curados, muitos ainda enfrentando consequências da covid-19.

A maior preocupação da semana foi com a segunda onda de contaminação na Europa. Para a diretora científica da OMS, Maria van Kerkhove, os números do continente estão indo na direção errada. Meu comentário:

quinta-feira, 24 de setembro de 2020

Média diária de mortes em 7 dias cai para 693

 Com mais 818 mortes e 32.129 casos novos registrados nesta quinta-feira, o Brasil soma agora 139.883 mortes e 4,66 milhões de casos da doença do coronavírus de 2019. A média diária de mortes dos últimos sete dias caiu para 693. Está estável em patamar elevado.

O Brasil vai contribuir com R$ 2,5 bilhões para participar da Covax Facility, uma aliança internacional para o desenvolvimento de vacinas coordenada pela Organização Mundial da Saúde para garantir uma ampla distribuição de vacinas. Mas a meta do governo brasileiro dentro da aliança é modesta: vacinar 10% da população até o fim de 2021.

O governo federal prometeu investir US$ 127 milhões na vacina desenvolvida pelo laboratório britânico AstraZeneca e a Universidade de Oxford, na Inglaterra, para receber ou produzir aqui, na Fundação Oswaldo Cruz um total de 100 milhões de doses. 

Em acordo com a China, o governo do estado de São Paulo anunciou que vai receber 60 milhões de doses até o início do próximo ano. Se tudo der certo, por enquanto são promessas, o Brasil terá vacinas em quantidade suficiente para imunizar 185 milhões de pessoas, o suficiente para controlar a pandemia, se uma única dose for suficiente.

Por causa da pressão do presidente Donald Trump sobre a autoridade reguladora federal dos Estados Unidos, o estado de Nova York vai criar suas próprias regras para aprovar uma vacina. O governador de Nova York, Andrew Cuomo, declarou: "Francamente, não vou confiar na opinião do governo federal e recomendar aos nova-iorquinos baseado na opinião do governo federal."

Desde o início da pandemia, os Estados Unidos somam quase 7 milhões de casos confirmados e quase 203 mil mortes. No mundo inteiro, são 32 milhões 141 mil de casos e 982 mil mortes. Meu comentário:

quarta-feira, 23 de setembro de 2020

Brasil chega a 139 mil mortes pela pandemia do coronavírus

 O Brasil registrou mais 906 mortes e 32.446 casos da doença do coronavírus de 2019. Agora, soma 139.065 óbitos e 4.627.780 casos confirmados. A média diária de casos nos últimos sete dias ficou em 699. Manaus, a capital do Amazonas, teria atingido a chamada imunidade de rebanho porque 66% da população teriam tido contato com o vírus, que assim teria menos gente para contaminar.

Em São Paulo, o governador João Dória anunciou que a vacina desenvolvida pela empresa chinesa Sinovac, que fez um convênio com o Instituto Butantã, não apresentou efeitos colaterais graves. Falta determinar se é eficaz na imunização contra o vírus.

Nos Estados Unidos, novas exigências da Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA), o órgão regulador americano, tornam improvável a aprovação de uma vacina antes das eleições de 3 de novembro. O presidente Donald Trump ameaça intervir para garantir a aprovação, suscitando dúvidas sobre a eficácia e a segurança das vacinas desenvolvidas no país. Meu comentário:

Camada de gelo do Ártico tem segundo menor tamanho da história

Neste verão no Hemisfério Norte, a camada de gelo do Oceano Ártico atingiu sua segunda menor extensão em mais de 40 anos de monitoramento por satélite, cobrindo apenas 3,74 milhões de quilômetros quadrados, relata o Centro Nacional de Dados sobre Neve e Gelo dos Estados Unidos (NSIDC).

Só em 2012, a camada de gelo do Ártico tinha registrado menos de 4 milhões de km2. É mais um indicador preocupante do aquecimento global causada pela emissão de gases carbônicos pelo homem na atmosfera. "Um clima que era considerado extremo está se tornando a norma", alerta o relatório.

Leia mais na revista científica Nature

terça-feira, 22 de setembro de 2020

Trump acusa China no dia em que EUA chegam a 200 mil mortes

Em discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas no dia em que os Estados Unidos chegaram a 200 mil mortes, o presidente Donald Trump acusou a China pela pandemia do coronavírus de 2019. O ditador chinês, Xi Jinping, prometeu ajuda financeira e distribuição de vacinas a países em desenvolvimento. Em contraste com o isolacionismo de Trump, Xi se apresentou como líder do multilateralismo e criticou as tentativas de desconectar as grandes economias do mundo.

Pouco antes, ao abrir a sessão de pronunciamentos de líderes nacionais na assembleia da ONU, como é tradição, o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, negou responsabilidade pela morte de 138 mil brasileiros e pelas queimadas que destroem grandes áreas da Amazônia e do Pantanal. 

Bolsonaro culpou governadores e prefeitos pelo fracasso no combate à covid-19 e índios e caboclos pelos incêndios, absolvendo desmatadores, grileiros, mineiros e fazendeiros pela destruição da natureza. Meu comentário:

Bolsonaro nega na ONU responsabilidade por pandemia e queimadas

 Declaração voltada para seguidores não tem a menor credibilidade internacional

Em discurso previsível e sem qualquer novidade, o presidente Jair Bolsonaro rejeitou hoje, ao abrir a sessão de pronunciamentos de líderes nacionais na reunião anual da Assembleia Geral das Nações Unidas, a responsabilidade pelas maiores tragédias de seu governo: a morte de 138 mil brasileiros na pandemia do coronavírus de 2019 e as queimadas que destroem grandes áreas da Amazônia e do Pantanal. 

Bolsonaro culpou governadores e prefeitos pelo fracasso no combate à covid-19 e índios e caboclos pelas queimadas, absolvendo desmatadores, grileiros, mineiros e fazendeiros pela destruição da natureza.

Foi um discurso para o público interno. Mais uma vez, o presidente apelou para a mentira como arma política, pregando para convertidos. Nenhum estrangeiro deve ter sido convencido por suas alegações descoladas da realidade, do discurso de vítima de uma conspiração internacional contra a agricultura brasileira.

Leia mais em Quarentena News.

segunda-feira, 21 de setembro de 2020

Trump se dá nota máxima na pandemia com 200 mil mortes nos EUA

No dia em que os Estados Unidos estão prestes a chegar a 200 mil mortes pela doença do novo coronavírus, o jornalista Bob Woodward divulgou uma entrevista em que o presidente Donald Trump se dá nota máxima no combate à pandemia. Os EUA têm o maior número absoluto de mortes e de casos confirmados (6,834 milhões) e o oitavo maior número de mortes por habitante.

Em mais uma manipulação, sob pressão da Casa Branca, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA mudou um alerta que destacava que o novo coronavírus pode ficar suspenso no ar e se propagar por uma distância maior do que dois metros. Nesta segunda-feira, o CDC alegou que um rascunho foi publicado por erro no portal da agência na Internet. 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) pediu explicações, sublinhando que a ciência não mudou para justificar a alteração no texto. Um estudo publicado na revista médica New England Journal of Medicine, considerada a melhor do mundo, afirmou que o vírus pode ficar no ar por até três horas.

O Brasil registrou na segunda-feira mais 455 mortes e 15.821 casos novos de covid-19. O total de mortes subiu para 137.350 em 4,56 milhões de casos confirmados. Pela primeira vez desde 10 de agosto, a média diária de mortes nos últimos sete dias subiu. Está em 748.

Nesta terça-feira, o presidente Jair Bolsonaro vai o primeiro discurso da abertura da sessão da discursos de líderes nacionais da reunião anual da Assembleia Geral das Nações Unidas, que será virtual por causa da pandemia. 

Na contramão da verdade, mentindo como de costume, Bolsonaro vai elogiar a ação do governo contra as queimadas e contra a pandemia, dois fracassos retumbantes. Meu comentário:

domingo, 20 de setembro de 2020

Média diária de mortes em sete dias cai para 747 no Brasil

Com mais 370 mortes e 15.915 casos novos, o Brasil chega a 136.895 mortes e 4.544.262 casos confirmados da doença do coronavírus de 2019. A média diária de mortes nos últimos sete dias (747) diminui, mas ainda é muito elevada.

O total de casos confirmados no mundo inteiro passou de 30,9 milhões e as mortes superam 959 mil. Mais de 22,8 milhões foram considerados curados, enquanto 61.246 estão em estado grave. A mortalidade dos casos encerrados está em 4%.

Nos Estados Unidos, o total decasos se aproxima de 6,8 milhões, com 199.474 mortes. A Alemanha, a Polônia e a Rússia anunciaram aumento do contágio neste domingo.

No sábado, foram registradas 954 mortes nos EUA, 90 na Espanha, 27 no Reino Unido, 10 naItália, 9 no Japão e 5 no Canadá. Juntos, os outros países têm uma população quase 100 milhões de pessoas maior do que os EUA. 

Se o estado do Rio de Janeiro fosse um país, teria o maior número de mortes por habitante do mundo depois de São Marinho, um micropaís estatisticamente irrelevante. Cerca de 80% dos leitos de UTI estão ocupados na rede pública e 61% nos hospitais privados. A noite do Baixo Leblon continua bombando.

sábado, 19 de setembro de 2020

Brasil ultrapassa 4,5 milhões de casos e 136 mil mortes por covid-19

 Neste sábado, o Brasil registrou mais 708 mortes e 30.913 casos novos da doença do coronavírus de 2019 (covid-19). Os totais agora sobem para 4.258.347 casos confirmados e 136.565 óbitos. A média diária de mortes dos últimos sete dias ficou em 756.

No mundo inteiro, o total de casos confirmados passou de 30,665 milhões e as mortes se aproximam de 955 mil. Mais de 22,5 milhões de pessoas se recuperaram e 61.398 mil, 1% do total em tratamento, estão em estado grave.

Os Estados Unidos têm 6,764 milhões de casos confirmados e quase 200 mil mortes. No Reino Unido, governo vai multar em até 10 mil libras, cerca de R$ 70 mil, que violar as regras de segurança e distanciamento social.

sexta-feira, 18 de setembro de 2020

Brasil registra mais 826 mortes por covid-19

O Brasil registrou mais 826 mortes e quase 40 mil casos novos da doença do coronavírus de 2019. Já soma 135.857 óbitos e se aproxima de 4,5 milhões de casos confirmados. A média diária de mortes nos últimos sete dias ficou em 769.

No mundo inteiro, já são 30,4 milhões de casos confirmados e mais de 950 mil casos. Mais de 22 milhões de pacientes foram curados. 

Com mais de 300 mil novas infecções numa semana, a Europa enfrenta uma segunda onda de contaminação maior do que a primeira, em março, mas com a mortalidade menor. Nos últimos três dias, a Espanha notificou mais de 150 mortes por dia e a França, mais de 50 por dia. Meu comentário:


Ministra mais liberal da Suprema Corte dos EUA morre aos 87 anos

O presidente Donald Trump terá uma nova chance de nomear um juiz conservador para a Suprema Corte dos Estados Unidos, acabando com o frágil equilíbrio. Morreu aos 87 anos Ruth Bader Ginsburg, a ministra mais liberal do supremo tribunal americano.

Ícone feminista e liberal, foi a segunda mulher a assumir o cargo, nomeada pelo presidente Bill Clinton em 1993. Ginsburg perdeu uma longa batalha contra cânceres no fígado, pulmão, pâncreas e intestino grosso. Sua morte ameaça o direito ao aborto, garantido por uma decisão da Suprema Corte de 1973.

Quando morreu o ultraconservador Antonin Scalia, em fevereiro de 2016, de quem Ginsburg era grande amiga pessoal, apesar da divergência de ideias, o líder da maioria republicana no Senado, Mitch McConnell, se negou a examinar a indicação do então presidente Barack Obama, Merrick Garland, alegando que estava no fim do mandato. 

Contra quase todas as expectativas, Trump derrotou Hillary Clinton e indicou dois ministros conservadores, Neil Gorsuch e Brett Kavanagh. Agora, é altamente improvável que McConnell adote a mesma posição. 

O último pedido da juíza Ginsburg foi que seu substituto só fosse indicado pelo próximo presidente. Só será atendida se alguns senadores republicanos resolverem honrar sua memória e bloquear uma nomeação ainda neste governo.

Pela Constituição dos EUA, cabe ao Senado aprovar a nomeação. No momento, o Partido Republicano tem uma maioria de 53 a 47. Como o vice-presidente acumula a Presidência do Senado, será necessário que quatro republicanos votem contra uma indicação de Trump. Se a votação empatar, o vice Mike Pence daria o voto de Minerva.

Com as nomeações de Gorsuch e Kavanagh, o presidente da Suprema Corte, o conservador John Roberts, nomeado pelo presidente George W. Bush, passou a ser o fiel da balança, votando várias vezes com os ministros liberais em defesa do equilíbrio do tribunal, que tinha cinco ministros conservadores e quatro liberais. Um novo indicado por Trump mudaria esta divisão para 6-3. Roberts não conseguiria mais manter o equilíbrio entre as duas correntes.

Leia mais no jornal The New York Times e na revista Rolling Stone.

quinta-feira, 17 de setembro de 2020

Casos de covid-19 passam de 30 milhões com 945 mil mortes

O mundo passa de 30 milhões de casos e tem quase 945 mil mortes pela doença do coronavírus de 2019. Mais de 22 milhões de pacientes foram curados; 61.404 estão em estado grave. A mortalidade dos casos encerrados continua em 4%. O Brasil já é o quinto país em número de mortes por habitante.

Com mais 857 mortes e 35.757 casos novos em 24 horas, o Brasil chega a 135.031 mortes e se aproxima de 4,5 milhões de casos confirmados. A média diária de mortes nos últimos sete dias caiu para 779. 

O Brasil ultrapassou o Chile. Já é o quinto país com maior número de mortes por habitante, excluindo micropaíses como São Marinho e Andorra. Está atrás apenas do Peru, da Bélgica, da Espanha e da Bolívia.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) fez novo alerta sobre a segunda onda de contaminação. O diretor regional da agência para a Europa, Hans Kluge, destacou que o número de casos notificados numa semana passou de 300 mil, superando a primeira onda, que atingiu o continente em março. 

Mais da metade dos países europeus teve aumento de mais de 10 por cento nos casos novos nas últimas duas semanas. Em sete países, os novos contágios mais do que dobraram no mesmo período. Meu comentário:

quarta-feira, 16 de setembro de 2020

Cientista da OMS prevê volta ao normal só em 2022

A vacinação em massa em escala global contra o novo coronavírus não será concluída até o fim do próximo ano, prevê a pediatra indiana Soumya Swaminathan Yadav, cientista-chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS). Assim, a vida só voltaria ao normal em 2022. Até lá, será necessário continuar usando máscara e mantendo a distância mínima de 2 metros.

Diante do aumento do número de casos na Europa, a OMS voltou a alertar para a ameaça de uma segunda onda de contaminação.

Nos Estados Unidos, o diretor do Centro de Controle e Prevenção de Doenças, Robert Redfield, declarou que só será possível realizar uma campanha de vacinação no país em meados do próximo ano. O presidente Donald Trump não gostou, disse que Redfield está enganado. Ele pretende anunciar uma vacina antes da eleição presidencial de 3 de novembro.

No mundo inteiro, o total de casos confirmados se aproxima de 30 milhões, com cerca de 939,5 mil mortes, e 21,8 milhões pacientes curados. A Índia bateu novo recorde mundial de casos num dia: 97 mil 894 casos.

O Brasil registrou 967 mortes e 37.387 casos novos nesta quarta-feira. O total de óbitos subiu para 134.174 e o de casos confirmados para perto de 4,422 milhões. Meu comentário:

Estudo prevê cinco anos de queda no faturamento dos jornais

Os jornais impressos e digitais vão faturar US$ 8 bilhões a menos com publicidade e propaganda e US$ 6,5 bilhões a menos com circulação e assinaturas, prevê um relatório da PriceWaterhouseCoopers (PwC), uma rede empresas independentes.

Sob o impacto da pandemia, o relatório Perspectiva da Mídia 2020-2024 estima que vai haver uma queda de 27% nofaturamento com anúncios, de US$ 49,2 bilhões em 2019 para US$ 36 bilhões em 2024.

Leia mais na Press Gazette, uma revista britânica sobre imprensa e jornalismo.

terça-feira, 15 de setembro de 2020

Brasil volta a registrar mil mortes num dia por covid-19

Com 1.090 mortes e 34.755 casos novos, o Brasil chegou a 133.207 óbitos da doença do coronavírus de 2019. O total de casos confirmados se aproxima de 3,9 milhões. A média diária de mortes dos últimos sete dias ficou em 813. É a mais alta desde 6 de setembro.

No mundo inteiro, o total de casos confirmados se aproxima de 29,5 milhões, com quase 931,5 mil mortes e cerca de 21,5 milhões pacientes curados. A Índia registrou o maior número de contágios (91.120) e de mortes (1.283) em 24 horas.

Nos Estados Unidos, o total de casos confirmados passa de 6,6 milhões e quase 196 mil mortes. Na semana passada, os estados do Kansas e do Tennessee registraram novos recordes de mortes por dia, enquanto Dakota do Norte, Missouri e Wisconsin notificaram seus maiores números de contágios num dia. Um juiz federal da Pensilvânia anulou uma ordem de ficar em casa do governador Tom Wolf. Meu comentário:

Brasil apoia candidato de Trump no BID sem ganhar nada em troca

Banco sempre foi presidido por latino-americanos

Em mais um gesto de subserviência em relação aos Estados Unidos, o governo Jair Bolsonaro votou no candidato do presidente Donald Trump à Presidência do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Por um acordo tácito, desde a fundação do banco, em 1959, o presidente era sempre latino-americano. Não mais.

Mauricio Claver Carone é diretor sênior para o Hemisfério Ocidental do Conselho de Segurança Nacional dos EUA. Toma posse em 1º de outubro para um mandato de cinco anos. Foi representante americano junto ao Fundo Monetário Internacional (FMI) e assessor sênior da Subsecretaria de Assuntos Internacionais do Departamento do Tesouro. Substitui o colombiano Luis Alberto Moreno.

Leia mais em Quarentena News.

segunda-feira, 14 de setembro de 2020

Brasil passa de 132 mil mortes por covid-19

Com 454 mortes e 19.392 casos novos notificados nesta segunda-feira, o Brasil soma agora 132.117 mortes e quase 4,35 milhões de casos confirmados da pandemia do coronavírus de 2019. A média diária de mortes dos últimos sete dias ficou em 731.

O excesso de mortes na Rússia de maio a julho (57,8 mil) é três vezes maior do que o número oficial de mortes pela covid-19. A Rússia é o quarto país em número de casos confirmados, mais de um milhão. Oficialmente, tem 18.635 mortes, mas este número está sob suspeita.

A Índia registrou mais 92.071 casos de covid-19 em 24 horas. É o quinto dia seguido com mais de 90 mil casos.


No mundo inteiro, o total de casos confirmados superior hoje 29 milhões, com 927 mil mortes e mais de 21 milhões de pacientes recuperados. Cerca de 1 por cento dos pacientes em tratamento estão em estado grave. A taxa de mortalidade dos casos encerrados continua em 4 por cento. Meu comentário:

Trump minimizou risco da pandemia e enganou povo americano

Repórter do Escândalo de Watergate segurou a notícia durante sete meses

No fim de dezembro do ano passado, o serviço secreto militar alertou a Casa Branca de que uma nova pneumonia aguda que resistia a todos os tratamentos na China chegaria aos Estados Unidos. 

Em 28 de janeiro, o assessor de Segurança Nacional, Robert O’Brien, advertiu o presidente Donald Trump de que a doença do novo coronavírus era a maior ameaça à segurança nacional do país durante o governo atual. 

Trump confirmou tudo em 7 de fevereiro em entrevista ao jornalista Robert Woodward, um dos repórteres que revelaram o Escândalo de Watergate, causa da renúncia do presidente Richard Nixon, em 1974.

“É uma situação de alto risco. Vem pelo ar. Você não precisa tocar em coisas, certo? Você respira o ar e ele [o vírus] se transmite pelo ar. Então, é muito complicado e muito delicado. Também é mais mortal mesmo do que as gripes mais fortes. Você sabe, as pessoas não se dão conta, perdemos 25, 30 mil pessoas [de gripe] por ano aqui. (...) Isto é muito mais mortal, 5% em vez de 1% ou menos de 1%. É mortal”, comentou Trump, mostrando pleno conhecimento da gravidade da covid-19.

Leia mais em Quarentena News.

domingo, 13 de setembro de 2020

OMS anuncia novo recorde de contágio por covid-19 num dia

O mundo bateu hoje novo recorde do número de casos novos da doença do coronavírus de 2019, 307.930, anunciou em Genebra, na Suíça, a Organização Mundial da Saúde (OMS). As maiores altas foram na Índia, nos Estados Unidos e Brasil. 

O total de casos confirmados está em quase 29 milhões, com 922.441 mortes. Mais de 21 milhões de pacientes se recuperaram. Cerca de 60,5 mil estão em estado grave. A taxa de mortalidade dos casos encerrados está em 4%.

A Índia notificou 95.372 contágios, os EUA 45.523 e o Brasil 14.759. O recorde anterior era de 306.857 casos novos em 6 de setembro. O maior número de mortes foi registrado em 17 de abril: 12.430. A contaminação está em alta em 58 países, inclusive Argentina, Espanha, Marrocos, Indonésia e Ucrânia.

Agora, o Brasil tem 4.330.455 casos confirmados, 131.663 óbitos e 3.573.598 pacientes recuperados. Houve mais 415 mortes neste domingo. São quase 625 mil casos ativos, com mais de 8 mil doentes em estado crítico.  A média diária de mortes nos últimos sete dias ficou em 711. No estado do Rio de Janeiro, 31 dos 92 municípios têm mais mortes por covid-19 do que o Uruguai (45).

Israel pode ser o primeiro país a entrar em quarentena coletivamente pela segunda vez para conter o contágio. Mais de 4 mil casos novos num dia foram notificados nos últimos dias.

sábado, 12 de setembro de 2020

França tem recorde de contágios pós-confinamento

Depois de registrar 9.406 casos novos da doença do coronavírus de 2019 na sexta-feira, a França somou hoje mais 17 mortes e 10.561 contaminações, o maior número desde o início do desconfinamento, em 11 de maio. A taxa de positividade, a porcentagem das pessoas examinadas que têm o vírus, ficou em 5,4%.

Ao todo, 30.910 pessoas perderam a vida na França de covid-19 desde março. O total de casos se aproxima de 374 mil. O novo coronavírus circula ativamente em 42 dos 94 departamentos da França, considerados zonas vermelhas, com alto risco de contaminação. É um alerta para países como o Brasil, onde cada vez mais as pessoas se comportam como se a pandemia tivesse passado.

No Brasil, foram notificados hoje 33.523 casos novos e 814 mortes, elevando o total para 131.210 óbitos e 4.315.687 casos confirmados. A média diária de mortes dos últimos sete dias ficou em 721.

O mundo se aproxima de 28,5 milhões de casos confirmado, com cerca de 920 mil mortes, mais de 20 milhões de pacientes recuperados e 60.890, 1% dos que estão em tratamento, em estado grave. Dos casos encerrados, 4% terminaram em morte.

Com quase 6,5 milhões de casos e 194 mil mortes, os Estados Unidos são o país mais atingido em número absolutos. Das diversas manobras do presidente Donald Trump para fingir que a pandemia está sendo controlada, hoje o jornal The Washington Post revela que o Departamento de Saúde e Serviços Humanos quer manipular os relatórios do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC).

sexta-feira, 11 de setembro de 2020

Brasil é o sexto país com maior número de mortes por habitante

Com mais 899 mortes e 44.215 novos contágios pela doença do coronavírus de 2019, o Brasil ultrapassou a marca de 130 mil óbitos. Soma agora 130.474 mortes e 4.283.978 casos confirmados. A média diária de mortes nos últimos sete dias está em 699. Já é o sexto país com o maior número de mortes por habitante. 

Em mais uma de suas mentiras sobre a pandemia, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que o Brasil foi um dos países menos afetados pela pandemia. Na verdade, excluindo micropaíses como São Marinho e Andorra, estatisticamente irrelevantes, o Brasil passou o Reino Unido.

O Brasil tem 2,7 por cento da população mundial e 14,2 por cento das mortes. Meu comentário:

quinta-feira, 10 de setembro de 2020

Brasil passa de 4,2 milhões de casos e fica perto de 130 mil mortes

Com mais 922 mortes e 40.432 novos contágios notificados nesta quinta-feira, o Brasil soma 129.575 óbitos e 4.239.763 casos confirmados da doença do coronavírus de 2019. A média de mortes dos últimos sete dias ficou em 679. 

Em mortes por habitante, excluindo micropaíses como São Marinho e Andorra, que são estatisticamente irrevelantes, o Brasil está em sétimo lugar, atrás do Peru, da Bélgica, da Espanha, do Chile, da Bolívia e do Reino Unido. No ritmo atual, mesmo com a queda na média diária de mortes, logo deve estar em quinto lugar.

O total de casos no mundo passou de 28 milhões, com 909,5 mil mortes e mais de 20 milhões de pacientes recuperados, embora muitos apresentem sequelas de longo prazo. Cerca de 60,7 mil pessoas estão em estado grave. Elas representam 1% dos casos em tratamento. A taxa de mortalidade dos casos encerrados continua em 4%.

Os Estados Unidos se vangloriam de ser o país mais rico e poderoso mundo, mas pelo Índice de Progresso Social, o país mais desenvolvido do mundo é a Noruega. Os EUA caíram do 19º para o 28º lugar.

Na pandemia, os EUA têm o maior número de casos (6,4 milhões) e o maior número de mortes, perto de 192 mil. Os Estados Unidos têm 4% da população mundial e 21% das mortes por covid-19.

A Índia bateu os recordes mundiais de contaminações num dia. Na quinta-feira, mais de 96 mil casos foram notificados. Meu comentário:

Últimos ditadores da Europa aterrorizam a Rússia e a Bielorrússia

Lukachenko e Putin usam os métodos stalinistas da extinta União Soviética

Três mulheres lideram a revolta contra Alexander Lukachenko, que acaba de fraudar mais uma eleição presidencial na Bielorrússia, a sexta desde que chegou ao poder, em 1994.

Svetlana Tikhanovskaya, ao que tudo indica vencedora em 9 de agosto, fugiu com a família para a Lituânia. Veronika Tsepkalo foi para a Polônia com os filhos e o marido Valery, que teve a candidatura presidencial impugnada. Maria Kolesnikova decidiu manter a resistência interna. 

Na segunda-feira, Kolesnikova foi sequestrada por mascarados em Minsk, a capital do país, colocada numa caminhonete sem placa e levada até a fronteira da Ucrânia, onde rasgou seu passaporte para não ser expulsa do país.

Leia mais em Quarentena News.

quarta-feira, 9 de setembro de 2020

Trump admite que mentiu para esconder o risco da pandemia

O presidente Donald Trump tinha pleno conhecimento da ameaça que representava a pandemia do coronavírus de 2019, mas preferiu mentir sob a alegação de que não queria criar pânico. A acusação está em novo livro de Bob Woodward, um dos jornalistas que revelaram o Escândalo de Watergate, que levou à renúncia do presidente Richard Nixon, em 1974, para escapar de um processo de impeachment. 

Em 28 de janeiro, o assessor de segurança nacional, Robert O’Brien, alertou que a covid-19 seria “a maior ameaça à segurança nacional” dos Estados Unidos durante o governo atual. Trump afirma que não queria provocar pânico, mas aposta no medo do eleitor ao pintar um quadro sombrio de um país assolado pela violência e a criminalidade. 

Em entrevista a Woodward, o presidente reconheceu que o novo coronavírus se propaga pelo ar: “Então, é muito complicado”, falou o presidente americano. “É muito mais mortal do que uma gripe forte. É mortal”, acrescentou. 

Mesmo assim, Trump declarou inúmeras vezes que a situação estava sob controle e mais de 20 vezes que o vírus desapareceria assim como surgiu. Em outra ocasião, disse que os Estados Unidos tinham 15 casos e em breve não teriam nenhum. 

Na Folha de São Paulo, a jornalista Lúcia Guimarães criticou Woodward, editor especial do jornal The Washington Post, por segurar a notícia durante meses para vender o livro Rage (Raiva), que será lançado no dia 15. Meu comentário:

terça-feira, 8 de setembro de 2020

Teste de vacina tem problema e empresas prometem rigor científico

A corrida para criar uma vacina contra o novo coronavírus apresenta problemas. O laboratório AstraZeneca e a Universidade de Oxford, na Inglaterra, suspendem temporariamente os testes da vacina que era considerada a mais promissora porque uma pessoa que a recebeu teve uma doença não identificada. 

Diante da pressão do presidente Donald Trump para acelerar o desenvolvimento de vacinas, nove companhias farmacêuticas assumiram o compromisso de manter o mais alto rigor científico e só pedir a aprovação de suas vacinas depois de garantias de segurança e eficácia. 

O candidato da oposição na eleição presidencial de 3 de novembro nos Estados Unidos, o ex-vice-presidente Joe Biden, acusou Trump de “minar a confiança popular” ao querer anunciar o início de uma campanha de vacinação antes do pleito.

No mundo inteiro, o total de casos confirmados da pandemia se aproxima de 27,5 milhões e de 900 mil mortes, com 19,8 milhões de pacientes curados.

Nesta terça-feira, Brasil registrou mais 516 mortes e 17.526 casos novos da doença do coronavírus de 2019, somando agora 127.517 mortes e mais de 4,165 milhões de casos confirmados. 

O chefe do Centro de Inteligência do Exército (CIE), general Carlos Augusto Sydrião Ferreira, morreu aos 53 anos de covid-19 depois de ficar dez dias internados no Hospital das Forças Armadas em Brasília. Meu comentário:

segunda-feira, 7 de setembro de 2020

Média de mortes no Brasil por covid-19 é a menor em 112

O Brasil registrou mais 9.992 casos novos e 315 mortes pela doença do coronavírus de 2019 nesta segunda-feira. A média diária de mortes dos últimos sete dias caiu para 784. É a menor desde 18 de maio. Com o feriadão do Dia da Independência, milhões de pessoas saíram às ruas ignorando o distanciamento físico.

No mundo inteiro, mais de 27,255 milhões de pessoas pegaram o novo coronavírus,
Baixo Leblon, Rio, no sábado à noite
891.285 morreram e mais de 19,5 milhões sobreviveram à doença, embora muitas ainda apresentem sequelas. Mais de 60 mil, 1% dos doentes em tratamento, estão em estado grave. A mortalidade dos casos encerrados é de 4%.

Os Estados Unidos são o país mais atingido, com 6,3 milhões de casos confirmados e 189.205 mortes. A contaminação está em alta em 22 dos 50 estados americanos. 

As autoridades temem aumento por causa do feriado de hoje, Dia do Trabalho lá. Três semanas atrás, só estava em alta no Havaí, em Illinois e em Dakota do Sul. Neste último, a alta foi de 126% em duas semanas.

A Índia bateu novo recorde, com mais 90.802 casos notificados neste segunda-feira, quando houve 1.016 mortes, elevando o total para 4,28 milhões de casos confirmados e 72.816 mortes.

Na Europa, a França registrou 3,4 mil casos no domingo e o Reino Unido superou a marca de 2 mil casos novos nos últimos dois dias.

Num sinal de recuperação da economia, as exportações da China superaram a expectativa e avançaram 9,5% em agosto em relação a agosto de 2019. O mercado esperava 7,5%. Foi o terceiro mês consecutivo de alta, apontando uma recuperação da segunda maior economia do mundo, onde começou a pandemia

domingo, 6 de setembro de 2020

Total de casos confirmados da covid-19 passa de 27 milhões

Neste domingo, o total de casos confirmados da doença do coronavírus de 2019 no mundo inteiro ultrapassou os 27 milhões, com 882 mil mortes e mais de 19 milhões de pacientes curados, embora muitos enfrentem sequelas. Dos doentes em tratamento, 60 mil (1%) estão em estado grave. A taxa de mortalidade dos casos encerrados ficou em 4%.

O Brasil registrou hoje mais 456 mortes e 16.403 casos novos. Soma agora 126.686 óbitos e 4.137.606 casos confirmados. A média diária de mortes dos últimos sete dias ficou em 827.

A Índia, o país que mais notifica novos contaminados nos últimos dias, superou o Brasil em casos confirmados, com 4.202.562, mas tem bem menos mortes (71.687).

Os Estados Unidos têm o maior número de casos confirmados (6.275.614) e de mortes (188.932).

Depois de relativo sucesso no começo da pandemia, Israel ultrapassou a marca de mil mortes. Tem 130.644 casos confirmados. Há uma revolta nas ruas contra o fracasso do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, que enfrenta na Justiça várias denúncias de corrupção.

sábado, 5 de setembro de 2020

Brasil chega a 126 mil mortes na pandemia mas média cai

Com mais 646 mortes e 33.420 casos novos notificados neste sábado, o total de mortes pela doença do coronavírus de 2019 chegou a 126.230 e o de casos confirmados a 4.121.203. A média diária de mortes nos últimos sete dias caiu para 819.

No mundo inteiro, o total de mortes ultrapassou 26,737 milhões, com quase 877 mil mortes e mais de 19 milhões de pacientes curados.

Os Estados Unidos têm o maior número de casos (6,242 milhões) e de mortes (188,5 mil).

A Índia bateu novo recorde mundial do número de novos casos, com 90.600, e soma 4,11 milhões. Neste rimo deve superar o Brasil em número absoluto de casos confirmados neste domingo.

Na segunda onda de contaminação na Europa, a Espanha se aproxima dos 500 mil casos, com quase 30 mil mortes desde o início da pandemia. A situação também é preocupante na França.

Trump mente sobre vacinas, acusa o diretor da revista The Lancet

Presidente dos EUA busca saída para fracasso no combate à pandemia
     
Pela última previsão da Universidade de Washington em Seattle, 410 mil americanos terão morrido da doença do coronavírus de 2019 até janeiro, com 3 mil mortes por dia em dezembro. Atrás nas pesquisas, o presidente Donald Trump pretende anunciar semana o início de uma campanha de vacinação antes das eleições. Mas nem o chefe do programa de vacinas da Casa Branca acredita nisso, e o diretor da revista médica britânica The Lancet, Richard Horton, acusou Trump de mentir deliberadamente. E a Organização Mundial da Saúde (OMS) só espera vacinação em massa em meados de 2021.

Nesta semana, sob pressão de Trump, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC) enviou mensagem às secretarias estaduais e municipais de saúde pedindo que se preparem para iniciar a vacinação em 1º de novembro, dois dias antes das eleições. Para o Dr. Anthony Fauci, diretor do Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas, o mais famoso epidemiologista do país, é “difícil, mas não impossível”.

Leia mais em Quarentena News.

Brasil passa de 125 mil mortes pela covid-19

Nesta sexta-feira, o Brasil registrou mais 885 mortes e 40.556 casos, somando 125.584 mortes e mais de 4,086 milhões de casos confirmados da doença do coronavírus de 2019. A média diária de mortes nos últimos sete dias ficou em 856.

No mundo, o total de casos passou de 25,5 milhões, com mais 873 mil mortes e quase 18,8 milhões de pacientes curados. Dos quase 7 milhões de doentes em tratamento, 1% está em estado grave. A taxa de mortalidade dos casos encerrados está em 4%.

Desde o início da pandemia, os Estados Unidos tiveram mais de 6 milhões e 200 mil e 187 mil 750 mortes por covid-19. Pela última previsão da Universidade de Washington em Seattle, o total de óbitos pode mais do que dobrar até janeiro, chegando a 410 mil, com 3 mil mortes por dia em dezembro. 

Atrás nas pesquisas, o presidente Donald Trump pretende anunciar semana o início de uma campanha de vacinação antes das eleições. Mas nem o chefe do programa de vacinas da Casa Branca acredita nisso, e o diretor da revista médica britânica The Lancet, Richard Horton, acusou Trump de mentir deliberadamente. A Organização Mundial da Saúde só espera vacinação em massa em meados do próximo ano.

Ao todo, no mundo inteiro, há 321 vacinas em desenvolvimento, 91 sendo testadas em animais e 37 vacinas sendo testadas em seres humanos, inclusive no Brasil, nove na terceira fase de testes e três aprovadas para uso limitado, uma na Rússia e duas na China.

A economia dos Estados Unidos criou em agosto 1 milhão e 370 mil postos de trabalho do que fechou, revelou nesta sexta-feira o relatório mensal de emprego do Departamento do Trabalho. A taxa de desemprego, medida em outra pesquisa, caiu de 10,2 por cento para 8,4 por cento. Em abril, chegou a 14,7 por cento. Meu comentário:

quinta-feira, 3 de setembro de 2020

Índia bate novo recorde e deve passar Brasil em número de casos

A Índia bate novo recorde mundial de contaminação pela doença do coronavírus de 2019, com 83.883 casos novos num dia. O país soma 3,9 milhões, abaixo apenas dos Estados Unidos e do Brasil e 68,5 mil mortes, abaixo da média mundial considerando a população de 1,382 bilhão de pessoas. Neste ritmo, deve passar o Brasil neste fim de semana.

Com mais 830 mortes e 44.728 casos novos em 24 horas, o Brasil soma 124.479 mortes e mais de 4,46 milhões de casos confirmados da covid-19. A média diária de mortes nos últimos sete dias voltou a cair, agora para 858.

O total de casos confirmados no mundo chegou a 26,221 milhões, com quase 869 mil mortes e mais de 18,644 milhões de pacientes curados, embora alguns apresentem sequelas de longo prazo. 

Cerca de 7 mil trabalhadores da saúde morreram, 1.320 no México, 1.077 nos Estados Unidos, 649 no Reino Unido e 634 no Brasil. Dos doentes em tratamento, só 1% está em situação crítica. A taxa de mortalidade dos casos encerrados caiu para 4%. Meu comentário:

quarta-feira, 2 de setembro de 2020

Brasil supera 4 milhões de casos confirmados de covid-19

Com mais 1.218 mortes e 48 mil 632 infecções registradas em 24 horas, Brasil chegou nesta quarta-feira a 4 milhões de casos confirmados e 123 mil 899 mortes pela pandemia do coronavírus de 2019. A média diária de mortes nos últimos sete dias subiu para 878. 

A taxa de infecção calculada pelo Imperial College de Londres é a menor desde o fim de abril. Está em 0,94, o que significa que cada 100 pessoas infectadas transmitem a doença para 94, reduzindo o ritmo de contaminação. 

Seis países da América Latina têm índices abaixo de um, mas a Organização Mundial da Saúde (OMS) adverte que é importante não correr riscos porque a situação não está controlada.


No mundo inteiro, o total de casos confirmados chegou a 26 milhões, com mais de 863 mil mortes e quase 18,5 milhões de pacientes recuperados. 

Os Estados Unidos somam 6,114 milhões de infectados e 185.744 mortos desde o início da pandemia.

Cuba impôs o confinamento mais rigoroso na capital desde o início da pandemia, com toque de recolher das sete da noite às cinco da manhã, proibição de entrar ou sair de Havana.

A África passou de 30 mil mortes em 1,273 milhão de casos confirmados.

A França anuncia nesta quinta-feira o plano de recuperação da economia, de 100 bilhões de euros, quase R$ 635 bilhões, com cortes de impostos de 20 bilhões de euros, cerca de R$ 127 bilhões, para as empresas.

O uso de esteroides reduziu em 20 por cento o número de mortes por covid-19, diz uma análise publicada no Jornal da Associação Médica Americana. 

Dois estudos feitos na Europa consideram a hidroxicloroquina útil no combate ao novo coronavírus. A OMS e a FDA, órgão regulador dos EUA, não veem benefícios no uso deste medicamento. Meu comentário:

terça-feira, 1 de setembro de 2020

Mortes por covid-19 no mundo caíram 3% em sete dias

O número de mortes nos últimos sete dias caiu 3% em uma semana, quando foram registrados mais 1,8 milhão de casos, 500 mil na Índia. O Peru, o México, a Colômbia e a Argentina apresentaram tendência de alta na contaminação.

No mundo inteiro, houve até hoje 25,75 milhões sw infectados, 857 mil mortes e mais de 18 milhões de pacientes recuperados, embora muitos apresentem sequelas de longo prazo.

Os Estados Unidos registraram na segunda-feira menos de 34 mil novas contaminações, o menor número diário de casos novos desde 22 de junho.

No Brasil, foram mil 1.166 mortes em 24 horas e quase 41,9 mil casos novos, totalizando 122.681 mortes e mais de 3,952 milhões de casos confirmados.

O produto interno bruto do Brasil teve uma perda histórica de 9,7% no segundo trimestre, revelou hoje o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE, com queda de 12,3% na indústria e 9,7% nos serviços. Só a agricultura cresceu, 0,4%. O consumo das famílias recuou 12,5% e o investimento, 15,1%.

A expectativa é que o PIB só volte ao nível de 2019 no segundo semestre em 2022 e que o déficit público dure mais 13 anos. Meu comentário: