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quarta-feira, 16 de setembro de 2020

Estudo prevê cinco anos de queda no faturamento dos jornais

Os jornais impressos e digitais vão faturar US$ 8 bilhões a menos com publicidade e propaganda e US$ 6,5 bilhões a menos com circulação e assinaturas, prevê um relatório da PriceWaterhouseCoopers (PwC), uma rede empresas independentes.

Sob o impacto da pandemia, o relatório Perspectiva da Mídia 2020-2024 estima que vai haver uma queda de 27% nofaturamento com anúncios, de US$ 49,2 bilhões em 2019 para US$ 36 bilhões em 2024.

Leia mais na Press Gazette, uma revista britânica sobre imprensa e jornalismo.

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Economia da Rússia cai 4,6% num ano

Na maior queda em seis anos, a economia da Rússia encolheu 4,6% no segundo semestre de 2015 em relação ao mesmo período no ano passado. Com a baixa nos preços do petróleo e a desvalorização do rublo, a recuperação não será imediata.

É a primeira recessão na Rússia desde a crise financeira internacional. Em 2009, o produto interno bruto russo baixou 7,8%. Agora, a renda das famílias, as vendas no varejo e a produção industrial caíram.

No primeiro trimestre, a contração tinha sido mais suave, de 2,2% na comparação anual. Em junho, as vendas no varejo foram 9,4% menores do que um ano antes. A produção industrial diminuiu 5%.

Com a desvalorização do rublo sob pressão das sanções internacionais contra a intervenção da Rússia na Ucrânia, em dezembro de 2014, os russos tiveram a maior queda na renda nos 15 anos da era Putin.

Alguns analistas já consideram esta a crise mais grave da economia, pior do que a moratória declarada em agosto de 1998, seguida de uma maxidesvalorização do rublo, e da Grande Recessão de 2008-9, que atingiu com força um país dependente das exportações de produtos primários, sobretudo de energia. Com o barril de petróleo abaixo de US$ 50, a recuperação será lenta e difícil.

Nos últimos meses, em reação ao boicote da Europa e dos Estados Unidos, o governo tem adotado uma política de substituição de importações na tentativa de convencer os russos a comprar os produtos da indústria nacional. Houve destruições públicas de alimentos importados organizadas pelo governo.

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

EUA crescem em ritmo de 5% ao ano

A maior economia do mundo voltou a surpreender positivamente no terceiro trimestre de 2014, registrando uma taxa de crescimento anual de 5%, acima dos 4,6% do segundo trimestre, dos 3,9% da primeira estimativa e dos 4,3% previstos pelos economistas, anunciou hoje o Departamento do Comércio dos Estados Unidos. É o ritmo mais forte em mais de dez anos, desde os 6,9% do terceiro trimestre de 2003.

O crescimento acima do esperado foi atribuído ao aumento do consumo pessoal e dos investimentos das empresas.

"Há uma realimentação positiva neste momento", um círculo virtuoso, comentou Mike Jakeman, analista global da Economist Intelligence Unit, citado pelo jornal The Wall St. Journal. "A geração de empregos está no nível mais forte em 15 anos. "Mais gente trabalhando significa mais renda, o que significa mais consumo pessoal, mais investimentos das empresas e mais contratação."

Com o resultado, o Índice Dow Jones da Bolsa de Valores de Nova York passou de 18 mil pontos pela primeira vez.

quinta-feira, 29 de março de 2012

EUA cresceram 1,7% em 2011

Os Estados Unidos cresceram no fim do ano passado num ritmo anual de 3%, fechando 2011 com alta de 1,7%, confirmando estimativas anteriores do Departamento do Comércio. A renda pessoal aumentou acima do esperado, o que pode impulsionar o consumo neste início de 2012.

A taxa de crescimento de 3% ao ano é a maior desde o segundo trimestre de 2010. Indica uma aceleração diante do 1,8% do terceiro trimestre de 2011.

Já a renda pessoal dos americanos cresceu no fim do ano passado num ritmo anual de 4,4% para US$ 13,162 trilhões. A renda disponível para consumo subiu para US$ 10,6 bilhões, reporta a agência de notícias Reuters.

Os novos pedidos de seguro-desemprego caíram em 4 mil na semana passada para 359 mil, o menor nível desde abril de 2008, mas o mercado esperava uma revisão do crescimento para cima. Por isso, as bolsas de valores operam em queda.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Renda dos ricos cresceu 3x em 30 anos nos EUA

Enquanto a renda média dos americanos cresceu 62% em 30 anos até 2007, os ganhos do 1% mais rico aumentaram 275% e os dos 20% mais pobres apenas 18%, revelou pesquisa do Escritório de Orçamento do Congresso dos Estados Unidos, citado num blogue do jornal The Wall St. Journal.

É mais um argumento para o movimento Ocupe Wall St. A pesquisa considerou a renda real, depois do pagamento de impostos.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Confiança do consumidor americano está deprimida

Com preocupações com renda e emprego, a confiança do consumidor praticamente não melhorou de agosto para setembro e continua deprimida.

O índice calculado pelo Conference Board, uma instituição privada dos Estados Unidos, avançou de 45,2 para 45,4, abaixo da previsão dos economistas, que era 46. Números abaixo de 50 indicam queda.

"Os consumidores manifestaram grande preocupação com as perspectivas de ganhos futuros", observou Lynn Franco, diretor do Centro de Pesquisas de Consumo do Conference Board. "Isso não ajuda o consumo."

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Consumo cresce 0,8% nos EUA

O consumo pessoal cresceu 0,8% em julho nos Estados Unidos. Foi a maior alta em cinco meses, superando a expectativa dos economistas, que esperavam expansão de 0,5%, informa o jornal The Wall St. Journal.

A renda aumentou 0,3%. A taxa de poupança caiu de 5,5% para 5%, uma indicação de um pequeno aumento na confiança no futuro da economia.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Renda e consumo ficam estáveis nos EUA

LONDRES - A renda pessoal e o consumo se mantiveram estáveis no mês passado nos Estados Unidos, confirmando a desaceleração da retomada do crescimento depois da Grande Recessão.

Em maio, a renda tinha subido 0,3% e o consumo, 0,1%.

Os analistas de mercado começam a dizer que o Comitê da Reserva Federal (Fed), o conselho de diretores do banco central dos EUA, está mostrando sinais de ansiedade diante da inconsistência da recuperação da economia.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Renda e consumo pessoal sobem nos EUA

A renda pessoal dos americanos aumentou 0,4% em novembro e o consumo, 0,5%. Ambos os números ficaram abaixo das previsões dos economistas, mas o aumento da renda foi o maior em seis meses.

Os dados de outubro foram revisados para um aumento do consumo de 0,6%, em vez de 0,7%, e da renda de 0,3%, em vez do 0,2% anunciados inicialmente.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Renda, consumo e venda de casas sobem nos EUA

A renda pessoal dos americanos cresceu 0,2% em outubro e o consumo nos Estados Unidos, 0,7%.

A venda de casas novas subiu 6,2% em outubro nos EUA, projetando vendas anuais de 430 mil unidades habitacionais, o ritmo mais forte em dois anos. O preço médio caiu 0,2%, ficando em US$ 202 mil.

Com incentivos oficiais, os americanos aproveitaram para comprar a casa própria. O estoque de casas a venda caiu de 250 para 239 mil, o que supriria a demanda de pouco mais de seis meses e meio. Os novos pedidos de hipotecas caíram 5% e de refinanciamentos em 9%.

Mas as encomendas de bens duráveis (mais de 3 anos) caíram 0,6%, também em outubro, e o crédito para consumo nos EUA caiu 7,2% em setembro na comparação anual.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Plano Obama aumenta renda de americanos

A renda média dos americanos cresceu 1,4% em maio por causa do programa de estímulo do governo Barack Obama, que provocou um aumento de 0,3% no consumo e de 6,9% na poupança, o maior em 15 anos.