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sexta-feira, 29 de maio de 2020

Brasil ultrapassa Espanha em mortes pela pandemia do coronavírus

Com mais 1.124 mortes em 24 horas, o Brasil supera a Espanha. É o quinto país em número de mortes pela pandemia do novo coronavírus, atrás dos Estados Unidos, do Reino Unido, da Itália e da França. O total de óbitos no país chegou a 27.944.

Nesta quinta-feira, houve 26.354 casos novos, elevando o total de casos confirmados no Brasil para 468.338. Só os Estados Unidos têm mais casos, 1,793 milhão, com 104.542 mortes, mais do que o total de soldados americanos mortos em guerras depois da Segunda Guerra Mundial.

Em busca de uma desculpa para o fracasso no combate à pandemia, o presidente Donald Trump rompeu com a Organização Mundial da Saúde, proibiu a entrada de alguns cidadãos chineses nos Estados Unidos e suspendeu as preferências comerciais a Hong Kong, alegando que o território perdeu a autonomia com a nova lei de segurança nacional aprovada pelo Congresso Nacional do Povo na semana passada.

No impacto econômico da pandemia, a taxa de poupança dos americanos atingiu um recorde de 33 por cento. A crise reduziu o consumo e as pessoas preferiram guardar dinheiro. Em consequência, o consumo caiu um recorde de 13,6 por cento em abril.

Na Europa, o medo é de em 12 deflação. O índice de preços ao consumidor na Zona do Euro caiu 0,1 por cento em maio. É o menor em quatro anos. Os preços caíram dos 19 países que usam o euro como moeda.

O produto interno bruto do Brasil caiu 1,5 por cento no primeiro trimestre em relação ao fim do ano passado, com maior baixa no setor de serviços, de 1,6 por cento. A indústria perdeu 1,4%. Só a agricultura cresceu, 0,6%, principalmente por causa das exportações de soja para a China. Meu comentário:

sexta-feira, 1 de março de 2013

FT ironiza Mantega por crescimento medíocre do PIB

Nem o crescimento medíocre de 0,9% da economia brasileira no ano passado tira o sorriso e o otimismo vazio do ministro da Fazenda, Guido Mantega, ironizou hoje o blog Além dos BRICS, do jornal inglês Financial Times.

Há dois anos, Mantega prevê crescimento de 4% para o produto interno bruto do Brasil, a soma de todas as riquezas que o país produz num ano menos as importações. Em 2011, foram apenas 2,7%; em 2012, 0,9%. Essa sucessão de erros derrubaria um ministro em outro país.

Desta vez, a desculpa de Mantega vem do exterior. É a crise financeira internacional. Os Estados Unidos, onde a crise começou, avançaram 2,2% no ano passado, quase duas vezes e meia a mais do que o Brasil, apesar do conflito permanente entre o presidente Barack Obama e a maioria republicana na Câmara em torno do déficit orçamentário. E o Japão cresceu 1,9%, mesmo enfrentando problemas crônicos de estagnação e deflação.

Na comparação com os emergentes, o Brasil fica muito pior.

O México, principal adversário na luta pela liderança econômica da América Latina, cresceu 3,9%. Entre os BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), apontados no início da década passada como os tijolos (bricks, em inglês) que construíram o crescimento econômico mundial até 2050, a China avançou 7,8%, a Índia 5% e a Rússia 3,4%

Outros sinais negativos, aponta o FT, são a queda de 17,2% para 14,8% do PIB na taxa de poupança e de 19,3% para 18,1% no investimento. As políticas de expansão do crédito de Lula e Dilma favorecem o consumo e não a poupança e o investimento.

Para o jornal inglês, porta-voz do centro financeiro de Londres, em vez de cortar despesas correntes, o governo acaba reduzindo seus próprios investimentos. Sem investimento, não há crescimento.

Os primeiros indicadores econômicos de 2013 apontam uma aceleração da atividade econômica. Mas não se deve esperar um crescimento significativo nem acreditar em Mantega.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Encomendas de bens duráveis caem nos EUA

As ordens de bens duráveis, com pelo menos três anos de duração, à indústria dos Estados Unidos diminuíram 0,7% em outubro de 2011 para US$ 197,68 bilhões, informou hoje o Departamento de Comércio.

Como os americanos economizaram mais, a taxa de poupança cresceu 3,5%, depois de uma alta de 3,3% em setembro. O consumo avançou apenas 0,1%.

No mercado de trabalho, o número de novos pedidos de seguro-desemprego aumentou em 2 mil para 393 mil na semana passada, mas pela terceira semana consecutiva ficou abaixo de 400 mil. A média das últimas quatro semanas foi 394.250, reporta o jornal The Wall Street Journal.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Consumo supera previsão mas poupança cai nos EUA

As vendas no varejo registraram alta de 0,6% em setembro nos Estados Unidos, três vezes mais do que previam os economistas, um dado importante já que o consumo pessoal representa 70% do produto interno bruto do país - a soma de todas as riquezas produzidas num ano menos as importações. Mas a cresceu só 0,1%.

Em consequência, a taxa de poupança caiu de 4,1% em agosto para 3,6% em setembro, a menor desde dezembro de 2007, quando começou a Grande Recessão, noticia a agência Reuters.

Como o consumo cresceu mais do que a renda, o consumidor americano foi obrigado a lançar mão de sua poupança. Isso significa que a aceleração da economia no terceiro trimestre para um ritmo de expansão de 2,5% ao ano pode não se sustentar, adverte The Wall St. Journal.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Consumo cresce 0,8% nos EUA

O consumo pessoal cresceu 0,8% em julho nos Estados Unidos. Foi a maior alta em cinco meses, superando a expectativa dos economistas, que esperavam expansão de 0,5%, informa o jornal The Wall St. Journal.

A renda aumentou 0,3%. A taxa de poupança caiu de 5,5% para 5%, uma indicação de um pequeno aumento na confiança no futuro da economia.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Plano Obama aumenta renda de americanos

A renda média dos americanos cresceu 1,4% em maio por causa do programa de estímulo do governo Barack Obama, que provocou um aumento de 0,3% no consumo e de 6,9% na poupança, o maior em 15 anos.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Americanos poupam mais e gastam menos

O consumo pessoal caiu 1% em dezembro pelo sexto mês seguido nos Estados Unidos. A poupança cresceu 3,6%. É um sinal de que os americanos se preparam para enfrentar a recessão e o risco de perder o emprego.

A atividade industrial continuou caindo, mas num ritmo menor em janeiro do que em dezembro.

Em novembro, o consumo caíra 0,8%, depois de baixar 1,1% em outubro.

A renda pessoal dos americanos diminuiu 0,2% em dezembro na comparação com novembro, quando perdera 0,4%.

Na sexta-feira, sai o relatório sobre emprego em janeiro. A expectativa é de uma queda de mais 525 mil postos de trabalho, com aumento da taxa de desemprego de 7,2% para 7,5%.

domingo, 13 de janeiro de 2008

Só 20% dos argentinos poupam

Uma longa história de inflação alta com picos de hiperinflação, confiscos e desvalorizações da moeda faz com que os argentinos tenham hoje muito menos poupança do que há 30 anos: só 20% das famílias têm poupança. A maior parte do dinheiro vai para o consumo.

Para a Fundação Mercado, a taxa de poupança privada é insuficiente para fazer os investimentos necessários para manter o crescimento acelerado a médio e longo prazos.

No final da década de 90, antes do colapso da paridade peso-dólar, cerca de 30% dos argentinos tinham poupança. Quem não guardava dólares em baixo do colchão ficou com o dinheiro preso no corralito.

Leia mais no jornal argentino La Nación.