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quarta-feira, 11 de março de 2026

Hoje na História do Mundo: 11 de Março

GRIPE ESPANHOLA

    Em 1918, são diagnosticados os primeiros casos da gripe espanhola nos Estados Unidos. É a maior pandemia do século 20 e uma das maiores da história, com total de mortes estimado em 50 milhões em dois anos.

Não se sabe a origem exata da gripe espanhola. Como a doença é propagada pela movimentação de soldados no fim da Primeira Guerra Mundial (1914-18), os países que estão em guerra, como Alemanha, EUA, França e Reino Unido, censuram a notícia. Na Espanha, que não está em guerra, não há censura. Isso passa a impressão de que é um dos países mais atingidos, daí o nome.

A primeira onda é registrada em março de 1918. A segunda, em agosto de 1918, é muito mais forte e mais letal. É uma gripe que evolui para pneumonia e mata às vezes em apenas dois dias.

Pelo menos 12,5 milhões de indianos, 550 mil norte-americanos e 35 mil brasileiros morrem de gripe espanhola.

GORBACHEV LÍDER COMUNISTA

    Em 1985, Mikhail Gorbachev é eleito secretário-geral do Partido Comunista da União Sovíetica e inicia uma abertura política (glasnost) e uma reforma econômica (perestroika) que acabam por destruir a pátria do comunismo.

Gorbachev é comissário da agricultura antes de virar chefe do partido. Durante visita ao Canadá em 1983, um país com o mesmo inverno rigoroso, mas nível de desenvolvimento muito maior, ele percebe a necessidade de mudar o sistema para recuperar a economia soviética.

Como parte de suas reformas, está o degelo na Guerra Fria, a necessidade de parar a corrida armamentista nuclear para que a URSS possa se concentrar em seus problemas internos. Gorbachev leva liberdade, democracia e eleições como a Rússia e as outras repúblicas soviéticas nunca tiveram. Mas não basta.

O regime comunista se mostra irreformável. Uma tentativa de golpe da linha dura, em agosto de 1991, afasta Gorbachev do poder por três dias. A resistência é liderada pelo primeiro presidente eleito democraticamente da história da Rússia, Boris Yeltsin, que ao mesmo tempo toma o poder de Gorbachev e coloca o Partido Comunista na ilegalidade.

Pelo Acordo de Minsk, em 8 de dezembro de 1991, as três repúblicas do núcleo eslavo da URSS, Rússia, Ucrânia e Bielorrússia, decidem deixar a União e formar a Comunidade de Estados Independentes (CEI). No Natal, Gorbachev anuncia o fim da URSS. Em 31 de dezembro, a bandeira vermelha da URSS è arriada no Kremlin e substituída pela tricolor da Rússia.

INDEPENDÊNCIA DA LITUÂNIA

    Em 1990, depois de votação no Parlamento, a Lituânia torna-se a primeira república soviética a proclamar a independência.

A Lituânia é o maior dos países bálticos e o que fica mais ao sul. Entre os séculos 12 a 14, a Lituânia é um importante império da Europa Oriental. Em seguida, forma com a Polônia a Comunidade Polaco-Lituana. Em 1795, é ocupada pela Rússia.

Depois das revoluções de 1917 na Rússia, a Lituânia se torna um país independente de 1918 e 1940, quando é invadida pela União Soviética durante a Segunda Guerra Mundial (1939-45). Com o fim da URSS, recupera sua independência.

Em 2004, a Lituânia entra para a União Europeia (UE) e a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).

TERROR NA ESPANHA

    Em 2004, um atentado reivindicado pela rede terrorista Al Caeda contra a estação de Atocha do sistema de transportes de Madri mata 192 pessoas e deixa 17 mil feridos na capital da Espanha.

Pouco depois das 7h30, dez bombas explodem em quatro trens do metrô de Madri. No mesmo dia, Al Caeda assume a responsabilidade. A três dias das eleições de 14 de março, o primeiro-ministro conservador José María Aznar acusa o grupo terrorista basco ETA (Euskadi ta Askatasuna, Pátria Basca e Liberdade).

A Espanha faz parte da aliança liderada pelos Estados Unidos que invade o Iraque em 20 de março de 2003. O atentado é uma retaliação terrorista. Antes da era dos telefones inteligentes, que são computadores de bolso, os espanhóis se comunicam por mensagens de texto para denunciar a mentira do governo Aznar.

Nas eleições de 2004, o Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) vence o Partido Popular (PP). O novo primeiro-ministro, José Luis Rodríguez Zapatero, retira as tropas espanholas da Guerra do Iraque.

TERREMOTO DE FUKUXIMA

    Em 2011, o maior terremoto da história do Japão e o quarto maior desde 1900, de 9,1 graus na escala aberta de Richter, provoca um maremoto que causa ainda mais destruição na região de Tohoku, no Nordeste da ilha de Honshu, inclusive um acidente nuclear na central atômica de Fukuxima, matando 19.747 pessoas.

Mais de 100 mil pessoas são retiradas da área. Durante a emergência, todos os três reatores operacionais se desligam automaticamente, mas, com a falta de energia elétrica, o sistema de resfriamento dos reatores para de funcionar.

O Reator nº 1 explode no dia 12 e o nº 3 no dia 14. O governo manda evacuar todo o mundo dentro de um raio de 20 quilômetros da central nuclear. Este raio é ampliado para 30 km. Cerca de 154 mil pessoas saem da região.

A maioria volta para casa, mas uma área de 371 km2 fica isolada até 2021 e pode ficar contaminada por décadas. O acidente nuclear de Fukuxima é o segundo pior da história, atrás apenas do acidente de Chernobil, na Ucrânia, na época parte da União Soviética, em 26 de abril de 1986.

PANDEMIA DO CORONAVÍRUS

    Em 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declara que a doença do coronavírus de 2019 causa uma pandemia, uma epidemia de escala global.

A covid-19 surge na cidade de Wuhan, na China. O primeiro caso foi diagnosticado em 17 de novembro de 2019, de acordo com o jornal South China Morning Post, de Hong Kong. Em 3 de janeiro, a China confirma à OMS que há um novo coronavírus que causa uma pneumonia aguda que resiste a todos os tratamentos. Em 19 de janeiro, a China confirma a transmissão entre seres humanos. 

Quatro anos depois, são 695.781.740 casos confirmados e 6.919.573 mortes. Um estudo publicado na revista médica britânica The Lancet com base no excesso de mortes em comparação com anos anteriores estima que o verdadeiro número de mortes seja três vezes maior, cerca de 20 milhões. Ao todo, mais de 13,4 bilhões de doses de vacina foram aplicadas no mundo inteiro.

O Brasil registra 38.592.310 casos confirmados e perde pelo menos 740.427 vidas na pandemia. Tem a 20º maior taxa de mortalidades entre 228 países e territórios. Com 2,7% da população mundial, o Brasil tem mais de 10% das mortes na pandemia.

terça-feira, 11 de março de 2025

Hoje na História do Mundo: 11 de Março

 GRIPE ESPANHOLA

    Em 1918, são diagnosticados os primeiros casos da gripe espanhola nos Estados Unidos. É a maior pandemia do século 20 e uma das maiores da história, com total de mortes estimado em 50 milhões em dois anos.

Não se sabe a origem exata da gripe espanhola. Como a doença é propagada pela movimentação de soldados no fim da Primeira Guerra Mundial (1914-18), os países que estão em guerra, como Alemanha, EUA, França e Reino Unido, censuram a notícia. Na Espanha, que não está em guerra, não há censura. Isso passa a impressão de que é um dos países mais atingidos, daí o nome.

A primeira onda é registrada em março de 1918. A segunda, em agosto de 1918, é muito mais forte e mais letal. É uma gripe que evolui para pneumonia e mata às vezes em apenas dois dias.

Pelo menos 12,5 milhões de indianos, 550 mil norte-americanos e 35 mil brasileiros morrem de gripe espanhola.

GORBACHEV LÍDER COMUNISTA

    Em 1985, Mikhail Gorbachev é eleito secretário-geral do Partido Comunista da União Sovíetica e inicia uma abertura política (glasnost) e uma reforma econômica (perestroika) que acabam por destruir a pátria do comunismo.

Gorbachev é comissário da agricultura antes de virar chefe do partido. Durante visita ao Canadá em 1983, um país com o mesmo inverno rigoroso, mas nível de desenvolvimento muito maior, ele percebe a necessidade de mudar o sistema para recuperar a economia soviética.

Como parte de suas reformas, está o degelo na Guerra Fria, a necessidade de parar a corrida armamentista nuclear para que a URSS possa se concentrar em seus problemas internos. Gorbachev leva liberdade, democracia e eleições como a Rússia e as outras repúblicas soviéticas nunca tiveram. Mas não basta.

O regime comunista se mostra irreformável. Uma tentativa de golpe da linha dura, em agosto de 1991, afasta Gorbachev do poder por três dias. A resistência é liderada pelo primeiro presidente eleito democraticamente da história da Rússia, Boris Yeltsin, que ao mesmo tempo toma o poder de Gorbachev e coloca o Partido Comunista na ilegalidade.

Pelo Acordo de Minsk, em 8 de dezembro de 1991, as três repúblicas do núcleo eslavo da URSS, Rússia, Ucrânia e Bielorrússia, decidem deixar a União e formar a Comunidade de Estados Independentes (CEI). No Natal, Gorbachev anuncia o fim da URSS. Em 31 de dezembro, a bandeira vermelha da URSS è arriada no Kremlin e substituída pela tricolor da Rússia.

INDEPENDÊNCIA DA LITUÂNIA

    Em 1990, depois de votação no Parlamento, a Lituânia torna-se a primeira república soviética a proclamar a independência.

A Lituânia é o maior dos países bálticos e o que fica mais ao sul. Entre os séculos 12 a 14, a Lituânia é um importante império da Europa Oriental. Em seguida, forma com a Polônia a Comunidade Polaco-Lituana. Em 1795, é ocupada pela Rússia.

Depois das revoluções de 1917 na Rússia, a Lituânia se torna um país independente de 1918 e 1940, quando é invadida pela União Soviética durante a Segunda Guerra Mundial (1939-45). Com o fim da URSS, recupera sua independência.

Em 2004, a Lituânia entre para a União Europeia (UE) e a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).

TERROR NA ESPANHA

    Em 2004, um atentado reivindicado pela rede terrorista Al Caeda contra a estação de Atocha do sistema de transportes de Madri mata 192 pessoas e deixa 17 mil feridos na capital da Espanha.

Pouco depois das 7h30, dez bombas explodem em quatro trens do metrô de Madri. No mesmo dia, Al Caeda assume a responsabilidade. A três dias das eleições de 14 de março, o primeiro-ministro conservador José María Aznar acusa o grupo terrorista basco ETA (Euskadi ta Askatasuna, Pátria Basca e Liberdade).

A Espanha faz parte da aliança liderada pelos Estados Unidos que invade o Iraque em 20 de março de 2003. O atentado é uma retaliação terrorista. Antes da era dos telefones inteligentes, qued são computadores de bolso, os espanhóis se comunicam por mensagens de texto para denunciar a mentira do governo Aznar.

Nas eleições de 2004, o Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) vence o Partido Popular (PP). O novo primeiro-ministro, José Luis Rodríguez Zapatero, retira as tropas espanholas da Guerra do Iraque.

TERREMOTO DE FUKUSHIMA

    Em 2011, o maior terremoto da história do Japão e o quarto maior desde 1900, de 9,1 graus na escala aberta de Richter, provoca um maremoto que causa ainda mais destruição na região de Tohoku, no Nordeste da ilha de Honshu, inclusive um acidente nuclear na central atômica de Fukushima, matando 19.747 pessoas.

Mais de 100 mil pessoas são retiradas da área. Durante a emergência, todos os três reatores operacionais se desligam automaticamente, mas, com a falta de energia elétrica, o sistema de resfriamento dos reatores para de funcionar.

O Reator nº 1 explode no dia 12 e o nº 3 no dia 14. O governo manda evacuar todo o mundo dentro de um raio de 20 quilômetros da central nuclear. Este raio é ampliado para 30 km. Cerca de 154 mil pessoas saem da região.

A maioria volta para casa, mas uma área de 371 km2 fica isolada até 2021 e pode ficar contaminada por décadas. O acidente nuclear de Fukushima é o segundo pior da história, atrás apenas do acidente de Chernobil, na Ucrânia, na época parte da União Soviética, em 26 de abril de 1986.

PANDEMIA DO CORONAVÍRUS

    Em 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declara que a doença do coronavírus de 2019 causa uma pandemia, uma epidemia de escala global.

A covid-19 surge na cidade de Wuhan, na China. O primeiro caso foi diagnosticado em 17 de novembro de 2019, de acordo com o jornal South China Morning Post, de Hong Kong. Em 3 de janeiro, a China confirma à OMS que há um novo coronavírus que causa uma pneumonia aguda que resiste a todos os tratamentos. Em 19 de janeiro, a China confirma a transmissão entre seres humanos. 

Quatro anos depois, são 695.781.740 casos confirmados e 6.919.573 mortes. Um estudo publicado na revista médica britânica The Lancet com base no excesso de mortes em comparação com anos anteriores estima que o verdadeiro número de mortes seja três vezes maior, cerca de 20 milhões. Ao todo, mais de 13,4 bilhões de doses de vacina foram aplicadas no mundo inteiro.

O Brasil registra 38.592.310 casos confirmados e perde pelo menos 740.427 vidas na pandemia. Tem a 20º maior taxa de mortalidades entre 228 países e territórios. Com 2,7% da população mundial, o Brasil tem mais de 10% das mortes na pandemia 

segunda-feira, 11 de março de 2024

Hoje na História do Mundo: 11 de Março

GRIPE ESPANHOLA

    Em 1918, são diagnosticados os primeiros casos da gripe espanhola nos Estados Unidos. É a maior pandemia do século 20 e uma das maiores da história, com total de mortes estimado em 50 milhões em dois anos.

Não se sabe a origem exata da gripe espanhola. Como a doença é propagada pela movimentação de soldados no fim da Primeira Guerra Mundial (1914-18), os países que estão em guerra, como Alemanha, EUA, França e Reino Unido, censuram a notícia. Na Espanha, que não está em guerra, não há censura. Isso passa a impressão de que é um dos países mais atingidos, daí o nome.

A primeira onda é registrada em março de 1918. A segunda, em agosto de 1918, é muito mais forte e mais letal. É uma gripe que evolui para pneumonia e mata às vezes em apenas dois dias.

Pelo menos 12,5 milhões de indianos, 550 mil norte-americanos e 35 mil brasileiros morrem de gripe espanhola.

GORBACHEV LÍDER COMUNISTA

    Em 1985, Mikhail Gorbachev é eleito secretário-geral do Partido Comunista da União Sovíetica e inicia uma abertura política (glasnost) e uma reforma econômica (perestroika) que acabam por destruir a pátria do comunismo.

Gorbachev é comissário da agricultura antes de virar chefe do partido. Durante visita ao Canadá, um país com o mesmo inverno rigoroso, mas nível de desenvolvimento muito maior, ele percebe a necessidade de mudar o sistema para recuperar a economia soviética.

Como parte de suas reformas, está o degelo na Guerra Fria, a necessidade de parar a corrida armamentista nuclear para que a URSS possa se concentrar em seus problemas internos. Gorbachev leva liberdade, democracia e eleições como a Rússia e as outras repúblicas soviéticas nunca tiveram. Mas não basta.

O regime comunista se mostra irreformável. Uma tentativa de golpe da linha dura, em agosto de 1991, afasta Gorbachev do poder por três dias. A resistência é liderada pelo primeiro presidente eleito democraticamente da história da Rússia, Boris Yeltsin, que ao mesmo tempo toma o poder de Gorbachev e coloca o Partido Comunista na ilegalidade.

Pelo Acordo de Minsk, em 8 de dezembro de 1991, as três repúblicas do núcleo eslavo da URSS (Rússia, Bielorrúsia e Ucrânia) decidem deixar a União e formar a Comunidade de Estados Independentes (CEI). No Natal, Gorbachev anuncia o fim da URSS. Em 31 de dezembro, a bandeira vermelha da URSS è arriada e substituída pela tricolor da Rússia.

INDEPENDÊNCIA DA LITUÂNIA

    Em 1990, depois de votação no Parlamento, a Lituânia torna-se a primeira república soviética a proclamar a independência.

A Lituânia é o maior dos países bálticos e o que fica mais ao sul. Entre os séculos 12 a 14, a Lituânia é um importante império da Europa Oriental. Em seguida, forma com a Polônia a Comunidade Polaco-Lituana. Em 1795, é ocupada pela Rússia.

Depois das revoluções de 1917 na Rússia, a Lituânia se torna um país independente de 1918 e 1940, quando é invadida pela União Soviética durante a Segunda Guerra Mundial (1939-45). Com o fim da URSS, recupera sua independência.

Em 2004, a Lituânia entre para a União Europeia (UE) e a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).

TERROR NA ESPANHA

    Em 2004, um atentado reivindicado pela rede terrorista Al Caeda contra a estação de Atocha do sistema de transportes de Madri mata 192 pessoas e deixa 17 mil feridos na capital da Espanha.

Pouco depois das 7h30, dez bombas explodem em quatro trens do metrô de Madri. No mesmo dia, Al Caeda assume a responsabilidade. A três dias das eleições de 14 de março, o primeiro-ministro conservador José María Aznar acusa o grupo terrorista basco ETA (Euskadi ta Askatasuna, Pátria Basca e Liberdade).

A Espanha faz parte da aliança liderada pelos Estados Unidos que invadiu o Iraque em 20 de março de 2003. O atentado é uma retaliação terrorista. Antes da era dos telefones inteligentes, que na verdade são computadores de bolso, os espanhóis se comunicam por mensagens de texto para denunciar a mentira do governo Aznar.

Nas eleições de 2004, o Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) vence o Partido Popular (PP). O novo primeiro-ministro, José Luis Rodríguez Zapatero, retira as tropas espanholas da Guerra do Iraque.

TERREMOTO DE FUKUSHIMA

    Em 2011, o maior terremoto da história do Japão e o quarto maior desde 1900, de 9,1 graus na escala aberta de Richter, provoca um maremoto que causa ainda mais destruição na região de Tohoku, no Nordeste da ilha de Honshu, inclusive um acidente nuclear na central atômica de Fukushima, matando 19.747 pessoas.

Mais de 100 mil pessoas são retiradas da área. Durante a emergência, todos os três reatores operacionais se desligam automaticamente, mas, com a falta de energia elétrica, o sistema de resfriamento dos reatores para de funcionar.

O Reator nº 1 explode no dia 12 e o nº 3 no dia 14. O governo manda evacuar todo o mundo dentro de um raio de 20 quilômetros da central nuclear. Este raio é ampliado para 30 km. Cerca de 154 mil pessoas saem da região.

A maioria volta para casa, mas uma área de 371 km2 fica isolada até 2021 e pode ficar contaminada por décadas. O acidente nuclear de Fukushima é o segundo pior da história, atrás apenas do acidente de Chernobil, na Ucrânia, na época parte da União Soviética, em 26 de abril de 1986.

PANDEMIA DO CORONAVÍRUS

    Em 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declara que a doença do coronavírus de 2019 causa uma pandemia, uma epidemia de escala global.

A covid-19 surge na cidade de Wuhan, na China. O primeiro caso foi diagnosticado em 17 de novembro de 2019, de acordo com o jornal South China Morning Post, de Hong Kong. Em 3 de janeiro, a China confirmou à OMS que havia um novo coronavírus que causava uma pneumonia aguda que resistia a todos os tratamentos. Em 19 de janeiro, a China confirmou a transmissão entre seres humanos. 

Quatro anos depois, são 695.781.740 casos confirmados e 6.919.573 mortes. Um estudo publicado na revista médica britânica The Lancet com base no excesso de mortes em comparação com anos anteriores estima que o verdadeiro número de mortes seja três vezes maior, cerca de 20 milhões. Ao todo, mais de 13,4 bilhões de doses de vacina foram aplicadas no mundo inteiro.

O Brasil registrou 38.592.310 casos confirmados e perdeu pelo menos 740.427 vidas na pandemia. Teve a 20º maior taxa de mortalidades entre 228 países e territórios. Com 2,7% da população mundial, o Brasil teve mais de 10% das mortes na pandemia.

sábado, 11 de março de 2023

Hoje na História do Mundo: 11 de Março

GORBACHEV LÍDER COMUNISTA

    Em 1985, Mikhail Gorbachev é eleito secretário-geral do Partido Comunista da União Sovíetica e inicia uma abertura política (glasnost) e uma reforma econômica (perestroika) que acabam por destruir a pátria do comunismo.

TERREMOTO DE FUKUSHIMA

    Em 2011, o maior terremoto da história do Japão e o quarto maior desde 1900, de 9,1 graus na escala aberta de Richter, provoca um maremoto que causa ainda mais destruição na região de Tohoku, no Nordeste da ilha de Honshu, inclusive um acidente nuclear na central atômica de Fukushima, matando 19.747 pessoas.

Mais de 100 mil pessoas são retiradas da área. Durante a emergência, todos os três reatores operacionais se desligam automaticamente, mas, com a falta de energia elétrica, o sistema de resfriamento dos reatores para de funcionar.

O Reator nº 1 explode no dia 12 e o nº 3 no dia 14. O governo manda evacuar todo o mundo dentro de um raio de 20 quilômetros da central nuclear. Este raio é ampliado para 30 km. Cerca de 154 mil pessoas saem da região.

A maioria volta para casa, mas uma área de 371 km2 fica isolada até 2021 e pode ficar contaminada por décadas. O acidente nuclear de Fukushima é o segundo pior da história, atrás apenas do acidente de Chernobil, na Ucrânia, na época parte da União Soviética, em 26 de abril de 1986.

PANDEMIA DO CORONAVÍRUS

    Em 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declara que a doença do coronavírus de 2019 causa uma pandemia, uma epidemia de escala global.

A covid-19 surge na cidade de Wuhan, na China. O primeiro caso foi diagnosticado em 17 de novembro de 2019, de acordo com o jornal South China Morning Post, de Hong Kong. Em 3 de janeiro, a China confirmou à OMS que havia um novo coronavírus que causava uma pneumonia aguda que resistia a todos os tratamentos. Em 19 de janeiro, a China confirmou a transmissão entre seres humanos. 

Três anos depois, são 676.609.955 casos confirmados e 6.881.955 mortes. Um estudo publicado na revista médica britânica The Lancet com base no excesso de mortes em comparação com anos anteriores estima que o verdadeiro número de mortes seja três vezes maior, cerca de 20 milhões. Ao todo, 13,338.833.195 doses de vacina foram aplicadas no mundo inteiro.

O Brasil registrou 37.085.320 casos confirmados e perdeu pelo menos 699.310 vidas na pandemia. Teve a 20º maior taxa de mortalidades entre 228 países e territórios. Com 2,7% da população mundial, o Brasil teve mais de 10% das mortes na pandemia.

domingo, 3 de julho de 2022

Média de mortes por covid sobe há dez dias no Brasil

 Com mais 79 mortes e 25.549 diagnósticos positivos da doença do coronavírus de 2019 notificados neste domingo, o Brasil chegou a 32.502.469 casos confirmados e 672.017, sem contar a não notificação de 60 mil mortes no país, de acordo com estimativa de subnotificação feita pela Organização Mundial da Saúde no fim do ano passado.

A média diária de mortes nos últimos sete dias está em 223, com alta de 58% em duas semanas. Sobe em todas as regiões do país. Já esteve abaixo de 100. A média diária de casos novos dos últimos sete dias voltou a passar de 60 mil. Está em 60.785, com alta de 63% em duas semanas.

No mundo, o total de casos novos cresceu pela terceira semana seguida de 20 a 26 de junho, com alta de 18% para 4.182.217 milhões. O número de mortes aumentou 3% para 8.552.

Ao todo, no mundo, já são 549.112.329 casos confirmados e 6.338.974 mortes. No fim do ano passado, a OMS estimou o total de mortes em 14,9 milhões. Cerca de 529 milhões de pacientes se recuperaram, 13,7 milhões enfrentam casos assintomáticos, leves ou suaves e 38.247 estão em estado grave.

Leia mais em Quarentena News.

quinta-feira, 5 de maio de 2022

OMS estima que o total de mortes na pandemia seja muito maior

 O verdadeiro total de mortes da pandemia do coronavírus de 2019 até o fim do ano passado deve ter ficado entre 13,3 e 16,6 milhões, provavelmente em torno de 14,9 milhões, estimou hoje a Organização Mundial da Saúde (OMS) com base no excesso de mortes em relação a anos anteriores. O total oficial de mortes no período é de 5,4 milhões.

A revisão foi maior na Índia, que teria um total de 4,7 milhões de mortes, em vez das 524 mil notificadas. No Brasil, as vidas perdidas passariam de 620 para 680 mil até o fim de 2022. Sem revisão, os Estados Unidos se aproximam de 1 milhão de mortes.

No Brasil, foram notificadas nesta quinta-feira mais 151 mortes e 21.112 casos novos de covid-19, elevando os totais para 30.520.289 casos confirmados e 663.967 mortes. 

A média diária de mortes dos últimos sete dias voltou à estabilidade, depois de apresentar tendência de alta na semana passada. Caiu 3% em 14 dias para 97. A média de casos novos subiu 15% em duas semanas, o que significa tendência de alta, para 15.087 por dia.

Na semana de 25 de abril a 1º de maio, os números de casos novos e de mortes no mundo mantiveram a tendência de queda observada desde o fim de março deste ano. Foram mais 3.893.033 casos (-17% na semana) e 15.695 mortes (-3%). 

Ao todo hoje, são 516.180.725 milhões de casos confirmados e 6.247.584 milhões de mortes. Mais de 470 milhões de pacientes se recuperaram, mas um quarto dos hospitalizados tem sintomas de longo prazo, a covid longa. Pouco menos de 40 milhões têm casos assintomáticos, suaves ou médios e 40.365 estão em estado grave. 

O contágio aumentou na África (+31%) e na América (13%), e as mortes no Sul e no Leste da Ásia (+69%), principalmente por causa da notificação tardia da Índia.

Os maiores números de casos novos foram na Alemanha (558.958, -24%), na Itália (324.825, -8%), França (382.208, -30%), Coreia do Sul (380.455, -35%) e EUA (372.167, +27%).

Os maiores números de mortes foram nos EUA (2.199, -5%), Índia (1.650, +273%), Rússia (1.129, -19%), França (900, +2%) e Itália (898, -11%).

Mais de 11,64 bilhões de doses de vacinas foram aplicadas no mundo até agora. Mais de 5,15 bilhões de pessoas (65,3% da população mundial) receberam a primeira dose, mas só 15,8% nos países pobres. Cerca de 60% completaram a vacinação e 24% tomaram dose de reforço.

O Brasil deu a primeira dose a 177,36 milhões, 164,5 milhões (76,7% da população brasileira) completaram a vacinação e 87,37 milhões (40,7%) receberam ao menos uma dose extra.

sexta-feira, 29 de abril de 2022

Média de mortes por covid volta a ter tendência de alta

 A pandemia não acabou. Depois de 71 dias, a média de mortes pela doença do coronavírus de 2019 voltou a apresentar tendência de mortes no Brasil. Nas últimas 24 horas, foram notificadas mais 195 mortes e 14.463 diagnósticos positivos. 

Desde o início da pandemia, foram 30.429.140 casos confirmados e 663.484. A subvariante BA2 e a decisão equivocada das autoridades de suspender a obrigatoriedade do uso de máscaras em público explicam o novo surto.

A média de mortes dos últimos sete dias subiu 20% em duas semanas para 124. A média de casos no mesmo período caiu 9% para 13.548.

Na semana de 18 a 24 de abril, foram registrados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) 4.548.226 casos novos, uma queda 21% em relação à semana anterior, e 15.134 mortes, 20% a menos do que uma semana antes.

Houve alta no contágio na África (32%) e na América (9%). As mortes tiveram alta na África (110%) e no Sul e Leste da Ásia (41%) por causa de um atraso na inclusão de dados da Índia. A OMS adverte que estes dados precisam ser vistos com cautela porque muitos países reduziram a testagem com o declínio da pandemia.

Ao todo, são 513.072.357 casos confirmados e 6.234.003 mortes. Mais de 466 milhões de pacientes se recuperaram, mas 25% dos hospitalizados apresentam sintomas de longo prazo, cerca de 40,8 milhões têm casos assintomáticos, leves ou médios e 41.372 (0,1% dos casos ativos) estão em estado grave.

Os maiores números de casos novos foram relatados na Alemanha (675.022), na Coreia do Sul (589.442), na França (542.496), na Itália (419.374) e nos Estados Unidos (298.306), onde houve uma alta de 52% em duas semanas. Os maiores números de mortes foram nos EUA (2.354), apesar da queda de 32% em duas semanas, na Rússia (1.402), na Coreia do Sul (1.041), na Itália (1.007) e no Reino Unido (903).

A China, origem da pandemia, enfrenta a pior onda de contaminação desde o surto inicial, no fim de 2019 e início de 2020, com mais de 180 milhões de pessoas sob confinamento, especialmente em Xangai, a maior e mais rica cidade chinesa e maior porto do mundo, paralisada há cinco semanas. Ontem, houve um panelaço de gente revoltada com as rações insuficientes distribuídas pelo regime comunista chinês.

Mais de 11,58 bilhões de doses de vacinas foram aplicadas até agora no mundo e 11,47 milhões estão sendo inoculadas por dia. Mais de 5,13 bilhões (65% da população mundial) tomaram ao menos uma dose) tomaram ao menos uma dose, 60% completaram a vacinação e 24% receberam uma dose de reforço.

Na China, 89% tomaram duas doses e 53%, três doses, mas as vacinas chinesas são menos eficazes do que as vacinas ocidentais de RNA e, como as cepas anteriores foram controladas, pouco chineses desenvolveram imunidade por contato com o vírus. E 11% na China são 155 milhões de pessoas.

O Brasil deu a primeira dose a 177,2 milhões de pessoas, mais de 164 milhões (76,46% da população brasileira) completaram a vacinação e 86,3 milhões (40,23%) tomaram ao menos uma dose de reforço.

Para estar protegido contra a variante ômicron e suas subvariantes, é importante tomar a terceira e a quarta doses.

sexta-feira, 1 de abril de 2022

Brasil chega a 660 mil mortes na pandemia

Com mais 205 mortes e 26.536 diagnósticos positivos da doença do coronavírus notificados hoje, o Brasil chegou hoje a 29.972.606 casos confirmados e à marca trágica de 660 mil mortes na pandemia, informou um consórcio de empresas jornalísticas com base em dados das secretarias estaduais da Saúde.

A média diária de mortes dos últimos sete dias caiu 34% em duas semanas para 206. É a menor desde 18 de janeiro. A média diária de casos novos baixou 35% para 24.533. Ambas têm forte tendência de queda.

O Brasil tem o segundo maior número de casos e o terceiro de casos confirmados. Tem o segundo maior número de mortes e o terceiro de casos confirmados. É o 15º país com maior taxa de mortalidade, atrás apenas do Peru, de antigos países comunistas da Europa Oriental e da pequeníssima República de São Marinho.

No mundo, já são 489.212.762 casos confirmados e 6.147.593 mortes. A média diária de casos novos recuou 14% em duas semanas para 1.545.637 e a média diária de mortes baixou 7% para 4.739.

Mais de 424 milhões de pacientes se recuperaram, cerca de 30% dos hospitalizados com sintomas de longo prazo, cerca de 59 milhões têm casos assintomáticos, leves ou médios e 57.298 (0,1% dos casos ativos) estão em estado grave.

Os Estados Unidos têm o maior número de casos confirmados (80.140.160) e de mortes (982.334). A média diária de casos novos recuou 8% em duas semanas para 27.846. As hospitalizações caíram 39% no mesmo período. A média diária de mortes diminuiu 43% em duas semanas para 698.

Cerca de 11,3 bilhões de doses de vacinas foram aplicadas até agora no mundo. Mais de 5 bilhões de pessoas (64,28% da população mundial) tomaram ao menos uma dose, mas só 14,5% nos países pobres. Cerca de 58% completaram a vacinação e 21% tomaram a dose extra.

O Brasil deu a primeira dose a 175,8 milhões de pessoas, mais de 160,7 milhões (75% da população brasileira) completaram a vacinação e 77,9 milhões (36,3%) receberam a dose de reforço.

segunda-feira, 7 de março de 2022

Mundo passa de 6 milhões de mortes

Com mais 1.146.780 diagnósticos positivos em 24 horas e média de 7.238 mortes por dia nos últimos sete dias, o mundo chegou a 447.646.610 casos confirmados e 6.006.697 mortes da doença do coronavírus de 2019. 

Mais de 382 milhões de pacientes se recuperaram e 70.246 estão em estado grave. O contágio está em alta na China, em Hong Kong, na Coreia do Sul e da Nova Zelândia.

A revista inglesa The Economist estima que o total real de mortes seja de 19,9 milhões, com 95% de chance de que esteja entre 14,1 e 23,6 milhões.

O Brasil notificou mais 211 mortes e 20.644 casos novos nesta segunda-feira. Soma agora 29.066.590 casos confirmados e 625.418 vidas perdidas na pandemia. 

A média diária de mortes dos últimos sete dias caiu 48% em duas semanas para 425. É a menor desde 27 de janeiro. A média de casos novos baixou 59% em duas semanas para 40.074, a menor desde 27 de janeiro.

Mais de 10,88 milhões de doses de vacinas foram aplicadas até agora no mundo. Mais de 4,99 bilhões de pessoas (63,32% da população mundial) tomaram ao menos uma dose, mas só 13,6% nos países pobres. Mais de 58% completaram a vacinação e 19% tomaram a dose de reforço.

O Brasil deu a primeira dose 173,27 milhões de pessoas, 156,25 milhões (72.9% da população brasileira) completaram a vacinação e 66,5 milhões (31%) receberam a dose extra.

No Brasil e no mundo, o contágio e as mortes estão diminuindo, mas a pandemia ainda não acabou. Hoje, a Prefeitura do Rio de Janeiro decidiu dispensar o uso obrigatório de máscaras em ambientes fechados.

Em entrevista ao canal do YouTube do Dr. Carlos von Mühlen, o Dr. Marcus Vinicius Lacerda, infectologista da Fundação de Medicina Tropical, em Manaus, e professor da Universidade Estadual do Amazonas e da Universidade do Texas, considerou a medida prematura.

quinta-feira, 3 de março de 2022

Média movel de mortes por covid-19 cai abaixo de 500 por dia

 O Brasil registrou mais 594 mortes e 66.908 diagnósticos positivos da doença do coronavírus 2019 nesta quinta-feira, chegando a um total de 28.906.214 casos confirmados e 650.646 vidas perdidas na pandemia.

A média diária de mortes dos últimos sete dias caiu 46% em duas semanas para 451. Pela primeira vez desde 28 de janeiro, ficou abaixo de 500. A média de casos novos baixou 58% em duas semanas para 46.460. Estes números podem estar distorcidos pela subnotificação durante o Carnaval.

No mundo, já são 446.068.951 casos confirmados e 5.981.034 mortes. Mais de 375 milhões de pacientes se recuperaram e 73.130 estão em estado grave.

Os Estados Unidos notificaram mais 74.491 casos e 1.995 mortes na quinta-feira. Somam o maior número de casos confirmados (79.196.008) e de mortes (956.261) na pandemia. 

A média diária de casos novos dos últimos sete dias caiu 55% em duas semanas para 51.599. O total de pacientes hospitalizados diminuiu 43% para 44.785 e o internados em UTIs 43% para 8.364. A média de mortes baixou 26% no mesmo período para 1.706.

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA divulgou dados que indicam que 90% dos norte-americanos não precisam mais usar máscaras.

Mais de 10,81 bilhões de doses de vacinas foram aplicadas até agora no mundo, mas só 13% dos habitantes de países pobres tomaram uma dose. O Brasil deu a primeira dose a 172,8 milhões de pessoas, 155,3 milhões completaram a vacinação e 65,3 milhões tomaram a dose de reforço.

quarta-feira, 2 de março de 2022

Brasil ultrapassa a marca de 650 mil mortes na pandemia

 Com mais 335 mortes e 29.841 diagnósticos positivos da doença do coronavírus de 2019 notificados nesta quarta-feira, o Brasil chegou a 28.839.306 casos confirmados e 650.052 vidas perdidas na pandemia.

A média diária de mortes dos últimos sete dias caiu 39% em duas semanas para 509. A média de casos novos baixou 57% para 50.543 por dia, mas este número deve ser visto com cautela por causa da subnotificação durante o Carnaval. Daqui a duas semanas, será possível avaliar o aumento do contágio durante a festa.

No mundo, já são 439.955.423 casos confirmados e 5.972.249 mortes. Mais de 373 milhões de pacientes se recuperaram, cerca de 60,9 milhões têm casos assintomáticos, leves ou médios e 75.859 estão em estado grave.

Na semana passada, de 21 a 27 de fevereiro, o número de casos novos no mundo recuou 16% para 10.776.582, enquanto as mortes baixaram 10% para 60.155, informou o boletim epidemiológico semanal da Organização Mundial da Saúde (OMS). 

Os maiores números de casos novos foram na Alemanha, na Coreia do Sul, na Rússia, na Turquia e no Brasil. Houve mais mortes nos Estados Unidos, na Rússia, no Brasil, no México e na Turquia.

Mais de 10,78 bilhões de doses de vacinas foram aplicadas até agora no mundo. Mais de 4,94 bilhões de pessoas (62,7% da população mundial) tomaram ao menos uma dose, mas só 12,9% nos países pobres. Mais de 57% completaram a vacinação e 18% receberam a dose extra. 

O Brasil deu a primeira dose 172,7 milhões de pessoas, 155,3 milhões completaram a vacinação e 64,8 milhões tomaram a dose de reforço. 

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2022

Fevereiro foi mês com maior número de casos novos de covid no Brasil

 O Brasil notificou mais 248 mortes e 21.250 diagnósticos positivos da doença do coronavírus de 2019, chegando a 28.786.072 casos confirmados e 649.443 vidas perdidas. Fevereiro foi o mês com o maior número de casos novos (3.331.967), mas as mortes não aumentaram na mesma escala por causa do avanço na vacinação.

A média diária de mortes dos últimos sete dias caiu 20% em duas semanas para 678.  Há dois dias, está abaixo de 700 mortes por dia. A média de casos novos baixou 40% em duas semanas para 76.497 por dia. Há uma semana, está abaixo de 100 mil.

No mundo, houve pelo menos 436.973.863 casos confirmados e 5.956.266 mortes. Mais de 368,5 milhões de pacientes se recuperaram, cerca de 62,44 milhões têm caos assintomáticos, leves ou médios e 74.681 estão em estado grave.

Os Estados Unidos registraram mais 75.567 casos e 2.430 mortes. É o país com mais casos confirmados (79.045.043) e mais mortes (950.490) na pandemia. O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) estimou que 140 milhões de norte-americanos, 43% da população, pegaram o coronavírus.

A média de casos novos dos últimos sete dias caiu 58% em duas semanas para 65.199. Os hospitalizados (51.062) e os internados em URIs (9.662) são 42% menos. A média de mortes baixou 23% em duas semanas para 1.855 por dia.

Mais de 10,73 bilhões de doses de vacinas foram aplicadas até agora no mundo. Mais de 4,94 bilhões de pessoas (62,7% da população mundial) tomaram ao menos uma dose, mas só 12,6% nos países pobres. Mais de 57% completaram a vacinação e 18% tomaram a dose de reforço.

O Brasil deu a primeira dose a 172,6 milhões pessoas, mais de 155 milhões (72,4% da população brasileira) completaram a vacinação e 64,4 milhões (30%) receberam a dose extra, num total de mais de 391,4 milhões de doses aplicadas.

domingo, 27 de fevereiro de 2022

Média diária de mortes numa semana cai abaixo de 700

O Brasil notificou hoje mais 206 mortes e 21.731 diagnósticos positivos da doença do coronavírus de 2019, provavelmente com subnotificação por ser domingo. Chegou assim a 28.764.822 casos confirmados e 690 vidas perdidas na pandemia.

A média diária de mortes dos últimos sete dias 22% em duas semanas para 690. Desde 3 de fevereiro, não ficava abaixo de 700. A média de casos novos baixou 40% em duas semanas para 79.605.

No mundo, são 435.045.459 casos confirmados e 5.948.159 mortes. Mais de 366 milhões de pacientes se recuperaram, cerca de 63 milhões têm casos assintomáticos, suaves ou médios e 75.668 estão em estado grave.

Os Estados Unidos registraram mais 5.832 casos e 184 mortes, provavelmente com subnotificação no fim de semana. Têm o maior número de casos confirmados (78.939.142) e de mortes (948.397) na pandemia.

A média diária de casos novos dos últimos sete dias nos EUA recuou 62% em duas semanas para 65.858. O total da paciente de covid hospitalizados diminuiu 43% em duas semanas para 52.909 e o de internados em UTIs 42% para 10.033. A média de mortes caiu 24% em duas semanas para 1.867.

Mais de 10,7 bilhões de doses de vacinas foram aplicadas no mundo até agora, Mais de 4,93 bilhões de pessoas (62,58% da população mundial) tomaram ao menos uma dose, mas só 12,3% nos países ricos. Cerca de 57% completaram a vacinação e 17% tomaram a dose extra.

O Brasil deu a primeira dose a 172,4 milhões, 154,9 milhões (72,3% da população brasileira) completaram a vacinação e mais de 64 milhões (29,89%) receberam a dose de reforço.

sábado, 26 de fevereiro de 2022

Média de mortes mantém tendência de queda pelo segundo dia

 Com mortes e contágio em queda, o Brasil notificou neste sábado mais 722 óbitos e 71.897 diagnósticos positivos da doença do coronavírus elevando os totais para 28.743.091 casos confirmados e 648.989 vidas perdidas em dois anos de pandemia. O primeiro caso no país foi registrado em 26 de fevereiro de 2020, em São Paulo.

A média diária de mortes dos últimos sete caiu 18% em duas semanas para 722, no segundo dia seguido com tendência de baixa. A média de casos novos recuou 38% em duas semanas para 83.427 por dia.

No mundo, já são 434.097.166 casos confirmados e 5.943.604 mortes. Mais de 364,5 milhões de pacientes se recuperaram e 76.647 (0,1% dos casos ativos) estão em estado grave.

Os Estados Unidos registraram mais 33.368 casos e 814 mortes neste sábado. O país tem o maior número de casos confirmados (78.929.832) e de mortes (948.200) na pandemia.

A média diária de casos novos dos últimos sete dias nos EUA baixou 63% em duas semanas para 66.441. O total de pacientes hospitalizados (54.842) é 43% do era que duas semanas atrás e o de doentes em terapia intensiva (10.415) diminuiu 42%. A média de mortes caiu 24% em duas semanas para 1.872 por dia.

O Brasil deu a primeira dose de vacina a 172,4 milhões de pessoas, 154,76 milhões (72,22% da população brasileira) completaram a vacinação e 63,8 milhões (29,78%) tomaram a dose de reforço.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022

Média de casos tem tendência de queda após quase dois meses

 Com mais 781 mortes e 90.199 diagnósticos positivos de doença do coronavírus de 2019, o Brasil soma agora 28.671.194 casos confirmados e 648.267 vidas perdidas na pandemia. 

A média diária de mortes dos últimos sete dias voltou a apresentar tendência de queda, -18% em duas semanas para 737, o que não acontecia desde 3 de janeiro, confirmando que a onda da variante ômicron passou do pico de mortes. A média de casos novos baixou 36% em duas semanas para 86.710.

No mundo, já são 433.674.243 casos confirmados e 5.941.787 mortes. Mais de 363 milhões de pacientes se recuperaram, cerca de 64 milhões têm casos assintomáticos, suaves ou médios e 77.730 estão em estado grave.

Os Estados Unidos registraram mais 89.674 casos e 2.420 mortes na sexta-feira. Têm o maior número de casos confirmados (78.917.079) e de mortes (947.825) na pandemia. 

A média diária de casos novos dos últimos sete dias recuou 63% em duas semanas para 68.642. O total da pacientes hospitalizados baixou 44% em duas semanas para 55.708 e o de internado em UTIs 43% para 10.592. A média de mortes caiu 23% em duas semanas para 1.896.

Mais de 10,68 bilhões de doses de vacinas foram aplicadas até agora no mundo. Mais de 4,93 bilhões de pessoas (62,58% da população mundial) tomaram ao menos uma dose, mas só 12,3% nos países ricos. Cerca de 57% completaram a vacinção e 17% tomaram a dose extra.

O Brasil deu a primeira dose a 172,3 milhões, 154,7 milhões (72,2% da população brasileira) completaram a vacinação e 63,5 milhões (29,65%) receberam a dose de reforço. Meu balanço semanal da pandemia:

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2022

Média de mortes por covid-19 cai abaixo de 800 por dia após 16 dias

 O  Brasil notificou nesta quinta-feira mais 996 mortes e 95.493 diagnósticos positivos de doença do coronavírus de 2019. O país soma agora 28.580.995 casos confirmados e 647.486 vidas perdidas na pandemia.

A média diária de mortes dos últimos sete dias caiu 11% em duas semanas para 784. Depois de 16 dias, ficou abaixo de 800. Ainda está na faixa que os epidemiologistas chamam de estabilidade, com variação de mais ou menos 15%, mas o percentual de queda é cada vez maior, num sinal de que a onda da variante ômicron passou do pico de mortes.

A média de casos novos baixou 34% em duas semanas para 91.130 por dia. Há três dias, está abaixo de 100 mil.

No mundo, já são 431.217.460 casos confirmados e 5.927.539 mortes. Mais de 359 milhões de pacientes se recuperaram, cerca de 63,2 milhões têm casos assintomáticos, suaves ou médios e 79.293 estão em estado grave.

Os Estados Unidos registraram mais 68.729 casos e 3.127 mortes na quinta-feira. Ao todo, têm o maior número de casos confirmados (78.798.989) e de mortes (944.828) na pandemia. 

A média diária de casos novos nos EUA recuou 65% em duas semanas para 72.754. O total de hospitalizados baixou 43% em duas semanas para 58.497 e o de internados em UTIs caiu 42% em duas semanas para 11.172. A média diária de mortes (1.868) está 27% abaixo de duas semanas atrás.

Mais de 10,65 bilhões de doses de vacina foram aplicadas até agora no mundo. Mais de Mais de 4,9 bilhões de pessoas (62,2% da população mundial) tomaram ao menos uma dose, mas só 12,3% nos países pobres. Mais de 56% completaram a vacinação e 17% receberam a dose de reforço.

O Brasil deu a primeira dose a mais de 172 milhões de pessoas, 154,5 milhões completaram a vacinação e quase 62,8 milhões tomaram a dose extra, num total de mais de 389 milhões de doses aplicadas.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2022

Média da mortes por covid-19 cai mais um pouco no Brasil

 Mais 956 mortes e 133.626 diagnósticos positivos da doença do coronavírus de 2019 foram notificados hoje no Brasil, elevando os totais para 28.485.502 casos confirmados e 646.490 vidas perdidas na pandemia. 

A média de mortes dos últimos sete dias baixou de 816 para 803, com queda de 8% em duas semanas, o que está na faixa de estabilidade. A média de casos novos diminuiu 34% m duas semanas para 96.185 por dia.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2022

Média de casos novos de covid cai abaixo de 100 mil após 34 dias

 Com mais 839 mortes e 101.285 diagnósticos positivos da doença do coronavírus de 2019 registrados nesta terça-feira, o Brasil chegou a 28.351.876 casos confirmados e 645.534 vidas perdidas na pandemia.

A média diária de mortes dos últimos sete dias voltou a cair (7%) na comparação com duas semanas atrás, para 816. A variação está dentro da faixa que os epidemiologistas consideram de estabilidade, de mais a menos 15%. 

A média de casos novos está em queda desde o início do mês e de 40% em duas semanas para 98.231 por dia. Pela primeira vez em 34 dias, ficou abaixo de 100 mil.

O total de casos confirmados no mundo está em 427.795.294, com 5.905.492 mortes. Mais de 356 milhões de pacientes se recuperaram, cerca de 65,8 milhões têm casos assintomáticos, suaves ou médios e 80.167 estão em estado grave.

No mundo, a média diária de casos novos dos últimos sete dias recuou 34% em duas semanas. Está em 1.772.606. A média de mortes baixou 16% em duas semanas para 9.200.

É uma tendência observada desde a semana passada. De 14 a 20 de fevereiro, houve uma queda de 21% em relação à semana anterior nos casos novos, que somaram 12.793.962. As mortes diminuíram 8% para 67.519, informou o boletim epidemiológico semanal da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Só a região do Pacífico Ocidental da OMS, que inclui o Leste da Ásia e a Oceania, teve aumento no número de casos (29%). As outras regiões tiveram queda: Mediterrâneo Oriental (-34%), América (-29%), Europa e Ásia Central (-26%) e Sudeste Asiático (-17%). A Europa registrou 56% dos casos novos.

O maior número de casos foi na Rússia (1.236,910, com queda de 7%), seguida por Alemanha (1.218.465, -8%), Brasil (773.353, -23%), EUA (746.129, -6%) e Coreia do Sul (612.195, +80%).

As mortes aumentaram no Pacífico Ocidental (21%) e na África (20%). Caíram no Sudeste Asiático (-37%), na América (-9%), na Europa e Ásia Central (-5%) e no Mediterrâneo Oriental (-4%).

O maior número de mortes foi nos EUA (14.723, -6%), seguido por Brasil (5.877, -11%), Rússia (5.252, +8%), Índia (3.238, -51%) e México (2.221, +8%).

Os Estados Unidos notificaram mais 135.241 casos e 3.566 mortes na terça-feira, números provavelmente inflados depois da subnotificação no fim da semana. Têm o maior número de casos confirmados (78.648.651) e de mortes (939.0610 na pandemia.

A média diária de casos novos dos últimos sete dias caiu 66% em duas semanas para 81.823. O total de pacientes hospitalizados baixou 42% em duas semanas para 64.308 e o de internados em unidades de terapia intensiva 40% para 12.269. A média de mortes recuou 24% no mesmo período para 1.960.

Sob pressão da China, Hong Kong vai testar todos os 7 milhões de habitantes para tentar conter a onda da variante ômicron.

Mais de 10,6 bilhões de doses de vacinas foram aplicadas até agora no mundo. Mais de 4,9 bilhões de pessoas (62,2% da população mundial) tomaram ao menos uma dose, mas só 12% nos países pobres. Mais de 56% completaram a vacinação e 17% receberam a dose de reforço.

O Brasil deu pelo menos uma dose a 171,5 milhões, 153,9 milhões (71,8% da população brasileira) completaram a vacinação e 61,4 milhões tomaram a dose extra, num total de mais de 386,8 milhões de doses aplicadas. 

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022

Média de mortes chega à estabilidade no Brasil

 O Brasil notificou hoje mais 333 mortes e 43.001 diagnósticos positivos da doença do coronavírus de 2019, elevando o total de casos confirmados para 28.250.591 e o de vidas perdidas na pandemia para 644.695. 

A média diária de mortes dos últimos sete dias ficou estável em relação a duas semanas atrás em 826, mais um sinal de que a onda da ômicron passou do pico de mortes, que deve ter sido 894 em 12 de fevereiro. A média de casos novos caiu 38% em duas semanas para 101.351. Ainda são números elevados, mas a curva está descendo.

No mundo, já são 425.911.613 casos confirmados e 5.890.329 mortes. Mais de 353,5 milhões de pacientes se recuperaram, cerca de 66,44 milhões têm casos assintomáticos, suaves ou médios e 81.242 estão em estado grave.

Os Estados Unidos registraram mais 558 mortes e 36.915 casos. Têm mais casos confirmados (78.529.099) e mortes (935.990) do que qualquer outro país.

A média diária de casos novos dos últimos sete dias nos EUA caiu 65% em duas semanas para 89.024. O número de hospitalizados diminuiu 41% em duas semanas para 67.489 e o de internados em UTIs 39% para 12.830. A média de mortes baixou 19% para 2.096.

Mais de 10,57 milhões de doses de vacinas foram aplicadas até agora no mundo. Mais de 4,9 bilhões de pessoas (62,2% da população mundial) tomaram ao menos uma dose, mas só 11,4% nos países pobres. Mais de 56% completaram a vacinação e 17% receberam a dose de reforço.

O Brasil deu a primeira dose a 171,2 milhões de pessoas, 153,7 milhões (71,7% da população brasileira) completaram a vacinação e 60,7 milhões tomaram a dose extra, num total de mais de 385,7 milhões de doses aplicadas.

sábado, 19 de fevereiro de 2022

EUA estudam aplicação de segunda dose de reforço

 A agência federal de Administração de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA) está examinando a possibilidade de autorizar a aplicação de uma quarta dose e vacina ou segunda dose de reforço de vacinas de mRNA contra o coronavírus de 2019 no outono, antes do próximo inverno no Hemisfério Norte, revelou neste sábado o jornal The Wall Street Journal.

O Brasil notificou mais 827 mortes e 94.876 diagnósticos positivos de covid-19, elevando os totais para 28.159.100 casos confirmados e 643.938 vidas perdidas na pandemia. 

A média diária de mortes dos últimos sete dias caiu de 840 para 831, mas registra alta de 8% em duas semanas, o que indica estabilidade. A onda da variante ômicron pode ter chegado ao pico de mortes (894) em 12 de fevereiro. A média de casos caiu 38% em duas semanas para 104.875.

No mundo, já são 423.679.880 casos confirmados e 5.884.187 mortes. Mais de 349,5 milhões de pacientes se recuperaram e 81.967 estão em estado grave.

Os Estados Unidos registraram mais 49.440 casos e 1.077, provavelmente com subnotificação no fim de semana. Somam o maior número de casos confirmados (78.469.202) e de mortes (935.174) na pandemia.

A média de casos novos dos últimos sete dias nos EUA caiu 65% em duas semanas para 106.696. O total de hospitalizados recuou 41% em duas semanas para 71.868 e o de internados em unidades de terapia intensiva 38% para 13.627. A média de mortes baixou 13% em duas semanas para 2.253 por dia.