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sábado, 6 de junho de 2026

Hoje na História do Mundo: 6 de Junho

MUSEU EM OXFORD

     Em 1683, a Universidade de Oxford abre o Museu Ashmoleum, a primeiro de uma universidade.

Durante a Restauração da monarquia, a partir de 1660, quando termina o breve período republicano da história da Inglaterra, iniciado em 1649, Oxford é o centro da atividade científica no país. 

Em 1677, o biólogo Elias Ashmoleum doa sua coleção à universidade, que contrata o arquiteto Sir Christopher Wren, o mesmo da Catedral de São Paulo, em Londres, para construir o prédio.

Inicialmente usado exclusivamente por alunos e professores, o museu é aberto ao público em 1845. Tem hoje desde artefatos humanos de 500 mil anos atrás a obras de arte do século 20.

EUA ENTRAM NA PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL

    Em 1918, começa a Batalha do Bosque de Belleau, a primeira importante com a participação de forças dos Estados Unidos durante a Primeira Guerra Mundial (1914-18). 

Em maio, na sua terceira ofensiva naquele ano na Frente Ocidental, a Alemanha chega a 72 quilômetros de Paris. Sob o comando do general John Pershing, os americanos, britânicos e franceses contêm o avanço alemão na estrada Paris-Metz e lançam uma contraofensiva para desalojar o inimigo do Bosque de Belleau.

Os EUA declaram guerra à Alemanha em 6 de abril de 1917, depois de vários ataques contra navios mercantes no Oceano Atlântico. Como não têm tropas nem equipamentos militares na Europa, são necessários meses para entrar em combate.

DIA D

   Em 1944, durante a Segunda Guerra Mundial (1939-45), as forças aliadas invadem a região da Normandia, no Noroeste da França, sob o comando do general Dwight Eisenhower, na maior operação de assalto anfíbio da história, com mais de 150 mil soldados. É o Dia D.

Antes de amanhecer, mais de 18 mil paraquedistas dos Estados Unidos e do Reino Unido saltam como força de vanguarda do ataque. Os primeiros são todos mortos. 

A frota tem cerca de 7 mil navios. Cerca de 13 mil aviões dão cobertura aérea. Às seis e meia da manhã, começa o desembarque de 155 mil soldados para romper a Muralha do Atlântico, uma série de fortificações erguidas pela Alemanha Nazista, que invadira a França em maio de 1940.

Pouco mais de dois meses e meio depois do Dia D, em 25 de agosto, Paris é libertada. O ditador Adolf Hitler manda o comandante militar alemão, Dietrich von Choltitz, destruir a capital da França. Nas suas memórias, Choltitz reivindica o crédito por poupar a cidade, mas talvez tenha perdido o controle da situação.

A Segunda Guerra Mundial termina na Europa em 8 de maio de 1945, quando o Exército Vermelho da União Soviética toma Berlim. A Guerra do Pacífico termina em 15 de agosto com a rendição do Japão depois de ser atacado com bombas atômicas em Hiroxima e Nagasáki.

PRIMEIRO UNIVERSITÁRIO NEGRO MORRE

    Em 1966, James Meredith, o primeiro negro a entrar na Universidade do Mississípi, é baleado mortalmente no segundo dia da sua solitária Marcha contra o Medo.

Meredith é admitido pela universidade em 1962 e barrado quando sabem sua cor. Recorre à Justiça Federal. Mesmo assim, o governador tenta impedi-lo. Ele entra na universidade escoltado pela polícia. O fato provoca protestos e choques em que dois estudantes morrem.

Quando Meredith é morto, outros líderes do movimento negro como Martin Luther King Jr. e Stokely Carmichael aparecem para completar a Marcha contra o Medo. Durante a caminhada, Carmichael fala pela primeira vez em "poder negro", sua proposta na luta pelos direitos civis nos EUA, que inclui o uso da força.

ÍNDIA ATACA TEMPLO SAGRADO

    Em 1984, o Exército da Índia invade o Templo Dourado de Amritsar, depois de dois anos luta contra separatistas da seita sikh, que sonham com a independência do Calistão, e mata pelo menos 500 rebeldes.

Também morrem mais de 100 soldados, além de civis da seita sikh. O Exército ainda cerca guerrilheiros sikhs em cerca de 30 templos e santuários no estado do Punjab. O governo apresenta a operação como uma vitória definitiva sobre a revolta sikh.

O siquismo ou sikhismo é uma religião criada no século 15 por Guru Nanak. Combina elementos do hinduísmo e do islamismo, as duas religiões dominantes na Índia. Nos anos 1970, o Punjab torna-se um dos estados mais prósperos da Índia, o que alimenta o sonho de autonomia. A luta armada pela independência para criar o Calistão, a terra os puros, começa em 1982.

Meses depois da invasão ao lugar mais sagrado do siquismo, em 31 de outubro, dois guarda-costas sikhs assassinam a primeira-ministra Indira Gandhi. Em retaliação, hindus matam milhares de sikhs até que o filho e herdeiro político de Indira, o primeiro-ministro Rajiv Gandhi, manda o Exército intervir para parar com a matança.

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sexta-feira, 6 de junho de 2025

Hoje na História do Mundo: 6 de Junho

 MUSEU EM OXFORD

     Em 1683, a Universidade de Oxford abre o Museu Ashmoleum, a primeiro de uma universidade.

Durante a Restauração da monarquia, a partir de 1660, quando termina o breve período republicano da história da Inglaterra, iniciado em 1649, Oxford é o centro da atividade científica no país. 

Em 1677, o biólogo Elias Ashmoleum doa sua coleção à universidade, que contrata o arquiteto Sir Christopher Wren, o mesmo da Catedral de São Paulo, em Londres, para construir o prédio.

Inicialmente usado exclusivamente por alunos e professores, o museu é aberto ao público em 1845. Tem hoje desde artefatos humanos de 500 mil anos atrás a obras de arte do século 20.

EUA ENTRAM NA PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL

    Em 1918, começa a Batalha do Bosque de Belleau, a primeira importante com a participação de forças dos Estados Unidos durante a Primeira Guerra Mundial (1914-18). 

Em maio, na sua terceira ofensiva naquele ano na Frente Ocidental, a Alemanha chega a 72 quilômetros de Paris. Sob o comando do general John Pershing, os americanos, britânicos e franceses contêm o avanço alemão na estrada Paris-Metz e lançam uma contraofensiva para desalojar o inimigo do Bosque de Belleau.

Os EUA declaram guerra à Alemanha em 6 de abril de 1917, depois de vários ataques contra navios mercantes no Oceano Atlântico. Como não têm tropas nem equipamentos militares na Europa, são necessários meses para entrar em combate.

DIA D

   Em 1944, durante a Segunda Guerra Mundial (1939-45), as forças aliadas invadem a região da Normandia, no Noroeste da França, sob o comando do general Dwight Eisenhower, na maior operação de assalto anfíbio da história, com mais de 150 mil soldados. É o Dia D.

Antes de amanhecer, mais de 18 mil paraquedistas dos Estados Unidos e do Reino Unido saltam como força de vanguarda do ataque. Os primeiros são todos mortos. 

A frota tem cerca de 7 mil navios. Cerca de 13 mil aviões dão cobertura aérea. Às seis e meia da manhã, começa o desembarque de 155 mil soldados para romper a Muralha do Atlântico, uma série de fortificações erguidas pela Alemanha Nazista, que invadira a França em maio de 1940.

Pouco mais de dois meses e meio depois do Dia D, em 25 de agosto, Paris é libertada. O ditador Adolf Hitler manda o comandante militar alemão, Dietrich von Choltitz, destruir a capital da França. Nas suas memórias, Choltitz reivindica o crédito por poupar a cidade, mas talvez tenha perdido o controle da situação.

A Segunda Guerra Mundial termina na Europa em 8 de maio de 1945, quando o Exército Vermelho da União Soviética toma Berlim. A Guerra do Pacífico termina em 15 de agosto com a rendição do Japão depois de ser atacado com bombas atômicas em Hiroxima e Nagasáki.

PRIMEIRO UNIVERSITÁRIO NEGRO MORRE

    Em 1966, James Meredith, o primeiro negro a entrar na Universidade do Mississípi, é baleado mortalmente no segundo dia da sua solitária Marcha contra o Medo.

Meredith é admitido pela universidade em 1962 e barrado quando sabem sua cor. Recorre à Justiça Federal. Mesmo assim, o governador tenta impedi-lo. Ele entra na universidade escoltado pela polícia. O fato provoca protestos e choques em que dois estudantes morrem.

Quando Meredith é morto, outros líderes do movimento negro como Martin Luther King Jr. e Stokely Carmichael aparecem para completar a Marcha contra o Medo. Durante a caminhada, Carmichael fala pela primeira vez em "poder negro", sua proposta na luta pelos direitos civis nos EUA, que inclui o uso da força.

ÍNDIA ATACA TEMPLO SAGRADO

    Em 1984, o Exército da Índia invade o Templo Dourado de Amritsar, depois de dois anos luta contra separatistas da seita sikh, que sonham com a independência do Calistão, e mata pelo menos 500 rebeldes.

Também morrem mais de 100 soldados, além de civis da seita sikh. O Exército ainda cerca guerrilheiros sikhs em cerca de 30 templos e santuários no estado do Punjab. O governo apresenta a operação como uma vitória definitiva sobre a revolta sikh.

O siquismo ou sikhismo é uma religião criada no século 15 por Guru Nanak. Combina elementos do hinduísmo e do islamismo, as duas religiões dominantes na Índia. Nos anos 1970, o Punjab torna-se um dos estados mais prósperos da Índia, o que alimenta o sonho de autonomia. A luta armada pela independência para criar o Calistão, a terra os puros, começa em 1982.

Meses depois da invasão ao lugar mais sagrado do siquismo, em 31 de outubro, dois guarda-costas sikhs assassinam a primeira-ministra Indira Gandhi. Em retaliação, hindus matam milhares de sikhs até que o filho e herdeiro político de Indira, o primeiro-ministro Rajiv Gandhi, manda o Exército intervir para parar com a matança. 

quinta-feira, 6 de junho de 2024

Hoje na História do Mundo: 6 de Junho

 MUSEU EM OXFORD

     Em 1683, a Universidade de Oxford abre o Museu Ashmoleum, a primeiro de uma universidade.

Durante a Restauração da monarquia, a partir de 1660, quando termina o breve período republicano da história da Inglaterra, Oxford é o centro da atividade científica no país. 

Em 1677, o biólogo Elias Ashmoleum doa sua coleção à universidade, que contrata o arquiteto Sir Christopher Wren, o mesmo da Catedral de São Paulo, em Londres, para construir o prédio.

Inicialmente usado exclusivamente por alunos e professores, o museu é aberto ao público em 1845. Tem hoje desde artefatos humanos de 500 mil anos atrás a obras de arte do século 20.

EUA ENTRAM NA PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL

    Em 1918, começa a Batalha do Bosque de Belleau, a primeira importante com a participação de forças dos Estados Unidos durante a Primeira Guerra Mundial (1914-18). 

Em maio, na sua terceira ofensiva naquele ano na Frente Ocidental, a Alemanha chegam a 72 quilômetros de Paris. Sob o comando do general John Pershing, os americanos, britânicos e franceses contém o avanço alemão na estrada Paris-Metz e lançam uma contraofensiva para desalojar o inimigo do Bosque de Belleau.

Os EUA declaram guerra à Alemanha em 6 de abril de 1917, depois de vários ataques contra navios mercantes no Oceano Atlântico. Como não têm tropas nem equipamentos militares na Europa, são necessários meses para entrar em combate.

DIA D

   Em 1944, durante a Segunda Guerra Mundial (1939-45), as forças aliadas invadem a região da Normandia, no Noroeste da França, sob o comando do general Dwight Eisenhower, na maior operação de assalto anfíbio da história, com mais de 150 mil soldados. É o Dia D.

Antes de amanhecer, mais de 18 mil paraquedistas dos Estados Unidos e do Reino Unido saltam como força de vanguarda do ataque. Os primeiros são todos mortos. 

A frota tem cerca de 7 mil navios. Cerca de 13 mil aviões dão cobertura aérea. Às seis e meia da manhã, começa o desembarque de 155 mil soldados para romper a Muralha do Atlântico, uma série de fortificações erguidas pela Alemanha Nazista, que invadira a França em maio de 1940.

Pouco mais de dois meses e meio depois do Dia D, em 25 de agosto, Paris é libertada. O ditador Adolf Hitler manda o comandante militar alemão, Dietrich von Choltitz, destruir a capital da França. Nas suas memórias, Choltitz reivindica o crédito por poupar a cidade, mas talvez tenha perdido o controle da situação.

A Segunda Guerra Mundial termina na Europa em 8 de maio de 1945, quando o Exército Vermelho da União Soviética toma Berlim. A Guerra do Pacífico termina em 15 de agosto com a rendição do Japão depois de ser atacado com bombas atômicas em Hiroxima e Nagasáki.

PRIMEIRO UNIVERSITÁRIO NEGRO MORRE

    Em 1966, James Meredith, o primeiro negro a entrar na Universidade do Mississípi, é baleado mortalmente no segundo dia da sua solitária Marcha contra o Medo.

Meredith é admitido pela universidade em 1962 e barrado quando sabem sua cor. Recorre à Justiça Federal. Mesmo assim, o governador tenta impedi-lo. Ele entra na universidade escoltado pela polícia. O fato provoca protestos e choques em que dois estudantes morrem.

Quando Meredith é morto, outros líderes do movimento negro como Martin Luther King Jr. e Stokely Carmichael aparecem para completar a Marcha contra o Medo. Durante a caminhada, Carmichael fala pela primeira vez em "poder negro", sua proposta na luta pelos direitos civis nos EUA, que inclui o uso da força.

ÍNDIA ATACA TEMPLO SAGRADO

    Em 1984, o Exército da Índia invade o Templo Dourado de Amritsar, depois de dois anos luta contra separatistas da seita sikhs, que sonham com a independência do Calistão, e mata pelo menos 500 rebeldes.

Também morrem mais de 100 soldados, além de civis da seita sikh. O Exército ainda cerca guerrilheiros sikhs em cerca de 30 templos e santuários no estado do Punjab. O governo apresenta a operação como uma vitória definitiva sobre a revolta sikh.

O siquismo ou sikhismo é uma religião criada no século 15 por Guru Nanak. Combina elementos do hinduísmo e do islamismo, as duas religiões dominantes na Índia. Nos anos 1970, o Punjab torna-se um dos estados mais prósperos da Índia, o que alimenta o sonho de autonomia. A luta armada pela independência para criar o Calistão, a terra os puros, começa em 1982.

Meses depois da invasão do lugar mais sagrado do siquismo, em 31 de outubro, dois guarda-costas sikhs assassinam a primeira-ministra Indira Gandhi. Em retaliação, hindus matam milhares de sikhs até que o filho e herdeiro político de Indira, o primeiro-ministro Rajiv Gandhi, manda o Exército intervir para parar com a matança. 

terça-feira, 6 de junho de 2023

Hoje na História do Mundo: 6 de Junho

MUSEU EM OXFORD

     Em 1683, a Universidade de Oxford abre o Museu Ashmoleum, a primeiro de uma universidade.

Durante a Restauração da monarquia, a partir de 1660, quando termina o breve período republicano da história da Inglaterra, Oxford é o centro da atividade científica no país. 

Em 1677, o biólogo Elias Ashmoleum doa sua coleção à universidade, que contrata o arquiteto Sir Christopher Wren, o mesmo da Catedral de São Paulo, em Londres, para construir o prédio.

Inicialmente usado exclusivamente por alunos e professores, o museu é aberto ao público em 1845. Tem hoje desde artefatos humanos de 500 mil anos atrás a obras de arte do século 20.

EUA ENTRAM NA PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL

    Em 1918, começa a Batalha do Bosque de Belleau, a primeira importante com a participação de forças dos Estados Unidos durante a Primeira Guerra Mundial (1914-18). 

Em maio, na sua terceira ofensiva naquele ano na Frente Ocidental, a Alemanha chegam a 72 quilômetros de Paris. Sob o comando do general John Pershing, os americanos, britânicos e franceses contém o avanço alemão na estrada Paris-Metz e lançam uma contraofensiva para desalojar o inimigo do Bosque de Belleau.

Os EUA declaram guerra à Alemanha em 6 de abril de 1917, depois de vários ataques contra navios mercantes no Oceano Atlântico. Como não têm tropas nem equipamentos militares na Europa, são necessários meses para entrar em combate.

DIA D

   Em 1944, durante a Segunda Guerra Mundial (1939-45), as forças aliadas invadem a região da Normandia, no Noroeste da França, sob o comando do general Dwight Eisenhower, na maior operação de assalto anfíbio da história. É o Dia D.

Antes de amanhecer, mais de 18 mil paraquedistas dos Estados Unidos e do Reino Unido saltam como força de vanguarda do ataque. Os primeiros são todos mortos. 

Cerca de 13 mil aviões dão cobertura aérea. Às seis e meia da manhã, começa o desembarque de 155 mil soldados para romper a Muralha do Atlântico, uma série de fortificações erguidas pela Alemanha Nazista, que invadira a França em maio de 1940.

Pouco mais de dois meses e meio depois, em 25 de agosto, Paris é libertada. O ditador Adolf Hitler manda o comandante militar alemão, Dietrich von Choltitz, destruir a capital da França. Nas suas memórias, Choltitz reivindica o crédito por poupar a cidade, mas talvez tenha perdido o controle da situação.

PRIMEIRO UNIVERSITÁRIO NEGRO MORRE

    Em 1966, James Meredith, o primeiro negro a entrar na Universidade do Mississípi, é baleado mortalmente no segundo dia da sua solitária Marcha contra o Medo.

Meredith é admitido pela universidade em 1962 e barrado quando sabem sua cor. Recorre à Justiça Federal. Mesmo assim, o governador tenta impedi-lo. Ele entra na universidade escoltado pela polícia. O fato provoca protestos e choques em que dois estudantes morreram.

Quando Meredith é morto, outros líderes do movimento negro como Martin Luther King Jr. e Stokely Carmichael apareceram para completar a Marcha contra o Medo. Durante a caminhada, Carmichael fala pela primeira vez em "poder negro", sua proposta na luta pelos direitos civis nos EUA.

ÍNDIA ATACA TEMPLO SAGRADO

    Em 1984, o Exército da Índia invade o Templo Dourado de Amritsar, depois de dois anos luta contra separatistas da seita sikhs, que sonham com a independência do Calistão, e mata pelo menos 500 rebeldes.

Também morrem mais de 100 soldados, além de civis da seita sikh. O Exército ainda cerca guerrilheiros sikhs em cerca de 30 templos e santuários no estado do Punjab. O governo apresenta a operação como uma vitória definitiva sobre a revolta sikh.

O siquismo ou sikhismo é uma religião criada no século 15 por Guru Nanak. Combina elementos do hinduísmo e do islamismo, as duas religiões dominantes na Índia. Nos anos 1970, o Punjab torna-se um dos estados mais prósperos da Índia, o que alimenta o sonho de autonomia. A luta armada pela independência para criar o Calistão, a terra os puros, começa em 1982.

Meses depois da invasão do lugar mais sagrado do siquismo, em 31 de outubro, dois guarda-costas sikhs assassinam a primeira-ministra Indira Gandhi. Em retaliação, hindus matam milhares de sikhs até que o filho e herdeiro político de Indira, o primeiro-ministro Rajiv Gandhi, manda o Exército intervir para parar com a matança. 

segunda-feira, 6 de junho de 2022

Hoje na História do Mundo: 6 de Junho

MUSEU EM OXFORD

     Em 1683, a Universidade de Oxford abre o Museu Ashmoleum, a primeiro de uma universidade. 

Durante a Restauração da monarquia, a partir de 1660, quando termina o breve período republicano da história da Inglaterra, Oxford é o centro da atividade científica no país. 

Em 1677, o biólogo Elias Ashmoleum doou sua coleção à universidade, que contratou o arquiteto Sir Christopher Wren, o mesmo da Catedral de São Paulo, em Londres, para construir o prédio. Inicialmente usado exclusivamente por alunos e professores, o museu foi aberto ao público em 1845. Tem hoje desde artefatos humanos de 500 mil anos atrás a obras de arte do século 20.

EUA ENTRAM NA PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL

    Em 1918, começa a Batalha do Bosque de Belleau, a primeira importante com a participação de forças dos Estados Unidos durante a Primeira Guerra Mundial (1914-18). Em maio, na sua terceira ofensiva naquele ano na Frente Ocidental, a Alemanha havia chegado a 72 quilômetros de Paris. Sob o comando do general John Pershing, os americanos, britânicos e franceses contiveram o avanço alemão na estrada Paris-Metz e lançaram uma contraofensiva para desalojar o inimigo do Bosque de Belleau.

Os EUA declararam guerra à Alemanha em 6 de abril de 1917, depois de vários ataques contra navios mercantes no Oceano Atlântico. Como não tinham tropas nem equipamentos militares na Europa, foram necessários meses para entrar em combate.

DIA D

   Em 1944, durante a Segunda Guerra Mundial (1939-45), as forças aliadas invadem a região da Normandia, no Noroeste da França, sob o comando do general Dwight Eisenhower, na maior operação de assalto anfíbio da história. É o Dia D.

Antes de amanhecer, mais de 18 mil paraquedistas dos Estados Unidos e do Reino Unido saltam como força de vanguarda do ataque. Os primeiros são todos mortos. 

Cerca de 13 mil aviões dão cobertura aérea. Às seis e meia da manhã, começa o desembarque de 155 mil soldados para romper a Muralha do Atlântico, uma série de fortificações erguidas pela Alemanha nazista, que ocupara a França em maio de 1940.

Pouco mais de dois meses e meio depois, em 25 de agosto, Paris é libertada. O ditador Adolf Hitler manda o comandante militar alemão, Dietrich von Choltitz, destruir a capital da França. Nas suas memórias, Choltitz reivindica o crédito por poupar a cidade, mas talvez tenha perdido o controle da situação.

PRIMEIRO UNIVERSITÁRIO NEGRO MORRE

    Em 1966, James Meredith, o primeiro negro a entrar na Universidade do Mississípi, é baleado mortalmente no segundo dia da sua solitária Marcha contra o Medo. 

Meredith é admitido pela universidade em 1962 e barrado quando sabem sua cor. Recorre à Justiça Federal. Mesmo assim, o governador tenta impedi-lo. Ele entra na universidade escoltado pela polícia. O fato provoca protestos e choques em que dois estudantes morreram.

Quando Meredith é morto, outros líderes do movimento negro como Martin Luther King Jr. e Stokely Carmichael apareceram para completar a Marcha contra o Medo. Durante a caminhada, Carmichael falou pela primeira vez em "poder negro", sua proposta na luta pelos direitos civis nos EUA.

ÍNDIA ATACA TEMPLO SAGRADO

    Em 1984, o Exército da Índia invade o Templo Dourado de Amritsar, depois de dois anos luta contra separatistas da seita sikhs, que sonham com a independência do Calistão, e mata pelo menos 500 rebeldes. 

Também morrem mais de 100 soldados, além de civis da seita sikh. O Exército ainda cerca guerrilheiros sikhs em cerca de 30 templos e santuários no estado do Punjab. O governo apresenta a operação como uma vitória definitiva sobre a revolta sikh.

O siquismo ou sikhismo é uma religião criada no século 15 por Guru Nanak. Combina elementos do hinduísmo e do islamismo, as duas religiões dominantes na Índia. Nos anos 1970, o Punjab torna-se um dos estados mais prósperos da Índia, o que alimenta o sonho de autonomia. A luta armada pela independência para criar o Calistão, a terra os puros, começa em 1982.

Meses depois da invasão do lugar mais sagrado do siquismo, em 31 de outubro, dois guarda-costas sikhs assassinam a primeira-ministra Indira Gandhi. Em retaliação, hindus matam milhares de sikhs até que o filho e herdeiro político de Indira, o primeiro-ministro Rajiv Gandhi, manda o Exército intervir para parar com a matança.

segunda-feira, 28 de junho de 2021

Vacinas de mRNA podem imunizar por muitos anos

As vacinas de última geração, de RNA (ácido ribonucleico) mensageiro, dos laboratórios Pfizer-BioNTech e Moderna, podem garantir a imunidade durante anos sem a necessidade de doses de reforço, afirmaram imunologistas da Universidade Washinton, de São Luís, no estado do Missouri, nos Estados Unidos. A mistura de vacinas também é eficaz.

 Tomar uma dose da vacina da Pfizer-BioNTech quatro semanas depois de receber uma dose da vacina de Oxford-AstraZeneca dá mais imunidade do que tomar uma segunda dose da mesma vacina, concluiu uma pesquisa da Universidade de Oxford publicada na revista médica The Lancet. Uma terceira dose da Astra Zeneca, um reforço, também melhora significativamente a resposta imunológica.

Com mais 658 mortes e 30.307 casos novos em 24 horas, o Brasil chegou a 18.447.420 casos confirmados e 514.202 óbitos pela doença do coronavírus de 2019. 

A média diária de mortes dos últimos sete dias caiu 18% em duas semanas para 1.626. É a menor desde 9 de março. Nenhum estado apresenta tendência de alta nas mortes. A média diária de diagnósticos positivos caiu 5% em duas semanas para 68.231.

No mundo, já são 181.388.210 casos confirmados, com 3.928.804 mortes. Mais de 166,5 milhões de pacientes se recuperaram, pouco menos de 10,9 milhões têm casos leves ou médios da doença e 80.422 estão em estado grave.

A Índia reportou mais 37.556 novas infecções, o menor número de casos novos em três meses, e 907 mortes nesta segunda-feira. O contágio e as mortes caem consistentemente há duas semanas. É o segundo país em casos confirmados (30.316.897) e o terceiro em mortes (397.673).

Os Estados Unidos registraram 15.570 casos novos e 161 mortes nesta segunda-feira. A média de casos nos últimos sete dias caiu 15% em duas semanas para 11.842. A média de mortes nos últimos sete dias baixou 16% para 289. O país tem o maior número de casos confirmados (33.640.493) e de mortes (604.115). O grande desafio é convencer os jovens a se vacinar.

Cerca de 3 bilhões de doses de vacinas foram aplicadas até agora no mundo; 32,1% da população mundial tomaram pelo menos uma dose, mas só 0,9% nos países pobres. Foram 1,21 bilhão na China; 333,4 milhões nos EUA, onde 179,6 milhões tomaram a primeira dose e 153,8 milhões (46,4% da população americana) estão plenamente vacinados; 329 milhões na Índia, que aplicou 5,3 milhões de doses nesta segunda-feira; e 96,97 milhões no Brasil, onde 71,37 milhões tomaram a primeira dose e 25,6 milhões (12% da população brasileira) estão plenamente vacinados. Meu comentário:

domingo, 6 de junho de 2021

Hoje na História do Mundo: 6 de Junho

    Em 1683, a Universidade de Oxford abre o Museu Ashmoleum, a primeiro de uma universidade. Durante a Restauração da monarquia, a partir de 1660, quando termina o breve período republicano da história da Inglaterra, Oxford era o centro da atividade científica no país. 

Em 1677, o biólogo Elias Ashmoleum doou sua coleção à universidade, que contratou o arquiteto Sir Christopher Wren, o mesmo da Catedral de São Paulo, em Londres, para construir o prédio. Inicialmente usado exclusivamente por alunos e professores, o museu foi aberto ao público em 1845. Tem hoje desde artefatos humanos de 500 mil anos atrás a obras de arte do século 20.

    Em 1918, começa a Batalha do Bosque de Belleau, a primeira importante com a participação de forças dos Estados Unidos durante a Primeira Guerra Mundial (1914-18). Em maio, na sua terceira ofensiva naquele ano na Frente Ocidental, a Alemanha havia chegado a 72 quilômetros de Paris. Sob o comando do general John Pershing, os americanos, britânicos e franceses contiveram o avanço alemão na estrada Paris-Metz e lançaram uma contraofensiva para desalojar o inimigo do Bosque de Belleau.

Os EUA declararam guerra à Alemanha em 6 de abril de 1917, depois de vários ataques contra navios mercantes no Oceano Atlântico. Como não tinham tropas nem equipamentos militares na Europa, foram necessários meses para entrar em combate.

   Em 1944, durante a Segunda Guerra Mundial (1939-45), as forças aliadas invadem a região da Normandia, no Nordeste da França, sob o comando do general Dwight Eisenhower, na maior operação de assalto anfíbio da história. É o Dia D.

Antes de amanhecer, mais de 18 mil paraquedistas dos Estados Unidos e do Reino Unido haviam saltado como força de vanguarda do ataque. Os primeiros foram todos mortos. Cerca de 13 mil aviões deram cobertura aérea. Às seis e meia da manhã, começou o desembarque de 155 mil soldados para romper a Muralha do Atlântico, uma série de fortificações erguidas pela Alemanha nazista, que ocupara a França em maio de 1940.

Pouco mais de dois meses e meio depois, em 25 de agosto, Paris seria libertada. O ditador Adolf Hitler mandou o comandante militar alemão, Dietrich von Choltitz, destruir a capital da França. Nas suas memórias, Choltitz reivindica o crédito por poupar a cidade, mas talvez tenha perdido o controle da situação.

    Em 1966, James Meredith, o primeiro negro a entrar na Universidade do Mississípi, é baleado mortalmente no segundo dia da sua solitária Marcha contra o Medo. Meredith foi admitido pela universidade em 1962 e barrrado quando souberam sua cor. Recorreu à Justiça Federal. Mesmo assim, o governador tentou impedi-lo. Ele entrou na universidade escoltado pela polícia. O fato provocou protestos e choques em que dois estudantes morreram.

Quando Meredith foi morto, outros líderes do movimento negro como Martin Luther King Jr. e Stokely Carmichael apareceram para completar a Marcha contra o Medo. Durante a caminhada, Carmichael falou pela primeira vez em "poder negro", sua proposta na luta pelos direitos civis nos EUA.

    Em 1984, o Exército da Índia invade o Templo Dourado de Amritsar, depois de dois anos luta contra separatistas da seita sikhs, que sonham com a independência do Calistão, e mata pelo menos 500 rebeldes. Também morreram mais de 100 soldados, além de civis da seita sikh. O Exército ainda cercou guerrilheiros sikhs em cerca de 30 templos e santuários no estado do Punjab. O governo apresentou a operação como uma vitória definitiva sobre a revolta sikh.

O siquismo ou sikhismo é uma religião criada no século 15 por Guru Nanak. Combina elementos do hinduísmo e do islamismo, as duas religiões dominantes na Índia. Nos anos 1970, o Punjab tornou-se um dos estados mais prósperos da Índia, o que alimentou o sonho de autonomia. A luta arma pela independência para criar p Calistão, a terra os puros, começa em 1982.

Meses depois da invasão do lugar mais sagrado do siquismo, em 31 de outubro, dois guarda-costas sikhs mataram a primeira-ministra Indira Gandhi. Em retaliação, hindus mataram milhares de sikhs até que o filho e herdeiro político de Indira, o primeiro-ministro Rajiv Gandhi, mandou o Exército intervir para parar com a matança.

domingo, 21 de março de 2021

Brasil recebe primeiro lote de vacinas do consórcio da OMS

 Um avião com 1,02 milhão de doses da vacina da Universidade de Oxford e do laboratório AstraZeneca aterrissou no fim da tarde de hoje ao aeroporto internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo. É o primeiro lote destinado ao Brasil pelo consórcio Covax, articulado pela Organização Mundial da Saúde. Outras 1,9 milhões de doses devem chegar até o fim do mês.

Mais 9,1 milhões de doses da vacina de Oxford-AstraZeneca são esperadas até maio, mas o Ministério da Saúde admite que pode haver atrasos, assim como de um lote importado da Índia. A companhia farmacêutica indiana já visou que não vai cumprir o prazo estipulado.

Durante o fim de semana, o Ministério da Saúde distribuiu 5 milhões de doses a estados e municípios, das quais 3,9 milhões da vacina chinesa CoronaVac e 1,05 milhão do primeiro lote da vacina de Oxford-AstraZeneca fabricada pelo Instituto Manguinhos, da Fundação Oswaldo Cruz.

Mais de 451 milhões de doses de vacinas foram aplicadas até agora no mundo, sendo 125,5 milhões nos Estados Unidos, onde 81,4 milhões de pessoas receberam a primeira dose e 44,1 milhões (13,28% da população) estão imunizados, 72 milhões na China, 47 milhões na Índia e quase 16 milhões no Brasil, onde 11.805.991 tomaram uma dose e 4.160.093 (1,96%) duas doses.

O Ministério das Relações Exteriores, o Itamaraty, pediu ajuda internacional para comprar kits de intubação. Com a sobrecarga no sistema de saúde, há o risco de falta de medicamentos essenciais para as unidades de terapia intensiva. 

Mais de 500 economistas, empresários e banqueiros, inclusive ex-ministros da Fazenda como Pedro Malan, Maílson da Nobrega e Rubens Ricupero e ex-presidentes do Banco Central como Afonso Celso Pastore, Armínio Fraga, Gustavo Loyola, Ilan Goldfajn e Pérsio Arida, divulgaram uma carta-manifesto pedindo mais eficiência do governo federal no combate à pandemia. Banqueiros e empresários também assinaram.

Os economistas defenderam o uso de máscaras e maior rapidez no plano nacional de imunização contra a covid-19, e argumentaram que o custo de não fazer nada e de vacinar lentamente será muito maior para a economia. Eles advertem que no ritmo anual a campanha de imunização vai levar três anos.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o melhor investimento, melhor do que aumentar o gasto público, é comprar vacinas e vacinar em massa.

Nesta semana, o manifesto será enviado aos presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira; do Senado, Rodrigo Pacheco; e do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux.

domingo, 14 de março de 2021

Internações de idosos de 90 anos ou mais caíram 20% com vacinação

 Enquanto as hospitalizações cresceram 10% no pior momento da pandemia no Brasil, as internações de idosos a partir de 90 anos diminuíram 20% em pouco mais de um mês de campanha nacional de imunização contra a doença do coronavírus de 2019. Na faixa etária de 30 a 39 anos, houve um aumento de 50%.

Mais de 373 milhões de doses de vacinas foram aplicadas até agora no mundo, sendo 107,3 milhões nos Estados Unidos, onde 69,8 milhões receberam a primeira dose e 37,5 milhões tomaram as duas doses necessárias à imunização, e 13,28 milhões no Brasil, onde 9.716.458 tomaram a primeira dose e 3.568.251, duas doses.

De acordo com um estudo do Instituto de Matemática da Universidade de Campinas (Unicamp), o país precisa aumentar em 75% a produção de vacinas, para 630 mil por mil dia. Assim, reduziria as mortes em 57% mum período de 200 a 250 dias, quando a vacinação criaria uma imunidade coletiva.

Depois da Dinamarca, da Noruega, da Islândia e da Bulgária, a Irlanda também suspendeu a aplicação da vacina da Universidade de Oxford e do laboratório sueco-britânico AstraZeneca por suspeita não confirmada de que poderia causar tromboembolia. A Organização Mundial da Saúde (OMS), os órgãos reguladores europeus e o laboratório insistem que a vacina é segura.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

OMS recomenda vacina de Oxford-AstraZeneca para todos adultos

 A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou hoje que a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e o laboratório sueco-britânico AstraZeneca é eficaz contra a doença do coronavírus de 2019 em todas as faixas etárias e deve ser aplicada mesma onde circulam mutações.

A Alemanha e outros países europeus suspenderam a imunização de idosos com esta vacina sob o argumento de que a eficácia não havia sido comprovada nos testes em seres humanos.

Mais de 146,5 milhões de doses de vacinas foram aplicadas até agora no mundo, sendo 45 milhões nos Estados Unidos, 41 milhões na China, 13,3 milhões no Reino Unido, mais de 6 milhões em Israel e quase 4.282.884 no Brasil.

Nesta quarta-feira, o Brasil registrou mais 1.357 mortes e 60.271 casos novos de covid-19. Foi o quarto dia mais letal da pandemia no país. Até agora, são 234.945 mortes e 9.662.305 casos confirmados. A média diária de mortes dos últimos sete dias ficou em 1.050. Há três semanas, está acima de mil. A média diária de casos novos está em 46.055.

No mundo inteiro, são mais de 107,3 milhões de casos confirmados e 2.353.620 mortes. Mais de 79,5 milhões se recuperaram, mais de 25 milhões apresentam sintomas leves e 101.454 estão em estado grave. Os EUA têm o maior número de casos confirmados (27.284.458) e de mortes (471.377). Meu comentário:

domingo, 7 de fevereiro de 2021

África do Sul suspende aplicação da vacina de Oxford-AstraZeneca

 Depois de um estudo que a considerou eficaz contra a nova variante do vírus surgida no país em apenas 10% dos casos, o governo da África do Sul suspendeu o uso da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e o laboratório sueco-britânico AstraZeneca. Esta vacina foi a escolhida pelo governo federal para enfrentar a pandemia do coronavírus de 2019.

O estudo, realizado pela Universidade de Witwatersrand, de Joanesburgo, envolveu cerca de 2 mil participantes. Foi criticado porque a amostragem foi considerada pequena e a maioria era de jovens, com idade média de 30 anos.

É uma notícia preocupante para o Brasil. Além de ser a aposta do governo Jair Bolsonaro, o país também enfrenta uma mutação do vírus, identificada em Manaus.

Outro estudo divulgado neste domingo revela que a variante britânica, mais contagiosa e potencialmente mais letal, está se propagando rapidamente nos Estados Unidos.

Neste domingo, foram registradas mais 492 mortes e 29.407 casos novos no Brasil. O total passou para 231.561 mortes e 9.522.132 casos confirmados. A média diária de mortes nos últimos sete dias caiu para 1.004. Há 18 dias, está acima de mil.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021

EUA chegam a 450 mil mortes por covid-19

 Com mais 3.408 mortes num dia, os Estados Unidos ultrapassaram hoje outra marca trágica: a perda de 450 mil vidas na pandemia do coronavírus de 2019, em 26,5 milhões de casos confirmados. O número de casos novos caiu 30% em duas semanas e o de hospitalizações 22%, mas o número de mortes ainda é muito alto e estável.

No mundo, são 104,391 milhões de casos confirmados e 2,266 milhões de mortes. Mais de 76 milhões de pacientes se recuperaram, 25,7 milhões apresentam sintomas leves e 107 mil estão em estado grave. Mais de 114 milhões de doses de vacinas foram aplicadas, superando o total de casos confirmados.

O Brasil completou duas semanas com média diária de mortes acima de mil. Nesta quarta-feira, foram notificadas mais 1.209 mortes e 53.566 casos novos. Até agora, houve 9 milhões 340 mil casos confirmados da covid-19 e 227.592 mortes. A média diária de mortes dos últimos sete dias ficou em 1.051. 

Depois de sair atrás das outras, a vacina da Novavax deverá inocular 55 milhões de americanos até o fim do verão no Hemisfério Norte, em setembro. A vacina ainda está na fase de testes. Deve ser aprovada em abril. Com mais 400 milhões de doses das vacinas de Moderna e da Pfizer-BioNTech, serão imunizados outros 200 milhões.

De acordo com nova pesquisa, a vacina da Universidade de Oxford e do laboratório AstraZeneca reduz a transmissão do vírus, além de prevenir os casos mais graves da covid-19. Meu comentário:

segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

STF abre inquérito sobre tragédia em Manaus

 Por decisão do ministro Ricardo Lewandowski, o Supremo Tribunal Federal abriu inquérito e deu 60 dias para a Polícia Federal investigar uma possível omissão do ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, na tragédia da falta de oxigênio em Manaus para pacientes da doença do coronavírus de 2019. O pedido do procurador-geral da República, Augusto Aras, ignorou a responsabilidade do presidente Jair Bolsonaro.

Com mais 631 mortes e 28.364 mortes em 24 horas, o Brasil soma agora 217.712 mortes e 8.872.964 casos confirmados de covid-19. A média diária de mortes dos últimos sete dias subiu para 1.055. É a maior desde 4 de agosto, quando estava em 1.066 óbitos. A média diária de casos novos dos últimos sete dias ficou em 51.532.

Em fevereiro, o país deve ter mais 15 milhões de doses de vacinas contra a doença. Vai receber 10 milhões de doses da vacina da Universidade de Oxford e do laboratório AstraZeneca no dia 8 e 5,4 mil litros do princípio ativo da vacina chinesa CoronaVac. Com a matéria-prima, o Instituto Butantã deve fabricar mais 5 milhões de doses. Meu comentário:

sexta-feira, 22 de janeiro de 2021

Reino Unido adverte que variante do coronavírus pode matar mais

 O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, admitiu hoje que a nova variante mais contagiosa do coronavírus de 2019 identificada na Inglaterra pode ser mais letal. Até agora, sabia-se apenas que era mais transmissível. 

O Brasil e a África do Sul também descobriram mutação mais contagiosas, como a que levou o sistema de saúde de Manaus ao colapso. A Universidade de Oxford já prepara uma segunda versão de sua vacina para garantir a imunização contra estas novas cepas do vírus.

Nesta sexta-feira, o Brasil recebeu da Índia 2 milhões de doses da vacina de Oxford e do laboratório AstraZeneca. O Ministério da Saúde promete distribuir aos estados até domingo. Mas o país ainda está muito longe do necessário para imunizar os grupos de alto risco.

A crise das vacinas e o colapso do sistema de saúde de Manaus derrubaram a popularidade do presidente Jair Bolsonaro. A média diária de mortes nos últimos sete dias no país está em 1.001.

Os Estados Unidos tiveram mais de 4 mil mortes num dia pelo segundo dia seguido. Foram o segundo e o terceiro piores dias da pandemia no país, que tem 414 mil mortes por covid-19. Meu comentário:

terça-feira, 12 de janeiro de 2021

CoronaVac tem eficiência pouco acima da exigência da OMS

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decide no domingo se aprova o uso emergencial da vacina chinesa CoronaVac e da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, e o laboratório sueco-britânico AstraZeneca contra a doença do coronavírus de 2019. 

O governo do estado de São Paulo anunciou hoje um novo índice de eficiência para a CoronaVac, de 50,58%, bem abaixo dos 78% anunciados na semana passada num recorte da pesquisa. Com uma eficácia menor, será necessário vacinar mais gente para controlar o pandemia.

Mais de 36 milhões de doses de vacinas foram aplicadas até agora em mais de 40 países. O Brasil ainda não tem data para o início da campanha nacional de imunização. O governador paulista, João Doria, insiste que será em 25 de janeiro, mas o ministro da Saúde, diz apenas que "será no dia D e na hora H".

Enquanto isso, a média diária de casos novos na última semana bateu novo recorde hoje, com 54.784, alta de 51% em duas semanas. Foram notificados mais 61.660 casos e 1.106 mortes em 24 horas, elevando os totais para 204.726 mortes e 8.195.493 casos confirmados. A média diária de mortes ficou em 993, com alta de 49% em duas semanas. Meu comentário:

quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

Mais vacinas dão alento enquanto a pandemia avança e mata

O Reino Unido aprovou hoje o uso emergencial da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e o laboratório AstraZeneca, que apresentou eficácia de 70% nos testes em seres humanos. É a vacina contratada pelo governo federal para produção no Brasil na Fundação Oswaldo Cruz. 

A China aprovou a vacina da Sinopharm anunciando eficácia de 79%. São novas esperanças de controle da pandemia em 2021. Mas serão necessário meses para imunizar uma parcela significativa da população. Não dá para baixar a guarda.

O inverno no Hemisfério Norte será sombrio e o verão no Brasil apresenta os mesmos riscos, com o relaxamento das medidas de distanciamento físico, as festas, a falta de um plano nacional de imunização consistente e a relutância quanto ao uso de máscaras, uma medida de saúde pública politizada por uma extrema direita falsamente libertária.

Nesta quarta-feira, os Estados Unidos notificaram mais 3.927 mortes pela doença do coronavírus de 2019, um recorde, depois de 3.725 mortes na terça-feira, o recorde anterior. Ontem, houve mais de 201 mil casos novos.

O Brasil registrou mais 1.224 mortes hoje. O maior número de mortes num dia desde 20 de agosto elevou o total para 193.940. Os casos novos foram 55.853. Os casos confirmados são cerca de 7,62 milhões. Meu comentário:

sexta-feira, 11 de dezembro de 2020

Mundo registra recorde de casos novos e mortes pela Covid-19

A doença do coronavírus de 2019 bateu novo recorde de mortes ontem, 12.931, e de casos novos nesta sexta-feira, 703.321. Já são mais de 71 milhões de casos confirmados e mais de 1,6 milhão de mortes. Mais de 49 milhões de pacientes se recuperaram, pouco menos de 20 milhões apresentam sintomas leves e 106 mil estão em estado grave.

A Rússia e Portugal notificaram novos recordes de mortes. Na Alemanha, o ministro da Saúde, Jens Spahn, defendeu um confinamento rigoroso para conter a propagação do vírus.

Nos Estados Unidos, onde o total de casos confirmados passa de 15,7 milhões e o de mortes de 294 mil, a Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA), aprovou a vacina do laboratório ameriano Pfizer e da empresa de biotecnologia alemã BioNTech, que deve começar a ser aplicada em 48 horas. A cidade de Nova York voltou a proibir os restaurantes de servir refeições em espaços internos.

Aqui no Brasil, que ultrapassou a marca de 180 mil mortes, a guerra das vacinas continua. Os bares da cidade de São Paulo terão de fechar às 20h a partir da meia-noite de sábado. Os restaurantes podem funcionar até 22h, mas só podem vender bebidas alcoólicas até 20h.

O laboratório britânico AstraZeneca, que desenvolve uma vacina com a Universidade de Oxford, na Inglaterra, e o Instituto Gamaleya, que faz a vacina russa Sputnik-V, se associaram para realizar testes clínicos em conjunto.

Quando a desigualdade é grande, as pandemias tendem a provocar agitação social, adverte o Fundo Monetário Internacional (FMI). Em Cuba, com a queda no turismo e na entrada de dólares, o regime comunista vai unificar os tipos de câmbio a partir de 1º de janeiro, com uma megadesvalorização do peso. Meu comentário:

domingo, 29 de novembro de 2020

Reino Unido será primeiro país a vacinar contra Covid-19

 O Reino Unido será o primeiro país a iniciar a vacinação contra a doença do coronavírus de 2019. A campanha para imunizar a população e controlar a pandemia deve começar nos primeiros dias de dezembro, com publicidade oficial convocando os britânicos a tomar a vacina contra a Covid-19. O Serviço Nacional de Saúde foi avisado para estar pronto para aplicar a vacina em 1º de dezembro.

A Alemanha e os Estados Unidos também pretendem iniciar a vacinação assim que a primeira vacina for aprovada. A Espanha planeja imunizar 25% da população nos primeiros três meses de 2021, começando em janeiro.

A primeira vacina para uso no país deve ser do laboratório americano Pfizer e da empresa alemã de biotecnologia BioNTech. Em seguida, espera-se a aprovação da vacina do laboratório AstraZeneca e da Universidade de Oxford. O governo britânico comprou 40 milhões de vacina da Pfizer-BioNTech e espera receber até o fim do ano 10 milhões de doses, suficientes para imunizar 5 milhões de pessoas.

Os resultados acima do esperado nos testes com as vacinas da Pfizer-BioNTech e da Moderna, com cerca de 95% de eficácia, são a grande esperança de controle da pandemia, que infectou 62,678 milhões de pessoas e matou 1,458 milhão de pessoas em pouco mais de um ano. Mais de 43 milhões de pacientes foram curados, quase 18 milhões apresentam sintomas leves e 105.549 estão em estado grave.

Nos EUA, o chefe da operação da Casa Branca para apoiar o desenvolvimento de vacinas, Moncef Slaoui, planeja iniciar a vacinação em 11 de dezembro, um dia depois das primeiras aprovações para Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA), o órgão regulador do setor. 

As autoridades de saúde temem um grande aumento no contágio por causa do feriadão do Dia Nacional de Ação de Graças, festejado neste fim de semana. Os EUA registraram mais 151.247 casos novos, alta de 12% em duas semanas, e 1.192, com alta de 29% em duas semanas. Têm até agora 13,379 milhões de casos e 266.838 mortes.

A Alemanha encomendou 300 milhões de doses através da Comissão Europeia, órgão executivo da União Europeia (UE). Deve começar a campanha de vacinação em dezembro. O país tem 1,055 milhão de casos e 16.533 mortes por covid-19.

No Brasil, foram notificadas mais 261 mortes e 23.496 casos novos em 24 horas, elevando o total para 172.848 mortes e 6,314 milhões de casos confirmados. A média diária de mortes dos últimos sete dias subiu para 522, com tendência de alta. Há um sério risco de um novo pico da pandemia.

Na Espanha, o primeiro-ministro socialista Pedro Sánchez prometeu instalar 13 mil pontos de vacinação. A campanha começa em janeiro.

quinta-feira, 26 de novembro de 2020

Trump admite sair se Colégio Eleitoral confirmar vitória de Biden

 Pela primeira vez desde a eleição de 3 de novembro, o presidente Donald Trump admitiu em público aceitar o resultado das urnas e deixar a Casa Branca em 20 de janeiro se o Colégio Eleitoral certificar a vitória de Joe Biden 14 de dezembro.

"Certamente irei e você sabe disso", reagiu o presidente, prometendo lutar até o fim e insistindo em que foi vítima de uma "fraude maciça" sem apresentar qualquer prova. "Não sei se terei tempo. O tempo é a única coisa contra mim. Os fatos estão a meu favor."

As declarações confirmam a previsão de que Trump jamais aceitará a derrota e tentará reconstruir sua carreira política sobre a mentira de ter sido o real vencedor em 2020. Ajuda a mobilizar seus seguidores fanáticos, a arrecadar dinheiro e a manter, pelo menos para si mesmo, uma aura de invencibilidade, por mais falsa que seja.

Desde que perdeu as eleições, Trump abandonou o combate à nova onda de contaminação da doença do coronavírus de 2019 nos Estados Unidos, que é a maior até agora. Meu comentário:

segunda-feira, 23 de novembro de 2020

EUA pretendem iniciar vacinação em 11 de dezembro

Universidade de Oxford também anuncia 90% de eficácia para sua vacina

Com a expectativa de que as vacinas dos laboratórios Pfizer e BioNTech e da empresa Moderna sejam aprovadas em 10 de dezembro, os Estados Unidos pretendem iniciar sua campanha da vacinação contra o novo coronavírus no dia seguinte, em meio a uma nova onda de contaminação que não para de bater recordes de contágios. As empresas afirmam que os testes clínicos indicaram uma eficácia de cerca de 95%.

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