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sexta-feira, 22 de janeiro de 2021

Reino Unido adverte que variante do coronavírus pode matar mais

 O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, admitiu hoje que a nova variante mais contagiosa do coronavírus de 2019 identificada na Inglaterra pode ser mais letal. Até agora, sabia-se apenas que era mais transmissível. 

O Brasil e a África do Sul também descobriram mutação mais contagiosas, como a que levou o sistema de saúde de Manaus ao colapso. A Universidade de Oxford já prepara uma segunda versão de sua vacina para garantir a imunização contra estas novas cepas do vírus.

Nesta sexta-feira, o Brasil recebeu da Índia 2 milhões de doses da vacina de Oxford e do laboratório AstraZeneca. O Ministério da Saúde promete distribuir aos estados até domingo. Mas o país ainda está muito longe do necessário para imunizar os grupos de alto risco.

A crise das vacinas e o colapso do sistema de saúde de Manaus derrubaram a popularidade do presidente Jair Bolsonaro. A média diária de mortes nos últimos sete dias no país está em 1.001.

Os Estados Unidos tiveram mais de 4 mil mortes num dia pelo segundo dia seguido. Foram o segundo e o terceiro piores dias da pandemia no país, que tem 414 mil mortes por covid-19. Meu comentário:

sábado, 9 de dezembro de 2017

Apoio a Trump cai entre a direita evangélica

A aprovação do presidente Donald Trump entre o eleitorado evangélico, uma das suas principais bases de apoio, caiu 17 pontos percentuais desde a posse, de 78% para 61%, indica uma pesquisa do Centro de Pesquisas Pew. Mais de 80% dos evangélicos votaram no candidato republicano na eleição presidencial de 2016 nos Estados Unidos.

O apoio a Trump também caiu entre os adultos de 50 anos ou mais, de 47% para 38%, e no eleitorado branco, de 49% para 41%.

A pesquisa ouviu 1.503 eleitores de todo o país de 29 de novembro a 4 de dezembro, sob o impacto da notícia de que o ex-assessor de Segurança Nacional general Michael Flynn fez um acordo e passou a colaborar com o procurador especial Robert Mueller, que investiga um possível conluio da campanha de Trump com a Rússia para manipular as eleições nos EUA.

Outra pesquisa, do instituto YouGov para o jornal digital The Huffington Post, revela que a metade dos americanos considera legítima a investigação sobre o conluio com o Kremlin, enquanto 28% a veem como uma jogada política como alega Trump.

Esses números são parecidos com os registrados em maio, quando demitiu o diretor-geral do FBI (Federal Bureau of Investigation), a polícia federal dos EUA, James Comey porque este não encerrou o inquérito sob o general Flynn, como o presidente queria.

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Aprovação do governo Trump atinge novo recorde de baixa

Depois de três meses seguidos de queda, a popularidade do presidente Donald Trump atingiu novo limite inferior na pesquisa do Instituto Harris e da Universidade de Harvard. Enquanto 41% aprovam, 59% desaprovam o trabalho de Trump na Presidência dos Estados Unidos.

Outra pesquisa, da RealClear Politics, apontou aprovação de apenas 38%. Nesta pesquisa, Trump tinha o apoio de 45% em setembro e 42% em outubro. O presidente obteve o melhor resultado em março: 49%.

Mas o eleitorado que levou Trump à Casa Branca continua fiel. Cerca de 79% dos republicanos e 86% de seus eleitores aprovam o desempenho do presidente. Entre os independentes, a popularidade cai para 38%. Entre democratas, negros e eleitores de Hillary Clinton, a rejeição é quase total.

O prestígio dos republicanos no Congresso é muito pior. Cai para 28% e 52% entre o eleitorado do partido.

Em 301 dias de controle sobre a Casa Branca e o Capitólio, o Partido Republicano não obteve nenhuma vitória legislativa importante. No momento, prepara um megacorte de US$ 1,5 trilhão nos impostos dos ricos e das grandes empresas.

A maioria dos entrevistados (54%) é contra a reforma fiscal republicana e acredita que suas finanças serão prejudicadas. Enquanto 75% dos republicanos apoiam, 77% dos democratas e 56% dos independentes são contra.

Mais da metade é pessimista; 58% veem os EUA indo na direção errada. Mas há otimismo relativo quanto à economia, com 45% achando que vai indo bem enquanto 37% entendem que não está em bom caminho.

domingo, 29 de outubro de 2017

Trump tem pior avaliação desde a posse

A popularidade do presidente Donald Trump caiu ao menor nível desde a posse, em 20 de janeiro, com rejeição ao seu desempenho como comandante supremo das Forças Armadas e outras políticas, mas apoio à condução da economia, indica uma nova pesquisa do jornal The Wall Street Journal e da rede de televisão NBC.

Cerca de 38% dos eleitores americanos aprovam o trabalho de Trump, enquanto 58% o reprovam. Entre os republicanos, quase 80% têm uma visão favorável do presidente, mas há uma queda de prestígio em algumas bases eleitorais de Trump.

A maior baixa foi entre mulheres brancas sem curso superior. No mês passado, 50% eram a favor de Trump e 46%, não. Agora, 54% desaprovam o presidente e 40% apoiam seu desempenho na Casa Branca.

Por uma margem de cinco pontos percentuais, 42% a 37%, as políticas econômicas passaram no teste.  A pesquisa foi feita depois da notícia de que a economia dos EUA cresceu em ritmo de 3% ao ano no terceiro trimestre de 2017, depois de avançar em ritmo de 3,1% no segundo trimestre.

Se a economia se enfraquecer, a popularidade de Trump vai junto.

O grande apoio ao presidente vem do eleitorado tradicional republicano. Só 36% dos americanos têm uma imagem positiva do presidente. Entre os republicanos, essa aprovação quase chega a 80%.

Depois de bater boca com uma viúva negra de 24 anos grávida de um soldado morto por terroristas no Níger, na África, 53% reprovaram sua atuação como comandante das Forças Armadas e 35% aprovaram. A troca de acusações com o ditador da Coreia do Norte, Kim Jong Un, não ajudou.

Por 45% a 24%, os americanos preferem manter o acordo de 2015 assinado entre as grandes potências do Conselho de Segurança das Nações Unidas, a Alemanha e o Irã para desarmar o programa nuclear iraniano. Trump ameaça romper o acordo.

A resposta aos furacões Harvey e Irma, que atingiram o território continental dos EUA, foi considerada positiva por 49% e reprovada por 28%, mas a ajuda federal a Porto Rico depois do furacão Maria foi aprovada por 29% e considerada insuficiente por 54%.

Outro problema para a imagem de Trump foi sua reação diante dos jogadores de futebol americano que se ajoelharam na hora do hino nacional em protesto contra a violência policial contra os negros e a impunidade de policiais que matam negros. Nesta questão, o presidente perdeu por 59% a 30%.

Com eleições daqui a um ano, 48% gostariam de ver o Partido Democrata reassumir o controle da Câmara e do Senado, e 41% estão satisfeitos com a maioria republicana.

Sobre as razões dessa decisão, 46% querem eleger mais democratas para que "controlem e equilibrem as ações de Trump e dos republicanos no Congresso". Por outro lado, 28% querem "mais republicanos para ajudar Donald Trump a aprovar seu programa legislativo".

Se forem considerados apenas os eleitores com partido definido, 79% dos democratas querem mais controle sobre Trump e 71% dos republicanos querem ajudar na aprovação das propostas do presidente.

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Maioria dos americanos vê Trump dividindo o país

Cerca de 62% dos eleitores americanos entendem que o presidente Donald Trump está dividindo os Estados Unidos, enquanto 31% acreditam que ele está unindo o país, indica uma pesquisa nacional divulgada ontem pela Universidade Quinnipiac.

A aprovação de Trump caiu de 39,57% em 17 de agosto para 35,59%. Eleitores de todos os partidos, gêneros, níveis educacionais, idades e grupos raciais desaprovam o presidente, à exceção dos republicanos. Entre os eleitores do seu partido, Trump tem 77,14% de apoio.

O presidente consegue maiorias escassas no eleitorado branco sem curso superior (52,4%) e entre os homens brancos (50,46%).

Depois dos conflitos racistas provocados por neonazistas em Charlottesville, na Virgínia, quando Trump culpou primeiro "muitos lados" e "ambos os lados", 60,32% não gostaram da reação do presidente.

Para 59% dos entrevistados na pesquisa, 59% concordaram que as declarações, as decisões e o comportamento de Trump encorajam os supremacistas brancos, enquanto 3% disseram que desencoraja e 35% que não têm maior impacto.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Macron chega aos 100 dias com impopularidade recorde

Ao completar 100 dias no cargo, o jovem presidente Emmanuel Macron registra a maior queda de popularidade de um chefe da Estado da França. Em junho, quando seu partido República em Marcha conquistou maioria absoluta na Assembleia Nacional, Macron tinha o apoio de 64%. Hoje, só 36% estão satisfeitos com o presidente francês, enquanto 64% o desaprovam.

Na mesma pesquisa do Instituto Francês de Opinião Pública (Ifop), em julho, Macron tinha 54% a favor. Isso indica que a queda mais forte foi recente. Seu antecessor, François Hollande, chegou aos 100 dias com 46% de aprovação e 54% da rejeição.

A lua de mel foi rápida. O mais jovem líder francês desde o imperador Napoleão Bonaparte foi acusado de bonapartismo e perdeu apoio à direita ao discutir publicamente com o comandante-em-chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, general Pierre de Villiers, que criticou os cortes orçamentários e caiu.

Em setembro, depois da volta dos franceses das férias de verão no Hemisfério Norte, Macron terá de enfrentar os protestos dos sindicatos e das ruas contra sua proposta da reforma da Lei do Trabalho, que na França é maior do que a Bíblia. A reforma trabalhista foi uma das promessas de campanha de Macron.

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Popularidade de Trump atinge novo recorde negativo

A popularidade do presidente Donald Trump caiu para apenas 33%. Cerca de 61% dos americanos, indica uma nova pesquisa divulgada ontem pela Universidade Quinnipiac. São os piores índices desde a posse, em 20 de janeiro.

No fim de junho, a mesma pesquisa registrou 40% de apoio a Trump e 55% de desaprovação. Nessa última pesquisa, 71% disseram que não consideram o presidente equilibrado e 62% não acreditam que ele seja honesto.

A maioria dos eleitores pensa que Trump não tem as habilidades para uma liderança positiva e não se preocupa com os americanos médios.

domingo, 23 de julho de 2017

Popularidade de Macron cai 10 pontos para 54%

Com uma queda de 10 pontos percentuais em julho, a popularidade do presidente da França, Emmanuel Macron, baixou para 54%, indica uma pesquisa do Instituto Francês de Opinião Pública (Ifop) publicada hoje no Journal de Dimanche.

Desde maio a julho de 1995, quando Jacques Chirac caiu 15 pontos, um presidente francês não sofria uma perda de popularidade tão forte nos primeiros três meses de governo.

"Não é o fim do estado de graça, mas um primeiro alerta muito sério",  advertiu o JDD. Quando foi eleito, no segundo turno, em 7 de maio, Macron tinha o apoio de 62% dos franceses. Em junho, 64% estavam satisfeitos com o presidente.

O general Charles de Gaulle perdeu cinco pontos em três meses em 1966, de 61% para 56%. François Mitterrand recuou sete pontos em 1981, depois de sua primeira eleição, de 54% a 47%.

Entre as razões para a queda na popularidade do jovem presidente da França estão o bate-boca com o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, general Pierre de Villiers, que reclamava dos cortes orçamentários e pediu demissão. Macron passou uma imagem de arrogância e foi comparado a Napoleão Bonaparte.

O aumento da contribuição previdenciária e a expectativa de reformas que aumentem a idade da aposentadoria e simplifiquem a legislação trabalhista preocupam boa parte do eleitorado, além das esperadas demissões e cortes de vagas no serviço público.

Macron perdeu 11 pontos percentuais entre os maiores de 65 anos e 14 pontos na faixa de 50 a 64 anos. Caiu 12 pontos entre os eleitores do Partido Socialista e 18 pontos entre os funcionários públicos.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Trump começa com apoio de apenas 37%

A dez dias da posse, em 20 de janeiro, o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, tinha o apoio de 37% do eleitorado, indica uma pesquisa divulgada na terça-feira pela Universidade Quinnipiac, enquanto 51% desaprovam a maneira como o magnata imobiliário está conduzindo a transição.

Em comparação, o presidente Barack Obama tinha o apoio de 63,3% dos americanos quando chegou 'a Casa Branca, em 20 de janeiro de 2009.

Ontem à noite, em seu discurso de despedida, em Chicago, onde começou sua carreira política, Obama destacou os sucessos de seu governo: a recuperação da economia e da indústria automobilística americanas, a mais longa sequência de geração de empregos da história, o desemprego de apenas 4,7%, o acesso de mais de 30 milhões de pessoas a seguros de saúde, a morte de Ossama ben Laden, o acordo para desarmar o programa nuclear do Irã sem disparar um tiro e o reatamento com Cuba.

"Se há oito anos, eu tivesse prometido tudo isso, diriam que minhas metas eram altas demais. Mas, sim, nós podemos", afirmou, repetindo o discurso da campanha. "Sim, nós fizemos. Vocês fizeram."

Obama omitiu os fracassos, como a guerra civil na Síria ou a impossibilidade de negociar a paz entre palestinos e israelenses. E advertiu para o risco do radicalismo e do divisionismo na política interna dos EUA. Sem se referir uma única vez a Trump, alertou para a ameaça do racismo e para a guetização provocada pelas redes sociais, onde cada vez mais as pessoas recebem mensagens concordando com o que pensam sem se questionar com posições adversas.

Trump é o anti-Obama. Elegeu-se com um discurso sobre um país decadente assolado pela criminalidade e pela violência muito diferente dos EUA de hoje, Ganhou no Colégio Eleitoral, mas perdeu na votação popular por mais de 2,8 milhões de votos.

O atual presidente fez questão de dizer que as relações raciais são melhores hoje do 10, 20 ou 30 anos atrás, O presidente eleito, que faz da mentira uma de suas armas prediletas, diz que nunca foram tão ruins, esquecendo da escravidão e da segregação existente até os anos 1960s.

Em sua primeira entrevista coletiva como presidente eleito, Trump ficou na defensiva. Teve de responder a mais um escândalo. Um relatório de inteligência produzido por um agente inglês declara que o serviço secreto da Rússia filmou Trump em orgias sexuais com prostitutas num hotel em Moscou para usá-las contra o futuro presidente dos EUA.

O dossiê não foi considerado "substanciando" pelos serviços secretos dos EUA, que mesmo assim apresentaram relatório sobre o caso a Obama e Trump. O sítio Buzzfeed o publicou, enquanto a rede de televisão CNN e outros meios de comunicação mais criteriosos não revelaram o conteúdo por não conseguirem confirmar as alegações.

Mesmo assim, Trump investiu contra um repórter da CNN, em mais um espetáculo de arrogância, prepotência, desrespeito à liberdade de expressão, à Constituição e ao povo dos EUA. Não admira que comece com popularidade tão baixa. A dúvida é se vai conseguir governar com tantos conflitos de interesses e desrespeito pelas regras básicas do jogo democrático.

O bilionário apresentou uma advogada e uma série de documentos transferindo a administração de suas empresas para seus filhos, prometendo demiti-los como no programa de televisão O Aprendiz, que apresentava nos EUA.

É o primeiro presidente da era dos reality shows, um mestre do espetáculo com pouco conteúdo, a ser testado em breve no cargo mais poderoso da Terra.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Crise dos refugiados abala a popularidade de Angela Merkel

Com o desgaste provocado pela crise dos refugiados na Europa, a popularidade da chanceler (primeira-ministra) da Alemanha, Angela Merkel, perdeu 12 pontos percentuais a está em 46%, indica uma nova pesquisa do instituto DeutschlandTrends.

Diante da rejeição da maioria dos países da União Europeia, Merkel decidiu receber todos os verdadeiros refugiados, excluindo apenas os chamados "migrantes econômicos", que não enfrentariam riscos de segurança em seus países de origem.

Isso provocou forte reação negativa na Alemanha, inclusive da União Social-Cristã (CSU), parceira da União Democrata-Cristã (CDU), liderada por Merkel, no estado da Baviera.

Merkel apenas reafirmou os princípios de democracia, liberdade e solidariedade que são a base do projeto de integração da Europa. Os avanços sexuais de imigrantes de origem norte-africana contra mulheres nas ruas de Colônia na véspera do Ano Novo abalaram a imagem dos refugiados, deflagrando uma nova onda de repúdio aos muçulmanos.

O carnaval será um novo teste para os limites da integração cultural dos estrangeiros na Alemanha.

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Popularidade de Maduro cai a 22%

De volta de uma viagem internacional com poucos resultados práticos, o presidente Nicolás Maduro voltou a acusar a "burguesia parasita" de travar uma "guerra econômica" contra seu governo, enquanto filas se acumulam diante dos supermercados para compras de produtos básicos que estão em falta, sob racionamento. Sua popularidade baixou para 22%.

Mais de 28% das prateleiras dos supermercados estão vazias, a inflação passa de 60% ao ano e o câmbio oficial é totalmente divorciado da realidade econômica. O país que se gaba de ter as maiores reservas mundiais de petróleo não tem dinheiro para comprar papel higiênico, leite, carne, açúcar e farinha de trigo.

Entre as medidas cosméticas, Maduro mudou as regras do câmbio, em que há várias cotações diferentes. Para a compra e venda de alimentos e medicamentos, a moeda venezuelana está cotada a 6,30 bolívares por dólares. No mercado negro, estava hoje em 184 bolívares por dólar.

Enquanto o arqui-incompetente Maduro não se render à realidade, a situação econômica da Venezuela vai continuar piorando. O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê uma recessão de 7% neste ano na Venezuela, agravada pela queda dos preços internacionais do petróleo em mais de 50% nos últimos sete meses, reporta o jornal americano Los Angeles Times. O petróleo representa 95% das exportações venezuelanas.

Seu giro internacional rendeu uma ajuda internacional da China, mas a Rússia e o Irã, também abalados pela baixa nos preços do petróleo, não estão em condições de ajudar. Sem mudar o modelo econômico e abandonar as "ideologias infantis do passado", como disse o jornal venezuelano El Universal, o país não vai sair do buraco e as pressões para derrubar Maduro só tendem a aumentar, dentro e fora do regime chavista.

Reação ao terrorismo aumenta popularidade do governo da França

A reação aos atentados terroristas de 7 a 9 de janeiro de 2015 melhorou a popularidade do governo socialista da França, abalado pela estagnação econômica. A aprovação ao presidente François Hollande subiu dez pontos para 31%, enquanto o primeiro-ministro Manuel Valls ganhou oito pontos e chegou a 53%, indica pesquisa do instituto Odoxa divulgada hoje.

Pela análise do instituto, a popularidade de Hollande parou de subir. Seu avanço teria sido resultado da grande Marcha Republicana que reuniu mais de 1,5 milhão de pessoas em Paris em 11 de janeiro. Passado o efeito, não cresceu mais.

Em 7 de janeiro, os irmãos Saïd e Chérif Kouachi metralharam a redação do jornal satírico Charlie Hebdo, matando 11 pessoas e um policial que tentou interceptar sua fuga, em vingança pela publicação de caricaturas do profeta Maomé. No dia seguinte, outro extremista muçulmano, Amédy Coulibaly, matou uma policial na periferia de Paris.

Em 9 de janeiro, enquanto os irmãos Kouachi eram encurrados numa gráfica ao norte da capital, Coulibaly ocupou um supermercado de comida judaica em Paris, e matou quatro judeus antes de ser morto pela polícia.

Num primeiro momento, havia expectativa de um fortalecimento da extrema direita, que não pode ser descartado. Mas as propostas da Frente Nacional para combater o terrorismo não agradam muito nem trazem nada de novo: pena de morte, deixar a União Europeia e restringir a imigração.

Os partidos tradicionais podem ganhar com respostas mais equilibradas.

sábado, 27 de dezembro de 2014

Putin congela preço da vodca para manter popularidade

Em meio a uma grave crise econômica por causa das sanções ocidentais contra a intervenção militar na ex-república soviética da Ucrânia e da queda nos preços internacionais do petróleo, o presidente Vladimir Putin busca uma maneira de manter sua popularidade. Decidiu, então, controlar o preço da vodca.

Durante uma reunião com governadores regionais e altos funcionários federais, Putin alegou que o encarecimento da vodca leva à fabricação clandestina da droga em alambiques improvisados, com riscos muito maiores à saúde pública do que as bebidas alcoólicas produzidas legalmente.

A Rússia enfrenta sua pior crise desde 1998, quando o preço do petróleo caiu a US$ 10 por causa da Crise da Ásia e o país não teve condições de pagar sua dívida pública, o que provocou a crise do Plano Real e a desvalorização da moeda brasileira em janeiro de 1999.

Putin chegou ao poder em 1999, ao fim de uma década caótica de transição do comunismo para o capitalismo depois do fim da União Soviética, quando os preços do petróleo voltavam a subir. Consolidou o poder com uma promessa de prosperidade e estabilidade.

Como reconheceu Putin, a Rússia não diversificou sua economia e paga por isso, tanto quando a Ucrânia se sente atraída pela União Europeia como quando o preço de seu principal produto de exportação cai.

Sem opções para restaurar o crescimento por força das sanções, o homem-forte do Kremlin pede dois anos para recuperar a economia e, enquanto o petróleo não sobe, congela o preço da vodca. Em 1986, no início de suas reformas, o então secretário-geral do Partido Comunista da URSS, Mikhail Gorbachev, proibiu a vodca para combater o alcoolismo. Nunca mais recuperou sua popularidade.

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Popularidade de Putin cai

Pela primeira vez desde o início do ano, a popularidade do presidente da Rússia, Vladimir Putin, está em queda, indica uma pesquisa do Centro Levada noticiada ontem pelo jornal The Moscow Times. Se houvesse uma eleição presidencial hoje no país, só 49% votariam em Putin, contra 57% em agosto.

A popularidade de Putin cresceu no início do ano com a crise na Ucrânia e a anexação da Crimeia, apresentada na propaganda oficial como uma defesa de russos que supostamente estariam sendo perseguidos na ex-república soviética.

Putin domina a política russa desde o ano 2000, quando foi eleito presidente pela primeira vez. De 2008 a 2012, ele passou a Presidência para Dimitri Medvedev e foi primeiro-ministro.

Com a intervenção militar na Ucrânia e a imposição de sanções pelos Estados Unidos e a Europa, seu governo está se tornando cada vez mais nacionalista e linha dura. Reprime a oposição interna e tenta se afastar de quaisquer valores e influências ocidentais.

quarta-feira, 12 de março de 2014

Popularidade de Obama cai para 41%

A popularidade do presidente Barack Obama atingiu novo recorde de baixa. Com o pessimismo diante da fraca recuperação econômica e frustração com o governo federal, caiu para 41% na última pesquisa do jornal The Wall St. Journal e a rede de televisão NBC, realizada neste mês de março.

Em janeiro, 43% apoiaram Obama. Agora, a desaprovação subiu para 54%.

O mau desempenho prejudica o Partido Democrata nas eleições intermediárias de novembro, especialmente em estados conservadores onde o Partido Republicano pode recuperar a maioria no Senado.

Com a minoria nas duas casas do Congresso, os últimos dois anos do governo Obama seriam muito duros, com a oposição conservadora tentando acabar com seu programa para garantir cobertura de saúde para todos os americanos e quaisquer avanços sociais.

No momento, o prestígio do Partido Republicano é menor ainda. Só 25% têm uma imagem positiva do partido e 45% têm negativa.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Pessimismo econômico reduz popularidade de Obama

Apesar dos sinais positivos no setor privado, o pessimismo crescente em relação à economia dos Estados Unidos derrubou a popularidade do presidente Barack Obama para 47% de aprovação, indica uma sondagem do Centro de Pesquisas Pew.

São dois pontos percentuais a menos do que em fevereiro e oito menos do que em dezembro.

domingo, 29 de abril de 2012

Popularidade de Humala aumenta no Peru

Apesar dos protestos dos mineiros e dos ataques do grupo terrorista Sendero Luminoso, a popularidade do presidente do Peru, Ollanta Humala, subiu para 52% em pesquisa realizada de 19 a 21 de abril pelo instituto GFK. Em março, Humala tinha o apoio de 46% dos peruanos.

O presidente foi reprovado por 38% dos 500 entrevistados, mas o aumento de seis pontos percentuais na aprovação foi interpretado pelo instituto como sinal de que está fazendo um bom governo.

Enquanto 30% disseram que o Peru melhorou no atual governo, 54% acreditam que continua igual, um indicador de expectativas frustradas. Para o diretor do instituto GFK, Hernán Chaparro, "há questões de fundo que no sentir do cidadão continuam sem alteração e que no futuro podem gerar problemas", informa a agência de notícias Infolatam.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Popularidade de Cristina Kirchner cai

Uma série de problemas econômicos gerados ou agravados pelas políticas econômicas do kirchnerismo - inflação alta, ameaça de desemprego, cortes de subsídios e aumentos de impostos - reduziu a popularidade da presidente da Argentina, Cristina Kirchner, ao menor nível em um ano e um mês.

Cristina foi reeleita com 54% dos votos em outubro de 2011 para cumprir um segundo mandato de quatro anos, depois de ter atingido um pico de 64% de popularidade em setembro do ano passado.

Em pesquisas da empresa Management & Fit, a imagem positiva da presidente argentina baixou 17 pontos  percentuais desde fevereiro deste ano, de 59% para 42%. Foram ouvidas 1.218 pessoas de 18 a 70 anos até 7 de março.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Aprovação de Humala sobe para 54%

A aprovação do presidente do Peru, Ollanta Humala, subiu sete pontos percentuais em relação ao mês passado chegando a 54%, indica uma pesquisa do instituto Ipsis Apoyo realizada entre 11 e 13 de janeiro de 2012.

Cerca de 30% rejeitam o presidente e 10% preferiram não opinar.

domingo, 16 de outubro de 2011

Humala tem aprovação alta depois de cem dias

Depois de quase cem dias no poder, o presidente nacionalista Ollanta Humala perdeu três pontos percentuais de popularidade, mas tem a aprovação de 62% dos peruanos, indica uma pesquisa do instituto Ypsos Apoyo divulgada hoje, informa a agência de notícias Reuters.

Na classe A, considerada mais acomodada, 59% aprovam o governo Humala, contra 56% na classe E, enquanto o apoio das classes médias passa de 60%.