O governo ditadorial de Nicolás Maduro, que tenta a reeleição em 22 de abril, é considerado ruim ou péssimo por 75% dos eleitores da Venezuela, indica uma pesquisa do Instituto Venezuelano de Análise de Dados (IVAD), citada pela Agência France Presse (AFP).
Das 1,2 mil pessoas ouvidas de 25 de janeiro a 5 de fevereiro, 58,4% descreveram o governo Maduro como péssimo, 16,6% como "mau" e 4,3% de regular a mau. Só 0,9% apontaram a ditadura como "excelente", 8,4% como "boa" e 10,2% de "regular para boa".
Um total de 77% entendem que a Venezuela precisa de um novo governo, 16% não veem necessidade e 7% não opinaram.
A popularidade de Maduro foi arrasada pela pior crise econômica da história da Venezuela, país com as maiores reservas mundiais de petróleo. O produto interno bruto caiu pela metade desde que Maduro sucedeu ao falecido caudilho Hugo Chávez, em 2013.
Para este ano, o Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê hiperinflação de 13.000%. O desabastecimento de alimentos e medicamentos é generalizado.
A maioria dos entrevistados citou como o pior problema venezuelano a falta de comida e remédios (56,4%), seguida pela insegurança pública (44,9%) e o alto custo de vida (43,8%).
Neste ambiente de colapso econômico, 31,5% disseram estar muito dispostos a votar, enquanto 31,7% estão dispostos, 16,1% têm pouco interesse, 10,2% nenhum interesse e 10,6% são indiferentes.
Na pesquisa específica sobre a eleição presidencial de 22 de abril, 17,6% anunciaram a intenção de votar em Maduro e 23,6% no candidato oposicionista Henri Falcón, um chavista dissidente, ex-governador do estado de Lara.
O Conselho Nacional Eleitoral e a Assembleia Nacional Constituinte, subservientes a Maduro, vetaram a participação da aliança oposicionista Mesa da Unidade Democrática (MUD) e dos principais líderes da oposição, como o ex-governador e ex-candidato a presidente Henrique Capriles e o ex-prefeito Leopoldo López.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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sábado, 10 de fevereiro de 2018
sexta-feira, 17 de novembro de 2017
Aprovação do governo Trump atinge novo recorde de baixa
Depois de três meses seguidos de queda, a popularidade do presidente Donald Trump atingiu novo limite inferior na pesquisa do Instituto Harris e da Universidade de Harvard. Enquanto 41% aprovam, 59% desaprovam o trabalho de Trump na Presidência dos Estados Unidos.
Outra pesquisa, da RealClear Politics, apontou aprovação de apenas 38%. Nesta pesquisa, Trump tinha o apoio de 45% em setembro e 42% em outubro. O presidente obteve o melhor resultado em março: 49%.
Mas o eleitorado que levou Trump à Casa Branca continua fiel. Cerca de 79% dos republicanos e 86% de seus eleitores aprovam o desempenho do presidente. Entre os independentes, a popularidade cai para 38%. Entre democratas, negros e eleitores de Hillary Clinton, a rejeição é quase total.
O prestígio dos republicanos no Congresso é muito pior. Cai para 28% e 52% entre o eleitorado do partido.
Em 301 dias de controle sobre a Casa Branca e o Capitólio, o Partido Republicano não obteve nenhuma vitória legislativa importante. No momento, prepara um megacorte de US$ 1,5 trilhão nos impostos dos ricos e das grandes empresas.
A maioria dos entrevistados (54%) é contra a reforma fiscal republicana e acredita que suas finanças serão prejudicadas. Enquanto 75% dos republicanos apoiam, 77% dos democratas e 56% dos independentes são contra.
Mais da metade é pessimista; 58% veem os EUA indo na direção errada. Mas há otimismo relativo quanto à economia, com 45% achando que vai indo bem enquanto 37% entendem que não está em bom caminho.
Outra pesquisa, da RealClear Politics, apontou aprovação de apenas 38%. Nesta pesquisa, Trump tinha o apoio de 45% em setembro e 42% em outubro. O presidente obteve o melhor resultado em março: 49%.
Mas o eleitorado que levou Trump à Casa Branca continua fiel. Cerca de 79% dos republicanos e 86% de seus eleitores aprovam o desempenho do presidente. Entre os independentes, a popularidade cai para 38%. Entre democratas, negros e eleitores de Hillary Clinton, a rejeição é quase total.
O prestígio dos republicanos no Congresso é muito pior. Cai para 28% e 52% entre o eleitorado do partido.
Em 301 dias de controle sobre a Casa Branca e o Capitólio, o Partido Republicano não obteve nenhuma vitória legislativa importante. No momento, prepara um megacorte de US$ 1,5 trilhão nos impostos dos ricos e das grandes empresas.
A maioria dos entrevistados (54%) é contra a reforma fiscal republicana e acredita que suas finanças serão prejudicadas. Enquanto 75% dos republicanos apoiam, 77% dos democratas e 56% dos independentes são contra.
Mais da metade é pessimista; 58% veem os EUA indo na direção errada. Mas há otimismo relativo quanto à economia, com 45% achando que vai indo bem enquanto 37% entendem que não está em bom caminho.
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domingo, 5 de novembro de 2017
Popularidade de Macron cai a 35% seis meses depois da eleição
Seis meses depois de sua impressionante vitória nas urnas, só 35% dos franceses aprovam a atuação do jovem presidente Emmanuel Macron, indica uma pesquisa do instituto Harris Interactive divulgada ontem pelo canal de televisão France 2. Em comparação, 32% estão "mais descontentes" e 27% "muito descontentes".
Macron, de centro-direita, mantém o apoio de 80% dos que votaram nele no primeiro turno, em 23 de abril. Entre os eleitores da ultradireitista Marine Le Pen, do esquerdista radical Jean-Luc Mélenchon e do socialista Benoît Hamon, a rejeição é maciça. O eleitorado conservador de François Fillon se dividiu: 51% aprovam Macron, enquanto 47% estão insatisfeitos.
A maioria dos franceses (52%) gostou do fim da cobrança do imposto predial para 80% dos proprietários de imóveis, mas 45% são contra o aumento da contribuição social geral, 41% contra a redução do imposto sobre fortunas e 35% contra a reforma trabalhista.
Essas reformas destinadas a aumentar o dinamismo da economia da França, a sexta maior do mundo, estimular o investimento e a geração de empregos deram a impressão, reforçada pela propagada da extrema direita e da esquerda, de que Macron é um "presidente dos ricos".
Mais de 60% dos franceses entendem que as políticas de Macron favorecem os mais ricos. Só 7% disseram que ele beneficia mais a classe média e 3% que ajuda mais aos pobres.
Enquanto mais da metade confia no chefe de Estado para "garantir um papel importante para a França a nível internacional" e "garantir a segurança da França", só 27% esperam um aumento do seu poder de compra.
A pesquisa consultou 1.817 pessoas via Internet em 2 e 3 de novembro.
Macron, de centro-direita, mantém o apoio de 80% dos que votaram nele no primeiro turno, em 23 de abril. Entre os eleitores da ultradireitista Marine Le Pen, do esquerdista radical Jean-Luc Mélenchon e do socialista Benoît Hamon, a rejeição é maciça. O eleitorado conservador de François Fillon se dividiu: 51% aprovam Macron, enquanto 47% estão insatisfeitos.
A maioria dos franceses (52%) gostou do fim da cobrança do imposto predial para 80% dos proprietários de imóveis, mas 45% são contra o aumento da contribuição social geral, 41% contra a redução do imposto sobre fortunas e 35% contra a reforma trabalhista.
Essas reformas destinadas a aumentar o dinamismo da economia da França, a sexta maior do mundo, estimular o investimento e a geração de empregos deram a impressão, reforçada pela propagada da extrema direita e da esquerda, de que Macron é um "presidente dos ricos".
Mais de 60% dos franceses entendem que as políticas de Macron favorecem os mais ricos. Só 7% disseram que ele beneficia mais a classe média e 3% que ajuda mais aos pobres.
Enquanto mais da metade confia no chefe de Estado para "garantir um papel importante para a França a nível internacional" e "garantir a segurança da França", só 27% esperam um aumento do seu poder de compra.
A pesquisa consultou 1.817 pessoas via Internet em 2 e 3 de novembro.
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terça-feira, 15 de agosto de 2017
Macron chega aos 100 dias com impopularidade recorde
Ao completar 100 dias no cargo, o jovem presidente Emmanuel Macron registra a maior queda de popularidade de um chefe da Estado da França. Em junho, quando seu partido República em Marcha conquistou maioria absoluta na Assembleia Nacional, Macron tinha o apoio de 64%. Hoje, só 36% estão satisfeitos com o presidente francês, enquanto 64% o desaprovam.
Na mesma pesquisa do Instituto Francês de Opinião Pública (Ifop), em julho, Macron tinha 54% a favor. Isso indica que a queda mais forte foi recente. Seu antecessor, François Hollande, chegou aos 100 dias com 46% de aprovação e 54% da rejeição.
A lua de mel foi rápida. O mais jovem líder francês desde o imperador Napoleão Bonaparte foi acusado de bonapartismo e perdeu apoio à direita ao discutir publicamente com o comandante-em-chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, general Pierre de Villiers, que criticou os cortes orçamentários e caiu.
Em setembro, depois da volta dos franceses das férias de verão no Hemisfério Norte, Macron terá de enfrentar os protestos dos sindicatos e das ruas contra sua proposta da reforma da Lei do Trabalho, que na França é maior do que a Bíblia. A reforma trabalhista foi uma das promessas de campanha de Macron.
Na mesma pesquisa do Instituto Francês de Opinião Pública (Ifop), em julho, Macron tinha 54% a favor. Isso indica que a queda mais forte foi recente. Seu antecessor, François Hollande, chegou aos 100 dias com 46% de aprovação e 54% da rejeição.
A lua de mel foi rápida. O mais jovem líder francês desde o imperador Napoleão Bonaparte foi acusado de bonapartismo e perdeu apoio à direita ao discutir publicamente com o comandante-em-chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, general Pierre de Villiers, que criticou os cortes orçamentários e caiu.
Em setembro, depois da volta dos franceses das férias de verão no Hemisfério Norte, Macron terá de enfrentar os protestos dos sindicatos e das ruas contra sua proposta da reforma da Lei do Trabalho, que na França é maior do que a Bíblia. A reforma trabalhista foi uma das promessas de campanha de Macron.
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quinta-feira, 3 de agosto de 2017
Popularidade de Trump atinge novo recorde negativo
A popularidade do presidente Donald Trump caiu para apenas 33%. Cerca de 61% dos americanos, indica uma nova pesquisa divulgada ontem pela Universidade Quinnipiac. São os piores índices desde a posse, em 20 de janeiro.
No fim de junho, a mesma pesquisa registrou 40% de apoio a Trump e 55% de desaprovação. Nessa última pesquisa, 71% disseram que não consideram o presidente equilibrado e 62% não acreditam que ele seja honesto.
A maioria dos eleitores pensa que Trump não tem as habilidades para uma liderança positiva e não se preocupa com os americanos médios.
No fim de junho, a mesma pesquisa registrou 40% de apoio a Trump e 55% de desaprovação. Nessa última pesquisa, 71% disseram que não consideram o presidente equilibrado e 62% não acreditam que ele seja honesto.
A maioria dos eleitores pensa que Trump não tem as habilidades para uma liderança positiva e não se preocupa com os americanos médios.
sábado, 10 de dezembro de 2016
Trump tem a menor aprovação de um presidente eleito dos EUA
A maioria dos americanos não votou em Donald Trump. No voto popular, a ex-secretária de Estado Hillary Clinton venceu por mais de 2 milhões de votos. Assim, Trump chega à Casa Branca, em 20 de janeiro de 2017, com a menor aprovação de um presidente eleito dos Estados Unidos.
Trump tem hoje apenas 41% de aprovação, em contraste com 72% de Barack Obama, 65% de George Herbert Walker Bush e 62% de Bill Clinton pouco antes de assumirem a Presidência. George Walker Bush, que perdeu no voto popular para o então vice-presidente Al Gore no ano 2000, tinha 50%.
Com o aumento da polarização política, só 15% dos eleitores democratas apoiam o novo presidente, em constraste com 79% dos republicanos, o mesmo índice de George W. Bush.
Isso significa que o governo Trump começa sem o bônus de popularidade normalmente atribuído a um novo presidente. Cerca de 54% dos eleitores votaram contra o magnata imobiliário. Em vez de tentar aumentar seu apelo, os nomes indicados para o ministério e cargos importantes são aliados sem qualificação. Muitos são contra as agências governamentais pelas quais serão responsáveis.
O futuro diretor da Agência de Proteção Ambiental, Scott Pruitt, não acredita que o homem seja responsável pelo aquecimento global. O assessor de Segurança Nacional, general Michael Flynn, não considera o islamismo uma religião. Para ele, trata-se de uma ideologia política assassina. Flynn também divulgou notícias falsas durante a campanha.
Se for aprovado pelo Senado, o futuro secretário da Defesa será o general James Mattis, conhecido como Cachorro Louco. O secretário do Trabalho, Andy Puzder, é contra o aumento do salário mínimo e contra o pagamento de horas extras. Não admira que quase 60% dos americanos rejeitem Trump.
Trump tem hoje apenas 41% de aprovação, em contraste com 72% de Barack Obama, 65% de George Herbert Walker Bush e 62% de Bill Clinton pouco antes de assumirem a Presidência. George Walker Bush, que perdeu no voto popular para o então vice-presidente Al Gore no ano 2000, tinha 50%.
Com o aumento da polarização política, só 15% dos eleitores democratas apoiam o novo presidente, em constraste com 79% dos republicanos, o mesmo índice de George W. Bush.
Isso significa que o governo Trump começa sem o bônus de popularidade normalmente atribuído a um novo presidente. Cerca de 54% dos eleitores votaram contra o magnata imobiliário. Em vez de tentar aumentar seu apelo, os nomes indicados para o ministério e cargos importantes são aliados sem qualificação. Muitos são contra as agências governamentais pelas quais serão responsáveis.
O futuro diretor da Agência de Proteção Ambiental, Scott Pruitt, não acredita que o homem seja responsável pelo aquecimento global. O assessor de Segurança Nacional, general Michael Flynn, não considera o islamismo uma religião. Para ele, trata-se de uma ideologia política assassina. Flynn também divulgou notícias falsas durante a campanha.
Se for aprovado pelo Senado, o futuro secretário da Defesa será o general James Mattis, conhecido como Cachorro Louco. O secretário do Trabalho, Andy Puzder, é contra o aumento do salário mínimo e contra o pagamento de horas extras. Não admira que quase 60% dos americanos rejeitem Trump.
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quarta-feira, 29 de junho de 2016
Popularidade de Hollande cai a recorde negativo de 12%
A menos de um ano da eleição presidencial na França, a popularidade do presidente socialista François Hollande caiu a novo recorde negativo. Só 12% confiam no chefe de Estado, indica uma pesquisa do instituto TNS para o jornal Le Figaro.
Hollande insiste em dizer que o país está melhor, com crescimento maior e uma pequena queda no desemprego, deu aumentos a professores e outros funcionários públicos, deixou o ônus da rejeição dos sindicatos à reforma trabalhista com o primeiro-ministro Manuel Valls e se apresenta como o torcedor número da seleção de futebol da França, uma das favoritas da Eurocopa.
O presidente promete anunciar no fim do ano se vai concorrer à reeleição. O Partido Socialista propôs a realização de uma eleição primária com o aval do Palácio do Eliseu. É uma tentativa de legitimar a reeleição.
A ameaça do terrorismo, a estagnação da economia, o desemprego elevado e a onda de greves e manifestações em rejeição à reforma das leis do trabalho contribuem para o que o Figaro chama de "o calvário de Hollande".
No momento, as pesquisas indicam que o PS pode ficar fora do segundo turno da eleição presidencial, como aconteceu em 2002, quando o neofascista Jean-Marie Le Pen, da Frente Nacional, superou o então primeiro-ministro socialista Lionel Jospin e foi derrotado pelo então presidente Jacques Chirac.
Agora, Marine Le Pen, filha de Jean-Marie, aparece como favorita nas pesquisas, disputando a ponta com os favoritos do partido Os Republicanos, o ex-presidente Nicolas Sarkozy e o ex-primeiro-ministro Alain Juppé, que devem disputar a eleição primária da centro-direita.
Hollande insiste em dizer que o país está melhor, com crescimento maior e uma pequena queda no desemprego, deu aumentos a professores e outros funcionários públicos, deixou o ônus da rejeição dos sindicatos à reforma trabalhista com o primeiro-ministro Manuel Valls e se apresenta como o torcedor número da seleção de futebol da França, uma das favoritas da Eurocopa.
O presidente promete anunciar no fim do ano se vai concorrer à reeleição. O Partido Socialista propôs a realização de uma eleição primária com o aval do Palácio do Eliseu. É uma tentativa de legitimar a reeleição.
A ameaça do terrorismo, a estagnação da economia, o desemprego elevado e a onda de greves e manifestações em rejeição à reforma das leis do trabalho contribuem para o que o Figaro chama de "o calvário de Hollande".
No momento, as pesquisas indicam que o PS pode ficar fora do segundo turno da eleição presidencial, como aconteceu em 2002, quando o neofascista Jean-Marie Le Pen, da Frente Nacional, superou o então primeiro-ministro socialista Lionel Jospin e foi derrotado pelo então presidente Jacques Chirac.
Agora, Marine Le Pen, filha de Jean-Marie, aparece como favorita nas pesquisas, disputando a ponta com os favoritos do partido Os Republicanos, o ex-presidente Nicolas Sarkozy e o ex-primeiro-ministro Alain Juppé, que devem disputar a eleição primária da centro-direita.
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quarta-feira, 1 de junho de 2016
Hollande tem só 14% em pesquisa sobre eleição de 2017 na França
O presidente François Hollande larga mal na luta pela reeleição na França. Em sondagem feita pelo Centro de Pesquisas Políticas da Sciences Po, a faculdade de ciências políticas e sociais de Paris, Hollande tem a preferência de apenas 14% do eleitorado contra 41% para o ex-primeiro-ministro conservador Alain Juppé e 28% para a candidata da extrema direita, Marine Le Pen.
Com estes números, Hollande seria eliminado no primeiro turno da eleição presidencial, em 23 de abril de 2017. Não chegaria ao segundo turno, em 7 de maio, a exemplo do que aconteceu em 21 de abril de 2002, quando o primeiro-ministro socialista Lionel Jospin teve 16,11% dos votos e perdeu a vaga no segundo turno para o neofascista Jean-Marie Le Pen, pai de Marine, que conquistou 16,86% dos votos. O presidente Jacques Chirac foi reeleito no segundo turno.
Só 4% dos franceses estão "muito satisfeitos" com o atual presidente. Apesar de uma aceleração do crescimento para 0,6% no primeiro trimestre do ano e de uma pequena queda no desemprego por dois meses consecutivos, 53% dos franceses não estão "nada satisfeitos" com Hollande.
O fantasma de um novo 21 de abril assombra o Partido Socialista. A pesquisa eleitoral reflete a impopularidade de Hollande. Sua aprovação caiu a 13%, a pior de um presidente francês até hoje.
Se o candidato do partido de centro-direita Os Republicanos for o ex-presidente Nicolas Sarkozy, teria 27%. Poderia ficar atrás de Marine Le Pen, que aparece com 28% sejam quem forem os adversários.
Os atentados terroristas de janeiro e novembro de 2015 em Paris criaram um sentimento de união nacional em torno do presidente. Mas a atual onda de greves contra a reforma trabalhista, que atinge sobretudo os setores de transportes e energia, desgasta ainda mais o PS.
Sob pressão da globalização e do desemprego elevado, a nova lei trabalhista facilita as demissões. Na prática, poucos franceses conseguem hoje um contrato de prazo indeterminado (CDI). As empresas só querem fazer contratos de prazo determinado (CDD) por causa das dificuldades para demitir.
É um sistema que dá muitas garantias a quem está empregado, mas dificulta o acesso ao mercado de trabalho, especialmente dos jovens. Com desemprego acima de 10%, muito acima da Alemanha e do Reino Unido, o governo socialista do primeiro-ministro Manuel Valls decidiu flexibilizar a lei trabalhista.
A maior central sindical, a Confederação Geral do Trabalho (CGT), e a trotskista Luta Operária (LO) lideram os protestos que paralisaram refinarias, usinas nucleares, ferrovias e aeroportos. A greve ameaça a Euro 2016, a copa europeia de seleções, marcada para começar em 10 de junho.
Hollande prometeu não ceder. Valls admite negociar, mas não os pontos centrais da reforma. A CGT e a LO exigem a retirada do projeto de lei, aprovado por uma manobra constitucional do primeiro-ministro Valls, sem votação na Assembleia Nacional.
Além disso, o governo dos Estados Unidos fez um alerta a cidadãos americanos sobre o risco de atentados terroristas na Europa, especialmente na França durante a Euro 2016.
Com estes números, Hollande seria eliminado no primeiro turno da eleição presidencial, em 23 de abril de 2017. Não chegaria ao segundo turno, em 7 de maio, a exemplo do que aconteceu em 21 de abril de 2002, quando o primeiro-ministro socialista Lionel Jospin teve 16,11% dos votos e perdeu a vaga no segundo turno para o neofascista Jean-Marie Le Pen, pai de Marine, que conquistou 16,86% dos votos. O presidente Jacques Chirac foi reeleito no segundo turno.
Só 4% dos franceses estão "muito satisfeitos" com o atual presidente. Apesar de uma aceleração do crescimento para 0,6% no primeiro trimestre do ano e de uma pequena queda no desemprego por dois meses consecutivos, 53% dos franceses não estão "nada satisfeitos" com Hollande.
O fantasma de um novo 21 de abril assombra o Partido Socialista. A pesquisa eleitoral reflete a impopularidade de Hollande. Sua aprovação caiu a 13%, a pior de um presidente francês até hoje.
Se o candidato do partido de centro-direita Os Republicanos for o ex-presidente Nicolas Sarkozy, teria 27%. Poderia ficar atrás de Marine Le Pen, que aparece com 28% sejam quem forem os adversários.
Os atentados terroristas de janeiro e novembro de 2015 em Paris criaram um sentimento de união nacional em torno do presidente. Mas a atual onda de greves contra a reforma trabalhista, que atinge sobretudo os setores de transportes e energia, desgasta ainda mais o PS.
Sob pressão da globalização e do desemprego elevado, a nova lei trabalhista facilita as demissões. Na prática, poucos franceses conseguem hoje um contrato de prazo indeterminado (CDI). As empresas só querem fazer contratos de prazo determinado (CDD) por causa das dificuldades para demitir.
É um sistema que dá muitas garantias a quem está empregado, mas dificulta o acesso ao mercado de trabalho, especialmente dos jovens. Com desemprego acima de 10%, muito acima da Alemanha e do Reino Unido, o governo socialista do primeiro-ministro Manuel Valls decidiu flexibilizar a lei trabalhista.
A maior central sindical, a Confederação Geral do Trabalho (CGT), e a trotskista Luta Operária (LO) lideram os protestos que paralisaram refinarias, usinas nucleares, ferrovias e aeroportos. A greve ameaça a Euro 2016, a copa europeia de seleções, marcada para começar em 10 de junho.
Hollande prometeu não ceder. Valls admite negociar, mas não os pontos centrais da reforma. A CGT e a LO exigem a retirada do projeto de lei, aprovado por uma manobra constitucional do primeiro-ministro Valls, sem votação na Assembleia Nacional.
Além disso, o governo dos Estados Unidos fez um alerta a cidadãos americanos sobre o risco de atentados terroristas na Europa, especialmente na França durante a Euro 2016.
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segunda-feira, 5 de outubro de 2015
Governo Maduro é rejeitado por 82,7% dos venezuelanos
Sob o impacto de uma inflação que se aproxima de 200% ao ano e desabastecimento generalizado, 82,7% dos venezuelanos consideram ruim ou péssimo o governo de Nicolás Maduro e apenas 16,7% têm uma imagem positiva, indica uma pesquisa realizada pela empresa Hercon Consultores.
Na pesquisa, realizada com 1,2 mil eleitores de 5 a 20 de setembro, 51,2% dos que se declaram partidários do chavismo avaliaram negativamente o presidente Maduro, responsabilizando o sucessor de Hugo Chávez pela crise econômica e social.
Em geral, 63% responsabilizam o governo pela crise; 12,1% culpam o "socialismo do século 21"; 10,1%, a oposição; 8,5%, a corrupção; e 3,3%, o setor privado.
O desabastecimento e a escassez (38,1%) e a insegurança (30,9%) foram apontados como os dois maiores problemas da Venezuela, acrescenta a pesquisa citada no boletim digital Dolar Today, que informa a cotação do mercado paralelo: 829,02 bolívares.
As pesquisas para as eleições parlamentares de 6 de dezembro dão uma vantagem de 20 pontos percentuais à oposição. Como o governo não está preparado para entregar o poder, Maduro deve tentar alguma manobra para adiar o pleito ou impor estado de emergência, como fez em dois estados na fronteira com a Colômbia. Também está alimentando uma disputa territorial com a República da Guiana na região de Essequibo. A Venezuela reivindica 74% do território da Guiana.
Na pesquisa, realizada com 1,2 mil eleitores de 5 a 20 de setembro, 51,2% dos que se declaram partidários do chavismo avaliaram negativamente o presidente Maduro, responsabilizando o sucessor de Hugo Chávez pela crise econômica e social.
Em geral, 63% responsabilizam o governo pela crise; 12,1% culpam o "socialismo do século 21"; 10,1%, a oposição; 8,5%, a corrupção; e 3,3%, o setor privado.
O desabastecimento e a escassez (38,1%) e a insegurança (30,9%) foram apontados como os dois maiores problemas da Venezuela, acrescenta a pesquisa citada no boletim digital Dolar Today, que informa a cotação do mercado paralelo: 829,02 bolívares.
As pesquisas para as eleições parlamentares de 6 de dezembro dão uma vantagem de 20 pontos percentuais à oposição. Como o governo não está preparado para entregar o poder, Maduro deve tentar alguma manobra para adiar o pleito ou impor estado de emergência, como fez em dois estados na fronteira com a Colômbia. Também está alimentando uma disputa territorial com a República da Guiana na região de Essequibo. A Venezuela reivindica 74% do território da Guiana.
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
Popularidade de Hollande cai a recorde negativo de 12%
A popularidade do presidente socialista François Hollande bateu hoje novo recorde negativo na França. Em pesquisa do instituto YouGov France, do jornal digital Le Huffington Post e da televisão digital i-Télé, Hollande teve a aprovação de apenas 12% dos franceses, a menor de um presidente da 5ª República, fundada em 1958 pelo general Charles de Gaulle.
O presidente perdeu mais pontos junto aos aliados de sua coalizão, que reúne socialistas e os verdes, caindo de 43% para 32%. Cerca de 83% dos franceses têm uma visão negativa de Hollande, informa o jornal esquerdista Libération.
A aprovação ao primeiro-ministro Manuel Valls, da ala mais à direita do Partido Socialista, baixou de 24% para 22%.
Entre as políticas mais criticadas, os eleitores franceses apontam a luta contra o desemprego (76%), a reforma educacional (66%) e a intervenção militar no Mali (47%). Os maiores sucessos do governo seriam a criação de uma autoridade superior para a transparência na vida pública (60%), o restabelecimento parcial dos 60 anos como idade para aposentadoria (51%) e a Lei Duflot para aumentar a oferta de imóveis residenciais (50%).
Para os dois anos e meio que restam da presidência de Hollande, os eleitores franceses indicam como prioridades cortes de impostos (82%), redução do déficit orçamentário (68%) e a dissolução da Assembleia Nacional (46%), com a realização de novas eleições. Dada a impopularidade do governo, não existe a menor chance de Hollande antecipar as eleições, que seriam arrasadoras para o PS.
O presidente perdeu mais pontos junto aos aliados de sua coalizão, que reúne socialistas e os verdes, caindo de 43% para 32%. Cerca de 83% dos franceses têm uma visão negativa de Hollande, informa o jornal esquerdista Libération.
A aprovação ao primeiro-ministro Manuel Valls, da ala mais à direita do Partido Socialista, baixou de 24% para 22%.
Entre as políticas mais criticadas, os eleitores franceses apontam a luta contra o desemprego (76%), a reforma educacional (66%) e a intervenção militar no Mali (47%). Os maiores sucessos do governo seriam a criação de uma autoridade superior para a transparência na vida pública (60%), o restabelecimento parcial dos 60 anos como idade para aposentadoria (51%) e a Lei Duflot para aumentar a oferta de imóveis residenciais (50%).
Para os dois anos e meio que restam da presidência de Hollande, os eleitores franceses indicam como prioridades cortes de impostos (82%), redução do déficit orçamentário (68%) e a dissolução da Assembleia Nacional (46%), com a realização de novas eleições. Dada a impopularidade do governo, não existe a menor chance de Hollande antecipar as eleições, que seriam arrasadoras para o PS.
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terça-feira, 9 de setembro de 2014
Socialistas dissidentes não devem apoiar governo Valls
Os deputados rebeldes do Partido Socialista devem se abster durante o voto de confiança a que o novo governo nomeado pelo primeiro-ministro Manuel Valls terá de se submeter na Assembleia Nacional da França, declarou o deputado dissidente Christian Paul ao jornal Le Parisien.
Ao se abster em vez de votar contra, a facção dissidente evita derrubar o governo e mantém sua posição nas negociações com o presidente François Hollande, que bateu na semana passada o recorde de impopularidade para um chefe de Estado francês na 5ª República, fundada em 1958.
Só 13% dos franceses apoiam Hollande, o que enfraqueceria a posição dos socialistas em eleições gerais antecipadas. O primeiro-ministro Valls é mais popular, mas enfrenta resistência interna da esquerda do partido, que o considera "social-liberal".
Ao se abster em vez de votar contra, a facção dissidente evita derrubar o governo e mantém sua posição nas negociações com o presidente François Hollande, que bateu na semana passada o recorde de impopularidade para um chefe de Estado francês na 5ª República, fundada em 1958.
Só 13% dos franceses apoiam Hollande, o que enfraqueceria a posição dos socialistas em eleições gerais antecipadas. O primeiro-ministro Valls é mais popular, mas enfrenta resistência interna da esquerda do partido, que o considera "social-liberal".
sexta-feira, 5 de setembro de 2014
Hollande é o presidente mais impopular da 5ª República
Com uma queda de cinco pontos percentuais num mês, o presidente François Hollande tem o apoio de apenas 13% do eleitorado da França. É o mais impopular da 5ª República francesa, iniciada em 1958. O recorde de impopularidade anterior era de Jacques Chirac, que tinha o apoio de apenas 16% dos franceses em julho de 2006.
Nicolas Sarkozy caiu a 20% em maio de 2011 e François Mitterrand nunca teve menos do que 31% de aprovação.
Nicolas Sarkozy caiu a 20% em maio de 2011 e François Mitterrand nunca teve menos do que 31% de aprovação.
quarta-feira, 12 de março de 2014
Popularidade de Obama cai para 41%
A popularidade do presidente Barack Obama atingiu novo recorde de baixa. Com o pessimismo diante da fraca recuperação econômica e frustração com o governo federal, caiu para 41% na última pesquisa do jornal The Wall St. Journal e a rede de televisão NBC, realizada neste mês de março.
Em janeiro, 43% apoiaram Obama. Agora, a desaprovação subiu para 54%.
O mau desempenho prejudica o Partido Democrata nas eleições intermediárias de novembro, especialmente em estados conservadores onde o Partido Republicano pode recuperar a maioria no Senado.
Com a minoria nas duas casas do Congresso, os últimos dois anos do governo Obama seriam muito duros, com a oposição conservadora tentando acabar com seu programa para garantir cobertura de saúde para todos os americanos e quaisquer avanços sociais.
No momento, o prestígio do Partido Republicano é menor ainda. Só 25% têm uma imagem positiva do partido e 45% têm negativa.
Em janeiro, 43% apoiaram Obama. Agora, a desaprovação subiu para 54%.
O mau desempenho prejudica o Partido Democrata nas eleições intermediárias de novembro, especialmente em estados conservadores onde o Partido Republicano pode recuperar a maioria no Senado.
Com a minoria nas duas casas do Congresso, os últimos dois anos do governo Obama seriam muito duros, com a oposição conservadora tentando acabar com seu programa para garantir cobertura de saúde para todos os americanos e quaisquer avanços sociais.
No momento, o prestígio do Partido Republicano é menor ainda. Só 25% têm uma imagem positiva do partido e 45% têm negativa.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Mais de 80% dos americanos reprovam Congresso
Cerca de 84% dos americanos desaprovam o trabalho do atual Congresso dos Estados Unidos e quase dois terços "desaprovam fortemente". Só 13% estão satisfeitos com o trabalho dos atuais deputados e senadores, indica uma pesquisa do jornal The Washington Post e da rede de televisão ABC.
Se o presidente Barack Obama enfrenta sérios problemas para se reeleger em novembro de 2012, com o desemprego em 8,5%, os congressistas não gozam de maior popularidade.
Se o presidente Barack Obama enfrenta sérios problemas para se reeleger em novembro de 2012, com o desemprego em 8,5%, os congressistas não gozam de maior popularidade.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Impopularidade do Congresso aumenta nos EUA
Depois de meses de batalhas entre a Casa Branca e o Congresso em torno do orçamento federal e da dívida pública dos Estados Unidos, apenas 14% dos americanos confiam em seus deputados e senadores.
É o que indica uma pesquisa divulgada hoje pelo jornal The Washington Post e a rede de televisão ABC.
Mais de 60% rejeitam a maneira como o presidente Barack Obama está conduzindo a economia do país. Com a crescente impopularidade do Congresso, o presidente tem feito um discurso mais agressivo para vender seu plano de geração de empregos, que aumenta gastos públicos e impostos para os ricos.
É o que indica uma pesquisa divulgada hoje pelo jornal The Washington Post e a rede de televisão ABC.
Mais de 60% rejeitam a maneira como o presidente Barack Obama está conduzindo a economia do país. Com a crescente impopularidade do Congresso, o presidente tem feito um discurso mais agressivo para vender seu plano de geração de empregos, que aumenta gastos públicos e impostos para os ricos.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Congresso é reprovado por 82% dos americanos
Com a batalha da dívida pública, que levou os Estados Unidos à beira do calote sem que tenha problemas para vender seus títulos no mercado, o Congresso atingiu seu maior nível de impopularidade: 82% dos americanos reprovaram o comportamento dos parlamentares.
É a maior rejeição desde que o jornal The New York Times começou a pesquisar o assunto, em 1977.
A maioria dos americanos acredita ser mais importante criar empregos do que cortar gastos públicos.
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