O presidente conservador Iván Duque decretou toque de recolher noturno ontem em Bogotá a partir das 21 horas (23h em Brasília), convocou o Exército para patrulhar as ruas junto com a polícia para garantir a ordem pública e anunciou um diálogo social, mas não esclareceu que reformas vai propor.
Na quinta-feira, durante uma greve geral, mais de um milhão de pessoas protestaram nas ruas contra as reformas previdenciária e trabalhista. Houve cenas de vandalismo em Bogotá, Cáli e Barranquilla. Pelo menos 146 pessoas foram presas.
Ontem, houve panelaços em parte da capital e confrontos entre manifestantes e a polícia, saques e vandalismo. Ao todo, 76 estações do Transmilênio, um veículo leve sobre pneus que é o principal meio de transporte público da capital colombiana, foram vandalizadas 79 ônibus foram destruídos.
"Temos uma horda de delinquentes que destroem os bens de todos os cidadãos, que saqueiam e roubam, que querem acabar com a cidade. São uma minoria", afirmou o prefeito verde, liberal e radical de Bogotá, Enrique Peñalosa.
O presidente se reuniu com um gabinete de crise, visitou o posto de comando unificado das forças de segurança e pediu aos prefeitos de toda a Colômbia para manter a ordem com decretação de lei seca e e toque de recolher noturno onde for necessário.
"Devemos rechaçar categoricamente qualquer forma de violência", declarou Duque em pronunciamento na televisão sexta-feira à noite. Desde 1977, o Exército não saía às ruas para garantir a lei e a ordem. Lutava contra grupos guerrilheiros.
Em 2016, o governo Juan Manuel Santos assinou um acordo de paz com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC). O Exército de Libertação (ELN) ainda está em atividade. Pode cometer atentados isolados, mas não representa uma grande ameaça.
Com a paz, tão rara na história da Colômbia, afloraram as reivindicações sociais em uma sociedade conservadora e oligárquica, com impressionante histórico de violência.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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sábado, 23 de novembro de 2019
domingo, 5 de novembro de 2017
Popularidade de Macron cai a 35% seis meses depois da eleição
Seis meses depois de sua impressionante vitória nas urnas, só 35% dos franceses aprovam a atuação do jovem presidente Emmanuel Macron, indica uma pesquisa do instituto Harris Interactive divulgada ontem pelo canal de televisão France 2. Em comparação, 32% estão "mais descontentes" e 27% "muito descontentes".
Macron, de centro-direita, mantém o apoio de 80% dos que votaram nele no primeiro turno, em 23 de abril. Entre os eleitores da ultradireitista Marine Le Pen, do esquerdista radical Jean-Luc Mélenchon e do socialista Benoît Hamon, a rejeição é maciça. O eleitorado conservador de François Fillon se dividiu: 51% aprovam Macron, enquanto 47% estão insatisfeitos.
A maioria dos franceses (52%) gostou do fim da cobrança do imposto predial para 80% dos proprietários de imóveis, mas 45% são contra o aumento da contribuição social geral, 41% contra a redução do imposto sobre fortunas e 35% contra a reforma trabalhista.
Essas reformas destinadas a aumentar o dinamismo da economia da França, a sexta maior do mundo, estimular o investimento e a geração de empregos deram a impressão, reforçada pela propagada da extrema direita e da esquerda, de que Macron é um "presidente dos ricos".
Mais de 60% dos franceses entendem que as políticas de Macron favorecem os mais ricos. Só 7% disseram que ele beneficia mais a classe média e 3% que ajuda mais aos pobres.
Enquanto mais da metade confia no chefe de Estado para "garantir um papel importante para a França a nível internacional" e "garantir a segurança da França", só 27% esperam um aumento do seu poder de compra.
A pesquisa consultou 1.817 pessoas via Internet em 2 e 3 de novembro.
Macron, de centro-direita, mantém o apoio de 80% dos que votaram nele no primeiro turno, em 23 de abril. Entre os eleitores da ultradireitista Marine Le Pen, do esquerdista radical Jean-Luc Mélenchon e do socialista Benoît Hamon, a rejeição é maciça. O eleitorado conservador de François Fillon se dividiu: 51% aprovam Macron, enquanto 47% estão insatisfeitos.
A maioria dos franceses (52%) gostou do fim da cobrança do imposto predial para 80% dos proprietários de imóveis, mas 45% são contra o aumento da contribuição social geral, 41% contra a redução do imposto sobre fortunas e 35% contra a reforma trabalhista.
Essas reformas destinadas a aumentar o dinamismo da economia da França, a sexta maior do mundo, estimular o investimento e a geração de empregos deram a impressão, reforçada pela propagada da extrema direita e da esquerda, de que Macron é um "presidente dos ricos".
Mais de 60% dos franceses entendem que as políticas de Macron favorecem os mais ricos. Só 7% disseram que ele beneficia mais a classe média e 3% que ajuda mais aos pobres.
Enquanto mais da metade confia no chefe de Estado para "garantir um papel importante para a França a nível internacional" e "garantir a segurança da França", só 27% esperam um aumento do seu poder de compra.
A pesquisa consultou 1.817 pessoas via Internet em 2 e 3 de novembro.
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terça-feira, 15 de agosto de 2017
Macron chega aos 100 dias com impopularidade recorde
Ao completar 100 dias no cargo, o jovem presidente Emmanuel Macron registra a maior queda de popularidade de um chefe da Estado da França. Em junho, quando seu partido República em Marcha conquistou maioria absoluta na Assembleia Nacional, Macron tinha o apoio de 64%. Hoje, só 36% estão satisfeitos com o presidente francês, enquanto 64% o desaprovam.
Na mesma pesquisa do Instituto Francês de Opinião Pública (Ifop), em julho, Macron tinha 54% a favor. Isso indica que a queda mais forte foi recente. Seu antecessor, François Hollande, chegou aos 100 dias com 46% de aprovação e 54% da rejeição.
A lua de mel foi rápida. O mais jovem líder francês desde o imperador Napoleão Bonaparte foi acusado de bonapartismo e perdeu apoio à direita ao discutir publicamente com o comandante-em-chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, general Pierre de Villiers, que criticou os cortes orçamentários e caiu.
Em setembro, depois da volta dos franceses das férias de verão no Hemisfério Norte, Macron terá de enfrentar os protestos dos sindicatos e das ruas contra sua proposta da reforma da Lei do Trabalho, que na França é maior do que a Bíblia. A reforma trabalhista foi uma das promessas de campanha de Macron.
Na mesma pesquisa do Instituto Francês de Opinião Pública (Ifop), em julho, Macron tinha 54% a favor. Isso indica que a queda mais forte foi recente. Seu antecessor, François Hollande, chegou aos 100 dias com 46% de aprovação e 54% da rejeição.
A lua de mel foi rápida. O mais jovem líder francês desde o imperador Napoleão Bonaparte foi acusado de bonapartismo e perdeu apoio à direita ao discutir publicamente com o comandante-em-chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, general Pierre de Villiers, que criticou os cortes orçamentários e caiu.
Em setembro, depois da volta dos franceses das férias de verão no Hemisfério Norte, Macron terá de enfrentar os protestos dos sindicatos e das ruas contra sua proposta da reforma da Lei do Trabalho, que na França é maior do que a Bíblia. A reforma trabalhista foi uma das promessas de campanha de Macron.
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quarta-feira, 1 de junho de 2016
Hollande tem só 14% em pesquisa sobre eleição de 2017 na França
O presidente François Hollande larga mal na luta pela reeleição na França. Em sondagem feita pelo Centro de Pesquisas Políticas da Sciences Po, a faculdade de ciências políticas e sociais de Paris, Hollande tem a preferência de apenas 14% do eleitorado contra 41% para o ex-primeiro-ministro conservador Alain Juppé e 28% para a candidata da extrema direita, Marine Le Pen.
Com estes números, Hollande seria eliminado no primeiro turno da eleição presidencial, em 23 de abril de 2017. Não chegaria ao segundo turno, em 7 de maio, a exemplo do que aconteceu em 21 de abril de 2002, quando o primeiro-ministro socialista Lionel Jospin teve 16,11% dos votos e perdeu a vaga no segundo turno para o neofascista Jean-Marie Le Pen, pai de Marine, que conquistou 16,86% dos votos. O presidente Jacques Chirac foi reeleito no segundo turno.
Só 4% dos franceses estão "muito satisfeitos" com o atual presidente. Apesar de uma aceleração do crescimento para 0,6% no primeiro trimestre do ano e de uma pequena queda no desemprego por dois meses consecutivos, 53% dos franceses não estão "nada satisfeitos" com Hollande.
O fantasma de um novo 21 de abril assombra o Partido Socialista. A pesquisa eleitoral reflete a impopularidade de Hollande. Sua aprovação caiu a 13%, a pior de um presidente francês até hoje.
Se o candidato do partido de centro-direita Os Republicanos for o ex-presidente Nicolas Sarkozy, teria 27%. Poderia ficar atrás de Marine Le Pen, que aparece com 28% sejam quem forem os adversários.
Os atentados terroristas de janeiro e novembro de 2015 em Paris criaram um sentimento de união nacional em torno do presidente. Mas a atual onda de greves contra a reforma trabalhista, que atinge sobretudo os setores de transportes e energia, desgasta ainda mais o PS.
Sob pressão da globalização e do desemprego elevado, a nova lei trabalhista facilita as demissões. Na prática, poucos franceses conseguem hoje um contrato de prazo indeterminado (CDI). As empresas só querem fazer contratos de prazo determinado (CDD) por causa das dificuldades para demitir.
É um sistema que dá muitas garantias a quem está empregado, mas dificulta o acesso ao mercado de trabalho, especialmente dos jovens. Com desemprego acima de 10%, muito acima da Alemanha e do Reino Unido, o governo socialista do primeiro-ministro Manuel Valls decidiu flexibilizar a lei trabalhista.
A maior central sindical, a Confederação Geral do Trabalho (CGT), e a trotskista Luta Operária (LO) lideram os protestos que paralisaram refinarias, usinas nucleares, ferrovias e aeroportos. A greve ameaça a Euro 2016, a copa europeia de seleções, marcada para começar em 10 de junho.
Hollande prometeu não ceder. Valls admite negociar, mas não os pontos centrais da reforma. A CGT e a LO exigem a retirada do projeto de lei, aprovado por uma manobra constitucional do primeiro-ministro Valls, sem votação na Assembleia Nacional.
Além disso, o governo dos Estados Unidos fez um alerta a cidadãos americanos sobre o risco de atentados terroristas na Europa, especialmente na França durante a Euro 2016.
Com estes números, Hollande seria eliminado no primeiro turno da eleição presidencial, em 23 de abril de 2017. Não chegaria ao segundo turno, em 7 de maio, a exemplo do que aconteceu em 21 de abril de 2002, quando o primeiro-ministro socialista Lionel Jospin teve 16,11% dos votos e perdeu a vaga no segundo turno para o neofascista Jean-Marie Le Pen, pai de Marine, que conquistou 16,86% dos votos. O presidente Jacques Chirac foi reeleito no segundo turno.
Só 4% dos franceses estão "muito satisfeitos" com o atual presidente. Apesar de uma aceleração do crescimento para 0,6% no primeiro trimestre do ano e de uma pequena queda no desemprego por dois meses consecutivos, 53% dos franceses não estão "nada satisfeitos" com Hollande.
O fantasma de um novo 21 de abril assombra o Partido Socialista. A pesquisa eleitoral reflete a impopularidade de Hollande. Sua aprovação caiu a 13%, a pior de um presidente francês até hoje.
Se o candidato do partido de centro-direita Os Republicanos for o ex-presidente Nicolas Sarkozy, teria 27%. Poderia ficar atrás de Marine Le Pen, que aparece com 28% sejam quem forem os adversários.
Os atentados terroristas de janeiro e novembro de 2015 em Paris criaram um sentimento de união nacional em torno do presidente. Mas a atual onda de greves contra a reforma trabalhista, que atinge sobretudo os setores de transportes e energia, desgasta ainda mais o PS.
Sob pressão da globalização e do desemprego elevado, a nova lei trabalhista facilita as demissões. Na prática, poucos franceses conseguem hoje um contrato de prazo indeterminado (CDI). As empresas só querem fazer contratos de prazo determinado (CDD) por causa das dificuldades para demitir.
É um sistema que dá muitas garantias a quem está empregado, mas dificulta o acesso ao mercado de trabalho, especialmente dos jovens. Com desemprego acima de 10%, muito acima da Alemanha e do Reino Unido, o governo socialista do primeiro-ministro Manuel Valls decidiu flexibilizar a lei trabalhista.
A maior central sindical, a Confederação Geral do Trabalho (CGT), e a trotskista Luta Operária (LO) lideram os protestos que paralisaram refinarias, usinas nucleares, ferrovias e aeroportos. A greve ameaça a Euro 2016, a copa europeia de seleções, marcada para começar em 10 de junho.
Hollande prometeu não ceder. Valls admite negociar, mas não os pontos centrais da reforma. A CGT e a LO exigem a retirada do projeto de lei, aprovado por uma manobra constitucional do primeiro-ministro Valls, sem votação na Assembleia Nacional.
Além disso, o governo dos Estados Unidos fez um alerta a cidadãos americanos sobre o risco de atentados terroristas na Europa, especialmente na França durante a Euro 2016.
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segunda-feira, 30 de maio de 2016
Crescimento da França no início do ano é revisado para cima
A França cresceu 0,6% no primeiro trimestre de 2016, em vez do 0,5% da estimativa inicial, anunciou hoje o Insee (Instituto de Estatísticas e Estudos Sócio-Econômicos). A maior revisão foi no consumo doméstico, que passou de 0 para 1%.
Outro fator positivo foi a retomada dos investimentos das empresas, que aumentaram 1,6% no trimestre. No setor de energia, a revisão aponta uma aceleração de 0,1% para 1%. O avanço da construção civil passou de 0,4% para 0,5%, enquanto o crescimento da indústria manufatureira se desacelerou de 0,7% para 0,1%.
No momento, a França enfrenta uma onda de greves e protestos lideradas pelas centrais sindicais contra a aprovação da uma reforma trabalhista que facilita demissões e toma outras medidas para flexibilizar o mercado de trabalho e reduzir o desemprego.
O primeiro-ministro socialista Manuel Valls usou um dispositivo excepcional da Constituição da França para aprovar a medida sem passar por uma votação na Assembleia Nacional. Dentro do próprio Partido Socialista, a reforma trabalhista sofre várias críticas.
Com os petroleiros em greve, várias refinarias estão paradas e muitos postos de abastecimento estão sem combustíveis. Os ferroviários e aeroviários também ameaçam entrar em greve a menos de duas semanas do início da Euro 2016, a copa da Europa de futebol.
Outro fator positivo foi a retomada dos investimentos das empresas, que aumentaram 1,6% no trimestre. No setor de energia, a revisão aponta uma aceleração de 0,1% para 1%. O avanço da construção civil passou de 0,4% para 0,5%, enquanto o crescimento da indústria manufatureira se desacelerou de 0,7% para 0,1%.
No momento, a França enfrenta uma onda de greves e protestos lideradas pelas centrais sindicais contra a aprovação da uma reforma trabalhista que facilita demissões e toma outras medidas para flexibilizar o mercado de trabalho e reduzir o desemprego.
O primeiro-ministro socialista Manuel Valls usou um dispositivo excepcional da Constituição da França para aprovar a medida sem passar por uma votação na Assembleia Nacional. Dentro do próprio Partido Socialista, a reforma trabalhista sofre várias críticas.
Com os petroleiros em greve, várias refinarias estão paradas e muitos postos de abastecimento estão sem combustíveis. Os ferroviários e aeroviários também ameaçam entrar em greve a menos de duas semanas do início da Euro 2016, a copa da Europa de futebol.
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
Monti admite disputar eleições na Itália
O ex-primeiro-ministro Mario Monti admitiu hoje a possibilidade de disputar as próximas eleições parlamentares à frente de um grupo de forças políticas reformistas que concorde com suas propostas para fortalecer a Itália e a União Europeia.
Monti, ex-comissário europeu antimonopólio pediu demissão na semana passada de liderar por um ano e um mês um governo tecnocrático que conseguiu salvar a Itália do pior momento da crise das dívidas públicas. Nas últimas semanas, perdeu o apoio do partido Povo da Liberdade, do ex-primeiro-ministro Silvio Berlusconi, que ensaia um retorno à política.
Em entrevista coletiva no domingo à noite, Monti declarou estar pronto para "encorajar, aconselhar e, se me for pedido, liderar" um partido disposto a adotar sua agenda para reformar a Itália e tornar o país mais competitivo. "Temos de evitar retrocessos, mas também temos de avançar".
Suas propostas incluem uma reforma das leis trabalhistas para facilitar contratação e demissões, o combate à corrupção e o fortalecimento da posição da mulher na terceira maior economia da Zona do Euro.
O próprio Berlusconi aceitaria que Monti liderasse sua coligação de centro-direita, mas aparentemente o ex-comissário europeu prefere outras companhias.
Monti, ex-comissário europeu antimonopólio pediu demissão na semana passada de liderar por um ano e um mês um governo tecnocrático que conseguiu salvar a Itália do pior momento da crise das dívidas públicas. Nas últimas semanas, perdeu o apoio do partido Povo da Liberdade, do ex-primeiro-ministro Silvio Berlusconi, que ensaia um retorno à política.
Em entrevista coletiva no domingo à noite, Monti declarou estar pronto para "encorajar, aconselhar e, se me for pedido, liderar" um partido disposto a adotar sua agenda para reformar a Itália e tornar o país mais competitivo. "Temos de evitar retrocessos, mas também temos de avançar".
Suas propostas incluem uma reforma das leis trabalhistas para facilitar contratação e demissões, o combate à corrupção e o fortalecimento da posição da mulher na terceira maior economia da Zona do Euro.
O próprio Berlusconi aceitaria que Monti liderasse sua coligação de centro-direita, mas aparentemente o ex-comissário europeu prefere outras companhias.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Eurozona deve crescer abaixo de 2% ao ano
Com os cortes de gastos governamentais para conter a crise das dívidas públicas, os 16 países que usam o euro como moeda devem crescer num ritmo anual inferior a 2% ao ano neste ano e no próximo, prevê o Fundo Monetário Internacional (FMI).
Para o FMI, os principais desafios da Eurozona são recuperar o setor bancário, implementar os ambiciosos programas de consolidação fiscal e realizar reformas estruturais, como a previdenciária ou trabalhista. Nada disso aponta para uma retomada forte do crescimento em curto prazo.
O crescimento deve ficar em 1,3% em 2011 e 1,8% em 2012.
Para o FMI, os principais desafios da Eurozona são recuperar o setor bancário, implementar os ambiciosos programas de consolidação fiscal e realizar reformas estruturais, como a previdenciária ou trabalhista. Nada disso aponta para uma retomada forte do crescimento em curto prazo.
O crescimento deve ficar em 1,3% em 2011 e 1,8% em 2012.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Espanha prepara reforma trabalhista
O governo espanhol prepara uma reforma trabalhista que reduz de 45 para 33 o número de dias de salários que devem ser pagos para cada ano de trabalho, em caso de demissão de trabalhadores contratados por prazo indeterminado.
Não houve acordo entre sindicatos, governo e empresas. Os sindicatos ameaçam com uma greve geral depois de amanhã.
Não houve acordo entre sindicatos, governo e empresas. Os sindicatos ameaçam com uma greve geral depois de amanhã.
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