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quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

China anuncia medidas para estimular o consumo doméstico

A Comissão para Reforma e Desenvolvimento Nacional da China revelou hoje novas medidas para aumentar o consumo doméstico e a atividade industrial, inclusive subsídios a fábricas de automóveis, telecomunicações móveis de quinta geração (5G) e produtos para casa.

O estímulo chega no momento em que a indústria manufatureira da China, a maior do mundo, dá sinais de contração pelo segundo ano seguido. Depois de registrar 49,4 em dezembro do ano passado, o índice dos gerentes de compras do setor ficou em 49,5 em janeiro. Leituras abaixo de 50 significam redução na atividade.

A contração industrial de dezembro foi a primeira desde julho de 2016. No ano passado, a China teve o menor crescimento desde 1990, quando estava sob sanções internacionais por causa do Massacre na Praça da Paz Celestial.

 Com as medidas, o governo chinês quer conter a queda no consumo doméstico e das vendas no varejo. A indústria automobilística responde hoje por mais de 10% do aumento do produto interno bruto. É uma locomotiva a ser acionada para compensar, entre outras coisas, o esfriamento dos negócios imobiliários.

Na sua guerra comercial, o presidente Donald Trump atribui a desalaceração chinesa ao tarifaço que impôs, mas os números indicam uma queda de confiança interna na China. O regime chinês deve aplicar várias medidas de estímulo fiscal neste ano para enfrentrar desafios macroeconômicos como a queda no investimento, na indústria e no comércio.

sexta-feira, 28 de abril de 2017

EUA têm menor crescimento no primeiro trimestre em três anos

Numa derrota para as promessas do presidente Donald Trump de acelerar o crescimento para 4% ao ano, a economia dos Estados Unidos teve no primeiro trimestre de 2017 o menor crescimento em três anos. O produto interno bruto avançou em ritmo de apenas 0,7% ao ano, rewvelou hoje o Departamento do Comércio, citado pelo jornal The Wall Street Journal.

Sem nenhuma grande realização nos primeiros cem dias de governo, completados amanhã, Trump se vê diante de um consumo doméstico fraco, com o menor crescimento desde 2009, e do menor índice de crescimento trimestral desde o início de 2014.

Nos últimos 12 meses, a maior economia do mundo avançou 1,9%. A previsão da Reserva Federal (Fed), o banco central dos EUA, é de uma alta de 2,1% do PIB em 2017. No último trimestre do ano passado, a expansão foi de 2,1% ao ano.

Com a incerteza econômica causada pelas políticas erráticas e a imprevisibilidade de Trump, caiu a confiança do consumidor, que comprou menos bens duráveis como automóveis e gastou menos com energia durante um inverno menos rigoroso no Hemisfério Norte.

O núcleo do índice de preços ao consumidor, excluídos os preços mais voláteis de energia e alimentos, subiu para 2,4% ao ano, acima da meta de inflação seguida informalmente pelo Fed, de 2% ao ano. A inflação em alta ajudou a reduzir o poder de compra dos consumidores.

Do lado positivo, o investimento das empresas aumentou em 9,4% num ano e as exportações cresceram num ritmo anual de 5,8%. A maioria dos economistas espera que a queda no crescimento seja temporária e que o crescimento fique em 3% a 4% ao ano no segundo trimestre.

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

EUA cresceram mais do que estimado no terceiro trimestre

O ritmo de crescimento da economia dos Estados Unidos de julho a setembro de 2016 superou a expectativa do mercado e a estimativa oficial, de 2,9%, avançando 3,2%, o melhor desempenho em dois anos, anunciou a agência Reuters citando como fonte o Departamento do Comércio. Em média, os analistas previam 3%.

A maior economia do mundo avançou num ritmo anual de 0,8% no primeiro trimestre, 1,4% no segundo e 3,2% no terceiro. A aceleração é atribuída ao consumo doméstico e às exportações.

Foi o crescimento mais forte desde o terceiro trimestre de 2014. As exportações tiveram o maior avanço desde o quarto trimestre de 2013.

Outra pesquisa indicou uma alta em setembro de 5,5% num ano nos preços das casas, um sinal de plena recuperação do setor habitacional do mercado imobiliário, onde começou a Grande Recessão de 2008-9.

Uma terceira sondagem apontam um aumento da confiança do consumidor americano em novembro para o maior nível em nove anos, apesar das incertezas ao redor das políticas do presidente eleito, Donald Trump.

Com a delegacia regional da Reserva Federal (Fed), o banco central dos EUA, em Atlanta prevendo uma expansão de 3,6% ao ano no quarto trimestre, aumenta a expectativa de aumento nas taxas básicas de juros na próxima reunião do Comitê de Mercado Aberto do Fed, marcada para 13 e 14 de dezembro.

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Economia da Suíça cresceu 0,6% no segundo trimestre

A Suíça, o país com a segunda maior renda por habitante do mundo, de US$ 80.675 em 2015, cresceu 0,6% no segundo trimestre de 2016 em relação ao trimestre anterior e 2% nos últimos 12 meses, anunciou hoje em Berna a Secretaria de Estado da Economia (Seco).

O crescimento de abril a junho foi atribuído ao comércio exterior e aos gastos públicos (1,7%). O consumo doméstico ficou estagnado. Do lado negativo, o investimento na formação de capital baixou 0,9% e o investimento na construção caiu 0,3%.

A exportação de bens avançou 0,8% no trimestre, com destaque para a indústria química e farmacêutica. A importação diminuiu, especialmente de instrumentos de precisão, relógios e bijuterias. No setor de serviços, a exportação caiu 0,1% e a importação, 1,1%.

O maior crescimento foi no setor de energia (5,8%), seguido por restaurantes e hotelaria (2,5%), que vinham de três meses de baixa, ensino e educação (2%) e saúde e ação social (1%).

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Maior consumo aumenta chance de alta de juros nos EUA

Com o aumento da compra de automóveis, o consumo pessoal cresceu em julho pelo quarto mês consecutivo num sinal de aquecimento da economia que aumenta a possibilidade de uma alta nas taxas básicas de juros neste ano nos Estados Unidos, informou a agência Reuters.

O consumo, ajustado pela inflação, teve alta de 0,3% em julho depois de avançar 0,4% em junho em relação a maio e 4,4% na comparação anual, revelou ontem um relatório do Departamento do Comércio.

É mais um sinal de recuperação da economia americana depois de um segundo trimestre com crescimento fraco de apenas 1,1% ao ano. A renda pessoal aumentou 0,4% em julho, depois de crescer 0,3% em junho. Os salários subiram 0,5% e a poupança passou de US$ 776,2 bilhões para US$ 794,7 bilhões.

Na semana passada, a presidente da Reserva Federal (Fed), o banco central do país, Janet Yellen, observou que o argumento para aumentar juros se fortaleceu nos últimos meses.

Ao mesmo tempo, o núcleo da inflação, excluídos os preços mais voláteis de energia e alimentos, avançou 0,1% em junho e 0,1% em junho.

Como a inflação anual está em 1,6%, abaixo da meta informal perseguida pelo Fed de 2% ao ano, a maioria dos analistas acredita que o Fed deve esperar até dezembro. Antes, o comitê de política monetária se reúne em setembro e novembro.

O Fed aumentou suas taxas básicas de juros em dezembro do ano passado para uma faixa de 0,25%-0,5% ao ano depois de manter a taxa praticamente zerada, em 0-0,25%, desde dezembro de 2008 para enfrentar a Grande Recessão.

sábado, 30 de julho de 2016

EUA decepcionam com crescimento de apenas 1,2% ao ano

A queda no investimento travou a expansão da economia dos Estados Unidos. No segundo trimestre de 2016, a economia americana cresceu num ritmo de 1,2% ao ano, a metade do previsto pelos analistas, anunciou ontem o Departamento do Comércio.

Nos primeiros seis meses do ano, os EUA cresceram em ritmo de 1% ao ano, o pior primeiro semestre desde 2011. Com isso, o crescimento médio desde o fim da Grande Recessão, em 2009, está em 2,1% ao ano, o ritmo mais fraco desde 1949.

Ao mesmo tempo, com a queda na taxa de desemprego para 4,9%, os salários começam a aumentar e a venda de imóveis residenciais chegou no mês passado ao recorde pós-crise.

Um fator positivo foi a alta de 4,2% no consumo doméstico, responsável por dois terços do produto interno bruto dos EUA. Foi o maior aumento desde o fim de 2014.

A debilidade da economia joga a favor do candidato republicano, o magnata imobiliário Donald Trump, na corrida presidencial americana. Apesar da fraqueza, o banco J P Morgan Chase estima em 30% o risco de uma recessão nos próximos 12 meses.

Os dados divulgados ontem contradizem a análise do Comitê de Mercado Aberto da Reserva Federal (Fed), que na última reunião falou numa redução dos riscos de curto prazo para a economia americana, e diminuem a chance de um aumento na taxa básica de juros em setembro.

"Precisamos de reformas estruturais e outras política fiscal", declarou o delegado regional do Fed em Dallas, no Texas, Robert Kaplan, pedindo cautela na alta de juros. "Aí, teremos mais espaço operacional para normalizar as taxas."

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Crescimento da França no início do ano é revisado para cima

A França cresceu 0,6% no primeiro trimestre de 2016, em vez do 0,5% da estimativa inicial, anunciou hoje o Insee (Instituto de Estatísticas e Estudos Sócio-Econômicos). A maior revisão foi no consumo doméstico, que passou de 0 para 1%.

Outro fator positivo foi a retomada dos investimentos das empresas, que aumentaram 1,6% no trimestre. No setor de energia, a revisão aponta uma aceleração de 0,1% para 1%. O avanço da construção civil passou de 0,4% para 0,5%, enquanto o crescimento da indústria manufatureira se desacelerou de 0,7% para 0,1%.

No momento, a França enfrenta uma onda de greves e protestos lideradas pelas centrais sindicais contra a aprovação da uma reforma trabalhista que facilita demissões e toma outras medidas para flexibilizar o mercado de trabalho e reduzir o desemprego.

O primeiro-ministro socialista Manuel Valls usou um dispositivo excepcional da Constituição da França para aprovar a medida sem passar por uma votação na Assembleia Nacional. Dentro do próprio Partido Socialista, a reforma trabalhista sofre várias críticas.

Com os petroleiros em greve, várias refinarias estão paradas e muitos postos de abastecimento estão sem combustíveis. Os ferroviários e aeroviários também ameaçam entrar em greve a menos de duas semanas do início da Euro 2016, a copa da Europa de futebol.

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Revisão do PIB indica que Japão evitou recessão

A segunda estimativa do produto interno bruto do Japão no terceiro trimestre de 2015 apontou um crescimento de 0,3%, em vez do recuo de 0,2% anunciado na primeira estimativa. Com dois trimestres consecutivos de queda no PIB, a terceira maior economia do mundo estaria em recessão.

Com o pequeno avanço, que projeta uma expansão anual de 1%, o Japão escapou da recessão, definida por convenção dos economistas como dois trimestres consecutivos de queda na produção.

A revisão para cima se deveu ao maior investimento das empresas na formação de capital do que estimado inicialmente. O consumo das famílias, responsável por 60% do PIB, subiu apenas 0,4%, aumentando a preocupação do governo Shinzo Abe.

Através de uma série de medidas de estímulo como reformas estruturais e aumento da quantidade de dinheiro em circulação, a chamada abeconomia tenta combater a estagnação e a deflação, duas pragas da economia japonesa desde o início dos anos 1990s, quando estourou a bolha especulativa do Super-Japão dos anos 1980s.

Entre outras medidas, o governo está pressionando as empresas a aumentar os salários. Em 4 de dezembro, foi anunciada uma alta de 1,9% nos últimos 12 meses. A taxa de desemprego está em 3,1%. O salário mínimo deve ser reajustado em 2%.

Um problema que dificulta a adoção de mais estímulos econômicos é a dívida pública japonesa, de 240% do PIB.

terça-feira, 19 de maio de 2015

Japão cresce em ritmo de 2,4% ao ano

O Japão, terceira maior economia do mundo, acelerou o crescimento no primeiro trimestre de 2015 para um ritmo de 2,4% ao ano, o mais forte dos últimos 12 meses, por conta do aumento do consumo doméstico e dos investimentos das empresas. No fim do ano passado, o avanço foi de 1,1% por cento ao ano.

Na comparação trimestral, a alta foi de 0,6%. Esse resultado superou as expectativas de economistas entrevistados pelo jornal The Wall Street Journal, que era de 1,5% ao ano, confirmando as expectativas positivas do governo e do Banco do Japão.

Desde que chegou ao poder, em dezembro de 2012, o primeiro-ministro Shinzo Abe adotou políticas agressivas para combater a estagnação e a deflação crônicas da economia japonesa há duas décadas, com aumento de gastos públicos e colocação de mais dinheiro em circulação para atingir a meta de inflação de 2% ao ano. É a chamada abeconomia.

Como a dívida pública japonesa passa de 230% do produto interno bruto, Abe elevou a alíquota do imposto sobre consumo de 5% para 8% em 1º de abril de 2014, derrubando a recuperação da economia, que só agora retoma um ritmo mais forte.

A desvalorização do iene fez algumas companhias transnacionais japonesas como a Canon e a Panasonic aumentar a produção no país. As exportações avançaram 2,4% no trimestre.

terça-feira, 3 de março de 2015

Suíça cresceu 2% em 2014

Com avanço de 0,6% no quarto trimestre, graças ao consumo doméstico e do setor público e às exportações, a economia da Suíça terminou 2014 com um crescimento de 2%, levemente acima do 1,9% registrado em 2013, anunciou hoje a Secretaria de Estado da Economia.

A produção industrial, as atividades financeiras, imobiliárias e a administração pública foram os setores que mais contribuíram para o crescimento. Desde 2010, o produto interno bruto suíço teve um avanço real de 11,7%.

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Espanha cresce pela quinto trimestre consecutivo

A Espanha, um dos países mais abalados pela crise da periferia da Zona do Euro, avançou 0,5% no terceiro trimestre de 2014. Foi o quinto trimestre consecutivo de expansão, indicaram ontem novos dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). A expectativa é de um crescimento de 1,3% neste ano e de 2% no próximo.

O desemprego continua elevado, voltou a subir e deve chegar a 24,2% no fim de 2014, caindo para 22,2% no fim de 2015. É a maior taxa entre os países ricos.

O crescimento foi atribuído ao aumento do consumo doméstico. As exportações avançaram, mas menos do que as importações. Como economia da Eurozona, a Espanha sofre com a morosidade da recuperação econômica europeia.

"Uma economia aberta como a espanhol não pode crescer se seus principais parceiros não crescem", alegou o primeiro-ministro conservador Mariano Rajoy na reunião do Grupo dos Vinte (G-20), em Brisbane, na Austrália, reclamando da Alemanha, da França e da Itália.

quinta-feira, 27 de março de 2014

EUA cresceram 2,6% ao ano no fim de 2013

Na sua última revisão, o crescimento do produto interno bruto dos Estados Unidos no último trimestre de 2013 ficou em 2,6% ao ano, acima dos 2,4% da estimativa anterior e um pouco abaixo da expectativa dos economistas, que era de 2,7%. No ano como um todo, o avanço foi de 1,9%.

Foi uma desaceleração, comparando-se com os 4,1% do terceiro trimestre, mas há sinais de fortalecimento da recuperação como o aumento do consumo doméstico de 2% de julho a setembro para 3,3% no últimos três meses do ano passado.

O lucro das empresas avançou 1,9% no trimestre, fechando 2013 em 6%. As estatísticas são do Departamento do Comércio dos EUA.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

França cresceu 0,3% em 2013

Depois de ficar estagnada no terceiro trimestre, a economia da França cresceu 0,3% no último trimestre de 2013, fechando o ano com expansão de 0,3%, informou hoje o Insee (Instituto Nacional de Estatísticas e Estudos Econômicos).

No fim do ano passado, o consumo doméstico avançou 0,5% e os investimentos na formação de capital bruto cresceram 0,6%, na primeira alta desde 2011.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Taxa de desemprego sobe para 4,2% no Japão

O índice de desemprego registrou uma pequena alta em dezembro de 2012 no Japão, de 4,1% para 4,2%. No mesmo mês, houve uma queda de 0,7% no consumo das famílias em relação a dezembro de 2011.

No fim do ano passado, o total de empregados no Japão ficou em 62,28 milhões, 380 pessoas ou 0,6% a menos do que no fim de 2011. O número de desempregados era 2,59 milhões, 170 mil ou 6,2% a menos na comparação anual, informa o escritório de estatísticas do governo japonês.

O consumo das famílias baixou 0,8% em termos nominais ou 0,7% em termos reais em dezembro, mas fechou 2012 com alta nominal de 2,1% e real de 2,2%. A renda familiar subiu 1% em termos nominais e 1,1% em termos reais no ano passado.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Inflação na China cai para 1,8% ao ano

Em mais um sinal da desaceleração na China, o índice de crescimento de preços ao consumidor baixou de 2,2% ao ano em junho para 1,8% ao ano em julho de 2012, informou o escritório nacional de estatísticas. É o menor valor em dois anos e meio, desde janeiro de 2010, quando a inflação estava em 1,5% ao ano.

Isso amplia a margem de manobra das autoridades monetárias para reduzir as taxas de juros e tomar outras medidas para estimular a expansão da economia e atingir a meta de crescimento de 7,5% para este ano. A segunda maior economia do mundo cresceu no segundo trimestre deste ano numa taxa anual de 7,6%.

No atacado, os preços registraram deflação de 2,9% no mês passado.

As vendas no varejo, principal indicador do consumo doméstico, tiveram alta anual de 13,1% em julho, um pouco abaixo dos 13,7% de junho. Nos primeiros sete meses do ano, houve um avanço de 14,2% em relação ao mesmo período em 2011.

O crescimento industrial também foi menor, baixando de 9,5% para 9,2% ao ano em julho, enquanto o investimento em capital fixo em zonas urbanas avançou 20,4% nos sete primeiros meses do ano.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

França ficou estagnada no primeiro trimestre

Depois de crescer apenas 0,1% no último trimestre de 2011, a França, quinta maior economia do mundo, ficou estagnada nos primeiros três meses de 2012, confirmou hoje o Insee (Instituto Nacional de Estatísticas e Estudos Econômicos).

O consumo doméstico avançou apenas 0,2% no primeiro trimestre, depois de um recuo de 0,1% no fim do ano passado.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Consumo cai e dívida pública sobe na França

Depois de um recuo de 1,4% em abril, o consumo doméstico de produtos industriais caiu mais 0,8% em maio na França, com baixa nas vendas de roupas e alimentos, enquanto a dívida pública subiu para 84,5% do produto interno bruto, informou hoje o Instituto Nacional de Estatísticas e Estudos Econômicos (Insee, do francês).

Com um aumento de 54,9 milhões de euros no primeiro trimestre, a dívida pública francesa chegou a 1,646 trilhão de euros, quase R$ 3,8 trilhões de reais.