O presidente eleito do México, Andrés Manuel López Obrador, que toma posse em 1º de dezembro, anunciou planos para propor uma "constituição moral" para o país com a ajuda da sociedade civil. O documento pretende dar uma orientação ética e moral para os cidadãos mexicanos, seus governantes e as empresas que atuam no país.
A corrupção endêmica foi um dos temas da campanha do esquerdista López Obrador, do Movimento de Regeneração Nacional, eleito em 1º de julho de 2018 com maioria absoluta no Congresso. Uma das propostas já aprovadas é um teto salarial para o setor público.
Nenhum funcionário público mexicano poderá ganhar mais do que o presidente, cujo salário será de 108 mil pesos, cerca de R$ 20.520. Os cinco ex-presidentes deixam de ganhar pensão. A oposição prevê uma avalanche de processos judiciais para contestar a medida.
A reforma pode ter amplo impacto sobre a economia se alterar o regime regulatório, com grandes consequências sobre empresas públicas e privadas e investidores. Apesar sua vitória sem precedentes, López Obrador não terá a maioria de dois terços para mudar a Constituição, o que também exige o apoio da maioria das assembleias legislativas dos 31 estados mexicanos.
O novo presidente prometeu na campanha fazer uma "revolução pelo voto".
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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segunda-feira, 26 de novembro de 2018
quarta-feira, 27 de junho de 2018
Suprema Corte proíbe sindicatos do setor público de fazer cobrança obrigatória
Num duro golpe nos sindicatos do serviço público, por 5 a 4, a maioria conservadora da Suprema Corte dos Estados Unidos proibiu a cobrança de mensalidades e taxas obrigatórias, decidindo que só deve pagar quem quiser.
"Os empregados devem escolher apoiar o sindicato antes de qualquer coisa ser cobrada deles", escreveu o relator, ministro Samuel Alito. Caso contrário, estariam financiando as mensagens oficiais do sindicato mesmo sem concordar com elas, numa violação dos direitos de liberdade de expressão e de livre associação para fins pacíficos garantidos na Emenda nº 1 à Constituição dos EUA.
Na Casa Branca, o presidente Donald Trump festejou "uma grande perda para os cofres do Partido Democrata".
A decisão deve abalar ainda mais o movimento sindical americano, que está em declínio há décadas, com queda no número de trabalhadores associados, especialmente no setor privado.
"O caso é uma manobra política para eliminar o poder das pessoas que trabalham de sustentar suas famílias e o poder de seus sindicatos", protestou Harold Schaitberger, presidente da Associação Internacional de Bombeiros, que representa 85% dos bombeiros e paramédicos dos EUA.
Os atuais ministros revogaram uma decisão da Suprema Corte de 1977, que autorizava os sindicatos do setor público a cobrar taxas. Esse dinheiro poderia cobrir despesas administrativas, mas não ser empregado em atividades políticas dos sindicatos.
"Os empregados devem escolher apoiar o sindicato antes de qualquer coisa ser cobrada deles", escreveu o relator, ministro Samuel Alito. Caso contrário, estariam financiando as mensagens oficiais do sindicato mesmo sem concordar com elas, numa violação dos direitos de liberdade de expressão e de livre associação para fins pacíficos garantidos na Emenda nº 1 à Constituição dos EUA.
Na Casa Branca, o presidente Donald Trump festejou "uma grande perda para os cofres do Partido Democrata".
A decisão deve abalar ainda mais o movimento sindical americano, que está em declínio há décadas, com queda no número de trabalhadores associados, especialmente no setor privado.
"O caso é uma manobra política para eliminar o poder das pessoas que trabalham de sustentar suas famílias e o poder de seus sindicatos", protestou Harold Schaitberger, presidente da Associação Internacional de Bombeiros, que representa 85% dos bombeiros e paramédicos dos EUA.
Os atuais ministros revogaram uma decisão da Suprema Corte de 1977, que autorizava os sindicatos do setor público a cobrar taxas. Esse dinheiro poderia cobrir despesas administrativas, mas não ser empregado em atividades políticas dos sindicatos.
terça-feira, 3 de março de 2015
Suíça cresceu 2% em 2014
Com avanço de 0,6% no quarto trimestre, graças ao consumo doméstico e do setor público e às exportações, a economia da Suíça terminou 2014 com um crescimento de 2%, levemente acima do 1,9% registrado em 2013, anunciou hoje a Secretaria de Estado da Economia.
A produção industrial, as atividades financeiras, imobiliárias e a administração pública foram os setores que mais contribuíram para o crescimento. Desde 2010, o produto interno bruto suíço teve um avanço real de 11,7%.
A produção industrial, as atividades financeiras, imobiliárias e a administração pública foram os setores que mais contribuíram para o crescimento. Desde 2010, o produto interno bruto suíço teve um avanço real de 11,7%.
terça-feira, 14 de maio de 2013
Funcionários públicos fazem greve na Grécia
Os trabalhadores do setor público da Grécia abandonaram seus postos de trabalho nesta terça-feira depois que o governo ameaçou prender professores que planejavam uma greve. As escolas estatais e a órgãos públicos foram fechados. Os hospitais funcionaram com menos gente.
A greve é nacional e deve durar 24 horas. A Grécia enfrenta uma grave crise pela incapacidade de pagar sua dívida pública. Não cresce há mais de cinco anos.
A greve é nacional e deve durar 24 horas. A Grécia enfrenta uma grave crise pela incapacidade de pagar sua dívida pública. Não cresce há mais de cinco anos.
segunda-feira, 29 de abril de 2013
Grécia prepara mais 15 mil demissões no setor público
Apesar dos protestos populares do lado de fora, o Parlamento da Grécia aprovou ontem uma medida que vai permitir a demissão de mais 15 mil funcionários públicos, que tinham estabilidade no emprego.
Em troca, o país vai receber uma nova parcela de 8,8 bilhões de euros (US$ 11,5 bilhões) do empréstimo de emergência negociado com a União Europeia (UE) e o Fundo Monetário Internacional (FMI).
A Grécia não cresce há seis anos. Sua economia só deve retomar a expansão em 2014. Um em cada quatro trabalhadores gregos é funcionário público. As novas demissões vão agravar o desemprego, que já atinge 27% da população em idade de trabalhar.
Outras medidas já aprovadas para receber ajuda internacional incluíram a redução em 30% dos salários e aposentadorias do setor público, lembra a televisão americana CNN.
Em troca, o país vai receber uma nova parcela de 8,8 bilhões de euros (US$ 11,5 bilhões) do empréstimo de emergência negociado com a União Europeia (UE) e o Fundo Monetário Internacional (FMI).
A Grécia não cresce há seis anos. Sua economia só deve retomar a expansão em 2014. Um em cada quatro trabalhadores gregos é funcionário público. As novas demissões vão agravar o desemprego, que já atinge 27% da população em idade de trabalhar.
Outras medidas já aprovadas para receber ajuda internacional incluíram a redução em 30% dos salários e aposentadorias do setor público, lembra a televisão americana CNN.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Setor público faz greve no Reino Unido
Cerca de 2 milhões funcionários públicos fazem greve hoje no Reino Unido contra a reforma no seu regime de aposentadorias e pensões, parte das medidas de corte nos gastos públicos para enfrentar o endividamento do país.
É a maior greve no país em 30 anos. Mais de 60% das escolas públicas não funcionaram, informa a TV pública BBC.
É a maior greve no país em 30 anos. Mais de 60% das escolas públicas não funcionaram, informa a TV pública BBC.
sábado, 26 de novembro de 2011
1,3 milhão disputam 18 mil empregos públicos chineses
Cerca de 1,3 milhão de chineses, sendo 88 mil da capital, estão disputando neste fim de semana 18 mil empregos no governo central do país.
No sábado, haverá exames especiais para quem precisa saber línguas estrangeiras e para os candidatos à Comissão Regulamentadora dos Bancos. No domingo, todos fazem uma prova de conhecimentos gerais.
Pela primeira vez, foram tomadas medidas para impedir fraudes via telefone celular, informa o Diário da China.
No sábado, haverá exames especiais para quem precisa saber línguas estrangeiras e para os candidatos à Comissão Regulamentadora dos Bancos. No domingo, todos fazem uma prova de conhecimentos gerais.
Pela primeira vez, foram tomadas medidas para impedir fraudes via telefone celular, informa o Diário da China.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Setor público e indústria param na África do Sul
Mais de um milhão de trabalhadores do setor público e da indústria entraram em greve na África do Sul reinvindicando aumento de salário.
O ministro da Administração Pública declarou que não há dinheiro para aumentar salários.
O ministro da Administração Pública declarou que não há dinheiro para aumentar salários.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
França dá 0,5% de aumento e congela salários
A França deu hoje um aumento de 0,5% a 5 milhões de funcionários públicos, que terão os salários congelados em 2011.
É mais uma das medidas do governo Sarkozy para economizar 100 bilhões de euros nos próximos anos com cortes de despesas governamentais e aumentos de impostos.
A meta é reduzir o déficit orçamentário para 3% do produto interno bruto até 2013 e também a dívida pública francesa, hoje em 80% do PIB.
É mais uma das medidas do governo Sarkozy para economizar 100 bilhões de euros nos próximos anos com cortes de despesas governamentais e aumentos de impostos.
A meta é reduzir o déficit orçamentário para 3% do produto interno bruto até 2013 e também a dívida pública francesa, hoje em 80% do PIB.
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