Com aumento nas exportações e na formação de estoques, a economia dos Estados Unidos registrou um avanço no ritmo de 3,2% ao ano no primeiro trimestre de 2019, encaminhando-se para completar dez aos de crescimento ininterrupto neste ano.
Foi a maior expansão no primeiro trimestre em quatro anos, superando as previsões do centro financeiro da Wall Street, de 2,3%, e os 2,2% do trimestre anterior.
A alta nas exportações e a queda nas importações e a reposição de estoques neutralizaram a fraqueza no consumo e no investimento das empresas. As importações caíram na segunda metade do ano passado por causa das tarifas impostas pelo governo Donald Trump na guerra comercial com a China, mas parte do tarifaço foi suspensa por causa das negociações entre os dois países mais ricos do mundo.
O comércio exterior respondeu por um aumento de 1,03 ponto percentual ao produto interno bruto de janeiro a março de 2019. O consumo pessoal, responsável por dois terços do PIB dos EUA, cresceu apenas 1,2% na comparação anual, depois de registrar 2,5% no último trimestre de 2018. Mas o aumento nos estoques acrescentou 0,67 ponto percentual ao PIB.
Depois de um começo de ano difícil, com o fechamento parcial das atividades do governo federal e a desaceleração da economia internacional, a expectativa de um acordo com a China e o anúncio do Conselho da Reserva Federal (Fed), o banco central dos EUA, de que não deve aumentar os juros neste ano a economia americano retomou seu vigor.
"Embora o impulso do comércio exterior e dos gastos dos governos municipais não deve se repetir no segundo trimestre, a mensagem principal é que o consumo pessoal e os investimentos diminuem gradualmente", comentou o economista Brian Coulton, da agência de classificação de risco Fitch.
O investimento das empresas em computação, pesquisa, desenvolvimento de produtos, equipamentos e infraestrutura cresceu num ritmo anual de 2,7%, a metade dos 5,4% do fim do ano passado. E a paralisação parcial do governo federal por causa do desacerto entre a Casa Branca e o Congresso em torno da construção de um muro na fronteira com o México tirou 0,3 ponto percentual do crescimento do PIB.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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sexta-feira, 26 de abril de 2019
sexta-feira, 8 de março de 2019
Exportações da China têm forte queda
A China anunciou hoje a maior queda nas exportações em três anos, mais um sinal da desaceleração da economia mundial e do impacto da guerra comercial deflagrada pelos Estados Unidos, noticiou o jornal inglês Financial Times.
Em fevereiro, as exportações chinesas registraram uma queda de 20,7% na comparação anual, a maior desde fevereiro de 2016. Os economistas ouvidos pela agência Reuters previam baixa de 4,8%. As importações recuaram 5,2%, quando a previsão era de -1,4%.
As exportações haviam crescido em janeiro, mas a maioria dos analistas não acreditou que fosse a tendência.
A China avança menos no momento de desaceleração nos EUA e em que o presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, reduz a previsão de crescimento da Zona do Euro para 2019 de 1,7% para 1,1%.
Em fevereiro, as exportações chinesas registraram uma queda de 20,7% na comparação anual, a maior desde fevereiro de 2016. Os economistas ouvidos pela agência Reuters previam baixa de 4,8%. As importações recuaram 5,2%, quando a previsão era de -1,4%.
As exportações haviam crescido em janeiro, mas a maioria dos analistas não acreditou que fosse a tendência.
A China avança menos no momento de desaceleração nos EUA e em que o presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, reduz a previsão de crescimento da Zona do Euro para 2019 de 1,7% para 1,1%.
sexta-feira, 28 de setembro de 2018
China corta pela metade importações de petróleo do Irã
A Sinopec, maior refinaria da China, reduziu à metade a importação de petróleo iraniano antes da entrada em vigor, em novembro, das sanções impostas pelos Estados Unidos depois de se retirar do acordo nuclear assinado em 2015 para desarmar o programa nuclear do Irã, noticiou hoje a agência Reuters.
É um duro golpe no Irã. A República Islâmica contava com a China e a Índia, seus maiores importadores, para neutralizar pelos menos em parte as sanções impostas pelo governo Donald Trump. Com a decisão da Sinopec e das maiores refinarias indianas, as exportações de petróleo iranianas podem cair para 1 milhão de barris por dia.
Os EUA ameaçam aplicar sanções cruzadas contra qualquer empresa ou país que faça negócios com o Irã, vetando acesso ao mercado americano e às transações em dólar. Antes mesmo da entrada em vigor das sanções, a economia iraniana está sofrendo.
Há dois dias, ao presidente Trump presidiu uma reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas sobre o Irã e ficou isolado ao tentar isolar o Irã. As outras grandes potências com direito de veto na ONU signatárias do acordo (China, França, Reino Unido e Rússia) e a Alemanha tentam manter o acordo por acreditar que o Irã está cumprindo-o.
É um duro golpe no Irã. A República Islâmica contava com a China e a Índia, seus maiores importadores, para neutralizar pelos menos em parte as sanções impostas pelo governo Donald Trump. Com a decisão da Sinopec e das maiores refinarias indianas, as exportações de petróleo iranianas podem cair para 1 milhão de barris por dia.
Os EUA ameaçam aplicar sanções cruzadas contra qualquer empresa ou país que faça negócios com o Irã, vetando acesso ao mercado americano e às transações em dólar. Antes mesmo da entrada em vigor das sanções, a economia iraniana está sofrendo.
Há dois dias, ao presidente Trump presidiu uma reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas sobre o Irã e ficou isolado ao tentar isolar o Irã. As outras grandes potências com direito de veto na ONU signatárias do acordo (China, França, Reino Unido e Rússia) e a Alemanha tentam manter o acordo por acreditar que o Irã está cumprindo-o.
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quinta-feira, 26 de abril de 2018
Coreia do Sul cresce em ritmo de 2,8% ao ano
A economia da Coreia do Sul, 11ª maior do mundo e quarta da Ásia, se recuperou no primeiro trimestre de 2018, crescendo 1,1% em relação ao fim do ano passado e 2,8% na comparação anual, de acordo com a primeira estimativa do Banco da Coreia, o banco central do país, levemente abaixo da expectativa de economistas ouvidos pela agência Reuters, que previram 2,9%.
Esta taxa de crescimento indica uma forte retomada do crescimento depois de uma queda de 0,2% no produto interno bruto sul-coreano, precedida de uma forte alta de 1,5% no trimestre anterior. Pelos cálculos do Fundo Monetário Internacional (FMI), o PIB da Coreia do Sul terminou 2017 em US$ 1,538 trilhão.
O consumo doméstico cresceu 0,8%, acima do 0,7% do trimestre anterior, com mais gastos com bens e serviços. O investimento na construção registrou alta de 1,5%, mesmo ritmo do fim do ano passado, enquanto a expansão do investimento em instalações passou de 0,5% para 0,7%.
As exportações cresceram 6,1% no trimestre, com aumento nas vendas de semicondutores, produtos químicos e motores de veículos. As importações foram 4,7% maiores, com destaque para produtos químicos e petróleo.
No primeiro trimestre deste ano, a Coreia do Sul viveu sob a expectativa de retomada do diálogo com a Coreia do Norte, depois das ameaças de guerra do ditador norte-coreano Kim Jong Un e do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A esperança de paz ajuda a economia.
Esta taxa de crescimento indica uma forte retomada do crescimento depois de uma queda de 0,2% no produto interno bruto sul-coreano, precedida de uma forte alta de 1,5% no trimestre anterior. Pelos cálculos do Fundo Monetário Internacional (FMI), o PIB da Coreia do Sul terminou 2017 em US$ 1,538 trilhão.
O consumo doméstico cresceu 0,8%, acima do 0,7% do trimestre anterior, com mais gastos com bens e serviços. O investimento na construção registrou alta de 1,5%, mesmo ritmo do fim do ano passado, enquanto a expansão do investimento em instalações passou de 0,5% para 0,7%.
As exportações cresceram 6,1% no trimestre, com aumento nas vendas de semicondutores, produtos químicos e motores de veículos. As importações foram 4,7% maiores, com destaque para produtos químicos e petróleo.
No primeiro trimestre deste ano, a Coreia do Sul viveu sob a expectativa de retomada do diálogo com a Coreia do Norte, depois das ameaças de guerra do ditador norte-coreano Kim Jong Un e do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A esperança de paz ajuda a economia.
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quinta-feira, 22 de março de 2018
China faz lista de 128 produtos dos EUA para impor tarifas retaliatórias
O Ministério do Comércio da China revelou na manhã desta sexta-feira ter feito uma lista de 128 produtos importados dos Estados Unidos para responder à decisão do presidente Donald Trump de sobretaxar as importações de produtos chineses em até US$ 60 bilhões por ano, informou a televisão americana CNBC, especializada em noticiário econômico.
Entre os produtos visados, estão alumínio reciclado, canos de aço, carne de porco, porcos vivos, soja e sorgo. O total deve chegar a US$ 3 bilhões, 20 vezes menos do que o tarifaço ameaçado por Trump.
A China acusou o governo Trump de causar "danos graves" ao sistema multilateral de comércio e à "ordem normal do comércio global. A nota do ministério pede a realização de negociações urgentes com os EUA para evitar um impacto ainda maior nas relações bilaterais.
Em Washington, o representante comercial dos EUA, Robert Lighthizer, vai divulgar em 15 dias uma lista de produtos chineses a serem sobretaxados. A partir daí, haverá um prazo de 30 dias para um debate público e possíveis negociações. Cerca de 1,3 mil produtos foram examinados.
A proposta inicial era impor tarifas de até 25% com um valor de até US$30 bilhões por ano. Trump interferiu pessoalmente para dobrar este valor para US$ 60 bilhões. A China não vai deixar barato. Alega ter aumentado a proteção à propriedade intelectual e promete abrir setores de sua economia ainda fechados ao capital estrangeiro.
"Não queremos uma guerra comercial", declarou o embaixador chinês nos EUA, Cui Tiankai. "Mas não estamos com medo. Se alguém nos impuser uma guerra comercial, com certeza vamos contra-atacar e retaliar."
Entre os produtos visados, estão alumínio reciclado, canos de aço, carne de porco, porcos vivos, soja e sorgo. O total deve chegar a US$ 3 bilhões, 20 vezes menos do que o tarifaço ameaçado por Trump.
A China acusou o governo Trump de causar "danos graves" ao sistema multilateral de comércio e à "ordem normal do comércio global. A nota do ministério pede a realização de negociações urgentes com os EUA para evitar um impacto ainda maior nas relações bilaterais.
Em Washington, o representante comercial dos EUA, Robert Lighthizer, vai divulgar em 15 dias uma lista de produtos chineses a serem sobretaxados. A partir daí, haverá um prazo de 30 dias para um debate público e possíveis negociações. Cerca de 1,3 mil produtos foram examinados.
A proposta inicial era impor tarifas de até 25% com um valor de até US$30 bilhões por ano. Trump interferiu pessoalmente para dobrar este valor para US$ 60 bilhões. A China não vai deixar barato. Alega ter aumentado a proteção à propriedade intelectual e promete abrir setores de sua economia ainda fechados ao capital estrangeiro.
"Não queremos uma guerra comercial", declarou o embaixador chinês nos EUA, Cui Tiankai. "Mas não estamos com medo. Se alguém nos impuser uma guerra comercial, com certeza vamos contra-atacar e retaliar."
terça-feira, 8 de março de 2016
Exportações da China têm maior queda desde 2009
As exportações da China registraram em fevereiro de 2016 uma queda de 25,4% em dólares e de 20,6% em iuanes em relação a fevereiro do ano passado. Foi o maior queda desde 2009, no auge da crise financeira internacional deflagrada pela falência do banco de investimentos americano Lehman Brothers em setembro de 2008, noticiou hoje em Hong Kong o jornal South China Morning Post.
Em média, as vendas externas de produtos fabricados com uso intensivo de mão de obra baixaram 12,4%, com as exportações de carros reduzida em 33,5%. As importações diminuíram 13,8%.
O saldo comercial teve uma queda forte, de US$ 63,29 bilhões em janeiro para US$ 32,59 bilhões em fevereiro.
Com a crise do modelo de desenvolvimento baseado em investimentos, mão de obra barata e exportações, o governo tenta reorientar a economia para o consumo, o mercado interno e produtos de maior valor agregado.
O discurso do primeiro-ministro Li Keqiang na abertura do Congresso Nacional do Povo na última sexta-feira foi interpretado como um recuo nas reformas e a volta da ênfase no crescimento. É impossível reduzir o excesso de capacidade instalada e estimular o crescimento ao mesmo tempo. O governo vai continuar injetando dinheiro e oferecendo crédito barato a estatais ineficientes. O crescimento é mais importante do que a reforma.
No Congresso, Li fixou a meta de crescimento para este ano em 6,5% a 7%. Não apresentou meta para o comércio exterior.
Em média, as vendas externas de produtos fabricados com uso intensivo de mão de obra baixaram 12,4%, com as exportações de carros reduzida em 33,5%. As importações diminuíram 13,8%.
O saldo comercial teve uma queda forte, de US$ 63,29 bilhões em janeiro para US$ 32,59 bilhões em fevereiro.
Com a crise do modelo de desenvolvimento baseado em investimentos, mão de obra barata e exportações, o governo tenta reorientar a economia para o consumo, o mercado interno e produtos de maior valor agregado.
O discurso do primeiro-ministro Li Keqiang na abertura do Congresso Nacional do Povo na última sexta-feira foi interpretado como um recuo nas reformas e a volta da ênfase no crescimento. É impossível reduzir o excesso de capacidade instalada e estimular o crescimento ao mesmo tempo. O governo vai continuar injetando dinheiro e oferecendo crédito barato a estatais ineficientes. O crescimento é mais importante do que a reforma.
No Congresso, Li fixou a meta de crescimento para este ano em 6,5% a 7%. Não apresentou meta para o comércio exterior.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
Comércio internacional sofre maior queda desde auge da crise
Com a queda na demanda nos países emergentes, abalados pela queda nos preços dos produtos primários, o comércio internacional sofreu em 2015 sua maior queda desde o auge da Grande Recessão, em 2009. O valor dos bens negociados no ano passado caiu 13,8% em dólares, informou o Monitor do Comércio Mundial do Escritório de Análises de Política Econômica da Holanda.
Os dados divulgados ontem são a primeira radiografia do comércio em 2015. A maior parte da queda se deve à desaceleração na China e à crise em outros países emergentes, como o Brasil. Ao mesmo tempo, os números são um alerta para riscos da economia mundial em 2016, quando a situação está se deteriorando ainda mais.
As exportações da China para o Brasil em contêineres caíram 60% em janeiro de 2016 em relação a janeiro de 2015, enquanto o volume total de importações chinesas do Brasil foi reduzido à metade, pelos cálculos da empresa Maersk Line, maior empresa de transporte marítimo de cargas do mundo.
Em volume, o comércio internacional cresceu 2,5% no ano passado. Mesmo assim, ficou abaixo do crescimento mundial, de 3,1%. Antes da crise de 2008, o comércio avançava num ritmo duas vezes mais forte do que o crescimento.
Essas preocupações estão no centro da reunião de dois dias de ministros das Finanças e diretores de bancos centrais dos países do Grupo dos Vinte (G-20), que reúne os 19 países mais ricos do mundo e a União Europeia (UE). O presidente do Banco da Inglaterra, Mark Carney, adverte para o risco da economia mundial "ficar presa numa armadilha de baixo crescimento, inflação baixa e taxas de juros baixas".
Há um consenso de que a ação dos bancos centrais não basta para superar a crise. Isso depende de uma ação mais decidida das autoridades políticas para mobilizar recursos para estimular o crescimento.
A boa notícia para o Brasil é o aumento das exportações para a Ásia, beneficiadas pela baixa de 40% na cotação do real em relação ao dólar nos últimos 12 meses.
Os dados divulgados ontem são a primeira radiografia do comércio em 2015. A maior parte da queda se deve à desaceleração na China e à crise em outros países emergentes, como o Brasil. Ao mesmo tempo, os números são um alerta para riscos da economia mundial em 2016, quando a situação está se deteriorando ainda mais.
As exportações da China para o Brasil em contêineres caíram 60% em janeiro de 2016 em relação a janeiro de 2015, enquanto o volume total de importações chinesas do Brasil foi reduzido à metade, pelos cálculos da empresa Maersk Line, maior empresa de transporte marítimo de cargas do mundo.
Em volume, o comércio internacional cresceu 2,5% no ano passado. Mesmo assim, ficou abaixo do crescimento mundial, de 3,1%. Antes da crise de 2008, o comércio avançava num ritmo duas vezes mais forte do que o crescimento.
Essas preocupações estão no centro da reunião de dois dias de ministros das Finanças e diretores de bancos centrais dos países do Grupo dos Vinte (G-20), que reúne os 19 países mais ricos do mundo e a União Europeia (UE). O presidente do Banco da Inglaterra, Mark Carney, adverte para o risco da economia mundial "ficar presa numa armadilha de baixo crescimento, inflação baixa e taxas de juros baixas".
Há um consenso de que a ação dos bancos centrais não basta para superar a crise. Isso depende de uma ação mais decidida das autoridades políticas para mobilizar recursos para estimular o crescimento.
A boa notícia para o Brasil é o aumento das exportações para a Ásia, beneficiadas pela baixa de 40% na cotação do real em relação ao dólar nos últimos 12 meses.
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terça-feira, 19 de janeiro de 2016
China anuncia crescimento de 6,9% no ano passado
O ritmo de crescimento da China caiu para 6,8% ao ano no quarto trimestre de 2015. No ano como um todo, a segunda maior economia do mundo avançou oficialmente 6,9%, desacelerando em relação aos 7,3% de 2014.
Foi o quarto ano de desaceleração e o pior resultado desde 1990, quando o país estava sob o impacto das sanções internacionais por causa do Massacre na Praça da Paz Celestial em Beijim em 1989 - e muitos analistas duvidam dos dados oficiais chineses.
Se a economia estivesse realmente dentro da meta, o governo não faria as intervenções nos mercados financeiro e de câmbio realizadas ao longo do ano, e o Banco Popular da China não teria reduzido as taxas básicas de juros cinco vezes.
Em 2015, a produção de aço da China baixou 2,5%, a primeira queda em 30 anos. A produção industrial de valor agregado cresceu 5,9% num ano, abaixo da expectativa. A melhor notícia foi um avanço de 11,1% nas vendas no varejo na comparação anual.
As exportações e as importações diminuíram, as bolsas de valores e a moeda perderam valor. O governo interveio nos mercados financeiros sem resolver o problema, abalando sua reputação de administrador econômico competente.
Até onde vai a desaceleração da China é talvez a maior pergunta a intrigar o mercado neste início de ano. O regime comunista chinês parecia determinado a reorientar a economia do comércio exterior para o mercado interno, mas as desvalorizações do iuane indicam uma intenção de voltar ao modelo exportador para garantir o crescimento e a geração de empregos necessários para manter a estabilidade social.
Com excesso de capacidade instalada na indústria e um grande estoque de apartamentos desabitados, 2016 deve ser ainda mais difícil. Os instrumentos usados tradicionalmente pelo governo chinês para estimular a economia, investimento em infraestrutura, crédito fácil e incentivo às exportações, parecem cada vez menos eficazes.
Foi o quarto ano de desaceleração e o pior resultado desde 1990, quando o país estava sob o impacto das sanções internacionais por causa do Massacre na Praça da Paz Celestial em Beijim em 1989 - e muitos analistas duvidam dos dados oficiais chineses.
Se a economia estivesse realmente dentro da meta, o governo não faria as intervenções nos mercados financeiro e de câmbio realizadas ao longo do ano, e o Banco Popular da China não teria reduzido as taxas básicas de juros cinco vezes.
Em 2015, a produção de aço da China baixou 2,5%, a primeira queda em 30 anos. A produção industrial de valor agregado cresceu 5,9% num ano, abaixo da expectativa. A melhor notícia foi um avanço de 11,1% nas vendas no varejo na comparação anual.
As exportações e as importações diminuíram, as bolsas de valores e a moeda perderam valor. O governo interveio nos mercados financeiros sem resolver o problema, abalando sua reputação de administrador econômico competente.
Até onde vai a desaceleração da China é talvez a maior pergunta a intrigar o mercado neste início de ano. O regime comunista chinês parecia determinado a reorientar a economia do comércio exterior para o mercado interno, mas as desvalorizações do iuane indicam uma intenção de voltar ao modelo exportador para garantir o crescimento e a geração de empregos necessários para manter a estabilidade social.
Com excesso de capacidade instalada na indústria e um grande estoque de apartamentos desabitados, 2016 deve ser ainda mais difícil. Os instrumentos usados tradicionalmente pelo governo chinês para estimular a economia, investimento em infraestrutura, crédito fácil e incentivo às exportações, parecem cada vez menos eficazes.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2016
Alemanha cresceu 1,7% em 2015
A Alemanha, maior economia da Europa e quarta do mundo, avançou 1,7% em 2015, um "crescimento sólido e estável", superando o 1,6% de 2014, anunciou hoje o Destatis (Escritório Federal de Estatísticas).
Em 2013, o crescimento havia sido de apenas 0,3%. A expansão do ano passado ficou acima da média dos últimos dez anos, de 1,3% ao ano.
O principal motor do crescimento no ano passado foi o consumo das famílias, que cresceu 1,9%. As despesas públicas aumentaram 2,8% e a formação de capital bruto 3,6%.
As exportações alemãs subiram 5,4%, enquanto as importações avançaram 5,7%. Assim, o comércio exterior contribuiu com apenas 0,2 ponto percentual no 1,7% de crescimento do produto interno bruto.
Em 2013, o crescimento havia sido de apenas 0,3%. A expansão do ano passado ficou acima da média dos últimos dez anos, de 1,3% ao ano.
O principal motor do crescimento no ano passado foi o consumo das famílias, que cresceu 1,9%. As despesas públicas aumentaram 2,8% e a formação de capital bruto 3,6%.
As exportações alemãs subiram 5,4%, enquanto as importações avançaram 5,7%. Assim, o comércio exterior contribuiu com apenas 0,2 ponto percentual no 1,7% de crescimento do produto interno bruto.
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quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
Exportações da China caem menos do que esperado
As exportações chinesas recuaram menos do que previsto no mês de dezembro de 2015, registrando uma queda anual de 1,4% para US$ 224 bilhões, depois de baixarem 7% em novembro na comparação anual. As importações foram 7,6% menores, totalizando US$ 164 bilhões em 12 meses. O mercado esperava menos 11%.
Esses números, divulgados hoje pela direção de aduanas da China, indicam uma estabilização da segunda maior economia do mundo depois de um ano de desaceleração do crescimento em 2015, quando sua expansão foi a menor desde 1990.
Maior importadora mundial de matérias-primas e uma das maiores exportadoras de produtos manufaturados, a China é um importante motor da economia mundial e a maior parceira comercial do Brasil, que sofre com a desvalorização de suas exportações.
Esses números, divulgados hoje pela direção de aduanas da China, indicam uma estabilização da segunda maior economia do mundo depois de um ano de desaceleração do crescimento em 2015, quando sua expansão foi a menor desde 1990.
Maior importadora mundial de matérias-primas e uma das maiores exportadoras de produtos manufaturados, a China é um importante motor da economia mundial e a maior parceira comercial do Brasil, que sofre com a desvalorização de suas exportações.
terça-feira, 13 de outubro de 2015
Comércio exterior da China recua mais um pouco
As exportações da China caíram 3,7% em setembro na comparação anual, enquanto as exportações baixaram 20,4%, anunciou hoje a Administração Geral de Aduanas do país, citada pelas agências de notícias Bloomberg e Reuters.
Depois de uma queda anualizada de 13,8% em agosto, as importações caem há 11 meses consecutivamente, a mais longa série em seis anos. O saldo comercial ficou em US$ 60,34 bilhões, um pouco acima da expectativa dos economistas.
O investimento externo direto avançou 7,1% nos últimos 12 meses, anunciou ontem o Ministério do Comércio. O consumo interno também cresceu no momento em que o governo tenta reorientar o crescimento para o mercado interno.
Depois de uma queda anualizada de 13,8% em agosto, as importações caem há 11 meses consecutivamente, a mais longa série em seis anos. O saldo comercial ficou em US$ 60,34 bilhões, um pouco acima da expectativa dos economistas.
O investimento externo direto avançou 7,1% nos últimos 12 meses, anunciou ontem o Ministério do Comércio. O consumo interno também cresceu no momento em que o governo tenta reorientar o crescimento para o mercado interno.
quinta-feira, 8 de outubro de 2015
Exportações da Alemanha tem maior queda desde 2009
As exportações de Alemanha sofreram em agosto de 2015 sua maior baixa desde o pico da Grande Recessão, em janeiro de 2009, revelou hoje o Destatis (Escritório Federal de Estatísticas), citado pela agência Reuters.
As vendas ao exterior caíram 5,2% para 97,7 bilhões (US$ 110 bilhões), enquanto as importações ficaram em 78,2 bilhões de euros, uma redução de 3,1%, a maior desde novembro de 2012. Na comparação anual, as exportações cresceram 5% e as importações 4%.
O declínio nas exportações agora foi atribuído ao grande número de feriados em agosto, mas a queda nas encomendas e na produção da indústria apontam um desaquecimento da procura por produtos alemães, em parte por causa da desaceleração do crescimento da China.
Desde uma pequena contração no segundo trimestre de 2014, a economia da Alemanha está crescendo. No segundo trimestre deste ano, a expansão foi de 0,4%. As previsões para 2015 são de avanço de 1,6% a 1,9%.
As vendas ao exterior caíram 5,2% para 97,7 bilhões (US$ 110 bilhões), enquanto as importações ficaram em 78,2 bilhões de euros, uma redução de 3,1%, a maior desde novembro de 2012. Na comparação anual, as exportações cresceram 5% e as importações 4%.
O declínio nas exportações agora foi atribuído ao grande número de feriados em agosto, mas a queda nas encomendas e na produção da indústria apontam um desaquecimento da procura por produtos alemães, em parte por causa da desaceleração do crescimento da China.
Desde uma pequena contração no segundo trimestre de 2014, a economia da Alemanha está crescendo. No segundo trimestre deste ano, a expansão foi de 0,4%. As previsões para 2015 são de avanço de 1,6% a 1,9%.
terça-feira, 9 de junho de 2015
Produção industrial e exportações alemãs crescem acima do previsto
A produção das fábricas da Alemanha aumentou 0,9% em abril, acima da expectativa dos economistas, que era de uma alta de 0,5%. As exportações avançaram 1,9% enquanto as importações recuaram 1,3%, aumentando o saldo comercial para 22,3 bilhões de euros.
Depois de um início de ano fraco, a economia alemã se recuperou no segundo semestre com a força da máquina industrial do país. Aproveita o crédito barato e a desvalorização do euro decorrentes das políticas do Banco Central Europeu destinadas a estimular as economias mais fracas da Zona do Euro.
É bom para a Alemanha, mas não para as economias mais frágeis, que se beneficiariam de um aumento da demanda e das importações da maior economia da Europa.
Depois de um início de ano fraco, a economia alemã se recuperou no segundo semestre com a força da máquina industrial do país. Aproveita o crédito barato e a desvalorização do euro decorrentes das políticas do Banco Central Europeu destinadas a estimular as economias mais fracas da Zona do Euro.
É bom para a Alemanha, mas não para as economias mais frágeis, que se beneficiariam de um aumento da demanda e das importações da maior economia da Europa.
sexta-feira, 8 de maio de 2015
Exportações e importações da China caem de novo
Em mais um sinal das dificuldades da segunda maior economia do mundo, as exportações da China caíram 6,2% em abril de 2015 na comparação anual, enquanto as importações baixaram 16,2% em 12 meses, refletindo a fraqueza do consumo interno.
A corrente de comércio diminuiu, mas o saldo comercial aumentou de US$ 3,1 bilhões em março para US$ 34,1 bilhões em abril.
"Obviamente, é pior do que esperado", lamentou o economista Larry Hu, do grupo Macquerie. "São mais dados ruins, então as políticas de estímulo devem continuar.
Em março, em dados anualizados, as exportações registraram baixa de 14,6%, ou seja, a queda em abril foi menor. Já as importações haviam tido uma redução menor em março, de 12,7%.
A China cresceu em ritmo de 7% ao ano no primeiro trimestre de 2015, o pior resultado para o período em seis anos, mantendo uma tendência de desaceleração do crescimento, depois de fechar 2014 com expansão de 7,4%, a menor desde 1990, quando o país enfrentava sanções internacionais por causa do Massacre na Praça da Paz Celestinal, em Beijim, em junho de 1989.
A corrente de comércio diminuiu, mas o saldo comercial aumentou de US$ 3,1 bilhões em março para US$ 34,1 bilhões em abril.
"Obviamente, é pior do que esperado", lamentou o economista Larry Hu, do grupo Macquerie. "São mais dados ruins, então as políticas de estímulo devem continuar.
Em março, em dados anualizados, as exportações registraram baixa de 14,6%, ou seja, a queda em abril foi menor. Já as importações haviam tido uma redução menor em março, de 12,7%.
A China cresceu em ritmo de 7% ao ano no primeiro trimestre de 2015, o pior resultado para o período em seis anos, mantendo uma tendência de desaceleração do crescimento, depois de fechar 2014 com expansão de 7,4%, a menor desde 1990, quando o país enfrentava sanções internacionais por causa do Massacre na Praça da Paz Celestinal, em Beijim, em junho de 1989.
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
Alemanha teve saldo comercial de 20,6 bilhões de euros em outubro
O saldo comercial da Alemanha aumentou para 20,6 bilhões de euros em outubro de 2014, com exportações de bens no valor de 103,9 bilhões de euros e importações de bens no valor de 81,9 bilhões de euros, revelaram dados divulgados hoje pelo Escritório Federal de Estatísticas (Destatis).
Tanto as importações quando as exportações caíram, refletindo a estagnação econômica da Zona do Euro. A baixa mensal nas exportações foi pequena, de 0,5%. As importações tiveram uma redução maior, de 3,1%, indicando uma queda no consumo interno.
Nos 12 meses até outubro, as exportações alemãs avançaram 4,9%, enquanto as importações subiram apenas 0,9%.
Tanto as importações quando as exportações caíram, refletindo a estagnação econômica da Zona do Euro. A baixa mensal nas exportações foi pequena, de 0,5%. As importações tiveram uma redução maior, de 3,1%, indicando uma queda no consumo interno.
Nos 12 meses até outubro, as exportações alemãs avançaram 4,9%, enquanto as importações subiram apenas 0,9%.
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
Espanha cresce pela quinto trimestre consecutivo
A Espanha, um dos países mais abalados pela crise da periferia da Zona do Euro, avançou 0,5% no terceiro trimestre de 2014. Foi o quinto trimestre consecutivo de expansão, indicaram ontem novos dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). A expectativa é de um crescimento de 1,3% neste ano e de 2% no próximo.
O desemprego continua elevado, voltou a subir e deve chegar a 24,2% no fim de 2014, caindo para 22,2% no fim de 2015. É a maior taxa entre os países ricos.
O crescimento foi atribuído ao aumento do consumo doméstico. As exportações avançaram, mas menos do que as importações. Como economia da Eurozona, a Espanha sofre com a morosidade da recuperação econômica europeia.
"Uma economia aberta como a espanhol não pode crescer se seus principais parceiros não crescem", alegou o primeiro-ministro conservador Mariano Rajoy na reunião do Grupo dos Vinte (G-20), em Brisbane, na Austrália, reclamando da Alemanha, da França e da Itália.
O desemprego continua elevado, voltou a subir e deve chegar a 24,2% no fim de 2014, caindo para 22,2% no fim de 2015. É a maior taxa entre os países ricos.
O crescimento foi atribuído ao aumento do consumo doméstico. As exportações avançaram, mas menos do que as importações. Como economia da Eurozona, a Espanha sofre com a morosidade da recuperação econômica europeia.
"Uma economia aberta como a espanhol não pode crescer se seus principais parceiros não crescem", alegou o primeiro-ministro conservador Mariano Rajoy na reunião do Grupo dos Vinte (G-20), em Brisbane, na Austrália, reclamando da Alemanha, da França e da Itália.
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
Portugal prevê crescimento de 1,5% em 2015
No orçamento para o próximo ano, o governo de Portugal prevê um crescimento de 1,5%, depois de 1% em 2014, confirmando a recuperação econômica depois da crise que obrigou o país a pedir ajuda de emergência à União Europeia (UE), ao Fundo Monetário Internacional e ao Banco Central Europeu (BCE), a chamada troika, em 2011.
O desemprego, que rondou os 18%, deve recuar para 13,4% em 2015. A inflação deve ser de 0,7% ao ano. Com esta perspectiva positiva, será possível reduzir o déficit público de 4% para 2,7% do produto interno bruto sem recorrer a novas medidas de austeridade. O limite previsto no Pacto de Estabilidade aprovado para sustentar o euro é de 3% do PIB.
As exportações devem avançar 4,7% em 2015, e as importações, 4,4%. Em 2014, a revisão é de alta de 3,7% nas vendas ao exterior e de 4,7% nas compras do exterior.
O governo conservador do primeiro-ministro Pedro Passos Coelho também anunciou um corte de 23% para 21% na alíquota do imposto sobre os lucros das empresas. Devem subir os impostos sobre bebidas alcoólicas, tabaco, bancos e circulação de veículos automotivos.
Sob o peso da crise das dívidas públicas da periferia da Zona do Euro e das políticas de ajuste impostas pela troika, a economia portuguesa encolheu 3,3% em 2012 e 1,4% no ano passado.
O desemprego, que rondou os 18%, deve recuar para 13,4% em 2015. A inflação deve ser de 0,7% ao ano. Com esta perspectiva positiva, será possível reduzir o déficit público de 4% para 2,7% do produto interno bruto sem recorrer a novas medidas de austeridade. O limite previsto no Pacto de Estabilidade aprovado para sustentar o euro é de 3% do PIB.
As exportações devem avançar 4,7% em 2015, e as importações, 4,4%. Em 2014, a revisão é de alta de 3,7% nas vendas ao exterior e de 4,7% nas compras do exterior.
O governo conservador do primeiro-ministro Pedro Passos Coelho também anunciou um corte de 23% para 21% na alíquota do imposto sobre os lucros das empresas. Devem subir os impostos sobre bebidas alcoólicas, tabaco, bancos e circulação de veículos automotivos.
Sob o peso da crise das dívidas públicas da periferia da Zona do Euro e das políticas de ajuste impostas pela troika, a economia portuguesa encolheu 3,3% em 2012 e 1,4% no ano passado.
segunda-feira, 23 de junho de 2014
Brasil volta a ter saldo comercial com Portugal
O Brasil voltou a ter saldo comercial positivo no comércio com Portugal em maio, o que não acontecia desde setembro de 2013. Nos cinco primeiros meses do ano, o comércio bilateral cresceu 25%.
As exportações brasileiras aumentaram, em maio de 2014, 37% em relação a abril e 151% na comparação com maio do ano passado. Somaram US$ 118 milhões. O total acumulado nos cinco primeiros meses de 2014 chegou a US$ 311 milhões, 20% acima do valor registrado no mesmo período em 2013.
Já as importações portuguesas caíram 27% de abril para maio de 2014 e tiveram alta de apenas 5% na comparação anual, somando US$ 92,1 milhões.
A corrente de comércio entre os dois países caiu de US$ 2,9 bilhões em 2011, ano em que Portugal foi obrigado a pedir ajuda aos sócios da União Europeia e ao Fundo Monetário Internacional para refinanciar sua dívida pública, para US$ 2,6 bilhões em 2012 e US$ 1,94 bilhão em 2013.
Em 2014, há uma recuperação. Nos primeiros cinco meses, o comércio bilateral movimentou US$ 817 milhões, 25% a mais do que no mesmo período no ano passado.
Entre as exportações brasileiras, destacam-se petróleo (28%) e soja (21%). O gás natural passou a ser a principal exportação portuguesa com 16% do total, superando o azeite, com 15%. Outros produtos importados pelo Brasil incluem fornos industriais, equipamentos para aviões, bacalhau e pera.
As exportações brasileiras aumentaram, em maio de 2014, 37% em relação a abril e 151% na comparação com maio do ano passado. Somaram US$ 118 milhões. O total acumulado nos cinco primeiros meses de 2014 chegou a US$ 311 milhões, 20% acima do valor registrado no mesmo período em 2013.
Já as importações portuguesas caíram 27% de abril para maio de 2014 e tiveram alta de apenas 5% na comparação anual, somando US$ 92,1 milhões.
A corrente de comércio entre os dois países caiu de US$ 2,9 bilhões em 2011, ano em que Portugal foi obrigado a pedir ajuda aos sócios da União Europeia e ao Fundo Monetário Internacional para refinanciar sua dívida pública, para US$ 2,6 bilhões em 2012 e US$ 1,94 bilhão em 2013.
Em 2014, há uma recuperação. Nos primeiros cinco meses, o comércio bilateral movimentou US$ 817 milhões, 25% a mais do que no mesmo período no ano passado.
Entre as exportações brasileiras, destacam-se petróleo (28%) e soja (21%). O gás natural passou a ser a principal exportação portuguesa com 16% do total, superando o azeite, com 15%. Outros produtos importados pelo Brasil incluem fornos industriais, equipamentos para aviões, bacalhau e pera.
sábado, 12 de outubro de 2013
Exportações da China caem e importações sobem
As exportações da China caíram inesperadamente 0,3% em setembro de 2013 em relação mesmo período no ano passado, enquanto as importações cresceram 7,4% em setembro na comparação anual, acelerando-se diante dos 7% ao ano do mês de agosto.
O saldo comercial caiu de US$ 28,52 bilhões em agosto para US$ 15,2 bilhões em setembro, mais uma indicação de que a China está deixando de ser uma economia de baixos salários e alto crescimento.
O saldo comercial caiu de US$ 28,52 bilhões em agosto para US$ 15,2 bilhões em setembro, mais uma indicação de que a China está deixando de ser uma economia de baixos salários e alto crescimento.
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Comércio exterior da China volta a crescer
As exportações da China cresceram 5,1% em julho de 2013 em relação a julho do ano passado, chegando a US$ 186 bilhões, depois de uma queda de 3,1% em junho que deixara os analistas preocupados com a desaceleração da segunda maior economia do mundo.
As importações avançaram mais ainda, 10,9%, para US$ 168,2 bilhões, um sinal de aumento da demanda interna considerado positivo, na medida que o governo chinês tenta reduzir a dependência do país de seu comércio exterior.
O saldo comercial ficou em US$ 17,8 bilhões.
As importações avançaram mais ainda, 10,9%, para US$ 168,2 bilhões, um sinal de aumento da demanda interna considerado positivo, na medida que o governo chinês tenta reduzir a dependência do país de seu comércio exterior.
O saldo comercial ficou em US$ 17,8 bilhões.
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