A Suíça, o país com a segunda maior renda por habitante do mundo, de US$ 80.675 em 2015, cresceu 0,6% no segundo trimestre de 2016 em relação ao trimestre anterior e 2% nos últimos 12 meses, anunciou hoje em Berna a Secretaria de Estado da Economia (Seco).
O crescimento de abril a junho foi atribuído ao comércio exterior e aos gastos públicos (1,7%). O consumo doméstico ficou estagnado. Do lado negativo, o investimento na formação de capital baixou 0,9% e o investimento na construção caiu 0,3%.
A exportação de bens avançou 0,8% no trimestre, com destaque para a indústria química e farmacêutica. A importação diminuiu, especialmente de instrumentos de precisão, relógios e bijuterias. No setor de serviços, a exportação caiu 0,1% e a importação, 1,1%.
O maior crescimento foi no setor de energia (5,8%), seguido por restaurantes e hotelaria (2,5%), que vinham de três meses de baixa, ensino e educação (2%) e saúde e ação social (1%).
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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terça-feira, 6 de setembro de 2016
quinta-feira, 14 de janeiro de 2016
Alemanha cresceu 1,7% em 2015
A Alemanha, maior economia da Europa e quarta do mundo, avançou 1,7% em 2015, um "crescimento sólido e estável", superando o 1,6% de 2014, anunciou hoje o Destatis (Escritório Federal de Estatísticas).
Em 2013, o crescimento havia sido de apenas 0,3%. A expansão do ano passado ficou acima da média dos últimos dez anos, de 1,3% ao ano.
O principal motor do crescimento no ano passado foi o consumo das famílias, que cresceu 1,9%. As despesas públicas aumentaram 2,8% e a formação de capital bruto 3,6%.
As exportações alemãs subiram 5,4%, enquanto as importações avançaram 5,7%. Assim, o comércio exterior contribuiu com apenas 0,2 ponto percentual no 1,7% de crescimento do produto interno bruto.
Em 2013, o crescimento havia sido de apenas 0,3%. A expansão do ano passado ficou acima da média dos últimos dez anos, de 1,3% ao ano.
O principal motor do crescimento no ano passado foi o consumo das famílias, que cresceu 1,9%. As despesas públicas aumentaram 2,8% e a formação de capital bruto 3,6%.
As exportações alemãs subiram 5,4%, enquanto as importações avançaram 5,7%. Assim, o comércio exterior contribuiu com apenas 0,2 ponto percentual no 1,7% de crescimento do produto interno bruto.
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