Com a primeira queda de vendas do iPhone desde seu lancamento, em 2007, a empresa de informática Apple anunciou hoje sua primeira queda de faturamento num balanço trimestral desde 2006. As ações da companhia caíram 8% na negociação eletrônica depois do fechamento do mercado.
No primeiro trimestre de 2016, a Apple vendeu 51,2 milhões de iPhones, 10 milhões a menos do que um ano antes. Como os telefones inteligentes representam hoje 70% do faturamento da empresa, ele caiu de US$ 58 bilhões para US$ 50,6 bilhões, abaixo da previsão dos analistas do centro financeiro de Wall Street, de US$ 52 bilhões.
O lucro líquido baixou de US$ 13,6 bilhões para US$ 10,5 bilhões. Nos últimos dias, várias grandes empresas de alta tecnologia - Twitter, Microsoft, Netflix, Alphabet, Intel e IBM decepcionaram o mercado. O Facebook, que divulga seus resultados nesta quarta-feira, pode ser uma exceção.
A queda nas vendas do iPhone é atribuída a uma saturação do mercado de telefones inteligentes, à desaceleração da China e ao fato de que o modelo iPhone 6S não trouxe grandes inovações. A versão econômica e pequena, o iPhone SE, não está vendendo bem, nem os relógios da Apple.
O iPad manteve a trajetória de queda. Suas vendas caíram 19% e as dos computadores Mac 12%. Outros produtos de menos peso, o relógio, iPod e a Apple TV, em conjunto, geraram uma renda de US$ 6 bilhões, um aumento de 30%.
A expectativa é como será o iPhone 7. Ele pode ter uma nova entrada para fones de ouvido, ser a prova d'água e de poeira e uma tecla mestra totalmente redesenhada.
"A indústria está numa trégua entre a explosão dos aparelhos portáteis e o que virá a seguir, no setor automotivo, na casa conectada, em aplicações industriais e para a saúde da Internet das coisas", observou Geoff Blaber, vice-presidente para a América da empresa da análise do mercado de telecomunicações CCS Insight. "A pressão aumenta sobre a Apple para revelar sua próxima grande fonte de crescimento."
Maior empresa privada do mundo em valor de mercado, a Apple planeja investir US$ 250 bilhões até o fim de março de 2018.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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terça-feira, 26 de abril de 2016
segunda-feira, 28 de setembro de 2015
Lucro da indústria chinesa sofre maior queda já registrada
O lucro das fábricas chinesas caiu 156,6 bilhões de iuanes (US$ 24,6 bilhões ou R$ 100 bilhões) em agosto de 2015, numa redução de 8,8% em comparação com agosto de 2014, revelam dados publicados hoje pelo Escritório Nacional de Estatísticas da China, citados pelo jornal South China Morning Post, de Hong Kong.
É o maior declínio anual desde o governo chinês começou a publicar estatísticas a respeito, em 2011. Nos primeiros oito meses de 2015, a baixa foi de 1,9% em relação ao mesmo período do ano passado.
A pesquisa aponta problemas com aumento de custos, queda de preços e a recente desvalorização das ações negociadas em bolsas de valores. Só as flutuações da moeda chinesa seriam responsáveis por um aumento de custos de 23,9% nos últimos 12 meses.
É o maior declínio anual desde o governo chinês começou a publicar estatísticas a respeito, em 2011. Nos primeiros oito meses de 2015, a baixa foi de 1,9% em relação ao mesmo período do ano passado.
A pesquisa aponta problemas com aumento de custos, queda de preços e a recente desvalorização das ações negociadas em bolsas de valores. Só as flutuações da moeda chinesa seriam responsáveis por um aumento de custos de 23,9% nos últimos 12 meses.
sexta-feira, 8 de maio de 2015
Toyota espera lucro recorde neste ano fiscal
Maior fabricante de automóveis do mundo, a companhia japonesa Toyota espera um lucro recorde no ano fiscal que termina, no Japão, em 31 de março de 2016, no embalo de um iene mais fraco e uma demanda mais forte nos Estados Unidos por seus veículos utilitários esportivos, informa o jornal The Wall Street Journal.
Será o terceiro lucro anual recorde consecutivo. Pelos resultados divulgados hoje, no ano fiscal encerrado em 31 de março passado, o faturamento da Toyota subiu 6% para o equivalente a US$ 227 bilhões, gerando lucros 19% maiores, de US$ 18,08 bilhões.
Pelo segundo ano seguido, o lucro da Toyota foi superior aos ganhos da Volkswagen e da General Motors somados. A VW é a segunda maior empresa do setor automobilístico e a GM, a terceira. Neste ano fiscal, o crescimento do lucro deve ser menor.
"Este ano será decisivo para a Toyota saber se pode dar um passo firme rumo a um crescimento estável ou se vai voltar aos velhos caminhos", declarou o presidente Akio Toyoda ao divulgar os dados sobre o desempenho da companhia.
Neto do fundador da empresa, Toyoda a recolocou em crescimento depois de um prejuízo seis anos atrás, o primeiro em 70 anos de história da Toyota. Os problemas foram causados na época pelo recolhimento de mais de 9 milhões de veículos da empresa com defeitos de fabricação em 2009.
Para superar a GM, que era líder do setor há 77 anos, e se tornar a maior do mundo, em 2008, a Toyota deixara cair seu famoso controle de qualidade. Em março de 2014, pagou uma multa de US$ 1,2 bilhão à Justiça dos EUA por esconder defeitos causadores de acidentes graves.
De lá para cá, houve novos recolhimentos, de mais de 7 milhões de veículos com problemas nos air bags, os sacos de ar que se inflam automaticamente em caso de acidente para amortecer o choque. Mas, como indicam os números, a Toyota retomou seu programa de qualidade total.
Será o terceiro lucro anual recorde consecutivo. Pelos resultados divulgados hoje, no ano fiscal encerrado em 31 de março passado, o faturamento da Toyota subiu 6% para o equivalente a US$ 227 bilhões, gerando lucros 19% maiores, de US$ 18,08 bilhões.
Pelo segundo ano seguido, o lucro da Toyota foi superior aos ganhos da Volkswagen e da General Motors somados. A VW é a segunda maior empresa do setor automobilístico e a GM, a terceira. Neste ano fiscal, o crescimento do lucro deve ser menor.
"Este ano será decisivo para a Toyota saber se pode dar um passo firme rumo a um crescimento estável ou se vai voltar aos velhos caminhos", declarou o presidente Akio Toyoda ao divulgar os dados sobre o desempenho da companhia.
Neto do fundador da empresa, Toyoda a recolocou em crescimento depois de um prejuízo seis anos atrás, o primeiro em 70 anos de história da Toyota. Os problemas foram causados na época pelo recolhimento de mais de 9 milhões de veículos da empresa com defeitos de fabricação em 2009.
Para superar a GM, que era líder do setor há 77 anos, e se tornar a maior do mundo, em 2008, a Toyota deixara cair seu famoso controle de qualidade. Em março de 2014, pagou uma multa de US$ 1,2 bilhão à Justiça dos EUA por esconder defeitos causadores de acidentes graves.
De lá para cá, houve novos recolhimentos, de mais de 7 milhões de veículos com problemas nos air bags, os sacos de ar que se inflam automaticamente em caso de acidente para amortecer o choque. Mas, como indicam os números, a Toyota retomou seu programa de qualidade total.
segunda-feira, 27 de abril de 2015
Lucro da Apple cresce 33% graças ao iPhone
Com a venda de 61,2 milhões de iPhones nos primeiros três meses de 2015, 40% a mais do que no primeiro trimestre do ano anterior, a companhia americana Apple, maior empresa privada do mundo, anunciou hoje resultados que batem mais uma vez as previsões dos analistas para vendas, faturamento e lucro.
As vendas na China cresceram 71%. O faturamento global cresceu 27% na comparação anual para US$ 58 bilhões. O lucro líquido aumentou 33% para US$ 13,57 bilhões.
Os dividendos pagos aos acionistas foram 11% maiores. Até março de 2017, a empresa pretende devolver US$ 200 bilhões aos acionistas através da distribuição de dividendos e recompra de ações. Em um ano, as ações da Apple se valorizaram em mais de 10%.
Com o sucesso cada vez maior de telefones inteligentes com telas grandes como os iPhones 6, a venda de iPads caíram 23% no trimestre. Os computadores Mac continuam ampliando sua fatia do mercado. Suas vendas subiram 10% na comparação anual, em contraste com uma queda de 7% no mercado global de computadores pessoais.
As vendas na China cresceram 71%. O faturamento global cresceu 27% na comparação anual para US$ 58 bilhões. O lucro líquido aumentou 33% para US$ 13,57 bilhões.
Os dividendos pagos aos acionistas foram 11% maiores. Até março de 2017, a empresa pretende devolver US$ 200 bilhões aos acionistas através da distribuição de dividendos e recompra de ações. Em um ano, as ações da Apple se valorizaram em mais de 10%.
Com o sucesso cada vez maior de telefones inteligentes com telas grandes como os iPhones 6, a venda de iPads caíram 23% no trimestre. Os computadores Mac continuam ampliando sua fatia do mercado. Suas vendas subiram 10% na comparação anual, em contraste com uma queda de 7% no mercado global de computadores pessoais.
terça-feira, 27 de janeiro de 2015
Apple tem o maior lucro de todos os tempos
Com a venda de 74,5 milhões de iPhone de tela maior, a companhia americana Apple teve um lucro recorde de US$ 18 bilhões no último trimestre de 2014, 38% maior do que o registrado no mesmo período do ano anterior, de US$ 13 bilhões, batendo suas próprias previsões e as do mercado. O faturamento aumentou 30%, de US$ 57,6 bilhões para US$ 74,6 bilhões.
Depois de anos de concorrência de modelos com telas maiores, a Apple lançou em setembro do ano passado o iPhone 6 e o iPhone 6 Plus. As vendas de iPhone no último trimestre foram 46% maiores do que em 2013.
O balanço trimestral foi divulgado depois do fechamento das bolsas de valores. No pregão eletrônico pós-fechamento, as ações da Apple subiram 5%. No ano passado, tiveram uma valorização de 40% com a expectativa de boas vendas dos novos iPhones.
Com telefones inteligentes maiores, as vendas de iPads caíram 18% em relação ao ano passado.
Em abril, a Apple lança sua esperada linha de relógios inteligentes. Com US$ 178 bilhões em caixa, a empresa está sempre pronta a fazer novas aquisições para incorporar tecnologia a seus produtos.
Depois de anos de concorrência de modelos com telas maiores, a Apple lançou em setembro do ano passado o iPhone 6 e o iPhone 6 Plus. As vendas de iPhone no último trimestre foram 46% maiores do que em 2013.
O balanço trimestral foi divulgado depois do fechamento das bolsas de valores. No pregão eletrônico pós-fechamento, as ações da Apple subiram 5%. No ano passado, tiveram uma valorização de 40% com a expectativa de boas vendas dos novos iPhones.
Com telefones inteligentes maiores, as vendas de iPads caíram 18% em relação ao ano passado.
Em abril, a Apple lança sua esperada linha de relógios inteligentes. Com US$ 178 bilhões em caixa, a empresa está sempre pronta a fazer novas aquisições para incorporar tecnologia a seus produtos.
quarta-feira, 28 de maio de 2014
Laurent-Perrier anuncia lucro de 6,9% no ano
Apesar de uma queda de 1,1% no faturamento, que ficou em 220,6 milhões de euros, o grupo francês Laurent-Perrier, fabricante de champanhe, anunciou ontem uma alta de 6,9% no lucro no ano fiscal encerrado em 31 de março de 2014, que foi de 21,6 milhões de euros.
Com as vendas em baixa na União Europeia, especialmente na França, por causa da crise econômica, o aumento de 5% no volume das exportações foi essencial para o resultado positivo.
Com as vendas em baixa na União Europeia, especialmente na França, por causa da crise econômica, o aumento de 5% no volume das exportações foi essencial para o resultado positivo.
quinta-feira, 27 de março de 2014
EUA cresceram 2,6% ao ano no fim de 2013
Na sua última revisão, o crescimento do produto interno bruto dos Estados Unidos no último trimestre de 2013 ficou em 2,6% ao ano, acima dos 2,4% da estimativa anterior e um pouco abaixo da expectativa dos economistas, que era de 2,7%. No ano como um todo, o avanço foi de 1,9%.
Foi uma desaceleração, comparando-se com os 4,1% do terceiro trimestre, mas há sinais de fortalecimento da recuperação como o aumento do consumo doméstico de 2% de julho a setembro para 3,3% no últimos três meses do ano passado.
O lucro das empresas avançou 1,9% no trimestre, fechando 2013 em 6%. As estatísticas são do Departamento do Comércio dos EUA.
Foi uma desaceleração, comparando-se com os 4,1% do terceiro trimestre, mas há sinais de fortalecimento da recuperação como o aumento do consumo doméstico de 2% de julho a setembro para 3,3% no últimos três meses do ano passado.
O lucro das empresas avançou 1,9% no trimestre, fechando 2013 em 6%. As estatísticas são do Departamento do Comércio dos EUA.
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Twitter cresce pouco e ações têm forte queda
Os primeiros dados divulgados pelo Twitter desde sua estreia na bolsa de valores em novembro de 2013 indicam um crescimento baixo no número de usuários, o que derrubou o preço das ações em 24% hoje. De US$ 26 no lançamento, a ação do Twitter chegou a US$ 66 antes do anúncio e terminou o dia em US$ 50.
Desde que surgiu, em 2006, o Twitter ainda não deu lucro. O prejuízo foi de US$ 79 milhões em 2012 e de US$ 645 milhões no ano passado. Só no quarto semestre de 2013, a perda foi de US$ 511.
O Twitter tinha 232 milhões de usuários em 30 de setembro de 2013. No último trimestre, o aumento foi de 9 milhões ou 3,8% ao mês, uma queda em relação aos 6,4% ao mês do trimestre anterior.
Pior ainda: o interesse em tuitar e visitar a rede social aparentemente diminuiu. O número médio de visitas por usuário caiu pelo segundo trimestre consecutivo, reduzindo sua exposição aos anunciantes.
Com base nesses dados, analistas e investidores questionam se o Twitter será capaz de captar anúncios em volume suficiente para gerar grandes lucros como o Facebook, que anunciou na semana passada um lucro anual de US$ 1,5 bilhão.
Desde que surgiu, em 2006, o Twitter ainda não deu lucro. O prejuízo foi de US$ 79 milhões em 2012 e de US$ 645 milhões no ano passado. Só no quarto semestre de 2013, a perda foi de US$ 511.
O Twitter tinha 232 milhões de usuários em 30 de setembro de 2013. No último trimestre, o aumento foi de 9 milhões ou 3,8% ao mês, uma queda em relação aos 6,4% ao mês do trimestre anterior.
Pior ainda: o interesse em tuitar e visitar a rede social aparentemente diminuiu. O número médio de visitas por usuário caiu pelo segundo trimestre consecutivo, reduzindo sua exposição aos anunciantes.
Com base nesses dados, analistas e investidores questionam se o Twitter será capaz de captar anúncios em volume suficiente para gerar grandes lucros como o Facebook, que anunciou na semana passada um lucro anual de US$ 1,5 bilhão.
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Lucro dos bancos bate recorde nos EUA
Com aumentos de tarifas e perdas menores com empréstimos a maus pagadores, a renda líquida dos bancos dos Estados Unidos chegou no primeiro trimestre de 2013 ao recorde trimestral de US$ 40,3 bilhões, anunciou há pouco a Corporação Federal de Garantia de Depósitos (FDIC). São 15,8% a mais do que os US$ 34,8 bilhões do primeiro trimestre do ano passado.
Cinco anos depois do auge da pior crise financeira desde a Grande Depressão (1929-39), a análise do setor revela desempenhos muito diferentes.
Só cerca de metade dos bancos americanos aumentou o lucro nos 12 meses até 31 de março de 2013. É a menor proporção desde 2009, que refletia o impacto do primeiro ano da Grande Recessão.
Depois de vários trimestres de alta, a concessão de novos empréstimos caiu.
Cinco anos depois do auge da pior crise financeira desde a Grande Depressão (1929-39), a análise do setor revela desempenhos muito diferentes.
Só cerca de metade dos bancos americanos aumentou o lucro nos 12 meses até 31 de março de 2013. É a menor proporção desde 2009, que refletia o impacto do primeiro ano da Grande Recessão.
Depois de vários trimestres de alta, a concessão de novos empréstimos caiu.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Situação dos bancos dos EUA melhora
A saúde do setor financeiro dos Estados Unidos, responsável pela pior crise econômica mundial em 70 anos, melhorou nitidamente em 2012, declarou hoje a Corporacão Federal de Garantia de Depósitos Bancários (FDIC).
O lucro líquido dos bancos americanos não para de crescer desde meados de 2009, quando os EUA saíram da chamada Grande Recessão. No ano passado, aumentaram 19,3% chegando a US$ 141 bilhões.
A conclusão inevitável é que não pagaram pelos prejuízos causados no mundo inteiro.
O lucro líquido dos bancos americanos não para de crescer desde meados de 2009, quando os EUA saíram da chamada Grande Recessão. No ano passado, aumentaram 19,3% chegando a US$ 141 bilhões.
A conclusão inevitável é que não pagaram pelos prejuízos causados no mundo inteiro.
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Lucro da BMW é recorde para terceiro trimestre
A fábrica de automóveis de luxo alemã BMW anunciou resultados recordes para um terceiro trimestre, com alta de 13,7% no faturamento, que foi de 18,8 bilhões de euros, quase R$ 50 bilhões, com aumento de 16% no lucro para 1,29 bilhão de euros, R$ 3,42 bilhões.
O total de BMWs, Minis e Rolls-Royces vendidos no período foi de 434.963 veículos, 9% acima do registrado de julho e setembro de 2011.
O total de BMWs, Minis e Rolls-Royces vendidos no período foi de 434.963 veículos, 9% acima do registrado de julho e setembro de 2011.
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Lucro da Suzuki aumenta 19%
Apesar do terremoto e do maremoto do ano passado no Japão e de uma queda de 3,7% no faturamento, a fábrica de automóveis japonesa Suzuki teve um lucro de US$ 674 milhões 19% no ano fiscal que terminou em 31 de março de 2012, graças a cortes de gastos na produção de motocicletas e carros econômicos.
A Suzuki faturou US$ 31,42 bilhões, com uma alta de 5,8% das vendas no Japão para um recorde de US$ 12,34 bilhões.
Para este ano fiscal, a meta é ampliar os negócios em 3,5% e o lucro líquido em 30%. Só no Japão, a empresa espera vender 1,1 milhão veículos, um avanço de 10%, informa o jornal The Wall St. Journal.
A Suzuki faturou US$ 31,42 bilhões, com uma alta de 5,8% das vendas no Japão para um recorde de US$ 12,34 bilhões.
Para este ano fiscal, a meta é ampliar os negócios em 3,5% e o lucro líquido em 30%. Só no Japão, a empresa espera vender 1,1 milhão veículos, um avanço de 10%, informa o jornal The Wall St. Journal.
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Lucro da Toyota cresce cinco vezes
Depois de recolher milhares de veículos com defeitos de fábrica e de sofrer o impacto do terremoto e o maremoto de 11 de março de 2011 no Japão e da enchente na Tailândia, a empresa japonesa Toyota se recuperou. Aumentou o lucro cinco vezes no primeiro trimestre e espera dobrá-lo no ano fiscal que termina em 31 de março de 2013 para US$ 9,5 bilhões.
No ano fiscal recém-encerrado, o lucro da Toyota caiu 31%, informa o jornal The Wall St. Journal.
No ano fiscal recém-encerrado, o lucro da Toyota caiu 31%, informa o jornal The Wall St. Journal.
Lucro da Disney aumenta 21%
O grupo empresarial americano Walt Disney anunciou hoje um aumento de 21% do lucro no primeiro trimestre de 2012 na comparação com o mesmo período no ano anterior, de US$ 942 milhões para US$ 1,143 bilhão.
O faturamento subiu de US$ 9,077 bilhões para US$ 9,629 bilhões.
O faturamento subiu de US$ 9,077 bilhões para US$ 9,629 bilhões.
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Lucro da GM caiu 69% no primeiro trimestre
Com o fortalecimento da recuperação da economia dos Estados Unidos, a General Motors lucrou US$ 1 bilhão no primeiro trimestre de 2012. Esse valor superou a expectativa do mercado, mas ficou 69% abaixo do resultado nos primeiros três meses do ano passado.
O faturamento total foi de US$ 37,8 bilhões, 4% acima do mesmo período em 2011.
Apesar da crise, as operações na Europa foram melhores do que o mercado antecipava. Houve uma perda de US$ 256 milhões no continente, em contraste com um lucro de US$ 5 milhões um ano atrás.
O faturamento total foi de US$ 37,8 bilhões, 4% acima do mesmo período em 2011.
Apesar da crise, as operações na Europa foram melhores do que o mercado antecipava. Houve uma perda de US$ 256 milhões no continente, em contraste com um lucro de US$ 5 milhões um ano atrás.
BMW tem melhor primeiro trimeste de sua história
Apesar da crise, a fábrica de automóveis alemã BMW, líder do mercado mundial de carros de luxo, teve nos três primeiros meses de 2012 o "melhor primeiro trimestre", com vendas de 18,3 bilhões de euros, alta de 14,1%, e lucro de 1,35 bilhões de euros, um avanço de 18,1%.
O maior aumento de vendas foi na China.
O maior aumento de vendas foi na China.
terça-feira, 24 de abril de 2012
Lucro da Apple dobra em relação ao ano passado
A maior empresa privada do mundo, a Apple, anunciou hoje depois do fechamento do mercado um lucro de US$ 11,6 bilhões nos três primeiros meses de 2012, quase duas vezes maior do que no mesmo período no ano passado.
Com a venda de 35,1 milhões de iPhones e 11,8 milhões de iPads, o faturamento da Apple cresceu 59%, chegando a US$ 32,9 bilhões. O lucro aumentou 94%.
As ações da Apple, que estavam caindo depois de bater recordes, subiram 7% na negociação eletrônica depois do fechamento da bolsa, aumentando o valor de mercado da empresa em US$ 35 bilhões.
Com a venda de 35,1 milhões de iPhones e 11,8 milhões de iPads, o faturamento da Apple cresceu 59%, chegando a US$ 32,9 bilhões. O lucro aumentou 94%.
As ações da Apple, que estavam caindo depois de bater recordes, subiram 7% na negociação eletrônica depois do fechamento da bolsa, aumentando o valor de mercado da empresa em US$ 35 bilhões.
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
GM tem lucro recorde
A General Motors teve um lucro recorde de US$, 7,6 bilhões no ano passado, 62% acima do registrado em 2010. O resultado seria ainda melhor se não houvesse perdas na último trimestre na Europa e na América Latina. Mas o recorde anterior, de US$ 6,7 bilhões em 1997, equivaleria hoje a US$ 9,4 milhões, se o valor fosse corrigido pela cotação atual da moeda dos Estados Unidos.
É uma boa notícia para o presidente Barack Obama, que pretende usar a recuperação da indústria automobilística como um de seus principais argumentos na campanha para a eleição presidencial de 6 de novembro de 2012.
Há dois anos, Obama salvou a GM da falência. Em 2011, ela voltou a ser a maior fabricante de automóveis do mundo.
Em campanha para a eleição primária de 28 de fevereiro em Michigan, estado onde fica Detroit, a cidade do automóvel, o líder na disputa pela candidatura do Partido Republicano à Casa Branca enfrenta dificuldades para explicar porque foi contra a intervenção federal para salvar a GM e a Chrysler.
O governo ainda tem 26% das ações da GM, informa o jornal The New York Times.
É uma boa notícia para o presidente Barack Obama, que pretende usar a recuperação da indústria automobilística como um de seus principais argumentos na campanha para a eleição presidencial de 6 de novembro de 2012.
Há dois anos, Obama salvou a GM da falência. Em 2011, ela voltou a ser a maior fabricante de automóveis do mundo.
Em campanha para a eleição primária de 28 de fevereiro em Michigan, estado onde fica Detroit, a cidade do automóvel, o líder na disputa pela candidatura do Partido Republicano à Casa Branca enfrenta dificuldades para explicar porque foi contra a intervenção federal para salvar a GM e a Chrysler.
O governo ainda tem 26% das ações da GM, informa o jornal The New York Times.
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Apple bate recorde e lucra US$ 13 bi no trimestre
Depois do fechamento das bolsas de valores em Nova York, a Apple divulgou o balancete dos último trimestre de 2011, batendo todas as expectativas dos analistas de Wall St.
Com a venda de 37 milhões de iPhones, 15,4 milhões de iPods, 15,4 milhões de iPads e 5,2 milhões de Macs, a empresa faturou US$ 46,33 bilhões, novo recorde para o setor de alta tecnologia. Teve um lucro líquido de US$ 13 bilhões ou US$ 13,87 por ação, mais do que o dobro do mesmo trimestre no ano anterior.
É o segundo melhor resultado trimestral da História para uma empresa americana, superado apenas pelo lucro de US$ 14,8 bilhões da Exxon Mobil em 2008, quando o barril de petróleo atingiu seu preço recorde, de US$ 147,50.
Com a venda de 37 milhões de iPhones, 15,4 milhões de iPods, 15,4 milhões de iPads e 5,2 milhões de Macs, a empresa faturou US$ 46,33 bilhões, novo recorde para o setor de alta tecnologia. Teve um lucro líquido de US$ 13 bilhões ou US$ 13,87 por ação, mais do que o dobro do mesmo trimestre no ano anterior.
É o segundo melhor resultado trimestral da História para uma empresa americana, superado apenas pelo lucro de US$ 14,8 bilhões da Exxon Mobil em 2008, quando o barril de petróleo atingiu seu preço recorde, de US$ 147,50.
terça-feira, 22 de novembro de 2011
0,1% fica com metade dos ganhos de capital nos EUA
Os ativistas do movimento Ocupem Wall St. protestam contra o 1% mais rico da população dos Estados Unidos, mas um artigo da revista Forbes mostra que apenas 0,1% leva a metade dos ganhos de capital. É a fonte da concentração da riqueza na sociedade onde o vencedor ganha tudo.
São 315 mil pessoas num país de 315 milhões de habitantes que ficam com a metade do lucro em transações financeiras e imobiliárias. A alíquota do imposto sobre ganhos de capital, de 15%, teria de ser elevada substancialmente para diminuir a má distribuição da riqueza.
São 315 mil pessoas num país de 315 milhões de habitantes que ficam com a metade do lucro em transações financeiras e imobiliárias. A alíquota do imposto sobre ganhos de capital, de 15%, teria de ser elevada substancialmente para diminuir a má distribuição da riqueza.
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