A companhia alemã Volkswagen, uma das maiores fabricantes de automóveis do mundo, admitiu a culpa por mascarar as emissões de poluentes de seus motores a óleo diesel e vai pagar US$ 4,3 bilhões em acordo com o Departamento da Justiça dos Estados Unidos.
O escândalo das emissões abala há um ano e três meses a imagem de empresa-símbolo da excelência da tecnologia industrial da Alemanha, que disputa com a japonesa Toyota a posição de maior fabricante mundial de automóveis.
Há dez anos, a VW desenvolveu um programa de computador destinado a enganar o teste de poluição de motores diesel aplicado nos EUA. Quando o veículo rodava normalmente, poluía muito mais do que indicado no teste da Agência de Proteção Ambiental, um dos órgãos que o presidente eleito, Donald Trump, ameaça extinguir.
A gigante da indústria alemã vai pagar US$ 2,8 bilhões de multas pelos crimes cometidos e mais US$ 1,5 bilhão de indenizações em processos civis instaurados desde que o escândalo das emissões estourou, em setembro de 2015.
Na sua confissão de culpa, a VW admitiu ter manipulado 11 milhões de veículos a diesel no mundo inteiro para enganar os testes antipoluição.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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quarta-feira, 11 de janeiro de 2017
sexta-feira, 8 de maio de 2015
Toyota espera lucro recorde neste ano fiscal
Maior fabricante de automóveis do mundo, a companhia japonesa Toyota espera um lucro recorde no ano fiscal que termina, no Japão, em 31 de março de 2016, no embalo de um iene mais fraco e uma demanda mais forte nos Estados Unidos por seus veículos utilitários esportivos, informa o jornal The Wall Street Journal.
Será o terceiro lucro anual recorde consecutivo. Pelos resultados divulgados hoje, no ano fiscal encerrado em 31 de março passado, o faturamento da Toyota subiu 6% para o equivalente a US$ 227 bilhões, gerando lucros 19% maiores, de US$ 18,08 bilhões.
Pelo segundo ano seguido, o lucro da Toyota foi superior aos ganhos da Volkswagen e da General Motors somados. A VW é a segunda maior empresa do setor automobilístico e a GM, a terceira. Neste ano fiscal, o crescimento do lucro deve ser menor.
"Este ano será decisivo para a Toyota saber se pode dar um passo firme rumo a um crescimento estável ou se vai voltar aos velhos caminhos", declarou o presidente Akio Toyoda ao divulgar os dados sobre o desempenho da companhia.
Neto do fundador da empresa, Toyoda a recolocou em crescimento depois de um prejuízo seis anos atrás, o primeiro em 70 anos de história da Toyota. Os problemas foram causados na época pelo recolhimento de mais de 9 milhões de veículos da empresa com defeitos de fabricação em 2009.
Para superar a GM, que era líder do setor há 77 anos, e se tornar a maior do mundo, em 2008, a Toyota deixara cair seu famoso controle de qualidade. Em março de 2014, pagou uma multa de US$ 1,2 bilhão à Justiça dos EUA por esconder defeitos causadores de acidentes graves.
De lá para cá, houve novos recolhimentos, de mais de 7 milhões de veículos com problemas nos air bags, os sacos de ar que se inflam automaticamente em caso de acidente para amortecer o choque. Mas, como indicam os números, a Toyota retomou seu programa de qualidade total.
Será o terceiro lucro anual recorde consecutivo. Pelos resultados divulgados hoje, no ano fiscal encerrado em 31 de março passado, o faturamento da Toyota subiu 6% para o equivalente a US$ 227 bilhões, gerando lucros 19% maiores, de US$ 18,08 bilhões.
Pelo segundo ano seguido, o lucro da Toyota foi superior aos ganhos da Volkswagen e da General Motors somados. A VW é a segunda maior empresa do setor automobilístico e a GM, a terceira. Neste ano fiscal, o crescimento do lucro deve ser menor.
"Este ano será decisivo para a Toyota saber se pode dar um passo firme rumo a um crescimento estável ou se vai voltar aos velhos caminhos", declarou o presidente Akio Toyoda ao divulgar os dados sobre o desempenho da companhia.
Neto do fundador da empresa, Toyoda a recolocou em crescimento depois de um prejuízo seis anos atrás, o primeiro em 70 anos de história da Toyota. Os problemas foram causados na época pelo recolhimento de mais de 9 milhões de veículos da empresa com defeitos de fabricação em 2009.
Para superar a GM, que era líder do setor há 77 anos, e se tornar a maior do mundo, em 2008, a Toyota deixara cair seu famoso controle de qualidade. Em março de 2014, pagou uma multa de US$ 1,2 bilhão à Justiça dos EUA por esconder defeitos causadores de acidentes graves.
De lá para cá, houve novos recolhimentos, de mais de 7 milhões de veículos com problemas nos air bags, os sacos de ar que se inflam automaticamente em caso de acidente para amortecer o choque. Mas, como indicam os números, a Toyota retomou seu programa de qualidade total.
quarta-feira, 15 de abril de 2015
Toyota investe US$ 1 bilhão em nova fábrica no México
A companhia japonesa Toyota, maior fabricante mundial de automóveis, deve anunciar hoje um investimento de US$ 1 bilhão na construção de uma nova fábrica no estado de Guanajuato, no México, revelou ontem a agência Reuters.
O projeto acaba com uma moratória de três anos em novos investimentos autoimposta pela Toyota. Ao contrário do que acontece no Brasil e na Argentina, a indústria manufatureira do México cresce com a recuperação da economia dos Estados Unidos, à qual está integrada e da qual é dependente.
Nos primeiros nove meses de 2014, a indústria de transformação avançou 3,4% no México, enquanto caía 1,8% no Brasil e 2,4% da Argentina. Juntos, esses três países são responsáveis por 80% da produção industrial da América Latina. A expectativa para 2015 e 2016 é de uma alta de 4% a 4,5% ao ano.
Em 1990, 69% do comércio exterior do México eram com os EUA. Com a entrada em vigor do Acordo de Livre Comércio da América do Norte (Nafta, do inglês), em 1994, esse percentual subiu, chegando a 80% em 2000.
Na virada do século, mesmo sem as preferências comerciais do Nafta, a China passou a ser um produtor industrial mais competitivo. As exportações mexicanas de roupas caíram 43% entre 2002 e 2012, de US$ 7,6 bilhões para US$ 4,3 bilhões.
O México se concentrou em produtos de alto valor agregado, como automóveis e eletroeletrônicos. De 2002 a 2012, as exportações de automóveis aumentaram 152%, de US$ 27,9 bilhões para US$ 70,3 bilhões, e as de eletroeletrônicos 73%, de US$ 43,3 bilhões para US$ 74,9 bilhões. A produção industrial de alto valor agregado representa hoje 18% do produto interno bruto mexicano.
A maioria das maquiladoras, montadoras de produtos de alta tecnologia com componentes importados, fica perto da fronteira com os EUA, nos estados de Monterrey, Baixa Califórnia, Chiapas e Tamaulipas.
No Sul do México, muito mais pobre, as indústrias de tecidos e vestuário se tornaram competitivas diante da China, beneficiando estados como Campeche e Veracruz. As vendas ao exterior de produtos têxteis avançaram 9% nos últimos dois anos e as de roupas 3,5%.
Por causa do aumento dos salários chineses, os custos de produção do México são hoje 20% menores do que na China. Em 2000, eram 58% maiores.
Desde a integração via Nafta, o PIB mexicano cresceu de US$ 383 bilhões para US$ 1,3 trilhão. O México é hoje a segunda maior economia da América Latina, depois do Brasil, e a 15ª do mundo, beneficiando-se do acesso ao maior mercado consumidor do mundo e dos salários muito menores do que os americanos.
O projeto acaba com uma moratória de três anos em novos investimentos autoimposta pela Toyota. Ao contrário do que acontece no Brasil e na Argentina, a indústria manufatureira do México cresce com a recuperação da economia dos Estados Unidos, à qual está integrada e da qual é dependente.
Nos primeiros nove meses de 2014, a indústria de transformação avançou 3,4% no México, enquanto caía 1,8% no Brasil e 2,4% da Argentina. Juntos, esses três países são responsáveis por 80% da produção industrial da América Latina. A expectativa para 2015 e 2016 é de uma alta de 4% a 4,5% ao ano.
Em 1990, 69% do comércio exterior do México eram com os EUA. Com a entrada em vigor do Acordo de Livre Comércio da América do Norte (Nafta, do inglês), em 1994, esse percentual subiu, chegando a 80% em 2000.
Na virada do século, mesmo sem as preferências comerciais do Nafta, a China passou a ser um produtor industrial mais competitivo. As exportações mexicanas de roupas caíram 43% entre 2002 e 2012, de US$ 7,6 bilhões para US$ 4,3 bilhões.
O México se concentrou em produtos de alto valor agregado, como automóveis e eletroeletrônicos. De 2002 a 2012, as exportações de automóveis aumentaram 152%, de US$ 27,9 bilhões para US$ 70,3 bilhões, e as de eletroeletrônicos 73%, de US$ 43,3 bilhões para US$ 74,9 bilhões. A produção industrial de alto valor agregado representa hoje 18% do produto interno bruto mexicano.
A maioria das maquiladoras, montadoras de produtos de alta tecnologia com componentes importados, fica perto da fronteira com os EUA, nos estados de Monterrey, Baixa Califórnia, Chiapas e Tamaulipas.
No Sul do México, muito mais pobre, as indústrias de tecidos e vestuário se tornaram competitivas diante da China, beneficiando estados como Campeche e Veracruz. As vendas ao exterior de produtos têxteis avançaram 9% nos últimos dois anos e as de roupas 3,5%.
Por causa do aumento dos salários chineses, os custos de produção do México são hoje 20% menores do que na China. Em 2000, eram 58% maiores.
Desde a integração via Nafta, o PIB mexicano cresceu de US$ 383 bilhões para US$ 1,3 trilhão. O México é hoje a segunda maior economia da América Latina, depois do Brasil, e a 15ª do mundo, beneficiando-se do acesso ao maior mercado consumidor do mundo e dos salários muito menores do que os americanos.
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segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
VW vendeu mais de 10 milhões de veículos em 2014
O grupo alemão Volkswagen, maior fabricante de automóveis da Europa, vendeu no ano passado 10,14 milhões de veículos, um recorde. Fica à espera dos resultados da companhia japonesa Toyota e da americana General Motors para saber qual é a maior do mundo.
Em 2013, a Toyota ficou em primeiro com 9,98 milhões contra 9,7 milhões da GM.
Além da própria VW, o grupo inclui Audi, Porsche, Skoda, Seat e os caminhões MAN e Scania.
Em 2013, a Toyota ficou em primeiro com 9,98 milhões contra 9,7 milhões da GM.
Além da própria VW, o grupo inclui Audi, Porsche, Skoda, Seat e os caminhões MAN e Scania.
quarta-feira, 9 de abril de 2014
Toyota recolhe 6,39 milhões de carros defeituosos
A companhia japonesa Toyota, maior fabricante de automóveis do planeta, convocou hoje os proprietários de 6,39 milhões de veículos defeituosos no mundo inteiro, inclusive no Brasil, para consertá-los. É mais um golpe na reputação de "qualidade total" da empresa, prejudicada pelo esforço para ser a maior do mundo. A Toyota alegou que as falhas não causarem mortes nem ferimentos.
O recolhimento atinge 27 modelos de carros, entre eles Camry, Corolla, Highlander, Matrix, RAV4 e Yaris. O Corolla é fabricado no Brasil desde 1998. O Camry e o RAV4 são importados do Japão. A Toyota do Brasil deve fazer um anúncio oficial nos próximos dias.
Entre os defeitos, estão problemas na ignição, na coluna da direção, nos motores do limpador de parabrisa, nos trilhos dos acentos e nos cabos elétricos que acionam as bolsas infláveis (airbags) para proteção em acidentes. A falha na ignição provocou dois incêndios no Japão, mas a empresa nega ter conhecimento de acidentes causados pelos defeitos.
Há três semanas, a Toyota fez um acordo com o Departamento da Justiça dos Estados Unidos para pagar uma multa de US$ 1,2 bilhão por ter demorado a revelar publicamente e ordenar o recolhimento para reparar defeitos no acelerador capazes de acelerar repentinamente os veículos e causar acidentes.
Agora, o Departamento da Justiça investiga a General Motors, principal concorrente da Toyota, por 13 mortes supostamente ligadas a problemas na ignição, que desligariam o veículo em movimento, bloqueando até mesmo o sistema de freios. Nas últimas semanas, a GM ordenou o recolhimento de 6,3 milhões de veículos.
A Toyota acredita ter tido um lucro líquido recorde para a empresa, de US$ 18,7 bilhões, no ano fiscal japonês encerrado em 31 de março de 2014. Com a notícia do recolhimento, as ações da empresa caíram 3,1% hoje na Bolsa de Valores de Tóquio.
O recolhimento atinge 27 modelos de carros, entre eles Camry, Corolla, Highlander, Matrix, RAV4 e Yaris. O Corolla é fabricado no Brasil desde 1998. O Camry e o RAV4 são importados do Japão. A Toyota do Brasil deve fazer um anúncio oficial nos próximos dias.
Entre os defeitos, estão problemas na ignição, na coluna da direção, nos motores do limpador de parabrisa, nos trilhos dos acentos e nos cabos elétricos que acionam as bolsas infláveis (airbags) para proteção em acidentes. A falha na ignição provocou dois incêndios no Japão, mas a empresa nega ter conhecimento de acidentes causados pelos defeitos.
Há três semanas, a Toyota fez um acordo com o Departamento da Justiça dos Estados Unidos para pagar uma multa de US$ 1,2 bilhão por ter demorado a revelar publicamente e ordenar o recolhimento para reparar defeitos no acelerador capazes de acelerar repentinamente os veículos e causar acidentes.
Agora, o Departamento da Justiça investiga a General Motors, principal concorrente da Toyota, por 13 mortes supostamente ligadas a problemas na ignição, que desligariam o veículo em movimento, bloqueando até mesmo o sistema de freios. Nas últimas semanas, a GM ordenou o recolhimento de 6,3 milhões de veículos.
A Toyota acredita ter tido um lucro líquido recorde para a empresa, de US$ 18,7 bilhões, no ano fiscal japonês encerrado em 31 de março de 2014. Com a notícia do recolhimento, as ações da empresa caíram 3,1% hoje na Bolsa de Valores de Tóquio.
quinta-feira, 20 de março de 2014
Toyota paga US$ 1,2 bi por enganar consumidores
A maior fabricante de automóveis do mundo, a companhia japonesa Toyota, fez um acordo ontem com a Justiça dos Estados Unidos para pagar US$ 1,2 bilhão por enganar o consumidor ao não admitir publicamente. É a maior multa já paga no país por uma indústria automobilística.
Depois de quatro anos de investigações, o Departamento da Justiça dos EUA concluiu que a Toyota escondeu do governo americano e dos consumidores um problema mecânico capaz de colocar vidas em perigo. Um defeito no acelerador fazia os carros aumentarem a velocidade subitamente. Só anos depois de constatar o problema a empresa comunicou-o ao mercado e fez o recolhimento (recall) dos veículos para reparar a falha.
A General Motors, que foi a maior fábrica de automóveis do mundo durante 77 anos, também está na mira das autoridades federais dos EUA por não ter feito o recolhimento e conserto de um defeito que está sendo responsabilizado por 12 mortes.
"Outras empresas não devem repetir o erro da Toyota", advertiu o secretário da Justiça, Eric Holder, citado pelo jornal The New York Times. "Um recolhimento pode abalar a reputação da companhia, mas enganar os consumidores torna o dano muito mais duradouro."
Depois de quatro anos de investigações, o Departamento da Justiça dos EUA concluiu que a Toyota escondeu do governo americano e dos consumidores um problema mecânico capaz de colocar vidas em perigo. Um defeito no acelerador fazia os carros aumentarem a velocidade subitamente. Só anos depois de constatar o problema a empresa comunicou-o ao mercado e fez o recolhimento (recall) dos veículos para reparar a falha.
A General Motors, que foi a maior fábrica de automóveis do mundo durante 77 anos, também está na mira das autoridades federais dos EUA por não ter feito o recolhimento e conserto de um defeito que está sendo responsabilizado por 12 mortes.
"Outras empresas não devem repetir o erro da Toyota", advertiu o secretário da Justiça, Eric Holder, citado pelo jornal The New York Times. "Um recolhimento pode abalar a reputação da companhia, mas enganar os consumidores torna o dano muito mais duradouro."
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
Toyota mantém liderança na indústria automobilística
Com 9,98 milhões de veículos novos vendidos em 2013, 2% a mais do que em 2012, a companhia japonesa Toyota manteve a liderança no mercado mundial de automóveis, um pouco à frente da americana General Motors (9,7 milhões) e da alemã Volkswagen. A meta para este ano é superar os 10 milhões.
As vendas da Toyota cresceram 9% na China e 7% nos EUA, dois maiores mercados mundiais de automóveis.
Durante a Grande Recessão, em 2008, a Toyota se tornou a maior fabricante mundial de automóveis, superando a GM, que ocupava a liderança há mais de 70 anos. Em 2011, perdeu a posição por causa do terremoto e do maremoto no Nordeste do Japão.
As vendas da Toyota cresceram 9% na China e 7% nos EUA, dois maiores mercados mundiais de automóveis.
Durante a Grande Recessão, em 2008, a Toyota se tornou a maior fabricante mundial de automóveis, superando a GM, que ocupava a liderança há mais de 70 anos. Em 2011, perdeu a posição por causa do terremoto e do maremoto no Nordeste do Japão.
quinta-feira, 11 de abril de 2013
Empresas japonesas recolhem 3,4 milhões de carros
Quatro grandes empresas japonesas com fábricas ao redor do mundo - Toyota, Honda, Mazda e Nissan - ordenaram hoje o recolhimento de 3,4 milhões de automóveis fabricados no Japão e no México entre 2000 e 2004 com air bags, os sacos que se inflam automaticamente para amortecer acidentes. Eles podem não funcionar, pegar fogo ou inflar depressa demais, ferindo os passageiros.
O recolhimento não é uma boa notícia para a Toyota, que teve de consertar entre 2009 e 2011 19 milhões de carros com defeitos no acelerador capazes de causar acidentes fatais, lembra a agência de notícias Reuters.
Há poucos anos, a Toyota era conhecida por seu programa de qualidade total. Na ânsia de superar a General Motors e se tornar a maior fabricante de automóveis do mundo, descuidou-se.
O recolhimento não é uma boa notícia para a Toyota, que teve de consertar entre 2009 e 2011 19 milhões de carros com defeitos no acelerador capazes de causar acidentes fatais, lembra a agência de notícias Reuters.
Há poucos anos, a Toyota era conhecida por seu programa de qualidade total. Na ânsia de superar a General Motors e se tornar a maior fabricante de automóveis do mundo, descuidou-se.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Toyota volta a ser maior fábrica de automóveis
Com um crescimento de 23% nas vendas, que chegaram a 9,75 milhões de veículos, a companhia japonesa Toyota voltou a ser o maior fabricante mundial de automóveis em 2012, superando mais uma vez a americana General Motors, líder do mercado por 77 anos.
Depois de recolher milhões de veículos com defeitos de fábrica, o que abalou a imagem de qualidade total de seus produtos, a Toyota sofreu com o impacto do terremoto e do maremoto que atingiram o Nordeste do Japão em 11 de março de 2011.
2012 foi um ano de recuperação, com crescimento de 35% das vendas no Japão.
Depois de recolher milhões de veículos com defeitos de fábrica, o que abalou a imagem de qualidade total de seus produtos, a Toyota sofreu com o impacto do terremoto e do maremoto que atingiram o Nordeste do Japão em 11 de março de 2011.
2012 foi um ano de recuperação, com crescimento de 35% das vendas no Japão.
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Toyota manda recolher 7,43 milhões de carros
Em mais uma mancha na sua imagem, associada no passado a um rigoroso programa de qualidade total, a fábrica de automóveis japonesa Toyota ordenou a devolução de 7,43 milhões de veículos no inteiro. Eles têm um problema de aquecimento do botão que aciona o vidro elétrico capaz de causar incêndios.
É mais um golpe na empresa. A Toyota desdenhou seu próprio programa de qualidade para bater a General Motors, que durante 77 anos foi o maior fabricante mundial de automóveis. Foi obrigada a recolher e consertar milhões de veículos.
No ano passado, foi duramente atingida pelo terremoto e maremoto no Nordeste do Japão. Agora, enfrenta a revolta contra marcas japonesas na China por causa da disputa entre os dois países pelas ilhas Senkaku ou Diaoyu.
É mais um golpe na empresa. A Toyota desdenhou seu próprio programa de qualidade para bater a General Motors, que durante 77 anos foi o maior fabricante mundial de automóveis. Foi obrigada a recolher e consertar milhões de veículos.
No ano passado, foi duramente atingida pelo terremoto e maremoto no Nordeste do Japão. Agora, enfrenta a revolta contra marcas japonesas na China por causa da disputa entre os dois países pelas ilhas Senkaku ou Diaoyu.
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quarta-feira, 9 de maio de 2012
Lucro da Toyota cresce cinco vezes
Depois de recolher milhares de veículos com defeitos de fábrica e de sofrer o impacto do terremoto e o maremoto de 11 de março de 2011 no Japão e da enchente na Tailândia, a empresa japonesa Toyota se recuperou. Aumentou o lucro cinco vezes no primeiro trimestre e espera dobrá-lo no ano fiscal que termina em 31 de março de 2013 para US$ 9,5 bilhões.
No ano fiscal recém-encerrado, o lucro da Toyota caiu 31%, informa o jornal The Wall St. Journal.
No ano fiscal recém-encerrado, o lucro da Toyota caiu 31%, informa o jornal The Wall St. Journal.
terça-feira, 1 de maio de 2012
Bolsa de Nova York fecha no maior nível em 4 anos
O aumento da produção industrial e a expectativa de uma recuperação mais forte da economia dos Estados Unidos levaram o Índice Dow Jones, que mede as 30 principais ações da Bolsa de Valores de Nova York, a terminar o dia no nível mais alto em quatro anos, em 13.279,32, com valorização de 0,5%.
A boa notícia foi a alta do índice de atividade industrial do Instituto de Gerentes de Compras, que registrou alta de 53,4 em março para 54,8 em abril. Números acima de 50 significam crescimento. Melhor ainda foi o índice de novas encomendas à indústria, que ficou em 58,2.
Na China, o índice oficial de gerentes de compras apontou a maior expansão da indústria em 13 meses. Cauteloso, o mercado espera o índice do banco HSBC, que tem registrado leituras diferentes.
Com a expectativa de fortalecimento da recuperação americana, a General Motors ampliou sua previsão de vendas de veículos para este ano de 13,5-14 milhões para 14-14,5 milhões, apesar de uma queda de vendas de 8% em abril, enquanto a Toyota avançava 12% e a Chrysler, 20%.
Na próxima segunda-feira, o Facebook deve iniciar uma série de encontros para apresentar a empresa para investidores em potencial, preparando sua oferta inicial de ações prevista para 16 e 17 de maio de 2012.
A boa notícia foi a alta do índice de atividade industrial do Instituto de Gerentes de Compras, que registrou alta de 53,4 em março para 54,8 em abril. Números acima de 50 significam crescimento. Melhor ainda foi o índice de novas encomendas à indústria, que ficou em 58,2.
Na China, o índice oficial de gerentes de compras apontou a maior expansão da indústria em 13 meses. Cauteloso, o mercado espera o índice do banco HSBC, que tem registrado leituras diferentes.
Com a expectativa de fortalecimento da recuperação americana, a General Motors ampliou sua previsão de vendas de veículos para este ano de 13,5-14 milhões para 14-14,5 milhões, apesar de uma queda de vendas de 8% em abril, enquanto a Toyota avançava 12% e a Chrysler, 20%.
Na próxima segunda-feira, o Facebook deve iniciar uma série de encontros para apresentar a empresa para investidores em potencial, preparando sua oferta inicial de ações prevista para 16 e 17 de maio de 2012.
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
GM volta a ser maior fabricante mundial de carros
Com venda de mais de 9 milhões de carros, uma alta de 7,6% em relação a 2010, a companhia americana General Motors voltou a ser a maior fábrica de automóveis do mundo, superando a japonesa Toyota, que a havia superado em 2009, quando a GM entrou em concordata.
Só nos Estados Unidos, a GM teve um aumento de 11,4% nas vendas para 2,9 milhões de carros, ficando com 18,4% do mercado.
A empresa alemã Volkswagen foi a segunda que mais vendeu carros no mundo no ano passado, mais de 8 milhões, seguida pela Toyota em terceiro lugar, com 7,9 milhões.
Só nos Estados Unidos, a GM teve um aumento de 11,4% nas vendas para 2,9 milhões de carros, ficando com 18,4% do mercado.
A empresa alemã Volkswagen foi a segunda que mais vendeu carros no mundo no ano passado, mais de 8 milhões, seguida pela Toyota em terceiro lugar, com 7,9 milhões.
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Venda de carros tem forte alta nos EUA
As vendas de veículos novos registraram forte alta nos Estados Unidos em setembro, com aumentos de mais de 20% na comparação anual nos negócios da General Motors, da Nissan e da Chrysler. Os destaques foram grandes picapes e utilitários esportivos, informa hoje The Wall St. Journal.
Na contramão, a Toyota faturou 17,5% a menos do que há um ano.
A GM vendeu 13 milhões de veículos nos últimos 12 meses, superando os 12,1 milhões de um ano atrás.
“Com a recessão, os consumidores adiaram as compras”, observou Don Johnson, diretor de vendas da GM. “Isso significa que os carros e caminhões estão velhos, com uma idade média de 10,7 anos.”
Os utilitários leves da GM tiveram um aumento de vendas de 34%, e os carros de passeio, 12%. A Chrysler vendeu mais 27%, com avanço de 33% em utilitários e de 12% em carros, enquanto a Ford faturou mais 8,9%, com alta 22,3% em utilitários e baixa de 2,3% em carros de passeio.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Venda de carros sobe 7,5% nos EUA
As vendas de automóveis e utilitários leves novos cresceram 7,5% em agosto nos Estados Unidos, totalizando 1.072.283 unidades.
O maior avanço foi da Chrysler, 31%. A General Motors a Nissan registraram alta de 20%, e a Ford, de 11%, enquanto as japonesas Honda e Toyota caíam 24% e 13%, respectivamente.
Mais importante ainda, observa o diário The Wall St. Journal, porta-voz do centro financeiro de Nova York, é que a maioria das compras foi feita por consumidores individuais e não por empresas renovando suas frotas. Isso indica um aumento na confiança do consumidor.
A Chrysler vendeu 42% mais para particulares, e a GM, 22% a mais.
Nos últimos 12 meses, a indústria automobilística americana vendeu 12,12 milhões de carros e veículos utilitários leves, um pouco abaixo dos 12,23 milhões de julho, mas acima dos 11,47 milhões de agosto de 2010.
Neste ritmo, o total do ano de 2011 deve passar de 13 milhões de veículos.
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Toyota lucra apesar do terremoto no Japão
A companhia automobilística japonesa Toyota anunciou hoje um lucro de US$ 15 milhões no segundo trimestre de 2011, informa o jornal The Wall St. Journal. É uma queda de 99%.
Mesmo assim, o desempenho da empresa supera as expectativas dos economistas, que esperavam prejuízo depois do terremoto e do maremoto que atingiram o Japão em 11 de março.
Um dos maiores problemas enfrentados no momento pela Toyota e por todo o setor exportador japonês é a valorização do iene.
Ao forçar os japoneses a vender ativos no exterior para aplicar o dinheiro na reconstrução do país, as tragédias naturais acabaram contribuindo para o fortalecimento da moeda do Japão.
No primeiro trimestre deste ano, a Toyota vendeu 1,9 milhão de veículos no mundo inteiro, abaixo dos 2,2 milhões da General Motors, que voltou a ser a maior fábrica de automóveis do mundo, e da Volkswagen, com 1,99 milhão.
Durante o ano fiscal japonês, que termina em março, a Toyota espera vender 7,6 mlihões de veículos, menos do que os 8 mlhões projetados pela VW. A GM, superada pela empresa japonesa em 2008, vendeu 8,39 milhões de veículos em 2010.
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Lucro da GM triplicou no primeiro trimestre
A General Motors, que perdeu a posição da maior fabricante mundial de automóveis durante a Grande Recessão, quando entrou em concordata, anunciou hoje um lucro de US$ 3,2 bilhões no primeiro trimestre de 2011, quando faturou US$ 36,2 bilhões, com alta de 15% no valor das vendas.
Como a produção da Toyota foi duramente abalada pelo terremoto seguido de tsuname e de um acidente nuclear no Japão, caindo 63% em março, a GM pode retomar temporariamente a primeira posição.
Como a produção da Toyota foi duramente abalada pelo terremoto seguido de tsuname e de um acidente nuclear no Japão, caindo 63% em março, a GM pode retomar temporariamente a primeira posição.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Produção industrial do Japão cai 15,3%
Sob o impacto do terremoto e do maremoto de 11 de março de 2011, que afetou suas cadeias produtivas e o fornecimento de energia, a produção industrial do Japão registrou uma queda de 15,3% em março na comparação com fevereiro, revela hoje o jornal Financial Times. Foi a maior queda desde o início da pesquisa, em 1953.
“É uma estatística chocante”, lamentou o ministro da Economia, Kaoru Yosano.
O consumo doméstico caiu 8,5% na comparação com março do ano passado, e os preços ao consumidor registraram queda pelo 25º mês seguido, com deflação de 0,1% ao ano. Isso desestimula o investimento, a produção e o consumo.
Diante desses números, o Banco do Japão reduziu sua previsão de crescimento para a terceira maior economia do mundo neste ano de 1,6% para 0,6%.
A fábrica de automóveis Toyota produziu 63% menos em março por falta de 150 peças cuja produção foi abalada pelo tremor. Estima que serão necessários oito meses para voltar a operar normalmente.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Vendas da Toyota crescem 26,3% num ano
As vendas da empresa japonesa Toyota avançaram 26,3% num ano, apesar dos problemas técnicos que forçaram o recolhimento de milhões de veículos da maior fabricante de automóveis do mundo.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Toyota promete ouvir mais os consumidores
Ao depor no Congresso dos Estados Unidos ontem, o presidente mundial da Toyota, Akio Toyoda, neto do fundador da empresa, declarou que a crise provocada pelo recolhimento de 8,5 milhões de carros com defeito de fábrica o ensinou a dar mais atenção às reclamações dos consumidores e a compartilhar mais essas informações com todos os setores
Em uma tentativa de restaurar a credibilidade da companhia, Toyoda tinha admitido, em carta aos congressistas divulgada na terça-feira, que na ânsia de se tornar a maior fabricante de automóveis do mundo, a Toyota tinha se descuidado da segurança e da qualidade, que sempre foram as prioridades da empresa.
Em uma tentativa de restaurar a credibilidade da companhia, Toyoda tinha admitido, em carta aos congressistas divulgada na terça-feira, que na ânsia de se tornar a maior fabricante de automóveis do mundo, a Toyota tinha se descuidado da segurança e da qualidade, que sempre foram as prioridades da empresa.
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