A companhia alemã Volkswagen, uma das maiores fabricantes de automóveis do mundo, admitiu a culpa por mascarar as emissões de poluentes de seus motores a óleo diesel e vai pagar US$ 4,3 bilhões em acordo com o Departamento da Justiça dos Estados Unidos.
O escândalo das emissões abala há um ano e três meses a imagem de empresa-símbolo da excelência da tecnologia industrial da Alemanha, que disputa com a japonesa Toyota a posição de maior fabricante mundial de automóveis.
Há dez anos, a VW desenvolveu um programa de computador destinado a enganar o teste de poluição de motores diesel aplicado nos EUA. Quando o veículo rodava normalmente, poluía muito mais do que indicado no teste da Agência de Proteção Ambiental, um dos órgãos que o presidente eleito, Donald Trump, ameaça extinguir.
A gigante da indústria alemã vai pagar US$ 2,8 bilhões de multas pelos crimes cometidos e mais US$ 1,5 bilhão de indenizações em processos civis instaurados desde que o escândalo das emissões estourou, em setembro de 2015.
Na sua confissão de culpa, a VW admitiu ter manipulado 11 milhões de veículos a diesel no mundo inteiro para enganar os testes antipoluição.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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quarta-feira, 11 de janeiro de 2017
sábado, 27 de junho de 2009
Câmara dos EUA aprova controle de emissões
Numa vitória do presidente Barack Obama, pela primeira vez uma das duas casas do Congresso dos Estados Unidos aprovou uma lei de controle das emissões de gases que agravam o efeito estufa.
Por 219 a 212 votos, a Câmara aprovou um projeto que deve ter um profundo impacto sobre a maior economia do mundo.
Por 219 a 212 votos, a Câmara aprovou um projeto que deve ter um profundo impacto sobre a maior economia do mundo.
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