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quarta-feira, 27 de setembro de 2023

Biden é o primeiro presidente dos EUA a ir a um piquete de greve

 A próxima eleição presidencial nos Estados Unidos será disputada em 5 de novembro de 2024, mas os principais candidatos, os mesmos da eleição de 2020, estão em plena campanha. Enquanto Joe Biden se tornou o primeiro presidente norte-americano a ir a um piquete de greve, Donald Trump é processado por "fraudes repetidas e persistentes" ao inflar o valor de suas propriedades em negócios com bancos e seguradores.

Ao apoiar os grevistas da indústria automobilística, Biden, que na semana passada firmou uma parceria com o presidente Lula para defender os direitos dos trabalhadores em escala global, tenta recuperar os votos dos trabalhadores conquistados por Trump com a promessa de reindustrializar o país.

O programa de reindustrialização de Biden, Investindo na América, é de US$ 516 bilhões, quase R$ 2,6 trilhões. Só para o carro elétrico e desenvolvimento de baterias, destina US$ 139 bilhões, pouco menos de R$ 700 bilhões.

Trump e seus dois filhos adultos são acusados de aumentar o valor de suas propriedades em pelo menos US$ 2,2 bilhões, talvez US$ 3,6 bilhões, quase R$ 18 bilhões, dependendo do cálculo contábil. O ex-presidente foi criticado por um desembargador por aumentar o tamanho de seu apartamento na Trump Tover, na 5ª Avenida, em Nova York, em 200%. O julgamento está marcado para segunda-feira. Meu comentário:

quarta-feira, 29 de julho de 2020

Brasil ultrapassa 90 mil mortes e 2,5 milhões de casos da covid-19

Com 1.554 mortes e 70 mil 869 casos registrados em 24 horas, o Brasil ultrapassa a 90 mil mortes pela doença do coronavírus de 2019 e 2,555 milhões de infectados. A média diária de mortes nos últimos sete dias está em 1.043. Seis estados têm alta no número de mortos, 11 estão estáveis e há baixa em nove estados.

No mundo inteiro, são mais de 17 milhões de casos, com 670 mil mortes e mais de 10,7 milhões pacientes recuperados. A taxa de mortalidade dos casos encerrados está em 6%.

Os Estados Unidos registraram 10 mil mortes em 11 dias pra chegar a 150 mil óbitos. Hoje, foram mais 66.411 casos e 1.417 mortes. O total subiu para mais de 4,5 milhões de casos e mais de 153 mil mortes. O deputado federal do Texas Louie Gohmert, contrário ao uso de máscara, pegou o coronavírus e atribuiu a doença à máscara.

A Federação Nacional dos Professores dos Estados Unidos autorizou os sindicatos da categoria a fazer greves de protestos contra a falta de segurança na reabertura das escolas em meio à pandemia.

Na Europa, a Espanha registrou 1.153 casos novos em 24 horas, o maior número desde 1º de maio. A França teve 1.392 casos novos num dia, o maior número desde 26 de junho.

As Nações Unidas defendem uma renda básica universal para evitar que os 3 bilhões de pobres do mundo sejam obrigados a sair de casa para trabalhar todos os dias, acelerando a circulação do novo coronavírus.

Por causa do aumento no contágio, o presidente do Conselho da Reserva Federal, o banco central dos Estados Unidos, Jerome Powell, observou que a recuperação econômica perde força porque os consumidores estão receosos e as empresas, especialmente as pequenas, estão readmitindo menos trabalhadores licenciados.

A produção de automóveis no Reino Unido caiu 42 por cento no primeiro semestre do ano ao nível de 1954.

O grupo sanguíneo O é o mais protegido contra a covid-19, de acordo com o Dr. Carlos von Mühlen, professor da Universidade de São Diego, na Califórnia. A asma não é considerada fator de risco para agravar a covid-19. Meu comentário:

sexta-feira, 12 de junho de 2020

Economia do Reino Unido sofre queda recorde de 20,4%

Sob o impacto da pandemia do novo coronavírus, a economia do Reino Unido, a sexta maior do mundo e a segunda da Europa, sofreu uma queda recorde de 20,4% em abril em relação a março, anunciou hoje o Escritório Nacional de Estatísticas.

Foi uma queda 10 vezes maior do que as registradas antes da doença do coronavírus de 2019. A contração de março, de 5,8%, era a maior desde o início da pesquisa, em 1997. Isto significa uma queda acumulada de 25% desde fevereiro, o que caracteriza uma depressão.

Os economistas ouvidos pela agência de notícias Reuters esperavam um recuo de 18,4%. Durante a Grande Recessão de 2008-9, a maior queda da economia britânica foi de 1% em março de 2009. Ao todo, em um ano e meio de crise, a baixa foi de 6%.

A queda recorde reflete a paralisação da maioria das empresas e a decisão dos consumidores de ficar em casa para evitar a contaminação. No primeiro trimestre, a contração fora de 10,4%, a maior baixa trimestral desde o início desta pesquisa, em 1955.

Agora, o produto interno bruto do Reino Unido recuou ao nível de 2002. Diante dos números, o ministro das Finanças, Rishi Sunak, declarou que "a ajuda direita, os cortes de impostos e os empréstimos protegeram milhares de empresa e milhões de empregos, dando-nos a melhor chance de recuperação quando a economia reabrir."

O setor de serviços, responsável por 80% da economia britânica, caiu 19% e a produção industrial 20,3%, recorde desde o início da pesquisa, em 1968. A produção da automóveis foi 28,3% menor. A construção civil desabou em 40,1%, recorde desde o início da pesquisa, em 2010. Só o setor farmacêutico cresceu, 15,4%.

Na Alemanha, a produção industrial caiu 17,9% em abril e, na França, 20%.

Ontem, a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) tinha previsto que o Reino Unido sofreria a maior contração entre os países ricos.

O primeiro-ministro Boris Johnson está sob pressão do empresariado e do Partido Conservador para acabar com a exigência de um distanciamento social de pelo menos dois metros para acelerar a recuperação da economia, mas os dados sobre aumento da contaminação nos Estados Unidos sugeram que a medida pode agravar a crise de saúde pública.

Com 41.278 mortes, o Reino Unido é o segundo país em número de mortes pela covid-19, atrás apenas dos EUA, mas deve ser ultrapassado hoje pelo Brasil.

terça-feira, 11 de junho de 2019

Economia da Alemanha recua pela primeira vez em nove anos

A economia da Alemanha, a maior da Europa e a quarta maior do mundo, entrou em território negativo pela primeira vez em nove anos, indicou o Índice Sentix, o primeiro a avaliar a situação do país no mês de junho, noticiou hoje o jornal inglês Financial Times.

Dependente das exportações, a economia alemã sofre com a guerra comercial entre os Estados Unidos e a China e o impacto da preocupação com o aquecimento global sobre a indústria automobilística.

O Índice Sentix registrou uma queda de 0,7 ponto neste mais, depois de ficar em 7,9 em maio. Foi o primeiro recuo desde março de 2010. A pesquisa foi feita com investidores de 6 a 8 de junho.

A expectativa é que o presidente Donald Trump e o ditador Xi Jinping se encontrem durante a reunião de cúpula do Grupo dos 20 em Osaka, no Japão, em 28 e 29 de junho.

Ontem, Trump ameaçou aplicar uma tarifa de importação de 25% sobre exportações chinesas para os EUA no valor anual de US$ 300 bilhões. Como outros produtos importados da China, no valor de US$ 250 bilhões por ano, já estão sendo taxados com alíquotas de 25%, as sobretaxas cobririam todas as exportações chinesas para os EUA.

terça-feira, 10 de julho de 2018

BMW vai aumentar produção de automóveis na China

A fábrica alemã de automóveis de luxo Bayerisch Motoren Werke (BMW) assinou contratos de comércio de investimentos de US$ 23,6 milhões para aumentar a capacidade de produção na China e fabricar carros elétricos país, noticiou hoje a agência Bloomberg.

Como o grande mercado em maior expansão, rumo a se tornar o maior do mundo, a China está incentivando a produção local, agora com o estímulo adicional de evitar as tarifas de importação impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Os conflitos comerciais deflagrados por Trump já começam a mudar decisões de investimentos e podem alterar as cadeias produtivas globais. No momento, a BMW vende na China veículos utilitários esportivos fabricados nos EUA.

Em sociedade com a empresa Grande Muralha Motores, a BMW vai produzir minicarros elétricos na China.

A partir de 2019, as duas fábricas da BMW na China vão produzir 520 mil veículos por ano. Com investimentos de 1 bilhão de euros (US$ 1,2 bilhão), a companhia alemã deve aumentar a capacidade de produção da China para 450 mil veículos.

Trump impôs tarifas de 25% sobre produtos chineses com valor de importação pelos EUA de US$ 34 bilhões por ano. Em agosto, deve aplicar a mesma tarifa sobre produtos chineses de mais US$ 16 bilhões de importações anuais. E já ordenou estudos para impor sobretaxas sobre importações chinesas no valor de US$ 200 bilhões.

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Guerra comercial ameaça 19% das exportações dos EUA, adverte UE

Se impuserem sobretaxas às importações de automóveis, os Estados Unidos correm o risco de sofrer retaliações tarifárias sobre 19% de suas exportações, num valor anual de US$ 300 bilhões, advertiu a União Europeia em documento enviado a Washington na sexta-feira passada. É o valor que os americanos gastam por ano comprando carros importados.

Pela primeira vez, a Comissão Europeia apresentou por escrito seus argumentos contra a guerra comercial do governo Donald Trump no setor automobilístico. A UE é segundo maior mercado do mundo, com um produto interno bruto de US$ 17,3 trilhões no ano passado, quando importou carros americanos no valor de US$ 58 bilhões.

O presidente de CE, Jean-Claude Juncker, ex-primeiro-ministro de Luxemburgo, vai levar a questão diretamente ao presidente Trump em visita à Casa Branca ainda neste mês de julho de 2018. Depois do fracasso da reunião de cúpula do Grupo dos Sete (EUA, Japão, Alemanha, Reino Unido, França, Itália e Canadá) no início do mês, Trump convidou Juncker a ir a Washington.

A Europa tenta evitar uma guerra comercial iniciada por Trump ao sobretaxar as importações de aço e  de alumínio sem poupar os aliados. O presidente americano chegou a dizer que "a Europa é pior do que a China", seu principal alvo para tentar reduzir o déficit comercial dos EUA, de US$ 566 bilhões em 2017.

No documento de 11 páginas, a CE destaca o impacto da guerra comercial sobre o desemprego e o compromisso de longo prazo das empresas europeias com o mercado americano. As fábricas de automóveis de companhias da Europa geram 120 mil empregos diretos e mais 420 mil de maneira indireta nos EUA. No ano passado, fabricaram 2,9 milhões de veículos no país, cerca de 60% destinados à exportação.

"Qualquer medida que prejudique estas empresas seria contraproducente e enfraqueceria a economia americana", alegam os analistas da comissão de Bruxelas no documento, enviado também aos chefes de Estado e de governo dos 28 países da UE.

Por fim, a Europa rejeita o argumento dos EUA para impor sobretaxas: a segurança nacional. "Carece de legitimidade" e "viola as regras do comércio internacional", acusa o documento. Afinal, os EUA e a maioria dos países da UE são aliados na Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

VW confessa culpa e paga US$ 4,3 bilhões em escândalo de poluição

A companhia alemã Volkswagen, uma das maiores fabricantes de automóveis do mundo, admitiu a culpa por mascarar as emissões de poluentes de seus motores a óleo diesel e vai pagar US$ 4,3 bilhões em acordo com o Departamento da Justiça dos Estados Unidos.

O escândalo das emissões abala há um ano e três meses a imagem de empresa-símbolo da excelência da tecnologia industrial da Alemanha, que disputa com a japonesa Toyota a posição de maior fabricante mundial de automóveis.

Há dez anos, a VW desenvolveu um programa de computador destinado a enganar o teste de poluição de motores diesel aplicado nos EUA. Quando o veículo rodava normalmente, poluía muito mais do que indicado no teste da Agência de Proteção Ambiental, um dos órgãos que o presidente eleito, Donald Trump, ameaça extinguir.

A gigante da indústria alemã vai pagar US$ 2,8 bilhões de multas pelos crimes cometidos e mais US$ 1,5 bilhão de indenizações em processos civis instaurados desde que o escândalo das emissões estourou, em setembro de 2015.

Na sua confissão de culpa, a VW admitiu ter manipulado 11 milhões de veículos a diesel no mundo inteiro para enganar os testes antipoluição.

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Toyota espera lucro recorde neste ano fiscal

Maior fabricante de automóveis do mundo, a companhia japonesa Toyota espera um lucro recorde no ano fiscal que termina, no Japão, em 31 de março de 2016, no embalo de um iene mais fraco e uma demanda mais forte nos Estados Unidos por seus veículos utilitários esportivos, informa o jornal The Wall Street Journal.

Será o terceiro lucro anual recorde consecutivo. Pelos resultados divulgados hoje, no ano fiscal encerrado em 31 de março passado, o faturamento da Toyota subiu 6% para o equivalente a US$ 227 bilhões, gerando lucros 19% maiores, de US$ 18,08 bilhões.

Pelo segundo ano seguido, o lucro da Toyota foi superior aos ganhos da Volkswagen e da General Motors somados. A VW é a segunda maior empresa do setor automobilístico e a GM, a terceira. Neste ano fiscal, o crescimento do lucro deve ser menor.

"Este ano será decisivo para a Toyota saber se pode dar um passo firme rumo a um crescimento estável ou se vai voltar aos velhos caminhos", declarou o presidente Akio Toyoda ao divulgar os dados sobre o desempenho da companhia.

Neto do fundador da empresa, Toyoda a recolocou em crescimento depois de um prejuízo seis anos atrás, o primeiro em 70 anos de história da Toyota. Os problemas foram causados na época pelo recolhimento de mais de 9 milhões de veículos da empresa com defeitos de fabricação em 2009.

Para superar a GM, que era líder do setor há 77 anos, e se tornar a maior do mundo, em 2008, a Toyota deixara cair seu famoso controle de qualidade. Em março de 2014, pagou uma multa de US$ 1,2 bilhão à Justiça dos EUA por esconder defeitos causadores de acidentes graves.

De lá para cá, houve novos recolhimentos, de mais de 7 milhões de veículos com problemas nos air bags, os sacos de ar que se inflam automaticamente em caso de acidente para amortecer o choque. Mas, como indicam os números, a Toyota retomou seu programa de qualidade total.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Vendas de automóveis crescem 10,6% num ano na Europa

Com a venda de 1,6 milhão de carros novos só no mês passado, o mercado de automóveis da União Europeia registrou em março de 2015 uma forte alta de 10,6% em 12 meses, revelou hoje a Associação Europeia dos Fabricantes de Veículos.

Todos os grandes países contribuíram positivamente, com destaque para a Espanha (40,5%), Itália (15,1%), França (9,3%), Alemanha (9%) e Reino Unido (6%), mas o maior avanço foi em Portugal (41,8%). No primeiro trimestre, a alta foi de 8,6%, com venda de mais de 3,5 milhões de veículos.

A companhia alemã Volkswagen lidera o mercado europeu, com 24,3% das vendas.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Toyota investe US$ 1 bilhão em nova fábrica no México

A companhia japonesa Toyota, maior fabricante mundial de automóveis, deve anunciar hoje um investimento de US$ 1 bilhão na construção de uma nova fábrica no estado de Guanajuato, no México, revelou ontem a agência Reuters.

O projeto acaba com uma moratória de três anos em novos investimentos autoimposta pela Toyota. Ao contrário do que acontece no Brasil e na Argentina, a indústria manufatureira do México cresce com a recuperação da economia dos Estados Unidos, à qual está integrada e da qual é dependente.

Nos primeiros nove meses de 2014, a indústria de transformação avançou 3,4% no México, enquanto caía 1,8% no Brasil e 2,4% da Argentina. Juntos, esses três países são responsáveis por 80% da produção industrial da América Latina. A expectativa para 2015 e 2016 é de uma alta de 4% a 4,5% ao ano.

Em 1990, 69% do comércio exterior do México eram com os EUA. Com a entrada em vigor do Acordo de Livre Comércio da América do Norte (Nafta, do inglês), em 1994, esse percentual subiu, chegando a 80% em 2000.

Na virada do século, mesmo sem as preferências comerciais do Nafta, a China passou a ser um produtor industrial mais competitivo. As exportações mexicanas de roupas caíram 43% entre 2002 e 2012, de US$ 7,6 bilhões para US$ 4,3 bilhões.

O México se concentrou em produtos de alto valor agregado, como automóveis e eletroeletrônicos. De 2002 a 2012, as exportações de automóveis aumentaram 152%, de US$ 27,9 bilhões para US$ 70,3 bilhões, e as de eletroeletrônicos 73%, de US$ 43,3 bilhões para US$ 74,9 bilhões. A produção industrial de alto valor agregado representa hoje 18% do produto interno bruto mexicano.

A maioria das maquiladoras, montadoras de produtos de alta tecnologia com componentes importados, fica perto da fronteira com os EUA, nos estados de Monterrey, Baixa Califórnia, Chiapas e Tamaulipas.

No Sul do México, muito mais pobre, as indústrias de tecidos e vestuário se tornaram competitivas diante da China, beneficiando estados como Campeche e Veracruz. As vendas ao exterior de produtos têxteis avançaram 9% nos últimos dois anos e as de roupas 3,5%.

Por causa do aumento dos salários chineses, os custos de produção do México são hoje 20% menores do que na China. Em 2000, eram 58% maiores.

Desde a integração via Nafta, o PIB mexicano cresceu de US$ 383 bilhões para US$ 1,3 trilhão. O México é hoje a segunda maior economia da América Latina, depois do Brasil, e a 15ª do mundo, beneficiando-se do acesso ao maior mercado consumidor do mundo e dos salários muito menores do que os americanos.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

VW vendeu mais de 10 milhões de veículos em 2014

O grupo alemão Volkswagen, maior fabricante de automóveis da Europa, vendeu no ano passado 10,14 milhões de veículos, um recorde. Fica à espera dos resultados da companhia japonesa Toyota e da americana General Motors para saber qual é a maior do mundo.

Em 2013, a Toyota ficou em primeiro com 9,98 milhões contra 9,7 milhões da GM.

Além da própria VW, o grupo inclui Audi, Porsche, Skoda, Seat e os caminhões MAN e Scania.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Venda de carros novos sobe 8% no Reino Unido

O emplacamento de veículos novos cresceu 8% em novembro de 2014 no Reino Unido em relação ao ano anterior. É o 33º mês consecutivo de aumento de vendas. Desde o início do ano, 2.310.237 novos carros foram registrados no país, 9,4% a mais do que em todo o ano de 2013, anunciou hoje a Associação Britânica dos Fabricantes de Veículos (SMMT, em inglês).

Na nota, a indústria automobilística elogia o subsídio de 75 milhões de libras destinado pelo governo britânico para apoiar a fabricação de veículos de emissões ultrabaixas.

O dinheiro deve ser investido na instalação de uma rede de reabastecimento para carros elétricos e na pesquisa e no desenvolvimento de veículos de baixa emissão de gases que agravam o efeito estufa, causando o aquecimento global.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Venda de carros novos subiu 6,4% em setembro na UE

Apesar dos tropeços na recuperação econômica da União Europeia, o mercado europeu de automóveis cresceu em setembro de 2014 pelo 13º mês consecutivo, desta vez num ritmo de 6,4%, com emplacamento de 1.235.501 veículos novos, informou hoje a Associação Europeia dos Fabricantes de Veículos.

Houve crescimento significativo das vendas de veículos nas maiores economias da Europa, a começar pela Espanha, com impressionantes 26,2%, seguida de França (6,3%), Reino Unido (5,6%), Alemanha (5,2%) e Itália (3,3%). As maiores quedas  foram registrada na Holanda (-5,2%) e na Áustria (-4,3%).

De janeiro a setembro, nos três primeiros trimestres deste ano, o aumento de vendas foi de 6,1%, mais uma vez puxado pelo crescimento recorde da Espanha (17,2%), seguida por Reino Unido (9,1%), Itália (3,6%), Alemanha (2,9%) e França (2,1%).

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Toyota recolhe 6,39 milhões de carros defeituosos

A companhia japonesa Toyota, maior fabricante de automóveis do planeta, convocou hoje os proprietários de 6,39 milhões de veículos defeituosos no mundo inteiro, inclusive no Brasil, para consertá-los. É mais um golpe na reputação de "qualidade total" da empresa, prejudicada pelo esforço para ser a maior do mundo. A Toyota alegou que as falhas não causarem mortes nem ferimentos.

O recolhimento atinge 27 modelos de carros, entre eles Camry, Corolla, Highlander, Matrix, RAV4 e Yaris. O Corolla é fabricado no Brasil desde 1998. O Camry e o RAV4 são importados do Japão. A Toyota do Brasil deve fazer um anúncio oficial nos próximos dias.

Entre os defeitos, estão problemas na ignição, na coluna da direção, nos motores do limpador de parabrisa, nos trilhos dos acentos e nos cabos elétricos que acionam as bolsas infláveis (airbags) para proteção em acidentes. A falha na ignição provocou dois incêndios no Japão, mas a empresa nega ter conhecimento de acidentes causados pelos defeitos.

Há três semanas, a Toyota fez um acordo com o Departamento da Justiça dos Estados Unidos para pagar uma multa de US$ 1,2 bilhão por ter demorado a revelar publicamente e ordenar o recolhimento para reparar defeitos no acelerador capazes de acelerar repentinamente os veículos e causar acidentes.

Agora, o Departamento da Justiça investiga a General Motors, principal concorrente da Toyota, por 13 mortes supostamente ligadas a problemas na ignição, que desligariam o veículo em movimento, bloqueando até mesmo o sistema de freios. Nas últimas semanas, a GM ordenou o recolhimento de 6,3 milhões de veículos.

A Toyota acredita ter tido um lucro líquido recorde para a empresa, de US$ 18,7 bilhões, no ano fiscal japonês encerrado em 31 de março de 2014. Com a notícia do recolhimento, as ações da empresa caíram 3,1% hoje na Bolsa de Valores de Tóquio.

quinta-feira, 20 de março de 2014

Toyota paga US$ 1,2 bi por enganar consumidores

A maior fabricante de automóveis do mundo, a companhia japonesa Toyota, fez um acordo ontem com a Justiça dos Estados Unidos para pagar US$ 1,2 bilhão por enganar o consumidor ao não admitir publicamente. É a maior multa já paga no país por uma indústria automobilística.

Depois de quatro anos de investigações, o Departamento da Justiça dos EUA concluiu que a Toyota escondeu do governo americano e dos consumidores um problema mecânico capaz de colocar vidas em perigo. Um defeito no acelerador fazia os carros aumentarem a velocidade subitamente. Só anos depois de constatar o problema a empresa comunicou-o ao mercado e fez o recolhimento (recall) dos veículos para reparar a falha.

A General Motors, que foi a maior fábrica de automóveis do mundo durante 77 anos, também está na mira das autoridades federais dos EUA por não ter feito o recolhimento e conserto de um defeito que está sendo responsabilizado por 12 mortes.

"Outras empresas não devem repetir o erro da Toyota", advertiu o secretário da Justiça, Eric Holder, citado pelo jornal The New York Times. "Um recolhimento pode abalar a reputação da companhia, mas enganar os consumidores torna o dano muito mais duradouro."

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Dylan faz propaganda da Chrysler no Super Bowl

Durante a transmissão da final do campeonato de futebol americano dos Estados Unidos, no intervalo comercial mais caro da televisão mundial, um ícone da contracultura, o cantor, poeta e compositor Bob Dylan emprestou sua mitológica voz rouca para vender os automóveis da Chrysler, hoje controlada pela empresa italiana Fiat, como um produto genuinamente americano.

Depois de uma série de imagens de símbolos dos EUA, da bandeira nacional a James Dean para chegar a Detroit, descrita como berço do automóvel, Dylan faz uma pregação nacionalista: "Deixe os alemães fazerem sua cerveja. Deixe os suíços fazerem seu relógio. Deixe a Ásia montar seu telefone. Nós fazemos o seu carro."

Não foi a primeira vez que Dylan fez propaganda. Em 2004, ele apareceu num anúncio da Victoria's Secret. Antes, a Apple usara uma foto dele em preto e branco 1963 na campanha Pense Diferente.

Confira o vídeo da Chrysler e leia mais na revista americana Rolling Stone.

Muito melhor é o relançamento do concerto que a Columbia Records promoveu em 1992 no Madison Square Garden, em Nova York, para festejar os 30 anos de carreira de Bob Dylan, reunindo Eric Clapton, George Harrison, Neil Young, Stevie Wonder, Tom Petty, Willie Nelson.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Toyota mantém liderança na indústria automobilística

Com 9,98 milhões de veículos novos vendidos em 2013, 2% a mais do que em 2012, a companhia japonesa Toyota manteve a liderança no mercado mundial de automóveis, um pouco à frente da americana General Motors (9,7 milhões) e da alemã Volkswagen. A meta para este ano é superar os 10 milhões.

As vendas da Toyota cresceram 9% na China e 7% nos EUA, dois maiores mercados mundiais de automóveis.

Durante a Grande Recessão, em 2008, a Toyota se tornou a maior fabricante mundial de automóveis, superando a GM, que ocupava a liderança há mais de 70 anos. Em 2011, perdeu a posição por causa do terremoto e do maremoto no Nordeste do Japão.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Venda de carros novos caiu 1,7% em 2013 na UE

Com a venda de 11,8 milhões de veículos, o mercado de automóveis novos na União Europeia (UE) encolheu 1,7% em 2013, anunciou hoje a Associação Europeia dos Fabricantes de Veículos.

A companhia japonesa Mazda teve a maior alta nas vendas, de 16,1%, seguida pela britânica Jaguar Land Rover (9,7%), a francesa Renault (4,4%), a alemã Daimler-Benz (4,4%) e a japonesa Mitsubishi (4,3%).

O maior recuo foi da empresa francesa Peugeot Citroën (-8,4%), seguida pela italiana Fiat (-7,1%) e as americanas GM (-4,3%) e Ford (-3,2%).

Entre os países, o maior crescimento de vendas foi no Reino Unido (10,8%), seguido pela Espanha (3,3%), onde o governo estimulou a troca de carro. As maiores quedas foram na Itália (-7,1%), na França (-5,7%) e na Alemanha (-4,2%).

Para 2014, a expectativa é de uma pequena recuperação.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Fiat compra o resto da Chrysler

A Fábrica Italiana de Automóveis de Turismo (Fiat) vai pagar US$ 3,65 bilhões pelos 41,5% da empresa americana Chrysler que ainda não detinha. Com o anúncio, as ações da companhia italiana subiram 13% hoje.

Como parte no negócio, a Fiat vai dar mais US$ 700 milhões ao fundo de pensão Veba, do sindicato dos trabalhadores. A partir de agora, poderá fundir totalmente as operações das duas empresas, com ganhos de escala para reduzir custos.

Durante a crise financeira internacional de 2008-9 a indústria automobilística de capital americano correu o risco de desaparecer. O presidente Barack Obama decidiu colocar a General Motors e a Chrysler em concordata, sob controle do governo.

Depois de saneada, a GM foi privatizada. A Chrysler foi vendida parcialmente à Fiat. Agora, a companhia italiana torna-se a primeira empresa estrangeira a assumir o controle total de uma grande fábrica de automóveis dos Estados Unidos.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Vendas de veículos sobem 20% num ano na China

As vendas de veículos na China registraram alta de 20,3% em outubro de 2013 em relação ao mesmo mês no ano passado, anunciou hoje a Associação Chinesa de Fabricantes de Automóveis. Assim, a meta de expansão, de 7%, será amplamente superada.

Em 2012, o mercado de automóveis chinês avançou apenas 4,3% por causa da desaceleração da economia e da tensão diplomática com o Japão em torno da soberania sobre algumas ilhas, que reduziu as vendas de veículos japoneses.

Na Rússia, por outro lado, as vendas de carros caíram 8% nos últimos 12 meses e os analistas não veem sinais de recuperação.