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sexta-feira, 12 de junho de 2020

Economia do Reino Unido sofre queda recorde de 20,4%

Sob o impacto da pandemia do novo coronavírus, a economia do Reino Unido, a sexta maior do mundo e a segunda da Europa, sofreu uma queda recorde de 20,4% em abril em relação a março, anunciou hoje o Escritório Nacional de Estatísticas.

Foi uma queda 10 vezes maior do que as registradas antes da doença do coronavírus de 2019. A contração de março, de 5,8%, era a maior desde o início da pesquisa, em 1997. Isto significa uma queda acumulada de 25% desde fevereiro, o que caracteriza uma depressão.

Os economistas ouvidos pela agência de notícias Reuters esperavam um recuo de 18,4%. Durante a Grande Recessão de 2008-9, a maior queda da economia britânica foi de 1% em março de 2009. Ao todo, em um ano e meio de crise, a baixa foi de 6%.

A queda recorde reflete a paralisação da maioria das empresas e a decisão dos consumidores de ficar em casa para evitar a contaminação. No primeiro trimestre, a contração fora de 10,4%, a maior baixa trimestral desde o início desta pesquisa, em 1955.

Agora, o produto interno bruto do Reino Unido recuou ao nível de 2002. Diante dos números, o ministro das Finanças, Rishi Sunak, declarou que "a ajuda direita, os cortes de impostos e os empréstimos protegeram milhares de empresa e milhões de empregos, dando-nos a melhor chance de recuperação quando a economia reabrir."

O setor de serviços, responsável por 80% da economia britânica, caiu 19% e a produção industrial 20,3%, recorde desde o início da pesquisa, em 1968. A produção da automóveis foi 28,3% menor. A construção civil desabou em 40,1%, recorde desde o início da pesquisa, em 2010. Só o setor farmacêutico cresceu, 15,4%.

Na Alemanha, a produção industrial caiu 17,9% em abril e, na França, 20%.

Ontem, a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) tinha previsto que o Reino Unido sofreria a maior contração entre os países ricos.

O primeiro-ministro Boris Johnson está sob pressão do empresariado e do Partido Conservador para acabar com a exigência de um distanciamento social de pelo menos dois metros para acelerar a recuperação da economia, mas os dados sobre aumento da contaminação nos Estados Unidos sugeram que a medida pode agravar a crise de saúde pública.

Com 41.278 mortes, o Reino Unido é o segundo país em número de mortes pela covid-19, atrás apenas dos EUA, mas deve ser ultrapassado hoje pelo Brasil.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

EUA tiveram saldo de mais 225 mil empregos em janeiro

A maior economia do mundo prossegue em marcha triunfal: cresce sem parar a cada trimestre desde junho de 2009 e cria mais postos de trabalho do que fecha todo mês desde novembro de 2010. No mês passado, o saldo foi de 225 mil vagas, superando a expectativa do mercado, que era de 160 mil empregos. O índice de desemprego subiu de 3,5% para 3,6%, sinal de que há mais gente procurando emprego.

Com a revisão para cima dos dados de novembro e dezembro, nos últimos três meses, a economia dos Estados Unidos criou em média 211 mil empregos a mais do que fechou. Os salários cresceram em média 3,1% ao ano, em comparação com 3% em dezembro. O salário médio subiu 7 centavos para US$ 28,44 por hora.

O desemprego baixo aumenta a procura por bens de valores mais altos, observou Robert Jones, presidente da American Sale, uma loja especializada em produtos para recreação em casa, como piscinas infláveis e trampolins: "Quando a demanda aumenta, você precisa fazer mais, então precisa de mais gente."

Depois de cortar a taxa básica de juros três vezes no ano passado, o Conselho da Reserva Federal (Fed), a direção do banco central dos EUA, manteve a taxa na reunião da semana passada.

Em janeiro, a indústria manufatureira cortou vagas, mas a construção civil, a saúde, a estocagem e os transportes contrataram mais. No ano passado, o saldo foi de 2,096 milhões de empregos.

De olho na reeleição em 3 de novembro, no Discurso sobre o Estado da União, o presidente Donald Trump reividicou toda a responsabilidade pela recuperação da economia, que começou no governo Barack Obama. Na média mensal, foram criados mais empregos sob Obama.

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

França ficou estagnada no segundo trimestre de 2016

A economia da França, a segunda maior da Zona do Euro, ficou estagnada no segundo trimestre deste ano, com crescimento zero, confirmou hoje a segunda estimativa do Insee (Instituto Nacional de Estatísticas e Estudos Econômicos).

Depois de uma expansão de 0,7% no primeiro trimestre, a expectativa era de uma alta de 0,3% no produto interno bruto francês. Além da estagnação do consumo doméstico, o mau desempenho se explica pela baixa nos investimentos, atribuída à mobilização das centrais sindicais contra a reforma na lei trabalhista.

O investimento avançou apenas 0,2%, depois de registrar alta de 1,3% no primeiro trimestre. O consumo doméstico ficou em zero. E o setor de construção civil recuou 0,5%.

Com crescimento zero no consumo, a produção de bens cresceu apenas 0,1%, em contraste com 1,5% no primeiro trimestre, e o setor de serviços recuou 0,1% depois de uma alta de 0,7% no início do ano.

A estagnação atrapalha os planos de ajuste fiscal do governo socialista, que previu no orçamento uma expansão de 1,5% neste ano. Ontem, o primeiro-ministro Manuel Valls havia reafirmado a previsão oficial de crescimento.

Na sua última análise conjuntural, em junho, o Insee previu crescimento de 0,3% no terceiro trimestre e de 0,4% no quarto. O Banco da França espera um avanço de 0,3% no terceiro trimestre e de 1,4% no ano.

sexta-feira, 15 de julho de 2016

China mantém crescimento oficial em 6,7% ao ano

A China, segunda maior economia do mundo, cresceu no segundo trimestre de 2016 num ritmo de 6,7% ao ano, o mesmo do trimestre anterior, com o mercado imobiliário e as obras de infraestrutura compensando a desaceleração industrial.

O resultado está dentro da meta oficial de crescimento para este ano é de 6,5% a 7%. Em 2015, o índice oficial ficou em 6,9%, levantando suspeitas dos analistas econômicos. Se o crescimento estava dentro da expectativa, por que o governo chinês adotou tantas medidas de estímulo, como cortes de juros e nos depósitos compulsórios dos bancos.

As pressões para a desaceleração da economia chinesa persistem. O investimento em capital fixo cresceu 9% no primeiro semestre de 2016, o menor ritmo desde o ano 2000, e está 9,6% abaixo do mesmo período no ano passado.

"O crescimento se estabilizou e qualidade está melhorando", comentou Zhu Haibin, economista sênior do banco J P Morgan Chase em Hong Kong, citado pelo jornal inglês Financial Times.

"O crescimento do investimento está diminuindo, numa correção do excesso de investimento dos últimos sete anos", acrescentou Zhu. "Mas é muito mais forte em novos setores como alta tecnologia e infraestrutura. Em setores com excesso de capacidade como carvão e aço, vemos crescimento negativo", ou seja, desinvestimento.

Depois de três décadas do maior e mais rápido desenvolvimento da história econômica, com taxas acima de 10% ao ano, a China tenta passar de uma economia baseada no investimento, na construção e na industrialização para uma economia de consumo e serviços.

Em junho, as vendas no varejo subiram 10,6% na comparação anual. Foi a maior alta desde dezembro, acima da expectativa do mercado, que era de 10%.

No segundo trimestre, setor de serviços avançou numa taxa de 7,5% ao ano, um pouco abaixo dos 7,6% do primeiro trimestre.

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Alemanha teve crescimento acelerado no primeiro trimestre

Com aumento do consumo interno e do ritmo da construção civil, a economia da Alemanha, a maior da Europa e quarta do mundo cresceu 0,7% nos três primeiros meses de 2016, mais do que o dobro do 0,3% do fim do ano passado, anunciou hoje o Destatis, o escritório oficial de estatísticas do país.

Esse ritmo projeta uma expansão anual de 2,7%. A expectativa dos economistas eram de uma alta trimestral de 0,6%.

O avanço da Alemanha contrasta com a desaceleração do crescimento nos Estados Unidos e no Reino Unido. Como o Japão está praticamente estagnado, a não ser que o Canadá surpreenda, a Alemanha está com a atividade econômica mais forte entre os países do Grupo dos Sete (maiores potências industriais capitalistas).

sábado, 30 de abril de 2016

México cresce 0,8% no trimestre e 2,9% num ano

A economia do México, a segunda maior da América Latina e a 15ª do mundo, cresceu 0,8% no primeiro trimestre de 2016 e 2,9% nos últimos 12 meses, anunciou ontem o Instituto Nacional de Estatísticas e Geografia (INEGI).

O aumento do produto interno bruto foi mais forte no setor de serviços (3,7% num ano). O setor primário (agricultura e indústria de extração) avançou 3% e o secundário (indústria de transformação e construção civil), 2,2%.

A indústria manufatureira ou de transformação se recuperou no início do ano, avançando 1,5% no trimestre, enquanto a agricultura e a mineração cresceram 1,2%.

O governo mexicano prevê uma alta de 2,6% a 3,6% do PIB neste ano. Em 2015, com crescimento de 2,3%, chegou a US$ 1,32 trilhão.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Índia cresceu 7,5% em 2015 superando a China

Das dez maiores economias do mundo, a Índia foi a que mais avançou em 2016, crescendo 7,5%, acima dos 6,9% da China, que está em desaceleração depois de se tornar a segunda maior economia do planeta, informou hoje a televisão pública britânica BBC.

Como o resto do mundo, a economia indiana sofreu uma desaceleração do crescimento no último trimestre do ano expandindo-se num ritmo de 7,3%, mas o primeiro-ministro conservador Narendra Modi aposta num avanço de 7,6% no fim do ano fiscal que termina em março de 2016.

Alguns economistas, como Shubhada Rao, do Yes Bank, consideraram o índice oficial de crescimento "difícil de correlacionar" com outros dados como o enfraquecimento das exportações, dos fretes ferroviários, da produção de cimento, da construção civil e dos investimentos.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Produção industrial da Alemanha cresceu 0,2% em outubro

Depois de um recuo de 1,1% em setembro, a produção industrial alemã registrou uma pequena alta de 0,2% em outubro, em dados corrigidos em função das variações sazonais, revelou hoje o Destatis (Escritório de Estatísticas da República Federal da Alemanha).

As encomendas às fábricas aumentaram 1,8% em outubro, o que aponta para um crescimento maior à frente.

Em outubro de 2015, tirando os setores de construção civil e energia, a alta na produção industrial foi de 0,7%. A produção de bens de capital (máquinas industriais) avançou 2,7%, mas a de bens intermediários baixou 1,1% e a de bens de consumo final 0,1%.

A produção de energia caiu 5,9%, mas a construção cresceu 0,7%.

terça-feira, 12 de maio de 2015

França deve crescer 0,3% no segundo trimestre de 2015

O Banco da França previu hoje que a economia do país, a sexta maior do mundo, avance 0,3% de abril a junho de 2015. Amanhã, o Instituto Nacional de Estatísticas e Estudos Econômicos (Insee) divulga a primeira estimativa de crescimento para o primeiro trimestre. O banco espera uma alta de 0,4%.

"O aumento da produção industrial deve prosseguir em maio", diz o banco, depois de um aumento da produção industrial e das entregas ao comércio. Com o fim da queda nos preços, deve haver uma aceleração no setor de serviços, mas vai haver uma pequena queda na atividade da construção civil.

Depois de um crescimento de apenas 0,4% em 2014, o governo da França espera um avanço de 1% neste ano. Desde a Grande Recessão (2008-9), a economia francesa foi ultrapassada pela do Reino Unido, que apresenta as maiores taxas de crescimento entre as grandes potências industriais do Grupo dos Sete (EUA, Japão, Alemanha, Reino Unido, França, Itália e Canadá).

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Indonésia cresceu 5% em 2014

A economia da Indonésia, a maior do Sudeste Asiático, cresceu 5,02,% no ano passado, informou hoje a agência oficial Bandan Pusat Statistik. Sob o peso da desaceleração da economia mundial, foi o menor avanço em cinco anos.

O maior crescimento foi registrado no setor de informática e comunicação, com alta de 10,3%, seguido por serviços financeiros e seguros com 10,2%.

A agricultura, pesca e exploração florestal cresceram 4,18%; a indústria manufatureira, que compete com a China oferecendo custos menores, 4,63%; o setor de energia e água, 5,57%; a construção civil, 6,97%; e o comércio, 4,84%.

Com a quarta maior população do mundo e abundância de recursos naturais, a Indonésia merece muito mais participar do grupo BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) do que a África do Sul, incluída pela China para dar a falsa impressão de que está preocupada com o desenvolvimento africano e não apenas em explorar o continente. Também há divergências históricas entre a Indonésia, aliada dos Estados Unidos na Guerra Fria que massacrou as esquerdas em 1965-66, e o regime comunista chinês.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Reino Unido cresce 3,2% num ano

A economia britânica avançou 0,9% no segundo trimestre de 2014, revelaram dados divulgados ontem pelo Escritório de Estatísticas Nacionais, revisando a estimativa inicial, de 0,8%. Em 12 meses, o crescimento foi de 3,2%, acima dos 3% ao ano registrados no primeiro trimestre.

De abril a junho, houve aumento de 1,1% na atividade do setor de serviços e de 0,7% na construção civil. Os investimentos das empresas cresceram 3,3% no trimestre e 11% em 12 meses.

O produto interno bruto do Reino Unido superou o pico anterior à recessão de 2008-9. Neste ano, o Banco da Inglaterra prevê uma expansão de 3,5%, o melhor desempenho da economia britânica em mais de uma década.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Economia britânica supera nível pré-crise

Com um crescimento de 0,8% no segundo trimestre de 2014,  a economia do Reino Unido superou em 0,2% o pico anterior à Grande Recessão de 2008-9. Na comparação anual, o avanço foi de 3,1%, noticiou hoje a televisão pública britânica BBC, citando como fonte o Escritório Nacional de Estatísticas.

Do pico até o pior momento da crise, a economia britânica encolheu 7,2%. Até agora, só o setor de serviços, responsável por 80% do produto interno bruto do país, ultrapassou o nível recorde. Outros setores importantes, como a construção civil e a indústria manufatureira, ainda não se recuperaram totalmente.

Na quinta-feira, ao revisar suas previsões para a economia mundial, o Fundo Monetário Internacional aumentou de 2,8% para 3,2% sua expectativa de crescimento para o Reino Unido neste ano. Foi um dos poucos países a melhorar suas perspectivas em relação ao relatório anterior.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Setor privado gera menos empregos nos EUA

As empresas privadas abriram 158 mil vagas de emprego a mais do que fecharam nos Estados Unidos em março de 2013, o menor ganho em cinco meses, estimou hoje a empresa de consultoria e recursos humanos ADP, maior processadora de folhas de pagamento do país. Os economistas esperavam 200 mil.

O fraco desempenho do mercado de trabalho foi atribuído à queda na procura de operários pelas empresas de construção civil e à desaceleração do crescimento no setor de serviços.

Esses indicadores sugerem que diminuiu o ritmo de recuperação da maior economia do mundo, que tinha aumentando no início do ano, depois de registrar crescimento de apenas 0,4% ao ano no último trimestre de 2012. Na segunda-feira, foram divulgados dados indicando um resfriamento da indústria em março.

"Tem sido assim em todo esse processo de recuperação. Você tem um trimestre mais forte e depois as coisas voltam a andar devagar de novo", reconheceu o economista sênior Scott Brown, da empresa Raymond James, de São Petersburgo, na Flórida, citado pela agência Reuters.

Os dados de fevereiro foram revisados para cima, com saldo de 237 mil empregos em vez dos 198 mil anunciados há um mês. Em relação a janeiro, foi o contrário. O saldo caiu para 177 mil, abaixo dos 215 mil da estimativa anterior.

Como a Bolsa de Nova York não para de bater recordes e está duas vezes acima do pior momento da crise, em 2009, os analistas se perguntam se a atual tendência altista é sustentável. Alguns economistas entendem que ela se deve à política de expansão monetária da Reserva Federal (Fed), o banco central dos EUA, que está comprando títulos para colocar mais dinheiro em circulações.

Sem opções de investimento mais rentáveis, os poupadores estariam aplicando seu dinheiro em ações e inflando-as artificialmente.

quarta-feira, 6 de março de 2013

Setor privado tem saldo de 198 mil empregos nos EUA

As empresas privadas dos Estados Unidos abriram 198 mil vagas de emprego a mais do que fecharam em fevereiro, acima da expectativa dos economistas, aumentando a esperança de recuperação do mercado de trabalho, estimou hoje a companhia de recursos humanos ADP.

Os economistas esperavam um saldo de 170 mil novos empregos. Em outro sinal positivo, o total de janeiro foi revisado para cima, de 192 mil para 215 mil.

Um forte aumento da contratação na construção civil indica a recuperação do setor habitacional do mercado imobiliário, onde começou a Grande Depressão de 2008-9. Os preços dos imóveis residenciais sobem desde fevereiro do ano passado. Em 2012, pela primeira vez desde desde 2005, o setor contribuiu para o crescimento da economia americana.

"Parece que as condições básicas para o crescimento do nível de emprego continuam. O ritmo atual deve ser suficiente para reduzir o desemprego", comentou o economista Mark Zandi, da empresa Moodys Analytics, que participou da redação do relatório. "Numa economia em plena recuperação, estaríamos criando cerca de 300 mil empregos por mês. Ainda não chegamos lá, mas estamos no bom caminho", acrescentou, em entrevista à agência de notícias Reuters.

O índice oficial de desemprego está hoje em 7,9%. Na sexta-feira, o Departamento do Trabalho divulga o relatório oficial de emprego, que nem sempre coincide com o da ADP.

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Índia cresce em ritmo de 5,3% ao ano

Enquanto o Brasil ficou estagnado, com crescimento de apenas 0,6% de julho a setembro de 2012, no mesmo período, a economia da Índia avançou num ritmo de 5,3% em relação ao ano passado, um pouco abaixo dos 5,5% do trimestre anterior.

Na comparação anual, a indústria manufatureira cresceu apenas 0,8% e a agricultura, 1,2%. Altas de 9,4% no setor de serviços e de 6,7% na construção civil contrabalançaram o desempenho fraco dos outros setores.

O Fundo Monetário Internacional prevê expansão de 4,9% neste ano. Em 2013, economistas privados esperam 5,5% e, em 2014, 6% a 6,5%.

"A perspectiva de curto prazo é um desafio, com inflação renitente, crescimento fraco, déficits comercial e orçamentário elevados, e a rúpia se desvalorizando", analisa Jyoti Narasimhan, da empresa IHS Global Insight, citado pelo jornal inglês Financial Times.

Para equilibrar as contas externas, o governo tenta atrair investimentos estrangeiros nos setores de supermercados, centros comerciais e lojas de departamento, mas enfrenta forte resistência dos pequenos comerciantes locais.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Construção de casas tem maior ritmo em 4 anos nos EUA

A construção de casas novas atingiu o maior ritmo dos últimos quatro anos nos Estados Unidos em outubro, uma alta de 3,6% que projeta a construção de 894 mil residências num ano, informou hoje o Departamento do Comércio. Na comparação anual, o crescimento é de 41,9%, o maior desde julho de 2008, antes do agravamento da crise financeira mundial.

Os economistas ouvidos pelo jornal The Wall St. Journal esperavam uma queda de 4,5% em relação a setembro para 833 mil unidades. O início da construção de casas em setembro foi revisado para baixo para 863 mil, um aumento de 15,1% em relação a agosto.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Produção industrial dos EUA avança 0,6%

A produção das fábricas dos Estados Unidos voltou a crescer em julho de 2012, com uma alta de 0,6% em relação a junho.

Outro boa notícia foi um aumento de 8% na concessão de alvarás de construção de novas casas, o melhor resultado em quatro anos.

O índice de preços ao consumidor, divulgado ontem, revelou um aumento de apenas 0,2% na inflação no varejo no mês de julho. A taxa anual ficou em 1,4%. É a menor desde novembro de 2010. Isso aumenta a margem de manobra da Reserva Federal (Fed), o banco central dos EUA, para estimulhar a recuperação da maior economia do mundo.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Peru cresce 6% num ano

O Peru, um dos destaques da nova economia da América Latina, registrou crescimento de 6% no primeiro trimestre na comparação anual e de 1,8% em relação ao trimestre anterior, de acordo com a previsão do banco central, informou na sexta-feira o Instituto Nacional de Estatísticas e Informática (Inei).

A expansão pelo décimo trimestre consecutivo foi atribuída ao avanço de 12,4% na construção civil e de 7,9% no comércio varejista. O consumo interno cresceu 6,3%, e as exportações, 13,8%.

terça-feira, 20 de março de 2012

Alvarás indicam recuperação imobiliária nos EUA

O início da construção de casas novas caiu em fevereiro nos Estados Unidos, mas o número de novos alvarás de construção atingiu o nível mais alto em três anos e meio, confirmando a recuperação do setor habitacional do mercado imobiliário americano, onde a crise econômica internacional começou.

As novas autorizações para construir tiveram uma alta de 5,1%, projetando a construção de 717 mil casas num ano, acima das 690 mil previstas pelos economistas, informa a agência Reuters.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Indústria dos EUA tem maior alta em cinco meses

Apesar da crise das dívidas públicas da Zona do Euro, a produção industrial dos Estados Unidos atingiu em novembro de 2011 o maior nível em cinco meses, outro sinal de que a maior economia do mundo está se acelerando.

O índice nacional de atividade industrial calculado pelo Instituto para Gestão da Oferta subiu de 50,8 em outubro para 52,7. Leituras acima de 50 indicam crescimento.  Com 49, a China acaba de anunciar sua primeira queda na produção industrial em quase três anos. Na Europa, o índice ficou em 46,1.

Nos EUA, as despesas da construção civil, um setor que está na origem da crise, cresceram 0,8%. Mas o número de novos pedidos de seguro-desemprego teve alta de 6 mil na semana passada para 402 mil, ultrapassando a marca de 400 mil pela primeira vez em várias semanas, um indicador de que a recuperação do mercado de trabalho ainda é lenta, informa a agência Reuters.