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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

EUA tiveram saldo de mais 225 mil empregos em janeiro

A maior economia do mundo prossegue em marcha triunfal: cresce sem parar a cada trimestre desde junho de 2009 e cria mais postos de trabalho do que fecha todo mês desde novembro de 2010. No mês passado, o saldo foi de 225 mil vagas, superando a expectativa do mercado, que era de 160 mil empregos. O índice de desemprego subiu de 3,5% para 3,6%, sinal de que há mais gente procurando emprego.

Com a revisão para cima dos dados de novembro e dezembro, nos últimos três meses, a economia dos Estados Unidos criou em média 211 mil empregos a mais do que fechou. Os salários cresceram em média 3,1% ao ano, em comparação com 3% em dezembro. O salário médio subiu 7 centavos para US$ 28,44 por hora.

O desemprego baixo aumenta a procura por bens de valores mais altos, observou Robert Jones, presidente da American Sale, uma loja especializada em produtos para recreação em casa, como piscinas infláveis e trampolins: "Quando a demanda aumenta, você precisa fazer mais, então precisa de mais gente."

Depois de cortar a taxa básica de juros três vezes no ano passado, o Conselho da Reserva Federal (Fed), a direção do banco central dos EUA, manteve a taxa na reunião da semana passada.

Em janeiro, a indústria manufatureira cortou vagas, mas a construção civil, a saúde, a estocagem e os transportes contrataram mais. No ano passado, o saldo foi de 2,096 milhões de empregos.

De olho na reeleição em 3 de novembro, no Discurso sobre o Estado da União, o presidente Donald Trump reividicou toda a responsabilidade pela recuperação da economia, que começou no governo Barack Obama. Na média mensal, foram criados mais empregos sob Obama.

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Greve causa engarragamento de 300 km em Paris

A greve por tempo indeterminado nos transportes públicos da França, em defesa do regime de aposentadoria especial dos trabalhadores no setor, deixou Paris com muito poucos trens e ônibus circulando. Acabou provocando enormes engarrafamentos, com carros particulares parados por uma distância de 300 quilômetros.

Também pararam professores, trabalhadores nos setores de energia, ópera e da Comédia Francesa, que também tem direito a uma aposentadoria especial com pensão equivalente a 100% do último salário após 37 anos e meio de contribuição, enquanto os demais franceses nos setores público e privado precisam trabalhar pelo menos 40 anos para ter aposentadoria integral.

Esta vantagem beneficia cerca de 1,5 milhão de trabalhadores. Não tem um peso tão grande no déficit previdenciário. É apenas o começo das reformas do presidente Nicolas Sarkozy, que tenta reduzir o poder dos sindicatos

Sarkozy abriu negociações com os sindicatos. Não está disposto a abandonar sua promessa de campanha de acabar com as aposentadorias especiais. As pesquisas de opinião indicam que 70% dos franceses o apóiam.

Com o país virtualmente parado pela greve dos transportes, o presidente enfrenta seu primeiro teste de força contra o sindicalismo.

Transportes param na França sem apoio popular

Os trabalhadores nos transportes públicos da França começaram ontem às 20h em Paris (17h em Brasília) uma nova paralisação, em protesto contra a extinção das aposentadorias especiais, uma promessa de campanha do presidente Nicolas Sarkozy.

Uma pesquisa publicada no jornal conservador Le Figaro indica que 70% dos franceses são contra a greve. Para Le Monde, "os sindicatos temem perder a batalha da opinião pública".

terça-feira, 3 de abril de 2007

Trem-bala francês bate recorde a quase 600 km/h

O trem de alta velocidade (TGV, do francês) bateu hoje seu próprio recorde mundial de velocidade sobre trilhos com 574,7 quilômetros horários. A marca anterior, de maio de 1990, era de 515,3 km/h.

sexta-feira, 26 de janeiro de 2007

Encomendas de bens duráveis crescem nos EUA

As encomendas de produtos manufaturados duráveis aumentaram 3,1% em dezembro nos Estados Unidos, o melhor resultado em três meses, puxadas por um forte aumento na demanda de aviões e máquinas industriais, revelou hoje o Departamento do Comércio. No ano de 2006 como um todo, o crescimento foi de 7%, abaixo dos 8,6% registrados em 2005.

É outro sinal de que a maior economia suave está numa desaceleração suave, devendo retomar o crescimento sem entrar em recessão.

Sem contar o setor de transportes, que cresceu 4,8%, com alta de 26,5% na compra de aviões e de 6,8% em veículos terrestres, a expansão foi de 2,3%, a maior desde março. As encomendas de bens de capital (máquinas industriais) subiram 2,4% em dezembro, melhor índice desde março, fechando o ano com alta de 9%.