A produção industrial da China caiu pela primeira vez em oito meses. O índice dos gerentes de compras industriais registrou 49,2 em agosto, anunciou neste sábado o escritório oficial de estatísticas do governo chinês. Números abaixo de 50 apontam contração.
Como a China é hoje o maior exportador mundial de produtos manufaturados, a indústria chinesa é vista hoje como uma espécie de barômetro da economia mundial.
O relatório aumenta a pressão sobre o governo chinês para tomar medidas de estímulo ao crescimento da economia do país, abalada pela queda nas exportações dos Estados Unidos e da União Europeia (UE), observa a rede de televisão americana CNN.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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sábado, 1 de setembro de 2012
sexta-feira, 26 de janeiro de 2007
Encomendas de bens duráveis crescem nos EUA
As encomendas de produtos manufaturados duráveis aumentaram 3,1% em dezembro nos Estados Unidos, o melhor resultado em três meses, puxadas por um forte aumento na demanda de aviões e máquinas industriais, revelou hoje o Departamento do Comércio. No ano de 2006 como um todo, o crescimento foi de 7%, abaixo dos 8,6% registrados em 2005.
É outro sinal de que a maior economia suave está numa desaceleração suave, devendo retomar o crescimento sem entrar em recessão.
Sem contar o setor de transportes, que cresceu 4,8%, com alta de 26,5% na compra de aviões e de 6,8% em veículos terrestres, a expansão foi de 2,3%, a maior desde março. As encomendas de bens de capital (máquinas industriais) subiram 2,4% em dezembro, melhor índice desde março, fechando o ano com alta de 9%.
É outro sinal de que a maior economia suave está numa desaceleração suave, devendo retomar o crescimento sem entrar em recessão.
Sem contar o setor de transportes, que cresceu 4,8%, com alta de 26,5% na compra de aviões e de 6,8% em veículos terrestres, a expansão foi de 2,3%, a maior desde março. As encomendas de bens de capital (máquinas industriais) subiram 2,4% em dezembro, melhor índice desde março, fechando o ano com alta de 9%.
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