A economia dos Estados Unidos avançou num ritmo de 3% ao ano de abril a junho de 2017, acima dos 2,6% do cálculo inicial, indicou a segunda estimativa do produto interno bruto do período divulgada hoje pelo Departamento do Comércio, noticiou a agência Reuters.
A revisão para cima se deveu principalmente a números mais robustos do consumo privado e forte investimento das empresas. No primeiro trimestre, a maior economia do mundo cresceu num ritmo anual de 1,2%.
Os dados mais recentes de comércio e investimentos indicam que a economia mantém o ritmo neste terceiro trimestre. "O impacto do furacão Harvey deve ser pequeno", previu o economista Gus Faucher, da empresa PNC Financial Services.
Com a boa notícia, a Bolsa de Valores de Nova York fechou em alta de 0,12%. O S&P 500 ganhou 0,46% e a bolsa eletrônica Nasdaq, de empresas de alta tecnologia, subiu 1,1% e está a 1% do seu recorde, estabelecido em julho. As previsões de crescimento para o terceiro trimestre vão até 3,4% ao ano.
No setor privado, as empresas abriram 237 mil vagas de emprego do fecharam, estimou hoje a empresa de consultoria ADP, maior processadora de folhas de pagamento dos EUA. Em julho, o saldo foi de 201 mil empregos.
O relatório oficial de emprego do Departamento do Trabalho será publicado na sexta-feita.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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quarta-feira, 30 de agosto de 2017
quinta-feira, 1 de junho de 2017
Setor privado criou mais 253 mil empregos nos EUA em maio
As empresas privadas dos Estados Unidos contrataram 253 mil trabalhadores a mais do que demitiram no mês maio, acima da expectativa do mercado, e a queda no desemprego pressiona os salários para cima, anunciou hoje a empresa de consultoria e recursos humanos ADP, maior processadora de folhas de pagamento no país, noticiou a agência Reuters.
Os economistas ouvidos pela agência de notícias Reuters esperavam um saldo médio de 185 mil postos de trabalho, com previsões variando de 155 mil a 240 mil vagas. O dado de abril foi revisado para baixo, de 177 mil para 174 mil.
Com a maior economia do mundo crescendo cerca de 2% ao ano, a geração de 200 mil novos empregos por mês supera em muito o crescimento da força de trabalho. "A escassez de mão de obra está se tornando rapidamente na maior preocupação das empresas e isso só tende a piorar", observou o economista Mark Zandi, da empresa Moody's Analytics, que fez a pesquisa junto com a ADP.
Agora, os analistas consideram que há 95% de chance de que a Reserva Federal (Fed), o banco central dos EUA, aumente a taxa básica de juros na sua próxima reunião, em 13 e 14 de junho. O relatório oficial de emprego do Departamento do Trabalho sai amanhã. A expectativa é que o índice de desemprego permaneça inalterado em 4,4%.
Os economistas ouvidos pela agência de notícias Reuters esperavam um saldo médio de 185 mil postos de trabalho, com previsões variando de 155 mil a 240 mil vagas. O dado de abril foi revisado para baixo, de 177 mil para 174 mil.
Com a maior economia do mundo crescendo cerca de 2% ao ano, a geração de 200 mil novos empregos por mês supera em muito o crescimento da força de trabalho. "A escassez de mão de obra está se tornando rapidamente na maior preocupação das empresas e isso só tende a piorar", observou o economista Mark Zandi, da empresa Moody's Analytics, que fez a pesquisa junto com a ADP.
Agora, os analistas consideram que há 95% de chance de que a Reserva Federal (Fed), o banco central dos EUA, aumente a taxa básica de juros na sua próxima reunião, em 13 e 14 de junho. O relatório oficial de emprego do Departamento do Trabalho sai amanhã. A expectativa é que o índice de desemprego permaneça inalterado em 4,4%.
quarta-feira, 2 de março de 2016
Setor privado gerou mais 214 mil empregos em fevereiro nos EUA
As empresas privadas dos Estados Unidos abriram 214 mil postos de trabalho a mais do que fecharam em fevereiro de 2016, superando a expectativa do mercado, revelou hoje a empresa de consultoria e recursos humanos ADP, a maior processadora de folhas de pagamento no país.
Os economistas ouvidos pela agência Reuters esperavam 190 mil vagas. O resultado do mês passado foi revisado para baixo, de 205 para 193 mil.
"O mercado de trabalho está bem saudável", comentou o economista Mark Zandi, da empresa Moody's Analytics, coautora do relatório. Apesar disso, a queda de 9 mil vagas na indústria, o segundo maior declínio em cinco anos, preocupa.
Na sexta-feira, sai o relatório oficial de emprego do Departamento do Trabalho dos EUA. Os analistas ouvidos pela Reuters esperam um ganho de 185 mil empregos
Os economistas ouvidos pela agência Reuters esperavam 190 mil vagas. O resultado do mês passado foi revisado para baixo, de 205 para 193 mil.
"O mercado de trabalho está bem saudável", comentou o economista Mark Zandi, da empresa Moody's Analytics, coautora do relatório. Apesar disso, a queda de 9 mil vagas na indústria, o segundo maior declínio em cinco anos, preocupa.
Na sexta-feira, sai o relatório oficial de emprego do Departamento do Trabalho dos EUA. Os analistas ouvidos pela Reuters esperam um ganho de 185 mil empregos
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
Setor privado dos EUA gera menos empregos do que previsto
As empresas privadas dos Estados Unidos contrataram 185 mil pessoas a mais do que demitiram em julho, estimou hoje o Relatório Nacional de Emprego da empresa de consultoria e direitos humanos ADP, abaixo dos 215 mil previstos por economistas ouvidos pela agência Reuters.
O dado sobre junho foi revisado para baixo, de 237 para 229 mil vagas.
Na sexta-feira, sai o relatório oficial de emprego do Departamento do Trabalho. A expectativa dos economistas é de um saldo positivo de 223 mil postos de trabalho, como em junho. A taxa de desemprego deve ficar em 5,3%. É a menor desde abril de 2008.
"Mesmo com esse ritmo de crescimento lento, o mercado de trabalho está se aproximando do pleno emprego", observou Mark Zandi, economista sênior da Moody's Analytics, que participa da pesquisa da ADP.
O dado sobre junho foi revisado para baixo, de 237 para 229 mil vagas.
Na sexta-feira, sai o relatório oficial de emprego do Departamento do Trabalho. A expectativa dos economistas é de um saldo positivo de 223 mil postos de trabalho, como em junho. A taxa de desemprego deve ficar em 5,3%. É a menor desde abril de 2008.
"Mesmo com esse ritmo de crescimento lento, o mercado de trabalho está se aproximando do pleno emprego", observou Mark Zandi, economista sênior da Moody's Analytics, que participa da pesquisa da ADP.
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
Setor privado criou mais 204 mil empregos nos EUA
As empresas privadas dos Estados Unidos criaram 204 mil empregos a mais do que fecharam em agosto de 2014, estimou hoje a empresa de consultoria e recursos humanos ADP, maior processadora de folhas de pagamento do país. Os analistas esperavam um saldo de 220 mil vagas.
Com a revisão dos dados, em julho, foram gerados 212 mil postos de trabalho, bem menos do que os 281 mil de junho, o melhor resultado desde novembro de 2012. O relatório oficial de emprego do Departamento do Trabalho será divulgado amanhã.
O número de novos pedidos de seguro-desemprego, um indicador do número de demissões, aumentou em 4 mil na semana passada, chegando a 302 mil, mas ainda está nos níveis mais baixos desde 2007.
Nos últimos meses, a economia americana teve um saldo de mais de 200 mil novos empregos por mês.
Com a revisão dos dados, em julho, foram gerados 212 mil postos de trabalho, bem menos do que os 281 mil de junho, o melhor resultado desde novembro de 2012. O relatório oficial de emprego do Departamento do Trabalho será divulgado amanhã.
O número de novos pedidos de seguro-desemprego, um indicador do número de demissões, aumentou em 4 mil na semana passada, chegando a 302 mil, mas ainda está nos níveis mais baixos desde 2007.
Nos últimos meses, a economia americana teve um saldo de mais de 200 mil novos empregos por mês.
quarta-feira, 2 de julho de 2014
Setor privado gera mais 281 mil empregos nos EUA
As empresas privadas dos Estados Unidos criaram 281 mil empregos a mais do que extinguiram em junho de 2014, o maior número em um ano e meio, desde novembro de 2012, afirmou hoje a empresa de consultoria ADP, maior processadora de folhas de pagamento do país. O relatório oficial de emprego será divulgado na sexta-feira.
O vigor do mercado de trabalho reforça a impressão de que a recuperação da maior economia do mundo está se consolidando, apesar da revisão do produto interno bruto do primeiro trimestre para queda de 2,9% ao ano.
Ao superar as previsões dos economistas, que eram de um ganho de 200 mil vagas, o saldo de empregos do setor privado aumentou a expectativa para o relatório oficial, que também incluiu o setor público, para 212 a 217 mil novos postos de trabalho, indica pesquisa da agência Reuters.
O vigor do mercado de trabalho reforça a impressão de que a recuperação da maior economia do mundo está se consolidando, apesar da revisão do produto interno bruto do primeiro trimestre para queda de 2,9% ao ano.
Ao superar as previsões dos economistas, que eram de um ganho de 200 mil vagas, o saldo de empregos do setor privado aumentou a expectativa para o relatório oficial, que também incluiu o setor público, para 212 a 217 mil novos postos de trabalho, indica pesquisa da agência Reuters.
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Setor privado contrata mais 195 mil nos EUA
Depois de um rigoroso inverno em janeiro e fevereiro, as empresas privadas dos Estados Unidos contrataram 191 mil trabalhadores a mais do que demitiram em março de 2014, estimou hoje a empresa de consultoria e recursos humanos ADP, maior processadora de folhas de pagamento no país. As economistas esperavam um pouco mais, um saldo positivo de 195 mil vagas.
Os dados de fevereiro foram reajustados de 139 mil para um ganho de 178 mil vagas, noticia a agência Reuters. A empresa Moody's Analytics participa da elaboração do relatório de emprego da ADP.
Os dados de fevereiro foram reajustados de 139 mil para um ganho de 178 mil vagas, noticia a agência Reuters. A empresa Moody's Analytics participa da elaboração do relatório de emprego da ADP.
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Setor privado cria mais 238 mil empregos nos EUA
As empresas privadas dos Estados Unidos geraram 238 mil empregos em dezembro de 2013, bem acima do esperado, estimou hoje a empresa de recursos humanos ADP, maior processadora de folhas de pagamento no país. Foi o melhor resultado desde novembro de 2012. Os dados de novembro de 2013 foram revisados para cima.
Os analistas de mercado esperavam um saldo de 200 mil empregos. Esse fortalecimento do mercado de trabalho aumenta a possibilidade de que o Comitê da Reserva Federal (Fed), a diretoria do banco central dos EUA, reduza ainda mais o programa de estímulo monetário à recuperação da economia, seu terceiro programa de alívio quantitativo desde a crise financeira de 2008.
Hoje foram divulgadas as minutas da reunião de dezembro, em que o Fed decidiu diminuir de US$ 85 bilhões para US$ 75 bilhões mensais a compra de títulos públicos e hipotecários. O objetivo é aumentar a quantidade de dinheiro em circulação e assim estimular a economia. As minutas revelam a moderação dos formuladores da política monetária dos EUA e uma preocupação de não atrapalhar a retomada do crescimento.
Se o mercado não espera sobressaltos, tenta adivinhar o próximo passo do Fed. Os índices Dow Jones e S&P 500, da Bolsa de Valores de Nova York, estão em queda, enquanto a bolsa Nasdaq registra pequena alta, sinal de que os investidores esperam o anúncio de mais uma redução.
Os analistas de mercado esperavam um saldo de 200 mil empregos. Esse fortalecimento do mercado de trabalho aumenta a possibilidade de que o Comitê da Reserva Federal (Fed), a diretoria do banco central dos EUA, reduza ainda mais o programa de estímulo monetário à recuperação da economia, seu terceiro programa de alívio quantitativo desde a crise financeira de 2008.
Hoje foram divulgadas as minutas da reunião de dezembro, em que o Fed decidiu diminuir de US$ 85 bilhões para US$ 75 bilhões mensais a compra de títulos públicos e hipotecários. O objetivo é aumentar a quantidade de dinheiro em circulação e assim estimular a economia. As minutas revelam a moderação dos formuladores da política monetária dos EUA e uma preocupação de não atrapalhar a retomada do crescimento.
Se o mercado não espera sobressaltos, tenta adivinhar o próximo passo do Fed. Os índices Dow Jones e S&P 500, da Bolsa de Valores de Nova York, estão em queda, enquanto a bolsa Nasdaq registra pequena alta, sinal de que os investidores esperam o anúncio de mais uma redução.
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Setor privado gerou 176 mil empregos nos EUA
As empresas privadas criaram 176 mil empregos a mais do que fecharam em agosto nos Estados Unidos, estimou hoje a empresa de consulta ADP, maior processadora de folhas de pagamento do país, em relatório feito em conjunto com a Moody's Analytics. Economistas ouvidos pela agência Reuters esperavam, em média, um saldo de 180 mil vagas.
Amanhã sai o relatório oficial do Departamento do Trabalho sobre o emprego no mês passado. O mercado vê um bom indicador para tentar decifrar se a Reserva Federal (Fed), o banco central dos EUA, vai anunciar na sua próxima reunião, em 17 e 18 de setembro, a redução de seu programa de compra de títulos.
Para combater a crise financeira internacional, depois de baixar sua taxa básica de juros para praticamente zero, o Fed passou a comprar US$ 85 bilhões em títulos para jogar mais dólares em circulação. O aumento da oferta, chamada pelos economistas de "alívio quantitativo", desvalorizou a moeda americanca, provocando a reação do ministro da Fazenda do Brasil, Guido Mantega, que acusou os EUA de fazerem uma "guerra cambial".
Agora, o movimento é inverso. A maior economia do mundo volta a crescer, e também a Europa. Há um movimento de volta dos dólares para os EUA exacerbado pelo desempenho e as expectativas medíocres da economia brasileira. Isso explica a maior fuga de dólares do Brasil desde a crise da Rússia, em agosto de 1998, que levou à desvalorização do real em janeiro de 1999.
quarta-feira, 6 de março de 2013
Setor privado tem saldo de 198 mil empregos nos EUA
As empresas privadas dos Estados Unidos abriram 198 mil vagas de emprego a mais do que fecharam em fevereiro, acima da expectativa dos economistas, aumentando a esperança de recuperação do mercado de trabalho, estimou hoje a companhia de recursos humanos ADP.
Os economistas esperavam um saldo de 170 mil novos empregos. Em outro sinal positivo, o total de janeiro foi revisado para cima, de 192 mil para 215 mil.
Um forte aumento da contratação na construção civil indica a recuperação do setor habitacional do mercado imobiliário, onde começou a Grande Depressão de 2008-9. Os preços dos imóveis residenciais sobem desde fevereiro do ano passado. Em 2012, pela primeira vez desde desde 2005, o setor contribuiu para o crescimento da economia americana.
"Parece que as condições básicas para o crescimento do nível de emprego continuam. O ritmo atual deve ser suficiente para reduzir o desemprego", comentou o economista Mark Zandi, da empresa Moodys Analytics, que participou da redação do relatório. "Numa economia em plena recuperação, estaríamos criando cerca de 300 mil empregos por mês. Ainda não chegamos lá, mas estamos no bom caminho", acrescentou, em entrevista à agência de notícias Reuters.
O índice oficial de desemprego está hoje em 7,9%. Na sexta-feira, o Departamento do Trabalho divulga o relatório oficial de emprego, que nem sempre coincide com o da ADP.
Os economistas esperavam um saldo de 170 mil novos empregos. Em outro sinal positivo, o total de janeiro foi revisado para cima, de 192 mil para 215 mil.
Um forte aumento da contratação na construção civil indica a recuperação do setor habitacional do mercado imobiliário, onde começou a Grande Depressão de 2008-9. Os preços dos imóveis residenciais sobem desde fevereiro do ano passado. Em 2012, pela primeira vez desde desde 2005, o setor contribuiu para o crescimento da economia americana.
"Parece que as condições básicas para o crescimento do nível de emprego continuam. O ritmo atual deve ser suficiente para reduzir o desemprego", comentou o economista Mark Zandi, da empresa Moodys Analytics, que participou da redação do relatório. "Numa economia em plena recuperação, estaríamos criando cerca de 300 mil empregos por mês. Ainda não chegamos lá, mas estamos no bom caminho", acrescentou, em entrevista à agência de notícias Reuters.
O índice oficial de desemprego está hoje em 7,9%. Na sexta-feira, o Departamento do Trabalho divulga o relatório oficial de emprego, que nem sempre coincide com o da ADP.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Setor privado cria mais 192 mil empregos nos EUA
As empresas privadas dos Estados Unidos abriram 192 mil novos postos de trabalho a mais do que fecharam em janeiro de 2013, num sinal de que a lenta recuperação do mercado de trabalho se mantém, apesar da queda inesperada no produto interno bruto, estimou hoje a empresa de recursos humanos ADP, maior processadora de folhas de pagamento do país.
O relatório oficial de emprego do Departamento do Trabalho será divulgado daqui a dois dias. A expectativa é de um saldo positivo de 180 mil vagas.
No relatório da ADP, os números de dezembro foram revisados para baixo, de 215 mil para 185 mil. A maior parte dos novos empregos foi gerado por pequenas empresas com até 50 funcionários: 115 mil. As grandes empresas, com mais de 500 empregados, fecharam 2 mil vagas, informa a agência de notícias Reuters.
O relatório oficial de emprego do Departamento do Trabalho será divulgado daqui a dois dias. A expectativa é de um saldo positivo de 180 mil vagas.
No relatório da ADP, os números de dezembro foram revisados para baixo, de 215 mil para 185 mil. A maior parte dos novos empregos foi gerado por pequenas empresas com até 50 funcionários: 115 mil. As grandes empresas, com mais de 500 empregados, fecharam 2 mil vagas, informa a agência de notícias Reuters.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Setor privado tem saldo de 118 mil empregos nos EUA
As empresas privadas dos Estados Unidos criaram 118 mil empregos a mais do que fecharam no mês de novembro de 2012, estimou hoje a empresa de consultoria e recursos humanos ADP, maior processadora de folhas de pagamento do país. É um pouco menos do que os 125 mil esperados, em média, pelos economistas.
Apesar da taxa de crescimento dos EUA no terceiro trimestre ter sido revisada para 2,7% ao ano, o Instituto de Pesquisa dos Ciclos Econômicos (ECRI, do inglês) acredita que a maior economia do mundo voltou à recessão, com quedas na produção, no consumo e na renda. O emprego seria o único indicar importante ainda em alta.
Com o desentendimento entre Casa Branca e o Congresso sobre os cortes orçamentários necessários para reduzir o trilionário déficit público federal, os EUA correm risco de cair no chamado "abismo fiscal". É uma mistura de fim dos cortes de impostos do governo George W. Bush (2001-9) com reduções obrigatórias nas despesas governamentais capaz de tirar US$ 600 bilhões de circulação.
Ontem, o presidente Barack Obama rejeitou a contraproposta do Partido Republicano, apresentada pelo presidente da Câmara, deputado John Boehner. Obama insiste em aumentar os impostos para os ricos, deixando expirar os cortes da era Bush, mas quer poupar a classe média.
Se os EUA caíram no "abismo fiscal" daqui a 27 dias, não será o fim do mundo, mas o declínio observado pelo ECRI vai se acentuar. A volta da recessão será inevitável.
A boa nova para Obama é que as pesquisas indicam que a maioria do eleitorado culpa a oposição republicana pelo impasse. A maioria não vê problemas em aumentar impostos para os ricos. Os republicanos alegam que os ricos são "criadores de empregos". Se tiverem de pagar mais impostos, a economia perderia.
O otimismo de Obama não se justifica.
Apesar da taxa de crescimento dos EUA no terceiro trimestre ter sido revisada para 2,7% ao ano, o Instituto de Pesquisa dos Ciclos Econômicos (ECRI, do inglês) acredita que a maior economia do mundo voltou à recessão, com quedas na produção, no consumo e na renda. O emprego seria o único indicar importante ainda em alta.
Com o desentendimento entre Casa Branca e o Congresso sobre os cortes orçamentários necessários para reduzir o trilionário déficit público federal, os EUA correm risco de cair no chamado "abismo fiscal". É uma mistura de fim dos cortes de impostos do governo George W. Bush (2001-9) com reduções obrigatórias nas despesas governamentais capaz de tirar US$ 600 bilhões de circulação.
Ontem, o presidente Barack Obama rejeitou a contraproposta do Partido Republicano, apresentada pelo presidente da Câmara, deputado John Boehner. Obama insiste em aumentar os impostos para os ricos, deixando expirar os cortes da era Bush, mas quer poupar a classe média.
Se os EUA caíram no "abismo fiscal" daqui a 27 dias, não será o fim do mundo, mas o declínio observado pelo ECRI vai se acentuar. A volta da recessão será inevitável.
A boa nova para Obama é que as pesquisas indicam que a maioria do eleitorado culpa a oposição republicana pelo impasse. A maioria não vê problemas em aumentar impostos para os ricos. Os republicanos alegam que os ricos são "criadores de empregos". Se tiverem de pagar mais impostos, a economia perderia.
O otimismo de Obama não se justifica.
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quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Setor privado tem saldo de 158 mil empregos nos EUA
As empresas privadas dos Estados Unidos criaram 158 mil vagas de emprego a mais do que fecharam em outubro, estimou hoje a empresa de recursos humanos ADP, maior processadora de folhas de pagamento do país.
Na semana passada, o número de novos pedidos de seguro-desemprego caiu 9 mil para 363 mil.
O relatório oficial de emprego será divulgado amanhã. Um aumento significativo na abertura de postos de trabalho favorece o presidente Barack Obama, que disputa a reeleição daqui a cinco dias. Seu adversário, o ex-governador Mitt Romney, vai alegar que a situação poderia estar muito melhor.
A taxa de desemprego está em 7,8%. Depois da Segunda Guerra Mundial, nenhum presidente se reelegeu com o índice acima de 7,2%.
Na semana passada, o número de novos pedidos de seguro-desemprego caiu 9 mil para 363 mil.
O relatório oficial de emprego será divulgado amanhã. Um aumento significativo na abertura de postos de trabalho favorece o presidente Barack Obama, que disputa a reeleição daqui a cinco dias. Seu adversário, o ex-governador Mitt Romney, vai alegar que a situação poderia estar muito melhor.
A taxa de desemprego está em 7,8%. Depois da Segunda Guerra Mundial, nenhum presidente se reelegeu com o índice acima de 7,2%.
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Setor privado teve saldo de 162 mil vagas nos EUA
O relatório oficial de emprego do Departamento do Trabalho sai amanhã, mas a empresa de recursos humanos, maior processadora de folhas de pagamento dos Estados Unidos, divulgou ontem sua estimativa: o setor privado criou 162 mil postos de trabalho a mais do que destruiu no mês passado. Nem sempre seus dados coincidem com os do governo.
A questão do desemprego é um ponto fraco para o presidente Barack Obama na sua luta pela reeleição em 6 de novembro contra o republicano Mitt Romney. No debate transmitido pela televisão ontem à noite, em Denver, no Colorado, o oposicionista o acusou de perder dois anos tentando aprovar a reforma da saúde em vez de se concentrar na recuperação do mercado de trabalho.
Já o índice do setor de serviços calculado pelo Instituto para Gestão da Oferta subiu para 55,1 pontos, o melhor resultado desde março deste ano. Números acima de 50 indicam crescimento da atividade econômica.
A questão do desemprego é um ponto fraco para o presidente Barack Obama na sua luta pela reeleição em 6 de novembro contra o republicano Mitt Romney. No debate transmitido pela televisão ontem à noite, em Denver, no Colorado, o oposicionista o acusou de perder dois anos tentando aprovar a reforma da saúde em vez de se concentrar na recuperação do mercado de trabalho.
Já o índice do setor de serviços calculado pelo Instituto para Gestão da Oferta subiu para 55,1 pontos, o melhor resultado desde março deste ano. Números acima de 50 indicam crescimento da atividade econômica.
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Setor privado gerou mais 201 mil empregos nos EUA
A geração de empregos no setor privado dos Estados Unidos superou o fechamento de vagas em 201 mil postos de trabalho no mês de agosto de 2012, estimou hoje a empresa de recursos humanos ADP, a maior processadora de folhas de pagamento do país.
O melhor resultado desde março foi uma surpresa positiva, bem acima da média das previsões dos economistas, mas os dados da ADP às vezes divergem do relatório oficial de emprego do Departamento do Trabalho dos EUA, que será divulgado nesta sexta-feira.
A expectativa dos economistas é que o relatório oficial aponte um ganho de apenas 125 mil empregos em agosto. Isso deixaria o índice de desemprego inalterado em 8,3% da população economicamente ativa, informa a agência Reuters.
O melhor resultado desde março foi uma surpresa positiva, bem acima da média das previsões dos economistas, mas os dados da ADP às vezes divergem do relatório oficial de emprego do Departamento do Trabalho dos EUA, que será divulgado nesta sexta-feira.
A expectativa dos economistas é que o relatório oficial aponte um ganho de apenas 125 mil empregos em agosto. Isso deixaria o índice de desemprego inalterado em 8,3% da população economicamente ativa, informa a agência Reuters.
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Setor privado gerou mais 119 mil empregos nos EUA
As empresas privadas dos Estados Unidos abriram 119 mil vagas de emprego a mais do que fecharam em abril de 2012, estimou hoje a empresa de recursos humanos ADP, maior processadora de folhas de pagamento do país, bem abaixo da expectativa do mercado, que era de 175 mil postos de trabalho, informa a agência Reuters.
Os dados oficiais do Departamento do Trabalho para março apontaram uma queda de um patamar de mais de 200 mil novos empregos nos quatro meses anteriores para 122 mil. A explicação foi uma antecipação das contratações por causa do inverno suave.
Com o aumento do desemprego na Europa e o enfraquecimento da recuperação do mercado de trabalho nos EUA, a Bolsa de Valores de Nova York está em queda.
Os dados oficiais do Departamento do Trabalho para março apontaram uma queda de um patamar de mais de 200 mil novos empregos nos quatro meses anteriores para 122 mil. A explicação foi uma antecipação das contratações por causa do inverno suave.
Com o aumento do desemprego na Europa e o enfraquecimento da recuperação do mercado de trabalho nos EUA, a Bolsa de Valores de Nova York está em queda.
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Setor privado gerou 209 mil empregos nos EUA em março
As empresas privadas dos Estados Unidos criaram 209 mil vagas de emprego e mais do que fecharam no mês de março de 2012, estimou hoje a empresa de recursos humanos ADP, maior processadora de folhas de pagamento do país. O relatório oficial do Departamento do Trabalho será anunciado daqui a dois dias.
O ganho ficou um pouco acima da expectativa dos economistas, que era de um saldo positivo de 200 mil empregos. Em vez dos 216 mil postos de trabalho de saldo, o dado de fevereiro foi revisado para 230 mil.
Pela estimativa da ADB, foram as pequenas empresas, com menos de 50 empregos, que mais contrataram, cerca de 100 mil trabalhadores, enquanto as empresas médias contrataram 87 mil e as grandes, 22 mil.
Economistas entrevistados pelo Wall St. Journal preveem um saldo positivo de 203 mil empregos, computando também o setor público. Seria o quarto mês seguido com ganho de mais de 200 mil empregos. A taxa de desemprego deve se manter em 8,3%.
O ganho ficou um pouco acima da expectativa dos economistas, que era de um saldo positivo de 200 mil empregos. Em vez dos 216 mil postos de trabalho de saldo, o dado de fevereiro foi revisado para 230 mil.
Pela estimativa da ADB, foram as pequenas empresas, com menos de 50 empregos, que mais contrataram, cerca de 100 mil trabalhadores, enquanto as empresas médias contrataram 87 mil e as grandes, 22 mil.
Economistas entrevistados pelo Wall St. Journal preveem um saldo positivo de 203 mil empregos, computando também o setor público. Seria o quarto mês seguido com ganho de mais de 200 mil empregos. A taxa de desemprego deve se manter em 8,3%.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Setor privado criou mais 206 mil empregos nos EUA
O saldo entre empregos gerados e fechados pelo setor privado dos Estados Unidos em novembro de 2011 ficou em 206 mil, estimou hoje a empresa de recursos humanos ADP, maior processadora de folhas de pagamento do país.
É o melhor resultado em quase um ano, desde dezembro de 2010, informa a agência Reuters.
"Isso sugere que a recuperação dos EUA é muito mais estável do que se pensava", comentou o economista Boris Schlossberg, da empresa FX Research.
O relatório oficial de emprego do Departamento do Trabalho será divulgado na sexta-feira.
É o melhor resultado em quase um ano, desde dezembro de 2010, informa a agência Reuters.
"Isso sugere que a recuperação dos EUA é muito mais estável do que se pensava", comentou o economista Boris Schlossberg, da empresa FX Research.
O relatório oficial de emprego do Departamento do Trabalho será divulgado na sexta-feira.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Setor privado gera 91 mil empregos nos EUA
As empresas privadas dos Estados Unidos contrataram 91 mil trabalhadores a mais do que demitiram no mês de setembro de 2011, indicou hoje uma estimativa da empresa de recursos humanos ADP, maior processadora de folhas de pagamento do país. Os economistas esperavam um saldo positivo de 75 mil vagas.
O maior número de contratações foi no setor de serviços, onde a expansão dos negócios foi um pouco menor do que em agosto, o que pode sinalizar problemas à frente no mercado de trabalho.
Outro relatório adverte que no mês passado os empregadores planejaram o maior número de demissões em mais de dois anos. As maiores dispensas serão nas Forças Armadas e no Bank of America. Não têm relação direta com a atual situação econômica.
"A economia não está à beira de uma nova recessão", afirmou o economista Omair Sharif, do banco RBS, nos EUA, "mas está atolada no lamaçal de um crescimento abaixo de seu potencial".
Na sexta-feira, o Departamento do Trabalho dos EUA divulga o relatório oficial sobre o emprego no mês passado.
O maior número de contratações foi no setor de serviços, onde a expansão dos negócios foi um pouco menor do que em agosto, o que pode sinalizar problemas à frente no mercado de trabalho.
Outro relatório adverte que no mês passado os empregadores planejaram o maior número de demissões em mais de dois anos. As maiores dispensas serão nas Forças Armadas e no Bank of America. Não têm relação direta com a atual situação econômica.
"A economia não está à beira de uma nova recessão", afirmou o economista Omair Sharif, do banco RBS, nos EUA, "mas está atolada no lamaçal de um crescimento abaixo de seu potencial".
Na sexta-feira, o Departamento do Trabalho dos EUA divulga o relatório oficial sobre o emprego no mês passado.
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Setor privado criou 91 mil empregos nos EUA
O ritmo da geração de empregos nos Estados Unidos caiu pelo terceiro mês seguido em agosto, mas a atividade industrial na região de Chicago continua em alta, indicando que a economia está se desacelerando mas pode escapar de uma recessão dupla.
A estimativa sobre o mercado de trabalho no setor privado feita pela firma de consultoria em recursos humanos ADP, maior processadora de folhas de pagamento dos EUA, indica que as empresas privadas abriram 91 mil postos de trabalho a mais do que fecharam, noticia a agência Reuters.
Uma pesquisa da Reuters indica que a expectativa do mercado era de um aumento de 75 mil vagas de emprego. O resultado anunciado hoje superou a previsão, mas ficou abaixo dos 117 mil empregos gerados em julho.
No mês passado, as encomendas à indústria cresceram 2,4%, depois de uma queda de 0,4% em junho.
Outra pesquisa revela que as empresas americanas anunciaram 51.114 demissões em agosto, em comparação com 66.414 em julho.
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