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terça-feira, 14 de maio de 2013

Déficit público dos EUA cai em US$ 642 bi em 2013

O déficit do governo federal dos Estados Unidos deve cair em US$ 642 bilhões neste ano, previu hoje o Escritório de Orçamento do Congresso, um órgão técnico não partidário. Até 2015, o déficit público americano deve baixar para menos de 3% do produto interno bruto.

A melhora nas contas públicas dos EUA é atribuída ao aumento na arrecadação de impostos com a recuperação da economia e do pagamento dos empréstimos bilionários dados às agências de garant

No fim da década, a tendência de aumento do déficit deve voltar por causa da aposentadoria da chamada geração baby boom, as pessoas nascidas entre 1946 e 1964, durante o período de grande prosperidade que se seguiu à Segunda Guerra Mundial (1939-45).

quarta-feira, 20 de março de 2013

Senado dos EUA aprova lei para governo não fechar

Por 73 a 26 votos, o Senado dos Estados Unidos aprovou uma medida de curto prazo para evitar a paralisação do governo federal americano no mês que vem e devolver recursos a programas atingidos duramente para cortes automáticos de gastos deflagrados porque não houve acordo entre a Casa Branca e o Congresso para reduzir o déficit orçamentário do país.

A Câmara, dominada pela oposição republicana, deve aprovar a lei ainda nesta semana.

terça-feira, 12 de março de 2013

Republicano propõe cortes de US$ 4,6 trilhões

O presidente da Comissão de Orçamento da Câmara, deputado Paul Ryan, candidato derrotado a vice-presidente dos Estados Unidos em novembro passado, apresentou hoje um plano para equilibrar o orçamento federal até 2023 com cortes de gastos de US$ 4,6 trilhões.

A proposta elimina o programa de saúde do governo Barack Obama para garantir cobertura de saúde a todos os americanos e reduz gastos sociais com pobres e estudantes para evitar a diminuição das despesas militares.

Na prática, Ryan reproduziu o plano lançado no ano passado, projetando um aumento maior na arrecadação de impostos, de US$ 3,2 trilhões em dez anos, com base em cálculos do Escritório de Orçamento do Congresso, informa o jornal The Washington Post.

Os maiores cortes, de US$ 2,7 trilhões, recairiam sobre o setor de saúde. Atinge os programas para os idosos (Medicare) e para os pobres (Medicaid), e acaba com a reforma de Obama para oferecer cobertura universal aos americanos.

Ryan quer cortar mais US$ 1 trilhão em subsídios agrícolas, cupons de alimentação, empréstimo estudantil e pensões de funcionários públicos federais. Ele pretende reduzir a orçamento das agências governamentais em mais US$ 250 bilhões. Vai além dos cortes automáticos que entraram em vigor em 1º de março por causa do desacordo entre o governo e a oposição, que domina a Câmara, responsável pela aprovação do orçamento.

Como segurança nacional é uma prioridade para os republicanos embora o país não tenha inimigos, o Departamento da Defesa, o Pentágono, recebe de volta os US$ 500 bilhões. Outros US$ 700 bilhões seriam poupados pela redução da dívida pública federal dos EUA, que se aproxima de US$ 16,7 trilhões.

A Casa Branca criticou a proposta como a "maneira errada" de reduzir o déficit público federal, alegando que reduzir gastos públicos sem aumentar impostos para os ricos vai colocar o peso do ajuste fiscal sobre a classe média.

Nem a proposta republicana nem a contraproposta a ser apresentada pela maioria democrata no Senado deve ser aprovada. Mas em algum momento os dois grandes partidos dos EUA terão de se entender e chegar a um meio termo. O Plano Ryan será uma das bases desta negociação. A Casa Branca deve apresentar sua proposta em abril, noticia o jornal The Wall St. Journal.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Obama promete EUA sem guerra nem crise

Ao tomar posse hoje para seu segundo e último mandato como presidente dos Estados Unidos, Barack Obama prometeu um futuro de paz e prosperidade, sem as guerras nem a a pior crise econômica em décadas, herdadas de George W. Bush. Sem esses problemas, afirmou que as "possibilidades dos EUA são ilimitadas".

Seu maior desafio em política interna será consolidar a recuperação da economia, reduzir o desemprego e encaminhar uma solução para o déficit público trilionário do país. Não será fácil. Inevitavelmente, o governo americano terá de cortar gastos com saúde e previdência social.

No plano externo, Obama terá de reinventar as relações dos EUA com o novo Oriente Médio pós-Primavera Árabe (que parece cada vez mais um rótulo ocidental inadequado) e estabelecer uma relação operacional eficiente com a China, uma superpotência cada vez mais arrogante.

No primeiro mandato, o presidente americano tenta consolidar suas bases de apoio para tentar a reeleição. Quase todos conseguem. As exceções mais recentes foram Jimmy Carter (1977-81) e George Herbert Walker Bush (1889-93), abatidos por crises econômicas. O grande mérito político de Obama foi conseguir se reeleger em meio à crise.

No segundo mandato, sem a possibilidade de disputar eleições no futuro, o presidente dos EUA busca seu lugar na História. Às vezes, ela é cruel.

Em pleno degelo da Guerra Fria, depois de virar amigo do último líder da União Soviética, Mikhail Gorbachev, Ronald Reagan (1981-89) foi acossado pelo escândalo Irã-Contras, a venda ilegal de armas ao Irã e o uso dos rendimentos para a ajuda, também ilegal, aos rebeldes direitistas que lutavam contra a revolução sandinista na Nicarágua.

O presidente Bill Clinton (1993-2001) governou os EUA numa era da grande prosperidade econômica. Mesmo assim, saiu chamuscado pelo escândalo sexual envolvendo-o com a estagiária Monica Lewinsky.

Depois de reeleger em 2004 como comandante da "guerra contra o terror", uma expressão equivocada em si mesma, George W. Bush (2001-9) deixou uma herança realmente maldita: duas guerras e a pior crise econômica em mais de 70 anos.

Para a revista inglesa The Economist, Obama deve se concentrar em três problemas de longo prazo deixar sua marca na História: o déficit público, o Oriente Médio e a China. São tarefas formidáveis.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

EUA fazem último esforço para evitar "abismo fiscal"

Uma negociação de última hora entre o vice-presidente Joe Biden e o líder da oposição republicana no Senado, Mitch McConnell, tenta evitar que os Estados Unidos caiam no chamado "abismo fiscal", mas restam apenas mais oito horas deste pelo horário de Washington.

A proposta em discussão aumentaria impostos para casais com renda anual superior a US$ 450 mil e indivíduos com renda acima de US$ 400 mil anuais, prorrogaria o seguro-desemprego por mais um ano e elevaria o teto da dívida pública dos EUA, hoje em US$ 16,4 trilhões, limite atingido hoje, revela o jornal The Washington Post.

Se não houver acordo até a meia-noite, na quarta-feira, entram em vigor cortes automáticos de gastos públicos no valor de US$ 110 bilhões e expiram as reduções de impostos da era George W. Bush (2001-9). Com a queda de dinheiro em circulação, os EUA podem voltar à recessão.

O presidente Barack Obama declarou estar confiante.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Setor privado tem saldo de 118 mil empregos nos EUA

As empresas privadas dos Estados Unidos criaram 118 mil empregos a mais do que fecharam no mês de novembro de 2012, estimou hoje a empresa de consultoria e recursos humanos ADP, maior processadora de folhas de pagamento do país. É um pouco menos do que os 125 mil esperados, em média, pelos economistas.

Apesar da taxa de crescimento dos EUA no terceiro trimestre ter sido revisada para 2,7% ao ano, o Instituto de Pesquisa dos Ciclos Econômicos (ECRI, do inglês) acredita que a maior economia do mundo voltou à recessão, com quedas na produção, no consumo e na renda. O emprego seria o único indicar importante ainda em alta.

Com o desentendimento entre Casa Branca e o Congresso sobre os cortes orçamentários necessários para reduzir o trilionário déficit público federal, os EUA correm risco de cair no chamado "abismo fiscal". É uma mistura de fim dos cortes de impostos do governo George W. Bush (2001-9) com reduções obrigatórias nas despesas governamentais capaz de tirar US$ 600 bilhões de circulação.

Ontem, o presidente Barack Obama rejeitou a contraproposta do Partido Republicano, apresentada pelo presidente da Câmara, deputado John Boehner. Obama insiste em aumentar os impostos para os ricos, deixando expirar os cortes da era Bush, mas quer poupar a classe média.

Se os EUA caíram no "abismo fiscal" daqui a 27 dias, não será o fim do mundo, mas o declínio observado pelo ECRI vai se acentuar. A volta da recessão será inevitável.

A boa nova para Obama é que as pesquisas indicam que a maioria do eleitorado culpa a oposição republicana pelo impasse. A maioria não vê problemas em aumentar impostos para os ricos. Os republicanos alegam que os ricos são "criadores de empregos". Se tiverem de pagar mais impostos, a economia perderia.

O otimismo de Obama não se justifica.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

"Abismo fiscal" é primeiro desafio do reeleito Obama

A reeleição do presidente Barack Obama e a manutenção do status quo no Congresso antecipam mais impasses entre a Casa Branca e o Capitólio para tentar reduzir o déficit orçamentário dos Estados Unidos, que passa de US$ 1 trilhão por ano há quatro anos. Mas a derrota numa eleição que a oposição considerava ganha por causa da crise econômica vai provocar um profundo exame de consciência no Partido Republicano.

O primeiro desafio do presidente reeleito será conseguir o que não conseguiu no primeiro mandato: chegar a um acordo com a oposição que inclua cortes nos gastos públicos e aumentos de impostos para o país não cair no "abismo fiscal". Os republicanos preferem cortar programas sociais a aumentar o imposto de renda para os mais ricos.

Como não houve acordo, em janeiro de 2013, devem expirar os cortes de impostos da era George W. Bush e entram em vigor reduções automáticas nos gastos do governo. Isto ameaça tirar bruscamente US$ 600 bilhões de  circulação da economia americana. A queda no produto interno bruto dos EUA poderia chegar a quatro pontos percentuais, do baixo crescimento anual de 2% para uma contração de 2% ao ano.

Obama ganhou do ex-governador Mitt Romney no voto popular e no Colégio Eleitoral que vai confirmar sua reeleição em 17 de dezembro de 2012, mas não foi uma vitória suficientemente expressiva para romper o impasse com a oposição, majoritária na Câmara.

Ao todo, o presidente recebeu 60.460.212 votos contra 57.674.292 para o adversário. Venceu em todos os chamados estados-pêndulo, que podem ir para qualquer lado. Conquistou 332 delegados contra 206 para Romney.

Em Ohio, o estado decisivo mais uma vez, a vitória do presidente se deve muito a ter salvado a General Motors e a Chrysler da falência. Vários republicanos se opuseram, inclusive Romney, alegando que o governo dos EUA não deve fabricar automóveis.

A falência da GM e da Chrysler provavelmente arrastaria também a Ford. Os EUA ficariam sem fábricas de automóveis, com a exceção das japonesas, europeias e sul-coreanas. Ohio, Michigan, Pensilvânia, Virgínia e Virgínia Ocidental são estados do chamado cinturão, centro de uma indústria siderúrgica que encolheu nas últimas décadas.

Sem a indústria automobilística, as fábricas de autopeças desapareceriam.

Depois de US$ 6 bilhões em despesas de campanha, dezenas de eleições primárias, quatro debates na televisão e mais anúncios do que qualquer pessoa possa assistir, observa o jornal The New York Times, os dois grandes partidos dos EUA ficaram no mesmo lugar. A correlação de forças em Washington não mudou.

O Partido Democrata manteve o controle do Senado, de 100 cadeiras, com maioria de 53, e a oposição republicana a maioria na Câmara com 234 cadeiras contra 192 democratas. Nove vagas ainda estão em disputa.

Como a Câmara representa ao povo, cabe aos deputados aprovar toda e qualquer despesa pública. O presidente da Câmara, o deputado republicano John Boehner, declara estar aberto a acordos, mas acaba de rejeitar em entrevista coletiva qualquer possibilidade de aumentar as alíquotas de impostos para os mais ricos, alegando que isso prejudicaria a economia e reduziria o PIB dos EUA.

A Bolsa de Nova York fechou um dia com queda de 2,4% em 12.932,73 pontos, o menor nível em três meses, diante do impasse político que impede um ajuste das contas públicas. Na Bolsa Mercantil de Nova York, o petróleo caiu abaixo de US$ 85 por barril.

Se o presidente conseguiu a reeleição ao apresentar seu adversário como um representante das elites que trabalha para proteger os ricos, os republicanos da Câmara não entenderam por que o partido perdeu a Casa Branca mais uma vez e não aumentou sua representação no Senado. Por causa do radicalismo de direita.

Na oposição ao presidente negro, com claros tons racistas, oposição foi para a direita, ignorando questões que preocupam o américano médio. Ela nega o aquecimento global, rejeita o aborto e o casamento gay, exige mais gastos militares para garantir a supremacia americana e não aceita qualquer aumento de impostos.

O movimento Festa do Chá foi o grande derrotado ontem nos EUA. Quase todos os candidatos ao Senado com o apoio do grupo perderam, assim como Romney e seu vice, Paul Ryan, que não ganharam nem em seus próprios estados. Na Câmara, a maioria dos novos deputados republicanos eleitos em 2010 se reelegeu. Esta é a ala radical. Há quem acredite que no segundo mandato será mais equilibrada e aberta ao consenso

Mas, no primeiro momento, a derrota não arrefeceu o ânimo dos conservadores americanos. Nas redes sociais, o grito é: "A guerra continua".

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Obama propõe orçamento com déficit de US$ 1,3 tri

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, propõe na próxima segunda-feira um orçamento de US$ 3,8 bilhões com previsão de déficit de US$ 1,33 trilhão para este ano e de US$ 900 bilhões em 2013. Este é o quarto ano seguido de déficit trilionário na maior economia do mundo.

A proposta prevê aumentos de impostos para os ricos e investimentos de US$ 500 bilhões em transportes ao longo dos próximos dez anos. Ambos devem enfrentar restrições da oposição republicana, que exige cortes nos gastos para reduzir o déficit e não admite quaisquer aumentos de impostos.

O aumento de impostos de US$ 1,5 trilhão recairia sobre grandes empresas, fundos de hedge e ricos. Além de eliminar isenções da era George W. Bush, a lei exigiria que famílias com renda superior a US$ 1 milhão por ano paguem pelo menos 30% de imposto de renda, noticia o jornal The Washington Post.

É uma proposta orçamentária para um ano eleitoral. Tenta delimitar com clareza as  posições antagônicas dos dois grandes partidos.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Déficit dos EUA passa de US$ 1 tri pelo quarto ano

O déficit do governo federal dos Estados Unidos vai superar US$ trilhão neste ano pelo quarto ano seguido, quando deve ficar em US$ 1,1 trilhão, previu hoje o Escritório de Orçamento do Congresso. Mas será o menor dos déficits trilionarios, tanto em valor nominal quanto percentualmente, observa o jornal The Washington Post.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Crescimento dos EUA é revisado para baixo

A economia dos Estados Unidos cresceu menos do que anunciado anteriormente no terceiro trimestre de 2011, num ritmo anual de 2% em vez dos 2,5% da estimativa inicial. Mas é o ritmo mais forte do ano, depois de uma expansão de 1,3% ao ano no segundo trimestre, informa Departamento do Comércio, citado pelo jornal britânico Financial Times.

Uma queda de US$ 8,5 bilhões nos estoques das empresas foi responsabilizada por uma redução de 1,55 ponto percentual na taxa de crescimento, contra 1,1 do primeiro cálculo. O consumo pessoal, que representa cerca de 70% do produto interno bruto dos EUA, cresceu 2,3% e não os 2,4% da primeira estimativa.

O melhor indicador foi uma alta de 15% no investimento das empresas em equipamentos e programas de computadores, mas o fracasso da comissão especial que iria propor medidas para reduzir o déficit do governo federal mostra que o setor público continua sendo um problema.

Em pronunciamento ontem depois do fracasso, o presidente Barack Obama prometeu manter a pressão por um acordo bipartidário, mais difícil na medida em que falta menos de um ano para as eleições presidencial e legislativas.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Perry e Romney dominam debate republicano

A disputa pela candidatura do Partido Republicano à Presidência dos Estados Unidos se concentra entre dois candidatos. Se a ex-governadora do Alasca Sarah Palin não entrar na corrida à Casa Branca, o adversário do presidente Barack Obama em novembro de 2012 deve ser o governador do Texas, Rick Perry, ou o empresário e ex-governador de Massachusetts Mitt Romney.

No debate dos oito aspirantes republicanos ontem à noite, na Biblioteca Ronald Reagan, ambos se acusaram de terem criado menos empregos que seus antecessores George W. Bush, no Texas, e Michael Dukakis, em Massachusetts.

Último a entrar na luta, Perry, um cristão conservador, logo se tornou o favorito nas pesquisas. Tomou boa parte dos votos que iriam para a deputada Michele Bachmann, líder da bancada da Festa do Chá na Câmara de Representantes dos EUA. Bachmann perdeu dois assessores importantes. Sua campanha está desinflando.

Romney é considerado liberal demais pela ala radical que domina o partido. É acusado de introduzir em Massachusetts um programa de saúde pública semelhante ao de Obama, execrado pela direita republicana. Mas a corrida à Casa Branca será decidida por eleitores independentes avessos a radicalismos.

A recente batalha do orçamento para elevador o teto da dívida pública dos EUA e evitar quebras de contrato e calote em dívidas do governo federal americano abalou a imagem da bancada da Festa do Chá.

O próprio Perry declarou que estaria pronto a oferecer um programa de saúde aos texanos "assim que o governo federal saísse do caminho". Donna Brazil, uma assessora do Partido Democrata convidada regularmente para debates na CBB festejou no Twitter.

Se Obama, Perry e Romney são a favor da cobertura universal de saúde, é provável que a reforma seja mantida.

De qualquer forma, saúde, previdência social e assistência social representam hoje mais da metade do orçamento federal dos EUA. Qualquer tentativa de reduzir o déficit trilionário e a dívida pública de US$ 14,5 trilhões em bases permanentes passa por uma revisão profunda nesses setores.

Hoje o presidente Obama apresenta um novo plano de US$ 300 bilhões para gerar empregos, inclusive cortes de impostos que incidem sobre as folhas de pagamento, obras de infraestrutura e extensão da ajuda aos desempregados.

É improvável que a oposição republicana aceite aumentos nos gastos públicos, mas está sempre pronta a aprovar cortes de impostos.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Obama e oposição estão próximos de acordo

LONDRES - Os negociadores da Casa Branca e do Congresso estariam perto de um acordo para aumentar o teto da dívida pública dos Estados Unidos, evitando uma paralisação da máquina estatal e um calote parcial, e cortar o déficit em US$ 3,7 trilhões nos próximos dez anos, anuncia o Financial Times nesta quarta-feira.


O presidente Barack Obama elogiou uma iniciativa bipartidária surgida no Senado como um "passo muito importante".

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Déficit dos EUA deve cair em 2010

Com a redução dos gastos com o saneamento dos bancos e a retomada do crescimento, o déficit público federal dos EUA deve cair de US$ 1,4 trilhões para US$ 1,35 trilhões em 2010.

O presidente Barack Obama propôs o congelamento dos gastos de uma série de programas por três anos e a formação de uma comissão bipartidária para estudar formas de cortar o déficit.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Obama congela gastos por três anos

Para sinalizar a intenção de equilibrar as contas públicas, uma das maiores preocupações dos eleitores independentes, o presidente Barack Obama determinou um congelamento nos gastos de uma série de programas do governo federal dos Estados Unidos.

A partir de agora, os aumentos de gastos não poderão superar a inflação.

Obama manifestou ainda a intenção de criar uma comissão bipartidária para estudar formas de reduzir o déficit orçamentário, que chegou a US$ 1,4 trilhão no último ano fiscal, e a dívida pública, que passou de US$ 12 trilhões, cerca de 80% do produto interno bruto dos EUA (soma de tudo o que o país produz num ano menos as importações.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Dívida pública dos EUA passa de US$ 12 trilhões

A dívida pública federal dos Estados Unidos passou de US$ 12 trilhões no dia 16 de novembro de 2009. São mais de R$ 20 trilhões, cerca de 80% do produto interno bruto, a soma de tudo o que o país produz num ano menos as exportações. O déficit orçamentário acaba de bater o recorde mensal em outubro, quando chegou a US$ 178 bilhões.

Outra notícia ruim para a recuperação da maior economia do mundo veio do setor habitacional. O início da construção de casas diminui 10,6%, a maior queda em dez meses, projetando a construção de 529 mil casas em um ano, o ritmo mais fraco em seis meses. A expectativa do mercado era de 600 mil casas.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Déficit dos EUA chega a US$ 1,42 trilhão

No ano fiscal de 2009, que nos Estados Unidos terminou em setembro, o rombo nas contas públicas do governo federal americano chegou a US$ 1,42 trilhão, cerca de R$ 2,4 trilhões.

As principais causas foram o Plano de Estabilização Econômica de US$ 700 bilhões do governo George W. Bush para socorrer os bancos, financeiras e seguradoras quebradas, e o programa de estímulo de US$ 787 bilhões do governo Barack Obama, que até agora só criou ou salvou 30 mil empregos.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Déficit dos EUA será de US$ 9 tri até 2019

O governo dos Estados Unidos conseguiu economizar US$ 262 bilhões que estivam destinados a ajudar os bancos, reduzindo o déficit orçamentário para o ano fiscal que termina em setembro para US$ 1,58 trilhão. Mas a projeção para o déficit acumulado até 2019 chegou a US$ 9 trilhões, quase R$ 18 trilhões, 20% acima dos US$ 7,1 trilhões da previsão anterior.

Pelos cálculos da diretoria da orçamento da Casa Branca, a maior economia do mundo deve encolher 2,8% neste ano e crescer 2% no próximo. A taxa de desemprego deve passar de 10% no próximo ano.

sexta-feira, 20 de março de 2009

Orçamento de Obama projeta décifit de US$ 9 bi

O Escritório de Orçamento do Congresso dos Estados Unidos advertiu hoje que a proposta orçamentária do presidente Barack Obama projeta um déficit público federal de US$ 9,3 trilhões de 2010 a 2019.

A reação do governo Obama foi alegar que os cálculos se baseiam em previsões de crescimento diferentes para a economia na americana na próxima década.