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sexta-feira, 14 de agosto de 2020

EUA tiveram 200 mil mortes acima do normal durante a pandemia do coronavírus

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) estima que os Estados Unidos tiveram um excesso de 200.700 mortes desde o início da pandemia, muito mais do que as cerca de 170 mil mortes causadas oficialmente pela doença do coronavírus de 2019. O país tem mais de 5,3 milhões de casos confirmados.

No mundo inteiro, são mais de 21 milhões de casos confirmados, pelo menos 763 mil mortes e mais de 14 milhões de pacientes recuperados. 

O Brasil registrou nesta sexta-feira mais 1.007 mortes e mais de 49 mil casos novos. O total de óbitos chegou a 106.571 e o de casos confirmados a quase 3,28 milhões. Em seis estados, as mortes estão em alta. Em 11, estão estáveis. No Distrito Federal e em nove estados, a tendência é de queda.

A Espanha teve mais 2 mil 987 casos e 12 mortes em 24 horas, totalizando agora quase 359 mil casos e 28 mil e 700 mortes. A taxa de infecção é 11 vezes maior do que a da Itália.

A Associação Médica Alemã declarou que o país já enfrenta uma segunda onda de contaminação.

As vendas no varejo caíram na China pelo sétimo mês consecutivo e tiveram uma pequena alta nos EUA.

Com queda maior nas importações do que nas exportações, a Zona do Euro melhorou o saldo comercial, mas a redução no comércio exterior é um sinal de fraqueza da economia mundial, que corre sério risco de depressão ou de uma saída lenta da crise, com estagnação. Meu comentário:

terça-feira, 16 de junho de 2020

China amplia estado de emergência na capital para combater surto da covid-19

A China amplia o estado de emergência na capital. As autoridades acreditam que têm apenas três dias para controlar o novo surto que surgiu no mercado atacadista de Xinfadi, o maior de Beijim. 

Pelo menos 137 pessoas foram infectadas e algumas saíram da cidade. Uma mulher infectada em Beijim e foi para Chengdu, capital da província de Sichuã. Todos os mercados públicos da capital chinesa estão sendo examinados, noticiou o jornal South China Morning Post, de Hong Kong. 

Todos os bairros situados em distritos considerados de médio e alto riscos foram submetidos a um confinamento rigoroso. Os moradores são obrigados a ficar em casa e a fazer exames para ver se estão contaminados. 

Todas as escolas primárias e secundárias passam para educação à distância. As universidades e os locais de entretenimento serão fechados. Os táxis e carros de aluguel foram proibidos de deixar Beijim. 

As atividades produtivas não foram suspensas, mas o governo está incentivando o trabalho em casa. Oito casos importados do exterior foram identificados nas províncias de Xangai, Cantão, Liaoning e na Mongólia Interior. Xangai, a maior cidade chinesa, entrou em estado de alerta. Os 87 mercados públicos da cidade foram examinados.

No mundo inteiro, o total de casos passou de 8 milhões 264 mil, com mais de 446 mil mortes e 4 milhões 321 mil pacientes curados. Mais de 54 mil pessoas, 2 por cento dos casos em tratamento, estão em situação crítica. 

Os Estados Unidos têm mais casos confirmados, 2 milhões 208 mil e 400 e 119 mil mortes, 40 por cento em lares para idosos. O vice-presidente Mike Pence atribui o aumento do número de casos novos ao maior número de testes, mas o Dr. Anthony Fauci, principal epidemiologista da força-tarefa da Casa Branca, alerta que a situação pode sair de controle.

Com mais de 37 mil novos casos, o Brasil passou de 900 mil casos confirmados. Houve mais Mil 338 mortes, elevando o total para 45 mil 456 mortes. Oito mil 318 pessoas estão em estado crítico e 477 mil pacientes foram curados.

Na Alemanha, um dos primeiros países europeus a reativar a economia, o índice de infecção passou de 1. Cada 10 pessoas contaminadas transmitiram o vírus para 12, acelerando a propagação da doença. As vendas do comércio no Brasil tiveram a maior queda da história em abril.

As vendas do varejo nos Estados Unidos subiram 17,7 por cento em maio, a maior alta desde que a pesquisa mensal começou, em 1992, depois de uma queda de 14,7 por cento em abril, mas ficaram 6,1 por cento abaixo das vendas de maio do ano passado.

O comércio desabou no Brasil em abril, com queda em todos os setores, com vendas 16,8 por cento menores. No Brasil, só 5 por cento do comércio é via Internet. Mais um milhão de brasileiros perderam o emprego em maio. 

Um levantamento do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas prevê que só a Venezuela terá um resultado pior do que o Brasil na América do Sul no biênio 2020-2021. Meu comentário: 

quarta-feira, 15 de maio de 2019

Produção industrial e vendas do varejo na China desapontam

As vendas do varejo na China cresceram em abril no menor ritmo em 16 anos, enquanto a produção industrial e o investimento em capital fixo ficaram abaixo da expectativa do governo, que tenta revigorar a economia para enfrentar a guerra comercial com os Estados Unidos, noticiou o jornal inglês Financial Times.

De acordo com o Escritório Nacional de Estatísticas da China, as vendas no varejo registraram um avanço anual de 7,2% no mês passado, o menor desde 2003, com queda no comércio de cosméticos e artigos de uso pessoal. Os economistas entrevistados pela agência Reuters esperavam alta de 8,6%, depois um crescimento de 8,7% em março.

A produção industrial subiu 5,4% nos últimos 12 meses, abaixo da expectativa, que era de 6,5%, caindo para o nível de novembro, o menor desde a crise financeira internacional de 2008.

O investimento em capital fiou nos primeiros quatro meses do anos cresceu 6,1% em relação ao mesmo período no ano passado, ficando abaixo dos 6,3% do mês passado e dos 6,4% das previsões. O investimento privado avançou 5,5% e o das empresas estatais 7,8%.

No mês passado, a segunda maior economia do mundo, com PIB rondando os US$ 14 trilhões, parecia mais robusta. O presidente Donald Trump se vangloria de que os EUA estão mais fortes economicamente para o embate.

O cacife americano é maior. Os EUA importaram no ano passado US$ 539 bilhões em produtos chineses e exportaram bens no valor de US$ 120 bilhões.  A China precisa dos dólares americanos para manter o ritmo de sua economia.

Houve uma escalada na guerra comercial entre os dois países. Na seta-feira, o governo Trump impôs tarifas de 25% sobre US$ 200 bilhões em importações anuais da China, que reagiu ontem aplicando a mesma taxa a US$ 60 bilhões das exportações anuais dos EUA para lá.

Trump prometeu ontem uma grande vitória, mas a China não vai aceitar nenhum tipo de humilhação, acordo desfavorável e mudança de seu modelo econômico, do capitalismo de Estado que a transformou numa potência mundial. Nenhum líder chinês pode dar a impressão de estar fazendo muitas concessões ao Ocidente.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

China cresceu 6,6% no ano passado

Sob o impacto da guerra comercial do presidente Donald Trump, a economia da China se desacelerou no quarto trimestre de 2018 para um ritmo anual de 6,4% ao ano, o menor desde a crise financeira internacional de 2008. 

Apesar da queda de confiança do consumidor, a segunda maior economia do mundo avançou 6,6% no ano passado, acima de meta de 6,5%. Mas foi a menor expansão desde 1990. Em 2017, a alta havia sido de 6,8%.

A queda no ritmo de crescimento nos três últimos trimestres preocupa os investidores. O temor é que a desaceleração chinesa puxe para baixo o desempenho da economia mundial.

O aumento das vendas no varejo ficou em 8,2% ao ano em dezembro, pouco acima dos 8,1% de novembro, a menor alta em 18 anos.

De acordo com os dados, o tarifaço dos Estados Unidos não teve grande impacto até agora. O saldo comercial chinês ficou em US$ 334,5 bilhões no ano passado, abaixo dos US$ 375 bilhões de 2017.

Desde julho, o governo chinês adotou uma séria de medidas de estímulo monetário e fiscal para amortecer o impacto social da desaceleração. Afinal, é o crescimento econômico que legitima a ditadura do Partido Comunista.

Na semana passada, o Ministério das Finanças anunciou planos para novos cortes de impostos. A reforma das estatais foi adiada para tentar garantir um pouso suave, mas a soma das dívidas do governo, das empresas e das famílias passa de 260% do produto interno bruto.

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

China tem o menor crescimento desde 2009

Sob o impacto da guerra comercial de Donald Trump, a China cresceu em ritmo de 6,5% ao ano no terceiro trimestre de 2018. É a menor taxa desde o início de 2009, no auge da Grande Recessão causada pela falência do banco de investimento americano Lehman Brothers, em setembro de 2008.

O vice-primeiro-ministro encarregado da economia, Liu He, declarou que segunda maior economia do mundo mantém um crescimento estável, mas advertiu os bancos a não relutarem em emprestar dinheiro a empresas privadas.

"Se você analisar a economia da China focando apenas numa coisa ou um período, pode sentir que ela enfrenta dificuldades", afirmou Liu à televisão estatal CCTV, ao jornal oficial Diário do Povo e à agência de notícias Nova China. "Mas, se olhar numa perspectiva histórica mais longa, a perspectiva é muito brilhante."

No primeiro trimestre, o crescimento chinês foi em ritmo de 6,8%. No segundo, ficou em 6.7%.

Liu tentou minimizar a importância do conflito com os EUA, seu maior parceiro comercial: "O impacto psicológico é maior do que o impacto real. A China e os EUA estão em contato." Falava de um possível encontro do ditador Xi Jinping com Trump durante a reunião de cúpula do Grupo dos Vinte em Buenos Aires no mês que vem,

O investimento em capital fixo aumentou em setembro para 5,4% ao ano, um pouco acima de 5,3%, recorde de baixa, registrado em agosto. A produção industrial avançou 5,8% e as vendas no varejo subiram 9,2%, em bases anuais. No ano passado, esses índices estavam em 6,6% e 10,3%.


quarta-feira, 14 de março de 2018

Consumo pessoal cai nos EUA pelo terceiro mês seguido

As vendas ao consumidor registraram em fevereiro de 2018 o terceiro mês consecutivo de queda. É a primeira vez que isso acontece em cinco anos e meio. Como a inflação, divulgada ontem, está sob controle, as duas notícias reforçam a possibilidade de que o Conselho da Reserva Federal (Fed), o banco central dos Estados Unidos, aumente as taxas básicas de juros três vezes em vez de quatro.

Os dados sobre o contínuo fortalecimento do mercado de trabalho, com índice de desemprego de 4,1%, publicados na semana passada, aumentaram a expectativa de quatro altas de juros. Mas as vendas baixaram 0,3% em fevereiro depois de quedas de 0,1% em dezembro e janeiro.

Desde o segundo trimestre de 2012, não havia queda no consumo pessoal nos EUA por três meses seguidos. A expectativa dos economistas era de uma alta de 0,3%.

A inflação anual subiu de 2,1% para 2,2% em fevereiro, mas o núcleo do índice, excluídos os preços mais voláteis de energia e alimentos, ficou em 1,8%, dentro da meta perseguida informalmente pelo Fed, de 2% ao ano.

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Produção industrial do Japão cai pelo segundo mês seguido

A produção das fábricas do Japão caiu inesperadamente pelo segundo mês consecutivo em agosto de 2015, acumulando uma baixa de 0,5% desde julho, anunciou hoje o Ministério da Indústria e do Comércio do país, citado pela agência Reuters.

As vendas no varejo cresceram pelo quinto mês seguido, mas menos do que nos meses anteriores revelando a persistente fragilidade do consumo interno japonês. Uma pesquisa do governo com empresários da indústria previu uma alta de 0,1% em setembro e de 4,4% em outubro.

Esses números indicam o fracasso das tentativas do primeiro-ministro Shinzo Abe de estimular o crescimento para combater a deflação e a estagnação, duas pragas da economia do Japão desde os anos 1990s.

A expectativa é de que a terceira maior economia do mundo tenha recuado no terceiro trimestre e que o país esteja em recessão, definida como queda do produto interno bruto por dois trimestres consecutivos.

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Produção industrial do Japão cresce 0,8% num mês

Depois de uma queda de 2,1% em maio, a produção industrial do Japão avançou 0,8% em junho de 2015, superando a expectativa do mercado indicam cifras preliminares divulgadas hoje pelo Ministério da Indústria.

Na comparação anual, a alta foi de 2% em relação a junho de 2014. Os economistas ouvidos pela agência Bloomberg previam um crescimento de apenas 0,3%.

A economia japonesa, a terceira maior do mundo, tem oscilado negativa e positivamente. As vendas no varejo, abaladas em abril do ano passado por um aumento do imposto de circulação de mercadorias, subiram 1,7% em maio, mas recuaram 0,8% em junho.

quarta-feira, 4 de março de 2015

Vendas no varejo sobem 1,1% na Zona do Euro

As vendas no varejo nos 19 países da União Europeia que adotam o euro como moeda cresceram 1,1% em janeiro de 2015, bem acima da expectativa do mercado, que era de apenas 0,2%, impulsionadas pelo forte crescimento da Alemanha. Na comparação anual, o avanço foi de 3,7%, revelou hoje o Eurostat, escritório oficial de estatísticas do bloco.

Na UE como um todo, de 28 países, o avanço de 0,8% no mês e 4% nos últimos 12 meses.

Como a Europa é importadora de energia, um dos motivos do aumento do consumo foi a queda nos preços do petróleo, que deixou mais dinheiro disponível para gastar ou poupar. Outra expectativa é que o programa de compra de títulos públicos pelo Banco Central Europeu estimule a economia ao jogar mais dinheiro em circulação.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Colorado liberaliza comércio de maconha

O estado do Colorado, nos Estados Unidos, mudou a regulamentação da lei que legalizou a produção, venda e consumo de maconha. Desde ontem, qualquer adulto residente no estado com cidadania americana poderá requerer uma licença para vender a droga no varejo.

A mudança acontece seis meses depois da legalização da maconha no Colorado. É um passo para desenvolver a economia do setor, que cresce rapidamente.

terça-feira, 4 de março de 2014

China fixa meta de crescimento em 7,5%

A China fixou em 7,5% a meta de crescimento econômico para 2014, a mesma do ano passado, anunciou hoje o primeiro-ministro Li Keqiang em seu primeiro relatório ao Congresso Nacional do Povo. O orçamento militar será aumentado em 12,2% para US$ 132 bilhões.

Em 2013, a expansão superou ligeiramente a meta, ficando em 7,7%, mas os analistas consideram cada vez mais difícil manter altas taxas de crescimento à medida que a segunda maior economia do mundo deixa de ser emergente para se tornar madura.

Li prometeu ao parlamento "uma política monetária equilibrada" com meta de inflação de 3,5% ao ano nos preços ao consumidor, a mesma do ano passado. Em 2013, o índice ficou em 2,6%.

A expectativa oficial para este ano é de um aumento de 14,5% nas vendas no varejo e de 17,5% no investimento em capital fixo.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Venda de computadores pessoais sofre maior queda

No maior declínio da História, as vendas de computadores pessoais de mesa e portáteis caíram 13,9% no primeiro trimestre de 2013, estima a empresa de pesquisas de mercado IDC. É a maior baixa desde que a pesquisa começou a ser feita, em 1994.

A compra de apenas 76,3 milhões no mundo inteiro é mais um sinal de que os consumidores estão optando por tabuletas e telefones inteligentes. Nem tentativas de introduzir tela sensível como fez a Microsoft com o sistema operacional Windows 8 deram resultado.

Na verdade, o Windows 8 não só não conseguiu conter a queda na procura por computadores pessoais, conclui a pesquisa, por confundir os consumidores ao oferecer recursos inferiores aos de uma tabuleta eletrônica e alterar a experiência que os usuários tinham com os PCs tradicionais.

A Hewlett-Packard mantém a liderança no setor com a venda de 12 milhões de unidades no primeiro trimestre, 24% a menos do que no mesmo período em 2012. Logo atrás, vem a companhia chinesa Lenovo com 11,7 milhões, sem variação percentual significativa.

Em terceiro, ficou a Dell, com 9 milhões de computadores, 11% a menos do que no ano passado.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Inflação chinesa tem forte queda para 2,1% ao ano

Com a baixa nos preços dos alimentos depois dos feriados do Ano Novo Lunar e a redução pelo banco central da quantidade de dinheiro em circulação, o índice de crescimento de preços no varejo na China registrou em março uma alta anual de 2,1%, uma forte queda em relação aos 3,2% de fevereiro, a maior taxa de inflação em dez meses.

A inflação nos preços dos alimentos baixou de 6% em fevereiro para 2,7% em março.

Sob vários aspectos, a inflação chinesa em 2013 é moderada. Para os analistas, é um sinal de que a recuperação da China é consistente, mas não espetacular.

Depois de cair para 7,4% ao ano no terceiro trimestre de 2012, a taxa de crescimento da segunda maior economia do mundo subiu para 7,9% no fim do ano passado. A expectativa é que fique acima disso no primeiro trimestre de 2013. O produto interno bruto chinês será anunciado na próxima semana.

A expectativa de que não haverá alta de juros e de que possa haver estímulos ao crescimento na China aumenta os preços das ações e dos produtos primários nos mercados internacionais.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Vendas no varejo têm maior alta em 5 meses nos EUA

As vendas comércio varejista dos Estados Unidos cresceram 1,1% em fevereiro de 2013, o maior avanço desde setembro do ano passado, bem acima do 0,5% previsto pelos economistas.

Apesar dos aumentos de impostos e nos preços da gasolina, o consumidor americano comprou carros e outros bens duráveis, indicando que o consumo tende a aumentar. O consumidor é responsável por 70% do produto interno bruto dos EUA

O núcleo das vendas, que exclui automóveis, gasolina e material de construção e costuma corresponder ao peso do consumo no PIB americano, avançou 0,3% em janeiro e 0,4% em fevereiro, observa a agência Reuters.

A Bolsa de Valores de Nova York, que estava em queda, reagiu e agora opera em leve alta.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Vendas no varejo caem 0,8% no Japão

As vendas do comércio varejista diminuíram 0,8% no Japão em agosto em relação ao mesmo mês no ano passado, anunciou hoje o Ministério da Economia do país. Foi a primeira baixa em oito meses, desde novembro de 2011.

O resultado foi consequência de um recuo nas vendas de produtos eletrodomésticos e eletroeletrônicos. A economia japonesa, a terceira maior do mundo, também está sendo afetada negativamente pelo fortalecimento do iene e a queda nas exportações devida à crise internacional.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Produção industrial dos EUA avança 0,6%

A produção das fábricas dos Estados Unidos voltou a crescer em julho de 2012, com uma alta de 0,6% em relação a junho.

Outro boa notícia foi um aumento de 8% na concessão de alvarás de construção de novas casas, o melhor resultado em quatro anos.

O índice de preços ao consumidor, divulgado ontem, revelou um aumento de apenas 0,2% na inflação no varejo no mês de julho. A taxa anual ficou em 1,4%. É a menor desde novembro de 2010. Isso aumenta a margem de manobra da Reserva Federal (Fed), o banco central dos EUA, para estimulhar a recuperação da maior economia do mundo.

Vendas no varejo sobem 0,3% no Reino Unido

O comércio varejista do Reino Unido vendeu 0,3% a mais em julho do que em junho de 2012, superando as expectativas. A economia britânica está em recessão.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Vendas no varejo e preços no atacado sobem nos EUA

Depois de quatro meses em queda, as vendas no varejo voltaram a crescer nos Estados Unidos em julho. A alta de 0,8% foi resultado de aumentos de negócios em quase todos os setores, de automóveis a produtos eletroeletrônicos. Os economistas esperavam um avanço de apenas 0,3%.

O índice de preços do produtor (atacado) subiu 0,3%. A maior alta em cinco meses ficou um pouco acima do 0,2% previsto pelos economistas. Foi provocado por aumentos nos preços de caminhões leves, cigarros e produtos farmacêuticos.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Vendas caem no varejo e no atacado nos EUA

Em mais um indicador da desaceleração da economia mundial, as vendas no varejo tiveram queda de 0,2% pelo segundo mês consecutivo nos Estados Unidos em maio, por causa da redução nos preços da gasolina e da cautela do consumidor. Foi o primeiro resultado negativo em dois meses seguidos em dois anos.

Na comparação com o ano passado, houve alta de 5,3% no varejo.

O índice de preços no atacado baixou 1% em maio, na maior queda desde julho de 2009, por causa da redução de 4,3% nos preços de energia. O núcleo do índice, que descarta os preços de energia e alimentos, subiu 0,2%.

domingo, 10 de junho de 2012

Produção industrial da China cresce 9,6% num ano

As fábricas da China produziram 9,6% a mais em maio de 2012 na comparação com o ano anterior, abaixo da expectativa do mercado, que era de 9,9% de alta. Houve uma aceleração do crescimento industrial em relação a abril, que registrara um avanço anual de 9,3%.

O investimento em capital fixo, segunda maior força motora da economia chinesa, depois do consumo, cresceu 20,1% da janeiro a maio de 2012 na comparação com o mesmo período em 2011. Ficou ligeiramente acima da expectativa média dos economistas, que era de 20%.

Apesar do avanço de 13,8%, as vendas no varejo também ficaram aquém dos 14,3% esperados.

Esses dados indicam uma desaceleração na segunda maior economia do mundo. No mês passado, economistas ouvidos pela agência Reuters previram um crescimento de 8,2 neste ano. Seria o pior resultado em 13 anos.