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segunda-feira, 10 de agosto de 2020

Total de casos confirmados da pandemia no mundo passa de 20 milhões

O total de casos confirmados da pandemia do coronavírus de 2019 atingiu hoje a marca de 20 milhões, com mais de 736 mil mortes e mais de 13 milhões de pacientes curados. A taxa de mortalidade dos casos encerrados permanece em 5%. 

No fim de semana, o Brasil passou das marcas de 100 mil mortes e 3 milhões de casos confirmados, cerca de 2,75% da população mundial, 15% do total casos e 13,8% do total de mortes. A covid-19 já é a principal causa de morte no Brasil em 2020.

Os Estados Unidos registraram mais de 9,2 mil mortes nos últimos dez dias, mais do que o Canadá desde o início da pandemia. Têm mais de 5 milhões de casos confirmados e mais de 163 mil mortes. 

No Texas, o segundo maior estado americano em população, 20 por cento dos testes estão dando positivo. O estado testa 45 mil pessoas por dia. O número de casos em crianças aumentou 90% nas últimas quatro semanas, antes da reabertura das escolas. 

Diante das pressões do presidente Donald Trump pela reabertura das escolas, o principal epidemiologista do país, Dr. Anthony Fauci, defendeu o uso universal de máscaras. Meu comentário:

terça-feira, 28 de julho de 2020

Mortes ficam estáveis mas contágio cresce em 14 estados

O número de mortes pela pandemia do novo coronavírus tem ficado estável no Brasil, mas o contágio está em alta em 14 estados e no Distrito Federal.

Com mais 897 mortes e 38.252 casos novos registrados nesta terça-feira, o total de mortes subiu para 88.634 e o de casos confirmados para quase 2,5 milhões, número a ser atingido nesta quarta-feira. A média de mortes nos últimos sete dias está em 1.005.

No mundo inteiro, o total de casos confirmados se aproxima de 17 milhões, com mais de 660 mil mortes e mais de 10,4 milhões de pacientes recuperados. 

Os Estados Unidos estão perto de 4 milhões e meio de casos confirmados e mais de 150 mil mortes. A situação melhorou na Califórnia, no Texas e na Flórida, os estados mais populosos do país, e no Arizona, mas o contágio aumenta em 22 dos 50 estados americanos.

A Índia se aproxima de um milhão e meio de casos, depois de identificar 500 mil casos novos em 15 dias. O total de mortes na Índia é de pouco mais de 34 mil.

A Europa teme uma segunda onda de contaminação. Na Alemanha, um dos modelos no combate à covid-19, houve mais de 3 mil casos novos em uma semana, principalmente no estado da Baviera. O governo alemão desaconselhou viagens a três regiões da Espanha: Aragão, Catalunha e Navarra. 

O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, advertiu a população a respeitar as regras de distanciamento para evitar uma segunda onda.

A África do Sul, quinto país com o maior número de casos no mundo e o maior número de mortes na África, estima em dois anos o prazo para recuperação econômica da pandemia, que deve atingir o pico em agosto.

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) adverte que 10 mil crianças morrem de fome por dia por causa da pandemia. Meu comentário:

sexta-feira, 10 de julho de 2020

Pandemia tem recorde de 223 mil casos novos num dia

A pandemia do novo coronavírus bate um novo recorde mundial de casos novos em 24 horas. Foram 223.640 na quinta-feira. O recorde de mortes é 8.487, atingido em 17 de abril.

Depois do aumento da contaminação, o número de mortes pela doença do coronavírus de 2019 volta a subir nos Estados Unidos. Foram 471 num dia no início do mês, 948 na quarta-feira, mais de 800 na quinta-feira e pelo menos 830 na sexta-feira. Ainda está bem abaixo do pico de 2.200 em abril, mas a tendência de alta é evidente. 

Com mais de 64 mil casos novos num dia, os Estados Unidos têm hoje mais de 3,28 milhões de casos e mais de 136 mil mortos. A Flórida registrou mais de 11 mil casos novos. Nos hospitais da região metropolitana de Miami, mais de 90% dos leitos de unidades de terapia intensiva estão ocupados.

Segundo país em número absoluto de casos e de mortes, o Brasil registrou mais 1.270 mortes e 45.235 casos novos em 24 horas, totalizando 70.524 mortes e mais de 1,8 milhões de casos confirmados.

Israel bateu um novo recorde negativo com 1.500 casos novos num dia. O país, antes citado como exemplo, vê a contaminação aumentar desde que reabriu a economia, em maio. Tem mais de 36 mil casos e 351 mortes.

Mais de 90 por cento dos economistas ouvidos pelo jornal The Wall Street Journal, porta-voz do centro financeiro de Nova York, entendem que a recuperação da economia depende do controle da covid-19. 

Os analistas preveem uma queda em ritmo de 31,9% ao ano no produto interno bruto dos Estados Unidos no segundo trimestre e uma recuperação de 15,2% ao ano no terceiro trimestre se o coronavírus for contido.

Os preços do petróleo voltaram ao patamar de 40 dólares, R$ 213, por barril de 159 litros.

A onça de 31 gramas de ouro chegou US$ 1.829, cerca de R$ 9.730. Com a busca de aplicações seguras pelos investidores, pode bater o recorde histórico de US$ 1.888,70, quase R$ 10,5 mil. Meu comentário:

terça-feira, 16 de junho de 2020

China amplia estado de emergência na capital para combater surto da covid-19

A China amplia o estado de emergência na capital. As autoridades acreditam que têm apenas três dias para controlar o novo surto que surgiu no mercado atacadista de Xinfadi, o maior de Beijim. 

Pelo menos 137 pessoas foram infectadas e algumas saíram da cidade. Uma mulher infectada em Beijim e foi para Chengdu, capital da província de Sichuã. Todos os mercados públicos da capital chinesa estão sendo examinados, noticiou o jornal South China Morning Post, de Hong Kong. 

Todos os bairros situados em distritos considerados de médio e alto riscos foram submetidos a um confinamento rigoroso. Os moradores são obrigados a ficar em casa e a fazer exames para ver se estão contaminados. 

Todas as escolas primárias e secundárias passam para educação à distância. As universidades e os locais de entretenimento serão fechados. Os táxis e carros de aluguel foram proibidos de deixar Beijim. 

As atividades produtivas não foram suspensas, mas o governo está incentivando o trabalho em casa. Oito casos importados do exterior foram identificados nas províncias de Xangai, Cantão, Liaoning e na Mongólia Interior. Xangai, a maior cidade chinesa, entrou em estado de alerta. Os 87 mercados públicos da cidade foram examinados.

No mundo inteiro, o total de casos passou de 8 milhões 264 mil, com mais de 446 mil mortes e 4 milhões 321 mil pacientes curados. Mais de 54 mil pessoas, 2 por cento dos casos em tratamento, estão em situação crítica. 

Os Estados Unidos têm mais casos confirmados, 2 milhões 208 mil e 400 e 119 mil mortes, 40 por cento em lares para idosos. O vice-presidente Mike Pence atribui o aumento do número de casos novos ao maior número de testes, mas o Dr. Anthony Fauci, principal epidemiologista da força-tarefa da Casa Branca, alerta que a situação pode sair de controle.

Com mais de 37 mil novos casos, o Brasil passou de 900 mil casos confirmados. Houve mais Mil 338 mortes, elevando o total para 45 mil 456 mortes. Oito mil 318 pessoas estão em estado crítico e 477 mil pacientes foram curados.

Na Alemanha, um dos primeiros países europeus a reativar a economia, o índice de infecção passou de 1. Cada 10 pessoas contaminadas transmitiram o vírus para 12, acelerando a propagação da doença. As vendas do comércio no Brasil tiveram a maior queda da história em abril.

As vendas do varejo nos Estados Unidos subiram 17,7 por cento em maio, a maior alta desde que a pesquisa mensal começou, em 1992, depois de uma queda de 14,7 por cento em abril, mas ficaram 6,1 por cento abaixo das vendas de maio do ano passado.

O comércio desabou no Brasil em abril, com queda em todos os setores, com vendas 16,8 por cento menores. No Brasil, só 5 por cento do comércio é via Internet. Mais um milhão de brasileiros perderam o emprego em maio. 

Um levantamento do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas prevê que só a Venezuela terá um resultado pior do que o Brasil na América do Sul no biênio 2020-2021. Meu comentário: 

quarta-feira, 13 de maio de 2020

Trump quer reduzir número de mortos da pandemia

O presidente Donald Trump está pressionando o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) para mudar a contagem dos mortos pela pandemia do novo coronavírus. Por exemplo, quem tinha uma doença cardíaca que o tornou mais vulnerável ao vírus seria considerado morto por problema do coração e não pela covid-19. 

No mundo inteiro, há quase 4,43 milhão casos confirmados, com mais de 298 mil mortes e quase 1,66 milhão de pacientes curados. A América ultrapassou a Europa em número de casos registrados.

Os EUA passaram de 85 mil mortes em 1,34 milhão de casos da doença. O Brasil registrou mais 749 mortes em 24 horas, elevando o total para 13.240 e mais de 190 mil casos confirmados. Como só testou 735 mil pessoas entre 210 milhões de habitantes, a subnotificação pode ser enorme.

O Brasil superou a França e agora é o sexto país em número de casos confirmados, atrás dos EUA, da Espanha, da Rússia, do Reino Unido e da Itália. Em número de mortos, o Brasil é o sexto, atrás dos EUA, do Reino Unido, da Itália, da Espanha e da França. 

Até a primeira semana de agosto, o Brasil pode ter 90 mil mortes, de acordo com projeção da Universidade de Washington, de Seattle, nos EUA. 

O presidente Jair Bolsonaro voltou a desautorizar o ministro da Saúde, Nélson Teich, e a insistir no uso da cloroquina desde o início da doença, contrariando as pesquisas científicas que consideram o remédio ineficiente e uma alternativa apenas como último recurso, em casos graves, quando o paciente não reagir a outros tratamentos. Meu comentário:

terça-feira, 12 de maio de 2020

Menos isolamento pode levar a 147 mil mortes nos EUA até 4 de agosto

Uma nova projeção da Universidade de Washington prevê 147 mil mortes nos Estados Unidos até 4 de agosto por causa do “aumento explosivo da mobilidade” com a suspensão de medidas de confinamento. 

Cerca de 54% dos americanos criticam a resposta do governo Donald Trump e 52% temem que o pior esteja por vir, indica uma pesquisa da rede de televisão americana CNN. 

Em depoimento à distância ao Congresso dos Estados Unidos, o Dr. Anthony Fauci, principal epidemiologista da força-tarefa da Casa Branca, adverte que o risco ainda é enorme, que reabrir a economia cedo demais pode gerar uma nova onda de contaminação e que não se deve pressupor que o vírus não ataca crianças.

No mundo inteiro, o total de casos está perto de 4,340 milhões, com 292.808 mortes e 1,602 milhão pacientes curados. 

Os Estados Unidos têm mais de 1,408 milhão de casos. Com 1.571 mortes em 24 horas, o total nos Estados Unidos passou de 83.400 mortes. 

No Brasil, foram mais 881 mortes num dia, elevando o total para 12.404 óbitos, e 9.258 novos casos. O total de casos confirmados chega a 177.602, superando a Alemanha, onde 7.738 pessoas morreram. Meu comentário:

quarta-feira, 22 de abril de 2020

Pandemia do novo coronavírus não será controlada tão cedo

O presidente Donald Trump espera que o problema passe no outono no Hemisfério Norte, mas o principal epidemiologista da força-tarefa da Casa Branca, doutor Anthony Fauci, o desmentiu imediatamente. A covid-19 não será controlada tão cedo. 

Trump demitiu o diretor da Autoridade Biomédica Avançada de Pesquisa e Desenvolvimento do Departamento da Saúde, a principal agência federal americana que tenta criar uma vacina contra o coronavírus. Rick Bright divulgou relatório que questionou a eficácia da hidroxicloroquina no combate à pandemia. 

Na visão do epidemiologista Michael Osterholm, da Universidade de Minnesota, o novo coronavírus deve continuar em grande atividade durante um ano e meio. Como a economia não poderá ficar parada tanto tempo, será necessário criar uma capacidade de detectar rapidamente a emergência de novas ondas de contaminação e atacar cada foco.

Para reabrir a economia, a Califórnia, o estado mais rico e mais populoso dos Estados Unidos está ampliando os testes incluir pessoas sem qualquer sintoma da doença. 

O governador Gavin Newson imagina que talvez os restaurantes tenham de reabrir com menos mesas, garçons de luvas e máscara, e cardápio descartável em papel ou enviado para o telefone celular do freguês.

No mundo, mais de 2,637 milhões de casos confirmados, quase 184 mil mortes e 717 mil pacientes curados na pandemia do novo coronavírus, 6,98 por cento. 

Os EUA têm quase 847 mil casos e mais de 47,5 mil mortes, sendo 2.219 em 24 horas, letalidade de 5,61 por cento. 

Hoje saiu a notícia de que a primeira morte por covid-19 nos EUA foi em 6 de fevereiro em Santa Clara, na Califórnia, semanas antes do que se pensava até agora. 

A testagem era tão pouca nos EUA em fevereiro que o primeiro caso de transmissão interna foi identificado em 26 de fevereiro e a primeira morte em 29 de fevereiro. Meu comentário:

domingo, 29 de março de 2020

Médico da força-tarefa dos EUA prevê 100 mil mortes no país

O presidente Donald Trump prorrogou até 30 da abril as medidas de contenção adotadas nos Estados Unidos depois que o Dr. Anthony Fauci, diretor do Instituto de Alergias e Doenças Infecciosas, previu que 100 mil pessoas podem morrer no país da pandemia do novo coronavírus. Na pior das hipóteses, admitiu Trump, seriam 2,2 milhões de mortes. Esses números alarmantes fizeram o presidente americano mudar de posição.

Hoje o total de casos da doença do novo coronavírus chegou a 723.328 casos, com 33.997 mortes e 151.991 pacientes curados, com mortalidade de 4,7% sem levar em conta os casos assintomáticos.

Os EUA têm o maior número de casos, 143.025, e 2.485 mortos, uma letalidade de 1,73%. Trump prometera reabrir lojas e igrejas até o Domingo de Páscoa, 15 de abril.

Agora, talvez lembrando que o presidente George W. Bush declarou "missão cumprida" no Iraque em 1º de maio de 2003 e o país não está em paz até hoje, Trump preferiu não declarar a vitória antes da hora e ser obrigado a voltar atrás e retomar a luta contra o coronavírus.

A Itália tem o maior número de casos depois dos EUA, 97.689, e o maior número de mortes: 10.779. Pelo segundo dia seguido, o número de mortes por dia baixou, para 756. O índice de mortalidade é o maior: 11,03%. O Ministério do Interior vai prorrogar o confinamento obrigatório além do prazo atual, 3 de abril.

A China, onde a pandemia começou, com o primeiro caso em 17 de novembro, tem 82.152 casos e hoje passou de 3,3 mil mortes, chegando a 3.304, mas o governo afirma que não há novos casos de transmissão interna. A taxa de letalidade é de 4,02%

Quarta em número de casos, 80.110, a Espanha é a segunda em número de mortes, logo atrás da Itália, com 6.803, mas teve o maior número de mortos hoje, 838. A letalidade está em 8,5%. O primeiro-ministro socialista Pedro Sánchez ordenou a paralisação de todas as atividades não essenciais por duas semanas.

Aqui no Brasil, são 4.256 casos e 136 mortes. Hoje o presidente Jair Bolsonaro voltou a se misturar com populares, desta vez na cidade de Ceilândia nos arredores de Brasília. O Twitter tirou da rede dois tuítes do presidente por "violar as regras" da empresa.

As redes sociais estão retirando do ar notícias falsas sobre a pandemia, num sinal de que podem fazer o mesmo, se quiserem, com propaganda política mentirosa.