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sexta-feira, 31 de julho de 2026

Hoje na História do Mundo: 31 de julho

 MORRE FUNDADOR DA ORDEM DOS JESUÍTAS

    Em 1556, morre em Roma, na Itália, Inácio de Loyola, fundador da Companhia de Jesus, a ordem dos jesuítas, que congrega missionários e educadores, dentro da Contrarreforma, a reação da Igreja Católica Apostólica Romana à Reforma Protestante, e tem papel fundamental na colonização da América Latina.

Inácio nasce no castelo da família Loyola em 1491. Treinado como cavaleiro, é ferido nas duas pernas durante o cerco de Pamplona pela França em maio de 1521. Durante a convalescença, lê a Bíblia e histórias de santos. Decide então levar uma vida austera como os santos católicos.

Em 1522, Inácio de Loyola peregrina a Montserrat, onde há uma escultura da Virgem Maria e do Menino Jesus supostamente esculpida por São Lucas. No ano seguinte, vive como um mendigo e reza sete horas por dia. Em 1523, vai a Jerusalém.

De volta à Espanha, em 1524, decida-se aos estudos em Barcelona e na Universidade de Alcalá para preparar sua missão espiritual. O movimento jesuíta nasce em 1534, quando Inácio de Loyola e seguidores fazem votos de pobreza e castidade, e fazem planos para ir a Jerusalém converter os muçulmanos.

Como as guerras do Império Otomano tornam inviável a missão em Jerusalém, eles vão a Roma e pedem permissão ao papa para criar uma ordem religiosa. Em setembro de 1540, o papa Paulo III aprova o projeto. Quando o fundador morre, a ordem tem mais de mil padres.

A Igreja Católica canoniza Santo Inácio de Loyola em 1622. Durante a onda nacionalista do século 18, vários países proíbem a atuação da Companhia de Jesus, inclusive Portugal, em 1579, por ordem do então primeiro-ministro, o Marquês do Pombal.

Sob pressão da Dinastia de Bourbon, o papa Clemente XVI extingue a ordem dos jesuítas em 1773. Em 1814, o papa Pio VII reabilita os jesuítas.

FIM DA SEGUNDA GUERRA ANGLO-HOLANDESA

    Em 1667, o Tratado de Breda acaba com a Segunda Guerra Anglo-Holandesa (1665-67) e transfere o controle da Nova Holanda para a Inglaterra, que a transforma em Nova Jérsei e Nova York.

O acordo de paz é assinado entre a Inglaterra, de um lado, e a Holanda, a França e a Dinamarca, do outro. A Holanda tem vantagem na guerra, travada sobretudo no mar. É forçada a negociar a paz quando a França de Luís XIV, o Rei Sol, invade os Países Baixos Espanhóis, hoje Bélgica e Luxemburgo, na Guerra da Devolução (1667-68).

Sob pressão da Holanda, a Inglaterra muda as leis de navegação para permitir que navios holandeses transportem produtos ingleses no Rio Reno e incorporar vários aspectos das regras holandesas de comércio, inclusive o conceito de contrabando.

A posição dominante da Holanda no comércio internacional não é abalada. Os ingleses não conseguem conquistar parte do comércio de especiarias (cravo, canela, noz moscada e pimenta do reino). Mas recebem a Nova Holanda (Nova Jérsei e Nova York) e retomam da França as ilhas de Antigua, Montserrat e São Cristóvão, no Mar do Caribe. 

A Holanda fica com a Guiana Holandesa e as Índias Orientais Holandesas (hoje Indonésia). A França mantém a Guiana Francesa e retoma da Inglaterra a região da Acádia, que incluía o que hoje são as províncias canadenses do Quebec, da Nova Escócia, da Nova Brunswick, a ilha Príncipe Eduardo e parte do estado do Maine, hoje território dos Estados Unidos.

FURACÕES AFUNDAM GALÕES CHEIOS DE OURO 

    Em 1715, um furacão arrasa a costa da Flórida e afunda onze galeões da Frota da Prata da Espanha carregados de tesouros da América.

Cerca de mil pessoas morrem. O ouro e a prata só são recuperados 250 anos mais tarde.

Desde a descoberta de metais preciosos na América, a Espanha manda ao Novo Mundo navios fortificados para resistir à pirataria, mas eles pouco podem fazer contra as tempestades.

A frota espanhola zarpa de Cuba sete dias antes. Quando está na costa da Flórida, entre Cabo Canaveral e Forte Pierce, o furacão ganha força e destrói 11 dos 12 navios.

FIDEL TRANSFERE PODERES AO IRMÃO

    Em 2006, o ditador cubano Fidel Castro sofre uma hemorragia intestinal, vai para o hospital e transfere os poderes a seu irmão, o vice-presidente Raúl Castro.


Fidel deixa oficialmente a Presidência em 24 de fevereiro de 2008 e a liderança do Partido Comunista em 19 de abril de 2011, cinco anos e meio antes de morrer, em 25 de novembro de 2016.

Fidel é um jovem advogado quando assalta o Quartel Moncada, em Santiago de Cuba, em 26 de julho de 1952. Preso, ao se defender, pronuncia uma frase histórica: "A história me absolverá."

Anistiado, ele foge para o México e volta com um grupo de rebeldes que inicia uma guerrilha na Sierra Maestra que marcha até Havana e toma o poder em 1º de janeiro de 1959. Fidel implanta o regime comunista e fica no poder por cinco décadas. Ao sair, diz que não pode se apegar a cargos.

ASSASSINADO LÍDER DO HAMAS

    Em 2024, o dirigente máximo do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), Ismail Haniya, morre atentado em Teerã, onde era hóspede oficial da República Islâmica do Irã para assistir à posse do presidente Masoud Pezeshkian. O regime fundamentalista iraniano acusa Israel, que está em guerra com o Hamas desde o ataque terrorista do grupo em 7 de outubro de 2023.

Em 24 horas, Israel ataca dois líderes de grupos do chamado Eixo da Resistência apoiados, financiados e armados pelo Irã. Fuad Chukr é descrito pelas Forças Armadas israelenses o como "principal comandante militar" da milícia fundamentalista xiita libanesa Hesbolá (Partido de Deus). Morre em bombardeio no bairro de Dahiya, um reduto do Hesbolá no Sul de Beirute. Ao que tudo indica, Israel também mata o líder supremo do Hamas na capital do Irã, mas não assume a autoria.

Desde o ataque terrorista de 7 de outubro de 2023, Israel jura de morte e mata os principais líderes do Hamas: Haniya, o líder máximo; Mohamed Deif, o comandante militar do grupo, morto em bombardeio na Faixa de Gaza; e Yahya Sinwar, o líder do Hamas em Gaza, considerado o principal responsável pelo 7 de outubro, também em Gaza.

Os três líderes do Hamas tinham ordem de prisão do Tribunal Penal Internacional (TPI) por crimes de guerra. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e o então ministro da Defesa de Israel, Yoav Gallant, ainda têm, pelo mesmo motivo.

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quinta-feira, 31 de julho de 2025

Hoje na História do Mundo: 31 de julho

MORRE FUNDADOR DA ORDEM DOS JESUÍTAS

    Em 1556, morre em Roma, na Itália, Inácio de Loyola, fundador da Companhia de Jesus, a ordem dos jesuítas, que congrega missionários e educadores, dentro da Contrarreforma, a reação da Igreja Católica Apostólica Romana à Reforma Protestante, e tem papel fundamental na colonização da América Latina.

Inácio nasce no castelo da família Loyola em 1491. Treinado como cavaleiro, é ferido nas duas pernas durante o cerco de Pamplona pela França em maio de 1521. Durante a convalescença, lê a Bíblia e histórias de santos. Decide então levar uma vida austera como os santos católicos.

Em 1522, Inácio de Loyola peregrina a Montserrat, onde há uma escultura da Virgem Maria e do Menino Jesus supostamente esculpida por São Lucas. No ano seguinte, vive como um mendigo e reza sete horas por dia. Em 1523, vai a Jerusalém.

De volta à Espanha, em 1524, decida-se aos estudos em Barcelona e na Universidade de Alcalá para preparar sua missão espiritual. O movimento jesuíta nasce em 1534, quando Inácio de Loyola e seguidores fazem votos de pobreza e castidade, e fazem planos para ir a Jerusalém converter os muçulmanos.

Como as guerras do Império Otomano tornam inviável a missão em Jerusalém, eles vão a Roma e pedem permissão ao papa para criar uma ordem religiosa. Em setembro de 1540, o papa Paulo III aprova o projeto. Quando o fundador morre, a ordem tem mais de mil padres.

A Igreja Católica canoniza Santo Inácio de Loyola em 1622. Durante a onda nacionalista do século 18, vários países proíbem a atuação da Companhia de Jesus, inclusive Portugal, em 1579, por ordem do então primeiro-ministro, o Marquês do Pombal.

Sob pressão da Dinastia de Bourbon, o papa Clemente XVI extingue a ordem dos jesuítas em 1773. Em 1814, o papa Pio VII reabilita os jesuítas.

FIM DA SEGUNDA GUERRA ANGLO-HOLANDESA

    Em 1667, o Tratado de Breda acaba com a Segunda Guerra Anglo-Holandesa (1665-67) e transfere o controle da Nova Holanda para a Inglaterra, que a transforma em Nova Jérsei e Nova York.

O acordo de paz é assinado entre a Inglaterra, de um lado, e a Holanda, a França e a Dinamarca, do outro. A Holanda tem vantagem na guerra, travada sobretudo no mar. É forçada a negociar a paz quando a França de Luís XIV, o Rei Sol, invade os Países Baixos Espanhóis, hoje Bélgica e Luxemburgo, na Guerra da Devolução (1667-68).

Sob pressão da Holanda, a Inglaterra muda as leis de navegação para permitir que navios holandeses transportem produtos ingleses no Rio Reno e incorporar vários aspectos das regras holandesas de comércio, inclusive o conceito de contrabando.

A posição dominante da Holanda no comércio internacional não é abalada. Os ingleses não conseguem conquistar parte do comércio de especiarias (cravo, canela, noz moscada e pimenta do reino). Mas recebem a Nova Holanda (Nova Jérsei e Nova York) e retomam da França as ilhas de Antigua, Montserrat e São Cristóvão, no Mar do Caribe. 

A Holanda fica com a Guiana Holandesa e as Índias Orientais Holandesas (hoje Indonésia). A França mantém a Guiana Francesa e retoma da Inglaterra a região da Acádia, que incluía o que hoje são as províncias canadenses do Quebec, da Nova Escócia, da Nova Brunswick, a ilha Príncipe Eduardo e parte do estado do Maine, hoje território dos Estados Unidos.

FURACÕES AFUNDAM GALÕES CHEIOS DE OURO 

    Em 1715, um furacão arrasa a costa da Flórida e afunda onze galeões da Frota da Prata da Espanha carregados de tesouros da América.

Cerca de mil pessoas morrem. O ouro e a prata só são recuperados 250 anos mais tarde.

Desde a descoberta de metais preciosos na América, a Espanha manda ao Novo Mundo navios fortificados para resistir à pirataria, mas eles pouco podem fazer contra as tempestades.

A frota espanhola zarpa de Cuba sete dias antes. Quando está na costa da Flórida, entre Cabo Canaveral e Forte Pierce, o furacão ganha força e destrói 11 dos 12 navios.

FIDEL TRANSFERE PODERES AO IRMÃO

    Em 2006, o ditador cubano Fidel Castro sofre uma hemorragia intestinal, vai para o hospital e transfere os poderes a seu irmão, o vice-presidente Raúl Castro.


Fidel deixa oficialmente a Presidência em 24 de fevereiro de 2008 e a liderança do Partido Comunista em 19 de abril de 2011, cinco anos e meio antes de morrer, em 25 de novembro de 2016.

Fidel é um jovem advogado quando assalta o Quartel Moncada, em Santiago de Cuba, em 26 de julho de 1952. Preso, ao se defender, pronuncia uma frase histórica: "A história me absolverá."

Anistiado, ele foge para o México e volta com um grupo de rebeldes que inicia uma guerrilha na Sierra Maestra que marcha até Havana e toma o poder em 1º de janeiro de 1959. Fidel implanta o regime comunista e fica no poder por cinco décadas.

ASSASSINADO LÍDER DO HAMAS

    Em 2024, o dirigente máximo do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), Ismail Haniya, morre atentado em Teerã, onde era hóspede oficial da República Islâmica do Irã para assistir à posse do presidente Masoud Pezeshkian. O regime fundamentalista iraniano acusa Israel, que está em guerra com o Hamas desde o ataque terrorista do grupo em 7 de outubro de 2023.

Em 24 horas, Israel ataca dois líderes de grupos do chamado Eixo da Resistência apoiados, financiados e armados pelo Irã. Fuad Chukr é descrito pelas Forças Armadas israelenses o como "principal comandante militar" da milícia fundamentalista xiita libanesa Hesbolá (Partido de Deus). Morre em bombardeio no bairro de Dahiya, um reduto do Hesbolá no Sul de Beirute. Ao que tudo indica, Israel também o líder supremo do Hamas na capital do Irã, mas não assume a autoria.

Desde o ataque terrorista de 7 de outubro de 2023, Israel jura de morte e mata os principais líderes do Hamas: Haniya, o líder máximo; Mohamed Deif, o comandante militar do grupo, morto em bombardeio na Faixa de Gaza; e Yahya Sinwar, o líder do Hamas em Gaza, considerado o principal responsável pelo 7 de outubro, também em Gaza.

Os três líderes do Hamas tinham ordem de prisão do Tribunal Penal Internacional (TPI) por crimes de guerra. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e o então ministro da Defesa de Israel, Yoav Gallant, ainda têm, pelo mesmo motivo.

quarta-feira, 31 de julho de 2024

Hoje na História do Mundo: 31 de julho

MORRE FUNDADOR DA ORDEM DOS JESUÍTAS

    Em 1556, morre em Roma, na Itália, Inácio de Loyola, fundador da Companhia de Jesus, a ordem dos jesuítas, que congrega missionários e educadores, dentro da Contrarreforma, a reação da Igreja Católica Apostólica Romana à Reforma Protestante, e tem papel fundamental na colonização da América Latina.

Inácio nasce no castelo da família Loyola em 1491. Treinado como cavaleiro, é ferido nas duas pernas durante o cerco de Pamplona pela França em maio de 1521. Durante a convalescença, lê a Bíblia e histórias de santos. Decide então levar uma vida austera como os santos católicos.

Em 1522, Inácio de Loyola peregrina a Montserrat, onde há uma escultura da Virgem Maria e do Menino Jesus supostamente esculpida por São Lucas. No ano seguinte, vive como um mendigo e reza sete horas por dia. Em 1523, vai a Jerusalém.

De volta à Espanha, em 1524, decida-se aos estudos em Barcelona e na Universidade de Alcalá para preparar sua missão espiritual. O movimento jesuíta nasce em 1534, quando Inácio de Loyola e seguidores fazem votos de pobreza e castidade, e fazem planos para ir a Jerusalém converter os muçulmanos.

Como as guerras do Império Otomano tornam inviável a missão em Jerusalém, eles vão a Roma e pedem permissão ao papa para criar uma ordem religiosa. Em setembro de 1540, o papa Paulo III aprova o projeto. Quando o fundador morre, a ordem tem mais de mil padres.

A Igreja Católica canoniza Santo Inácio de Loyola em 1622. Durante a onda nacionalista do século 18, vários países proíbem a atuação da Companhia de Jesus, inclusive Portugal, em 1579, por ordem do então primeiro-ministro, o Marquês do Pombal.

Sob pressão da Dinastia de Bourbon, o papa Clemente XVI extingue a ordem dos jesuítas em 1773. Em 1814, o papa Pio VII reabilita os jesuítas.

FIM DA SEGUNDA GUERRA ANGLO-HOLANDESA

    Em 1667, o Tratado de Breda acaba com a Segunda Guerra Anglo-Holandesa (1665-67) e transfere o controle da Nova Holanda para a Inglaterra, que a transforma em Nova Jérsei e Nova York.

O acordo de paz é assinado entre a Inglaterra, de um lado, e a Holanda, a França e a Dinamarca, do outro. A Holanda tem vantagem na guerra, travada sobretudo no mar. É forçada a negociar a paz quando a França de Luís XIV, o Rei Sol, invade os Países Baixos Espanhóis, hoje Bélgica e Luxemburgo, na Guerra da Devolução (1667-68).

Sob pressão da Holanda, a Inglaterra muda das leis de navegação para permitir que navios holandeses transportem produtos ingleses no Rio Reno e incorporar vários aspectos das regras holandesas de comércio, inclusive o conceito de contrabando.

A posição dominante da Holanda no comércio internacional não é abalada. Os ingleses não conseguem conquistar parte do comércio de especiarias (cravo, canela, noz moscada e pimenta do reino). Mas recebem a Nova Holanda (Nova Jérsei e Nova York) e retomam da França as ilhas do Mar do Caribe de Antigua, Montserrat e São Cristóvão. 

A Holanda fica com a Guiana Holandesa e as Índias Orientais Holandesas (hoje Indonésia). A França mantém a Guiana Francesa e retoma da Inglaterra a região da Acádia, que incluía o que hoje são as províncias canadenses do Quebec, da Nova Escócia, da Nova Brunswick, a ilha Príncipe Eduardo e parte do estado do Maine, hoje território dos Estados Unidos.

FURACÕES AFUNDAM GALÕES CHEIOS DE OURO 

    Em 1715, um furacão arrasa a costa da Flórida e afunda onze galeões espanhóis carregados de tesouros da América, a Frota da Prata da Espanha.

Cerca de mil pessoas morrem. O ouro e a prata só são recuperados 250 anos mais tarde.

Desde a descoberta de metais preciosos na América, a Espanha manda ao Novo Mundo navios fortificados para resistir à pirataria, mas eles pouco podem fazer contra as tempestades.

A frota espanhola zarpa de Cuba sete dias antes. Quando está na costa da Flórida, entre Cabo Canaveral e Forte Pierce, o furacão ganha força e destrói 11 dos 12 navios.

FIDEL TRANSFERE PODERES AO IRMÃO

    Em 2006, o ditador cubano Fidel Castro sofre uma hemorragia intestinal, vai para o hospital e transfere os poderes a seu irmão,  o vice-presidente Raúl Castro.


Fidel deixa oficialmente a Presidência em 24 de fevereiro de 2008 e a liderança do Partido Comunista em 19 de abril de 2011, cinco anos e meio antes de morrer, em 25 de novembro de 2016.

Fidel é um jovem advogado quando assalta o Quartel Moncada, em Santiago de Cuba, em 26 de julho de 1952. Preso, ao se defender, pronuncia uma frase histórica: "A história me absolverá."

Anistiado, ele foge para o México e volta com um grupo de rebeldes que inicia uma guerrilha na Sierra Maestra que marcha até Havana e toma o poder em 1º de janeiro de 1959. Fidel implanta o regime comunista e fica no poder por cinco décadas. 

segunda-feira, 31 de julho de 2023

Hoje na História do Mundo: 31 de julho

 MORRE FUNDADOR DA ORDEM DOS JESUÍTAS

    Em 1556, morre em Roma, na Itália, Inácio de Loyola, fundador da Companhia de Jesus, a ordem dos jesuítas, que congrega missionários e educadores, dentro da Contrarreforma, a reação da Igreja Católica Apostólica Romana à Reforma Protestante, e tem papel fundamental na colonização da América Latina.

Inácio nasce no castelo da família Loyola em 1491. Treinado como cavaleiro, é ferido nas duas pernas durante o cerco de Pamplona pela França em maio de 1521. Durante a convalescença, lê a Bíblia e histórias de santos. Decide então levar uma vida austera como os santos católicos.

Em 1522, Inácio de Loyola peregrina a Montserrat, onde há uma escultura da Virgem Maria e do Menino Jesus supostamente esculpida por São Lucas. No ano seguinte, vive como um mendigo e reza sete horas por dia. Em 1523, vai a Jerusalém.

De volta à Espanha, em 1524, decida-se aos estudos em Barcelona e na Universidade de Alcalá para preparar sua missão espiritual. O movimento jesuíta nasce em 1534, quando Inácio de Loyola e seguidores fazem votos de pobreza e castidade, e fazem planos para ir a Jerusalém converter os muçulmanos.

Como as guerras do Império Otomano tornam inviável a missão em Jerusalém, eles vão a Roma e pedem permissão ao papa para criar uma ordem religiosa. Em setembro de 1540, o papa Paulo III aprova o projeto. Quando o fundador morre, a ordem tem mais de mil padres.

A Igreja Católica canoniza Santo Inácio de Loyola em 1622. Durante a onda nacionalista do século 18, vários países proíbem a atuação da Companhia de Jesus, inclusive Portugal, em 1579, por ordem do então primeiro-ministro, o Marquês do Pombal.

Sob pressão da Dinastia de Bourbon, o papa Clemente XVI extingue a ordem dos jesuítas em 1773. Em 1814, o papa Pio VII reabilita os jesuítas.

FURACÕES AFUNDAM GALÕES CHEIOS DE OURO 

    Em 1715, um furacão arrasa a costa da Flórida e afunda onze galeões espanhóis carregados de tesouros da América, a Frota da Prata da Espanha.

Cerca de mil pessoas morrem. O ouro e a prata só são recuperados 250 anos mais tarde.

Desde a descoberta de metais preciosos na América, a Espanha manda ao Novo Mundo navios fortificados para resistir à pirataria, mas eles pouco podem fazer contra as tempestades.

A frota espanhola zarpa de Cuba sete dias antes. Quando está na costa da Flórida, entre Cabo Canaveral e Forte Pierce, o furacão ganha força e destrói 11 dos 12 navios.

FIDEL TRANSFERE PODERES AO IRMÃO

    Em 2006, o ditador cubano Fidel Castro sofre uma hemorragia intestinal, vai para o hospital e transfere os poderes a seu irmão,  o vice-presidente Raúl Castro.


Fidel deixa oficialmente a Presidência em 24 de fevereiro de 2008 e a liderança do Partido Comunista em 19 de abril de 2011, cinco anos e meio antes de morrer, em 25 de novembro de 2016.

Fidel é um jovem advogado quando assalta o Quartel Moncada, em Santiago de Cuba, em 26 de julho de 1952. Preso, ao se defender, pronuncia uma frase histórica: "A história me absolverá."

Anistiado, ele foge para o México e volta com um grupo de rebeldes que inicia uma guerrilha na Sierra Maestra que marcha até Havana e toma o poder em 1º de janeiro de 1959. Fidel implanta o regime comunista e fica no poder por cinco décadas.

terça-feira, 28 de julho de 2020

Mortes ficam estáveis mas contágio cresce em 14 estados

O número de mortes pela pandemia do novo coronavírus tem ficado estável no Brasil, mas o contágio está em alta em 14 estados e no Distrito Federal.

Com mais 897 mortes e 38.252 casos novos registrados nesta terça-feira, o total de mortes subiu para 88.634 e o de casos confirmados para quase 2,5 milhões, número a ser atingido nesta quarta-feira. A média de mortes nos últimos sete dias está em 1.005.

No mundo inteiro, o total de casos confirmados se aproxima de 17 milhões, com mais de 660 mil mortes e mais de 10,4 milhões de pacientes recuperados. 

Os Estados Unidos estão perto de 4 milhões e meio de casos confirmados e mais de 150 mil mortes. A situação melhorou na Califórnia, no Texas e na Flórida, os estados mais populosos do país, e no Arizona, mas o contágio aumenta em 22 dos 50 estados americanos.

A Índia se aproxima de um milhão e meio de casos, depois de identificar 500 mil casos novos em 15 dias. O total de mortes na Índia é de pouco mais de 34 mil.

A Europa teme uma segunda onda de contaminação. Na Alemanha, um dos modelos no combate à covid-19, houve mais de 3 mil casos novos em uma semana, principalmente no estado da Baviera. O governo alemão desaconselhou viagens a três regiões da Espanha: Aragão, Catalunha e Navarra. 

O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, advertiu a população a respeitar as regras de distanciamento para evitar uma segunda onda.

A África do Sul, quinto país com o maior número de casos no mundo e o maior número de mortes na África, estima em dois anos o prazo para recuperação econômica da pandemia, que deve atingir o pico em agosto.

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) adverte que 10 mil crianças morrem de fome por dia por causa da pandemia. Meu comentário:

sexta-feira, 10 de julho de 2020

Pandemia tem recorde de 223 mil casos novos num dia

A pandemia do novo coronavírus bate um novo recorde mundial de casos novos em 24 horas. Foram 223.640 na quinta-feira. O recorde de mortes é 8.487, atingido em 17 de abril.

Depois do aumento da contaminação, o número de mortes pela doença do coronavírus de 2019 volta a subir nos Estados Unidos. Foram 471 num dia no início do mês, 948 na quarta-feira, mais de 800 na quinta-feira e pelo menos 830 na sexta-feira. Ainda está bem abaixo do pico de 2.200 em abril, mas a tendência de alta é evidente. 

Com mais de 64 mil casos novos num dia, os Estados Unidos têm hoje mais de 3,28 milhões de casos e mais de 136 mil mortos. A Flórida registrou mais de 11 mil casos novos. Nos hospitais da região metropolitana de Miami, mais de 90% dos leitos de unidades de terapia intensiva estão ocupados.

Segundo país em número absoluto de casos e de mortes, o Brasil registrou mais 1.270 mortes e 45.235 casos novos em 24 horas, totalizando 70.524 mortes e mais de 1,8 milhões de casos confirmados.

Israel bateu um novo recorde negativo com 1.500 casos novos num dia. O país, antes citado como exemplo, vê a contaminação aumentar desde que reabriu a economia, em maio. Tem mais de 36 mil casos e 351 mortes.

Mais de 90 por cento dos economistas ouvidos pelo jornal The Wall Street Journal, porta-voz do centro financeiro de Nova York, entendem que a recuperação da economia depende do controle da covid-19. 

Os analistas preveem uma queda em ritmo de 31,9% ao ano no produto interno bruto dos Estados Unidos no segundo trimestre e uma recuperação de 15,2% ao ano no terceiro trimestre se o coronavírus for contido.

Os preços do petróleo voltaram ao patamar de 40 dólares, R$ 213, por barril de 159 litros.

A onça de 31 gramas de ouro chegou US$ 1.829, cerca de R$ 9.730. Com a busca de aplicações seguras pelos investidores, pode bater o recorde histórico de US$ 1.888,70, quase R$ 10,5 mil. Meu comentário:

quinta-feira, 28 de novembro de 2019

Etiópia reduz burocracia para atrair investimentos em mineração

O governo da Etiópia prometeu reduzir barreiras protecionistas para atrair investimentos estrangeiros para o setor de mineração. É mais uma medida liberalizante do presidente Abiy Ahmed, ganhador do Prêmio Nobel da Paz deste ano por acabar com a guerra com a Eritreia.

Embora não se conheçam os detalhes da proposta, faz parte de uma ampla política de liberalização e abertura de vários setores da economia ao capital estrangeiro. A mineração é o último setor de uma abertura que começou por telecomunicações, logística e finanças.

A Etiópia, um dos países que mais cresceram no mundo nos últimos anos, têm grandes jazidas de ouro e outros metais preciosos, mas barreiras tarifárias e a incerteza política afastaram possíveis investimentos de grande empresas transnacionais.

Com a abertura política, a libertação de presos de consciência e a legalização de partidos e movimentos antes clandestinos, aumentaram as pressões separatistas de minorias étnicas, como é comum na África. Abiy Ahmed precisa fortalecer a economia e aumentar o bem-estar social para consolidar o poder.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Maduro vende ouro e intimida família de Guaidó

Sob crescente pressão internacional, o ditador Nicolás Maduro pretende vender em fevereiro 29 toneladas de ouro das reservas da Venezuela para os Emirados Árabes Unido, sendo nos próximos dias. As temidas Forças de Ações Especiais (Faes) do regime chavista foram até a casa do autoproclamado presidente interino, Juan Guaidó, e intimidaram sua família.

Diante da queda na produção e na receita do petróleo, o Banco Central da Venezuela (BCV) pretende vender nos próximos dias 15 toneladas de ouro a serem pagas em moeda em euros, noticiou a agência Reuters, citada pelo jornal peruano La República. O transporte até Dubai será feito por um avião da Rússia.

"Durante este ano, as vendas das reservas em ouro que sustentam o bolívar começaram com um envio de 3 toneladas em 26 de janeiro. Ao todo, o plano é vender 29 t até o fim de fevereiro", declarou um alto funcionário que preferiu não se identificar.

"As vendas dos lingotes são quase a única alternativa que tem o governo Nicolás Maduro para ter liquidez, diante do bloqueio de acesso à renda do petróleo e de quase todas as opções de financiamento internacional por causa das sanções impostas pelos EUA", acrescentou a mesma fonte.

Em novembro, a Venezuela tinha 132 t de ouro no BCV e no Banco da Inglaterra. O governo Donald Trump advertiu a países, empresas, bancos e operadores que evitem negociar o ouro com Maduro.

Na segunda-feira, os EUA, maior importador do petróleo venezuelano, anunciaram que o dinheiro de futuros negócios será depositado em contas bancárias bloqueadas para a ditadura de Maduro, que só poderiam ser utilizadas pelo governo Guaidó.

Como presidente da Assembleia Nacional, Guaidó assumiu interinamente a Presidência alegando que o cargo estava vago por causa da reeleição fraudulenta de Maduro e da ilegitimidade de seu segundo mandato, iniciado em 10 de janeiro.

O líder oposicionista denunciou nesta quinta-feira que uma tropa de elite da ditadura madurista cercou sua casa e intimidou sua família: "A Faes está em minha casa perguntando por Fabiana [sua mulher]. Neste momento, a ditadura crê que vai nos amedrontar", afirmou Guaidó ao sair da Universidade de Caracas, a maior da Venezuela, onde apresentou seu plano de governo.

"Em minha casa, está meu bebê, de apenas um ano e oito meses. Vou lá e os faço responsáveis pelo que possa suceder a minha família. Convido o corpo diplomático e nossos deputados a que nos acompanhem", declarou.

A casa foi abordada por agentes que andavam em duas motocicletas e numa caminhonete sem placas, método usado regularmente pela ditadura comunista cubana para prender, sequestrar e intimidar dissidente. Agentes cubanos organização a segurança do regime chavista.

Pouco depois, moradores da vizinhança cercaram a casa para garantir a segurança de Guaidó. Já em casa, o presidente interino falou ao lado da mulher e da filha. "O objetivo é evidente, mas não vão conseguir dobrar uma família venezuelana. Assim como não puderam intimidar a cidadania, não vão conseguir intimidar esta família."

O governo Trump ameaçou o "usurpador" Maduro de "sérias consequências" se algo acontecer ao presidente interino. Na terça-feira, o Tribunal Supremo de Justiça, subserviente à ditadura, congelou os bens de Guaidó e o proibiu de sair da Venezuela.

Ao apresentar seu plano de governo, o presidente da Assembleia Nacional convidou a China e a Rússia, as grandes potências que sustentam Maduro política e financeiramente, a negociar.

sábado, 8 de dezembro de 2018

Rússia vai investir US$ 6 bilhões em petróleo e minas na Venezuela, diz Maduro

Sob pressão de uma crise econômica sem precedentes, que empobrece e arruína a Venezuela, o ditador Nicolás Maduro anunciou ontem que a Rússia vai investir US$ 6 bilhões para aumentar a produção de petróleo e na mineração.

Maduro chegou a Moscou em 5 de dezembro em busca de ajuda e esteve com o ditador Vladimir Putin. Um investimento de US$ 5 bilhões deve ser feito através de uma associação já existente da companhia estatal Petróleos de Venezuela (PdVSA) com a empresa russa Rosneft. O resto seria aplicado na mineração de ouro e diamantes.

Com a queda na produção de petróleo no desgoverno de Maduro, a mineração é uma alternativa para manter as redes de patronagem que sustentam o falido regime chavista. Os Estados Unidos proibiram empresas sujeitas à sua jurisdição de investir na Venezuela. As companhias russas que tenham negócios com empresas americanas ou operem em dólares estão sujeitas a sanções.

Desde o ano passado, a produção de petróleo da Venezuela, que tem as maiores reservas mundiais, caiu pela metade. Em setembro, estava em 1,4 milhão de barris por dia. Sem recursos, a ditadura venezuelana recorre à mineração e a transações ilícitas para obter moedas fortes e tentar se manter no poder a qualquer custo até que um golpe militar de dentro do regime derrube Maduro.

A Rússia não confirmou. Em declarações ao jornal inglês Financial Times, funcionários da Rosneft duvidaram da veracidade das informações, mas Putin enviou aviões e navios de guerra com capacidade nuclear para participar de manobras militares conjuntas com a Venezuela.

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Venezuela troca com o Citi reservas em ouro por US$ 1 bilhão

Sem dólares para movimentar sua economia, apesar de ter uma das maiores jazidas mundiais de petróleo, a Venezuela fez um acordo com o banco americano Citibank para trocar parte de suas reservas em ouro por US$ 1 bilhão, revelou ontem o jornal inglês Financial Times.

O acordo alivia temporariamente o governo socialista de Nicolás Maduro, que enfrenta a maior inflação do mundo, de 80% ao ano, podendo chegar a 150% até o fim do ano; escassez permanente de medicamentos e produtos básicos como leite, carne, farinha de trigo e papel higiênico; e ainda perdeu receita com a queda pela metade nos preços do petróleo nos últimos dez meses.

A Venezuela prometeu trocar 1,4 milhão de onças troy (31,1 gramas), o equivalente a 3,5 mil barras ou 43,54 toneladas de ouro, por US$ 1 bilhão em dinheiro, sobre o qual vai pagar juros.

Aos preços de hoje, esta quantidade de ouro vale quase US$ 1,7 bilhão. O negócio uma grande margem de segurança ao banco caso o preço do ouro caia no mercado internacional. O ouro baixou 36% depois de chegar ao pico em 2011, mas subiu 1,8% em 2015. A onça troy está em cerca de US$ 1,2 mil.

Por causa do caos econômico instaurado pelo "socialismo do século 21" do falecido caudilho Hugo Chávez, a economia venezuelana deve recuar até 7% em 2015. Com a queda na arrecadação, o governo Maduro está imprimindo bolívares para financiar um déficit orçamentário de 20% do produto interno bruto. O resultado é a inflação projetada para chegar a 150% ao ano.

Com as reservas em moedas fortes em US$ 19 bilhões em abril, o menor nível em 11 anos, depois de vender US$ 1 trilhão em petróleo desde a ascensão de Chávez ao poder em 1999, só restou à Venezuela recorrer às reservas em ouro. São cerca de 377 toneladas.

Em seu duelo infantil com os Estados Unidos, Chávez prometeu livrar a Venezuela da "ditadura do dólar". Orientou o banco central a vender dólares e comprar ouro. Há quatro anos, com medo de processos pela desapropriação da empresas estrangeiras, levou a maior parte do ouro depositado no exterior para o país.

Agora, seu sucessor troca o ouro porque a Venezuela precisa de dólares que nunca deveriam faltar por causa das exportações de petróleo. Hoje em dia, nada na Venezuela funciona como num país normal. A última novidade é uma redução da jornada de trabalho dos funcionários públicos de oito para cinco horas por dia para economizar energia num dos maiores produtores mundiais de petróleo.

domingo, 30 de novembro de 2014

Suíços votam não em três referendos

Os eleitores da Suíça rejeitaram três propostas submetidas a referendo neste domingo, 30 de novembro de 2014. Por 74%, foram contra limitar o número de imigrantes a 0,2% da população do país.

Em outra consulta popular, 77% descartaram um plano para manter 20% das reservas da Suíça em ouro. Isso obrigaria o banco central do país a comprar grandes quantidades de ouro, elevando o preço internacional.

Por 59%, o eleitorado suíço derrotou uma iniciativa para acabar com isenções de impostos para estrangeiros, uma das atrações do centro financeiro do país.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Ouro atinge novo recorde

Depois da declaração do presidente do banco central dos Estados Unidos, Ben Bernanke, de que não vai haver aumento nas taxas básicas de juros a curto prazo, a onça de 31,1 gramas de ouro subiu mais US$ 13,60 hoje, atingindo o preço recorde de US$ 1.527,50.

O Comitê de Mercado Aberto da Reserva Federal (Fed) decidiu hoje manter a taxa no seu recorde histórico de baixa, entre zero e 0,25% ao ano. Também vai continuar com seu programa de compra de títulos públicos, no valor total de US$ 600 bilhões, para aumentar a quantidade de dólares em circulação.

Isso desvaloriza a moeda americana, causando protestos de países como a China e o Brasil, onde o ministro Guido Mantega acusa os EUA de promoverem uma "guerra cambial".

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Ouro bate recorde pelo sétimo dia seguido

A cotação da onça de 31,1 gramas de ouro bateu novo recorde hoje, pelo sétimo dia útil consecutivo, chegando a US$ 1.518,20, enquanto a onça da prata subiu para US$ 49,80, seu maior valor em 30 anos, noticia o jornal Financial Times.

Os metais preciosos são o último refúgio para investidores chamuscados pelos baixos rendimentos das ou prejuízos com ações, a desvalorização do dólar, a inflação na China, o terremoto no Japão e a ameaça de rebaixamento da nota de crédito da dívida pública dos Estados Unidos.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Ouro bate recorde pelo quinto dia seguido

A cotação da onça troy (31,1 gramas) estava em US$ 1.502,10 no início da tarde de hoje na Bolsa Mercantil de Londres depois de chegar a US$ 1.508,75.

No fechamento de ontem, em Nova York, o ouro ficou em US$ 1.498,15.

Com o baixo crescimento das grandes economias, terremoto, maremoto e acidente nuclear no Japão, inflação na China, crise das dívidas públicas dos países ricos e o dólar na menor cotação em dois anos e meio, os metais preciosos são um dos poucos refúgios seguros para os investidores aplicarem seu dinheiro.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Ouro bate novo recorde

Com terremoto, maremoto e acidente nuclear no Japão, inflação na China, crise das dívidas públicas da Eurozona, dólar em queda e dívida dos Estados Unidos com perspectativa negativa, os metais preciosos são mais uma vez o refúgio dos investidores: o ouro bateu novo recorde hoje e a prata atingiu a cotação mais alta em 31 anos.

Depois de chegar a US$ 1,5 mil por onça troy, de 31,1 gramas, o ouro terminou o dia cotado em US$ 1.495,20, com alta de US$ 2,30 em relação a ontem.

A prata chegou ontem à sua maior cotação desde 1980: US$ 42,94. Subiu um pouco mais hoje, para US$ 43,98.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Ben Ali fugiu levando ouro da Tunísia

O ditador Zine al-Abidine Ben Ali fugiu da Tunísia na sexta-feira passada roubando 1,5 tonelada de ouro do Tesouro Nacional, acusa o jornal francês Le Monde.

Diante da persistência das manifestações de protesto, que exigem a formação de um novo governo sem o partido de Ben Ali, a Reunião Constitucional Democrática, hoje três ministros ligados aos sindicatos pediram demissão dos cargos, que não chegaram a ocupar.

A situação é tensa e indefinida.

sábado, 19 de setembro de 2009

FMI vai vender parte das reservas em ouro

O Fundo Monetário Internacional vai vender um oitavo de suas reservas em ouro - cerca de 403,3 toneladas - para financiar um novo programa de ajuda a países pobres.

terça-feira, 1 de abril de 2008

Bolsa de Nova Iorque perdeu 7,8% no trimestre

A reação favorável dos investidores ao novo plano de regulamentação do mercado financeiro anunciado pelo secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Henry Paulson, provocou uma pequena alta na Bolsa de Valores de Nova Iorque. Mas o Índice Dow Jones, que mede o desempenho das 30 principais ações terminou o primeiro trimestre do ano em queda de 7,8%.

O barril de petróleo caiu US$ 4,01 para US$ 101,61, com a trégua no Iraque e a reabertura do oleoduto atacado na semana passada pela milícia xiita conhecida como Exército Mehdi.

Com uma queda de US$ 14,70, a onça do ouro ficou em US$ 921,80, mas teve alta de 10,4% no trimestre.

segunda-feira, 17 de março de 2008

Petróleo bate novo recorde a US$ 111,42

O barril de petróleo bateu novo recorde hoje. Está sendo negociado na Ásia a US$ 111,42.

A explicação é a queda do dólar, acentuada pelo último corte de juros anunciado domingo pelo banco central dos Estados Unidos.

O ouro também bate novo recorde.

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Caçadores de tesouro encontram ouro de Hitler

O caçador de tesouros Christian Hanisch acredita ter encontrado o ouro roubado pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, inclusive o Salão de Âmbar, removido de um palácio próximo a Leningrado, hoje São Petersburgo, durante a Segunda Guerra Mundial.

As escavações estão sendo feitas em Deutschneudorf, na Alemanha, perto da fronteira com a República Tcheca. Hanisch encontrou algumas peças que provavelmente eram do Salão de Âmbar, doado por Frederico Guilherme da Prússia e Pedro, o Grande, da Rússia.

Ao todo, acredita-se que o ditador nazista Adolf Hitler escondeu duas toneladas de ouro na região.