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domingo, 30 de novembro de 2014

Suíços votam não em três referendos

Os eleitores da Suíça rejeitaram três propostas submetidas a referendo neste domingo, 30 de novembro de 2014. Por 74%, foram contra limitar o número de imigrantes a 0,2% da população do país.

Em outra consulta popular, 77% descartaram um plano para manter 20% das reservas da Suíça em ouro. Isso obrigaria o banco central do país a comprar grandes quantidades de ouro, elevando o preço internacional.

Por 59%, o eleitorado suíço derrotou uma iniciativa para acabar com isenções de impostos para estrangeiros, uma das atrações do centro financeiro do país.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Dois estados americanos rejeitam propostas contra o aborto

Apesar da vitória do conservadorismo e do Partido Republicano nas eleições de 4 de novembro de 2014 nos Estados Unidos, dois estados rejeitaram em referendos duas propostas que reconheceriam os fetos como seres vivos para criminalizar o aborto.

No Colorado, por 63% a 37%, os eleitores rejeitaram a Emenda nº 67, que equiparava fetos a crianças no Código Penal estadual.

Em Dakota do Norte, um estado ainda mais conservador, por 64% a 36%, foi derrotado um projeto de emenda à Constituição Estadual para incluir esta frase: "O direito inalienável de todo ser humano à vida em todos os estágios de desenvolvimento deve ser reconhecido e protegido."

Se perderam para os conservadores as eleições para o Senado e a Câmara, os liberais ganharam alguns referendos, como os que legalizaram a maconha nos estados do Alasca e do Oregon, e no Distrito de Colúmbia, onde fica a capital dos EUA.

Republicanos serão maioria no Senado dos EUA

Com 52 senadores, o Partido Republicano conquistou nas eleições de 4 de novembro de 2014 a maioria nas duas casas do Congresso dos Estados Unidos. Já tinha e manteve a maioria na Câmara dos Representantes.

Agora, a oposição terá ainda mais força para infernizar a vida do presidente Barack Obama nos dois anos de governo que lhe restam. Vai tentar, por exemplo, acabar ou pelo menos tirar recursos da lei aprovada para dar cobertura de saúde para todos, protegendo os 45 milhões que não tinham seguro-saúde.

Ao mesmo tempo, a oposição republicana terá de apresentar uma agenda mais propositiva. Se ficar apenas bloqueando os projetos do presidente, como fez nos últimos quatro anos, desde que retomou a maioria na Câmara, poderá perder a Casa Branca de novo em 2016, na eleição que realmente interessa.

Apesar da recuperação da economia, com os EUA crescendo mais do que os outros países ricos, e da queda do desemprego de 10% para 5,9%, o Partido Democrata sofre uma grande derrota. Mas a ex-secretária de Estado e ex-primeira-dama Hillary Clinton desponta como favorita em 2016.

Os estados do Oregon e do Alasca, e o Distrito de Colúmbia, onde fica a capital, Washington, aprovaram a legalização da maconha para uso recreativo. Na Flórida, um referendo sobre o uso medicinal da droga precisava de 60% de aprovação; obteve 58%.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Berlusconi sofre derrotas esmagadoras

O primeiro-ministro Silvio Berlusconi foi totalmente derrotado em referendos que acabaram revogando quatro leis da Itália. Mais de 90% dos eleitores que foram às urnas votaram contra o governo.

Na primeira questão, 96% repudiaram uma lei que privatiza os serviços públicos, inclusive o abastecimento de água, que é um monopólio natural.

Mais de 96% foram contra a lei que garantirias às empresas lucro compatível com o custo do serviço, autorizando-as a cobrar taxas e tarifas.

Quase 95% negaram ao governo o direito de decidir instalar usinas nucleares no país em caráter de urgência. Berlusconi queria construir mais quatro usinas, mas o projeto se tornou politicamente inviável depois do acidente nuclear de Fukushima, no Japão.

Por último, 95% rejeitaram a norma conhecida como "legítimo impedimento", que permitia a políticos justificar a ausência a audiências na Justiça com a desculpa de ter compromissos institucionais. Essa lei beneficiava diretamente Berlusconi, envolvidos em escândalos sexuais e de corrupção.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Morales vence mas oposicionistas também

O presidente Evo Morales foi reconfirmado no cargo com 63% dos votos no referendo revogatório realizado domingo, 10 de agosto de 2008, na Bolívia. Mas os quatro governadores dos departamentos que aprovaram autonomia administrativa - Beni, Pando, Santa Cruz e Tarija - também receberam o apoio da maioria dos seus eleitorados.

Rubén Costas, de Santa Cruz, teria entre 66% de votos favoráveis; Ernesto Suárez, de Beni, teve 61,2% de aprovação; Leopoldo Fernández, de Pando, 56,3%; e Mario Cossío, de Tarija, 64,5%.

Todos fizeram discursos duros reafirmando a intenção de liderar governos departamentais autônomos com base nas vitórias em referendos realizados nos meses de maio e junho.

O governo central não reconhece a legimitidade destas consultas populares e convocou o referendo revogatório para se fortalecer politicamente. Mas a oposição também se fortaleceu.

Agora é hora de negociar. É essa a capacidade que mais tem feito falta até agora a Morales como líder democraticamente eleito e agora reeleito pela ampla maioria dos bolivianos.