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sábado, 2 de agosto de 2025

Trump aceita falar com Lula mas o diálogo é difícil

Pela primeira vez desde que anunciou um tarifaço de 50% sobre importações do Brasil, a maior alíquota de sua guerra comercial, o presidente Donald Trump admitiu ontem estar disposto a conversar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. É um diálogo difícil porque Trump exige o fim do processo contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Os Estados Unidos anunciaram há dois dias as tarifas que serão impostas a partir de 7 de agosto pela guerra comercial de Trump aos países que não fecharam acordos. Até agora, só fizeram acordos países que dependem de Washington para segurança e defesa. É um sinal de que essas negociações nunca são só sobre comércio para equilibrar a balança comercial norte-americanas.

Há tarifas punitivas. É o caso do Brasil, que tem déficit comercial com os EUA. O país conseguiu isenção do tarifaço para 694 produtos, mais de 40% das exportações para os EUA, que serão taxados em 10%, a alíquota anunciada em 2 de abril. Ficaram de fora desta isenção itens importantes da pauta de exportações como carne e café. O governo brasileiro vai continuar negociando a questão comercial, mas rejeita a interferência política.

Trump parece determinado a apostar na eleição no próximo ano de um presidente brasileiro que seja seu aliado e afaste o Brasil da China numa nova guerra entre os EUA e a China.

quarta-feira, 30 de julho de 2025

POR QUE SOU CONTRA A ANISTIA?

A História da República no Brasil registra uma longa série de golpes de Estado de iniciativa de militares. Os militares aumentam a participação na política com a Guerra do Paraguai (1864-70). A própria Proclamação da República foi um golpe do marechal Deodoro. O golpe do presidente Getúlio Vargas impõe a ditadura do Estado Novo (1937-45) e o golpe militar de 1964 uma ditadura de 21 anos.

Trinta e sete anos depois da redemocratização do país, depois de perder a eleição de 2022, o então presidente Jair Bolsonaro, de acordo com a denúncia do procurador-geral da República, liderou uma conspiração golpista para anular o resultado que prevista o assassinato de altas autoridades. Pela primeira vez, há uma chance concreta de punição dos golpistas. As sentenças devem sair em setembro.

Basta de impunidade!

terça-feira, 1 de abril de 2025

Condenação de Le Pen é exemplo para Brasil e EUA

A líder da extrema direita na França, Marine Le Pen, foi condenada ontem a quatro anos de prisão, sendo dois em regime fechado, multa de 100 mil euros e cinco anos de inelegibilidade por desviar 4,4 milhões de euros de fundos do Parlamento Europeu para usar na política francesa. Outros 21 membros da seu partido, a Reunião ou Reagrupamento Nacional (RN), também foram punidos.

Em entrevista à televisão francesa TF1, Marine Le Pen protestou, alegando que foi um "julgamento político" típico de regime autoritários para afastá-la da eleição presidencial de 2027. No momento, ela lidera as pesquisas. Ela pode recorrer, mas a pena de inelegibilidade é de cumprimento imediato. 

O Tribunal de Recursos de Paris prometeu tomar uma decisão no verão de 2026, bem antes da eleição. Se perder, como último recurso, Le Pen pode apelar ao Tribunal Constitucional com o argumento de que a decisão viola os direitos do eleitorado francês.

Vários líderes de extrema direita, entre eles o primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, o bilionário sul-africano-norte-americano Elon Musk, o homem mais rico do mundo, e o porta-voz do Kremlin, Dimitri Peskov, criticaram a sentença.

Le Pen adotou a mesma postura do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em vez de apresentar argumentos de defesa, atacou a Justiça. A França dá um exemplo ao Brasil e aos EUA de como tratar esses extremistas num momento de ascensão do neofascismo em escala global.

sexta-feira, 31 de março de 2023

Trump é o primeiro ex-presidente dos EUA processado criminalmente

 Um júri de Nova York aceitou nesta quarta-feira uma denúncia do promotor distrital de Manhattan e abriu um processo-crime contra Donald Trump. Será a primeira vez que um presidente ou ex-presidente dos Estados Unidos terá de sentar no banco dos réus. Na terça-feira, ele vai saber, no tribunal, que há 30 acusações contra ele de fraudar registros e documentos empresariais, noticiou a TV norte-america CNN.

Trump proclama inocência e se diz vítima de uma perseguição política, mas é alvo de vários outros inquéritos, como seu discípulo Jair Bolsonaro, que voltou ontem ao Brasil depois de ficar três meses na Flórida e também enfrenta uma série de investigações criminais.

Sob pressão das ruas, da oposição, dos militares e do setor de alta tecnologia, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu deu uma pausa na reforma judiciária. Mas prometeu a seus aliados de ultradireita recolocar o projeto em votação depois de 30 de abril e criar uma Guarda Nacional de 2 mil homens a ser comandada pelo ministro da Segurança Pública, Itamar Ben-Gvir, um supremacista judaico que quer expulsar os árabes de Israel.

A Rússia volta atrás e anuncia que vai avisar os EUA sobre testes nucleares, mas prende e acusa um jornalista norte-americano de origem soviética de espionagem, o que não acontecia desde a Guerra Fria.

Com a aprovação da Turquia, a Finlândia já pode entrar para a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), a aliança militar liderada pelos EUA. Será o país da OTAN com a mais longa fronteira com a Rússia, 1,3 mil km.

A presidente de Taiwan, Tsai Ing Wen, faz uma visita não oficial aos EUA, onde afirma que, como a Ucrânia, Taiwan luta pela democracia. O regime comunista chinês condenou a visita.

Ao recusar o convite para participar da segunda conferência de cúpula virtual sobre a democracia organizada pelo presidente Joe Biden e não assinar o documento final, o governo Luiz Inácio Lula da Silva fica ao lado da Rússia e da China na Guerra da Ucrânia. O Brasil não concordou com a exigência de uma retirada total, imediata e incondicional das forças russas do território ucraniano. Meu boletim:

terça-feira, 20 de setembro de 2022

Bolsonaro apresenta mais um festival de mentiras na ONU

Depois de fazer comício em Londres durante os funerais da rainha Elizabeth II, desrespeitando o luto oficial no Reino Unido, o presidente Jair Bolsonaro levou hoje sua campanha eleitoral para a Assembleia-Geral das Nações Unidas, onde desfiou uma série de mentiras sobre a realidade brasileira. 
De início, declarou que falava com “a autoridade de um governo que, durante a pandemia da covid-19, não poupou esforços para salvar vidas e preservar empregos”, ignorando que sabotou medidas científicas defendidas por dois médicos que nomeou para ministro da Saúde, apostou em tratamentos inúteis, demorou a comprar vacinas, desprezou a melhor vacina e não se solidarizou com as famílias dos 685 mil mortes. 

Entre 228 países e territórios, o Brasil teve a 19ª pior taxa de mortalidade. Ian Bremmer, presidente do Eurasia Group, uma das maiores consultorias políticas do mundo, considerou Bolsonaro o pior governante do mundo na pandemia.

Leia mais em Quarentena News.

quinta-feira, 9 de junho de 2022

Bolsonaro viaja para Cúpula das Américas fracassada

O presidente Jair Bolsonaro chega hoje a Los Angeles para participar da 9ª Conferência de Cúpula das Américas, fracassada de antemão. Vai encontrar cartazes e manifestantes perguntando onde estão o jornalista britânico Dom Phillips e o indigenista Bruno Araújo Pereira, desaparecidos na Amazônia e provavelmente mortos. 

Com a popularidade em baixa por causa da inflação em alta e a expectativa de derrota do Partido Democrata nas eleições parlamentares de meio de mandato em novembro, o presidente Joe Biden quer apresentar os Estados Unidos como líder do continente e campeão da democracia, apesar do histórico de intervenções militares e apoio a ditaduras na América Latina, onde a China é uma investidora e parceira comercial cada vez mais importante.

Por causa do boicote de vários países, os EUA precisaram do Brasil para tentar salvar a conferência. Leia mais em Quarentena News.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2022

Viagem aprofunda isolamento internacional de Bolsonaro

Delírio nas redes bolsonaristas: “Bolsonaro evitou a Terceira Guerra Mundial.” 

Seria uma piada, se não estivesse em jogo uma guerra prestes a explodir entre Rússia e Ucrânia. Ontem, houve 30 violações do cessar-fogo. Na média, eram três por dia na guerra entre o governo ucraniano e rebeldes apoiados pela Rússia no Leste da Ucrânia. 

Em realidade, a viagem feita sob medida para captar imagens para apresentar o presidente Jair Bolsonaro como estadista na campanha aprofundou ainda mais o isolamento internacional do presidente e de sua antipolítica externa. É uma resposta à viagem do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que foi recebido como estadista na Espanha, na França, na Alemanha e no Parlamento Europeu. 

Quem vai a Moscou hoje, como o presidente da França, Emmanuel Macron, e os primeiros-ministros da Alemanha, Olaf Scholz, e do Reino Unido, Boris Johnson, faz um apelo ao ditador Vladimir Putin pela paz na Europa. 

Bolsonaro manifestou solidariedade à Rússia. É uma grande potência que ameaça um vizinho muito menor que prometeu proteger quando a Ucrânia abriu mão de sua parte do arsenal nuclear da União Soviética, em 1994.

Leia mais em Quarentena News. 

sexta-feira, 17 de dezembro de 2021

STF dá 48 horas para governo definir como vacinar crianças

 O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu 48 horas ao governo federal para esclarecer como vai incluir as crianças de 5 a 11 anos no Plano Nacional de Imunização contra a doença do coronavírus de 2019 antes do reinício das aulas, agora que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a aplicação da vacina de Pfizer-BioNTech nesta faixa etária.

A Anvisa reagiu duramente à ameaça do presidente Jair Bolsonaro de divulgar os nomes do corpo técnico do órgão regulador que aprovaram a vacinação de crianças. A Univisa, a associação dos funcionários da agência descreveram a fala do presidente nas redes sociais como uma "incitação dos cidadãos, método abertamente fascista cujos resultados podem ser trágicos e violentos."

Os técnicos da agência passaram a sofrer ameaças de mortes. Acusam Bolsonaro de "ativismo político violento".

Em nota, a Anvisa "repudia qualquer ameaça, explícita ou velada, que venha constranger, intimidar ou comprometer o livre exercício das atividades regulatórias e o sustento de nossas vidas e famílias: o nosso trabalho, que é proteger a vida dos cidadãos."

Sem dados de cinco estados por causa de um ataque cibernético ao Ministério da Saúde,  Brasil notificou mais 126 mortes e 4.222 casos novos de covid-19. Cinco estados - Acre, Amapá, Ceará, Roraima e Sergipe - não registraram morte.

O Brasil soma agora 22.207.358 casos confirmados e 617.647 vidas perdidas na pandemia. A média diária de mortes dos últimos sete dias caiu 33% em duas semanas para 131. A média diária de casos novos dos últimos sete dias recuou 60% em duas semanas para 3.505. Ambas apresentam forte tendência de baixa.

Com a variante ômicron e o surto da gripe causada pelo vírus H3N2, os infectologistas aconselham que as festas de fim de ano sejam feitas em grupos pequenos e locais arejados, com distanciamento e uso de máscaras, a serem removidas apenas na hora de comer e de beber.

No mundo, já são 273.668.314 casos confirmados e 5.344.177 mortes na pandemia. Mais de 245,5 milhões de pacientes se recuperaram, cerca de 22,8 milhões enfrentam casos leves ou médios e 89.133 estão em estado grave.

Os Estados Unidos registraram mais 170.678 casos e 2.099 mortes nesta sexta-feira. A média diária de casos novos dos últimos sete dias cresceu 20% em duas semanas para 125.480. A média diária de mortes dos últimos sete dias subiu 15% em duas semanas para 1.291. O país tem o maior número de casos confirmados (50.706.733) e de mortes (802.823).

Mais de 8,63 bilhões de doses de vacinas foram aplicadas até agora no mundo. Mais de 4,46 bilhões de pessoas,  57,17% da população mundial, tomaram ao menos uma dose de vacina, mas só 7,6% nos países pobres. Cerca de 48% da humanidade completaram a vacinação.

A China lidera a imunização com mais de 2,65 bilhões de doses aplicadas, seguida pela Índia (1,36 bilhão) e a União Europeia. Nos EUA, 240,8 milhões tomaram a primeira dose, 203,5 milhões (61,11% da população norte-americana) completaram a vacinação e 59,4 milhões receberam a dose de reforço.

O Brasil deu a primeira dose a 160,55 milhões de pessoas, mais de 141,3 milhões (66,25% da população brasileira) e 22,6 milhões tomaram a dose de reforço, num total de quase 324,5 milhões de doses aplicadas.

terça-feira, 7 de dezembro de 2021

Bolsonaro rejeita passaporte de vacina para entrar no Brasil

 Depois que o presidente Jair Bolsonaro rejeitou a proposta da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de exigir passaporte da vacina para entrar no país, o governo anunciou hoje que pessoas não vacinadas contra o coronavírus de 2019 terão de fazer cinco dias de quarentena, mas não explicou como pretende fiscalizar a medida.

O Brasil registrou nesta quarta-feira mais 278 mortes e 10.303 diagnósticos positivos de covid-19, elevando o total para 22.156.307 casos confirmados e 616.067 vidas perdidas na pandemia. A média diária de mortes dos últimos sete dias caiu 14% em duas semanas para 188. A média diária de casos novos baixou 5% em duas semanas para 9.016.

No mundo, já são 267.208.556 casos confirmados e 5.272.430 mortes. Mais de 240,5 milhões de pacientes se recuperaram, cerca de 21,2 milhões enfrentam casos suaves ou médios e 87.945 estão em estado grave. A média diária de casos novos está em 602.742, com alta de 7% em duas semanas. A média diária de mortes recuou 1% em duas semanas para 7.496.

Os Estados Unidos notificaram mais 115.487 casos e 1.727 mortes na quarta-feira. A média diária de casos novos dos últimos sete dias subiu 26% em duas semanas para 119.194. A média diária de mortes cresceu 12% para 1.292. O país tem o maior número de casos confirmados (49.389.503) e de mortes (791.514) na pandemia.

A Índia registrou mais 8.439 casos e 195 mortes em 24 horas. É o país com o segundo maior número de casos confirmados (34.656.822) e o terceiro em mortes (473.952), depois dos EUA e do Brasil.

Mais de 8,24 bilhões de doses de vacinas foram aplicadas até agora no mundo; 55,6% da população mundial tomaram ao menos uma dose, mas só 6,3% nos países pobres. Cerca de 43% da humanidade completaram a vacinação.

A China lidera a imunização, com 2,57 bilhões de doses aplicadas e 79,2% plenamente vacinados, seguida pela Índia (1,28 bilhão e 35% totalmente vacinados) e a União Europeia (67,6%). Nos EUA, 236,4 milhões tomaram a primeira dose, 199,7 milhões (60% da população norte-americana) completaram a vacinação e 49,1 milhões receberam a dose de reforço, num total de 485,2 milhões de doses aplicadas.

O Brasil deu a primeira dose a 159,76 milhões de pessoas, 137,6 milhões (64,52% da população brasileira) completaram a vacinação e 18,75 milhões tomaram a dose de reforço, num total de mais de 316,1 milhões de doses aplicadas. Meu comentário:

sexta-feira, 3 de dezembro de 2021

STF abre inquérito sobre mentira de Bolsonaro associando vacina à aids

 O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, abriu inquérito para investigar notícias falsas divulgadas pelo presidente Jair Bolsonaro associando as vacinas contra a doença do coronavírus de 2019 a um risco maior de contrair a síndrome de deficiência imunológica adquirida durante transmissão ao vivo pela Internet.

Em outubro, Bolsonaro citou documentos falsos atribuídos ao governo do Reino Unido para desacreditar as vacinas criminosamente. As redes sociais removeram as gravações da Internet. O YouTube suspendeu a conta do presidente por uma semana.

Desde a conclusão da Comissão Parlamentar de Inquérito do Senado sobre a pandemia, que indiciou Bolsonaro por sete crimes, o procurador-geral da República, Augusto Aras, notório aliado do presidente, abriu seis investigações preliminares, mas nenhum inquérito, com a nítida intenção de arquivar tudo.

Mais 229 mortes e 10.464 diagnósticos positivos de covid-19 foram notificados nesta sexta-feira no Brasil. O país soma agora 22.127.828 casos confirmados e 615.454 vidas perdidas na pandemia. A média diária de mortes dos últimos sete dias subiu 6% em duas semanas para 208. A média diária de casos novos dos últimos sete dias cresceu 5% no mesmo período para 8.777.

No mundo, já são 264.950.926 casos confirmados e 5.243.482 mortes. A Organização Mundial da Saúde (OMS) não registro registro de mortes para variante ômicron. Cerca de 239 milhões de pacientes se recuperaram, 20,6 milhões enfrentam casos suaves ou médios e 86.585 estão em estado grave.Os 

 Os Estados Unidos registraram mais 159.799 casos novos, 11 da variante ômicron, e 1.821 mortes na sexta-feira. A média diária de casos novos dos últimos sete dias aumentou 13% em duas semanas para 104.264. A média diária de mortes dos últimos sete dias caiu 2% em duas semanas para 1.121.

Mais de 8,12 bilhões de doses de vacinas foram aplicadas até agora no mundo; 54,8% da população mundial tomaram ao menos uma dose, mas só 6,2% nos países ricos.

A China aplicou mais de 2,53 bilhões de doses, seguida pela Índia (1,3 bilhão) e a União Europeia (648,8 milhões). Nos EUA, 234,7 milhões tomaram a primeira dose, 198,2 milhões (59,52% da população está norte-americana) completaram a vacinação e 45,2 milhões receberam a dose de reforço.

O Brasil deu a primeira dose a 159,5 milhões de pessoas, cerca de 136,3 milhões (63,9% da população brasileira) completaram a vacinação e 17,5 milhões (8,21%) tomaram a dose de reforço.

terça-feira, 2 de novembro de 2021

Segurança de Bolsonaro trata jornalistas como na ditadura militar

 Cenas de fascismo explícito envergonham o Brasil no exterior

O neofascismo explícito marcou a visita do presidente Jair Bolsonaro à Itália, onde ficou totalmente isolado na conferência de cúpula do Grupo dos Vinte (G-20), que reúne os 19 países mais ricos do mundo e a União Europeia, e se encontrou com líderes da extrema direita italiana. Com agressões a jornalistas que apenas tentavam fazer seu trabalho, lembrou a ditadura militar.

Leia mais em Quarentena News.

segunda-feira, 25 de outubro de 2021

Gigantes da Internet tiram mentiras de Bolsonaro da rede

 O Facebook, o Instagram e o YouTube tiraram da rede mundial de computadores alegações falsas do presidente Jair Bolsonaro de que vacinas contra a doença do coronavírus de 2019 aumentariam o risco de contrair a síndrome de deficiência imunológica adquirida (aids). O YouTube suspendeu a conta por uma semana.

Até aliados de Bolsonaro, como o presidente da Câmara, Arthur Lira, criticaram a fala e políticos da oposição pediram ao Supremo Tribunal Federal (STF) que afaste o presidente das redes sociais. O caso deve ser incluído no relatório final da CPI da Pandemia, a ser votado nesta terça-feira.

Nesta segunda-feira, o Brasil notificou mais 202 mortes e 7.573 casos de covid-19, provavelmente sob o efeito da subnotificação dos fins de semana. Desde o início da pandemia, o país soma 21.734.889 casos confirmados e 605.884 vidas perdidas. 

A média diária de mortes no Brasil recuou 8% em duas semanas para 338, enquanto a média diária de casos novos baixou 7% para 11.921. Depois de 15 dias de queda, ambas apresentam tendência de estabilidade. 

No mundo, já são 244.060.470 casos confirmados e 4.954.582 mortes. Mais de 221,5 milhões de recuperaram e 75.325 estão em estado grave.

Os Estados Unidos registraram mais 93.699 casos e 1.176 mortes na segunda-feira. A média diária de casos novos caiu 22% em duas semanas para 70.291. A média diária de mortes diminuiu 11% em duas semanas para 1.441.

Mais de 6,87 bilhões de doses de vacinas foram aplicadas até agora o mundo; 48,7% da população mundial tomaram ao menos uma dose, mas só 3,1% nos países pobres. Pouco menos de 40% da humanidade estão plenamente vacinados.

A China é o país que mais vacinou, 2,25 bilhões de doses, seguida pela Índia e a União Europeia. Nos EUA, 220,5 milhões tomaram a primeira dose, 190,7 milhões (57,53% da população norte-americana) a vacinação e 14,5 milhões receberam a dose de reforço.

O Brasil deu a primeira dose a mais de 153,3 milhões de pessoas, 111 milhões (52,06% da população brasileira) completaram a vacinação e 6.631.723 tomaram a dose de reforço, num total de mais de 271 milhões de doses aplicadas. Meu comentário:

quarta-feira, 20 de outubro de 2021

Mais de metade dos brasileiros completou a vacinação

 Com contágio, hospitalizações e mortes em queda, o Brasil festejou hoje mais um marco importante na luta contra a doença do coronavírus de 2019: mais de 50% dos brasileiros estão plenamente vacinados. 

A Comissão Parlamentar do Senado sobre a Pandemia apresentou nesta terça-feira o relatório final, que indicia 66 pessoas e duas empresas, principalmente o presidente Jair Bolsonaro por crimes que seriam responsáveis por centenas de milhares de mortes.

O Brasil notificou 401 mortes e 15.729 diagnósticos positivos em 24 horas, chegando a 21.680.272 casos confirmados e 604.303 vidas perdidas na pandemia. 

A média diária de mortes dos últimos sete dias subiu pelo segundo dia seguido, para 380, mas caiu 13% em duas semanas. Há nove dias, está abaixo de 400. A média diária dos últimos sete dias recuou 22% em duas semanas para 11.933.

No mundo, já são 242.132.659 casos confirmados e 4.924.031 mortes. Cerca de 220 milhões de pacientes se recuperaram, grande parte com sintomas de longo prazo, e 76.953 estão em estado grave.

Os Estados Unidos registraram mais 90.970 casos e 2.300 nesta quarta-feira. Têm o maior número de casos confirmados (45.219.067) e de mortes (731.265). A média diária de casos novos dos últimos sete dias caiu 25% em duas semanas para 76.496. A média diária de mortes dos últimos sete dias recuou 15% em duas semanas para 1.532.

A Índia relatou mais 18.454 casos novos e 160 mortes na quarta-feira. O país tem o segundo maior número de casos confirmados (34.127.45) e de mortes (452.811).

Mais de 6,76 bilhões de doses de vacinas foram aplicadas até agora no mundo; 48,1% da população mundial tomaram ao menos uma dose, mas só 2,8% nos países pobres. Mais de um terça da humanidade está plenamente vacinada.

A China lidera a vacinação com 2,24 bilhões de doses. A Índia ultrapassou um bilhão de doses aplicadas. A União Europeia aplicou 579,9 milhões. Nos EUA, 219,4 milhões de pessoas tomaram a primeira dose, 189,7 milhões (57,22% da população norte-americana) completaram a vacinação e 12,4 milhões receberam a dose de reforço, num total de 421,5 milhões de doses. 

O Brasil aplicou a primeira dose em 152,45 milhões de pessoas, 107,4 milhões (50,35% da população brasileira) completaram a vacinação e 5.317.781 tomaram a dose de reforço, num total de mais de 265 milhões de doses aplicadas. Meu comentário:

terça-feira, 21 de setembro de 2021

Taxa de transmissão do coronavírus volta a ficar acima de um no Brasil

 A taxa de transmissão do novo coronavírus no Brasil medida pelo Imperial College de Londres subiu em uma semana de 0,81, a menor no ano, para 1,03, a maior desde junho. Isto significa que, em média, cada 100 contaminados infectam 103 pessoas.

Com 484 mortes e 12.582 diagnósticos positivos notificados nesta terça-feira, o país soma 21.246.954 casos confirmados e 591.518 vidas perdidas na pandemia. A média diária de mortes dos últimos sete dias aumentou 14% em duas semanas para 524. A média diária de casos novos dos últimos sete dias cresceu 88% em duas semanas para 32.745.

No mundo, o contágio e as mortes mantiveram a tendência de queda na semana passada. De 13 a 19 de setembro, foram registrados pouco mais de 3 milhões e 600 mil casos novos e pouco menos de 60 mil mortes. A maior queda nas mortes foi no Sudeste Asiático (27%).

Ao todo, já são 229.599.859 casos confirmados e 4.710.273 mortes no mundo inteiro. Mais de 206,5 milhões de pacientes se recuperaram. A maioria dos hospitalizados apresenta sintomas de longo prazo, a chamada covid longa. Cerca de 18,2 milhões apresentam casos suaves ou médios e 98.414 estão em estado grave. 

Os Estados Unidos registraram mais 132.878 casos e 2.272 mortes nesta terça-feira. Têm o maior número de casos confirmados (42.415.398) e de mortes (678.517). A média diária de casos novos dos últimos sete dias cresceu 4% em duas semanas para 137.297, enquanto a média diária de mortes dos últimos sete dias aumentou 51% em duas semanas para 1.087.

Mais de 5,98 bilhões de doses de vacinas foram aplicadas até agora no mundo; 43,5% da população mundial tomaram ao menos uma dose, mas só 2% dos habitantes nos países pobres. Na abertura dos debates da sessão anual da Assembleia Geral das Nações Unidas, o secretário-geral António Guterres considerou a distribuição de vacinas uma "obscenidade".

A China lidera a vacinação com mais de 2,19 bilhões de doses aplicadas, seguida pela Índia e a União Europeia com mais de 560 milhões. Nos EUA, 212,3 milhões tomaram a primeira dose, 182 milhões (54,9% da população americana) completaram a vacinação e 3,4 milhões receberam a dose de reforço.

O Brasil aplicou a primeira dose em 142,6 milhões de pessoas, mais de 82,3 milhões (38,59% da população brasileira) completaram a vacinação e 380.807 tomaram a dose de reforço, num total de mais de 225,3 milhões de doses aplicadas. 

Depois de dois casos diagnosticados nos EUA, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomenda que toda a comitiva do presidente Jair Bolsonaro que foi à Assembleia Geral das Nações Unidas deve fazer quarentena e ficar em isolamento por 14 dias. Meu comentário:

quinta-feira, 16 de setembro de 2021

Bolsonaro sabota vacinação de adolescentes

 Uma nota técnica mentirosa do Ministério da Saúde desautorizou a vacinação de adolescentes contra a doença do coronavírus de 2019. O ministro Marcelo Queiroga tomou a decisão depois de encontro com o presidente Jair Bolsonaro e foi a uma reunião da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para pressionar o órgão regulador a adotar uma medida sem qualquer base científica. 

Quase 50 países do mundo, entre eles os Estados Unidos, toda a União Europeia, o Reino Unido, Israel, a Argentina, o Uruguai, o Chile e a Colômbia, e vários estados brasileiros começaram a vacinar adolescentes a partir de 12 anos porque aumentou muito a contaminação de menores com a variante delta e a pandemia não será vencida sem imunizar 80% da população.

O governo afirmou que a Organização Mundial da Saúde (OMS) desaconselha a vacinação de jovens de 12 a 15 anos. É mentira. A OMS considera que não é prioridade porque está preocupada com a desigualdade da vacinação e o atraso nos países mais pobres.

Mais 635 mortes e 35.128 diagnósticos positivos foram notificados nessa quinta-feira no Brasil. O país soma 21.067.396 casos confirmados e 589.277 vidas perdidas na pandemia. A média diária de mortes dos últimos sete dias caiu 7% em duas semanas para 582. A média diária de casos novos recuou 28% em duas semanas para 15.558.

No mundo, já são 227.113.468 casos confirmados e 4.671.514 mortes na pandemia. Mais de 204 milhões de pacientes se recuperaram, a maioria dos hospitalizados com sequelas de longo prazo. Cerca de 19,25 milhões enfrentam casos leves ou médios e 100.870 estão em estado grave.

Os Estados Unidos registraram mais 152.359 casos e 3.509 mortes na quinta-feira. Têm o maior número de casos registrados (41.785.979) e de mortes (670.009). A média diária de casos novos dos últimos sete dias caiu 9% em duas semanas para 150.336, enquanto a média diária de mortes em sete dias cresceu 29% em duas semanas para 1.969.

Mais 5,82 milhões de doses de vacinas foram aplicadas até agora no mundo; 42,6% da população mundial tomaram ao menos uma dose, mas só 1,9% nos países pobres.

A China lidera a vacinação com 2,18 bilhões de doses aplicadas e 1 bilhão plenamente vacinados. A meta é vacinar 90% da sua população, de 1,411 bilhão de habitantes. Em seguida, vem a Índia e a União Europeia (549,3 milhões). 

Nos EUA, 210,7 milhões tomaram ao menos uma dose, 180,1 milhões (54,33% da população americana) completaram a vacinação e 3,2 milhões receberam a dose de reforço.

O Brasil aplicou a primeira dose em 140,37 milhões, 77,79 milhões (36,47% da população brasileira) completaram a vacinação e 233.641 receberam a dose de reforço, num total de 218,4 milhões de doses aplicadas. Meu comentário:

quinta-feira, 10 de junho de 2021

Brasil chega a 482 mil mortes e Bolsonaro quer dispensar uso de máscara

Nesta quinta-feira, foram registradas mais 2.344 mortes e 89.802 casos novos da doença do coronavírus de 2019. O total de casos confirmados no Brasil chegou a 17.215.159. As mortes acabaram com 482.135 vidas. As unidades de terapia intensiva de 20 estados e do Distrito Federal têm mais de 80% de ocupação. Qual a preocupação do presidente Jair Bolsonaro? Dispensar o uso de máscaras.

A média diária de mortes dos últimos sete dias teve uma pequena queda para 1.764. Baixou 2% em duas semanas, o que indica estabilidade

No mundo inteiro, são 174.893.444 casos confirmados e 3.774.138 mortes. Cerca de 159 milhões de pacientes se recuperam, pouco menos de 12 milhões enfrentam casos leves ou suaves e 84.602 estão em estado grave.

A Índia registrou mais 91.402 contaminações e 3.403 mortes em 24 horas, elevando o total para 29.274.823 casos confirmados e o de mortes para 363.079. O país é o principal foco da pandemia no momento, mas o pico da segunda onda passou.

Os Estados Unidos notificaram 11.882 casos e 412 mortes nesta quinta-feira. As médias diárias em sete dias caíram 42% em duas semanas para 13.412 casos novos e em 22% no mesmo período para 387 mortes. Há 21.222 pacientes hospitalizados por covid-19 no país, 23% a menos do que duas semanas atrás.

Mais do que 2,307 bilhões de doses de vacinas foram aplicadas até agora no mundo, sendo 840 milhões na China (se é que dá para confiar nas estatísticas chinesas; 314 milhões nos EUA, onde 172,4 milhões tomara a primeira dose e 141,6 milhões (42,7% da população americana) estão plenamente vacinados, mas o ritmo da vacinação diminuiu e há uma falsa sensação de que a pandemia passou.

Mais de 290 milhões de doses foram aplicadas na União Europeia, inclusive 54,2 milhões na Alemanha, 40 milhões na França e 38,2 milhões na Itália. Cerca de 246 milhões de doses foram aplicadas na Índia; 76,3 milhões no Brasil, onde 52,8 milhões tomaram a primeira dose e 23,5 milhões (11% da população brasileira) receberam as duas doses necessárias à imunização; e 70 milhões do Reino Unidos.

Os países ricos do Grupo dos Sete (EUA, Japão, Alemanha, Reino Unido, França, Itália e Canadá) prometeram fornecer 1 bilhão de doses de vacinas aos países pobres dentro de um ano. É a geopolítica das vacinas. A China já vendeu ou distribui 300 milhões de doses. Meu comentário:

quinta-feira, 3 de junho de 2021

Brasil está perto de 470 mil mortes na pandemia

 Com 2.082 mortes e 83.415 casos confirmados nesta quinta-feira, o Brasil chegou a 16.801.102 casos confirmados e 469.784 óbitos pela doença do coronavírus de 2021. A média diária de mortes dos últimos sete dias sofreu uma pequena queda para 1.862, 5% a menos do que duas semanas atrás. A média diária de contágios nos últimos sete dias subiu 1% em 14 dias para 65.713.

The Economist, a mais influente revista semanal de notícias do mundo, publicou reportagem de capa com o Cristo Redentor recebendo oxigênio. sob o título A década sombria do Brasil. Observa que o produto interno brasileiro está no nível de 2011 e comenta que poucos países caíram tanto

A revista acusa o presidente Jair Bolsonaro de querer destruir as instituições e conclama os brasileiros a se livrar dele por seu péssimo desempenho na pandemia, na economia e pela destruição da Floresta Amazônica. Mas adverte que os problemas do país vão muito além de um líder fracassado.

Uma nova crise estourou no início da noite, quando se soube de uma revolta dos jogadores e da comissão técnica da seleção brasileira de futebol contra a realização da Copa América no Brasil, a partir do 13, o que foi decidido pelo presidente Bolsonaro e o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Rogério Caboclo, que irritou os jogadores ao tratá-los como subordinados.

No mundo, já são 172.161.792 casos confirmados e 3.701.814 mortes. Cerca de 155,5 milhões de pacientes se recuperaram, 12,48 milhões apresentam casos leves ou médios e 89.420 estão em estado grave. A taxa de letalidade dos casos encerrados está em 2%.

Principal foco da pandemia, a Índia notificou mais 2.713 mortes e 132.364 casos novos. Ao todo, soma 28.574.350 casos confirmados e 340.719 mortes.

Os Estados Unidos registraram 19.115 casos novos e 614 mortes nesta quinta-feira. A média diária de contágios nos últimos sete dias diminuiu 48% para 15.037. É a menor desde março do ano passado. A média diária de mortes caiu 28% em duas semanas para 428 mortes. O país tem o maior número de casos confirmados (33.326.128) e o maior número de mortes (596.401).

Mais de 2,07 bilhões de vacinas foram aplicadas até agora no mundo, só 1,7% na África. Foram 720 milhões na China; 305,7 milhões nos EUA, onde 169,1 milhões tomaram a primeira dose e 136,6 milhões (41,2% da população americana estão plenamente vacinados; cerca de 270 milhões na União Europeia; mais de 220 milhões na Índia; 70,46 milhões no Brasil, onde 47,72 milhões receberam a primeira dose e 22,74 milhões (10,68% da população brasileira) tomaram as duas doses necessárias à imunização; e mais de 65 milhões no Reino Unido.

quarta-feira, 2 de junho de 2021

Brasil tem maior número de casos num dia desde março

 Mais 2.390 mortes e 92.115 casos novos da doença do coronavírus de 2019 foram notificados hoje no Brasil. É o maior número de casos novos desde março. O total de casos confirmados está 16.717.687, com 467.702 mortes. Em pronunciamento na televisão, o presidente Jair Bolsonaro prometeu vacina para todos os brasileiros que quiserem até o fim do ano. No ritmo atual, será difícil cumprir a promessa. 

Ao depor na comissão parlamentar de inquérito do Senado sobre a pandemia, a médica infectologista Luana Araújo, rejeitada pelo núcleo mais sectário do bolsonarismo, demoliu os argumentos dos defensores do chamado tratamento precoce com cloroquina, azitromicina e ivermectina.

A média diária de mortes dos últimos sete dias sofreu um pequeno recuo para 1.868, com queda de 5% em duas semanas. A média diária de casos novos ficou em 63.178, 4% abaixo de duas semanas atrás.

Maio foi o terceiro pior mês da pandemia no Brasil, com mais de 59 mil mortes. O pior foi abril, com mais 92 mil mortes, e depois março, com pouco menos de 63 mil mortes

O total de casos confirmados no mundo 171.737.741, com 3.693.164 mortes. Cerca de 155 milhões de pacientes se recuperaram, 12,76 milhões apresentam sintomas leves ou médios e 89.935 estão em estado grave. Pela primeira vez desde março do ano passado, o Reino Unido não registrou nenhuma morte por covid-19.

Na Índia, principal foco da pandemia no momento, a segunda onda está em declínio, mas o contágio voltou a subir, para 134.154 casos novos nesta quarta-feira. Houve menos 320 mortes do que ontem. Foram 2.887. O país tem o segundo maior número de casos (28.441.986) e o terceiro maior de mortes (337.989), logo depois do Brasil.

Nos EUA, foram notificados mais 17.247 casos novos e 598 mortes. A média diária de casos nos últimos sete dias caiu 46% em duas semanas para 16.270 e a de mortes 35% para 397. Os EUA têm o maior número absoluto de casos (33.307.976) e de mortes (595.839).

Mais de 2 bilhões de doses de vacinas foram aplicadas até agora no mundo, sendo cerca de 700 milhões na China; 304,9 milhões nos EUA, onde 168,7 milhões tomaram a primeira dose e 136,2 milhões (41,1% da população americana) estão plenamente vacinados; cerca de 262,6 milhões na União Europeia; mais de 220 milhões na Índia; 69,6 milhões no Brasil, onde mais de 47 milhões receberam a primeira dose e mais de 22,6 milhões (10,6% da população brasileira) tomaram as duas doses necessárias para a imunização. Meu comentário:

segunda-feira, 31 de maio de 2021

Brasil tem 463 mil mortes e Bolsonaro quer sediar Copa América

 Com mais 874 mortes e 34.960 contágios notificados hoje, o Brasil chegou a 16.547.674 casos confirmados e 462.966 óbitos pela doença do coronavírus de 2019. O país acordou surpreso com a notícia da confederação sul-americana de futebol (Conmebol) de que a Copa América, que começa em 13 de junho, será realizada no Brasil.

A média diária de mortes dos últimos sete dias subiu um pouco, para 1.849. A média diária de contágios ficou em 60.935. Ambas caíram 5% em duas semanas e apresentam tendência de estabilidade.

Ao comentar o risco de uma terceira onda, o professor Pedro Hallal, da Universidade Federal de Pelotas, no Rio Grande do Sul, observou que a segunda onda partiu de um patamar de mil mortes e a terceira pode começar em 1,8 mil.

No mundo, já são 170.585.283 casos confirmados e 3.546.915 mortes na pandemia. Cerca de 153,5 milhões de doentes sobreviveram, 13,45 milhões apresentam casos leves ou médios e 91.725 estão em estado grave.

O Peru revisou o número de mortes para levar em conta a subnotificação. O total passou de 69.342 para 180.764. Assim, o Peru, de 32,5 milhões de habitantes, tem o maior número de mortes por pessoa no mundo. O Brasil era o oitavo pior, depois de vários países da Europa Oriental; agora, é o nono.

Na Índia, o número de casos novos é o menor em quase dois meses: 127.510, elevando o total para 28.175.044 casos confirmados. É o segundo país do mundo em número de casos, depois dos Estados Unidos. Pela primeira vez em 36 dias, as mortes foram menos de 3 mil num dia. Foram 2.795 óbitos. As mortes são 331.895, menos apenas do que nos EUA e no Brasil.

Desde março do ano passado, mais de 9,3 mil crianças ficaram órfãs ou foram abandonadas na Índia em meio à pandemia.

O Vietnã impôs um confinamento parcial na Cidade de Ho Chi Minh, a antiga Saigon, capital econômica do país por causa de uma nova onda de contaminação.

Nesta segunda-feira, é feriado nos EUA, é o Dia em Memória dos americanos mortos em guerras. Muitos estados não divulgaram novos dados. Assim, o número de casos novos caiu para 5.560 e o de mortes para 150. Sob o impacto da vacinação, a média diária de casos dos últimos sete dias caiu 46% em duas semanas para 17.183 e a média de mortes baixou 36% para 392.

A Espanha registrou apenas 1.737 mortes em maio, o menor número desde agosto do ano passado. Ao todo, tem 79.753 mortes.

Mais de 1,792 bilhão de doses de vacinas foram aplicadas até hoje no mundo, sendo 650 milhões na China; mais de 305 milhões nos EUA, onde mais de 40% estão plenamente vacinados; mais de 240 milhões na União Europeia; 215 milhões na Índia; e 67,9 milhões no Brasil, onde 45,7 milhões receberam a primeira dose e 22,2 milhões (10,42% da população brasileira) tomaram as duas doses necessárias à imunização. Meu comentário:

sábado, 15 de maio de 2021

Média de mortes no Brasil fica abaixo de 2 mil pelo quinto dia seguido

 Mais 2.067 mortes e 69.300 casos novos da doença do coronavírus de 2019 foram notificados hoje no Brasil. Ao todo, o país soma 15.690.612 casos confirmados e 434.852 mortes na pandemia. Pelo quinto dia seguido, caiu a média diária de mortes dos últimos sete dias, desta vez para 1.910, 21% abaixo de duas semanas atrás, o que indica tendência de baixa. A média diária de casos novos ficou em 62.885, com alta de 6% em duas semanas, dentro da faixa de estabilidade.

Em manifestação de ruralistas, o presidente Jair Bolsonaro voltou a atacar o Supremo Tribunal Federal, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a comissão parlamentar de inquérito do Senado sobre a pandemia. Defendeu "o direito de ir e vir, o direito à crença e o direito de trabalhar" como se as emergências de saúde pública tirassem direitos individuais, chamou Lula de "canalha" e a CPI de "bando de vagabundos.

Durante a semana, o presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), almirante Antônio Barra Torres, amigo pessoal do presidente, criticou Bolsonaro na CPI por promover o uso de medicamentos sem comprovação científica contra a covid-19, participar de aglomerações e ser "contra tudo o que preconizamos em relação a vacinas".

O ex-secretário de Comunicação Social Fábio Wajngartein entregou à comissão uma carta enviada pelo laboratório Pfizer com oferta para a compra de vacina em 12 de setembro que o governo levou dois meses para responder. O diretor-presidente da Pfizer para a América Latina, Carlos Murillo, revelou que a companhia farmacêutica fez cinco propostas para vender vacinas em 2020 que o governo brasileiro desprezou.

Pesquisas do Instituto DataFolha apontaram uma forte queda da popularidade de Bolsonaro e a vitória de Lula num segundo turno da eleição presidencial do próximo anos.

No mundo inteiro, já são pelo menos 162.198.241 casos confirmados e 3.364.671 mortes. Mais de 141 milhões de pacientes sobreviveram, cerca de 17,7 milhões enfrentam casos leves e 102.953 estão em estado grave. A taxa de mortalidade dos casos encerrados está em 2% há meses.

Os Estados Unidos registraram hoje novas quedas no número de casos novos e de mortes. Foram mais 33.862 casos, com queda de 32% em duas semanas, e 604 mortes, 13% a menos do que duas semanas atrás. Nesta semana, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) recomendou que os amerianos plenamente vacinados não precisam usar máscaras e manter uma distância de pelo menos dois metros, a não ser em clínicas, hospitais, transportes públicos, aeroportos, estações de ônibus e de trens, prisões e asilos.

A Índia, o país mais atingido no momento, notificou mais 4.080 mortes e 312.184 casos novos neste sábado. Tem agora 24.684.077 casos confirmados e 270.284 óbitos. Vários estados e a capital, Nova Déli, prorrogaram as medidas de confinamento.

Mais de 1,47 bilhão de doses de vacinas foram aplicadas até agora no mundo, sendo mais de 390 milhões na China, que estão perto de atingir a meta de 400 milhões até junho, e 278 milhões nos EUA, onde 156,2 milhões tomaram a primeira dose e 121,8 milhões (36,7% da população americana) estão plenamente vacinados.

Na Índia, foram aplicadas mais de 182,2 milhões de doses, 57 milhões no Reino Unido e 57,6 milhões no Brasil, onde 38,6 milhões receberam a primeira dose e 19,1 milhões (8,97% da população brasileira) tomaram as duas doses necessárias à imunização.