Mostrando postagens com marcador Adolescentes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Adolescentes. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 22 de setembro de 2021

Média de mortes por covid volta a ter tendência de alta no Brasil

 Pela primeira vez desde junho, a média diária de mortes pela doença do coronavírus de 2019 nos últimos sete dias apresentou tendência de alta em relação a duas semanas atrás.

Um painel de cientistas coordenado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) concluiu que a variante delta se tornou dominante no mundo de longe e novas variantes como a lambda e a mu parecem incapazes de superar a delta. Talvez esta mutação seja responsável pelo aumento do contágio e das mortes no Brasil.

Mais 839 mortes e 35.658 diagnósticos positivos da doença do coronavírus foram notificados no Brasil na quarta-feira, elevando o total para 21.282.612 casos confirmados e 592.357 vidas perdidas na pandemia. 

A média diária de mortes dos últimos sete dias cresceu 16% em duas semanas, o que indica tendência de alta. A média diária de casos novos dos últimos sete dias aumentou 96% em duas semanas para 35.763, mas este número foi inflado pela inclusão de mais de 150 mil casos por causa de uma mudança na metodologia do Ministério da Saúde.

No mundo, já são 230.089.554 casos confirmados e 4.719.193 mortes. Mais de 207 milhões de pessoas se recuperaram, a maioria dos hospitalizados com sequelas de longa prazo. Cerca de 18,27 milhões apresentam casos leves ou médios e 97.508 estão em estado grave.

A média diária de casos novos dos últimos sete dias no mundo recuou 16% em duas semanas para 494.566, enquanto a média de mortes dos últimos sete dias baixou 13% em duas semanas para 8.032.

Os Estados Unidos registraram mais 148.873 casos e 2.530 mortes nesta quarta-feira. O país tem o maior número de casos confirmados (42.545.119) e de mortes (681.197) na pandemia. Nesta semana, as mortes por covid-19 superaram as 675 mil da pandemia da gripe espanhola um século atrás.

Em duas semanas, a média diária de mortes dos últimos sete dias subiu 35% para 2.075 nos EUA. A média diária de casos novos recuou 12% no mesmo período para 130.592.

A Índia notificou mais 282 mortes e 31.923 casos na quarta-feira, 18,4% a mais do que na véspera. O país soma o segundo maior número de casos confirmados (33.563.421) e o terceiro de mortes (446.050). 

Mais de 6,01 bilhões de doses de vacinas foram aplicadas até agora no mundo; 43,7% da população mundial tomaram ao menos uma dose, mas só 2% da população dos países pobres.

A China aplicou mais de 2,19 milhões de doses, seguida pela Índia com mais de 7 milhões de doses aplicadas em 24 horas, num total de 834 milhões de doses, e a União Europeia com 553,9 milhões. 

Nos EUA, 212,5 milhões tomaram a primeira dose, 182,4 milhões (55,02% da população americana) completaram a vacinação e 3,5 milhões receberam a dose de reforço. 

A agência federal de Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA) aprovou a aplicação da dose de reforço a partir de 65 anos e em pessoas com doenças que causem deficiência imunológica.

O Brasil aplicou a primeira dose em 143 milhões de pessoas, cerca de 83,4 milhões (39,1% da população brasileira) completaram a vacinação e 426.210 receberam a dose de reforço, num total de 226,9 milhões de doses aplicadas.

No Brasil, o Ministério da Saúde voltou a autorizar a vacinação de adolescentes. Meu comentário:

quinta-feira, 16 de setembro de 2021

Bolsonaro sabota vacinação de adolescentes

 Uma nota técnica mentirosa do Ministério da Saúde desautorizou a vacinação de adolescentes contra a doença do coronavírus de 2019. O ministro Marcelo Queiroga tomou a decisão depois de encontro com o presidente Jair Bolsonaro e foi a uma reunião da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para pressionar o órgão regulador a adotar uma medida sem qualquer base científica. 

Quase 50 países do mundo, entre eles os Estados Unidos, toda a União Europeia, o Reino Unido, Israel, a Argentina, o Uruguai, o Chile e a Colômbia, e vários estados brasileiros começaram a vacinar adolescentes a partir de 12 anos porque aumentou muito a contaminação de menores com a variante delta e a pandemia não será vencida sem imunizar 80% da população.

O governo afirmou que a Organização Mundial da Saúde (OMS) desaconselha a vacinação de jovens de 12 a 15 anos. É mentira. A OMS considera que não é prioridade porque está preocupada com a desigualdade da vacinação e o atraso nos países mais pobres.

Mais 635 mortes e 35.128 diagnósticos positivos foram notificados nessa quinta-feira no Brasil. O país soma 21.067.396 casos confirmados e 589.277 vidas perdidas na pandemia. A média diária de mortes dos últimos sete dias caiu 7% em duas semanas para 582. A média diária de casos novos recuou 28% em duas semanas para 15.558.

No mundo, já são 227.113.468 casos confirmados e 4.671.514 mortes na pandemia. Mais de 204 milhões de pacientes se recuperaram, a maioria dos hospitalizados com sequelas de longo prazo. Cerca de 19,25 milhões enfrentam casos leves ou médios e 100.870 estão em estado grave.

Os Estados Unidos registraram mais 152.359 casos e 3.509 mortes na quinta-feira. Têm o maior número de casos registrados (41.785.979) e de mortes (670.009). A média diária de casos novos dos últimos sete dias caiu 9% em duas semanas para 150.336, enquanto a média diária de mortes em sete dias cresceu 29% em duas semanas para 1.969.

Mais 5,82 milhões de doses de vacinas foram aplicadas até agora no mundo; 42,6% da população mundial tomaram ao menos uma dose, mas só 1,9% nos países pobres.

A China lidera a vacinação com 2,18 bilhões de doses aplicadas e 1 bilhão plenamente vacinados. A meta é vacinar 90% da sua população, de 1,411 bilhão de habitantes. Em seguida, vem a Índia e a União Europeia (549,3 milhões). 

Nos EUA, 210,7 milhões tomaram ao menos uma dose, 180,1 milhões (54,33% da população americana) completaram a vacinação e 3,2 milhões receberam a dose de reforço.

O Brasil aplicou a primeira dose em 140,37 milhões, 77,79 milhões (36,47% da população brasileira) completaram a vacinação e 233.641 receberam a dose de reforço, num total de 218,4 milhões de doses aplicadas. Meu comentário:

segunda-feira, 31 de agosto de 2020

Mortes de crianças e adolescentes por covid-19 crescem nos EUA

Os casos, as hospitalizações e as mortes de crianças e adolescentes pelo coronavírus aumentaram mais rapidamente do que na população em geral, indicam dados da Associação Americana de Pediatria. 

De 21 de maio a 20 de agosto, o número de casos confirmados nos Estados Unidos subiu 270% para o público em geral e 720% entre crianças e adolescentes. As hospitalizações aumentaram 122% para a população em geral e 356% entre menores de idade. O número de mortes avançou 115% para o público em geral e 229% entre crianças e adolescentes.

No fim de semana, o total de infectados desde o início da pandemia superou 25 milhões. Nesta segunda-feira, o total de mortes passou de 848 mil, com 17 milhões e 900 mil pacientes curados.

Os Estados Unidos registram mais de 6 milhões de casos confirmados e quase 183,5 mil.

No Brasil, houve mais 619 mortes e quase 48,8 mil casos novos, somando 121.515 óbitos e mais de 3,9 milhões de casos confirmados. A média diária de mortes dos últimos sete dias ficou em 866. É alta, mas é a menor desde 20 de maio. Agosto teve menos mortes do que junho e julho.

A Índia bate novo recorde mundial de casos novos por dia, quase 79,5 mil e ulptrapassa o México em número de mortes, com 65288 óbitos contra 64.414 dos mexicanos. É o terceiro país com mais casos e mortes, e teve uma queda de 23,9 por cento no produto interno bruto do segundo trimestre. Meu comentário:

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Suprema Corte dá chance a menores condenados à prisão perpétua

A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu que adolescentes condenados a penas mandatórias de prisão perpétua devem ter direito a um recurso para recuperar a liberdade. A medida é retroativa. Pode beneficiar até 1,5 mil no país inteiro, informou o jornal The Washington Post.

Por 6 a 3, o supremo tribunal americano ampliou uma decisão anterior de 2012 que dava direito a pedir liberdade condicional, declarando que ela deve ser aplicada retroativamente. Votaram a favor o relator, ministro Anthony Kennedy, o presidente John Roberts e os ministros liberais. Foram contra os ultraconservadores Antonin Scalia, Clarence Thomas e Samuel Alito.

Mais de 1,1 mil condenados com direito ao benefício se concentram em três estados que não aplicaram a retroatividade: Louisiana, Michigan e Pensilvânia.

Em 2005, a Suprema Corte havia proibido a pena de morte para adolescentes e estabelecido que eles só podem ser condenados à prisão perpétua por homicídio doloso, com a intenção de matar.

No voto vencedor, o juiz Kennedy reconheceu que "um juiz pode encontrar um raro delinquente juvenil com uma depravação tão irremediável que a reabilitação seja impossível e a prisão perpétua sem liberdade condicional se justifique".

Kennedy baseou sua decisão "na menor culpabilidade dos menores e na sua alta capacidade de mudar" e levantou dúvidas sobre sentenças mandatórias, em que o juiz não pode graduar a pena: "Aqueles prisioneiros que mostrarem incapacidade de mudar continuarão cumprindo prisão perpétua. A oportunidade de soltura será dada àqueles que demonstrarem que menores que cometeram crimes idiosos são capazes de mudar."

Ao discordar, o juiz Scalia alegou que a maioria do tribunal queria abolir a prisão perpétua para menores.

Para Christopher Slobogin, professor da Faculdade de Direito da Universidade Vanderbilt, de Nashville, no Tennessee, "o próximo passo será acabar com as sentenças mandatórias para todos os menores

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Adolescentes israelenses sequestrados estão mortos

Os três adolescentes israelenses sequestrados na Cisjordânia foram encontrados mortos, informa o jornal francês Le Monde.

Israel acusa militantes do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) pelo sequestro. Vários palestinos foram mortos nas operações do Exército para libertá-los.

Em reunião de emergência, o governo israelense discute neste momento como reagir à morte dos meninos.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Jovem não lê impressos e não gasta com Internet

LONDRES - Um texto escrito por um garoto de 15 anos a respeito dos hábitos de sua geração é o assunto do momento no centro financeiro da capital britânica, onde investidores e executivos do setor de mídia não se cansam de estudar modelos de negócios para ganhar dinheiro na rede mundial de computadores.

O banco Morgan Stanley pediu a Matthew Robson, um dos estagiários da empresa para descrever a relação dos jovens com as novas mídias. A resposta foi arrasadora.

Para o garoto, "adolescentes não usam o Twitter". Postar mensagens através do telefone celular custa caro. Como o número de pessoas que vai acessar a página deles no twitter é pequena, não há sentido em twittar.

Ver programas de televisão com hora marcada também não tem muito a ver com o adolescente britânico. Eles preferam ouvir músicas em sítios de Internet sem propaganda. A propaganda, tanto no rádio quanto na televisão, os incomoda e os afasta desses meios de comunicação.

Na Internet, não estão dispostos a pagar por conteúdo. Os adolescentes gastam dinheiro indo ao cinema, a shows e em consoles de videogame que eles consideram hoje o melhor meio para se comunicar com os amigos.

Esses jovens também não se sentem atraídos ou motivados por textos impressos, "acham chato ler páginas e páginas de texto".

Confira no jornal inglês Financial Times.