O índice de preços ao produtor registrou em dezembro de 2013 a maior alta em seis meses nos Estados Unidos, principalmente devido ao aumento da gasolina, mas a inflação ainda é baixa. Ficou em 0,4% em dezembro, maior nível desde junho, depois de cair 0,1% em novembro.
Em 12 meses, a inflação anual no atacado foi de 1,2%, bem acima do 0,7% de novembro do ano passado. As autoridades monetárias americanas perseguem uma meta informal de inflação no varejo entre 1% e 2% ao ano, então está dentro da faixa.
A alta de preços nas fazendas, fábricas e refinarias em dezembro, depois de dois meses de baixa, está de acordo com a expectativa dos economistas. Excluídos os preços mais voláteis de alimentos e energia, o índice mensal ficou em 0,3%. O item que mais subiu foi tabaco, 3,6%
Os analistas atribuem a inflação baixa neste momento de retomada do crescimento aos salários achatados pelo desemprego elevado. Mas a maioria acredita que o Comitê da Reserva Federal (Fed), o banco central dos EUA, deve cortar suas compras de títulos no mercado financeiro em US$ 10 bilhões a US$ 15 bilhões na reunião do Comitê do Mercado Aberto de 28 e 29 de janeiro, reduzindo seu programa de alívio quantitativo para estimular a economia.
Outro relatório revelou que a atividade industrial do estado de Nova York chegou em janeiro ao maior nível em um ano e dez meses, informa a agência de notícias Reuters.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Vendas no varejo e preços no atacado sobem nos EUA
Depois de quatro meses em queda, as vendas no varejo voltaram a crescer nos Estados Unidos em julho. A alta de 0,8% foi resultado de aumentos de negócios em quase todos os setores, de automóveis a produtos eletroeletrônicos. Os economistas esperavam um avanço de apenas 0,3%.
O índice de preços do produtor (atacado) subiu 0,3%. A maior alta em cinco meses ficou um pouco acima do 0,2% previsto pelos economistas. Foi provocado por aumentos nos preços de caminhões leves, cigarros e produtos farmacêuticos.
O índice de preços do produtor (atacado) subiu 0,3%. A maior alta em cinco meses ficou um pouco acima do 0,2% previsto pelos economistas. Foi provocado por aumentos nos preços de caminhões leves, cigarros e produtos farmacêuticos.
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Vendas caem no varejo e no atacado nos EUA
Em mais um indicador da desaceleração da economia mundial, as vendas no varejo tiveram queda de 0,2% pelo segundo mês consecutivo nos Estados Unidos em maio, por causa da redução nos preços da gasolina e da cautela do consumidor. Foi o primeiro resultado negativo em dois meses seguidos em dois anos.
Na comparação com o ano passado, houve alta de 5,3% no varejo.
O índice de preços no atacado baixou 1% em maio, na maior queda desde julho de 2009, por causa da redução de 4,3% nos preços de energia. O núcleo do índice, que descarta os preços de energia e alimentos, subiu 0,2%.
Na comparação com o ano passado, houve alta de 5,3% no varejo.
O índice de preços no atacado baixou 1% em maio, na maior queda desde julho de 2009, por causa da redução de 4,3% nos preços de energia. O núcleo do índice, que descarta os preços de energia e alimentos, subiu 0,2%.
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Inflação na Índia sobe para 7,23% ao ano
Com alta nos preços dos alimentos, combustíveis e produtos manufaturados, o índice de preços no atacado subiu para 7,23% ao ano em abril de 2012, depois de registrar 6,89% em março, aumentando a pressão sobre o banco central para controlar a inflação no momento em que o crescimento cai ao menor nível em três anos. Os economistas previam uma baixa para 6,7%.
"Esses números mostram que o Banco da Reserva da Índia tem uma margem limitada para cortar as taxas de juros por causa do risco de inflação", observou o economista Leif Eskesen, analista do banco HSBC em Cingapura.
A inflação na Índia caiu, depois de rondar os 9% ao ano no pico do ciclo atual, em 2011, mas ainda é mais alta que nos outros países do grupo BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), que reúne os grandes emergentes, embora a África do Sul não mereça fazer parte do grupo.
Terceira maior economia da Ásia, a Índia viu seu ritmo de crescimento cair no último trimestre de 2011 para 6,1% ao ano, o menor ritmo em três anos. A alta da inflação é atribuída em parte à crise financeira internacional e à queda da rúpia em mais de 8% em relação ao dólar, informa a TV americana especializada em noticiário econômico CNBC.
"Esses números mostram que o Banco da Reserva da Índia tem uma margem limitada para cortar as taxas de juros por causa do risco de inflação", observou o economista Leif Eskesen, analista do banco HSBC em Cingapura.
A inflação na Índia caiu, depois de rondar os 9% ao ano no pico do ciclo atual, em 2011, mas ainda é mais alta que nos outros países do grupo BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), que reúne os grandes emergentes, embora a África do Sul não mereça fazer parte do grupo.
Terceira maior economia da Ásia, a Índia viu seu ritmo de crescimento cair no último trimestre de 2011 para 6,1% ao ano, o menor ritmo em três anos. A alta da inflação é atribuída em parte à crise financeira internacional e à queda da rúpia em mais de 8% em relação ao dólar, informa a TV americana especializada em noticiário econômico CNBC.
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Inflação no atacado sobe 0,8% nos EUA
Depois de ficar praticamente inalterado em agosto, o índice de preços ao produtor registrou alta de 0,8% nos Estados Unidos em agosto, pressionando sobretudo pela alta da gasolina, informa a agência de notícias Reuters.
A expectativa dos economistas era de uma inflação no atacado de 0,2%, mas a avaliação é que tendência altista não dure.
A expectativa dos economistas era de uma inflação no atacado de 0,2%, mas a avaliação é que tendência altista não dure.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Inflação cai para 6,1% ao ano na China
O índice de crescimento de preços no varejo sofreu uma pequena queda de 6,2% para 6,1% ao ano em setembro de 2011 na China, informou agora há pouco o Escritório Nacional de Estatísticas do país.
No atacado, a inflação para o produtor caiu de 7,35% em agosto para 6,5% no mês passado.
Para os economistas, essa queda na inflação e o crescimento menor das exportações por causa da crise europeia apontam para o fim do ciclo da alta de juros.
No atacado, a inflação para o produtor caiu de 7,35% em agosto para 6,5% no mês passado.
Para os economistas, essa queda na inflação e o crescimento menor das exportações por causa da crise europeia apontam para o fim do ciclo da alta de juros.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Alemanha não teve inflação no atacado em maio
O índice de preços no atacado não registrou alta em maio na Alemanha, levantando dúvidas sobre a força da recuperação econômica da maior economia da Europa, mas a taxa anual ficou em 6,1%, informa o jornal The Wall St. Journal.
A maioria dos economistas esperava um crescimento de 0,2%.
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Vendas no atacado caem nos EUA
Pela primeira vez em um ano e oito meses, as vendas no atacado caíram no mês de março nos Estados Unidos, noticiou o jornal Financial Times.
A queda de 0,8%, para US$ 379 bilhões, veio depois de um avanço de 3,3% em fevereiro.
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