Com forte aumento do consumo interno, a Índia cresceu 7,6% no ano fiscal encerrado em 31 de março de 2016. É o avanço mais forte em quatro anos e o maior entre as dez maiores economias do mundo.
No primeiro trimestre do ano, a Índia progrediu num ritmo que projeta uma expansão de 7,9% ao ano. Foi uma aceleração do crescimento em relação ao fim do ano passado, quando a taxa era de 7,2% ao ano. Em 2015, a Índia ultrapassou a China como a grande economia que mais cresce.
O crescimento foi mais forte no setor de serviços, como comércio, finanças e imobiliárias, há muito pilares do desenvolvimento da Índia, hoje a sétima economia do mundo em termos nominais, com produto interno bruto de mais de US$ 2 trilhões.
Com alta de 9,3% no ano fiscal, a indústria de transformação (manufatureira) teve desempenho muito melhor do que os 5,5% do ano fiscal anterior. O investimento externo direto foi de US$ 40 bilhões, um aumento de 29% em comparação como ano fiscal encerrado em 31 de março de 2015.
A agricultura cresceu apenas 1,2%, depois de registrar queda de 0,2% no ano fiscal anterior. Depois de dois anos de seca, o governo indiano espera muita chuva na temporada das monções que está começando para aumentar a produção da agricultura.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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terça-feira, 31 de maio de 2016
terça-feira, 6 de outubro de 2015
Colômbia prende chefe de finanças das FARC
As autoridades colombianas prenderam o chefe de finanças do Comando Central das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), Manuel Olaya Arias, de nome de guerra Chapín, noticiou ontem o jornal Diario del Huila.
Olaya Arias foi detido em Rioblanco sob a acusação de extorquir empresários, fazendeiros e comerciantes nos departamentos de Huila e Tolima.
Dentro das negociações realizadas em Havana, que prometem um acordo de paz definitivo até março de 2016, o governo se comprometeu recentemente a não processar guerrilheiros por tráfico de drogas com objetivos políticos. As duas partes concordaram em criar um tribunal especial de paz para julgar os crimes cometidos durante a guerra.
Olaya Arias foi detido em Rioblanco sob a acusação de extorquir empresários, fazendeiros e comerciantes nos departamentos de Huila e Tolima.
Dentro das negociações realizadas em Havana, que prometem um acordo de paz definitivo até março de 2016, o governo se comprometeu recentemente a não processar guerrilheiros por tráfico de drogas com objetivos políticos. As duas partes concordaram em criar um tribunal especial de paz para julgar os crimes cometidos durante a guerra.
quinta-feira, 23 de julho de 2015
Nikkei compra FT por 844 milhões de libras
A companhia jornalística japonesa Nikkei, editora do jornal econômico Nihon Keizai Shimbun, vai comprar o Financial Times, principal diário econômico-financeiro da Europa por 844 milhões de libras, cerca de US$ 1,32 bilhão. O grupo Pearson, atual dono do FT, vai se concentrar na área de educação profissional.
O FT, impresso na cor salmão, é um dos jornais mais importantes do mundo. Depois de 58 anos, o grupo Pearson decidiu vender o jornal. O grupo, com sede em Londres, obtém 60% de seu faturamento na América do Norte e três quartos de sua renda total vêm da educação.
Fundado em 1888 como London Financial Guide, um mês depois rebatizado como FT, o jornal é impresso desde 1893 na cor salmão para se diferenciar dos concorrentes. Em 1957, foi comprado pelo grupo Pearson.
O FT, impresso na cor salmão, é um dos jornais mais importantes do mundo. Depois de 58 anos, o grupo Pearson decidiu vender o jornal. O grupo, com sede em Londres, obtém 60% de seu faturamento na América do Norte e três quartos de sua renda total vêm da educação.
Fundado em 1888 como London Financial Guide, um mês depois rebatizado como FT, o jornal é impresso desde 1893 na cor salmão para se diferenciar dos concorrentes. Em 1957, foi comprado pelo grupo Pearson.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
Indonésia cresceu 5% em 2014
A economia da Indonésia, a maior do Sudeste Asiático, cresceu 5,02,% no ano passado, informou hoje a agência oficial Bandan Pusat Statistik. Sob o peso da desaceleração da economia mundial, foi o menor avanço em cinco anos.
O maior crescimento foi registrado no setor de informática e comunicação, com alta de 10,3%, seguido por serviços financeiros e seguros com 10,2%.
A agricultura, pesca e exploração florestal cresceram 4,18%; a indústria manufatureira, que compete com a China oferecendo custos menores, 4,63%; o setor de energia e água, 5,57%; a construção civil, 6,97%; e o comércio, 4,84%.
Com a quarta maior população do mundo e abundância de recursos naturais, a Indonésia merece muito mais participar do grupo BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) do que a África do Sul, incluída pela China para dar a falsa impressão de que está preocupada com o desenvolvimento africano e não apenas em explorar o continente. Também há divergências históricas entre a Indonésia, aliada dos Estados Unidos na Guerra Fria que massacrou as esquerdas em 1965-66, e o regime comunista chinês.
O maior crescimento foi registrado no setor de informática e comunicação, com alta de 10,3%, seguido por serviços financeiros e seguros com 10,2%.
A agricultura, pesca e exploração florestal cresceram 4,18%; a indústria manufatureira, que compete com a China oferecendo custos menores, 4,63%; o setor de energia e água, 5,57%; a construção civil, 6,97%; e o comércio, 4,84%.
Com a quarta maior população do mundo e abundância de recursos naturais, a Indonésia merece muito mais participar do grupo BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) do que a África do Sul, incluída pela China para dar a falsa impressão de que está preocupada com o desenvolvimento africano e não apenas em explorar o continente. Também há divergências históricas entre a Indonésia, aliada dos Estados Unidos na Guerra Fria que massacrou as esquerdas em 1965-66, e o regime comunista chinês.
terça-feira, 2 de abril de 2013
Ministro das Finanças do Chipre pede demissão
Depois de menos de cinco semanas no cargo, o ministro das Finanças do Chipre, Michalis Sarris, pediu demissão nesta terça-feira. Ele negociou um acordo com a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional para que o país recebe empréstimos de emergência de 10 bilhões de euros para salvar o sistema financeiro.
Sarris, ex-funcionário do Banco Mundial, deve ser substituído pelo ministro do Trabalho, Haris Georgiades.
O Chipre deve receber no próximo mês a primeira parcela do empréstimo. Em troca, vai fechar seu segundo maior banco e reestruturar o primeiro, com perdas que podem chegar a 80% para quem tiver mais de 100 mil euros em depósitos e aplicações financeiras.
Sarris, ex-funcionário do Banco Mundial, deve ser substituído pelo ministro do Trabalho, Haris Georgiades.
O Chipre deve receber no próximo mês a primeira parcela do empréstimo. Em troca, vai fechar seu segundo maior banco e reestruturar o primeiro, com perdas que podem chegar a 80% para quem tiver mais de 100 mil euros em depósitos e aplicações financeiras.
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Novo ministério francês tem 17 homens e 17 mulheres
O novo ministério apresentado ontem pelo primeiro-ministro Jean-Marc Ayrault é, pela primeira vez na História da França, dividido meio a meio. São 34 ministros, 17 homens e 17 mulheres. Confira seus perfis no jornal francês Le Monde.
Pierre Moscovici será ministro das Finanças e o ex-primeiro-ministro Laurent Fabius será ministro do Exterior. Em 2005, ele fez campanha contra a Constituição da Europa, rejeitada em plebiscitos na França e na Holanda.
Em sua primeira declaração como ministro, Moscovici declarou que "a França e a Alemanha querem manter a Grécia na Zona do Euro. É um desafio que nos espera, mas que encaramos com grande vontade. É preciso salvar o euro, defender o euro, promover o euro, fazer do euro uma moeda radiante numa Europa que se reorienta".
Moscovici advertiu que a França nao vai ratificar o pacto fiscal de sustentação do euro se ele não tiver instrumentos para estimular o crescimento econômico.
O novo governo assume com a França estagnada, o desemprego em quase 10% e um desentendimento com a Alemanha sobre como superar a crise das dívidas públicas da Zona do Euro.
Germanófilo e ex-professor de alemão, o novo primeiro-ministro foi descrito pelo jornal liberal alemão Süddeutsche Zeitung como o "chuchu de Berlim" por sua afinidade com a cultura da Alemanha.
Ayrault já avisou: ministro que for derrotado nas eleições legislativas de 10 e 17 de junho perde o cargo.
Pierre Moscovici será ministro das Finanças e o ex-primeiro-ministro Laurent Fabius será ministro do Exterior. Em 2005, ele fez campanha contra a Constituição da Europa, rejeitada em plebiscitos na França e na Holanda.
Em sua primeira declaração como ministro, Moscovici declarou que "a França e a Alemanha querem manter a Grécia na Zona do Euro. É um desafio que nos espera, mas que encaramos com grande vontade. É preciso salvar o euro, defender o euro, promover o euro, fazer do euro uma moeda radiante numa Europa que se reorienta".
Moscovici advertiu que a França nao vai ratificar o pacto fiscal de sustentação do euro se ele não tiver instrumentos para estimular o crescimento econômico.
O novo governo assume com a França estagnada, o desemprego em quase 10% e um desentendimento com a Alemanha sobre como superar a crise das dívidas públicas da Zona do Euro.
Germanófilo e ex-professor de alemão, o novo primeiro-ministro foi descrito pelo jornal liberal alemão Süddeutsche Zeitung como o "chuchu de Berlim" por sua afinidade com a cultura da Alemanha.
Ayrault já avisou: ministro que for derrotado nas eleições legislativas de 10 e 17 de junho perde o cargo.
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Economia dos EUA se recupera modestamente
A maior economia do mundo manteve sua trajetória de crescimento modesto em setembro, declarou ontem a Reserva Federal (Fed), o banco central dos Estados Unidos, ao fazer mais uma análise de conjuntura no Livro Bege, publicado a cada seis semanas.
O consumo registrou uma pequena alta, mas o índice de miséria atingiu no mês passado o maior nível em 28 anos. As empresas aumentaram os investimentos em relação ao relatório anterior.
Na maioria dos 12 distritos do Fed, a atividade industrial cresceu. A construção civil e o mercado imobiliário, onde a crise financeira mundial começou, continuam fracos, sem maior alteração. Os serviços financeiros tiveram queda.
O consumo registrou uma pequena alta, mas o índice de miséria atingiu no mês passado o maior nível em 28 anos. As empresas aumentaram os investimentos em relação ao relatório anterior.
Na maioria dos 12 distritos do Fed, a atividade industrial cresceu. A construção civil e o mercado imobiliário, onde a crise financeira mundial começou, continuam fracos, sem maior alteração. Os serviços financeiros tiveram queda.
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Obama lança plano de regulamentação financeira
Para tentar evitar novas crises, o presidente Barack Obama (3187/3163) apresentou hoje a mais ampla proposta de reforma da regulamentação do sistema financeiro dos Estados Unidos desde a Grande Depressão (1929-39).
Pelo projeto:
• O banco central terá poder para fiscalizar todas as grandes empresas capazes de causar risco o sistema.
• As empresas financeiras terão de aumentar suas reservas de capital.
• Um conselho de reguladores vai examinar possíveis furos nas leis de regulamentação
• Os derivativos e títulos de dívidas passam a ser controlados.
• Uma lei contra a usura vai combater a cobrança de juros excessivos.
• Uma agência de proteção ao consumidor vai fiscalizar os produtos e serviços financeiros.
• Haverá coordenação com órgãos reguladores de outros países.
O plano, de 88 páginas, vai agora para o Congresso, onde será amplamente debatido e esmiuçado nos próximos meses. Já há forte resistência dos bancos e da oposição republicana, que denuncia interferência estatal excessiva no mercado.
Obama quer que seja aprovado até o fim do ano.
Pelo projeto:
• O banco central terá poder para fiscalizar todas as grandes empresas capazes de causar risco o sistema.
• As empresas financeiras terão de aumentar suas reservas de capital.
• Um conselho de reguladores vai examinar possíveis furos nas leis de regulamentação
• Os derivativos e títulos de dívidas passam a ser controlados.
• Uma lei contra a usura vai combater a cobrança de juros excessivos.
• Uma agência de proteção ao consumidor vai fiscalizar os produtos e serviços financeiros.
• Haverá coordenação com órgãos reguladores de outros países.
O plano, de 88 páginas, vai agora para o Congresso, onde será amplamente debatido e esmiuçado nos próximos meses. Já há forte resistência dos bancos e da oposição republicana, que denuncia interferência estatal excessiva no mercado.
Obama quer que seja aprovado até o fim do ano.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
PIB da França deve cair 0,6% no primeiro trimestre
O Banco da França prevê uma contração de 0,6% no produto interno bruto do país no primeiro trimestre de 2009.
A ministra das Finanças, Christine Lagarde, já espera um crescimento de apenas 0,7% a 0,8% em 2009 - e é uma previsão otimista, já que a expectativa nos países ricos é de crescimento negativo.
A ministra das Finanças, Christine Lagarde, já espera um crescimento de apenas 0,7% a 0,8% em 2009 - e é uma previsão otimista, já que a expectativa nos países ricos é de crescimento negativo.
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
EUA têm deflação recorde no pós-guerra
O índice de preços ao consumidor dos Estados Unidos teve em novembro uma queda de 1,7%, a maior em 61 anos, desde em 1947, quando a pesquisa começou a ser feita. A expectativa média do mercado era de uma queda de 1,3%. O núcleo do índice, excluídos os preços de energia e alimentos, ficou em zero.
Nos últimos 12 meses, a inflação nos EUA foi de 1,1%, uma forte queda em relação a outubro, quando a taxa anual estava em 3,8%. A Reserva Federal (Fed), o banco central americano, costuma perseguir informalmente uma taxa de inflação de 1% a 2% ao ano.
Diante do risco iminente de deflação, o Fed decidiu adotar uma política de juro zero, como fez o Banco do Japão durante seis anos para combater a estagdeflação. Mas a economia japonesa é muito menos flexível do que a americana e tende a responder mais rapidamente.
Nos últimos 12 meses, a inflação nos EUA foi de 1,1%, uma forte queda em relação a outubro, quando a taxa anual estava em 3,8%. A Reserva Federal (Fed), o banco central americano, costuma perseguir informalmente uma taxa de inflação de 1% a 2% ao ano.
Diante do risco iminente de deflação, o Fed decidiu adotar uma política de juro zero, como fez o Banco do Japão durante seis anos para combater a estagdeflação. Mas a economia japonesa é muito menos flexível do que a americana e tende a responder mais rapidamente.
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Reunião sobre finanças será dia 15 em Washington
O presidente George Walker Bush convocou hoje para 15 de novembro, em Washington, a primeira de uma série de reuniões entre os países ricos e os grandes emergentes para discutir a reforma do sistema financeiro internacional.
Serão convidados os países do Grupo dos Vinte (G-20), os vinte países mais ricos do mundo. Além dos países do Grupo dos Oito (G-8), formado pelas maiores potências industriais capitalistas (EUA, Japão, Alemanha, Reino Unido, França, Itália e Canadá) e a Rússia, serão convidados os grandes países em desenvolvimento: Brasil, China, Índia, México, Argentina e África do Sul, entre outros.
Serão convidados os países do Grupo dos Vinte (G-20), os vinte países mais ricos do mundo. Além dos países do Grupo dos Oito (G-8), formado pelas maiores potências industriais capitalistas (EUA, Japão, Alemanha, Reino Unido, França, Itália e Canadá) e a Rússia, serão convidados os grandes países em desenvolvimento: Brasil, China, Índia, México, Argentina e África do Sul, entre outros.
domingo, 16 de março de 2008
Fed corta juros de empréstimos a bancos
O Federal Reserve Board (Fed), o banco central dos Estados Unidos, cortou a taxa de juros para empréstimos a instituições financeiras de 3,5% para 3,25% ao e aumentou os prazos para alivar a crise de crédito.
Na terça-feira, o Comitê do Mercado Aberto do Fed se reúne para cortar sua taxa básica de juros, hoje em 3%. Há um a expectativa no mercado de mais um corte profundo de até um ou mesmo 1,25 ponto percentual.
Um problema dessas ações drásticas é que o mercado desconfia que a situação seja ainda pior do que se sabe. Afinal, o Fed pode ter informações de que a crise na maior economia do mundo é mais grave.
Para o Brasil e o resto do mundo, a conseqüência de uma grande redução nos juros americanos é uma maior desvalorização do dólar.
Na terça-feira, o Comitê do Mercado Aberto do Fed se reúne para cortar sua taxa básica de juros, hoje em 3%. Há um a expectativa no mercado de mais um corte profundo de até um ou mesmo 1,25 ponto percentual.
Um problema dessas ações drásticas é que o mercado desconfia que a situação seja ainda pior do que se sabe. Afinal, o Fed pode ter informações de que a crise na maior economia do mundo é mais grave.
Para o Brasil e o resto do mundo, a conseqüência de uma grande redução nos juros americanos é uma maior desvalorização do dólar.
sexta-feira, 14 de março de 2008
Intervenção em banco derruba bolsas de valores
A intervenção do Federal Reserve Board, o banco central dos Estados Unidos, com a ajuda do banco J P Morgan Chase, para salvar o quinto maior banco de investimentos americanos abalou mais uma vez o mercado financeiro.
O Bear Stearns é a nova vítima da crise no setor habitacional nos EUA. Não foi revelado quanto dinheiro será necessário injetar para impedir sua quebra.
Diante de líderes empresarias reunidos do Clube da Economia de Nova Iorque, o presidente George W. Bush tentou passar uma mensagem otimista. Ele prometeu ajuda para refinanciar os contratos de quem corre risco de perder a casa, defendeu a aprovação definitiva dos cortes de impostos de seu governo e advertiu para os riscos de "uma regulamentação excessiva capaz de prejudicar a economia americana a longo prazo".
Com mais um banco em dificuldades, as ações da Bolsa de Valores de Nova Iorque perderem, em média, 2%.
O Bear Stearns é a nova vítima da crise no setor habitacional nos EUA. Não foi revelado quanto dinheiro será necessário injetar para impedir sua quebra.
Diante de líderes empresarias reunidos do Clube da Economia de Nova Iorque, o presidente George W. Bush tentou passar uma mensagem otimista. Ele prometeu ajuda para refinanciar os contratos de quem corre risco de perder a casa, defendeu a aprovação definitiva dos cortes de impostos de seu governo e advertiu para os riscos de "uma regulamentação excessiva capaz de prejudicar a economia americana a longo prazo".
Com mais um banco em dificuldades, as ações da Bolsa de Valores de Nova Iorque perderem, em média, 2%.
terça-feira, 9 de outubro de 2007
Bolsa de Nova Iorque bate recorde gracas ao Fed
Os índices Dow Jones e S&P500 fecharam hoje em nível recorde, depois da revelação das minutas da última reunião do Comitê de Mercado Aberto do Federal Reserve Board (Fed), o banco central dos Estados Unidos, em 18 de setembro. Todos os membros do comitê votaram a favor do corte de meio ponto percentual na taxa básica de juros da maior economia do mundo, que caiu de 5,25% para 4,75% ao ano.
Depois de atingir novo recorde, de 14.167 pontos durante o pregão, o Índice Dow Jones, que mede o desempenho das 30 ações mais importantes, fechou em alta de 120,8 pontos (0,9%), em 14.165,5. Já o S&P500, que avalia um grupo muito maior de empresas, ganou 12,57 pontos, para terminar o dia em 1.565,15 pontos, enquanto a Nasdaq, das empresas de alta tecnologia, subiu 16,54 pontos (0,6%) para fechar em 2.803,91 pontos.
Depois de atingir novo recorde, de 14.167 pontos durante o pregão, o Índice Dow Jones, que mede o desempenho das 30 ações mais importantes, fechou em alta de 120,8 pontos (0,9%), em 14.165,5. Já o S&P500, que avalia um grupo muito maior de empresas, ganou 12,57 pontos, para terminar o dia em 1.565,15 pontos, enquanto a Nasdaq, das empresas de alta tecnologia, subiu 16,54 pontos (0,6%) para fechar em 2.803,91 pontos.
quinta-feira, 4 de outubro de 2007
Europa mantém taxas básicas de juros
O Banco Central da Europa e o Banco da Inglaterra decidiram hoje manter inalteradas suas taxas básicas de juros, em 4% para os países da zona do euro e em 5,75% no Reino Unido. É o fim da trajetória de alta dos juros, provocado pela recente crise no mercado de crédito hipotecário nos Estados Unidos.
No Reino Unido, a sinalização do Banco da Inglaterra é de que precisa de uma pausa para avaliar o impacto da crise sobre a inflação e o crescimento.
No Reino Unido, a sinalização do Banco da Inglaterra é de que precisa de uma pausa para avaliar o impacto da crise sobre a inflação e o crescimento.
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
Bolsa de Nova Iorque passa de 14 mil pontos
O ìndice Dow Jones, o principal da Bolsa de Valores de Nova Iorque, passou hoje de 14 mil pontos. Desde 19 de julho, não fecha acima desse nível.
Crise atinge maior banco da Suíça
O banco suíço UBS admitiu perdas de US$ 3,4 bilhões nas suas carteiras de renda fixa e deve anunciar um prejuízo de US$ 682 milhões no terceiro trimestre do ano. Seus acionistas já teriam sido avisados dos problemas com renda fixa em decorrência da crise iniciada do mercado de crédito imobiliário para clientes de segunda linha nos Estados Unidos.
Como até a Suíça, geralmente considerada um paraíso financeiro por sua segurança, foi atingida, a crise é uma amostra de que a globalização financeira rompe mesmo as fortalezas mais fechadas. A notícia deve abalar os mercados financeiros.
Como até a Suíça, geralmente considerada um paraíso financeiro por sua segurança, foi atingida, a crise é uma amostra de que a globalização financeira rompe mesmo as fortalezas mais fechadas. A notícia deve abalar os mercados financeiros.
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
Venda de casas novas cai 8,3% nos EUA
A venda de imóveis residenciais novos caiu 8,3% no mês passado nos Estados Unidos, em outro sinal de alerta para a crise da economia americana. Foi o pior resultado em sete anos.
Esse número representa um aumento no risco de uma recessão na maior economia do mundo. Pressiona o Federal Reserve Board (Fed), o banco central dos EUA, a reduzir ainda mais a taxa básica de juros, que caiu de 5,25% para 4,75% ao na última reunião do Comitê de Mercado Aberto, em 18 de setembro.
Esse número representa um aumento no risco de uma recessão na maior economia do mundo. Pressiona o Federal Reserve Board (Fed), o banco central dos EUA, a reduzir ainda mais a taxa básica de juros, que caiu de 5,25% para 4,75% ao na última reunião do Comitê de Mercado Aberto, em 18 de setembro.
terça-feira, 18 de setembro de 2007
Fed corta taxa de juros em meio ponto
O Federal Reserve Board (Fed), o banco central dos Estados Unidos, reduziu hoje sua taxa básica de juros de 5,25% para 4,75% ao ano. Foi a primeira queda em quatro anos. A Bolsa de Valores de Nova Iorque reagiu positivamente, fechando em alta de 336 pontos (+2,5%), em 13.739,39 pontos.
A bolsa Nasdaq, de ações de empresas de alta tecnologia, subiu 2,7% e o índice S&P 500, 2,9%.
O impacto da decisão do Fed em outros mercados também foi dramática: os bônus de curto prazo do Tesouro americano subiram, o petróleo passou de US$ 82 por barril no comércio eletrônico, após o fechamento da Bolsa Mercantil de Nova Iorque, e a onça de 28,35 gramas de ouro aumentou para US$ 735.
A bolsa Nasdaq, de ações de empresas de alta tecnologia, subiu 2,7% e o índice S&P 500, 2,9%.
O impacto da decisão do Fed em outros mercados também foi dramática: os bônus de curto prazo do Tesouro americano subiram, o petróleo passou de US$ 82 por barril no comércio eletrônico, após o fechamento da Bolsa Mercantil de Nova Iorque, e a onça de 28,35 gramas de ouro aumentou para US$ 735.
Inflação no atacado caiu 1,4% nos EUA
O índice pleno de preços ao produtor caiu 1,4% em agosto nos Estados Unidos por causa de quedas nos preços de energia e alimentos.
Como esses dois itens são expurgados para o cálculo do chamado núcleo da inflação, este índice subiu 0,2%, acima da expectativa do mercado, devido a aumentos nos preços de automóveis e medicamentos. Os analistas esperavam baixa de 0,4% no índice pleno e alta de 0,1% no expurgado.
A energia caiu 6,6%, enquanto os alimentos baixaram 0,2%, na média.
Como esses dois itens são expurgados para o cálculo do chamado núcleo da inflação, este índice subiu 0,2%, acima da expectativa do mercado, devido a aumentos nos preços de automóveis e medicamentos. Os analistas esperavam baixa de 0,4% no índice pleno e alta de 0,1% no expurgado.
A energia caiu 6,6%, enquanto os alimentos baixaram 0,2%, na média.
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