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quinta-feira, 23 de julho de 2015

Nikkei compra FT por 844 milhões de libras

A companhia jornalística japonesa Nikkei, editora do jornal econômico Nihon Keizai Shimbun, vai comprar o Financial Times, principal diário econômico-financeiro da Europa por 844 milhões de libras, cerca de US$ 1,32 bilhão. O grupo Pearson, atual dono do FT, vai se concentrar na área de educação profissional.

O FT, impresso na cor salmão, é um dos jornais mais importantes do mundo. Depois de 58 anos, o grupo Pearson decidiu vender o jornal. O grupo, com sede em Londres, obtém 60% de seu faturamento na América do Norte e três quartos de sua renda total vêm da educação.

Fundado em 1888 como London Financial Guide, um mês depois rebatizado como FT, o jornal é impresso desde 1893 na cor salmão para se diferenciar dos concorrentes. Em 1957, foi comprado pelo grupo Pearson.

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Bolsas da Ásia abrem em alta

As bolsas de valores da Ásia abriram em forte alta nesta segunda-feira, indicando que o corte na taxa de redesconto do Federal Reserve Board (Fed), o banco central dos Estados Unidos, surtiu o efeito de acalmar os mercados financeiros depois de grandes perdas.

O Índice Nikkei, o principal da Bolsa de Tóquio, sobe cerca de 500 pontos e o Hang Seng, de Hong Kong, mais de 700.

Na opinião dos analistas, a volatilidade pode voltar durante a semana, dependendo das notícias econômicas.

terça-feira, 13 de março de 2007

Bolsa de Tóquio abre em queda de 500 pontos

Sob o impacto da baixa de quase 2% hoje em Nova Iorque, o índice Nikkei, que mede o desempenho das principais ações da Bolsa de Tóquio, abriu em queda de 500 pontos (3%) nesta quarta-feira.

segunda-feira, 5 de março de 2007

Bolsas da Ásia começam a semana em queda

A onda de venda de ações iniciada terça-feira passada com a queda de 8,84% na Bolsa de Valores de Xangai, na China, não dá trégua. Em Tóquio, no Japão, o índice Nikkei, teve uma baixa de 3,34%. Na China, Hong Kong caiu 4% e Hong Kong, 1,63%.

Para os analistas, o mercado japonês reage à valorização do iene frente ao dólar, que reduz a competitividade dos exportadores japoneses, e não vem sinais do fim da queda.

Na abertura da sessão do Congresso Nacional do Povo, o primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, anunciou que a meta oficial de crescimento para este ano é de 8%. A meta tem sido essa mas a economia chinesa se expande a taxas de 10% ao ano - no ano passado, foram 10,7% -, atropelando a meta do governo, com riscos de superaquecimento e inflação.

Diante da continuação dos problemas nos mercados financeiros asiáticos, as bolsas européias abriram em baixa. Um analista de Londres disse agora há pouco na BBC não ver motivo para pânico, considerando uma queda de 10% no valor das ações "uma correção saudável" e benéfica no médio prazo, depois da grande valorização do ano passado.

sexta-feira, 2 de março de 2007

Bolsa de Tóquio cai mais mas Xangai se recupera

O índice Nikkei, da Bolsa de Valores de Tóquio, fechou em queda hoje pelo quarto dia consecutivo, com baixa de 1,35%. Em Sídnei, na Austrália, a perda foi de 0,42%. Em Seul, na Coréia do Sul, de 0,2%. Em Manila, nas Filipinas, o prejuízo foi de 1,56%.

Já as bolsas da China reagiram. Xangai, que provocou a atual turbulência nos mercados financeiros ao cair 8,84% na terça-feira, subiu 1,23% e Hong Kong 0,49%. Outra bolsa da região da Ásia e do Pacífico que teve alta foi a de Wellington, na Nova Zelândia, com melhora de 1,22%.

A instabilidade na Ásia, região que mais cresce no mundo, e as dúvidas sobre o futuro da economia dos Estados Unidos, se haverá recessão ou não, derrubam no momento as bolsas no mundo inteiro, da Europa, dos EUA e da América Latina.

quinta-feira, 1 de março de 2007

Bolsas da Ásia mantêm queda apesar de Wall St.

As principais bolsas de valores da Ásia voltaram a cair hoje, apesar da recuperação parcial da Bolsa de Nova Iorque, que fechou em alta ontem.

No Japão, Tóquio tem seu terceiro dia seguido de perda. Ao meio-dia, o Índice Nikkei registrava queda de 1,5%. Fechou em queda de 0,9%.

Na China, a queda no final de manhã era de 3%. Foi a Bolsa de Xangai que derrubou os mercados na terça-feira, ao perder 8,84% do valor. Ontem, fechou em alta de 3,94%, recuperando parte do prejuízo. No momento, Xangai está em queda de 1,7%.

A expectativa agora é como vão abrir daqui a pouco as bolsas européias. Londres perdeu 4% nos últimos dias e Paris, 4,5%.