A China cortou hoje de 4.05% para 3,85% ao ano a taxa básica de juros de curto prazo (um ano) e de 4,75% para 4,65% a taxa básica de juros para empréstimos de cinco anos. Foi o segundo corte do ano.
Berço da pandemia do novo coronavírus, a economia da China sofreu uma queda de 6,8% no primeiro trimestre do ano em comparação com o ano anterior. O país não termina o ano com retração da economia desde 1976, ano da morte do ditador Mao Tsé-tung e do fim da Grande Revolução Cultural Proletária, que arruinou o país.
As bolsas de valores da China e de Hong Kong começaram o pregão operando perto da estabilidade. No Japão, o índice Nikkei caiu 1,03% durante a manhã.
O preço do petróleo tipo West Texas Intermediate, do Golfo do México, padrão do mercado americano, caiu 14,4% na Ásia para US$ 15,64 por barril. O petróleo do tipo Brent, do Mar do Norte, padrão do mercado europeu, caiu 0,85% para US$ 27,84 por barril.
Na sexta-feira, a Bolsa de Nova York fechou em alta de 3% diante de notícias de o medicamento remdesivir, dos laboratórios Gilead, está conseguindo aliviar os sintomas mais graves da doença do coronavírus de 2019 (covid-19).
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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segunda-feira, 20 de abril de 2020
segunda-feira, 30 de março de 2020
Preço do petróleo cai abaixo de US$ 20 por barril nos EUA
Por causa da forte queda no consumo em meio à pandemia do novo coronavírus, da prorrogação das medidas de isolamento social nos Estados Unidos e da possibilidade de medidas de confinamento no Japão, os preços do petróleo sofreram nova queda forte.
Nesta segunda-feira, o barril de petróleo do tipo West Texas Intermediate, do Golfo do México, padrão de referência do mercado americano, foi vendido a US$19,92, uma queda de 7,4%, o menor preço em 18 anos.
O barril do tipo Brent, do Mar do Norte, padrão de referência da Bolsa de Mercadorias de Londres, caiu 7,6% para US$ 23,03.
Robert Rennie, analista do mercado de energia da empresa Westpac, observou que "estamos chegando perto do ponto em que os produtores chegarão no limite da capacidade de armazenagem. Podem pagar aos consumidores para não de arcar com os custos de armazenamento."
A baixa aconteceu depois que o presidente Donald Trump prorrogou a orientação de distanciamento social até o fim de abril, num sinal de que a maior economia do mundo continua em quarentena por mais um mês.
Como o primeiro-ministro Shinzo Abe advertiu que o Japão está à beira de uma segunda onda de contaminação e pode adotar medidas de confinamento, a Bolsa de Valores de Tóquio chegou a cair 3,94% e no momento está em baixa de 1,97%.
Na pior das hipóteses, os economistas do banco Nomura esperam uma queda de 7% no produto mundial bruto de 2020.
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domingo, 16 de fevereiro de 2020
PIB do Japão cai em ritmo de 6,3% ao ano e derruba bolsas da Ásia
As bolsas de valores da Ásia e do Pacífico estão em baixa na manhã desta segunda-feira, com queda de 1,3% em Tóquio, com o anúncio de que a terceira maior economia do mundo sofreu uma contração de 1,6% no último trimestre de 2019, o que equivale a 6,3% ao ano, informou o canal de notícias americano CNBC. O mercado esperava queda do PIB de 3,7% ao ano. O consumo caiu 2,9% em dez anos.
Os investidores estão muito preocupados com o impacto econômico da epidemia do coronavírus, que já infectou mais de 71 mil pessoas e matou mais de 1.770 pessoas. Na Austrália, a Bolsa de Sídnei perde 0,34% e, na Coreia do Sul, a Bolsa de Seul recua 0,47%.
"O mercado parece ter a expectativa de um impacto econômico curto, mas está esperando para ver", comentou John Bromhead, analista da empresa ANZ Research. As fábricas chinesas estão reabrindo depois de um feriado prolongado do Ano Novo Lunar e vai levar algum tempo para embarcar toda a carga destinada aos portos.
A movimentação durante os feriados foi a menor em muitos anos. Nesta época, os chineses visitam suas famílias.
Para conter a propagação da doença do coronavírus, as autoridades proibiram viagens e indenizaram os consumidores por 20 milhões de passagens aéreas de voos cancelados, no valor de US$ 2,9 bilhões. Só um quarto dos voos decolaram, na comparação com o ano passado.
Eram esperadas 280 milhões de viagens de trem. Só um sétimo, 40 milhões de viagens, foram realizadas. Cerca de US$ 1,6 bilhão foram devolvidos para passageiros de viagens suspensas.
Os investidores estão muito preocupados com o impacto econômico da epidemia do coronavírus, que já infectou mais de 71 mil pessoas e matou mais de 1.770 pessoas. Na Austrália, a Bolsa de Sídnei perde 0,34% e, na Coreia do Sul, a Bolsa de Seul recua 0,47%.
"O mercado parece ter a expectativa de um impacto econômico curto, mas está esperando para ver", comentou John Bromhead, analista da empresa ANZ Research. As fábricas chinesas estão reabrindo depois de um feriado prolongado do Ano Novo Lunar e vai levar algum tempo para embarcar toda a carga destinada aos portos.
A movimentação durante os feriados foi a menor em muitos anos. Nesta época, os chineses visitam suas famílias.
Para conter a propagação da doença do coronavírus, as autoridades proibiram viagens e indenizaram os consumidores por 20 milhões de passagens aéreas de voos cancelados, no valor de US$ 2,9 bilhões. Só um quarto dos voos decolaram, na comparação com o ano passado.
Eram esperadas 280 milhões de viagens de trem. Só um sétimo, 40 milhões de viagens, foram realizadas. Cerca de US$ 1,6 bilhão foram devolvidos para passageiros de viagens suspensas.
segunda-feira, 1 de abril de 2019
Indústrias da China e dos EUA voltam a crescer
A produção industrial das duas maiores economias do mundo voltaram a crescer, os Estados Unidos e a China, dando esperanças menor desaceleração da economia mundial. As bolsas de valores reagiram positivamente.
Na China, inesperadamente, o índice Caixin-Markit dos gerentes de compras da indústria manufatureira registrou 50,8 em março, depois de ficar em 49,9 em fevereiro. Números acima de 50 indicam expansão. O emprego na indústria chinesa, hoje a maior do mundo, cresceu pela primeira vez em mais de cinco anos.
Sob pressão da guerra comercial deflagrada pelo presidente Donald Trump, o governo chinês adotou uma série de medidas de incentivo e ampliou o acesso ao crédito para pequenas e médias empresas. No começo do ano, a expectativa era sombria.
Nos EUA, o mesmo índice da atividade fabril voltou a crescer depois da cair ao menor nível desde novembro de 2016, mês da eleição de Trump. Houve aumento nas encomendas, na produção e no emprego. O setor manufatureiro registrava a maior desaceleração nos últimos meses.
O índice amplo S&P 500, da Bolsa da Valores de Nova York, teve alta de 1,2% depois de fechar o primeiro trimestre com o melhor resultado desde 1998. Na Europa, o índice FTSE 100, da Bolsa de Londres, avançou 0,5% e o Xetra Dax 30, da Bolsa da Frankfurt, subiu 1,4%.
Na Ásia, houve alta de 2,6% em Xangai para o maior nível desde março de 2018, de 1,8% em Hong Kong e de 1,5% em Tóquio.
Na China, inesperadamente, o índice Caixin-Markit dos gerentes de compras da indústria manufatureira registrou 50,8 em março, depois de ficar em 49,9 em fevereiro. Números acima de 50 indicam expansão. O emprego na indústria chinesa, hoje a maior do mundo, cresceu pela primeira vez em mais de cinco anos.
Sob pressão da guerra comercial deflagrada pelo presidente Donald Trump, o governo chinês adotou uma série de medidas de incentivo e ampliou o acesso ao crédito para pequenas e médias empresas. No começo do ano, a expectativa era sombria.
Nos EUA, o mesmo índice da atividade fabril voltou a crescer depois da cair ao menor nível desde novembro de 2016, mês da eleição de Trump. Houve aumento nas encomendas, na produção e no emprego. O setor manufatureiro registrava a maior desaceleração nos últimos meses.
O índice amplo S&P 500, da Bolsa da Valores de Nova York, teve alta de 1,2% depois de fechar o primeiro trimestre com o melhor resultado desde 1998. Na Europa, o índice FTSE 100, da Bolsa de Londres, avançou 0,5% e o Xetra Dax 30, da Bolsa da Frankfurt, subiu 1,4%.
Na Ásia, houve alta de 2,6% em Xangai para o maior nível desde março de 2018, de 1,8% em Hong Kong e de 1,5% em Tóquio.
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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
Economia do Japão recua mais do que esperado
A economia do Japão, a terceira maior do mundo, recuou no último trimestre de 2016 num ritmo que projeta uma queda de 1,4% ao ano, mais do que o 1,2% previsto pelos analistas de mercado e retração de 0,4% em relação ao trimestre anterior. Nos últimos três trimestres, houve contração em dois, apesar das políticas de estímulo do primeiro-ministro Shinzo Abe.
Em todo o ano passado, o Japão cresceu 0,4% por causa do aumento de 2,7% nas exportações, que neutralizou uma queda de 1,2% no consumo pessoal. Esse resultado se soma às desacelerações nos EUA e na China, aumentando as preocupações sobre a economia mundial que derrubaram as bolsas de valores na semana passada, especialmente em Tóquio.
Hoje a Bolsa de Tóquio subiu 7,2%, depois de perder 11% na semana passada e 21% desde o início do ano, um pouco menos do que a Bolsa de Xangai, na China.
No poder desde dezembro de 2012, Abe se propôs a combater a estagnação e a deflação, duas pragas da economia japonesa desde os anos 1990s. Além de imprimir dinheiro para comprar US$ 700 bilhões de títulos no mercado financeiro e aumentar a quantidade de dinheiro em circulação, o Banco do Japão passou recentemente a pagar juros negativos sobre os depósitos dessa compra depositados como garantia pelos bancos privados no banco central.
"O gasto público para sustentar a economia mundial deve ser o foco central da próxima reunião de cúpula do Grupo dos Sete mais a China", a ser realizada em 26 e 27 de maio de 2016 no Japão, comentou o economia Mitsumaru Kumagai, do Instituto de Pesquisa Daiwa.
Em todo o ano passado, o Japão cresceu 0,4% por causa do aumento de 2,7% nas exportações, que neutralizou uma queda de 1,2% no consumo pessoal. Esse resultado se soma às desacelerações nos EUA e na China, aumentando as preocupações sobre a economia mundial que derrubaram as bolsas de valores na semana passada, especialmente em Tóquio.
Hoje a Bolsa de Tóquio subiu 7,2%, depois de perder 11% na semana passada e 21% desde o início do ano, um pouco menos do que a Bolsa de Xangai, na China.
No poder desde dezembro de 2012, Abe se propôs a combater a estagnação e a deflação, duas pragas da economia japonesa desde os anos 1990s. Além de imprimir dinheiro para comprar US$ 700 bilhões de títulos no mercado financeiro e aumentar a quantidade de dinheiro em circulação, o Banco do Japão passou recentemente a pagar juros negativos sobre os depósitos dessa compra depositados como garantia pelos bancos privados no banco central.
"O gasto público para sustentar a economia mundial deve ser o foco central da próxima reunião de cúpula do Grupo dos Sete mais a China", a ser realizada em 26 e 27 de maio de 2016 no Japão, comentou o economia Mitsumaru Kumagai, do Instituto de Pesquisa Daiwa.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
Petróleo cai abaixo de US$ 27 e arrasta bolsas do mundo inteiro
O Índice Dow Jones da Bolsa de Valores de Nova York caiu mais 500 pontos hoje, mas se recuperou parcialmente e fechou em baixa de 249 pontos (1,6%), enquanto o barril de petróleo tipo West Texas Intermediate, padrão do mercado americano, recuou mais 6% para US$ 26,76, arrastando as bolsas do mundo inteiro.
A queda nos preços do barril de petróleo iniciada em junho de 2014 ganhou novo ímpeto no começo deste ano com as dúvidas sobre a desaceleração da economia da China, a segunda maior do mundo, e nesta semana com a volta do Irã ao mercado depois do fim das sanções a seu programa nuclear. Até o fim do ano, o Irã deve ofertar mais um milhão de barris por dia.
Em 20 dias de 2015, a baixa acumula 10%. Hoje o petróleo do tipo Brent, do Mar do Norte, padrão do mercado europeu, foi vendido a um mínimo de US$ 27,19 e fechou cotado a US$ 27,98, o menor valor em 12 anos.
Na Ásia, a Bolsa de Valores de Tóquio caiu 3,7%, entrando no "mercado do urso", quando o preço médio das ações baixa 20% em relação ao pico anterior. Em Xangai, na China, a desvalorização média foi de apenas 1%, mas Hong Kong perdeu 3,8%.
Na Europa, a baixa ficou na média de 3,5%, com fortes perdas em Londres (-3,5%), Frankfurt (-2,8%), Paris (3,4%) e Milão (-4,8%).
Em São Paulo, o Índice Bovespa perde mais 1,4%, puxado pela queda da Petrobrás. O dólar subiu 1,24% para R$ 4,10.
A queda nos preços do barril de petróleo iniciada em junho de 2014 ganhou novo ímpeto no começo deste ano com as dúvidas sobre a desaceleração da economia da China, a segunda maior do mundo, e nesta semana com a volta do Irã ao mercado depois do fim das sanções a seu programa nuclear. Até o fim do ano, o Irã deve ofertar mais um milhão de barris por dia.
Em 20 dias de 2015, a baixa acumula 10%. Hoje o petróleo do tipo Brent, do Mar do Norte, padrão do mercado europeu, foi vendido a um mínimo de US$ 27,19 e fechou cotado a US$ 27,98, o menor valor em 12 anos.
Na Ásia, a Bolsa de Valores de Tóquio caiu 3,7%, entrando no "mercado do urso", quando o preço médio das ações baixa 20% em relação ao pico anterior. Em Xangai, na China, a desvalorização média foi de apenas 1%, mas Hong Kong perdeu 3,8%.
Na Europa, a baixa ficou na média de 3,5%, com fortes perdas em Londres (-3,5%), Frankfurt (-2,8%), Paris (3,4%) e Milão (-4,8%).
Em São Paulo, o Índice Bovespa perde mais 1,4%, puxado pela queda da Petrobrás. O dólar subiu 1,24% para R$ 4,10.
quarta-feira, 9 de setembro de 2015
Bolsa de Tóquio tem maior alta em sete anos
Enquanto o Brasil perde o grau de investimento pela total incompetência do governo Dilma Rousseff, a Bolsa de Valores de Tóquio fechou hoje em alta de 7,7%, a maior desde outubro de 2008. Em pontos, o Índice Nikkei teve o maior ganho desde janeiro de 1994.
O mercado de ações do Japão segue a recuperação das bolsas da China. Recebeu um impulso extra com a afirmação do primeiro-ministro Shinzo Abe na conferência anual do Bank of America Merrill Lynch no Japão que "a duradoura mentalidade deflacionária está sendo varrida pela abeconomia".
As ações da Bolsa de Tóquio tinham caído em média 2,4% na terça-feira, atingindo o menor nível em sete meses. Todo o ganho do ano havia se perdido. Desde o pico de 2015, em junho, a queda era de 16%.
Desde o estouro da bolha da euforia econômica dos anos 1980s, a economia do Japão enfrenta estagnação e deflação, uma queda consistente de preços que desestimula a produção, o investimento e o consumo. Abe chegou ao poder decidido a acabar com isso.
Nos últimos anos, o Japão foi ultrapassado pela China, passando a ser a terceira maior economia do mundo. Há uma preocupação de que o país não tenha condições de enfrentar seu inimigo histórico sem uma economia forte.
O mercado de ações do Japão segue a recuperação das bolsas da China. Recebeu um impulso extra com a afirmação do primeiro-ministro Shinzo Abe na conferência anual do Bank of America Merrill Lynch no Japão que "a duradoura mentalidade deflacionária está sendo varrida pela abeconomia".
As ações da Bolsa de Tóquio tinham caído em média 2,4% na terça-feira, atingindo o menor nível em sete meses. Todo o ganho do ano havia se perdido. Desde o pico de 2015, em junho, a queda era de 16%.
Desde o estouro da bolha da euforia econômica dos anos 1980s, a economia do Japão enfrenta estagnação e deflação, uma queda consistente de preços que desestimula a produção, o investimento e o consumo. Abe chegou ao poder decidido a acabar com isso.
Nos últimos anos, o Japão foi ultrapassado pela China, passando a ser a terceira maior economia do mundo. Há uma preocupação de que o país não tenha condições de enfrentar seu inimigo histórico sem uma economia forte.
segunda-feira, 24 de agosto de 2015
Bolsas da China desabam levando pânico aos mercados
NOVA YORK - Apesar da intervenção extraordinária do governo nas últimas semanas, as bolsas da China desabaram hoje, com Xangai fechando em queda de 8,49%, a maior num dia em oito anos, o que eliminou todos os ganhos obtidos até agora neste ano. Isso derrubou as bolsas da Ásia e da Europa. Tóquio caiu 4,61%.
Na Europa, as perdas no momento são de 5,4% em Londres e 6,9% em Paris. Por trás da venda em massa de ações está o temor do mercado de que a China, país que mais cresceu nas últimas três décadas e meia, tornando-se a segunda maior economia do mundo esteja em forte desaceleração.
Depois de alguns anos de euforia, os grandes países emergentes perderam o brilho, primeiro a Rússia, o Brasil e a Índia, e agora a China, observa o jornal The New York Times.
Com a expectativa de queda na demanda chinesa, os preços dos produtos primários também têm quedas expressivas. Na Bolsa Mercantil de Nova York, o barril de petróleo tipo West Texas Intermediate, padrão no mercado americano, caiu abaixo de US$ 39.
Desde o início de 2015, o preço do petróleo baixou 35%.
Na Europa, as perdas no momento são de 5,4% em Londres e 6,9% em Paris. Por trás da venda em massa de ações está o temor do mercado de que a China, país que mais cresceu nas últimas três décadas e meia, tornando-se a segunda maior economia do mundo esteja em forte desaceleração.
Depois de alguns anos de euforia, os grandes países emergentes perderam o brilho, primeiro a Rússia, o Brasil e a Índia, e agora a China, observa o jornal The New York Times.
Com a expectativa de queda na demanda chinesa, os preços dos produtos primários também têm quedas expressivas. Na Bolsa Mercantil de Nova York, o barril de petróleo tipo West Texas Intermediate, padrão no mercado americano, caiu abaixo de US$ 39.
Desde o início de 2015, o preço do petróleo baixou 35%.
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Euro e bolsas caem com vitória socialista na França
A maioria das bolsas de valores operam em baixa hoje por causa da vitória do candidato socialista à Presidência da França, François Hollande, e da derrota dos partidos tradicionais nas eleições na Grécia, além da fraqueza no mercado de trabalho nos Estados Unidos. O euro caiu para menos de US$ 1,30.
Na Ásia, a Bolsa de Tóquio perdeu 2,8%. Também houve baixas em Hong Kong, Sídnei e Seul.
Com a intercerteza gerada pelo resultado inconclusivo das eleições parlamentares de ontem na Grécia, a Bolsa de Atenas caiu mais de 7% durante a manhã.
A vitória de Hollande não terá impacto imediato sobre a nota de crédito da dívida pública da França, informou a agência de classificação de risco Standard & Poor's, que em janeiro rebaixou em um grau sua avaliação sobre o país, da nota máxima, AAA, para AA+ com "perspectiva negativa".
Em nota, a S&P prometeu "analisar as decisões políticas do presidente eleito da França e do novo governo, levando em conta os resultados das eleições legislativas de junho" antes de tomar qualquer decisão.
No fim do pregão, as bolsas de Frankfurt, Paris, Madri e Milão reagiram com boas notícias do setor de construção, e o mercado europeu terminou o dia com alta média de 1,55% pelo índice Euro Stoxx 50. Atenas perdeu 6,67%.
Na Ásia, a Bolsa de Tóquio perdeu 2,8%. Também houve baixas em Hong Kong, Sídnei e Seul.
Com a intercerteza gerada pelo resultado inconclusivo das eleições parlamentares de ontem na Grécia, a Bolsa de Atenas caiu mais de 7% durante a manhã.
A vitória de Hollande não terá impacto imediato sobre a nota de crédito da dívida pública da França, informou a agência de classificação de risco Standard & Poor's, que em janeiro rebaixou em um grau sua avaliação sobre o país, da nota máxima, AAA, para AA+ com "perspectiva negativa".
Em nota, a S&P prometeu "analisar as decisões políticas do presidente eleito da França e do novo governo, levando em conta os resultados das eleições legislativas de junho" antes de tomar qualquer decisão.
No fim do pregão, as bolsas de Frankfurt, Paris, Madri e Milão reagiram com boas notícias do setor de construção, e o mercado europeu terminou o dia com alta média de 1,55% pelo índice Euro Stoxx 50. Atenas perdeu 6,67%.
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Bolsas da Ásia desabam com crise da Itália
O temor de um agravamento da crise das dívidas públicas por causa dos juros de mais de 7% que a Itália é obrigada a pagar para rolar suas dívidas derrubou hoje as principais bolsas de valores da Ásia, com perdas de 5,3% em Hong Kong, 4,9% em Seul e 2,9% em Tóquio, que caiu ao menor nível desde o início de outubro, informa The Wall St. Journal.
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Bolsas da Ásia abrem em queda
Sob o impacto da onda de choque que abala o mercado desde o rebaixamento do crédito dos Estados Unidos, as bolsas de valores abriram em queda forte na manhã desta terça-feira, pela hora local, informa o jornal americano The Wall Street Journal.
Depois de baixar 2% na segunda-feira, a Bolsa de Tóquio iniciou suas operações com uma queda de 2% que logo passou a 3,4%, enquanto Sídnei, na Austrália, perdia 3,8% e Seul, na Coreia do Sul, 4,2%.
sexta-feira, 18 de março de 2011
Bolsa de Tóquio sobe de olho no G-7
Diante da promessa do Grupo dos Sete (EUA, Japão, Alemanha, França, Reino Unido, Itália e Canadá) de intervir para conter a valorização do iene, a Bolsa de Valores de Tóquio teve alta de 2,7% hoje.
A alta no Japão - abalado por terremoto, maremoto e acidente nuclear - ajudou as outras bolsas da região. Sídnei, na Austrália, subiu 1,7%; Seul, 1,2%; Xangai, 0,6%; e Hong Kong, 0,5%.
terça-feira, 15 de março de 2011
Total oficial de mortos no Japão chega a 3.373
O número oficial de mortos computados pelo governo do Japão em consequência do terremoto e do maremoto de 11 de março de 2011 chegou hoje a 3.373.
Pelo menos 5 mil pessoas estão desaparecidas. A expectativa é que o total de mortos passe de 10 mil.
Depois de uma terceira explosão na central nuclear de Fukushima, o nível de radioatividade aumentou até em Tóquio, provocando uma fuga da capital japonesa. Companhias aéreas do mundo inteiro estão cancelando voos para o Japão.
A Bolsa de Valores de Tóquio caiu 10,5% nesta terça-feira, a maior queda da História em um dia, para seu menor nível em dois anos, depois de perder 6,2% na segunda-feira.
Pelo menos 5 mil pessoas estão desaparecidas. A expectativa é que o total de mortos passe de 10 mil.
Depois de uma terceira explosão na central nuclear de Fukushima, o nível de radioatividade aumentou até em Tóquio, provocando uma fuga da capital japonesa. Companhias aéreas do mundo inteiro estão cancelando voos para o Japão.
A Bolsa de Valores de Tóquio caiu 10,5% nesta terça-feira, a maior queda da História em um dia, para seu menor nível em dois anos, depois de perder 6,2% na segunda-feira.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Bolsa de Tóquio cai a menor nível em 16 meses
Diante da decepção com as medidas anunciadas ontem pelo Banco do Japão para conter a valorização do iene e estimular a economia, a Bolsa de Tóquio caiu 3,6% hoje, atingindo sua menor cotação em 16 meses e arrastando as outras bolsas da Ásia.
domingo, 13 de junho de 2010
Bolsa de Tóquio sobe 1,6%
O Índice Nikkei, que mede o desempenho das 225 principais ações da Bolsa de Valores de Tóquio, subiu 1,6% hoje de manhã no Japão por causa da recuperação do euro para US$ 1,22 e da sensação que a queda das últimas semanas criou boas oportunidades de compra por causa do baixo preço de ações de empresas importantes.
As ações da Sony, da Canon e da TDK estão em alta.
As ações da Sony, da Canon e da TDK estão em alta.
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
Bolsa de Tóquio tem pior ano da História
O governo do Japão anunciou hoje a intenção de criar um fundo no valor equivalente a US$ 110 bilhões para comprar papéis podres em poder dos bancos do país.
A medida provocou uma alta de 1,3% no índice Nikkei, que avalia o desempenho das 225 principais ações a venda no mercado japonês. Mas a Bolsa de Valores de Tóquio sofreu este ano a maior queda de História, com desvalorização média das ações de 42%.
Na comparação, as bolsas européias perderam na média 45%. Em Nova Iorque, o Índice Dow Jones baixou 34% e a bolsa Nasdaq, das ações de empresas de alta tecnologia, 40%.
A medida provocou uma alta de 1,3% no índice Nikkei, que avalia o desempenho das 225 principais ações a venda no mercado japonês. Mas a Bolsa de Valores de Tóquio sofreu este ano a maior queda de História, com desvalorização média das ações de 42%.
Na comparação, as bolsas européias perderam na média 45%. Em Nova Iorque, o Índice Dow Jones baixou 34% e a bolsa Nasdaq, das ações de empresas de alta tecnologia, 40%.
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Bolsas operam em alta no mundo inteiro
Em mais um dia de recuperação, as bolsas subiram no mundo inteiro.
Na Ásia, o plano de estímulo à economia do Japão, a desvalorização do iene e a expectativa de um corte de juros pelo Banco do Japão levaram a Bolsa de Valores de Tóquio a uma alta de 10%.
Hong Kong subiu 12,8% e Seul teve uma alta recorde de 12% porque a Coréia do Sul, assim como o Brasil, vai receber através do Banco da Coréia US$ 30 bilhões de dólares para que não haja falta da moeda americana no país.
As bolsas européias abriram em forte alta. Depois veio a notícia de que a economia dos Estados Unidos encolheu no terceiro trimestre do ano. Mas a taxa, de 0,3% ao ano, ficou acima de expectativa dos economistas, que era de 0,5%.
Mesmo assim, a queda no preço do barril de petróleo para US$ 65,39 desinflou a alta, que foi de 1,16% em Londres, 1,26% em Frankfurt e 0,15% em Paris, que ficou praticamente estável, apesar da promessa do presidente da França, Nicolas Sarkozy, de criar 100 mil empregos públicos.
Nos Estados Unidos, a Bolsa de Nova Iorque subiu com a queda do produto interno bruto menor do que se esperava e com o lucro recorde da companhia de petróleo Exxon Mobil, a maior empresa privada do mundo. Nos últimos três meses, ganhou quase US$ 15 bilhões líquidos.
Entre as más notícias do dia, a American Express anunciou a demissão de 7 mil empregados no mundo inteiro e o congelamento dos pagamentos dos executivos. O mercado já estima em US$ 200 bilhões o total que as grandes empresas terão de investir nos seus fundos de pensão para não prejudicar a aposentadoria de seus funcionários.
Na Ásia, o plano de estímulo à economia do Japão, a desvalorização do iene e a expectativa de um corte de juros pelo Banco do Japão levaram a Bolsa de Valores de Tóquio a uma alta de 10%.
Hong Kong subiu 12,8% e Seul teve uma alta recorde de 12% porque a Coréia do Sul, assim como o Brasil, vai receber através do Banco da Coréia US$ 30 bilhões de dólares para que não haja falta da moeda americana no país.
As bolsas européias abriram em forte alta. Depois veio a notícia de que a economia dos Estados Unidos encolheu no terceiro trimestre do ano. Mas a taxa, de 0,3% ao ano, ficou acima de expectativa dos economistas, que era de 0,5%.
Mesmo assim, a queda no preço do barril de petróleo para US$ 65,39 desinflou a alta, que foi de 1,16% em Londres, 1,26% em Frankfurt e 0,15% em Paris, que ficou praticamente estável, apesar da promessa do presidente da França, Nicolas Sarkozy, de criar 100 mil empregos públicos.
Nos Estados Unidos, a Bolsa de Nova Iorque subiu com a queda do produto interno bruto menor do que se esperava e com o lucro recorde da companhia de petróleo Exxon Mobil, a maior empresa privada do mundo. Nos últimos três meses, ganhou quase US$ 15 bilhões líquidos.
Entre as más notícias do dia, a American Express anunciou a demissão de 7 mil empregados no mundo inteiro e o congelamento dos pagamentos dos executivos. O mercado já estima em US$ 200 bilhões o total que as grandes empresas terão de investir nos seus fundos de pensão para não prejudicar a aposentadoria de seus funcionários.
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Corte de juros levanta bolsas em todo o mundo
A expectativa de corte nas taxas básicas de juros amanhã nos Estados Unidos e na próxima semana na Europa, provocou uma onda altista no mercado financeiro internacional.
Na Ásia, a Bolsa de Valores de Tóquio abriu em queda. Chegou a estar abaixo de 7 mil pontos na abertura, por causa de bancos e exportadores, mas se recuperou e fechou em alta de 6,4%. O governo japonês proibiu as operações de short selling. A Bolsa de Hong Kong subiu 13,4% e a de Seul 5,6%.
Com a onda altista vinda da Ásia, as bolsas da Europa também subiram, com destaque para ações de bancos, companhias de petróleo e fábricas de automóveis como a Volkswagen, que teve uma alta de 73% e no meio do pregão chegou a ser a empresa privada com maior valor de mercado, batendo a empresa petrolífera Exxon Mobil.
A Bolsa de Londres fechou com alta de 1,92%, a de Paris de 1,55%. Com a supervalorização das ações da VW, o DAX, principal índice da Bolsa de Frankfurt, subiu 11,3%.
Nos EUA, a quase certeza do mercado de que a Reserva Federal (Fed) vai reduzir a taxa básica de juros amanhã em meio ponto percentual, para 1% ao ano, neutralizou as notícias ruins.
O índice de confiança do consumidor calculado pelo Conference Board, um instituto de pesquisas do setor privado, caiu ao nível mais baixo desde que foi criado, há 23 anos. E o preço médio das casas caiu 16,6% em um ano.
Mesmo assim, a bolsa de Wall St. teve sua maior alta desde 1987: 10,88%. A bolsa Nasdaq, das ações de empresas de alta tecnologia, subiu 9,5%.
Na Ásia, a Bolsa de Valores de Tóquio abriu em queda. Chegou a estar abaixo de 7 mil pontos na abertura, por causa de bancos e exportadores, mas se recuperou e fechou em alta de 6,4%. O governo japonês proibiu as operações de short selling. A Bolsa de Hong Kong subiu 13,4% e a de Seul 5,6%.
Com a onda altista vinda da Ásia, as bolsas da Europa também subiram, com destaque para ações de bancos, companhias de petróleo e fábricas de automóveis como a Volkswagen, que teve uma alta de 73% e no meio do pregão chegou a ser a empresa privada com maior valor de mercado, batendo a empresa petrolífera Exxon Mobil.
A Bolsa de Londres fechou com alta de 1,92%, a de Paris de 1,55%. Com a supervalorização das ações da VW, o DAX, principal índice da Bolsa de Frankfurt, subiu 11,3%.
Nos EUA, a quase certeza do mercado de que a Reserva Federal (Fed) vai reduzir a taxa básica de juros amanhã em meio ponto percentual, para 1% ao ano, neutralizou as notícias ruins.
O índice de confiança do consumidor calculado pelo Conference Board, um instituto de pesquisas do setor privado, caiu ao nível mais baixo desde que foi criado, há 23 anos. E o preço médio das casas caiu 16,6% em um ano.
Mesmo assim, a bolsa de Wall St. teve sua maior alta desde 1987: 10,88%. A bolsa Nasdaq, das ações de empresas de alta tecnologia, subiu 9,5%.
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
Bolsas da Ásia voltam a desabar
Mais um dia de quedas fortes nos mercados da Ásia derrubou a Bolsa de Tóquio (-6,4%) para o nível de 26 anos atrás. Hong Kong perdeu 12,7%, na maior queda desde 1997. Manila teve uma queda recorde de 12,3%
No Japão, o primeiro-ministro Taro Aso tentou acalmar o mercado dizendo que um iene forte não é ruim para o país.
Leia mais no Wall Street Journal.
No Japão, o primeiro-ministro Taro Aso tentou acalmar o mercado dizendo que um iene forte não é ruim para o país.
Leia mais no Wall Street Journal.
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Bolsas desabam no mundo inteiro
O medo de uma recessão mundial, reforçado pelos maus resultados das empresas e a contração econômica do Reino Unido pela primeira vez em seis anos, derrubou as bolsas de valores hoje no mundo inteiro.
No Japão, o dólar caiu para 94,27 ienes. A moeda japonesa é um refúgio seguro em meio à crise. Isso derruba as ações de empresas exportadores, o que reduziu o crescimento sul-coreano à metade.
A Bolsa de Tóquio perdeu 9,6%; Hong Kong, 8,3%; e Seul, na Coréia do sul, 12,6%.
Na Europa, a primeira queda da atividade econômica britânica em 16 anos e outros indicadores de recessão, como o Índice de Compras dos Gerentes, pesaram sobre os mercados europeus. Londres e Frankfurt perderam 5%, e Paris, 3,5%.
Uma nova onda de demissões na Chrysler, que pode ser vendida à General Motors, e a redução do tráfego aéreo em 3%, derrubaram a Bolsa de Nova Iorque. O Índice Dow Jones caiu 3,6% e a bolsa Nasdaq, de empresas de alta tecnologia, 3,2%.
Em meio à descrença e ao pânico, uma boa notícia: a venda de casas usadas cresceu 5,5% em setembro. Com a queda na construção, o estoque de casas para revenda estaria diminuindo. Seria o início de uma recuperação no setor imobiliário. Os preços caíram 9% em um ano.
No Japão, o dólar caiu para 94,27 ienes. A moeda japonesa é um refúgio seguro em meio à crise. Isso derruba as ações de empresas exportadores, o que reduziu o crescimento sul-coreano à metade.
A Bolsa de Tóquio perdeu 9,6%; Hong Kong, 8,3%; e Seul, na Coréia do sul, 12,6%.
Na Europa, a primeira queda da atividade econômica britânica em 16 anos e outros indicadores de recessão, como o Índice de Compras dos Gerentes, pesaram sobre os mercados europeus. Londres e Frankfurt perderam 5%, e Paris, 3,5%.
Uma nova onda de demissões na Chrysler, que pode ser vendida à General Motors, e a redução do tráfego aéreo em 3%, derrubaram a Bolsa de Nova Iorque. O Índice Dow Jones caiu 3,6% e a bolsa Nasdaq, de empresas de alta tecnologia, 3,2%.
Em meio à descrença e ao pânico, uma boa notícia: a venda de casas usadas cresceu 5,5% em setembro. Com a queda na construção, o estoque de casas para revenda estaria diminuindo. Seria o início de uma recuperação no setor imobiliário. Os preços caíram 9% em um ano.
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