O Índice Dow Jones da Bolsa de Valores de Nova York caiu mais 500 pontos hoje, mas se recuperou parcialmente e fechou em baixa de 249 pontos (1,6%), enquanto o barril de petróleo tipo West Texas Intermediate, padrão do mercado americano, recuou mais 6% para US$ 26,76, arrastando as bolsas do mundo inteiro.
A queda nos preços do barril de petróleo iniciada em junho de 2014 ganhou novo ímpeto no começo deste ano com as dúvidas sobre a desaceleração da economia da China, a segunda maior do mundo, e nesta semana com a volta do Irã ao mercado depois do fim das sanções a seu programa nuclear. Até o fim do ano, o Irã deve ofertar mais um milhão de barris por dia.
Em 20 dias de 2015, a baixa acumula 10%. Hoje o petróleo do tipo Brent, do Mar do Norte, padrão do mercado europeu, foi vendido a um mínimo de US$ 27,19 e fechou cotado a US$ 27,98, o menor valor em 12 anos.
Na Ásia, a Bolsa de Valores de Tóquio caiu 3,7%, entrando no "mercado do urso", quando o preço médio das ações baixa 20% em relação ao pico anterior. Em Xangai, na China, a desvalorização média foi de apenas 1%, mas Hong Kong perdeu 3,8%.
Na Europa, a baixa ficou na média de 3,5%, com fortes perdas em Londres (-3,5%), Frankfurt (-2,8%), Paris (3,4%) e Milão (-4,8%).
Em São Paulo, o Índice Bovespa perde mais 1,4%, puxado pela queda da Petrobrás. O dólar subiu 1,24% para R$ 4,10.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
Petróleo cai abaixo de US$ 27 e arrasta bolsas do mundo inteiro
segunda-feira, 24 de agosto de 2015
Bolsas da China desabam levando pânico aos mercados
NOVA YORK - Apesar da intervenção extraordinária do governo nas últimas semanas, as bolsas da China desabaram hoje, com Xangai fechando em queda de 8,49%, a maior num dia em oito anos, o que eliminou todos os ganhos obtidos até agora neste ano. Isso derrubou as bolsas da Ásia e da Europa. Tóquio caiu 4,61%.
Na Europa, as perdas no momento são de 5,4% em Londres e 6,9% em Paris. Por trás da venda em massa de ações está o temor do mercado de que a China, país que mais cresceu nas últimas três décadas e meia, tornando-se a segunda maior economia do mundo esteja em forte desaceleração.
Depois de alguns anos de euforia, os grandes países emergentes perderam o brilho, primeiro a Rússia, o Brasil e a Índia, e agora a China, observa o jornal The New York Times.
Com a expectativa de queda na demanda chinesa, os preços dos produtos primários também têm quedas expressivas. Na Bolsa Mercantil de Nova York, o barril de petróleo tipo West Texas Intermediate, padrão no mercado americano, caiu abaixo de US$ 39.
Desde o início de 2015, o preço do petróleo baixou 35%.
Na Europa, as perdas no momento são de 5,4% em Londres e 6,9% em Paris. Por trás da venda em massa de ações está o temor do mercado de que a China, país que mais cresceu nas últimas três décadas e meia, tornando-se a segunda maior economia do mundo esteja em forte desaceleração.
Depois de alguns anos de euforia, os grandes países emergentes perderam o brilho, primeiro a Rússia, o Brasil e a Índia, e agora a China, observa o jornal The New York Times.
Com a expectativa de queda na demanda chinesa, os preços dos produtos primários também têm quedas expressivas. Na Bolsa Mercantil de Nova York, o barril de petróleo tipo West Texas Intermediate, padrão no mercado americano, caiu abaixo de US$ 39.
Desde o início de 2015, o preço do petróleo baixou 35%.
segunda-feira, 27 de outubro de 2014
Vitória de Dilma derruba ações brasileiras nos EUA e na Europa
A reeleição da presidente Dilma Rousseff por margem estreita derrubou a cotação das empresas brasileiras com ações negociadas na Bolsa de Valores de Nova York.
As ações da Petrobrás caíram hoje 14,23%, enquanto a Vale perdeu 6,18% e um fundo de ações brasileiras (EWZ.P) 4,97%, noticiou, a agência Reuters.
Na Europa, o fundo Lyxor ETF Brazil, vendido na Bolsa de Paris, chegou a cair 10,4%, atingindo o menor nível em sete meses. Na Bolsa de Milão, na Itália, o mesmo fundo baixou 11,6%, enquanto o iShares MSCI Brazil ETF, negociado em Frankfurt, na Alemanha, recuou 8,8%, informou o Financial Times, principal diário econômico-financeiro do continente.
O real foi a moeda mais desvalorizada no mundo hoje. Baixou a seu menor valor em 10 anos. No mercado internacional, chegou a cair 3,1% em relação ao dólar, que fechou em R$ 2,52. No fim do dia, o jornal americano The Wall St. Journal anunciou uma alta do dólar de 2,07% em relação ao real.
As ações da Petrobrás caíram hoje 14,23%, enquanto a Vale perdeu 6,18% e um fundo de ações brasileiras (EWZ.P) 4,97%, noticiou, a agência Reuters.
Na Europa, o fundo Lyxor ETF Brazil, vendido na Bolsa de Paris, chegou a cair 10,4%, atingindo o menor nível em sete meses. Na Bolsa de Milão, na Itália, o mesmo fundo baixou 11,6%, enquanto o iShares MSCI Brazil ETF, negociado em Frankfurt, na Alemanha, recuou 8,8%, informou o Financial Times, principal diário econômico-financeiro do continente.
O real foi a moeda mais desvalorizada no mundo hoje. Baixou a seu menor valor em 10 anos. No mercado internacional, chegou a cair 3,1% em relação ao dólar, que fechou em R$ 2,52. No fim do dia, o jornal americano The Wall St. Journal anunciou uma alta do dólar de 2,07% em relação ao real.
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quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Bolsa de Nova York perde mais de 3%
Diante do aumento do risco de um calote na dívida pública da Itália, cujos títulos de 10 anos pagaram juros de 7,38% ao ano, os principais índices da Bolsa de Valores de Nova York caíram mais de 3% hoje, no pior dia em Wall Street desde 22 de setembro de 2011.
O Índice Dow Jones, que mede o desempenho de 30 grandes empresas, caiu 3,2%, enquanto a bolsa Nasdaq, de empresas de alta tecnologia, baixou 3,88%, e o índice amplo S&P 500 diminuiu 3,67%, informa o jornal The Washington Post.
Antes, as bolsas da Europa tinham fechado em baixa, com perdas de 3,78% em Milão, 2.21% em Frankfurt, 2,17% em Paris e 1,92% em Londres.
Em São Paulo, o índice Bovespa recuou 2,5%.
O Índice Dow Jones, que mede o desempenho de 30 grandes empresas, caiu 3,2%, enquanto a bolsa Nasdaq, de empresas de alta tecnologia, baixou 3,88%, e o índice amplo S&P 500 diminuiu 3,67%, informa o jornal The Washington Post.
Antes, as bolsas da Europa tinham fechado em baixa, com perdas de 3,78% em Milão, 2.21% em Frankfurt, 2,17% em Paris e 1,92% em Londres.
Em São Paulo, o índice Bovespa recuou 2,5%.
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quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Grandes empresas francesas lucram mais 9,5%
Apesar da crise, as grandes empresas do índice CAC 40, o principal da Bolsa de Valores de Paris, tiveram resultados 9,5% melhores no primeiro semestre de 2011, indica uma estimativa da empresa de consultoria PriceWaterhouseCoopers, citada em reportagem de capa do jornal Le Monde.
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Bolsas desabam no mundo inteiro
Com a incerteza diante do plano para tirar os Estados Unidos da crise, as bolsas de valores caíram desde que o mercado abriu. Na Ásia, Tóquio registrou baixa de 1,23% e Hong Kong de 4,3%.
Na Europa, o dia começou mal por causa da estatização banco Fortis pela Bélgica, Holanda e Luxemburgo, de uma sociedade de poupança e empréstimo britânica, a Bradford & Bingley, e de socorro a bancos na Islândia e Dinamarca.
Com a queda do plano americano, as bolsas desabaram. Londres e Paris caíram mais de 5%, Frankfurt, na Alemanha, mais de 4%.
Em Wall Street, o Índice Dow Jones caiu imediatamente 400 pontos e, no final do dia, 777 pontos, a maior queda em pontos em um dia e a maior percentual (6,98%) desde a Segunda-Feira Negra, 19 de outubro de 1987.
Na Europa, o dia começou mal por causa da estatização banco Fortis pela Bélgica, Holanda e Luxemburgo, de uma sociedade de poupança e empréstimo britânica, a Bradford & Bingley, e de socorro a bancos na Islândia e Dinamarca.
Com a queda do plano americano, as bolsas desabaram. Londres e Paris caíram mais de 5%, Frankfurt, na Alemanha, mais de 4%.
Em Wall Street, o Índice Dow Jones caiu imediatamente 400 pontos e, no final do dia, 777 pontos, a maior queda em pontos em um dia e a maior percentual (6,98%) desde a Segunda-Feira Negra, 19 de outubro de 1987.
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