Mostrando postagens com marcador Bolsa de Frankfurt. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Bolsa de Frankfurt. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 1 de abril de 2019

Indústrias da China e dos EUA voltam a crescer

A produção industrial das duas maiores economias do mundo voltaram a crescer, os Estados Unidos e a China, dando esperanças menor desaceleração da economia mundial. As bolsas de valores reagiram positivamente.

Na China, inesperadamente, o índice Caixin-Markit dos gerentes de compras da indústria manufatureira registrou 50,8 em março, depois de ficar em 49,9 em fevereiro. Números acima de 50 indicam expansão. O emprego na indústria chinesa, hoje a maior do mundo, cresceu pela primeira vez em mais de cinco anos.

Sob pressão da guerra comercial deflagrada pelo presidente Donald Trump, o governo chinês adotou uma série de medidas de incentivo e ampliou o acesso ao crédito para pequenas e médias empresas. No começo do ano, a expectativa era sombria.

Nos EUA, o mesmo índice da atividade fabril voltou a crescer depois da cair ao menor nível desde novembro de 2016, mês da eleição de Trump. Houve aumento nas encomendas, na produção e no emprego. O setor manufatureiro registrava a maior desaceleração nos últimos meses.

O índice amplo S&P 500, da Bolsa da Valores de Nova York, teve alta de 1,2% depois de fechar o primeiro trimestre com o melhor resultado desde 1998. Na Europa, o índice FTSE 100, da Bolsa de Londres, avançou 0,5% e o Xetra Dax 30, da Bolsa da Frankfurt, subiu 1,4%.

Na Ásia, houve alta de 2,6% em Xangai para o maior nível desde março de 2018, de 1,8% em Hong Kong e de 1,5% em Tóquio.

quinta-feira, 10 de março de 2016

BCE anuncia novos estímulos na Zona do Euro

Para combater a deflação e a estagnação nos 19 países da União Europeia que usam o euro como moeda, o Banco Central Europeu (BCE) reduziu a zero hoje sua taxa básica de juros e aumentou para 80 bilhões por mês a compra de títulos no mercado financeiro para colocar mais dinheiro em circulação.

A taxa de depósito, que os bancos pagam para guardar suas reservas no BCE, passou da 0,3% para 0,4% ao ano. Normalmente, os bancos centrais pagam por isso. No momento, o BCE adota uma taxa de depósito negativa, que foi de -0,3% para -0,4%.

Assim, os bancos pagam para depositar o dinheiro no banco central. O objetivo é que ofereçam mais crédito no mercado. A taxa básica estava em 0,05%, praticamente zerada.

Depois de cair para US$ 1,08, o euro se recuperou, quando o presidente do BCE, o italiano Mario Draghi, declarou os juros ficarão baixos por longo prazo e podem cair ainda mais. Fechou acima de US$ 1,12, a maior cotação em três semanas. A Bolsa de Frankfurt chegou a subir 3%. Fechou em alta de 2,3%. A Bolsa de Paris avançou 2,57%.

Sob pressão da disciplina fiscal imposta pela Alemanha, o BCE foi o último dos grandes bancos centrais do mundo a comprar papéis no mercado financeiro para aumentar a quantidade de dinheiro em circulação. É um incentivo monetário possível quando as taxas de juros estão perto de zero.

O produto interno bruto da Zona do Euro ainda não superou o nível anterior à Grande Depressão de 2008-9. Seu baixo crescimento é atribuído aos juros baixíssimos e à queda nos preços do petróleo, já que seus países são importadores.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Vitória de Dilma derruba ações brasileiras nos EUA e na Europa

A reeleição da presidente Dilma Rousseff por margem estreita derrubou a cotação das empresas brasileiras com ações negociadas na Bolsa de Valores de Nova York.

As ações da Petrobrás caíram hoje 14,23%, enquanto a Vale perdeu 6,18% e um fundo de ações brasileiras (EWZ.P) 4,97%, noticiou, a agência Reuters.

Na Europa, o fundo Lyxor ETF Brazil, vendido na Bolsa de Paris, chegou a cair 10,4%, atingindo o menor nível em sete meses. Na Bolsa de Milão, na Itália, o mesmo fundo baixou 11,6%, enquanto o iShares MSCI Brazil ETF, negociado em Frankfurt, na Alemanha, recuou 8,8%, informou o Financial Times, principal diário econômico-financeiro do continente.

O real foi a moeda mais desvalorizada no mundo hoje. Baixou a seu menor valor em 10 anos. No mercado internacional, chegou a cair 3,1% em relação ao dólar, que fechou em R$ 2,52. No fim do dia, o jornal americano The Wall St. Journal anunciou uma alta do dólar de 2,07% em relação ao real.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Bolsa de Nova York perde mais de 3%

Diante do aumento do risco de um calote na dívida pública da Itália, cujos títulos de 10 anos pagaram juros de 7,38% ao ano, os principais índices da Bolsa de Valores de Nova York caíram mais de 3% hoje, no pior dia em Wall Street desde 22 de setembro de 2011.

O Índice Dow Jones, que mede o desempenho de 30 grandes empresas, caiu 3,2%, enquanto a bolsa Nasdaq, de empresas de alta tecnologia, baixou 3,88%, e o índice amplo S&P 500 diminuiu 3,67%, informa o jornal The Washington Post.

Antes, as bolsas da Europa tinham fechado em baixa, com perdas de 3,78% em Milão, 2.21% em Frankfurt, 2,17% em Paris e 1,92% em Londres.

Em São Paulo, o índice Bovespa recuou 2,5%.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Corte de juros levanta bolsas em todo o mundo

A expectativa de corte nas taxas básicas de juros amanhã nos Estados Unidos e na próxima semana na Europa, provocou uma onda altista no mercado financeiro internacional.

Na Ásia, a Bolsa de Valores de Tóquio abriu em queda. Chegou a estar abaixo de 7 mil pontos na abertura, por causa de bancos e exportadores, mas se recuperou e fechou em alta de 6,4%. O governo japonês proibiu as operações de short selling. A Bolsa de Hong Kong subiu 13,4% e a de Seul 5,6%.

Com a onda altista vinda da Ásia, as bolsas da Europa também subiram, com destaque para ações de bancos, companhias de petróleo e fábricas de automóveis como a Volkswagen, que teve uma alta de 73% e no meio do pregão chegou a ser a empresa privada com maior valor de mercado, batendo a empresa petrolífera Exxon Mobil.

A Bolsa de Londres fechou com alta de 1,92%, a de Paris de 1,55%. Com a supervalorização das ações da VW, o DAX, principal índice da Bolsa de Frankfurt, subiu 11,3%.

Nos EUA, a quase certeza do mercado de que a Reserva Federal (Fed) vai reduzir a taxa básica de juros amanhã em meio ponto percentual, para 1% ao ano, neutralizou as notícias ruins.

O índice de confiança do consumidor calculado pelo Conference Board, um instituto de pesquisas do setor privado, caiu ao nível mais baixo desde que foi criado, há 23 anos. E o preço médio das casas caiu 16,6% em um ano.

Mesmo assim, a bolsa de Wall St. teve sua maior alta desde 1987: 10,88%. A bolsa Nasdaq, das ações de empresas de alta tecnologia, subiu 9,5%.

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Bolsas desabam no mundo inteiro

Com a incerteza diante do plano para tirar os Estados Unidos da crise, as bolsas de valores caíram desde que o mercado abriu. Na Ásia, Tóquio registrou baixa de 1,23% e Hong Kong de 4,3%.

Na Europa, o dia começou mal por causa da estatização banco Fortis pela Bélgica, Holanda e Luxemburgo, de uma sociedade de poupança e empréstimo britânica, a Bradford & Bingley, e de socorro a bancos na Islândia e Dinamarca.

Com a queda do plano americano, as bolsas desabaram. Londres e Paris caíram mais de 5%, Frankfurt, na Alemanha, mais de 4%.

Em Wall Street, o Índice Dow Jones caiu imediatamente 400 pontos e, no final do dia, 777 pontos, a maior queda em pontos em um dia e a maior percentual (6,98%) desde a Segunda-Feira Negra, 19 de outubro de 1987.