Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Bolsas da Ásia desabam com crise da Itália
O temor de um agravamento da crise das dívidas públicas por causa dos juros de mais de 7% que a Itália é obrigada a pagar para rolar suas dívidas derrubou hoje as principais bolsas de valores da Ásia, com perdas de 5,3% em Hong Kong, 4,9% em Seul e 2,9% em Tóquio, que caiu ao menor nível desde o início de outubro, informa The Wall St. Journal.
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Bolsas operam em alta no mundo inteiro
Em mais um dia de recuperação, as bolsas subiram no mundo inteiro.
Na Ásia, o plano de estímulo à economia do Japão, a desvalorização do iene e a expectativa de um corte de juros pelo Banco do Japão levaram a Bolsa de Valores de Tóquio a uma alta de 10%.
Hong Kong subiu 12,8% e Seul teve uma alta recorde de 12% porque a Coréia do Sul, assim como o Brasil, vai receber através do Banco da Coréia US$ 30 bilhões de dólares para que não haja falta da moeda americana no país.
As bolsas européias abriram em forte alta. Depois veio a notícia de que a economia dos Estados Unidos encolheu no terceiro trimestre do ano. Mas a taxa, de 0,3% ao ano, ficou acima de expectativa dos economistas, que era de 0,5%.
Mesmo assim, a queda no preço do barril de petróleo para US$ 65,39 desinflou a alta, que foi de 1,16% em Londres, 1,26% em Frankfurt e 0,15% em Paris, que ficou praticamente estável, apesar da promessa do presidente da França, Nicolas Sarkozy, de criar 100 mil empregos públicos.
Nos Estados Unidos, a Bolsa de Nova Iorque subiu com a queda do produto interno bruto menor do que se esperava e com o lucro recorde da companhia de petróleo Exxon Mobil, a maior empresa privada do mundo. Nos últimos três meses, ganhou quase US$ 15 bilhões líquidos.
Entre as más notícias do dia, a American Express anunciou a demissão de 7 mil empregados no mundo inteiro e o congelamento dos pagamentos dos executivos. O mercado já estima em US$ 200 bilhões o total que as grandes empresas terão de investir nos seus fundos de pensão para não prejudicar a aposentadoria de seus funcionários.
Na Ásia, o plano de estímulo à economia do Japão, a desvalorização do iene e a expectativa de um corte de juros pelo Banco do Japão levaram a Bolsa de Valores de Tóquio a uma alta de 10%.
Hong Kong subiu 12,8% e Seul teve uma alta recorde de 12% porque a Coréia do Sul, assim como o Brasil, vai receber através do Banco da Coréia US$ 30 bilhões de dólares para que não haja falta da moeda americana no país.
As bolsas européias abriram em forte alta. Depois veio a notícia de que a economia dos Estados Unidos encolheu no terceiro trimestre do ano. Mas a taxa, de 0,3% ao ano, ficou acima de expectativa dos economistas, que era de 0,5%.
Mesmo assim, a queda no preço do barril de petróleo para US$ 65,39 desinflou a alta, que foi de 1,16% em Londres, 1,26% em Frankfurt e 0,15% em Paris, que ficou praticamente estável, apesar da promessa do presidente da França, Nicolas Sarkozy, de criar 100 mil empregos públicos.
Nos Estados Unidos, a Bolsa de Nova Iorque subiu com a queda do produto interno bruto menor do que se esperava e com o lucro recorde da companhia de petróleo Exxon Mobil, a maior empresa privada do mundo. Nos últimos três meses, ganhou quase US$ 15 bilhões líquidos.
Entre as más notícias do dia, a American Express anunciou a demissão de 7 mil empregados no mundo inteiro e o congelamento dos pagamentos dos executivos. O mercado já estima em US$ 200 bilhões o total que as grandes empresas terão de investir nos seus fundos de pensão para não prejudicar a aposentadoria de seus funcionários.
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Bolsas desabam no mundo inteiro
O medo de uma recessão mundial, reforçado pelos maus resultados das empresas e a contração econômica do Reino Unido pela primeira vez em seis anos, derrubou as bolsas de valores hoje no mundo inteiro.
No Japão, o dólar caiu para 94,27 ienes. A moeda japonesa é um refúgio seguro em meio à crise. Isso derruba as ações de empresas exportadores, o que reduziu o crescimento sul-coreano à metade.
A Bolsa de Tóquio perdeu 9,6%; Hong Kong, 8,3%; e Seul, na Coréia do sul, 12,6%.
Na Europa, a primeira queda da atividade econômica britânica em 16 anos e outros indicadores de recessão, como o Índice de Compras dos Gerentes, pesaram sobre os mercados europeus. Londres e Frankfurt perderam 5%, e Paris, 3,5%.
Uma nova onda de demissões na Chrysler, que pode ser vendida à General Motors, e a redução do tráfego aéreo em 3%, derrubaram a Bolsa de Nova Iorque. O Índice Dow Jones caiu 3,6% e a bolsa Nasdaq, de empresas de alta tecnologia, 3,2%.
Em meio à descrença e ao pânico, uma boa notícia: a venda de casas usadas cresceu 5,5% em setembro. Com a queda na construção, o estoque de casas para revenda estaria diminuindo. Seria o início de uma recuperação no setor imobiliário. Os preços caíram 9% em um ano.
No Japão, o dólar caiu para 94,27 ienes. A moeda japonesa é um refúgio seguro em meio à crise. Isso derruba as ações de empresas exportadores, o que reduziu o crescimento sul-coreano à metade.
A Bolsa de Tóquio perdeu 9,6%; Hong Kong, 8,3%; e Seul, na Coréia do sul, 12,6%.
Na Europa, a primeira queda da atividade econômica britânica em 16 anos e outros indicadores de recessão, como o Índice de Compras dos Gerentes, pesaram sobre os mercados europeus. Londres e Frankfurt perderam 5%, e Paris, 3,5%.
Uma nova onda de demissões na Chrysler, que pode ser vendida à General Motors, e a redução do tráfego aéreo em 3%, derrubaram a Bolsa de Nova Iorque. O Índice Dow Jones caiu 3,6% e a bolsa Nasdaq, de empresas de alta tecnologia, 3,2%.
Em meio à descrença e ao pânico, uma boa notícia: a venda de casas usadas cresceu 5,5% em setembro. Com a queda na construção, o estoque de casas para revenda estaria diminuindo. Seria o início de uma recuperação no setor imobiliário. Os preços caíram 9% em um ano.
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quinta-feira, 23 de outubro de 2008
Demissões em massa abalam bolsas
A expectativa de aumento do desemprego nos Estados Unidos, mais um forte indicador de uma recessão, abalou as bolsas hoje no mundo inteiro.
O número de demissões em massa em setembro foi o maior desde setembro de 2001, quando o país estava traumatizado pelos atentados terroristas contra Nova Iorque e o Pentágono, revelou hoje o jornal The Washington Post. São considerados demissões em massa os casos em que mais de 50 trabalhadores de uma mesma empresa perdem o emprego:
• A indústria farmacêutica Merck vai demitir 7,2 mil funcionários, 2.880 nos EUA.
• O banco National City vai demitir 4 mil funcionários.
• A Pepsi vai mandar embora 3,3 mil.
• No banco Goldman Sachs, serão cortadas 3.260 vagas.
• A Xerox vai eliminar 3 mil postos de trabalho.
• A Chrysler vai fechar mais uma fábrica de automóveis e dispensar 1.825 trabalhadores.
• A General Motors vai desempregar 1,6 mil.
• O Yahoo vai despedir 1,5 mil empregados.
Na Ásia, a Bolsa de Tóquio chegou a cair 7% porque o saldo comercial do Japão caiu 94% em relação ao ano passado. As exportações para os EUA baixaram pelo décimo-terceiro mês consecutivo e a moeda japonesa subiu hoje para 97 ienes por dólar, prejudicando ainda mais as empresas exportadoras.
Em Seul, na Coréia do Sul, outro país que depende muito das importações americanas, a bolsa caiu 7,5%.
Foi um dia de fortes oscilações. Na Europa, Londres teve alta de 1,2% e Frankfurt de 1,1%, mas Paris caiu 0,4%.
Nos EUA, a expectativa de aumento do desemprego não impediu o Índice Dow Jones, que mede o desempenho das 30 empresas mais importantes da Bolsa de Nova Iorque, de subir 2%, enquanto a bolsa Nasdaq, das empresas de alta tecnologia, perdeu 0,73%.
O número de demissões em massa em setembro foi o maior desde setembro de 2001, quando o país estava traumatizado pelos atentados terroristas contra Nova Iorque e o Pentágono, revelou hoje o jornal The Washington Post. São considerados demissões em massa os casos em que mais de 50 trabalhadores de uma mesma empresa perdem o emprego:
• A indústria farmacêutica Merck vai demitir 7,2 mil funcionários, 2.880 nos EUA.
• O banco National City vai demitir 4 mil funcionários.
• A Pepsi vai mandar embora 3,3 mil.
• No banco Goldman Sachs, serão cortadas 3.260 vagas.
• A Xerox vai eliminar 3 mil postos de trabalho.
• A Chrysler vai fechar mais uma fábrica de automóveis e dispensar 1.825 trabalhadores.
• A General Motors vai desempregar 1,6 mil.
• O Yahoo vai despedir 1,5 mil empregados.
Na Ásia, a Bolsa de Tóquio chegou a cair 7% porque o saldo comercial do Japão caiu 94% em relação ao ano passado. As exportações para os EUA baixaram pelo décimo-terceiro mês consecutivo e a moeda japonesa subiu hoje para 97 ienes por dólar, prejudicando ainda mais as empresas exportadoras.
Em Seul, na Coréia do Sul, outro país que depende muito das importações americanas, a bolsa caiu 7,5%.
Foi um dia de fortes oscilações. Na Europa, Londres teve alta de 1,2% e Frankfurt de 1,1%, mas Paris caiu 0,4%.
Nos EUA, a expectativa de aumento do desemprego não impediu o Índice Dow Jones, que mede o desempenho das 30 empresas mais importantes da Bolsa de Nova Iorque, de subir 2%, enquanto a bolsa Nasdaq, das empresas de alta tecnologia, perdeu 0,73%.
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
Bolsas da Ásia tem forte queda
Com a alta do petróleo e a queda do dólar, as bolsas de valores fecharam em forte queda hoje, de 4,16% em Hong Kong, 2,46% em Tóquio e 3,5% em Seul, que teve a maior baixa em três meses.
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
Bolsas da Ásia abrem em forte queda: Tóquio está no nível mais baixo em um ano
Com a alta do iene diante do dólar, as ações de empresas exportadoras lideraram a baixa de 2,6%. No final da manhã no Japão, o Índice Nikkei, que mede o desempenho das principais ações da Bolsa de Valores de Tóquio, caiu para 15.173,42 pontos, o nível mais baixo em 52 semanas.
Na China, a Bolsa de Xangai registrava queda de 2,5%, atribuída à decisão do Banco de China de exigir que os bancos aumentem suas reservas, a parcela do dinheiro que não podem emprestar.
Em Taiwan, a desvalorização das ações era de 2,7%.
Em Seul, na Coréia do Sul, a baixa foi de 3,1%.
Em Cingapura, os preços das ações diminuíram em média 2,1%.
Na China, a Bolsa de Xangai registrava queda de 2,5%, atribuída à decisão do Banco de China de exigir que os bancos aumentem suas reservas, a parcela do dinheiro que não podem emprestar.
Em Taiwan, a desvalorização das ações era de 2,7%.
Em Seul, na Coréia do Sul, a baixa foi de 3,1%.
Em Cingapura, os preços das ações diminuíram em média 2,1%.
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
Bolsas da Ásia seguem EUA e operam em baixa
Depois de queda de 360 pontos ontem no Índice Dow Jones da Bolsa de Valores de Nova Iorque, as principais bolsas da Ásia operam em baixa.
No momento, as quedas são de 2,3% em Tóquio, no Japão; de 3% em Xangai e 2,9% em Hong Kong, na China; 2,7% em Sídnei, na Austrália; 1,5% em Seul, na Coréia do Sul; 0,3% em Cingapura; 2,9% em Taipé, a capital de Taiwan.
A fraqueza do dólar atinge duplamente a Ásia. Os Estados Unidos são o maior importador de produtos asiáticos. Uma crise da economia americana diminui o apetite do consumidor. A desvalorização do dólar encarece os preços, reduzindo a competitividade das exportações da Ásia na maior economia do mundo. Ainda ameaça provocar inflação e aumentos de juros, reduzindo o poder de compra dos americanos.
ATUALIZAÇÃO: no fim do pregão, a Bolsa de Xangai caiu 4,9%, sua maior queda em dois meses; Hong Kong, 3,2%; e Tóquio, 2%.
No momento, as quedas são de 2,3% em Tóquio, no Japão; de 3% em Xangai e 2,9% em Hong Kong, na China; 2,7% em Sídnei, na Austrália; 1,5% em Seul, na Coréia do Sul; 0,3% em Cingapura; 2,9% em Taipé, a capital de Taiwan.
A fraqueza do dólar atinge duplamente a Ásia. Os Estados Unidos são o maior importador de produtos asiáticos. Uma crise da economia americana diminui o apetite do consumidor. A desvalorização do dólar encarece os preços, reduzindo a competitividade das exportações da Ásia na maior economia do mundo. Ainda ameaça provocar inflação e aumentos de juros, reduzindo o poder de compra dos americanos.
ATUALIZAÇÃO: no fim do pregão, a Bolsa de Xangai caiu 4,9%, sua maior queda em dois meses; Hong Kong, 3,2%; e Tóquio, 2%.
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sexta-feira, 10 de agosto de 2007
Bolsas operam em queda no mundo inteiro
O congelamento de três fundos do banco francês BNP Paribas e a conseqüente queda de 387 pontos ontem na Bolsa de Valores de Nova Iorque provocam uma baixa generalizada nos mercados de ações no mundo inteiro pelo segundo dia consecutivo.
Na Ásia, onde as bolsas já encerraram as operações da semana, o risco de uma crise no crédito levou a quedas hoje de 2,4% no Índice Nikkei, da Bolsa de Tóquio, 2,9% em Hong Kong, 4,2% em Seul e 3,7% na Austrália. Confira no Asian Wall Street Journal.
Neste momento, o Índice Dow Jones, da Bolsa de Nova Iorque, registra queda superior a 110 pontos. Já o Índice Bovespa, da bolsa brasileira, está em baixa de mais de 2%, com todas as ações em queda.
Na Ásia, onde as bolsas já encerraram as operações da semana, o risco de uma crise no crédito levou a quedas hoje de 2,4% no Índice Nikkei, da Bolsa de Tóquio, 2,9% em Hong Kong, 4,2% em Seul e 3,7% na Austrália. Confira no Asian Wall Street Journal.
Neste momento, o Índice Dow Jones, da Bolsa de Nova Iorque, registra queda superior a 110 pontos. Já o Índice Bovespa, da bolsa brasileira, está em baixa de mais de 2%, com todas as ações em queda.
sexta-feira, 2 de março de 2007
Bolsa de Tóquio cai mais mas Xangai se recupera
O índice Nikkei, da Bolsa de Valores de Tóquio, fechou em queda hoje pelo quarto dia consecutivo, com baixa de 1,35%. Em Sídnei, na Austrália, a perda foi de 0,42%. Em Seul, na Coréia do Sul, de 0,2%. Em Manila, nas Filipinas, o prejuízo foi de 1,56%.
Já as bolsas da China reagiram. Xangai, que provocou a atual turbulência nos mercados financeiros ao cair 8,84% na terça-feira, subiu 1,23% e Hong Kong 0,49%. Outra bolsa da região da Ásia e do Pacífico que teve alta foi a de Wellington, na Nova Zelândia, com melhora de 1,22%.
A instabilidade na Ásia, região que mais cresce no mundo, e as dúvidas sobre o futuro da economia dos Estados Unidos, se haverá recessão ou não, derrubam no momento as bolsas no mundo inteiro, da Europa, dos EUA e da América Latina.
Já as bolsas da China reagiram. Xangai, que provocou a atual turbulência nos mercados financeiros ao cair 8,84% na terça-feira, subiu 1,23% e Hong Kong 0,49%. Outra bolsa da região da Ásia e do Pacífico que teve alta foi a de Wellington, na Nova Zelândia, com melhora de 1,22%.
A instabilidade na Ásia, região que mais cresce no mundo, e as dúvidas sobre o futuro da economia dos Estados Unidos, se haverá recessão ou não, derrubam no momento as bolsas no mundo inteiro, da Europa, dos EUA e da América Latina.
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