Com a alta do iene diante do dólar, as ações de empresas exportadoras lideraram a baixa de 2,6%. No final da manhã no Japão, o Índice Nikkei, que mede o desempenho das principais ações da Bolsa de Valores de Tóquio, caiu para 15.173,42 pontos, o nível mais baixo em 52 semanas.
Na China, a Bolsa de Xangai registrava queda de 2,5%, atribuída à decisão do Banco de China de exigir que os bancos aumentem suas reservas, a parcela do dinheiro que não podem emprestar.
Em Taiwan, a desvalorização das ações era de 2,7%.
Em Seul, na Coréia do Sul, a baixa foi de 3,1%.
Em Cingapura, os preços das ações diminuíram em média 2,1%.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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segunda-feira, 12 de novembro de 2007
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
Bolsas da Ásia seguem EUA e operam em baixa
Depois de queda de 360 pontos ontem no Índice Dow Jones da Bolsa de Valores de Nova Iorque, as principais bolsas da Ásia operam em baixa.
No momento, as quedas são de 2,3% em Tóquio, no Japão; de 3% em Xangai e 2,9% em Hong Kong, na China; 2,7% em Sídnei, na Austrália; 1,5% em Seul, na Coréia do Sul; 0,3% em Cingapura; 2,9% em Taipé, a capital de Taiwan.
A fraqueza do dólar atinge duplamente a Ásia. Os Estados Unidos são o maior importador de produtos asiáticos. Uma crise da economia americana diminui o apetite do consumidor. A desvalorização do dólar encarece os preços, reduzindo a competitividade das exportações da Ásia na maior economia do mundo. Ainda ameaça provocar inflação e aumentos de juros, reduzindo o poder de compra dos americanos.
ATUALIZAÇÃO: no fim do pregão, a Bolsa de Xangai caiu 4,9%, sua maior queda em dois meses; Hong Kong, 3,2%; e Tóquio, 2%.
No momento, as quedas são de 2,3% em Tóquio, no Japão; de 3% em Xangai e 2,9% em Hong Kong, na China; 2,7% em Sídnei, na Austrália; 1,5% em Seul, na Coréia do Sul; 0,3% em Cingapura; 2,9% em Taipé, a capital de Taiwan.
A fraqueza do dólar atinge duplamente a Ásia. Os Estados Unidos são o maior importador de produtos asiáticos. Uma crise da economia americana diminui o apetite do consumidor. A desvalorização do dólar encarece os preços, reduzindo a competitividade das exportações da Ásia na maior economia do mundo. Ainda ameaça provocar inflação e aumentos de juros, reduzindo o poder de compra dos americanos.
ATUALIZAÇÃO: no fim do pregão, a Bolsa de Xangai caiu 4,9%, sua maior queda em dois meses; Hong Kong, 3,2%; e Tóquio, 2%.
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