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terça-feira, 26 de outubro de 2010

EUA caem no ranking da corrupção

Os Estados Unidos, país mais rico do mundo, caíram do 19º para o 22º lugar no ranking de Transparência Internacional, uma organização não governamental com sede na Alemanha dedicada a combater a corrupção. É a primeira que não fica entre os 20 países mais honestos, por causa dos escândalos financeiros em Wall Street.

Com nota 9,3, a Dinamarca, a Nova Zelândia e Cingapura foram considerados os países menos corruptos do mundo. Os piores foram Somália, Mianmar e Afeganistão, e Iraque. 

Quase 75% dos 178 examinados, inclusive o Brasil, são considerados “altamente corruptos”.

O Brasil levou nota 3,7. Subiu seis posições, mas ficou em 69º, atrás de Ruanda, Namíbia, África do Sul e Botsuana. Mesmo assim, foi o melhor entre os grandes emergentes chamados de BRIC. A China foi o 78º, a Índia o 87º e a Rússia, a pior entre as potências mundiais, em 154º.

Na América Latina, o melhor colocado foi o Chile, em 21º lugar, um à frente dos EUA. O Uruguai também superou o Brasil.

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Bolsas da Ásia seguem EUA e operam em baixa

Depois de queda de 360 pontos ontem no Índice Dow Jones da Bolsa de Valores de Nova Iorque, as principais bolsas da Ásia operam em baixa.

No momento, as quedas são de 2,3% em Tóquio, no Japão; de 3% em Xangai e 2,9% em Hong Kong, na China; 2,7% em Sídnei, na Austrália; 1,5% em Seul, na Coréia do Sul; 0,3% em Cingapura; 2,9% em Taipé, a capital de Taiwan.

A fraqueza do dólar atinge duplamente a Ásia. Os Estados Unidos são o maior importador de produtos asiáticos. Uma crise da economia americana diminui o apetite do consumidor. A desvalorização do dólar encarece os preços, reduzindo a competitividade das exportações da Ásia na maior economia do mundo. Ainda ameaça provocar inflação e aumentos de juros, reduzindo o poder de compra dos americanos.

ATUALIZAÇÃO: no fim do pregão, a Bolsa de Xangai caiu 4,9%, sua maior queda em dois meses; Hong Kong, 3,2%; e Tóquio, 2%.