O presidente Donald Trump estendeu o tapete vermelho para o ditador chinês, Xi Jinping, foi buscá-lo no aeroporto e proclamou uma "grande e verdadeira amizade" entre os dois líderes das superpotência. Mas o encontro de cúpula entre China e Estados Unidos realizado em 23 e 24 de setembro em Washington teve poucos resultados concretos.
Houve uma extensão de dois meses na trégua na guerra comercial deflagrada por Trump no ano passado, um período muito curto, aquém da expectativa, promessas de manter o diálogo sobre inteligência artificial e nenhuma novidade em relação a Taiwan e às guerras na Ucrânia e no Oriente Médio. A China enviou dois ursos pandas-gigantes para o Jardim Zoológico de Atlanta, na Geórgia.
O grande desafio das relações internacionais neste século é acomodar a ascensão da China e o declínio relativo dos EUA para evitar que caiam na Armadilha de Tucídides, o risco de guerra entre grandes potências em momentos de transição hegemônica.
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