Com o iene fraco e a recuperação da demanda externa, as exportações do Japão registraram em maio de 2015 um aumento de 2,4% em 12 meses, mas ficou abaixo da expectativa de economistas entrevistados pela agência Reuters, que era de alta de 3,5%.
As exportações chegaram a 5,741, trilhões de ienes, cerca de US$ 46,4 bilhões.
No quinto mês seguido de baixa, as importações tiveram uma queda anual de 8,7% para 5,956 trilhões de ienes, cerca de US$ 48,3 bilhões. O déficit comercial ficou em 216 bilhões de ienes, cerca de US$ 1,752 bilhão. Diante desses números, o iene subiu um pouco, sendo cotado a 123,43 por dólar.
Para o economista Marcel Thieliant, da Capital Economics, "o iene deve cair ainda mais para 130 por dólar até o fim deste ano e de 140 por dólar no próximo". Por outro lado, a baixa nos preços de gás e petróleo deve acabar, e o Japão é grande importador de energia.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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quarta-feira, 17 de junho de 2015
segunda-feira, 9 de março de 2015
Japão cresceu menos no fim de 2014 do que estimativa inicial
O Japão, terceira maior economia do mundo, saiu da recessão no último trimestre de 2014, mas cresceu apenas 0,4% e não 0,6% como calculado na primeira estimativa, anunciou hoje o Banco do Japão, o banco central do país.
A recuperação tímida se reflete no crescimento do produto interno bruto do ano passado, que fechou em 0,5%, abaixo do 1,8% de 2012 e do 1,6% de 2013, quando o Japão se reerguia depois da catástrofe tríplice de 11 de março de 2011: um dos maiores terremotos da história, seguido de maremoto e de um acidente nuclear.
A retomada desandou em abril de 2014, quando o primeiro-ministro Shinzo Abe, no poder desde dezembro de 2012, autorizou um aumento de 5% para 8% na alíquota do imposto sobre consumo, equivalente ao imposto sobre circulação de mercadorias e serviços no Brasil.
O consumo desabou e a economia entrou em recessão, recuando 1,6% no segundo trimestre e 0,7% no terceiro trimestre de 2014. A recuperação se deve em parte ao aumento das exportações por causa da desvalorização iene depois que o Banco do Japão adotou a chamada política de "alívio quantitativo", passando a imprimir dinheiro para comprar títulos públicos. O objetivo é aumentar a quantidade de dinheiro em circulação para estimular a economia.
A recuperação tímida se reflete no crescimento do produto interno bruto do ano passado, que fechou em 0,5%, abaixo do 1,8% de 2012 e do 1,6% de 2013, quando o Japão se reerguia depois da catástrofe tríplice de 11 de março de 2011: um dos maiores terremotos da história, seguido de maremoto e de um acidente nuclear.
A retomada desandou em abril de 2014, quando o primeiro-ministro Shinzo Abe, no poder desde dezembro de 2012, autorizou um aumento de 5% para 8% na alíquota do imposto sobre consumo, equivalente ao imposto sobre circulação de mercadorias e serviços no Brasil.
O consumo desabou e a economia entrou em recessão, recuando 1,6% no segundo trimestre e 0,7% no terceiro trimestre de 2014. A recuperação se deve em parte ao aumento das exportações por causa da desvalorização iene depois que o Banco do Japão adotou a chamada política de "alívio quantitativo", passando a imprimir dinheiro para comprar títulos públicos. O objetivo é aumentar a quantidade de dinheiro em circulação para estimular a economia.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015
Japão sai da recessão com crescimento fraco
O Japão, terceira maior economia do mundo, conseguiu escapar da recessão, mas teve um crescimento fraco, de 0,6% em relação ao trimestre anterior no último trimestre de 2014, o que projeta uma taxa anual de 2,2%, abaixo da expectativa dos analistas, que era de 0,9% ou 3,6% ao ano.
Esse resultado coloca em questão mais uma vez a abeconomia, a política econômica do primeiro-ministro Shinzo Abe, que prometeu ao tomar posse, no fim de 2012, livrar o Japão da estagnação e da deflação que travam o desenvolvimento do país há duas décadas.
Depois de um sucesso inicial, a economia japonesa enfrentou dois trimestres consecutivos de contração a partir de 1º de abril de 2014, quando entrou um vigor um aumento do imposto sobre o consumo de 5% para 8%. Abe suspendeu a segunda etapa do aumento da alíquota, para 10%, mas o estrago estava feito. A queda no consumo passou de 5%.
"A primeira estimativa do desempenho do produto interno bruto no quarto trimestre confirma que a economia passou do seu pior momento", declarou Yasunari Ueno, economista da corretora Mizuno Securities em Tóquio. "Mas não é fácil ser otimista quanto ao crescimento futuro."
A exemplo do que fizeram os bancos centrais dos Estados Unidos e do Reino Unido para enfrentar a crise, o Banco do Japão está comprando títulos no mercado financeiro para aumentar a quantidade de moeda em circulação e assim reinflar a economia.
Mas o consumo pessoal (+0,3%) e os investimentos das empresas (+0,1%) decepcionaram. Com a demanda fraca, o país não vai superar a hiperinflação. Foi a desvalorização do iene, a moeda nacional, que deu impulso à economia japonesa ao baratear as exportações, que avançaram 2,7%, na maior alta em um ano.
A massa salarial cresceu apenas 0,1% no fim de 2014, abaixo dos 0,6% do trimestre anterior. O governo está pressionando as empresas a dar aumentos salariais. Com a queda de 50% nos preços internacionais do petróleo nos últimos sete meses, os consumidores e as empresas terão contas de energia mais barata em 2015.
Esse resultado coloca em questão mais uma vez a abeconomia, a política econômica do primeiro-ministro Shinzo Abe, que prometeu ao tomar posse, no fim de 2012, livrar o Japão da estagnação e da deflação que travam o desenvolvimento do país há duas décadas.
Depois de um sucesso inicial, a economia japonesa enfrentou dois trimestres consecutivos de contração a partir de 1º de abril de 2014, quando entrou um vigor um aumento do imposto sobre o consumo de 5% para 8%. Abe suspendeu a segunda etapa do aumento da alíquota, para 10%, mas o estrago estava feito. A queda no consumo passou de 5%.
"A primeira estimativa do desempenho do produto interno bruto no quarto trimestre confirma que a economia passou do seu pior momento", declarou Yasunari Ueno, economista da corretora Mizuno Securities em Tóquio. "Mas não é fácil ser otimista quanto ao crescimento futuro."
A exemplo do que fizeram os bancos centrais dos Estados Unidos e do Reino Unido para enfrentar a crise, o Banco do Japão está comprando títulos no mercado financeiro para aumentar a quantidade de moeda em circulação e assim reinflar a economia.
Mas o consumo pessoal (+0,3%) e os investimentos das empresas (+0,1%) decepcionaram. Com a demanda fraca, o país não vai superar a hiperinflação. Foi a desvalorização do iene, a moeda nacional, que deu impulso à economia japonesa ao baratear as exportações, que avançaram 2,7%, na maior alta em um ano.
A massa salarial cresceu apenas 0,1% no fim de 2014, abaixo dos 0,6% do trimestre anterior. O governo está pressionando as empresas a dar aumentos salariais. Com a queda de 50% nos preços internacionais do petróleo nos últimos sete meses, os consumidores e as empresas terão contas de energia mais barata em 2015.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Japão tem terceiro trimestre seguido de contração
O Japão não saiu da recessão no fim de 2012, registrando uma queda de 0,1% no produto interno bruto no quarto trimestre em relação ao terceiro e de 0,4% na comparação anual. A expectativa média de 32 economistas ouvidos pela agência Bloomberg era de um crescimento de 0,4%.
Para combater a estagnação e a deflação, o primeiro-ministro Shinzo Abe, do Partido Liberal-Democrata pressionou o Banco do Japão a elevar a meta de inflação para 2% ao ano e a aumentar a quantidade de dinheiro em circulação. Desde que o conservador Partido Liberal-Democrata voltou ao poder em novembro, a moeda japonesa, o iene, perdeu 16% do valor.
Em uma reunião do Grupo dos Vinte (19 países mais ricos do mundo e a União Europeia) que começa amanhã em Moscou, o governo japonês será pressionado por causa dessa desvalorização, denunciada em ocasiões similares anteriores pelo ministro da Fazenda do Brasil, Guido Mantega, como "guerra cambial".
Essas políticas de expansão monetária, aumento da quantidade de dinheiro em circulação, adotadas pelos Estados Unidos e o Reino Unido, são acusadas de funcionar na prática como desvalorizações para aumentar a competitividade das exportações, tornando-as mais baratas.
Para combater a estagnação e a deflação, o primeiro-ministro Shinzo Abe, do Partido Liberal-Democrata pressionou o Banco do Japão a elevar a meta de inflação para 2% ao ano e a aumentar a quantidade de dinheiro em circulação. Desde que o conservador Partido Liberal-Democrata voltou ao poder em novembro, a moeda japonesa, o iene, perdeu 16% do valor.
Em uma reunião do Grupo dos Vinte (19 países mais ricos do mundo e a União Europeia) que começa amanhã em Moscou, o governo japonês será pressionado por causa dessa desvalorização, denunciada em ocasiões similares anteriores pelo ministro da Fazenda do Brasil, Guido Mantega, como "guerra cambial".
Essas políticas de expansão monetária, aumento da quantidade de dinheiro em circulação, adotadas pelos Estados Unidos e o Reino Unido, são acusadas de funcionar na prática como desvalorizações para aumentar a competitividade das exportações, tornando-as mais baratas.
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Produção industrial do Japão cai 1,2%
A produção das fábricas japonesas voltou a sofrer as consequências da crise econômica mundial, caindo 1,2% em julho na comparação com o mês anterior e 1% em relação ao ano passado, anunciou hoje o Ministério da Economia, da Indústria e do Comércio do Japão.
Sob pressão da valorização do iene e da baixa na demanda por exportações, os setores que mais pesaram na queda foram produtos eletroeletrônicos e suas peças, maquinária em geral e instrumentos de precisão.
Sob pressão da valorização do iene e da baixa na demanda por exportações, os setores que mais pesaram na queda foram produtos eletroeletrônicos e suas peças, maquinária em geral e instrumentos de precisão.
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Japão cresceu só 0,3% no segundo trimestre
Com a fraqueza nas exportações, afetadas pela crise internacional e a valorização do iene, o Japão, terceira maior economia do mundo, cresceu apenas 0,3% no segundo trimestre de 2012 ou 1,4% em bases anuais.
No primeiro trimestre, a taxa anualizada chegou a 5,5%. Agora, os economistas esperavam algo em torno de 2,3%. Veio apenas 1,4%, quase o mesmo que o 1,5% registrado nos Estados Unidos no segundo trimestre deste ano, quando o iene subiu 4% em relação ao dólar americano.
O dado positivo foi o aumento de 1,7% do investimento público na comparação com os três primeiros meses do ano. A maior parte do dinheiro deve ser aplicada na reconstrução e descontaminação das áreas atingidas pelo terremoto e maremoto de 11 de março de 2011, e pelo acidente nuclear de Fukushima.
Para o ministro do Economia do Japão, Motohisa Furukawa, citado pelo jornal inglês Financial Times, o governo "precisa estar alerta para uma deterioração das economias no exterior".
O mau resultado está derrubando as bolsas de valores no mundo inteiro.
No primeiro trimestre, a taxa anualizada chegou a 5,5%. Agora, os economistas esperavam algo em torno de 2,3%. Veio apenas 1,4%, quase o mesmo que o 1,5% registrado nos Estados Unidos no segundo trimestre deste ano, quando o iene subiu 4% em relação ao dólar americano.
O dado positivo foi o aumento de 1,7% do investimento público na comparação com os três primeiros meses do ano. A maior parte do dinheiro deve ser aplicada na reconstrução e descontaminação das áreas atingidas pelo terremoto e maremoto de 11 de março de 2011, e pelo acidente nuclear de Fukushima.
Para o ministro do Economia do Japão, Motohisa Furukawa, citado pelo jornal inglês Financial Times, o governo "precisa estar alerta para uma deterioração das economias no exterior".
O mau resultado está derrubando as bolsas de valores no mundo inteiro.
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Japão promete mais intervenções para baixar iene
O ministro das Finanças do Japão, Yoshihiko Noda, prometeu intervir novamente no mercado de câmbio
nesta sexta-feira para manter o iene desvalorizado e assim tentar aumentar a competitividade das exportações, chave para a recuperação do país.
Na quarta-feira, o governo japonês vendeu 2 trilhões de ienes, cerca de US$ 23,3 bilhões, na primeira grande intervenção em seis anos, criticada pelos Estados Unidos e a União Europeia.
nesta sexta-feira para manter o iene desvalorizado e assim tentar aumentar a competitividade das exportações, chave para a recuperação do país.
Na quarta-feira, o governo japonês vendeu 2 trilhões de ienes, cerca de US$ 23,3 bilhões, na primeira grande intervenção em seis anos, criticada pelos Estados Unidos e a União Europeia.
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Bolsas desabam no mundo inteiro
O medo de uma recessão mundial, reforçado pelos maus resultados das empresas e a contração econômica do Reino Unido pela primeira vez em seis anos, derrubou as bolsas de valores hoje no mundo inteiro.
No Japão, o dólar caiu para 94,27 ienes. A moeda japonesa é um refúgio seguro em meio à crise. Isso derruba as ações de empresas exportadores, o que reduziu o crescimento sul-coreano à metade.
A Bolsa de Tóquio perdeu 9,6%; Hong Kong, 8,3%; e Seul, na Coréia do sul, 12,6%.
Na Europa, a primeira queda da atividade econômica britânica em 16 anos e outros indicadores de recessão, como o Índice de Compras dos Gerentes, pesaram sobre os mercados europeus. Londres e Frankfurt perderam 5%, e Paris, 3,5%.
Uma nova onda de demissões na Chrysler, que pode ser vendida à General Motors, e a redução do tráfego aéreo em 3%, derrubaram a Bolsa de Nova Iorque. O Índice Dow Jones caiu 3,6% e a bolsa Nasdaq, de empresas de alta tecnologia, 3,2%.
Em meio à descrença e ao pânico, uma boa notícia: a venda de casas usadas cresceu 5,5% em setembro. Com a queda na construção, o estoque de casas para revenda estaria diminuindo. Seria o início de uma recuperação no setor imobiliário. Os preços caíram 9% em um ano.
No Japão, o dólar caiu para 94,27 ienes. A moeda japonesa é um refúgio seguro em meio à crise. Isso derruba as ações de empresas exportadores, o que reduziu o crescimento sul-coreano à metade.
A Bolsa de Tóquio perdeu 9,6%; Hong Kong, 8,3%; e Seul, na Coréia do sul, 12,6%.
Na Europa, a primeira queda da atividade econômica britânica em 16 anos e outros indicadores de recessão, como o Índice de Compras dos Gerentes, pesaram sobre os mercados europeus. Londres e Frankfurt perderam 5%, e Paris, 3,5%.
Uma nova onda de demissões na Chrysler, que pode ser vendida à General Motors, e a redução do tráfego aéreo em 3%, derrubaram a Bolsa de Nova Iorque. O Índice Dow Jones caiu 3,6% e a bolsa Nasdaq, de empresas de alta tecnologia, 3,2%.
Em meio à descrença e ao pânico, uma boa notícia: a venda de casas usadas cresceu 5,5% em setembro. Com a queda na construção, o estoque de casas para revenda estaria diminuindo. Seria o início de uma recuperação no setor imobiliário. Os preços caíram 9% em um ano.
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segunda-feira, 17 de março de 2008
Bolsas da Ásia voltam a desabar
Com a falência do banco de investimentos Bear Stearns e a queda de cerca de 2% na Bolsa de Nova Iorque na última sexta-feira, as bolsas de valores da Ásia iniciaram suas operações nesta segunda-feira em acentuada queda.
As medidas anunciadas pelo Federal Reserve Board (Fed), o banco central dos Estados Unidos, aumentaram o nervosismo dos investidores, que vêem o risco de um colapso financeiro em série, de um efeito dominó no sistema bancário americano,
Em Tóquio, a baixa é de 3,4%; em Hong Kong, de mais de 4,5%.
O euro bateu novo recorde a US$ 1,59 e o dólar atingiu sua cotação mais baixa em 12 anos em relação ao iene japonês, abaixo de 97 ienes.
As medidas anunciadas pelo Federal Reserve Board (Fed), o banco central dos Estados Unidos, aumentaram o nervosismo dos investidores, que vêem o risco de um colapso financeiro em série, de um efeito dominó no sistema bancário americano,
Em Tóquio, a baixa é de 3,4%; em Hong Kong, de mais de 4,5%.
O euro bateu novo recorde a US$ 1,59 e o dólar atingiu sua cotação mais baixa em 12 anos em relação ao iene japonês, abaixo de 97 ienes.
quinta-feira, 15 de fevereiro de 2007
Japão cresce num ritmo anual de 4,8%
O Japão, segunda maior economia do mundo, cresceu 1,2% no último trimestre de 2006 em relação ao trimestre anterior, superando a previsão do mercado, que era de 0,9%.
A taxa projeta um crescimento anual de 4,8% para a economia japonesa. Torna provável um aumento da taxa básica de juros do Banco do Japão de 0,25% para 0,5% ao ano na próxima quarta-feira, 21 de fevereiro.
Diante da boa notícia, o índice Nikkei da Bolsa de Tóquio subiu 0,81%, fechando em 17.897,23, o nível mais alto em sete anos.
E a moeda japonesa, o iene, subiu 1%, sendo cotada a 119,5 ienes por dólar e 156,9 ienes por euro.
Na última reunião dos ministros das Finanças do Grupo dos Sete (maiores potências industriais, sem a China: EUA, Japão, Alemanha, Reino Unido, França, Itália e Canadá), o Japão foi pressionado a valorizar o iene.
Como os países asiáticos, manipulam o valor de suas moedas para aumentar a competitividade de suas exportações, comprando dólares e euros, e acumulando reservas, o euro paga o custo do ajuste do dólar. Isto prejudica as exportações européias.
Agora, com mais um sinal consistente da recuperação japonesa, o iene tende a subir.
A taxa projeta um crescimento anual de 4,8% para a economia japonesa. Torna provável um aumento da taxa básica de juros do Banco do Japão de 0,25% para 0,5% ao ano na próxima quarta-feira, 21 de fevereiro.
Diante da boa notícia, o índice Nikkei da Bolsa de Tóquio subiu 0,81%, fechando em 17.897,23, o nível mais alto em sete anos.
E a moeda japonesa, o iene, subiu 1%, sendo cotada a 119,5 ienes por dólar e 156,9 ienes por euro.
Na última reunião dos ministros das Finanças do Grupo dos Sete (maiores potências industriais, sem a China: EUA, Japão, Alemanha, Reino Unido, França, Itália e Canadá), o Japão foi pressionado a valorizar o iene.
Como os países asiáticos, manipulam o valor de suas moedas para aumentar a competitividade de suas exportações, comprando dólares e euros, e acumulando reservas, o euro paga o custo do ajuste do dólar. Isto prejudica as exportações européias.
Agora, com mais um sinal consistente da recuperação japonesa, o iene tende a subir.
sexta-feira, 5 de janeiro de 2007
Dólar sobe com aumento do emprego nos EUA
O dólar subiu hoje nos mercados internacionais por causa de um crescimento acima do esperado do emprego nos Estados Unidos, uma indicação de que a desaceleração não deve levar a maior economia do mundo à recessão. Em dezembro, foram criados 167 mil empregos fora do setor agrícola. A expectativa média do mercado era de geração de 100 mil postos de trabalho.
A cotação do euro caiu de US$ 1,3080 para US$ 1,3008, enquanto uma libra esterlina passou de US$ 1,94 para US$ 1,931 e o dólar subia de 118,10 para 118,61 ienes.
A cotação do euro caiu de US$ 1,3080 para US$ 1,3008, enquanto uma libra esterlina passou de US$ 1,94 para US$ 1,931 e o dólar subia de 118,10 para 118,61 ienes.
quinta-feira, 14 de dezembro de 2006
Bolsa de Nova Iorque bate novo recorde
O índice Dow Jones, da Bolsa de Valores de Nova Iorque, fechou hoje com alta de 99,26 pontos (0,81%), no nível recorde de 12.416,76, impulsionado por fortes ganhos no setor financeiro e por um aumento de 1,15% no preço do petróleo, que fechou em US$ 62,52 por barril por causa de um anúncio da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) de um corte de 500 mil barris em sua produção diária.
Foi o primeiro fechamento acima de 12.400 pontos e o 19º recorde desde o início de outubro.
Depois de dados que revelaram um desemprego abaixo do esperado nos Estados Unidos, indicando que a economia está numa desaceleração suave, o dólar subiu, sendo cotado a US$ 1,3167 por euro e US$ 1,962, enquanto um dólar comprava 117,68 ienes.
Foi o primeiro fechamento acima de 12.400 pontos e o 19º recorde desde o início de outubro.
Depois de dados que revelaram um desemprego abaixo do esperado nos Estados Unidos, indicando que a economia está numa desaceleração suave, o dólar subiu, sendo cotado a US$ 1,3167 por euro e US$ 1,962, enquanto um dólar comprava 117,68 ienes.
sexta-feira, 28 de abril de 2006
Economia dos EUA cresce a uma taxa anual de 4,8% no primeiro trimestre do ano
A maior economia do mundo, os EUA (PIB de cerca de US$ 13 trilhões), cresceu no primeiro trimestre do ano no seu ritmo mais forte em quase três anos, a uma taxa anual de 4,8%, impulsionada pelo consumo pessoal e das empresas. Não se expandia tanto desde o terceiro trimestre de 2003, quando cresceu 7,2% em bases anuais.
O índice divulgado hoje ficou um pouco abaixo da expectativa do centro financeiro de Nova Iorque, que era de %5, mas bem acima do 1,7% do último trimestre de 2005.
Ao mesmo tempo, os custos trabalhistas cresceram no ritmo mais fraco em sete anos, o que sugere que apesar do baixo índice de desemprego os trabalhadores não têm conseguido negociar grandes aumentos de salários e outras vantagens. Isto limita a pressão inflacionária.
Os analistas esperam uma alta na taxa básica de juros americana de 4,75% para 5% ao ano na próxima reunião do Comitê de Mercado Aberto do Federal Reserve Board (Fed), o banco central dos EUA, em 10 de maio. Mas depois do depoimento do novo presidente do Fed, Ben Bernanke, ao Congresso dos EUA, espera uma pausa durante o verão no Hemisfério Norte.
Diante da perspectiva de uma pausa nas altas de juros nos EUA e de aumentos na Europa e no Japão, o dólar caiu, atingindo sua cotação mais baixa em 11 meses em relação ao euro e em sete meses em relação ao iene japonês. Neste momento, o dólar compra 113,75 ienes e um euro vale 1,2623 dólar.
Já a onça de 28,35 gramas de ouro subiu para US$ 657 por causa do relatório da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) informando ao Conselho de Segurança das Nações Unidas que o Irã não está colaborando com as inspeções a seu programa nuclear, suspeito de desenvolver a bomba atômica.
O índice divulgado hoje ficou um pouco abaixo da expectativa do centro financeiro de Nova Iorque, que era de %5, mas bem acima do 1,7% do último trimestre de 2005.
Ao mesmo tempo, os custos trabalhistas cresceram no ritmo mais fraco em sete anos, o que sugere que apesar do baixo índice de desemprego os trabalhadores não têm conseguido negociar grandes aumentos de salários e outras vantagens. Isto limita a pressão inflacionária.
Os analistas esperam uma alta na taxa básica de juros americana de 4,75% para 5% ao ano na próxima reunião do Comitê de Mercado Aberto do Federal Reserve Board (Fed), o banco central dos EUA, em 10 de maio. Mas depois do depoimento do novo presidente do Fed, Ben Bernanke, ao Congresso dos EUA, espera uma pausa durante o verão no Hemisfério Norte.
Diante da perspectiva de uma pausa nas altas de juros nos EUA e de aumentos na Europa e no Japão, o dólar caiu, atingindo sua cotação mais baixa em 11 meses em relação ao euro e em sete meses em relação ao iene japonês. Neste momento, o dólar compra 113,75 ienes e um euro vale 1,2623 dólar.
Já a onça de 28,35 gramas de ouro subiu para US$ 657 por causa do relatório da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) informando ao Conselho de Segurança das Nações Unidas que o Irã não está colaborando com as inspeções a seu programa nuclear, suspeito de desenvolver a bomba atômica.
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