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quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Fed indica redução em breve da enxurrada de dólares

As minutas revelando as discussões internas da última reunião do Comitê da Reserva Federal (Fed), a diretoria do banco central dos Estados Unidos, indicam que "nos próximos meses" deve começar a ser fechada a torneira que joga US$ 85 bilhões por mês em circulação através da compra de títulos no mercado financeiro, informou agora há pouco o jornal The Wall St. Journal.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Ciberpiratas chineses também atacaram Wall St. Journal

Depois do jornal The New York Times, The Wall St. Journal também acusou hoje piratas cibernéticos chineses de invadir seus sistemas de computador para espionar a cobertura jornalística do jornal na China.

Há um ano, o FBI (Birô Federal de Investigações), a polícia federal dos Estados Unidos, investiga vários incidentes suspeitos envolvendo meios de comunicação americanos e os considera ameaças à segurança nacional do país.

A invasão do Journal era feita sobretudo através do escritório em Beijim.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Pedidos de seguro-desemprego caem nos EUA

Em um sinal de lenta recuperação do mercado de trabalho, o número de novos pedidos de seguro-desemprego caíram em 9 mil na semana passada nos Estados Unidos para um total de 397 mil. A expectativa era de baixa de 2 mil. O relatório oficial sobre o emprego em outubro sai amanhã.

Outra pesquisa revela que a produtividade dos trabalhadores americanos aumentou no terceiro trimestre, no primeiro avanço em 2011, revela o jornal The Wall St. Journal.

As encomendas de bens duráveis cresceram 0,3% em setembro. Já o índice de atividade do setor de serviços, o maior da economia americana, aponta uma expansão menor.

Venda de assinaturas de jornais digitais cresce nos EUA

Enquanto a circulação de jornais impressos cai consistentemente nos Estados Unidos desde 1984, alguns dos maiores diários do país começam a se beneficiar da circulação digital, indica o último boletim do Escritório de Auditagem de Circulação.

Nos seis meses até 30 de setembro de 2011, The Wall St. Journal, The New York Times, The Denver Post e The Dallas Morning Post registraram aumento na venda de assinaturas na Internet. Como não cobram por acesso a seus sítios, os jornais não podem contar os cliques, mas a venda de aplicativos para leitores eletrônicos como iPad e Kindle e telefones inteligentes conta.

A circulação digital do NY Times triplicou para 380 mil, ficando atrás apenas do WSJ Online, que sempre cobrou por suas informações econômicas, com 537 mil.

O Journal é o diário mais vendido nos EUA, com uma circulação de quase 2,1 milhões a cada dia útil, somando as edições digital e impressa. No domingo, o NY Times lidera, com 1,6 milhão; nos dias de semana, vende 1,2 milhão.

O segundo jornal mais vendido nos EUA é o USA Today. Criado para ser um jornal da era da televisão, é bonito graficamente mas pouco profundo. Tem muito menos texto do que os jornais tradicionais. Vende 1,8 milhão de exemplares por dia, mas só 52 mil na Internet, diz o blogue Decodificação da Mídia.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Produção industrial e exportações alemãs caem

As exportações da Alemanha caíram 5,5% em abril em comparação com março, quando houve uma forte alta, de 7,2%, revela hoje o jornal The Wall St. Journal. As importações baixaram 2,5%.

Já a produção industrial diminui 0,6% no mesmo mês, depois de subir 1,2% em março.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Ditadura quer desligar Irã da Internet

Em uma censura com paralelo em Cuba e na Coreia do Norte, o República Islâmica do Irã quer desligar o país da rede mundial de computadores e criar sua própria rede interna controlada pelo regime dos aiatolás e guardas revolucionários, revela o jornal The Wall St. Journal.

Como os especialistas não acreditam que o país possa se isolar completamente por causa do intercâmbio científico e tecnológico realizado através da Internet, é possível que seja criado um sistema duplo como existe em Cuba, um para hotéis, empresas estrangeiras e altos funcionários do regime e outro para o resto da população. Está sendo copiado pela Coreia de Norte.

Apesar do atraso considerável, os stalinistas de Pionguiangue querem cair na rede.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Moody's dá grau de investimento à Colômbia

A agência de classificação de risco Moody's deu grau de investimento à dívida pública da Colômbia, citando como fatores positivos a pontualidade nos pagamentos e a redução da violência no país, informa a edição em espanhol do jornal americano The Wall St. Journal.

A nota de crédito colombiana subiu para Caa1, o menor nível que dá grau de investimento. A perspectiva é estável.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Preços dos imóveis caem mais 4,2% nos EUA

O setor habitacional do mercado imobiliário dos Estados Unidos, onde começou a crise financeira internacional, ainda não procura o fundo do poço. No primeiro trimestre de 2011, os preços caíram mais 4,2%, depois de baixarem 3,6% no último trimestre do ano passado, noticia The Wall St. Journal.

De acordo com o índice S&P/Case-Shiller, os preços dos imóveis residenciais caem há oito meses.

“Os preços continuam numa espiral deflacionária sem solução a vista”, comentou o economista David Blitzer, presidente da comissão que calcula o índice.

É mau sinal. A casa própria, o sonho americano, é uma das bases de uma economia onde o consumo pessoal representa 70% do produto interno bruto. Construir, mobiliar e equipar casas são motores importantes da maior economia do mundo.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

PIB da Venezuela cresce 4,5% num ano

Último país da América Latina a sair da recessão, a Venezuela cresceu 4,5% no primeiro trimestre de 2011 na comparação com o ano anterior, revela o jornal americano The Wall St. Journal.

Os analistas esperavam um forte crescimento por causa da recessão de 2010 e da alta dos preços do petróleo, que domina a pauta de exportações do país. Mas advertem que problemas com o sistema elétrico e uma série de apagões pode limitar o crescimento.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Câmbio, juros e impostos prejudicam negócios com China

A baixa competitividade da indústria nacional é o "grande desafio" do Brasil nas relações com a China, adverte o ex-ministro Sérgio Amaral, hoje presidente do Conselho Empresarial Brasil-China.

Em entrevista ao jornal americano The Wall Street Journal, o embaixador aponta o real sobrevalorizado diante do iuã subvalorizado, os juros e a carga fiscal brasileira, duas vezes maiores, como maiores problemas. São fatores que aumentam o custo de produção no Brasil, mas podem ser atacados unilateralmente pelo governo.

Nos últimos anos, por causa da crise nos países ricos, do excesso de liquidez (dinheiro em circulação) nos mercados internacionais e do forte investimento estrangeiro, o real subiu 40% em relação ao dólar.

A carga fiscal brasileira, de 37% do produto interno bruto, é mais de duas maior do que a chinesa.

Enquanto a taxa básica de juros no Brasil subiu para 12% para enfrentar uma inflação que estoura o limita superior da meta, de 6,5% ao ano, na China, a taxa para empréstimos aos bancos está em 6,31% ao ano.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Favorito no Egito promete mais rigor com Israel

O secretário-geral da Liga Árabe e ex-ministro do Exterior do Egito (1991-2001) Amir Moussa, favorito nas pesquisas para a primeira eleição presidencial democrática da história do país, promete adotar posições mais duras com Israel para reafirmar a posição de liderança regional do país.

Em entrevista ao jornal americano The Wall St. Journal, Amir Moussa anunciou uma ruptura com a política do governo Hosni Mubarak em relação à questão palestina, dizendo que “não levou a lugar nenhum”.

Moussa prevê a vitória dos partidos islamitas nas eleições parlamentares marcadas para setembro, com a Irmandade Muçulmana à frente.

Os movimentos jovens e grupos liberais que lideraram a revolução democrática queriam mais tempo para se organizar em partidos. Votaram contra no plebiscito sobre a reforma constitucional. Os islamistas foram a favor.


As revoluções democráticas no mundo árabe e o acordo de união nacional anunciado ontem por 13 facções palestinas aumentam a pressão para que Israel negocie um acordo de paz definitivo, que leve à criação de um estado nacional palestino independente na Cisjordânia e na Faixa de Gaza.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Ordens de bens duráveis sobem 2,5% nos EUA

As encomendas de bens duráveis (durante pelo menos três) à indústria dos Estados Unidos subiram 2,5% em março para US$ 208,37 bilhões, num sinal de fortalecimento da recuperação da economia, apesar da alta nos preços do petróleo, registra o jornal The Wall St. Journal.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Portugal admite déficit maior em 2010

Portugal não cumpriu sua meta de redução do déficit orçamentário, adotada para impedir um agravamento da crise da dívida pública do país, revela o jornal americano The Wall St. Journal.

Em vez de 6,9% do produto interno bruto, o estouro das contas públicas chegou a 8,6% do PIB, a soma de todas as riquezas que um país produz, descontadas as importações. A meta para 2010 continua em 4,6%.

A crise da dívida derrubou na semana passada o governo minoritário do primeiro-ministro socialista José Sócrates, que ainda ocupa o cargo interinamente. Portugal deve ser forçado a pedir ajuda de emergência à União Europeia (UE) e ao Fundo Monetário Internacional (FMI).

Sócrates pediu demissão depois que a Assembleia da República rejeitou sua proposta recessiva de cortes de gastos públicos. No sábado, o Partido Socialista o manteve na liderança.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Executivos apostam no crescimento dos EUA

Cerca de 92% dos diretores executivos de grandes empresas ouvidos numa sondagem da Business Roundtable, que reúne grandes companhias, preveem um forte aumento das vendas nos próximos seis meses, revela o jornal The Wall St. Journal. No fim do ano passado, eram 80%.

Mais da metade (52%) pretende contratar mais e 62% planejam investir mais.

Forças de Kadafi retomam cidades líbias

A contraofensiva do ditador Muamar Kadafi tomou hoje as cidades de Bregas e Ras Lanuf, forçando os rebeldes da Líbia a recuar e colocando em questão a estratégia da aliança internacional que interveio militarmente para evitar o massacre de civis, informa o jornal The Wall St. Journal.

Em artigo no jornal The New York Times, Ray Takeyh, especialista em Oriente Médio do Conselho de Relações Exteriores dos Estados Unidos, observa que os países-chaves do mundo árabe são a Arábia Saudita e o Egito.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Iêmen atira em manifestantes e mata 40


O governo do Iêmen decretou estado de emergência hoje depois que a polícia atirou contra uma multidão de manifestantes reunida na Universidade de Saná, a capital do país, noticiam o jornais Wall St. Journal e o New York Times.

Há mais de um mês, um movimento pela democracia exige a renúncia imediata do presidente Ali Abdullah Saleh, no poder há 32 anos.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Pânico no mercado é exagerado

Os mercados financeiros reagiram com exagero ao acidente na usina nuclear de Fukushima, atingida pelo terremoto e o maremoto que arrasaram o Nordeste do Japão há cinco dias.

Depois da cair mais de 15% em dois dias, a Bolsa de Tóquio registrou hoje alta de 5,7%, levantando as bolsas da Ásia. A Europa caiu e os Estados Unidos estão em baixa.

As consequências do acidente nuclear ainda são imprevisíveis, e o prejuízo total já é estimado em US$ 200 bilhões. Mas, como observaram ontem o jornal The Wall St. Journal e hoje o economista Paul Krugman, em sua coluna no jornal The New York Times, o esforço de reconstrução vai ajudar na recuperação da terceira maior economia do mundo.

Em curto prazo, as cadeias produtivas serão duramente afetadas. Mas o país arrasado na Segunda Guerra Mundial, inclusive por duas bombas atômicas, soube se reconstruir e se tornar uma das maiores potências mundiais.

O Japão dará a volta por cima. Neste processo, vai contribuir para a recuperação mundial. Afinal, como lembrou Krugman, a Segunda Guerra Mundial acabou com a Grande Depressão (1929-39).

segunda-feira, 14 de março de 2011

Desemprego nos EUA será de 7,7% em 2012

A taxa de desemprego nos Estados Unidos deverá estar em 7,7% em novembro de 2012, quando será disputada a próxima eleiçao presidencial americana, previram economistas ouvidos pelo jornal The Wall Street Journal.

É o maior índice desde 1976, quando o  Ocidente enfrentava a primeira crise do petróleo. Naquele ano, Jimmy Carter derrotou Gerald Ford, que assumira a presidência dois anos antes, depois do impeachment do presidente Richard Nixon.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Trichet adverte para risco de inflação mundial

Diante do aumento da inflação mundial, o presidente do Banco Central da Europa, Jean-Claude Trichet, alerta, em entrevista ao Wall St. Journal, que pode ser necessário aumentar os juros, apesar da debilidade de algumas economias.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

EUA esperam dados sobre emprego

Os Estados Unidos aguardam o relatório sobre emprego, daqui a uma semana, para ver se o maior obstáculo à recuperação econômica está cedendo.

A expectativa é que 20 mil vagas tenham sido fechadas em dezembro, em comparação com 11 mil em novembro. A recuperação industrial ainda é lenta e uma queda nas vendas pendentes de casas completaria o quadro de uma retomada do crescimento difícil.

 Pela média das previsões dos economistas ouvidos pelo jornal The Wall Street Journal, a maior economia do mundo deve crescer 2,8% neste ano.

• O banco americano Wells Fargo pagou bônus de US$ 25 milhões à diretoria em ações.

• A bolsa de Nova York terminou o ano com o melhor desempenho desde 2003, uma alta de 19% e de 61% desde seu menor nível, em março. Mas o índice Dow Jones ainda está 26,4% abaixo do recorde, de outubro de 2007.