Na sua análise conjuntural conhecida como Livro Bege, publicada oito vezes por anos, a Reserva Federal, o banco central dos Estados Unidos, afirmou hoje que a economia americana apresentou um avanço firme em outubro e novembro, com a queda nos preços da gasolina ajudando a impulsionar o consumo doméstico, noticiou a agência Reuters.
A onda de frio de novembro ajudou a acelerar as vendas de roupas de inverno. Apesar da queda nos preços internacionais de petróleo, a exploração de gás e óleo de xisto permanece estável. Há uma expectativa de que os EUA voltem a ser o maior produtor mundial com as novas jazidas.
Com o fortalecimento do mercado de trabalho, em algumas regiões as empresas têm dificuldade para contratar profissionais nos setores de engenharia, informática, transporte, indústria manufatureira, serviços legais e de saúde. A inflação ainda está sob controle, mas a pressão sobre os salários cresce.
No embalo da análise positiva, a Bolsa de Valores da Nova York bateu novos recordes, com alta de 0,18% no Índice Dow Jones, que fechou em 17.912,67 pontos, enquanto o índice amplo S&P 500 avançava 0,38% para 2.074,33 pontos
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
quinta-feira, 17 de julho de 2014
EUA crescem moderadamente
As 12 delegacias regionais da Reserva Federal (Fed), o banco central dos Estados Unidos, registraram expansão da atividade econômica, anunciou ontem o Fed na sua análise conjuntural conhecida como Livro Bege, publicado oito vezes por ano. Cinco regiões tiveram crescimento "moderado" e os outros sete apenas "modesto".
O relatório confirma a impressão de que a maior economia do mundo está se recuperando depois de sofrer no primeiro trimestre sua maior contração em cinco anos, de 2,9% ano, por causa do inverno rigoroso.
A economia ganhou força como aumento do consumo doméstico, com boas vendas de automóveis e de avanços modestos no varejo da "maioria" das regiões.
O relatório confirma a impressão de que a maior economia do mundo está se recuperando depois de sofrer no primeiro trimestre sua maior contração em cinco anos, de 2,9% ano, por causa do inverno rigoroso.
A economia ganhou força como aumento do consumo doméstico, com boas vendas de automóveis e de avanços modestos no varejo da "maioria" das regiões.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Construção de casas cresce 12% nos EUA
O início da construção de moradias teve uma alta de 12% em dezembro nos Estados Unidos, em um sinal de que a recuperação do setor habitacional do mercado imobiliário, onde a crise internacional começou, está se consolidando.
Ontem, o Livro Bege, uma análise conjuntural feita oito vezes por ano pela Reserva Federal (Fed), o banco central americano, apontou um crescimento moderado da maior economia do mundo em dezembro e no início de janeiro atribuído à expansão do setor imobiliário. Já o mercado de trabalho, uma das maiores preocupações do Fed, mostrou pequena variação.
Ontem, o Livro Bege, uma análise conjuntural feita oito vezes por ano pela Reserva Federal (Fed), o banco central americano, apontou um crescimento moderado da maior economia do mundo em dezembro e no início de janeiro atribuído à expansão do setor imobiliário. Já o mercado de trabalho, uma das maiores preocupações do Fed, mostrou pequena variação.
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Livro Bege do Fed indica crescimento em julho e agosto
Depois de uma expansão num ritmo anual de 1,7% no segundo trimestre, a economia dos Estados Unidos teve um crescimento de modesto a moderado em julho e no início de agosto, indica o Livro Bege, uma análise de conjuntura feita oito vezes por ano pela Reserva Federal (Fed), o banco central dos Estados Unidos, reporta o jornal The Wall St. Journal.
Mais da metade das delegacias regionais do Fed registraram crescimento no relatório produzido com base em informações e análises de empresas e economistas coletadas até 20 de agosto, que servirão de base para as discussões da próxima reunião do Comitê de Mercado Aberto, em 12 e 13 e setembro.
No Livro Bege, o Fed adverte para as incertezas da recuperação econômica da maior economia do mundo depois da Grande Recessão de 2008-9, registra uma melhoria generalizada no setor imobiliário, tanto residencial quanto comercial. O mercado de trabalho ficou estagnado ou apresentou um pequeno avanço.
Mais da metade das delegacias regionais do Fed registraram crescimento no relatório produzido com base em informações e análises de empresas e economistas coletadas até 20 de agosto, que servirão de base para as discussões da próxima reunião do Comitê de Mercado Aberto, em 12 e 13 e setembro.
No Livro Bege, o Fed adverte para as incertezas da recuperação econômica da maior economia do mundo depois da Grande Recessão de 2008-9, registra uma melhoria generalizada no setor imobiliário, tanto residencial quanto comercial. O mercado de trabalho ficou estagnado ou apresentou um pequeno avanço.
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Fed registra crescimento moderado nos EUA
A economia dos Estados Unidos cresceu num ritmo moderado do início de abril a 25 de maio, indica o relatório de análise conjuntural da Reserva Federal (Fed), o banco central do país, conhecido como Livro Bege. Só a delegacia regional de Boston apontou crescimento firme. Nas regiões de Richmond, St. Louis e Minneápolis, o avanço foi modesto.
Em depoimento hoje ao Congresso dos EUA, o presidente do Fed, Ben Bernanke, admitiu que a crise das dívidas públicas na Europa apresenta "riscos significativos" para a economia americana. Ele afirmou que o Fed está preparado para tomar as medidas necessárias em caso de escalada da crise financeira.
Em depoimento hoje ao Congresso dos EUA, o presidente do Fed, Ben Bernanke, admitiu que a crise das dívidas públicas na Europa apresenta "riscos significativos" para a economia americana. Ele afirmou que o Fed está preparado para tomar as medidas necessárias em caso de escalada da crise financeira.
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Economia dos EUA se recupera modestamente
A maior economia do mundo manteve sua trajetória de crescimento modesto em setembro, declarou ontem a Reserva Federal (Fed), o banco central dos Estados Unidos, ao fazer mais uma análise de conjuntura no Livro Bege, publicado a cada seis semanas.
O consumo registrou uma pequena alta, mas o índice de miséria atingiu no mês passado o maior nível em 28 anos. As empresas aumentaram os investimentos em relação ao relatório anterior.
Na maioria dos 12 distritos do Fed, a atividade industrial cresceu. A construção civil e o mercado imobiliário, onde a crise financeira mundial começou, continuam fracos, sem maior alteração. Os serviços financeiros tiveram queda.
O consumo registrou uma pequena alta, mas o índice de miséria atingiu no mês passado o maior nível em 28 anos. As empresas aumentaram os investimentos em relação ao relatório anterior.
Na maioria dos 12 distritos do Fed, a atividade industrial cresceu. A construção civil e o mercado imobiliário, onde a crise financeira mundial começou, continuam fracos, sem maior alteração. Os serviços financeiros tiveram queda.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Livro Bege nota desaceleração nos EUA
A economia dos Estados Unidos sofreu com o terremoto e o maremoto de 11 de março no Japão, que criou vários problemas nas cadeias produtivas por causa da globalização da economia, e passou a crescer menos, revelou ontem o Livro Bege, uma análise de conjuntura feita pela Reserva Federal (Fed), o banco central americano, cinco vezes por anos.
Das 12 delegacias regionais do Fed, só a região de Dallas apresentou crescimento industrial.
Das 12 delegacias regionais do Fed, só a região de Dallas apresentou crescimento industrial.
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Fed vê sinais de estabilidade
O novo Livro Bege da Reserva Federal (Fed), o banco central dos Estados Unidos, uma análise periódica da situação econômica do país publicada oito vezes por ano, "mostra sinais de estabilidade".
A atividade econômica continua fraca, mas o ritmo de queda diminuiu na maioria dos 12 distritos do Fed e quatro mostraram sinais de estabilização. As vendas no varejo continuam ruins em todo o país. Houve uma melhora na produção industrial, mas a recuperação deve ser modesta e desigual.
No setor habitacional, onde a crise começou, a situação ainda é ruim. O mercado de imóveis comerciais piorou e o mercado de trabalho continua muito mal.
O presidente Barack Obama defendeu as políticas anticrise, alegando que "a economia estava em queda livre e o sistema financeiro à beira do colapso". Ele destacou que o ritmo de demissões caiu pela metade e os preços das casas subiram depois de três anos.
A atividade econômica continua fraca, mas o ritmo de queda diminuiu na maioria dos 12 distritos do Fed e quatro mostraram sinais de estabilização. As vendas no varejo continuam ruins em todo o país. Houve uma melhora na produção industrial, mas a recuperação deve ser modesta e desigual.
No setor habitacional, onde a crise começou, a situação ainda é ruim. O mercado de imóveis comerciais piorou e o mercado de trabalho continua muito mal.
O presidente Barack Obama defendeu as políticas anticrise, alegando que "a economia estava em queda livre e o sistema financeiro à beira do colapso". Ele destacou que o ritmo de demissões caiu pela metade e os preços das casas subiram depois de três anos.
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Fed não vê crescimento significativo este ano
A situação da maior economia do mundo ainda é ruim ou se deteriorou ainda mais desde meados de abril, alertou hoje a Reserva Federal (Fed), o banco central dos Estados Unidos, no relatório conhecido como o Livro Bege.
Cinco dos 12 distritos regionais do Fed notaram sinais de moderação no declínio, mas o banco não espera uma recuperação significativa este ano.
"A demanda por serviços não financeiros se contraiu", e "as vendas no varejo permaneceram fracas, com os consumidores se concentrando na compra de produtos básicos baratos e evitaram a compra de artigos de luxo".
O mercado de automóveis continua deprimindo. Um dos problemas centrais ainda é a falta de crédito para o consumidor, que não voltou ao normal, apesar da fortuna gasta nos planos de salvação do sistema financeiro.
Cinco dos 12 distritos regionais do Fed notaram sinais de moderação no declínio, mas o banco não espera uma recuperação significativa este ano.
"A demanda por serviços não financeiros se contraiu", e "as vendas no varejo permaneceram fracas, com os consumidores se concentrando na compra de produtos básicos baratos e evitaram a compra de artigos de luxo".
O mercado de automóveis continua deprimindo. Um dos problemas centrais ainda é a falta de crédito para o consumidor, que não voltou ao normal, apesar da fortuna gasta nos planos de salvação do sistema financeiro.
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