A transição para uma economia mais verde rumo ao desenvolvimento sustentável criou 3,1 milhões de empregos nos Estados Unidos e 2,9 milhões no Brasil em 2010, aponta um relatório divulgado na sexta-feira em Buenos Aires pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), concluindo que a alegação de uma economia em maior harmonia com o meio ambiente destruiria empregos.
No caso brasileiro, um estudo do Banco Mundial afirma que a redução em um terço da emissão de gases que agravam o efeito estufa é compatível com a expansão da economia: "O país tem grande possibilidade de mitigar e reduzir suas emissões de carbono em setores como agricultura, energia transporte e gestão de resíduos sem afetar negativamente o crescimento econômico".
Ao lançar o relatório O desafio da promoção de empresas sustentáveis na América Latina e no Caribe, a diretora regional da OIT, Elizabeth Tinoco, ressaltou que "sem empresas sustentáveis não haverá trabalho decente e sem trabalho decente não haverá empresas sustentáveis".
A diretora da OIT destacou que o crescimento recente da América Latina reduziu o desemprego urbano para 6,4%, um mínimo histórico, mas 50% ainda trabalham na economia informal e 40% não têm cobertura de saúde nem plano de aposentadoria.
O relatório adverte que a degradação do meio ambiente prejudica a economia como um todo e lamenta a falta de incentivos para as pequenas e médias empresas sejam reorientadas rumo à economia verde e ao desenvolvimento sustentável. Defende maior participação da mulher no mercado de trabalho e a equiparação dos salários de homens e mulheres.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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domingo, 17 de fevereiro de 2013
terça-feira, 21 de agosto de 2012
América Latina terá 89% da população em cidades
Até 2020, 89% da população da América Latina estarão morando em cidades e no momento as que mais crescem têm menos de 1 milhão de habitantes, anunciou hoje o Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos (Habitat) ao divulgar no Rio de Janeiro o relatório Estado das Cidades da América Latina e do Caribe.
O relatório elaborado pela Comissão Econômica para a America Latina e o Caribe (Cepal), a Federação Latino-Americana das Cidades, Municípios e Associações de Governo Locais, os ministros e autoridades de habitação e desenvolvimento urbano, a Aliança para as Cidades e o Banco de Desenvolvimento da América Latina.
O relatório elaborado pela Comissão Econômica para a America Latina e o Caribe (Cepal), a Federação Latino-Americana das Cidades, Municípios e Associações de Governo Locais, os ministros e autoridades de habitação e desenvolvimento urbano, a Aliança para as Cidades e o Banco de Desenvolvimento da América Latina.
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Peru cresce 6% num ano
O Peru, um dos destaques da nova economia da América Latina, registrou crescimento de 6% no primeiro trimestre na comparação anual e de 1,8% em relação ao trimestre anterior, de acordo com a previsão do banco central, informou na sexta-feira o Instituto Nacional de Estatísticas e Informática (Inei).
A expansão pelo décimo trimestre consecutivo foi atribuída ao avanço de 12,4% na construção civil e de 7,9% no comércio varejista. O consumo interno cresceu 6,3%, e as exportações, 13,8%.
A expansão pelo décimo trimestre consecutivo foi atribuída ao avanço de 12,4% na construção civil e de 7,9% no comércio varejista. O consumo interno cresceu 6,3%, e as exportações, 13,8%.
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