Mostrando postagens com marcador economia verde. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador economia verde. Mostrar todas as postagens

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Economia verde gera milhões de empregos no Brasil

A transição para uma economia mais verde rumo ao desenvolvimento sustentável criou 3,1 milhões de empregos nos Estados Unidos e 2,9 milhões no Brasil em 2010, aponta um relatório divulgado na sexta-feira em Buenos Aires pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), concluindo que a alegação de uma economia em maior harmonia com o meio ambiente destruiria empregos.

No caso brasileiro, um estudo do Banco Mundial afirma que a redução em um terço da emissão de gases que agravam o efeito estufa é compatível com a expansão da economia: "O país tem grande possibilidade de mitigar e reduzir suas emissões de carbono em setores como agricultura, energia transporte e gestão de resíduos sem afetar negativamente o crescimento econômico".

Ao lançar o relatório O desafio da promoção de empresas sustentáveis na América Latina e no Caribe,   a diretora regional da OIT, Elizabeth Tinoco, ressaltou que "sem empresas sustentáveis não haverá trabalho decente e sem trabalho decente não haverá empresas sustentáveis".

A diretora da OIT destacou que o crescimento recente da América Latina reduziu o desemprego urbano para 6,4%, um mínimo histórico, mas 50% ainda trabalham na economia informal e 40% não têm cobertura de saúde nem plano de aposentadoria.

O relatório adverte que a degradação do meio ambiente prejudica a economia como um todo e lamenta a falta de incentivos para as pequenas e médias empresas sejam reorientadas rumo à economia verde e ao desenvolvimento sustentável. Defende maior participação da mulher no mercado de trabalho e a equiparação dos salários de homens e mulheres.

domingo, 17 de junho de 2012

Rio+20 exclui fundo de transição para economia verde

Sob pressão dos países ricos, liderados pelos Estados Unidos, Canadá, Austrália e Japão, o comitê preparatório da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) excluiu a criação de um fundo de US$ 30 bilhões por ano para financiar a transição para uma economia verde, menos destruidora da natureza, uma reivindicação dos países em desenvolvimento, liderados por Brasil e China.

A três dias do início da reunião dos chefes de Estado e de governo, há consenso sobre apenas 40% do documento final e ele foi mais esvaziado.

Também não haverá a transformação do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente numa agência como a Organização Mundial da Saúde, uma proposta da Europa. Nem os EUA nem os países em desenvolvimento querem ingerência externa em seus assuntos internos. Querem preservar o direito de destruir a natureza.

O ministro das Relações Exteriores do Brasil, embaixador Antônio Patriota, afirmou que o princípio de que os países desenvolvidos devem contribuir mais para a proteção ambiental será mantido.

Agora, espera-se que ao menos a Rio+20 chegue pelo menos a uma definição sobre o que é uma "economia verde", apresente uma nova metodologia do cálculo da riqueza das nações que desconte a destruição do meio ambiente e avance no estabelecimento de metas de desenvolvimento sustentável. Elas devem ser negociadas até 2015 para substituir as Metas de Desenvolvimento do Milênio, que visam a redução da pobreza.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Alemanha deve ficar estagnada em 2012, diz OCDE

Depois de crescer 3% em 2011, a Alemanha, maior economia da Europa e quarta do mundo, deve avançar apenas 0,4% neste ano pela previsão da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), um clube de países industrializados. O governo alemão espera 0,7%.

Para evitar a estagnação, a OCDE sugere fortalecer o mercado interno, atacar o desemprego de longo prazo, ampliar as contratações para evitar a escassez de mão de obra qualificada e explorar novas fontes de crescimento para fazer uma transição para uma economia verde, mais adaptada aos desafios ambientais, com menor consumo de carbono para combater o aquecimento global.

"A Alemanha é o pilar central da Europa", afirmou o secretário-geral da OCDE, o espanhol Angel Gurría, ao divulgar o relatório. "É também um dos pilares centrais da OCDE. Ao atacar seus problemas estruturais, vai não apenas estabelecer uma série de boas práticas, vai liderar a reforma econômica. Vai melhorar seu desempenho econômico, ajudar a Europa a sair da crise atual e retomar o crescimento. Portanto, muito vai depender da Alemanha para tornar o projeto europeu um sucesso... no melhor interesse da Alemanha, da Europa e do mundo."