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quinta-feira, 8 de abril de 2021

Brasil tem segundo pior dia da pandemia com mais de 4 mil mortes

 É um horror que não passa. Neste ritmo, abril será ainda pior do março, quando morreram quase 67 mil pessoas no Brasil, 20,7% de todas as mortes causadas pela pandemia no país até então. Hoje foi o segundo pior dia, com mais 4.190 mortes e 89.293 casos novos da doença do coronavírus de 2019.

O país soma agora 13.286.324 casos confirmados e 345.287 óbitos por covid-19. A morte está em alta em 11 estados e no Distrito Federal. A média diária de mortes dos últimos sete dias subiu para 2.818, com alta de 17% em duas semanas. 

O total de casos confirmados no mundo chegou a 133.760.945, com 2,9 milhões de mortes. Cerca de 108 milhões de pacientes se recuperaram, muitos com sequelas de longo prazo, 22,76 milhões apresentam sintomas leves e 101.619 estão em estado grave.

Com mais 2.564 mortes, algumas de dias anteriores notificadas com atraso, e 72,3 mil casos novos, uma alta de 14 por cento em duas semanas, os Estados Unidos registraram até agora 31 milhões de casos de covid-19 e 560.083.

Mais de 746 milhões de doses de vacinas foram aplicadas até agora no mundo. Os EUA aplicaram mais 3,8 milhões de doses num dia, chegando a 178,2 milhões. Cerca 112 milhões de pessoas tomaram a primeira dose e 66,2 bilhões (20% por cento da população americana) estão plenamente vacinados. 

A China aplicou mais de 150 milhões de doses; a India, 92 milhões, o Reino Unido, 40 milhões; e o Brasil, 28,56 milhões. Nesta quinta-feira, foram mais um milhão de doses. Ao todo, quase 22,2 receberam a primeira dose e 6,35 milhões (3% da população brasileira) já tomaram as duas doses necessárias à imunização. Meu comentário: 

quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

Mundo e EUA batem recordes de mortes num dia

 Com um recorde de 12.376 mortes registradas nesta quarta-feira, 2 de dezembro, o total de óbitos da pandemia do coronavírus de 2019 soma 1,493 milhão de mortes. Mais 634.970 casos foram notificados no mesmo dia, elevando o total de casos confirmados para 64,5 milhões. Pouco menos de 45 milhões de doentes se recuperaram, 18 milhões apresentam casos suaves e 106,6 mil estão em estado grave. A taxa de mortalidade dos casos encerrados está em 3%.

Os Estados Unidos bateram mais dois recordes nesta quarta-feira: 3.157 mortes num dia, superando as 2.752 de 15 de abril, e mais de 100 mil pacientes hospitalizados. Correção: dois dias depois, a Universidade Johns Hopkins reduziu o recorde de mortes para 2.857, alegando que houve um erro na soma dos dados estaduais. O país se aproxima de 14 milhões de casos confirmados e de 274 mil mortes. 

O diretor do Centro de Controle e Prevenção de Doenças, Robert Redfield, acredita que dezembro, janeiro e fevereiro serão os piores meses da história da saúde pública nos EUA e estimou que o total de mortes no país pode chegar a 450 mil em fevereiro, a não ser que maioria da população use máscaras, higienize regularmente as mãos, mantenha uma distância mínima de dois metros e evite aglomerações.

O Brasil registrou mais 669 mortes e mais de 48 mil casos novos, elevando o total para 175.371 mortes e 6,4 milhões de casos confirmados. Na região metropolitana do Rio de Janeiro, a ocupação dos leitos de terapia intensiva chegou a 98%. Meu comentário:

quarta-feira, 23 de setembro de 2020

Brasil chega a 139 mil mortes pela pandemia do coronavírus

 O Brasil registrou mais 906 mortes e 32.446 casos da doença do coronavírus de 2019. Agora, soma 139.065 óbitos e 4.627.780 casos confirmados. A média diária de casos nos últimos sete dias ficou em 699. Manaus, a capital do Amazonas, teria atingido a chamada imunidade de rebanho porque 66% da população teriam tido contato com o vírus, que assim teria menos gente para contaminar.

Em São Paulo, o governador João Dória anunciou que a vacina desenvolvida pela empresa chinesa Sinovac, que fez um convênio com o Instituto Butantã, não apresentou efeitos colaterais graves. Falta determinar se é eficaz na imunização contra o vírus.

Nos Estados Unidos, novas exigências da Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA), o órgão regulador americano, tornam improvável a aprovação de uma vacina antes das eleições de 3 de novembro. O presidente Donald Trump ameaça intervir para garantir a aprovação, suscitando dúvidas sobre a eficácia e a segurança das vacinas desenvolvidas no país. Meu comentário:

terça-feira, 30 de junho de 2020

EUA podem ter 100 mil novas infecções por dia, adverte Dr. Fauci

O número de casos novos da doença do coronavírus de 2019 nos Estados Unidos aumentou 80 por cento em duas semanas. Se as pessoas não usarem máscaras e não mantiveram a distância de dois metros umas das outras, o total de novos casos por dia pode chegar a 100 mil, advertiu nesta terça-feira o Dr. Anthony Fauci, principal epidemiologista da força-tarefa da Casa Branca. 

Na semana passada, o aumento foi de 46%. Sete por cento dos testes deram positivo. Quatro estados do Sul, Califórnia, Arizona, Texas e Flórida, são responsáveis pela metade dos casos.

No mundo inteiro, são 10 milhões e meio de casos confirmados e mais de 510 mil mortes. Quase 5,8 milhões de pacientes se salvaram. A taxa de mortalidade dos casos encerrados está em 8%.

O Brasil registrou mais 1.271 mortes nesta terça-feira. O total de óbitos chegou a 59.659. Houve quase 38 mil casos novos e o total de casos confirmados chegou a 1,408 milhão.

A União Europeia abre neste 1º de julho as fronteiras externas para 14 países, entre eles a Austrália, o Canadá, o Japão e o Uruguai, único país da América Latina. Os EUA, o Brasil e a Rússia estão fora por terem o maior número de casos da covid-19. A China pode ser incluída se houver reciprocidade.

Nesta terça-feira, o Escritório Nacional de Estatísticas do Reino Unido revelou que a economia do país caiu 2,2% por cento no primeiro trimestre, antes do impacto mais forte da pandemia. O país só entrou em quarentena em 23 de março. A queda em abril foi superior a 20% mas só entra no produto interno bruto do segundo trimestre.

O primeiro-ministro Boris Johnson anunciou um programa de obras públicas de 5 bilhões de libras, cerca de R$ 33,8 bilhões, para relançar a economia britânica.

Apesar da pandemia do novo coronavírus, depois de uma forte queda inicial, as ações de empresas americanas tiveram no segundo trimestre o melhor desempenho desde 1998.

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) registrou uma queda de 14% nas horas trabalhadas no primeiro semestre, equivalentes a menos 400 milhões de empregos.

A África enfrenta pior choque econômico desde 1970, alerta a diretora-geral do Fundo Monetário Internacional, Kristalina Georgieva. O produto regional bruto deve cair 3,2 por cento.

O total de desempregados no Brasil subiu para 12,7 milhões e 5 milhões de trabalhadores desalentados, que desistiram de procurar emprego no momento, não entram na estatística como desempregados. Meu comentário:

quarta-feira, 27 de maio de 2020

Brasil ultrapassa 25 mil mortes pela pandemia do novo coronavírus

O Brasil passou hoje de 414 mil casos confirmados da pandemia do novo coronavírus . As mortes chegaram a 25.697. Os Estados Unidos ultrapassaram 1,745 milhão de casos confirmados e 102 mil mortes pela covid-19, 28% do total no mundo. 

A Califórnia é o quarto estado americano a superar o total de 100 mil casos, depois de Nova York, Nova Jérsei e Illinois. 

O mundo chegou a um total de 357 mil mortes em 5,8 milhões de casos. Mais de 2,48 milhões de pacientes foram curados. Dos casos encerrados, 13% terminaram em morte.

A França decidiu proibir o uso da cloroquina e da hidroxicloroquina, a não ser em testes clínicos, tendo em vista inúmeros estudos que consideram o remédio ineficaz no combate à covid-19.

Em artigo no New England Journal of Medicine, a revista médica mais prestigiada do mundo, o Dr. Marc Larochelle argumenta que as regras de volta ao trabalho precisam observar as condições específicas de diferentes trabalhadores e profissões.

A Comissão Europeia prevê uma queda de 7,5 por cento no produto regional bruto da União Europeia neste ano. O banco de investimentos Morgan Stanley espera 11 por cento. 

A UE recuou 3,5 por cento no primeiro trimestre. A Alemanha, maior economia europeia, perdeu 2,2 por cento. No ano, o banco Morgan Stanley prevê uma queda de 8% na Alemanha, 11 por cento na França e 15 por cento na Itália.

Para enfrentar a depressão, a pior crise econômica mundial desde o fim da Segunda Guerra Mundial, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, propôs hoje um plano de recuperação de 750 bilhões de euros, R$ 4,357 trilhões. 

500 bilhões de euros serão de ajuda direta e os outros 250 bilhões de empréstimos. A Itália, a Espanha e a Polônia seriam as maiores beneficiadas. Quatro países ricos, Áustria, Dinamarca, Holanda e Suécia, se opõem à ajuda direta bancada por todos sem contrapartida.

O governo do Japão, o terceiro país mais rico do mundo, aprovou um plano de recuperação do país de mais de 1 trilhão de dólares, cerca de 5 trilhões 282 bilhões de reais.

A Organização Internacional do Trabalho prevê que a pandemia vai levar à demissão de 305 milhões de pessoas no mundo inteiro. Um em cada seis jovens do mundo ficará desempregado.

No Brasil, foram fechadas 1 milhão e 100 mil vagas de emprego com carteira assinada em dois meses. Na recessão anterior, em 2015 e 2016, foram perdidos 3 milhões de empregos. Meu comentário:

terça-feira, 7 de abril de 2020

França tem mais de 10 mil mortos pela pandemia do novo coronavírus

Com mais 1.417 mortes num dia, a França tem mais de 10 mil mortos e passa a Alemanha em número de casos confirmados do novo coronavírus. Já são 110.070 contaminados, mortalidade de 9,46 por cento. É o quarto país mais atingido pela pandemia.

Depois de quatro dias de queda, a Espanha tem 743 mortes num dia. É o segundo país em número de casos, cerca de 142 mil, e o segundo em número de mortes, com 14.045 óbitos, quase dez por cento. 

Os Estados Unidos passam de 400 mil casos e registram o maior número de mortes num dia, mil 970, um total de 12.841 mortes, mortalidade de 4,9 por cento. Só em Nova York foram mais de 800 mortes. A cidade já perdeu 3,3 mil pessoas, mais do que nos atentados de 11 de setembro.

No mundo inteiro, são mais de 1 milhão e 400 mil casos registrados, com 84 mil 904 mortes e 302 mil casos de cura, uma mortalidade de 5,9 por cento. Aqui no Brasil, são mais de 14 mil casos confirmados e pelo menos 686 mortes.

A Itália tem o maior número de mortos, 17.127 em mais de 135,5 mil casos confirmados, e a maior mortalidade, de 12,6 por cento. 

A Alemanha é o quinto país em número de casos, mais de 107,6 mil, e 2.016 mortes, letalidade de 1,87 por cento. Os outros países têm menos de 100 mil casos. 

Depois de não registrar nenhuma morte ontem desde janeira, a China, onde surgiu o novo coronavírus, teve duas mortes 62 casos novos hoje. Três mil 333 pessoas morreram na China, letalidade de 4 por cento.

Diante do risco de uma depressão econômica, sem precedentes, o que será necessário para retomar as atividades? Meu comentário:

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Desemprego global deve atingir 200 milhões em 2017

Com o fraco crescimento da economia mundial e a vulnerabilidade de economias emergentes como o Brasil, o desemprego global tende a aumentar nos próximos cinco anos, atingindo mais de 200 milhões de pessoas em 2017, alerta um novo relatório divulgado hoje pela Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Em 2015, o total de desempregados no mundo foi estimado em 197,1 milhões, 27 milhões a mais do que em 2007, antes da Grande Recessão de 2008-9.

Para 2016, a previsão é de um aumento de 2,3 milhões, elevando o total para 199,4 milhões de trabalhadores. No ano seguinte, mais 1,1 milhão entram na fila e o total chega a 200,5 milhões, prevê o relatório Emprego Mundial e Perspectiva Social - Tendências para 2016.

"A significativa desaceleração das economias emergentes, aliadas a um declínio acentuado nos preços dos produtos primários, está tendo um efeito dramático sobre o mercado de trabalho", declarou o diretor-geral da OIT, Guy Ryder.

O diretor da OIT comentou ainda: "Muitos trabalhadores estão tendo de aceitar empregos de baixa remuneração em economias emergentes e em desenvolvimento, e também cada vez mais em países desenvolvidos. Apesar da queda no número de desempregados em alguns países da União Europeia e dos Estados Unidos, muito trabalhar ainda está sem emprego. Precisamos tomar medidas urgentes para aumentar o número de oportunidades de trabalho decente ou corremos o risco de intensificar as tensões sociais."

A taxa de desemprego nos países ricos caiu de 7,4% em 2014 para 6,7% em 2015, mas a recuperação do mercado de trabalho não foi suficiente para recriar muitos empregos de qualidade destruídos pela crise mundial.

Com a desaceleração da China, o Brasil na mais longa recessão em cem anos e o impacto da queda de mais de 70% nos preços do petróleo desde junho de 2014 sobre os países exportadores, as perspectivas de emprego nas economias emergentes e em desenvolvimento se deterioraram.

Na metade dos países em desenvolvimento e emergentes, mais de 50% do trabalho é informal, com baixa produtividade, baixa remuneração e nenhuma proteção social. Em um terço desses países, a informalidade passa de 65%. No Sul da Ásia (Índia, Bangladesh, Paquistão e Afeganistão), chega a 74% e, na África Subsaariana, a 70%.

Pior ainda: a Quarta Revolução Industrial, que inclui inteligência artificial, robótica, impressão em três dimensões, nanotecnologia e biotecnologia, vai destruir quase a metade dos empregos existentes hoje, adverte o fundador do Fórum Econômico Mundial, Klaus Schwab. A expectativa é que robôs passem a fazer trabalhos intelectuais repetitivos.

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Desemprego de jovens aumentou com a crise de 2008

A taxa de desemprego entre os jovens no mundo caiu um pouco e está em 13%, mas ainda é superior ao nível anterior à Grande Recessão de 2008-9, quando estava em 11,7%, indica um relatório divulgado hoje em Genebra na Suíça pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), órgão do sistema Nações Unidas. Deve subir em 2015 para 13,1%.

"Para milhões de jovens no mundo inteiro, encontrar um emprego decente ainda é uma luta", admite o relatório Tendências Mundiais do Emprego de Jovens, publicado a cada dois anos. O desemprego de jovens é em média três vezes do que o de adultos.

O total de jovens desempregados hoje no mundo inteiro em 2014 foi estimado em 73,3 milhões. São 300 mil a mais do que em 2012, mas 3,3 milhões a menos do que o pico registrado no auge da crise, em 2009, de 76,6 milhões.

As regiões com as taxas mais altas são o Norte da África (30,5%) e o Oriente Médio (28,2%), o que ajuda a explicar por que tantos jovens destas regiões são atraídos por milícias extremistas muçulmanas.

Em comparação com o relatório anterior, com dados de 2012, o índice de desemprego entre os jovens recuou 1,4 ponto percentual na União Europeia e 0,5 ponto percentual na Europa Central e nos países do Sudeste da Europa que não fazem parte da UE.

No Leste e no Sudeste da Ásia, no Norte da África e no Oriente Médio, o desemprego aumentou entre 2012 e 2014.

"É encorajador ver que as tendências de emprego dos jovens melhoraram em comparação com o relatório de 2013", observou Sara Elder, a principal autora do documento. "Mas não devemos perder de vista o fato de que a retomada não é universal e que perto de 43% da mão de obra jovem são desempregados ou trabalhadores que vivem na pobreza. Não é fácil ser jovem e ter de entrar no mercado de trabalho hoje."

O documento recomenda investimento em educação e na criação de empregos de qualidade.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Recuperação mundial não se reflete no emprego

A recuperação da economia mundial depois da Grande Recessão de 2008-9 não se refletiu ainda no mercado de trabalho. O desemprego atingiu quase 202 milhões de pessoas em 2013, a situação é especialmente preocupante para os jovens e 23 milhões de trabalhadores deixaram de procurar emprego, adverte o relatório Tendências Mundiais do Emprego em 2014, divulgado ontem pela Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Com a crise, foram fechados 62 milhões de postos de trabalho e aumentou a concentração da riqueza: 85 bilionários têm renda equivalente a metade da população mundial, enquanto 375 milhões ganham menos de US$ 1,25 por dia e 839 milhões entre US$ 1,25 e US$ 2. Cerca de 13% dos jovens - 74,5 milhões de pessoas - não têm emprego.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Economia verde gera milhões de empregos no Brasil

A transição para uma economia mais verde rumo ao desenvolvimento sustentável criou 3,1 milhões de empregos nos Estados Unidos e 2,9 milhões no Brasil em 2010, aponta um relatório divulgado na sexta-feira em Buenos Aires pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), concluindo que a alegação de uma economia em maior harmonia com o meio ambiente destruiria empregos.

No caso brasileiro, um estudo do Banco Mundial afirma que a redução em um terço da emissão de gases que agravam o efeito estufa é compatível com a expansão da economia: "O país tem grande possibilidade de mitigar e reduzir suas emissões de carbono em setores como agricultura, energia transporte e gestão de resíduos sem afetar negativamente o crescimento econômico".

Ao lançar o relatório O desafio da promoção de empresas sustentáveis na América Latina e no Caribe,   a diretora regional da OIT, Elizabeth Tinoco, ressaltou que "sem empresas sustentáveis não haverá trabalho decente e sem trabalho decente não haverá empresas sustentáveis".

A diretora da OIT destacou que o crescimento recente da América Latina reduziu o desemprego urbano para 6,4%, um mínimo histórico, mas 50% ainda trabalham na economia informal e 40% não têm cobertura de saúde nem plano de aposentadoria.

O relatório adverte que a degradação do meio ambiente prejudica a economia como um todo e lamenta a falta de incentivos para as pequenas e médias empresas sejam reorientadas rumo à economia verde e ao desenvolvimento sustentável. Defende maior participação da mulher no mercado de trabalho e a equiparação dos salários de homens e mulheres.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Desemprego mundial de jovens deve chegar a 12,7%

Com 75 milhões de pessoas de 15 a 24 anos desempregadas, a taxa mundial de desemprego entre os jovens deve terminar o ano de 2012 em 12,7%, a mesma do auge da crise, em 2009. Só deve cair em 2016, previu ontem a Organização Internacional do Trabalho (OIT) no relatório Tendência Mundial do Emprego dos Jovens, divulgado ontem.

Desde o início da crise, em 2007, 4 milhões de jovens perderam o emprego. No fim de 2012, o índice de desemprego na faixa de 15 a 24 anos estava em 12,6%.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Ministro do Trabalho da Líbia deserta

Durante visita a Genebra, na Suíça, para participar da assembleia anual da Organização Internacional do Trabalho, o ministro do Trabalho e Emprego da Líbia, Al Amin Manfur, anunciou estar abandonando o regime do coronel Muamar Kadafi e manifestou simpatia pela revolução.

Ali Amin Manur manifestou "apoio ao Conselho Nacional de Transição para construir um Estado democrático líbio num futuro próximo". A deserção foi confirma pela missão líbia junto às Nações Unidas em Genebra.

A OIT, fundada em 1919, realiza sua 100ª Assemblaia Geral num momento de maior legitimidade por causa da perda de 50 milhões de empregos no mundo durante a Grande Recessão (2008-9). A primeira ministra da Alemanha discursa perante a assembleia em 14 de junho.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Desemprego pode atingir 230 milhões

Pelo menos 30 milhões de trabalhadores podem perder o emprego no mundo inteiro este ano. Se a situação econômica piorar, o total de demissões pode chegar a 51 milhões e o total de desempregados a 230 milhões ou 7,1% da população em idade de trabalhar, previu hoje a Organização Internacional do Trabalho (OIT).