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sábado, 6 de junho de 2020

Brasil muda divulgação de casos e mortes pela pandemia

Em mais uma manobra para encobrir a gravidade da epidemia do novo coronavírus no Brasil, o governo Jair Bolsonaro parou de totalizar os números de casos confirmados e de mortes. Com mais 904 mortes registradas neste sábado, o total chegou a 35.930. Outros 87 óbitos foram registrados após a divulgação dos dados oficiais do Ministério da Saúde, o total chegou a 36.044.

Neste sábado, houve mais 27.075 casos novos, elevando o total de infectados pela doença do coronavírus de 2019 para 672.846 pelos dados do governo federal. Este total já subiu para 676.494, de acordo com o sítio Worldometer.

O ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta criticou a medida como "uma tragédia" para maquiar ou manipular os dados. Depois de demitir Mandetta, Bolsonaro nomeou outro médico, Nelson Teich, que não aceitou a decisão de usar a cloroquina e a hidroxicloroquina nas fases iniciais da doença e pediu demissão

Hoje, o Ministério da Saúde está entregue ao general Eduardo Pazuello e a militares que, na opinião de Mandetta, tem uma "lealdade burra e genocida".

Para o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), "a manipulação de estatísticas é manobra de regimes totalitários.

No mundo inteiro, o total de casos registrados para de 6,967 milhões, com 402.170 mortes e mais de 3,411 milhões de pacientes curados. Dos casos encerrados, 11% resultaram em morte.

Os Estados Unidos têm o maior número de casos confirmados, 1.988.544, e mais mortes, 112.096. Os maiores números de mortes por habitantes são em São Marinho, Bélgica, Andorra, Reino Unido e Espanha.

O Brasil é o 20º nesta lista e o 130º em número de testes por habitante, caiu uma posição desde ontem. Pode haver uma grande subnotificação por aqui. O número real de casos e de mortes deve ser muito maior.

sexta-feira, 17 de abril de 2020

Trump anuncia plano para reabrir economia dos EUA

Os Estados Unidos voltam a ter mais de 2 mil mortes num dia, chegando a um total de mais de 34 mil mortes em 668 mi casos confirmados da pandemia do novo coronavírus, com uma letalidade de 5,1%. Mais 5 milhões e 200 mil trabalhadores demitidos pedem seguro-desemprego nos Estados Unidos. 

O presidente Donald Trump apresenta um plano de três fases para retomar as atividades da maior economia do mundo. E o presidente Jair Bolsonaro demite o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, no momento em que o Brasil tem 200 mortes por dia.

No mundo inteiro, são mais de 2,18 mil casos confirmados 145.514 mortes e mais de 546,7 mil pacientes curados. Na Europa, nenhum país registrou mil mortes nesta quinta-feira. 

A Itália teve mais 525 mortes em 24 horas, menos do que nos dois dias anteriores. Chegou a um total de 22.170 mortes em 169 mil casos, com mortalidade de 13,12%. 

A Espanha teve mais 503 mortes, somando 19.315 óbitos em 185 mil casos confirmados, mortalidade de 10,44%. 

Na França, houve mais 753 mortes no dia na quinta-feira, elevando o total para 17.920 em pouco mais de 165 mil casos, letalidade de 10,85%. 

O Reino Unido teve número de mortes nesta quinta-feira, 861, chegando a 13.729 em pouco mais de 103 mil casos confirmados, mortalidade de 13,31%, superando a Itália. O governo britânico prorrogou as medidas de distanciamento social por mais três semanas.

A América Latina tem mais de 80 mil casos confirmados e três mil e 600 mortes, mais da metade no Brasil, onde o total de mortes chegou a mil 947 em 30 mil 683 casos confirmados, com letalidade de 6,34 por cento. Meu comentário:

quarta-feira, 15 de abril de 2020

Total de casos confirmados da pandemia passa de 2 milhões

O total de casos confirmados da pandemia do novo coronavírus passa de 2 milhões, com mais de 134.600 mortes e 510 mil casos de cura, mortalidade 6,46%. 
Os Estados Unidos voltaram a ter mais de 2 mil mortes em 24 horas e a França teve 1.438. Epidemiologistas da Universidade de Harvard temem novas ondas de contaminação até 2025, se não houver vacina nem tratamento. 

No Brasil, há 28.912 casos confirmados e 1.760 mortes, letalidade de 6,1%. O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, rejeita a demissão do secretário nacional de Vigilância Sanitária, Wanderson Oliveira, e diz que sua equipe sai toda, em conjunto. O presidente Jair Bolsonaro busca um novo ministro e deve demitir Mandetta até sexta-feira.


Nos Estados Unidos, já são quase 665 mil casos confirmados e mais de 28.500 mortes, com mortalidade de 4,43%. 

A Itália tem 21.645 mortes em 165.155, com mortalidade de 13,1%. A Espanha tem mais casos confirmados do que a Itália, mais de 180 mil e 18.812 mortes, com letalidade de 10,41%. 

A França registra 17.167 mortes em 147 mil 863 casos confirmados, letalidade de 11,61 por cento, mas o número de internacionais diminuiu nas últimas 24 horas. O Reino Unido teve 12 mil 868 mortes em 98 mil 476 casos confirmados, letalidade de 13 por cento.

Um grupo de epidemiologistas da Universidade de Harvard prevê que novas onsas de contaminação possam acontecer até 2025, se não houver vacina nem tratamento, e que até 2022 será necessário manter a testagem em massa e o distanciamento social. Meu comentário:

domingo, 12 de abril de 2020

EUA têm mais de 22 mil mortes pela pandemia do novo coronavírus

No mundo inteiro, o total de casos confirmados da doença do novo coronavírus está em 1.853.155, com 114.247 mortes e 423.554 pacientes curados, mortalidade de 6,16%. Os Estados Unidos têm mais casos registrados, 560.433, e mais mortes, 22.115. Só no estado de Nova York, há mais de 180 mil casos, mais do que em outros países.

O segundo país em número de mortos é a Itália (19.889), que deve passar de 20 mil óbitos amanhã, seguida pela Espanha (17.209), a França (14.393) e o Reino Unido (10.612). Todos os outros países tiveram menos de 10 mil mortes.

Em número de casos confirmados, depois dos EUA, vem Espanha (166.831), Itália (156.363), França (132.591) e Alemanha (127.854). Os outros países têm menos de 100 mil casos. No Brasil, são 22.318 casos confirmados e pelo menos 1.230 mortes.

A taxa de mortalidade é maior na Itália (12,7%), seguida pela Reino Unido (12,6%), França (10,85) Espanha (10,3%), EUA (3,94%) e Alemanha (2,36%), considerando apenas países com mais de 100 mil casos ou 10 mil mortes. No Brasil, está em 5,5%, mas estes números podem estar distantes da realidade, dependendo do número de testes realizados em cada país.

Durante entrevista à TV Globo, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, criticou o presidente Jair Bolsonaro, que faz campanha contra o isolamento físico, alegando que "o brasileiro não sabe se escuta o ministro ou o presidente."

O Ministério da Saúde prevê que maio e junho serão os piores meses da pandemia no Brasil. Em conversa com religiosos nas redes sociais, o presidente falou como se o problema estivesse indo embora.

No plano econômico da luta contra a pandemia, a Rússia, o México e a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) concordaram em reduzir a produção em 9,7 milhões de barris por dia, cerca de 10% da produção global, para tentar sustentar os preços internacionais.

A estimativa dos analistas é de uma queda de pelo menos 30% no consumo por conta da doença do novo coronavírus (covid-19).

O Banco Mundial previu uma queda de 5% no produto interno bruto do Brasil em 2020 e um crescimento de 1,5% em 2021.

terça-feira, 7 de abril de 2020

França tem mais de 10 mil mortos pela pandemia do novo coronavírus

Com mais 1.417 mortes num dia, a França tem mais de 10 mil mortos e passa a Alemanha em número de casos confirmados do novo coronavírus. Já são 110.070 contaminados, mortalidade de 9,46 por cento. É o quarto país mais atingido pela pandemia.

Depois de quatro dias de queda, a Espanha tem 743 mortes num dia. É o segundo país em número de casos, cerca de 142 mil, e o segundo em número de mortes, com 14.045 óbitos, quase dez por cento. 

Os Estados Unidos passam de 400 mil casos e registram o maior número de mortes num dia, mil 970, um total de 12.841 mortes, mortalidade de 4,9 por cento. Só em Nova York foram mais de 800 mortes. A cidade já perdeu 3,3 mil pessoas, mais do que nos atentados de 11 de setembro.

No mundo inteiro, são mais de 1 milhão e 400 mil casos registrados, com 84 mil 904 mortes e 302 mil casos de cura, uma mortalidade de 5,9 por cento. Aqui no Brasil, são mais de 14 mil casos confirmados e pelo menos 686 mortes.

A Itália tem o maior número de mortos, 17.127 em mais de 135,5 mil casos confirmados, e a maior mortalidade, de 12,6 por cento. 

A Alemanha é o quinto país em número de casos, mais de 107,6 mil, e 2.016 mortes, letalidade de 1,87 por cento. Os outros países têm menos de 100 mil casos. 

Depois de não registrar nenhuma morte ontem desde janeira, a China, onde surgiu o novo coronavírus, teve duas mortes 62 casos novos hoje. Três mil 333 pessoas morreram na China, letalidade de 4 por cento.

Diante do risco de uma depressão econômica, sem precedentes, o que será necessário para retomar as atividades? Meu comentário:

segunda-feira, 6 de abril de 2020

Total de mortes pela pandemia nos EUA passa de 10 mil

O total de mortos nos Estados Unidos passa de 10 mil. Na Espanha, número de mortes é o menor em duas semanas e diminui número de novos casos, alimentando a esperança de que a pandemia tenha passado do pico, assim como na Itália. O governador de Nova York tem a mesma expectativa. 

No Japão, o primeiro-ministro Shinzo Abe vai decretar estado de emergência em sete regiões do país. No Reino Unido, o primeiro-ministro Boris Johnson vai para o centro de tratamento intensivo. 

Aqui no Brasil, o presidente Jair Bolsonaro tenta demitir o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, mas é convencido a evitar mais uma crise em meio a uma emergência de saúde pública com forte abalo na Economia.

O mundo tem 1,346 milhão de casos e 74.679 mortes e 276.636 pacientes recuperados, letalidade de 5,5%. Mais de 367,5 mil casos são nos EUA, onde o total de mortes chegou a 10.871, sendo mil 255 óbitos hoje, com mortalidade em alta para quase 3 por cento. 

A Itália tem o maior número de mortes, 16.523, e 132.547 caos, com mortalidade de 12,5%. A Espanha é a segunda em número de casos, depois dos Estados Unidos, com 136.675, e a segunda em número de mortes, 13.341, mortalidade de 9,8 por cento.


A Alemanha tem 103.375 casos e 1.810, com letalidade de 1,75 por cento. A queda do número de novos casos indica que a Alemanha possa ter passado do pico. A França registrou novo recorde de mortes, 833. O total de óbitos atingiu 8.911 em 98.963, mortalidade de 9%. 

O Reino Unido é o quinto em número de mortes, 5.373 óbitos para 52.579 infectados, com mortalidade de 10,2 por cento. Se o príncipe Charles, herdeiro do trono, está recuperado, o primeiro-ministro Boris Johnson foi internado ontem, no décimo dia da doença, e hoje foi levado para um centro de tratamento intensivo. Meu comentário: 

sexta-feira, 3 de abril de 2020

Coronavírus já matou mais do que a tuberculose num ano inteiro

O total de casos da pandemia do coronavírus chega 1,1 milhão, com mais de 59 mil mortes, superando o número de óbitos por ano pela tuberculose e o total de americanos mortos na Guerra do Vietnã. A letalidade está em 5,38 por cento. 

Os Estados Unidos têm 277 mil casos e mil 480 mortes num dia pela covid-19. É o recorde de mortes num dia para o mundo inteiro. O Dr. Anthony Fauci, principal epidemiologista da força-tarefa da Casa Branca, defende o confinamento em todo o país, mas o presidente Donald Trump reluta em fechar todos os EUA e deixa a decisão na mão dos governadores.

Aqui  no Brasil, são 9.194 casos confirmados e pelo menos 363 mortes. Depois de mais acusações do presidente Jair Bolsonaro, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, declara que como médico aprendeu a não abandonar o paciente.

A Espanha volta a ter mais de 900 mortes num dia; hoje foram 932, abaixo das 950 de ontem. Há uma semana, o total de mortes num dia não baixa de 800. Ao todo, a Espanha tem 119 mil 199 casos e 11 mil 198 mortes, mortalidade de 9,4 por cento. 

A Itália tem 766 mortes, mas o número de novos casos diminuem. Ao todo, a Itália tem quase 120 mil casos registrados e 14 mil 681 mortes, letalidade de 12,25 por cento e o total de novos parece estar se estabilizando, com tendência de queda.

A França é o quarto país em número de mortes, 6 mil 507, sendo mil 416 em residências para idosos.

O Iraque suspendeu o trabalho da agência de notícias Reuters, que acusou o governo de esconder as dimensões da pandemia. Oficialmente, há no país 820 casos confirmados e 54 mortes. A Reuters estima o total de casos em 3 a 9 mil. Levou multa de US$ 20,8 mil. Meu comentário:

sábado, 28 de março de 2020

Mortos pelo coronavírus na Itália são mais de 10 mil

O número de casos confirmados da pandemia do coronavírus de 2019 (Covid-19) chegou hoje a 664.608, com 30.878 mortes e 140.156 pacientes curados. Com 92.472 casos, a Itália tem o maior número de mortes: 10.023. Foram 889 óbitos só hoje. Os Estados Unidos têm mais casos, 124.377, e hoje ultrapassaram a marca de 2 mil mortes, chegando a 2.227 óbitos.

Nos EUA, hoje o centro da pandemia, o presidente Donald Trump recuou depois de cogitar impor uma quarentena aos estados de Nova York, Nova Jérsei e Connecticut. O governador nova-iorquino, Andrew Cuomo, chamou a possível quarentena de "uma declaração de guerra aos estados da União".

São mais de 52 mil casos e 700 mortes só no estado de Nova York. O governador declarou precisar de 30 a 40 mil respiradores artificiais e teme o colapso do sistema de saúde na próxima semana.

Aqui no Brasil, são 3.904 casos e 114 mortes. Hoje o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afastou na prática a tentativa do presidente Jair Bolsonaro de retomar as atividades econômicas. Mais uma vez, deixou claro que a quarentena é necessária para preparar o sistema único de saúde (SUS) para atender o grande número de pacientes esperado nas próximas semanas.

No fim da entrevista, Mandetta citou a preocupação de Bolsonaro com a economia como um aspecto importante na luta contra o coronavírus e anunciou que o governo se reúne neste domingo para discutir como e quando retomar atividades não essenciais.

A melhor maneira de fazer isso será com a testagem em massa da população para mapear o vírus e constatar se há mesmo uma grande quantidade de pessoas que foi atacada mas não desenvolveu a doença.

Quem estiver curado e tiver anticorpos em princípio não deve se contaminar de novo nem transmitir a doença. Portanto, estaria apto para voltar ao trabalho. Mas esta imunização ainda não está comprovada pela ciência.

O governo errou ao não se preparar para enfrentar a pandemia. Faltam testes até mesmo para jovens com sintomas da Covid-19. Assim, é impossível mapear a disseminação do vírus.

quinta-feira, 19 de março de 2020

Bolsonaro finalmente reconhece a gravidade da pandemia

O presidente Jair Bolsonaro finalmente admite a gravidade da pandemia do novo coronavírus. A Itália tem um recorde de 475 mortes num dia, mais do que em qualquer dia na China, que afirma não ter registrado ontem, pela primeira vez desde o surto inicial, em novembro, nenhum caso novo de transmissão interna. As bolsas de valores voltam a desabar, numa indicação de que o mercado espera uma recessão global mesmo depois dos grandes planos de estímulo à economia.

Em entrevista coletiva em Brasília, ao lado de seus ministros, todos de máscaras cirúrgicas, o presidente mudou o tom, adotou uma postura conciliatória em relação ao Congresso e ao Supremo Tribunal Federal, mas ainda falou em histeria. 

Bolsonaro e os ministros deram um show sobre como não usar máscaras, tirando do rosto, tocando repetidas vezes e até mesmo pendurando na orelha. Mais uma amostra de como o governo está perdido. 

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, o último a falar no início da entrevista, tentou justificar por que o Brasil não segue a recomendação da Organização Mundial da Saúde de testar todos os casos suspeitos. Alegou que seria um desperdício de recursos. O Brasil continua atacando um inimigo invisível em saber onde ele está. 

Mais três pessoas morreram hoje no Brasil, elevando o total para 4. O país tem 372 casos e mais de 9 mil casos suspeitos. Faltam testes, faltam leitos hospitalares e vão faltar respiradores artificiais, justamente os problemas que causaram a tragédia na Itália. Meu comentário:

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

Coronavírus chega ao Brasil e tem mais casos novos fora da China

O novo coronavírus teve o primeiro caso confirmado no Brasil hoje, quando pela primeira vez o número de casos novos no exterior superou os da China. A maioria foi registrada na Coreia do Sul, onde seguidores de uma seita participaram de uma reunião na cidade chinesa de Wuhan e ignoraram os alertas. 

A Bolsa de Valores de São Paulo, fechada durante o carnaval desaba, depois de ser poupada durante o carnaval da queda generalizada nos mercados financeiros internacionais. O dólar fechou em cotação recorde.

O Ministério da Saúde confirmou hoje de manhã, depois de uma contraprova, que um homem de 61 anos que esteve na Itália é o primeiro caso da doença do novo coronavírus no Brasil. É o primeiro caso na América do Sul. Agora, só a Antártida foi poupada. 

Depois de críticas à reação tardia do regime comunista da China, que no primeiro momento tentou abafar a notícia, chegou a hora do coronavírus testar a resposta das democracias ao que cada vez mais parece uma pandemia. 

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, cobrou da Organização Mundial da Saúde, a OMS, uma declaração de pandemia, o que permitiria mobilizar mais recursos para combater a doença. Até agora, a OMS considera a epidemia uma emergência global. A boa notícia é que a letalidade do vírus é baixa, mas subiu para 3,4%. Meu comentário: