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quarta-feira, 5 de maio de 2021

EUA apoiam suspensão de patentes de vacinas

Numa mudança surpreendente, os Estados Unidos anunciaram hoje que vão apoiar a quebra de patentes de vacinas contra a doença do coronavírus de 2019 para acelerar a fabricação e permitir assim o controle da pandemia no mundo inteiro.

"Esta é uma crise global e circunstâncias extraordinárias exigem medidas extraordinárias", declarou a representante comercial dos EUA, Katherine Tai, "Vamos participar ativamente das negociações da Organização Mundial do Comércio (OMC) para que isto aconteça."

Desde o fim do ano passado, um grupo de mais de 110 países em desenvolvimento liderados pela Índia e a África do Sul pressionam na OMC para que o direito de propriedade intelectual seja suspenso. Os EUA, a União Europeia e o Reino Unido vetaram a proposta. O governo Jair Bolsonaro ficou ao lado dos países ricos. 

As companhias farmacêuticas protestaram alegando que "a medida sem precedentes vai minar a resposta global e comprometer a seguranças. Suas ações caíram nas bolsas de valores.

Nesta quarta-feira, foram notificados no Brasil mais 2.791 mortes e 75.652 casos confirmados de covid-19. O país soma 14.936.464 casos confirmados e 414.645 óbitos na pandemia. A média diária de mortes dos últimos sete dias caiu para 2.329, com queda de 8% em duas semanas. Esta média cai há cinco dias, mas está acima de 2 mil mortes por dia há 50 dias. A média de casos novos está em 58.951.

A Índia registrou um novo recorde mundial de 412.262 diagnósticos positivos e um recorde nacional de 3.980 mortes por dia. O governo indiano admite que uma terceira onda de contaminação será inevitável depois que a atual for controlada. A Índia soma 21.977.410 casos confirmados e 239.168 mortes. Há 15 dias, o país tem mais de 300 mil casos novos por dia. Desde 28 de abril, há mais de 3 mil mortes por dia.

No mundo, já são 154.788.122 casos confirmados e 3.237.808 mortes. Mais de 133 milhões de pacientes sobreviveram, 18,44 milhões apresentam sintomas leves e 111.192 estão em estado grave.

Nos EUA, nesta quarta-feira, houve mais 45.085 casos novos, com queda de 26% em duas semanas, e 701 mortes. A média de casos novos, 46.603, é a menor em 7 meses, desde 6 de outubro. Mas a redução no ritmo de vacinação preocupa.

Cerca de 1,23 bilhão de doses de vacinas foram aplicadas no mundo, sendo 290 milhões na China e 255,9 milhões nos EUA, onde 148,6 milhões tomaram a primeira dose e 107,3 milhões (32,4% da população americana) estão plenamente vacinados.

Na Índia, foram administradas 162,5 milhões de doses, 52 milhões no Reino Unido e 50,4 milhões no Brasil, onde 33,4 milhões receberam a primeira dose e 17 milhões (pouco menos de 8% da população brasileira) tomaram as duas doses necessárias à imunização. Meu comentário:

sábado, 18 de abril de 2020

Bolsas sobem com esperança em medicamento contra a covid-19

Os Estados Unidos batem um novo recorde de mortes pela pandemia do novo coronavírus. Foram 4 mil 591 mortes em 24 horas. A China admite que houve 50 por cento mais mortes em Wuhan, onde houve o primeiro surto, do que anunciado anteriormente. Com mais mil 290 óbitos, o total chegou a 4.632 em 82.692 casos, letalidade de 5,6%. 

Pelo menos 300 mil africanos devem morrer da covid-19, prevê a Comissão Econômica das Nações Unidas para a África. E as bolsas sobem diante da notícia de um medicamento eficaz no combate à doença fabricado pelo laboratório Gilead.

No mundo inteiro, são quase 2,250 milhão de casos, 154.126 mortes e mais de 570 mil pacientes curados, mortalidade de 6,85%.

Os Estados Unidos têm mais de 709 mil casos confirmados e mais de 37 mil mortes, letalidade de 5,24%. 

Na Itália, são 22.745 mortes em mais de 172 mil casos confirmados, mortalidade de 13,19%. 

A Espanha registrou nesta sexta-feira 585 mortes, mais 34 do que ontem, mas muito abaixo das mais de 700 mortes na Espanha, segundo país em número de casos e terceiro em óbitos. A letalidade é de 10,48%. 

A França tem mais 761 mortes em 24 horas, elevando o total para 18.681 em quase 148 mil casos confirmados, mortalidade de 12,62%. 

No Reino Unido, houve mais 847 mortes, aumentando o total para 14.576 óbitos em 108.692 casos registrados, a maior letalidade, 12,31%.

Aqui no Brasil, com mais 217 mortes em 24 horas, o total passou de duas mil mortes, chegando a 2.141 mortes em 33.682 casos. Ao dar posse ao novo ministro da Saúde, Nelson Teich, o presidente Jair Bolsonaro voltou a insistir na reativação da economia para combater o desemprego e repetiu que “o remédio não pode ser pior do que a doença". Meu comentário:

sexta-feira, 17 de abril de 2020

Trump anuncia plano para reabrir economia dos EUA

Os Estados Unidos voltam a ter mais de 2 mil mortes num dia, chegando a um total de mais de 34 mil mortes em 668 mi casos confirmados da pandemia do novo coronavírus, com uma letalidade de 5,1%. Mais 5 milhões e 200 mil trabalhadores demitidos pedem seguro-desemprego nos Estados Unidos. 

O presidente Donald Trump apresenta um plano de três fases para retomar as atividades da maior economia do mundo. E o presidente Jair Bolsonaro demite o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, no momento em que o Brasil tem 200 mortes por dia.

No mundo inteiro, são mais de 2,18 mil casos confirmados 145.514 mortes e mais de 546,7 mil pacientes curados. Na Europa, nenhum país registrou mil mortes nesta quinta-feira. 

A Itália teve mais 525 mortes em 24 horas, menos do que nos dois dias anteriores. Chegou a um total de 22.170 mortes em 169 mil casos, com mortalidade de 13,12%. 

A Espanha teve mais 503 mortes, somando 19.315 óbitos em 185 mil casos confirmados, mortalidade de 10,44%. 

Na França, houve mais 753 mortes no dia na quinta-feira, elevando o total para 17.920 em pouco mais de 165 mil casos, letalidade de 10,85%. 

O Reino Unido teve número de mortes nesta quinta-feira, 861, chegando a 13.729 em pouco mais de 103 mil casos confirmados, mortalidade de 13,31%, superando a Itália. O governo britânico prorrogou as medidas de distanciamento social por mais três semanas.

A América Latina tem mais de 80 mil casos confirmados e três mil e 600 mortes, mais da metade no Brasil, onde o total de mortes chegou a mil 947 em 30 mil 683 casos confirmados, com letalidade de 6,34 por cento. Meu comentário: