Ao apresentar seu plano para combater a mudança do clima e o aquecimento global, o ministro da Transição Ecológica, Nicolas Hulot, previu ontem "o fim da venda de carros a diesel e a gasolina até 2040" na França. O presidente Emmanuel Macron quer defender o Acordo do Clima de Paris, de 2015, abalado com a retirada dos Estados Unidos por ordem do presidente Donald Trump.
O primeiro-ministro Edouard Philippe havia confirmado na terça-feira, em pronunciamento na Assembleia Nacional, os compromissos de não dar novas permissões para a exploração de hidrocarbonetos, a convergência das cargas fiscais sobre diesel e gasolina até 2022, o aumento dos impostos sobre emissões de gás carbônico e a redução das emissões à metade até 2025.
A meta é atingir a "neutralidade de carbono" até 2050. Isso significa que as emissões serão equivalentes à capacidade de absorção dos gases, por exemplo, por florestas.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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sexta-feira, 7 de julho de 2017
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Vendas de veículos sobem 20% num ano na China
As vendas de veículos na China registraram alta de 20,3% em outubro de 2013 em relação ao mesmo mês no ano passado, anunciou hoje a Associação Chinesa de Fabricantes de Automóveis. Assim, a meta de expansão, de 7%, será amplamente superada.
Em 2012, o mercado de automóveis chinês avançou apenas 4,3% por causa da desaceleração da economia e da tensão diplomática com o Japão em torno da soberania sobre algumas ilhas, que reduziu as vendas de veículos japoneses.
Na Rússia, por outro lado, as vendas de carros caíram 8% nos últimos 12 meses e os analistas não veem sinais de recuperação.
Em 2012, o mercado de automóveis chinês avançou apenas 4,3% por causa da desaceleração da economia e da tensão diplomática com o Japão em torno da soberania sobre algumas ilhas, que reduziu as vendas de veículos japoneses.
Na Rússia, por outro lado, as vendas de carros caíram 8% nos últimos 12 meses e os analistas não veem sinais de recuperação.
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