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segunda-feira, 1 de junho de 2026

Hoje na História do Mundo: 1º de Junho

PRIMEIRA NOTÍCIA DO HOLOCAUSTO

     Em 1942, o jornal clandestino polonês The Liberty Brigade publica os primeiros relatos sobre o Holocausto, o genocídio cometido pela Alemanha na Segunda Guerra Mundial (1939-45). Milhares de judeus morrem por inalar gás dentro de caminhonetes no campo de concentração nazista de Chelmno, na Polônia.

Mais de 360 mil judeus de 200 comunidades na Polônia são mortos nessas vans. Um mês antes da Conferência de Wannsee, que aprovou a "solução final" para exterminar os judeus da Europa em 20 de janeiro de 1942, as vans e o gás começaram a matar mil judeus por dia em Chelmno.

Cerca de 6 milhões de judeus morrem no Holocausto, 60% da população judaica da Europa, além de 1,5 milhão de ciganos, socialistas, comunistas, anarquistas, resistentes e dissidentes do regime nazista, num total estimado em 11 milhões de pessoas.

TELEJORNALISMO SEM PARAR

    Em 1980, entra no ar nos Estados Unidos a CNN (Cable News Network), o primeiro canal de televisão especializado em jornalismo, uma iniciativa do empresário Ted Turner.

A transmissão é da sede, em Atlanta, na Geórgia. A principal notícia, a tentativa de assassinato do ativista dos direitos civis Vernan Jordan.

É uma revolução. Até então, o noticiário na TV é dominado pelas três grandes redes nacionais, ABC (American Broadcasting Company), CBS (Columbia Broadcasting System) e NBC (National Broadcasting Company), que apresentam um telejornal de meia hora no início da noite.

A CNN chega inicialmente a menos de 2 milhões de casas. Hoje está em 90 milhões de lares americanos e em 370 milhões no mundo, inclusive hotéis. Ganha prestígio com a cobertura ao vivo da Guerra do Golfo de 1991 e se torna obrigatória para jornalistas.

Em 4 de outubro de 1993, assisti ao vivo o bombardeio do presidente Boris Yeltsin contra o Parlamento da Rússia.

GM EM CONCORDATA

    Em 2009, com dívidas de US$ 173 bilhões, a companhia automobilística General Motors (GM), que durante 79 anos foi a maior fabricante de automóveis do mundo, anuncia que está quebrada e pede proteção contra seus credores.

Depois de saneada com o apoio do governo Barack Obama (2009-17), a GM volta ao mercado em 2010 numa das maiores ofertas iniciais de ações da história dos EUA.

A GM é fundada por William Durant em 1908 e se consolida ao produzir carros de várias marcas, Buick, Oldsmobile, Cadillac e caminhões Rapid. 

É pioneira da ignição elétrica, instalada pela primeira vez no Cadillac 1912. Este avanço tecnológico acaba com a manivela, que era usada para dar a partida. 

A empresa expande suas atividades no exterior com a Vaxhall no Reino Unido em 1925 e a Opel na Alemanha em 1929, quando a a GM supera a Ford e se torna a maior fabricante de automóveis nos EUA.

Em 1941, a GM fabrica 44% dos carros vendidos nos EUA. No fim da Segunda Guerra Mundial (1939-45), é uma das maiores empresas do mundo e se beneficia do extraordinário crescimento da economia dos EUA no pós-guerra. Nos anos 1950 e 60, mantém uma fatia de de 40% a 45% do mercado norte-americano.

Com a concorrência dos carros japoneses nos anos 1970 e 80, a GM perde mercado e tem grandes perdas. Nos anos 1990, fecha muitas fábricas e demite dezenas de milhares de trabalhadores.

Em 2008, a companhia japonesa Toyota ultrapassa a GM como maior fabricante de automóveis do mundo. Com a reestruturação, a GM é reduzida a quatro divisões: Buick, Cadillac, Chevrolet e GMC.

POLUIÇÃO LUMINOSA

    Em 2002, a República Tcheca é o primeiro país a aprovar uma lei nacional de combate ao excesso de luz, a chamada Lei do Céu Escuro, que entra em vigor neste dia.

Esta lei exige que que a iluminação externa noturna seja mais eficiente e dirigida para baixo para não iluminar o céu. Cidadãos e organizações que a desrespeitem estão sujeitos a multa.

Num país com tradição na astronomia, onde Johannes Kepler e Tycho Brahe trabalharam com patrocínio imperial, os astrônomos reclamam no início do milênio que precisam ir para a Áustria para ter um céu suficientemente escuro para fazer observações.

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domingo, 1 de junho de 2025

Hoje na História do Mundo: 1º de Junho

PRIMEIRA NOTÍCIA DO HOLOCAUSTO

     Em 1942, o jornal clandestino polonês The Liberty Brigade publica os primeiros relatos sobre o Holocausto, o genocídio cometido pela Alemanha na Segunda Guerra Mundial (1939-45). Milhares de judeus morrem por inalar gás dentro de caminhonetes no campo de concentração nazista de Chelmno, na Polônia.

Mais de 360 mil judeus de 200 comunidades na Polônia são mortos nessas vans. Um mês antes da Conferência de Wannsee, que aprovou a "solução final" para exterminar os judeus da Europa em 20 de janeiro de 1942, as vans e o gás começaram a matar mil judeus por dia em Chelmno.

Cerca de 6 milhões de judeus morrem no Holocausto, 60% da população judaica da Europa, além de 1,5 milhão de ciganos, socialistas, comunistas, anarquistas, resistentes e dissidentes do regime nazista, num total estimado em 11 milhões de pessoas.

TELEJORNALISMO SEM PARAR

    Em 1980, entra no ar nos Estados Unidos a CNN (Cable News Network), o primeiro canal de televisão especializado em jornalismo, uma iniciativa do empresário Ted Turner.

A transmissão é da sede, em Atlanta, na Geórgia. A principal notícia, a tentativa de assassinato do ativista dos direitos civis Vernan Jordan.

É uma revolução. Até então, o noticiário na TV é dominado pelas três grandes redes nacionais, ABC (American Broadcasting Company), CBS (Columbia Broadcasting System) e NBC (National Broadcasting Company), que apresentam um telejornal de meia hora no início da noite.

A CNN chega inicialmente a menos de 2 milhões de casas. Hoje está em 90 milhões de lares americanos e em 370 milhões no mundo, inclusive hotéis. Ganha prestígio com a cobertura ao vivo da Guerra do Golfo de 1991 e se torna obrigatória para jornalistas.

Em 4 de outubro de 1993, assisti ao vivo o bombardeio do presidente Boris Yeltsin contra o Parlamento da Rússia.

GM EM CONCORDATA

    Em 2009, com dívidas de US$ 173 bilhões, a companhia automobilística General Motors (GM), que durante 79 anos foi a maior fabricante de automóveis do mundo, anuncia que está quebrada e pede proteção contra seus credores.

Depois de saneada com o apoio do governo Barack Obama (2009-17), a GM volta ao mercado em 2010 numa das maiores ofertas iniciais de ações da história dos EUA.

A GM é fundada por William Durant em 1908 e se consolida ao produzir carros de várias marcas, Buick, Oldsmobile, Cadillac e caminhões Rapid. 

É pioneira da ignição elétrica, instalada pela primeira vez no Cadillac 1912. Este avanço tecnológico acaba com a manivela, que era usada para dar a partida. 

A empresa expande suas atividades no exterior com a Vaxhall no Reino Unido em 1925 e a Opel na Alemanha em 1929, quando a a GM supera a Ford e se torna a maior fabricante de automóveis nos EUA.

Em 1941, a GM fabrica 44% dos carros vendidos nos EUA. No fim da Segunda Guerra Mundial (1939-45), é uma das maiores empresas do mundo e se beneficia do extraordinário crescimento da economia dos EUA no pós-guerra. Nos anos 1950 e 60, mantém uma fatia de de 40% a 45% do mercado norte-americano.

Com a concorrência dos carros japoneses nos anos 1970 e 80, a GM perde mercado e tem grandes perdas. Nos anos 1990, fecha muitas fábricas e demite dezenas de milhares de trabalhadores.

Em 2008, a companhia japonesa Toyota ultrapassa a GM como maior fabricante de automóveis do mundo. Com a reestruturação, a GM é reduzida a quatro divisões: Buick, Cadillac, Chevrolet e GMC. 

sábado, 1 de junho de 2024

Hoje na História do Mundo: 1º de Junho

 PRIMEIRA NOTÍCIA DO HOLOCAUSTO

     Em 1942, o jornal clandestino polonês The Liberty Brigade publica os primeiros relatos sobre o Holocausto, o genocídio cometido pela Alemanha na Segunda Guerra Mundial (1939-45). Milhares de judeus morrem por inalar gás dentro de caminhonetes no campo de concentração nazista de Chelmno, na Polônia.

Mais de 360 mil judeus de 200 comunidades na Polônia são mortos nestas vans. Um mês antes da Conferência de Wannsee, que aprovou a "solução final" para exterminar os judeus da Europa em 20 de janeiro de 1942, as vans e o gás começaram a matar mil judeus por dia em Chelmno.

Cerca de 6 milhões de judeus morrem no Holocausto, 60% da população judaica da Europa, além de 1,5 milhão de ciganos, socialistas, comunistas, anarquistas, resistentes e dissidentes do regime nazista, num total estimado em 11 milhões de pessoas.

TELEJORNALISMO SEM PARAR

    Em 1980, entra no ar nos Estados Unidos a CNN (Cable News Network), o primeiro canal de televisão com especializado em jornalismo, uma iniciativa do empresário Ted Turner.

A transmissão foi da sede, em Atlanta, na Geórgia. A principal notícia, a tentativa de assassinato do ativista dos direitos civis Vernan Jordan.

É uma revolução. Até então, o noticiário na TV é dominado pelas três grandes redes nacionais, ABC (American Broadcasting Company), CBS (Columbia Broadcasting System) e NBC (National Broadcasting Company), que apresentam um telejornal de meia hora no início da noite.

A CNN chega inicialmente a menos de 2 milhões de casas. Hoje está em 90 milhões de lares americanos e em 370 milhões no mundo, inclusive hotéis. Ganha prestígio com a cobertura ao vivo da Guerra do Golfo de 1991 e se torna obrigatória para jornalistas.

Em 4 de outubro de 1993, assisti ao vivo o bombardeio do presidente Boris Yeltsin contra o Parlamento da Rússia.

GM EM CONCORDATA

    Em 2009, com dívidas de US$ 173 bilhões, a companhia automobilística General Motors (GM), que durante 79 anos foi a maior fabricante de automóveis do mundo, anuncia que está quebrada e pede proteção contra seus credores.

Depois de saneada com o apoio do governo Barack Obama (2009-17), a GM volta ao mercado em 2010 numa das maiores ofertas iniciais de ações da história dos EUA.

A GM é fundada por William Durant em 1908 e se consolida ao produzir carros de várias marcas, Buick, Oldsmobile, Cadillac e caminhões Rapid. 

É pioneira da ignição elétrica, instalada pela primeira vez no Cadillac 1912. Este avanço tecnológico acaba com a manivela, que era usada para dar a partida. 

A empresa expande suas atividades no exterior com a Vaxhall no Reino Unido em 1925 e a Opel na Alemanha em 1929, quando a a GM supera a Ford e se torna a maior fabricante de automóveis nos EUA.

Em 1941, a GM fabrica 44% dos carros vendidos nos EUA. No fim da Segunda Guerra Mundial (1939-45), é uma das maiores empresas do mundo e se beneficia do extraordinário crescimento da economia dos EUA no pós-guerra. Nos anos 1950 e 60, mantém uma fatia de de 40% a 45% do mercado norte-americano.

Com a concorrência dos carros japoneses nos anos 1970 e 80, a GM perde mercado e tem grandes perdas. Nos anos 1990, fecha muitas fábricas e demite dezenas de milhares de trabalhadores.

Em 2008, a companhia japonesa Toyota ultrapassa a GM como maior fabricante de automóveis do mundo. Com a reestruturação, a GM é reduzida a quatro divisões: Buick, Cadillac, Chevrolet e GMC.

quarta-feira, 29 de julho de 2020

Brasil ultrapassa 90 mil mortes e 2,5 milhões de casos da covid-19

Com 1.554 mortes e 70 mil 869 casos registrados em 24 horas, o Brasil ultrapassa a 90 mil mortes pela doença do coronavírus de 2019 e 2,555 milhões de infectados. A média diária de mortes nos últimos sete dias está em 1.043. Seis estados têm alta no número de mortos, 11 estão estáveis e há baixa em nove estados.

No mundo inteiro, são mais de 17 milhões de casos, com 670 mil mortes e mais de 10,7 milhões pacientes recuperados. A taxa de mortalidade dos casos encerrados está em 6%.

Os Estados Unidos registraram 10 mil mortes em 11 dias pra chegar a 150 mil óbitos. Hoje, foram mais 66.411 casos e 1.417 mortes. O total subiu para mais de 4,5 milhões de casos e mais de 153 mil mortes. O deputado federal do Texas Louie Gohmert, contrário ao uso de máscara, pegou o coronavírus e atribuiu a doença à máscara.

A Federação Nacional dos Professores dos Estados Unidos autorizou os sindicatos da categoria a fazer greves de protestos contra a falta de segurança na reabertura das escolas em meio à pandemia.

Na Europa, a Espanha registrou 1.153 casos novos em 24 horas, o maior número desde 1º de maio. A França teve 1.392 casos novos num dia, o maior número desde 26 de junho.

As Nações Unidas defendem uma renda básica universal para evitar que os 3 bilhões de pobres do mundo sejam obrigados a sair de casa para trabalhar todos os dias, acelerando a circulação do novo coronavírus.

Por causa do aumento no contágio, o presidente do Conselho da Reserva Federal, o banco central dos Estados Unidos, Jerome Powell, observou que a recuperação econômica perde força porque os consumidores estão receosos e as empresas, especialmente as pequenas, estão readmitindo menos trabalhadores licenciados.

A produção de automóveis no Reino Unido caiu 42 por cento no primeiro semestre do ano ao nível de 1954.

O grupo sanguíneo O é o mais protegido contra a covid-19, de acordo com o Dr. Carlos von Mühlen, professor da Universidade de São Diego, na Califórnia. A asma não é considerada fator de risco para agravar a covid-19. Meu comentário:

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

EUA geram mais empregos do que previsto

A economia dos Estados Unidos abriu 128 mil postos de trabalho e mais do que fechou em outubro de 2019, superando a expectativa dos economistas, que era de cerca de 90 mil vagas. O dado de setembro foi revisado de 136 para 180 mil e o de agosto de 168 para 219 mil, reafirmando o vigor do mercado de trabalho americano.

O índice de desemprego, medido em outra pesquisa, subiu de 3,5%, o mais baixo desde dezembro de 1969, a 3,6%. Os salários subiram numa média de 3% ao ano.

Com a greve na General Motors, já encerrada, com prejuízo de US$ 3 bilhões para a empresa, o emprego na indústria manufatureira registrou queda de 36 mil vagas em outubro e de 42 mil no setor automobilístico.

O consumo, responsável por mais de dois terços da maior economia do mundo, levou à criação de 48 mil empregos em bares e restaurantes.

O presidente Donald Trump festejou: "Isto supera em muito as expectativas."

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Toyota espera lucro recorde neste ano fiscal

Maior fabricante de automóveis do mundo, a companhia japonesa Toyota espera um lucro recorde no ano fiscal que termina, no Japão, em 31 de março de 2016, no embalo de um iene mais fraco e uma demanda mais forte nos Estados Unidos por seus veículos utilitários esportivos, informa o jornal The Wall Street Journal.

Será o terceiro lucro anual recorde consecutivo. Pelos resultados divulgados hoje, no ano fiscal encerrado em 31 de março passado, o faturamento da Toyota subiu 6% para o equivalente a US$ 227 bilhões, gerando lucros 19% maiores, de US$ 18,08 bilhões.

Pelo segundo ano seguido, o lucro da Toyota foi superior aos ganhos da Volkswagen e da General Motors somados. A VW é a segunda maior empresa do setor automobilístico e a GM, a terceira. Neste ano fiscal, o crescimento do lucro deve ser menor.

"Este ano será decisivo para a Toyota saber se pode dar um passo firme rumo a um crescimento estável ou se vai voltar aos velhos caminhos", declarou o presidente Akio Toyoda ao divulgar os dados sobre o desempenho da companhia.

Neto do fundador da empresa, Toyoda a recolocou em crescimento depois de um prejuízo seis anos atrás, o primeiro em 70 anos de história da Toyota. Os problemas foram causados na época pelo recolhimento de mais de 9 milhões de veículos da empresa com defeitos de fabricação em 2009.

Para superar a GM, que era líder do setor há 77 anos, e se tornar a maior do mundo, em 2008, a Toyota deixara cair seu famoso controle de qualidade. Em março de 2014, pagou uma multa de US$ 1,2 bilhão à Justiça dos EUA por esconder defeitos causadores de acidentes graves.

De lá para cá, houve novos recolhimentos, de mais de 7 milhões de veículos com problemas nos air bags, os sacos de ar que se inflam automaticamente em caso de acidente para amortecer o choque. Mas, como indicam os números, a Toyota retomou seu programa de qualidade total.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

VW vendeu mais de 10 milhões de veículos em 2014

O grupo alemão Volkswagen, maior fabricante de automóveis da Europa, vendeu no ano passado 10,14 milhões de veículos, um recorde. Fica à espera dos resultados da companhia japonesa Toyota e da americana General Motors para saber qual é a maior do mundo.

Em 2013, a Toyota ficou em primeiro com 9,98 milhões contra 9,7 milhões da GM.

Além da própria VW, o grupo inclui Audi, Porsche, Skoda, Seat e os caminhões MAN e Scania.

quinta-feira, 20 de março de 2014

Toyota paga US$ 1,2 bi por enganar consumidores

A maior fabricante de automóveis do mundo, a companhia japonesa Toyota, fez um acordo ontem com a Justiça dos Estados Unidos para pagar US$ 1,2 bilhão por enganar o consumidor ao não admitir publicamente. É a maior multa já paga no país por uma indústria automobilística.

Depois de quatro anos de investigações, o Departamento da Justiça dos EUA concluiu que a Toyota escondeu do governo americano e dos consumidores um problema mecânico capaz de colocar vidas em perigo. Um defeito no acelerador fazia os carros aumentarem a velocidade subitamente. Só anos depois de constatar o problema a empresa comunicou-o ao mercado e fez o recolhimento (recall) dos veículos para reparar a falha.

A General Motors, que foi a maior fábrica de automóveis do mundo durante 77 anos, também está na mira das autoridades federais dos EUA por não ter feito o recolhimento e conserto de um defeito que está sendo responsabilizado por 12 mortes.

"Outras empresas não devem repetir o erro da Toyota", advertiu o secretário da Justiça, Eric Holder, citado pelo jornal The New York Times. "Um recolhimento pode abalar a reputação da companhia, mas enganar os consumidores torna o dano muito mais duradouro."

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Toyota mantém liderança na indústria automobilística

Com 9,98 milhões de veículos novos vendidos em 2013, 2% a mais do que em 2012, a companhia japonesa Toyota manteve a liderança no mercado mundial de automóveis, um pouco à frente da americana General Motors (9,7 milhões) e da alemã Volkswagen. A meta para este ano é superar os 10 milhões.

As vendas da Toyota cresceram 9% na China e 7% nos EUA, dois maiores mercados mundiais de automóveis.

Durante a Grande Recessão, em 2008, a Toyota se tornou a maior fabricante mundial de automóveis, superando a GM, que ocupava a liderança há mais de 70 anos. Em 2011, perdeu a posição por causa do terremoto e do maremoto no Nordeste do Japão.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Toyota volta a ser maior fábrica de automóveis

Com um crescimento de 23% nas vendas, que chegaram a 9,75 milhões de veículos, a companhia japonesa Toyota voltou a ser o maior fabricante mundial de automóveis em 2012, superando mais uma vez a americana General Motors, líder do mercado por 77 anos.

Depois de recolher milhões de veículos com defeitos de fábrica, o que abalou a imagem de qualidade total de seus produtos, a Toyota sofreu com o impacto do terremoto e do maremoto que atingiram o Nordeste do Japão em 11 de março de 2011.

2012 foi um ano de recuperação, com crescimento de 35% das vendas no Japão.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Propaganda de Romney irrita GM e Ford

Um anúncio da campanha presidencial de Mitt Romney irritou a General Motors e a Chrysler, ao sugerir que as duas fábricas de automóveis salvas pelo governo Barack Obama durante a Grande Recessão de 2008-9 estão exportando empregos, ou seja, transferindo parte de sua produção para fora dos Estados Unidos.

Em entrevista ao jornal Detroit Free Press, o porta-voz da GM, Greg Martin, chamou o anúncio de "cínico" e "enganoso": "Entramos claramente num universo paralelo nestes últimos dias. Nenhuma campanha eleitoral, por mais cínica que seja, vai diminuir nosso histórico de gerar empregos nos EUA e repatriar os lucros de nossas operações no exterior".


segunda-feira, 6 de agosto de 2012

GM bate recorde de vendas na China

A General Motors vendeu 199.503 veículos em julho de 2012 na China, batendo seu próprio recorde de vendas com alta de 15,1% na comparação com julho do ano passado.

Nos sete primeiros meses do ano, a GM vendeu mais de 1,6 milhão de veículos na China, um avanço de 11,7% em relação ao mesmo período em 2011. Durante o ano passado como um todo, o maior mercado mundial de automóveis cresceu apenas 2,5%, com vendas de 18,51 milhões de veículos novos, depois de uma expansão de 32% em 2010.

terça-feira, 15 de maio de 2012

GM para de anunciar no Facebook

A General Motors decidiu parar de anunciar no Facebook. Seu departamento de marketing concluiu que os anúncios pagos tinham pouco impacto sobre os consumidores.

É uma decepção, observa o jornal The Wall St. Journal, porta-voz do centro financeiro de Nova York, a três dias do primeiro lançamento em bolsa de ações da empresa.

Os marqueteiros da GM pretendem continuar usando o Facebook, nas áreas de conteúdo grátis. A fábrica de automóveis gastava US$ 40 milhões por ano para se promover através da maior rede social da Internet, dos quais US$ 10 milhões em propaganda paga.

A economia não vai pesar muito nas contas da GM, que fatura US$ 3,7 bilhões num ano.

Também não deve afetar a oferta inicial de ações do Facebook na próxima sexta-feira, quando o valor de mercado da empresa pode chegar a US$ 100 bilhões. "Enquanto o Facebook for a base para o engajamento com o consumidor", adverte Craig Atkinson, diretor de informática da empresa de mídia PHD, do grupo americano Omnicom, "os publicitários não poderão ignorá-lo".

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Lucro da GM caiu 69% no primeiro trimestre

Com o fortalecimento da recuperação da economia dos Estados Unidos, a General Motors lucrou US$ 1 bilhão no primeiro trimestre de 2012. Esse valor superou a expectativa do mercado, mas ficou 69% abaixo do resultado nos primeiros três meses do ano passado.

O faturamento total foi de US$ 37,8 bilhões, 4% acima do mesmo período em 2011.

Apesar da crise, as operações na Europa foram melhores do que o mercado antecipava. Houve uma perda de US$ 256 milhões no continente, em contraste com um lucro de US$ 5 milhões um ano atrás.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Bolsa de Nova York fecha no maior nível em 4 anos

O aumento da produção industrial e a expectativa de uma recuperação mais forte da economia dos Estados Unidos levaram o Índice Dow Jones, que mede as 30 principais ações da Bolsa de Valores de Nova York, a terminar o dia no nível mais alto em quatro anos, em 13.279,32, com valorização de 0,5%.

A boa notícia foi a alta do índice de atividade industrial do Instituto de Gerentes de Compras, que registrou alta de 53,4 em março para 54,8 em abril. Números acima de 50 significam crescimento. Melhor ainda foi o índice de novas encomendas à indústria, que ficou em 58,2.

Na China, o índice oficial de gerentes de compras apontou a maior expansão da indústria em 13 meses. Cauteloso, o mercado espera o índice do banco HSBC, que tem registrado leituras diferentes.

Com a expectativa de fortalecimento da recuperação americana, a General Motors ampliou sua previsão de vendas de veículos para este ano de 13,5-14 milhões para 14-14,5 milhões, apesar de uma queda de vendas de 8% em abril, enquanto a Toyota avançava 12% e a Chrysler, 20%.

Na próxima segunda-feira, o Facebook deve iniciar uma série de encontros para apresentar a empresa para investidores em potencial, preparando sua oferta inicial de ações prevista para 16 e 17 de maio de 2012.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

GM tem lucro recorde

A General Motors teve um lucro recorde de US$, 7,6 bilhões no ano passado, 62% acima do registrado em 2010. O resultado seria ainda melhor se não houvesse perdas na último trimestre na Europa e na América Latina. Mas o recorde anterior, de US$ 6,7 bilhões em 1997, equivaleria hoje a US$ 9,4 milhões, se o valor fosse corrigido pela cotação atual da moeda dos Estados Unidos.

É uma boa notícia para o presidente Barack Obama, que pretende usar a recuperação da indústria automobilística como um de seus principais argumentos na campanha para a eleição presidencial de 6 de novembro de 2012.

Há dois anos, Obama salvou a GM da falência. Em 2011, ela voltou a ser a maior fabricante de automóveis do mundo.

Em campanha para a eleição primária de 28 de fevereiro em Michigan, estado onde fica Detroit, a cidade do automóvel, o líder na disputa pela candidatura do Partido Republicano à Casa Branca enfrenta dificuldades para explicar porque foi contra a intervenção federal para salvar a GM e a Chrysler.

O governo ainda tem 26% das ações da GM, informa o jornal The New York Times.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

GM volta a ser maior fabricante mundial de carros

Com venda de mais de 9 milhões de carros, uma alta de 7,6% em relação a 2010, a companhia americana General Motors voltou a ser a maior fábrica de automóveis do mundo, superando a japonesa Toyota, que a havia superado em 2009, quando a GM entrou em concordata.

Só nos Estados Unidos, a GM teve um aumento de 11,4% nas vendas para 2,9 milhões de carros, ficando com 18,4% do mercado.

A empresa alemã Volkswagen foi a segunda que mais vendeu carros no mundo no ano passado, mais de 8 milhões, seguida pela Toyota em terceiro lugar, com 7,9 milhões.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Venda de carros tem forte alta nos EUA

As vendas de veículos novos registraram forte alta nos Estados Unidos em setembro, com aumentos de mais de 20% na comparação anual nos negócios da General Motors, da Nissan e da Chrysler. Os destaques foram grandes picapes e utilitários esportivos, informa hoje The Wall St. Journal.

Na contramão, a Toyota faturou 17,5% a menos do que há um ano.

A GM vendeu 13 milhões de veículos nos últimos 12 meses, superando os 12,1 milhões de um ano atrás.

“Com a recessão, os consumidores adiaram as compras”, observou Don Johnson, diretor de vendas da GM. “Isso significa que os carros e caminhões estão velhos, com uma idade média de 10,7 anos.”

Os utilitários leves da GM tiveram um aumento de vendas de 34%, e os carros de passeio, 12%. A Chrysler vendeu mais 27%, com avanço de 33% em utilitários e de 12% em carros, enquanto a Ford faturou mais 8,9%, com alta 22,3% em utilitários e baixa de 2,3% em carros de passeio.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Venda de carros sobe 7,5% nos EUA

As vendas de automóveis e utilitários leves novos cresceram 7,5% em agosto nos Estados Unidos, totalizando 1.072.283 unidades.

O maior avanço foi da Chrysler, 31%. A General Motors a Nissan registraram alta de 20%, e a Ford, de 11%, enquanto as japonesas Honda e Toyota caíam 24% e 13%, respectivamente.

Mais importante ainda, observa o diário The Wall St. Journal, porta-voz do centro financeiro de Nova York, é que a maioria das compras foi feita por consumidores individuais e não por empresas renovando suas frotas. Isso indica um aumento na confiança do consumidor.

A Chrysler vendeu 42% mais para particulares, e a GM, 22% a mais.

Nos últimos 12 meses, a indústria automobilística americana vendeu 12,12 milhões de carros e veículos utilitários leves, um pouco abaixo dos 12,23 milhões de julho, mas acima dos 11,47 milhões de agosto de 2010.

Neste ritmo, o total do ano de 2011 deve passar de 13 milhões de veículos.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Toyota lucra apesar do terremoto no Japão

A companhia automobilística japonesa Toyota anunciou hoje um lucro de US$ 15 milhões no segundo trimestre de 2011, informa o jornal The Wall St. Journal. É uma queda de 99%.

Mesmo assim, o desempenho da empresa supera as expectativas dos economistas, que esperavam prejuízo depois do terremoto e do maremoto que atingiram o Japão em 11 de março.

Um dos maiores problemas enfrentados no momento pela Toyota e por todo o setor exportador japonês é a valorização do iene.

Ao forçar os japoneses a vender ativos no exterior para aplicar o dinheiro na reconstrução do país, as tragédias naturais acabaram contribuindo para o fortalecimento da moeda do Japão.

No primeiro trimestre deste ano, a Toyota vendeu 1,9 milhão de veículos no mundo inteiro, abaixo dos 2,2 milhões da General Motors, que voltou a ser a maior fábrica de automóveis do mundo, e da Volkswagen, com 1,99 milhão.

Durante o ano fiscal japonês, que termina em março, a Toyota espera vender 7,6 mlihões de veículos, menos do que os 8 mlhões projetados pela VW. A GM, superada pela empresa japonesa em 2008, vendeu 8,39 milhões de veículos em 2010.