Quatro grandes empresas japonesas com fábricas ao redor do mundo - Toyota, Honda, Mazda e Nissan - ordenaram hoje o recolhimento de 3,4 milhões de automóveis fabricados no Japão e no México entre 2000 e 2004 com air bags, os sacos que se inflam automaticamente para amortecer acidentes. Eles podem não funcionar, pegar fogo ou inflar depressa demais, ferindo os passageiros.
O recolhimento não é uma boa notícia para a Toyota, que teve de consertar entre 2009 e 2011 19 milhões de carros com defeitos no acelerador capazes de causar acidentes fatais, lembra a agência de notícias Reuters.
Há poucos anos, a Toyota era conhecida por seu programa de qualidade total. Na ânsia de superar a General Motors e se tornar a maior fabricante de automóveis do mundo, descuidou-se.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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quinta-feira, 11 de abril de 2013
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Venda de carros em 2012 na UE foi menor em 17 anos
Sob impacto da crise internacional, as vendas de automóveis novos na União Europeia registraram em 2012 o menor nível em 17 anos, totalizando 12,05 milhões de veículos. O recuo em relação a 2011 foi de 8,2% para carros de passeio, informa a Associação Europeia dos Fabricantes de Automóveis.
No setor de veículos comerciais, a contração foi de 11,4% nos 11 meses até novembro de 2012, quando os negócios diminuíram 18,5%.
Em dezembro, a queda foi ainda maior, de 16,4% na Alemanha, 14,6% na França, 22,5% na Itália e 23% na Espanha. Foi o 15º mês consecutivo de baixa. Dos grandes mercados, só o Reino Unido teve alta, de 5,3%.
Os resultados das empresas divergiram, com fortes reduções das francesas Renault (-18,9%) e Peugeot Citröen (-12,9%), da italiana Fiat (-15,8%) e da americana Opel (-15,6%). Entre as empresas alemãs, a Audi avançou 3,7%, enquanto as luxuosas BMW (-0,1%) e Mercedes-Benz (-0,9%) ficaram praticamente estagnada.
As companhias sul-coreanas tiveram o melhor desempenho, com crescimento de 14,6% para a Kia e de 9,4% para a Hyundai.
No setor de veículos comerciais, a contração foi de 11,4% nos 11 meses até novembro de 2012, quando os negócios diminuíram 18,5%.
Em dezembro, a queda foi ainda maior, de 16,4% na Alemanha, 14,6% na França, 22,5% na Itália e 23% na Espanha. Foi o 15º mês consecutivo de baixa. Dos grandes mercados, só o Reino Unido teve alta, de 5,3%.
Os resultados das empresas divergiram, com fortes reduções das francesas Renault (-18,9%) e Peugeot Citröen (-12,9%), da italiana Fiat (-15,8%) e da americana Opel (-15,6%). Entre as empresas alemãs, a Audi avançou 3,7%, enquanto as luxuosas BMW (-0,1%) e Mercedes-Benz (-0,9%) ficaram praticamente estagnada.
As companhias sul-coreanas tiveram o melhor desempenho, com crescimento de 14,6% para a Kia e de 9,4% para a Hyundai.
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Lucro da GM caiu 69% no primeiro trimestre
Com o fortalecimento da recuperação da economia dos Estados Unidos, a General Motors lucrou US$ 1 bilhão no primeiro trimestre de 2012. Esse valor superou a expectativa do mercado, mas ficou 69% abaixo do resultado nos primeiros três meses do ano passado.
O faturamento total foi de US$ 37,8 bilhões, 4% acima do mesmo período em 2011.
Apesar da crise, as operações na Europa foram melhores do que o mercado antecipava. Houve uma perda de US$ 256 milhões no continente, em contraste com um lucro de US$ 5 milhões um ano atrás.
O faturamento total foi de US$ 37,8 bilhões, 4% acima do mesmo período em 2011.
Apesar da crise, as operações na Europa foram melhores do que o mercado antecipava. Houve uma perda de US$ 256 milhões no continente, em contraste com um lucro de US$ 5 milhões um ano atrás.
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